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Entrevista | Ren Nolasco e Márcio Moreira discutem sobre ficção-científica e quadrinhos

Autores se preparam para lançar HQ que mistura sci-fi, viagem intergalática e bruxas 

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A Empregada: suspense com Sydney Sweeney e Amanda Seyfried ganha primeiras imagens

Adaptação literária chega aos cinemas brasileiros em dezembro, com sessões antecipadas

A Paris Filmes divulgou as primeiras imagens de A Empregada (The Housemaid), novo suspense baseado no livro de Freida McFadden. A adaptação promete trazer um olhar inicial para a história, que chega aos cinemas brasileiros em breve. O filme terá sessões antecipadas a partir de 19 de dezembro e estreia oficial em 1º de janeiro, com exclusividade nos cinemas.

A trama acompanha Millie (Sydney Sweeney), uma mulher com dificuldades financeiras que aceita um emprego de empregada doméstica para o casal rico Nina (Amanda Seyfried) e Andrew. No entanto, ela logo descobre que os segredos da família são muito mais perigosos do que os seus.

O filme é dirigido por Paul Feig, que também assume a produção ao lado de Todd Lieberman, Carly Kleinbart Elter e Laura Fischer. O elenco ainda conta com nomes como Brandon Sklenar e Michele Morrone, com roteiro de Rebecca Sonnenshine.

 

Ansioso para ver o que o novo suspense com Sydney Sweeney e Amanda Seyfried preparou para a gente? 

 

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Leia também: Casa de Dinamite, novo filme da Netflix, ganha teaser oficial

 

Texto revisado por Angela Maziero 

 

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Música Notícias

EVERGLOW inicia nova fase ao assinar com a CHXXTA COMPANY

Grupo promete novo álbum e conteúdos inéditos para fãs ao redor do mundo

O EVERGLOW está de casa nova. O grupo feminino de K-pop, conhecido pelo conceito poderoso e cheio de atitude no girl crush, assinou contrato exclusivo com a CHXXTA COMPANY, empresa global de gerenciamento que também é responsável pelo grupo crossover CREZL, revelado no programa Phantom Singer 4, da JTBC.

Em declaração, Sihyeon adiantou que as integrantes estão animadas para o que vem pela frente:

“Estamos nos preparando para muitas atividades musicais para compartilhar nossa cor e energia únicas livremente. Agradecemos aos fãs nacionais e internacionais, e pedimos que aguardem ansiosamente o futuro da nossa jornada. Planejamos retribuir todo o amor e apoio com comunicação ativa e mais apresentações.”

Foto: reprodução/ CHXXTA COMPANY

Desde a estreia em 2019, o EVERGLOW conquistou uma base global de fãs com seu estilo marcante. O videoclipe de DUN DUN, faixa do mini-álbum reminiscence, ultrapassa 304 milhões de visualizações no YouTube e solidificou o grupo como uma das apostas da quarta geração. Além disso, já somam três turnês mundiais, com passagens pela Europa, Estados Unidos, América Latina e apresentações em grandes eventos como a KCON LA e o Dream Concert.

Agora sob a CHXXTA COMPANY, as integrantes já trabalham em um novo álbum e também planejam uma turnê de fanmeeting pela Ásia com possibilidade de expandir para outras regiões.

Atualmente o grupo é formado por quatro integrantes: Sihyun, Aisha, Onda e E:U. O EVERGLOW passou a atuar oficialmente como quarteto em setembro de 2025, quando assinou com a nova agência.

Prontos para acompanhar o EVERGLOW nessa nova fase? Comente nas redes sociais do Entretetizei — Instagram, Facebook e X — e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.

Leia também: Fãs podem comemorar: EXO se prepara para comeback previsto para dezembro

Texto revisado por Simone Tesser

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Entretenimento Música Notícias

A vulnerabilidade como pista de dança: conheça o novo álbum de Hayley Williams

Ego Death at a Bachelorette Party chegou às plataformas digitais na última semana de agosto trazendo um lado mais ousado da cantora 

Seria este o melhor trabalho solo de Hayley Williams até agora? Independentemente da sua resposta, o novo álbum da cantora, que também é vocalista do Paramore, traz vulnerabilidade explícita, críticas sociais precisas e uma mistura de gêneros que mostra uma etapa mais livre no processo de criação e, por isso, uma obra como nenhuma outra que ela já tenha lançado. Será que isso é o suficiente para que o álbum ocupe um espaço no seu coração?  

