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Especial | Do Nordeste para o mundo: nomes que representam a cultura em filmes, séries e canções

Raízes nordestinas que inspiram música, literatura e atuação no Brasil e no exterior

Celebrado em 8 de outubro, o Dia do Nordestino homenageia a riqueza cultural de uma das regiões mais marcantes do Brasil. Seja na música, no cinema ou na literatura, artistas nordestinos conquistaram o país e levaram sua identidade para o mundo, mostrando a força de suas raízes.

Composto por nove estados (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe), o Nordeste é berço de histórias, tradições e talentos que atravessam gerações.

A data foi instituída em 2009 como forma de valorizar a cultura nordestina e suas manifestações. O dia escolhido é uma homenagem a Catulo da Paixão Cearense, poeta e compositor nascido em 8 de outubro de 1863, em São Luís (MA), lembrado por sua contribuição marcante à música e à literatura da região.

Entre os muitos legados nordestinos estão gêneros musicais como o forró, o baião, o frevo, o maracatu e o xaxado, além da tradicional literatura de cordel. O som da sanfona de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, segue como símbolo de identidade cultural até hoje. A poesia também ganha destaque em vozes como a de Bráulio Bessa, nascido no interior do Ceará, que ressignifica o cordel para novas gerações.

Na literatura, nomes como Jorge Amado, Clarice Lispector, Rachel de Queiroz e o educador Paulo Freire ultrapassaram fronteiras, levando histórias, ideias e reflexões para leitores do mundo inteiro. Já no cinema e na televisão, artistas como Sônia Braga e Wagner Moura consolidaram carreiras internacionais, sem nunca deixar de carregar suas origens nordestinas.

Mais do que uma data no calendário, o Dia do Nordestino é um convite a celebrar uma cultura plural, criativa e resistente, que segue encantando o Brasil e o mundo.

Nomes que representam o Nordeste na música:

Zé Ramalho

Foto: reprodução/Instagram @zeramalho

Cantor, compositor e poeta nascido na Paraíba, conhecido por unir rock, MPB e elementos da música nordestina. Suas canções marcaram gerações, com letras poéticas e metafóricas que transformam temas cotidianos, como o amor, em poesia musical. Entre seus sucessos estão Avôhai, uma homenagem ao avô que assumiu sua criação, e Chão de Giz.

Gilberto Gil

Foto: reprodução/Instagram @gilbertogil

Nascido em Salvador, Bahia, o cantor, compositor e ex-ministro da Cultura Gilberto Gil levou a música brasileira para o cenário mundial. Reconhecido como um dos maiores nomes da MPB, é autor de clássicos como Procissão, Domingo no Parque e Andar com Fé, e sempre uniu inovação musical com compromisso social.

Maria Bethânia

Foto: reprodução/Instagram @mariabethaniaoficial

Natural de Santo Amaro, Bahia, Maria Bethânia é uma das vozes mais respeitadas do Brasil e referência poética até hoje. Ao longo de sua carreira, que já ultrapassa cinco décadas, conquistou diversos prêmios e homenagens, e suas apresentações misturam música, teatro, literatura, folclore e religiosidade. Reconhecida por sua intensidade interpretativa, sua obra reflete a cultura nordestina com profundidade e elegância. 

Curiosidade: seu nome foi escolhido pelo irmão, Caetano Veloso, que também se tornaria um dos maiores nomes da música brasileira.

Ivete Sangalo

Foto: reprodução/Instagram @ivetesangalo

Cantora e compositora nascida em Juazeiro, Bahia, é uma das maiores representantes do axé. Com carisma e energia, conquistou multidões e levou a música baiana para festivais e shows internacionais. Vencedora de quatro prêmios no Grammy Latino, é autora de sucessos como Tempo de Alegria, Sorte Grande  e Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim.