Este é o terceiro álbum solo de Hayley Williams. A cantora de 36 anos lançou Petals For Armor em 2020 e Flowers for Vases/Descansos em 2021, mas seu lançamento mais recente é o primeiro, de fato, totalmente independente. Livre de seu contrato, que durou 20 anos, com a Atlantic Records, nesta nova fase fica claro o quanto a cantora se permitiu explorar novas possibilidades.  

Foto: reprodução/Rolling Stones/Zachary Gray

O álbum chegou às plataformas digitais em 28 de agosto, mas já vem fazendo barulho na Internet desde julho, quando Hayley disponibilizou as faixas em seu site por meio de um web player retrô. Outro aspecto que deixa claro a liberdade criativa do novo trabalho, é o fato de o álbum ser encarado como 17 singles ao invés de uma produção tradicional. 

De acordo com Williams, ela não começou o projeto pensando em um novo álbum, apenas precisava escrever, e quando finalizou esse processo tinha 17 singles. No site de divulgação, as faixas podiam ser ouvidas na ordem em que os fãs quisessem, bem no estilo anos 2000. 

Em uma conversa com o The Zane Lowe Show no youtube da Apple Music, a vocalista do Paramore falou sobre o tipo de experiência que queria proporcionar aos fãs e sobre como foi divertido incentivá-los a criarem seu próprio contexto para o álbum e qual seria a melhor sequência para interpretar tudo aquilo que a obra entrega.  

Eu realmente queria me esquivar da responsabilidade [de montar a tracklist]. Eu meio que estava interessada na perspectiva de outras pessoas também, porque chega um ponto em que você está no olho do furacão, tipo fazendo coisas e passando por coisas, e realmente não consegue ter perspectiva. Então tem sido muito interessante”, disse Williams.   

A vulnerabilidade nas letras 

Sem dúvidas, a necessidade de escrever e expurgar de alguma forma os sentimentos transparecem nas faixas, principalmente em letras como Glum, True Believer, Blood Bros e Parachute.

Em Glum, Hayley fala sobre sentimentos de solidão, desconexão e invisibilidade. Em trechos como When you look around and nobody’s home. But you wanna go back to wherever we’re from”, isso fica ainda mais transparente. E os vocais aos dois minutos e 41 segundos da música parecem liberar toda a frustração de lutar com esses sentimentos. 

O vazio se reflete inclusive no videoclipe da música, onde é possível interpretar a forma como os espaços dão eco a todas as palavras ditas e não ditas. 

Em True Believer a letra bate de frente com o racismo ainda frequente não apenas no sul dos EUA. Neste caso em específico, o alvo é a região em que a cantora cresceu,Tennessee. “They say that Jesus is the way, but then they gave Him a white face. So they don’t have to pray to someone they deem lesser than them”, esse trecho resume bem o tom da faixa que não deixou de fora as críticas a algumas práticas religiosas também.  

Parachute é uma das faixas com maior número de reprodução no Spotify e traz uma letra cheia de acontecimentos íntimos da vida amorosa da cantora. Motivo suficiente para que alguns chegassem a especular o fim do relacionamento de Hayley com Taylor York (guitarrista do Paramore), e como esse suposto fim poderia impactar o futuro da banda. A letra demonstra uma vulnerabilidade que precisa ser sentida, não explicada, e a catarse demonstrada na segunda estrofe é o ponto alto de tudo.

Passos ousados como artista independente 

O álbum foi bem recebido pela crítica especializada e principalmente pelos fãs que acompanham o trabalho de Hayley há décadas. A repercussão faz jus a toda raiva, miséria, luto, frustração e solidão que cada música traz e sem dúvida foi uma ótima forma de expressar todas as fases da cantora como integrante de uma das maiores bandas de pop-punk da última década, mas também sua evolução com toda essa experiência e com o fim de uma longa jornada com a Atlantic Records. 

Com a inserção de estilos e elementos como synth-pop, indie e trip-hop, que são diferentes de seus trabalhos anteriores, era de se esperar alguma estranheza, mas de certa forma é possível passar por cada faixa e ainda sentir a essência da cantora e as referências que integraram seu repertório musical ao longo dos anos. 

A liberdade criativa de expor esse lado, já é em si, uma porta de entrada para a vulnerabilidade que é tema presente em toda a obra. 

Ser tão independente me permitiu escolher as pessoas com quem quero me sentir mais próxima ao longo do projeto, e, quero dizer, o Paramore tem tanta sorte. Já trabalhamos com muitas pessoas incríveis, mas a maioria delas é da gerência”, disse a cantora ao The Zane Lowe Show.  

Em entrevista ao The Fame, Hayley condensou tudo o que esse álbum significa em uma frase que sem dúvida marcou todos os fãs. “De muitas maneiras, escrever este álbum deu uma voz à versão de 15 anos de mim, que sentiu que havia perdido muito de seu poder ao assinar com uma grande gravadora. Isso a libertou.

Um mergulho radical na dor e libertação 

De certa forma EDAABP é exatamente o álbum que aquela geração que cresceu com Paramore precisava para descarregar, talvez na privacidade de seus quartos, todas as frustrações, luto, decepções amorosas, profissionais e até sociais. É um álbum que faz o ouvinte querer pular, chorar, gritar a plenos pulmões e expurgar tudo o que sente e não consegue nomear na maioria dos dias. E isso diz mais sobre a qualidade da entrega do que qualquer crítica, prêmio ou número de reprodução em um streaming. 

Então, no fim, a obra parece fazer um convite para que todos saiam do modo automático, que muitas vezes as rotinas impõe sem que se perceba, e se permitam realmente ouvir ao álbum, não como um pano de fundo para qualquer outra atividade, mas apenas ouvir as músicas por inteiro e colocar as próprias sensações e interpretações em cada faixa.

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Leia também: Do TikTok à indústria da música pop: quem é Addison Rae 

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Nova temporada de Casamento às Cegas ganha episódios com reacts de celebridades

Reality conta com temporada inédita e participantes 50+ que prometem emocionar o público

 

 

Os primeiros quatro episódios da quinta temporada de Casamento às Cegas Brasil: Nunca é Tarde já estão disponíveis no streaming. E com uma surpresa especial: o reality traz episódios extras com as reações de algumas celebridades.

Quatro duplas — sendo elas Luana Piovani e Rafa Chalub; Marcelo Adnet e Júlia Rabello; Camilla de Lucas e Chico Barney; e Regina Volpato e Yuri Marçal — deram uma espiadinha na nova temporada, que promete causar muita emoção no público.

Além disso, os famosos também puderam experimentar um pouquinho do que os participantes vivem por trás dos telões.

A atriz Luana Piovani falou sobre a nova temporada e o impacto dela para o público que vai acompanhar: Achei a temática 50+ justa e atual, e observei que ainda esperamos que o outro suponha sem que algo tenha sido falado… O humano não é sincero no que comunica. Precisamos de terapia”, afirma.

casamento as cegas
Foto: divulgação/Aline Arruda/Netflix

Já para Chico Barney, o impacto foi acompanhar os participantes e ver como eles lidam com as decisões: “É fascinante ver como os homens e as mulheres nessa faixa etária reagem às próprias expectativas e, sobretudo, às expectativas dos outros. Tudo muito diferente e divertido”.

Quatro novos episódios vão estar disponíveis na Netflix no dia 17/09, e os dois últimos no dia 24/09 — e prometem ser uma surpresa com os participantes do reality.

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Texto revisado por Cristiane Amarante @cris_tiane_rj

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Confira as prévias de Honey, Não!, com Margaret Qualley e Aubrey Plaza

Ovacionada depois da exibição no Festival de Cannes, a produção estreia em novembro

 

O primeiro trailer de Honey, Não! (2025), produção dirigida por Ethan Coen, já está entre nós! Protagonizado por Margaret Qualley, Chris Evans e Aubrey Plaza, o filme é parte da trilogia de filmes com heroínas queer do diretor — combinando elementos de filmes de baixo orçamento com temática lésbica — e sucede Drive-Away Dolls (2024).

Sucesso no Festival de Cannes, onde foi ovacionado por seis minutos seguidos, o longa também conta com Charlie Day no elenco. Honey, Don’t!, no título original, tem roteiro de Coen e Tricia Cooke, que também assina a produção.