No cinema e TV:

Wagner Moura

Foto: reprodução/ Caio Lírio

Nascido em Salvador, Bahia, Wagner Moura é ator, diretor, produtor e roteirista, além de ter se formado em jornalismo. Desde muito jovem, demonstrou interesse pela atuação, iniciando sua carreira no teatro. Seu primeiro grande sucesso veio com a peça A Máquina (2000) e, no mesmo ano, estreou no cinema em Sabor da Paixão.

Moura construiu uma carreira sólida tanto no Brasil quanto internacionalmente, sendo reconhecido principalmente por interpretar o Capitão Nascimento em Tropa de Elite (2007), filme que ganhou o Urso de Ouro no Festival de Berlim em 2008 e o consagrou junto ao público.

Atualmente, Wagner segue em alta e é apontado pela pela revista americana Variety como uma das principais apostas para o Oscar de 2026 na categoria de Melhor Ator, por sua atuação em O Agente Secreto. A trama se passa na década de 1970 e acompanha Marcelo (Wagner Moura), um professor universitário que foge de São Paulo para Recife para escapar de agentes governamentais, mas logo percebe que está sendo espionado pelos vizinhos.

Lázaro Ramos

Foto: reprodução/Instagram @olazaroramos

Também nascido em Salvador, Bahia, Lázaro Ramos é ator, diretor, produtor, escritor e empresário. Conhecido por seus trabalhos no teatro, cinema e televisão, iniciou a carreira no Bando de Teatro Olodum, coletivo que se tornou símbolo de resistência e inovação nas artes brasileiras.

No cinema, estreou em Ó Paí Ó (2018), e na televisão conquistou o público com personagens marcantes, como Foguinho em Cobras & Lagartos (2006), que lhe rendeu uma indicação ao Emmy de Melhor Ator. Também se destacou em novelas como Duas Caras (2007), Insensato Coração (2011) e Lado a Lado (2012). Fora das telas, Lázaro é embaixador da UNICEF no Brasil e participa ativamente de projetos sociais.

Jesuíta Barbosa

Foto: reprodução/Instagram @fabioaudi

José Jesuíta Barbosa Neto nasceu em Salgueiro, Pernambuco. Aos 10 anos, mudou-se para Fortaleza, Ceará, onde iniciou sua trajetória artística em grupos de teatro escolar. Posteriormente, ingressou no curso de Licenciatura em Teatro do Instituto Federal do Ceará, consolidando sua formação na área.

Sua carreira profissional começou em 2008, quando se juntou ao coletivo As Travestidas, liderado por Silvero Pereira. Nesse grupo, Jesuíta desenvolveu seu alter ego, a travesti Monique Frazão, e enfrentou estereótipos do macho nordestino. Essa experiência foi fundamental para sua afirmação artística e identidade.

No cinema, destacou-se em filmes como Tatuagem (2013), onde interpreta um militar que vive um romance com o líder de uma trupe teatral, e Homem com H (2025), uma cinebiografia de Ney Matogrosso, na qual viveu o próprio cantor. Sua atuação em Homem com H foi amplamente elogiada pela crítica, sendo descrita como antológica e comovente.

Na televisão, Jesuíta ganhou notoriedade em 2014, com papéis em Amores Roubados e O Rebu, este último lhe rendeu uma indicação ao Troféu APCA de Melhor Ator de Televisão. Seguiram-se personagens marcantes em produções como Ligações Perigosas (2016), Justiça (2016), Onde Nascem os Fortes (2018), Verão 90 (2019) e Pantanal (2022), onde interpretou Jove, um dos protagonistas.

Além de seu trabalho artístico, Jesuíta é reconhecido por sua postura política e engajamento em causas sociais. Sua trajetória é um reflexo da riqueza cultural nordestina e da força de sua identidade.

Lucy Alves

Foto: reprodução/Instagram @lucyalves

Nascida em João Pessoa, Paraíba, Lucy Alves é uma das artistas mais versáteis do cenário brasileiro. Cantora, compositora e atriz, ela é formada em música pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), consolidando sua carreira com técnica e sensibilidade.