A trama acompanha Honey O’Donahue (Qualley), uma detetive particular de uma cidade pequena que investiga uma série de mortes estranhas ligadas a uma igreja misteriosa e envoltas em sedução, mentiras e ação. A história combina criativamente uma narrativa policial excêntrica, dinâmicas familiares e um forte senso de pertencimento.

Com estreia marcada para 6 de novembro nos cinemas brasileiros, Honey, Não! é um lançamento exclusivo da rede de cinemas Cinesystem no Brasil e tem distribuição pela Universal Pictures. Confira o pôster:

Honey, Não!
Imagem: Divulgação/Universal Pictures

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Crítica | Dormir de Olhos Abertos expõe a ambivalência da experiência do imigrante

Entre o pertencimento e a alienação, o longa co-produzido por Kleber Mendonça Filho revela um Brasil diferente sob o olhar de imigrantes chineses e uma turista taiwanesa

Dormir de Olhos Abertos é um filme que, entre silêncios e ausências, tem muito a dizer. Uma co-produção entre Brasil, Taiwan, Argentina e Alemanha e dirigido pela cineasta alemã Nele Wohlatz, o longa propõe uma reflexão sensível sobre as contradições e a busca por pertencimento inerentes à condição do imigrante.

Em uma narrativa não-linear e quase epistolar, a trama se desdobra a partir de três personagens: Kai (Liao Kai Ro), uma taiwanesa que se vê sozinha no Brasil quando seu namorado termina com ela minutos antes do viagem que fariam juntos, Fu Ang (Wang Shin-Hong), um imigrante chinês deprimido que é dono de uma loja de guarda-chuvas, e Xiaoxin (Xiao Xing Cheng), uma jovem chinesa que se muda para Recife e se aproxima da comunidade de sino-brasileiros que trabalham para sua tia.

Confira o trailer oficial abaixo:

Dormir de Olhos Abertos é um estudo muito interessante e sensível da imigração, com paisagens deslumbrantes e personagens que guardam muito, mas cuja busca por pertencimento transborda os limites do idioma e da nacionalidade. As atuações são muito contidas, mas os atores transmitem muita honestidade em pequenos detalhes.

O filme se constrói de uma forma dialética. As escolhas estéticas e os movimentos da narrativa são pautados em contradições: estar cercado de água e não saber nadar, vender guarda-chuvas em uma cidade que se recusa a formar nuvens, cartões postais escritos sem a intenção de algum dia serem enviados, morar em um país sem saber falar o idioma… a alienação dos personagens e a impossibilidade de se conectar está refletida em todas as camadas da trama.

Além disso, por ser composto principalmente com planos abertos ou médios e com poucos movimentos de câmera, o filme reforça a sensação de isolamento e estagnação dos seus personagens. Essa decisão da direção estabelece outra contradição interessante: o tema do deslocamento, o trânsito da imigração se nega visualmente pela monotonia das cenas.

O personagem de Fu Ang, inclusive, fala que os dias no Brasil parecem todos iguais em comparação às rápidas transformações das cidades chinesas.

Foto: reprodução/Indie Lisboa

A não-linearidade do filme, somado a essas contradições do lugar onde as pessoas estão e não estão, transmite uma fragilidade muito grande e uma impermanência do estado das coisas. Estar em um país por tanto tempo e ainda assim não se sentir parte dele, sempre numa condição de observador, de passagem, como se estivesse pronto para partir a qualquer momento, são sentimentos caros à direção do filme, construindo uma atmosfera evanescente, como se as coisas estivessem próximas de se dissolver.

Nesse sentido, o Brasil de Dormir de Olhos Abertos é muito diferente do que estamos acostumados, e é interessante poder experienciar o nosso país sob a perspectiva do estrangeiro. O estranhamento que os personagens sentem pelo Brasil é compartilhado por nós.

Foto: reprodução/Tela Viva

Um longa que fala sobre pertencimento e conexão através de movimentos de contradição, Dormir de Olhos Abertos é um projeto deslumbrante de Nele Wohlatz. Após receber o prêmio de Melhor Filme FIPRESCI e o prêmio da crítica da seção Encontros no Festival de Cinema de Berlim de 2024, o longa finalmente chega aos cinemas brasileiros hoje (11).

Confira aqui os cinemas em que o filme está em cartaz e reserve seu ingresso!

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Texto revisado por Karollyne de Lima @karollysl

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