A projeção nacional veio em 2013, com sua participação no reality show The Voice Brasil. Na primeira apresentação, emocionou jurados e público ao cantar Que Nem Jiló, de Luiz Gonzaga, integrando o time de Carlinhos Brown. Na grande final, emocionou a todos ao levar sua família, o Clã Brasil, para tocar juntos De Volta Pro Aconchego, conquistando o segundo lugar na competição.

Lucy também se destacou como atriz na televisão. Em 2016, atuou na novela Velho Chico, recebendo atenção da crítica e do público. Em Tempo de Amar (2017), interpretou a empregada doméstica Eunice, abordando temas de preconceito social. Em Amor de Mãe (2019), deu vida a Lourdes em sua primeira fase, e em Travessia (2022), interpretou Brisa, um de seus papéis mais marcantes na TV.

Além de sua versatilidade como intérprete, Lucy Alves é reconhecida por levar a cultura nordestina para diferentes públicos, unindo tradição musical e talento artístico em sua carreira.

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Leia também: Entrevista | Da Bahia para as telas: Monique Hortolani fala sobre sua trajetória e personagens icônicos

 

Texto revisado por Larissa Couto

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Entretenimento Livros

Histórias que brilham como a infância: 10 livros da Intrínseca para celebrar o Dia das Crianças

Toda grande aventura começa com um livro e, com as obras abaixo, cada página é um convite para rir, sentir e descobrir novos mundos

Desde cedo, os livros são companheiros que ensinam a sonhar acordado. Ler na infância é muito mais do que um passatempo: é um gesto que alimenta a curiosidade, fortalece a empatia e dá forma às primeiras ideias sobre o mundo. Cada história lida ou ouvida amplia horizontes e ajuda a criança a reconhecer emoções, desenvolver a imaginação e compreender o outro. Entre uma página e outra, nascem futuros artistas, cientistas, pensadores e sonhadores.

Foto: reprodução/Instagram @nobelzastras.lavras

E, neste Dia das Crianças, a Intrínseca celebra esse poder transformador das histórias com uma seleção especial de dez livros capazes de encantar leitores de todas as idades. São aventuras, mistérios, descobertas e lições de vida que lembram que toda grande jornada começa com um livro, e que cada página é um convite para rir, sentir e descobrir novos mundos. 

Como Treinar o Seu Dragão (2010) – Cressida Cowell 
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

No best-seller que inspirou as famosas animações e o novo live-action, conhecemos Soluço Spantosicus Strondus III, um garoto viking nada convencional. Herdeiro do chefe da Tribo dos Hooligans Cabeludos, ele precisa provar o seu valor capturando e treinando um dragão, mas o que encontra é o menor, mais teimoso e banguela de todos. Entre gargalhadas e desafios, o protagonista descobre que ser herói tem mais a ver com coragem e empatia do que com força bruta.

Descubra essa aventura viking completa no site da Intrínseca ou garanta o seu exemplar na Amazon.

Murdle Jr.: Casos Curiosos para Mentes Curiosas (2025) – G. T. Karber 
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Da mente criativa de G. T. Karber, autor do fenômeno mundial Murdle (2024), nasce uma edição especial para jovens detetives. Em Murdle Jr., é possível encontrar 40 mistérios que desafiam o raciocínio e a observação do leitor, que precisa ajudar Jake, Olivia, Julius e o gato Buster McPatas a resolver os casos misteriosos. 

Com personagens carismáticos e tramas cheias de reviravoltas, cada página é um convite para brincar de investigador. Entre na cena do crime e ajude a desvendar os enigmas! O livro está disponível no site da Intrínseca e na Amazon.

Five Nights at Freddy’s: Mergulho na Escuridão (2024) – Scott Cawthon e Elley Cooper 
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Inspirado no famoso videogame que conquistou o público infantojuvenil, Mergulho na Escuridão apresenta três contos arrepiantes que exploram desejos, medos e consequências sombrias. Scott Cawthon e Elley Cooper iniciam as narrativas com o seguinte alerta: cuidado com o que você deseja. 

As pacatas e tediosas férias de verão de Oswald tomam um rumo sinistro quando o menino descobre um segredo sombrio em uma piscina de bolinhas. Insatisfeita com a própria aparência, Sarah vê seus sonhos serem realizados ao resgatar uma boneca misteriosa, mas logo acaba dentro de um pesadelo. Confrontada por uma criatura implacável, a soturna Millie se arrepende de ter passado tanto tempo pensando na própria morte. 

Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Para quem quer mergulhar de vez nesse universo, os quatro primeiros volumes — Mergulho na Escuridão, Caçador (2024), Hora de Acordar (2024) e Chegue Mais Perto (2024) — estão reunidos em um box imperdível, escrito também por Carly Anne West, Andrea Waggener e Kelly Parra.

Entre no mistério e explore os segredos de Freddy Fazbear’s — disponíveis no site da Intrínseca e na Amazon.

O Luto é um Elefante (2024) – Tamara Ellis Smith, ilustrado por Nancy Whitesides 
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Com delicadeza e sensibilidade, Tamara Ellis Smith e a ilustradora Nancy Whitesides criam uma metáfora poderosa para o luto. Na história, quando alguém que amamos parte, sentimos como se um enorme elefante ocupasse todos os cantos da casa. 

Aos poucos, no entanto, ele se torna menor e mais leve, permitindo que a luz volte a entrar. É uma leitura poética sobre o amor que permanece e o tempo que cura. Para adentrar nessa história que conforta o coração, adquira o seu exemplar no site da Intrínseca ou na Amazon.

Zachary Ying e o Imperador Dragão (2023) – Xiran Jay Zhao 
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Após o sucesso de Viúva de Ferro (2022), Xiran Jay Zhao apresenta o seu primeiro livro infantojuvenil, repleto de ação, mitologia e representatividade. Zachary Ying, um garoto sino-americano, descobre que é descendente do Primeiro Imperador da China e precisa abrigar o espírito dele em uma missão para salvar o mundo dos mortos. 

Inspirada em lendas e na cultura chinesa, a trama mistura aventura, humor e reflexões sobre identidade, liberdade e pertencimento. Embarque nessa jornada épica adquirindo o seu livro no site da Intrínseca ou pela Amazon.

A Origem das Espécies (2025) – Charles Darwin, adaptado e ilustrado por Sabina Radeva 
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Um dos livros mais importantes da história da ciência ganha uma nova perspectiva nesta edição ilustrada pela bióloga e artista Sabina Radeva. Com uma linguagem acessível e ilustrações vibrantes, a adaptação apresenta, aos jovens leitores, os princípios da teoria da evolução de forma clara e fascinante. A obra, traduzida para mais de 30 países, foi elogiada pelo The Guardian por aproximar ciência e arte em perfeita harmonia.

Descubra as maravilhas da natureza com Darwin! O livro está disponível no site da Intrínseca e na Amazon.

Os Mistérios de Baskerville Hall (2025) – Ali Standish 
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Antes de se tornar o criador de Sherlock Holmes, o jovem Arthur Conan Doyle já demonstrava um talento incomum para solucionar mistérios. Nesta aventura ficcional autorizada pelo The Conan Doyle Estate, Ali Standish imagina o escritor ainda menino, quando recebe uma carta misteriosa convidando-o a estudar na escola Baskerville Hall

Lá, ele enfrentará enigmas e perigos que colocarão à prova sua inteligência e coragem. Uma leitura perfeita para jovens curiosos e fãs de Sherlock. Disponível no site da Intrínseca e na Amazon.

Trança a Trança (2025) – Madu Costa, ilustrado por Ana Paula Sirino 
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Nesta obra comovente, Madu Costa narra o laço entre uma avó e sua neta por meio do gesto ancestral de trançar os cabelos. As ilustrações de Ana Paula Sirino, inspiradas em sua vivência no quilombo Torra, em Minas Gerais, enriquecem o texto com cores e texturas que refletem a força da ancestralidade e o orgulho da negritude. Trança a Trança é um livro sobre memória, identidade e amor que atravessa gerações.

Uma história que tece beleza e afeto. Descubra mais no site da Intrínseca ou na Amazon.

Alguma Coisa, Algum Dia (2024) – Amanda Gorman, ilustrado por Christian Robinson 
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

A premiada poeta Amanda Gorman une-se ao ilustrador Christian Robinson em uma celebração da esperança e da ação coletiva. Alguma Coisa, Algum Dia mostra como gestos simples podem transformar o mundo quando realizados com empatia e união. Com versos inspiradores e arte vibrante, o livro convida leitores de todas as idades a acreditarem que o futuro pode ser melhor se caminharmos juntos.

Um lembrete poético de que toda mudança começa pequena. O livro está disponível no site da Intrínseca e na Amazon.

Robô Selvagem (2017) – Peter Brown 
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

No premiado livro que inspirou a animação indicada ao Oscar, Peter Brown une dois temas fascinantes: natureza e tecnologia. Após um acidente, a robô Roz desperta em uma ilha selvagem e precisa aprender a sobreviver entre os animais. Aos poucos, ela descobre o valor da empatia, da convivência e da amizade, transformando o desconhecido em lar. 

Brown também assina as ilustrações, que tornam a história ainda mais envolvente. Uma aventura sensível sobre pertencimento e humanidade que está disponível no site da Intrínseca e na Amazon.

Cada um desses livros é um convite para imaginar, sentir e descobrir. No Dia das Crianças, celebre com histórias que dêem asas para a imaginação e continue a aventura onde ela começa: nas páginas de um bom livro.

Foto: reprodução/Instagram @milugar._

Entre tantas histórias, em qual delas você e os pequenos vão embarcar primeiro? Compartilhe suas impressões nas nossas redes — Instagram, Facebook e X — e, se gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

Leia também: Outubro na Intrínseca: novos mundos, velhos favoritos e histórias inesquecíveis

 

Texto revisado por Ketlen Saraiva @lapidando_palavras

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Cinema Notícias

O Bad Boy e Eu ganha pôster e data de lançamento

O filme é adaptação de The QB Bad Boy and Me, sucesso no Wattpad

O Bad Boy e Eu é estrelado por Siena Agudong (Resident Evil: A Série) e Noah Beck (Doctor Odyssey). A direção é de Justin Wu (A Loja da Família Kim) e roteiro de Crystal Ferreiro (Gatunas) e Mary Gulino (Upload). 

Foto: reprodução/Teen Vogue

Na trama, a jovem sonhadora Dallas (Agudong) está determinada a honrar a memória de sua mãe e entrar na melhor escola de dança do país. Tudo parecia sob controle. Porém, Drayton Lahey (Beck), o bad boy mais popular do colégio, entra na sua vida. De repente, entre passos de dança, provocações e segredos que ninguém imagina, os dois vão descobrir que às vezes o amor chega justamente quando você menos espera. 

A produção é adaptação de The QB Bad Boy and Me, de Tay Marley, que foi um sucesso no Wattpad atraindo milhões de leitores. O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 13 de novembro.

Confira o pôster:
Imagem: divulgação/Diamond Films

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Leia também: Pai do Ano, filme estrelado por Michael Keaton e Mila Kunis, ganha data de estreia

 

Texto revisado por Alexia Friedmann @alexiafriedmann

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Cinema Música Notícias

O Beijo da Mulher Aranha ganha data de estreia

Produtora também divulgou novo trailer e cartaz do filme

A produtora Paris Filmes acaba de divulgar a data de estreia do musical O Beijo da Mulher Aranha, além de trailer e novo cartaz. O filme, estrelado por Jennifer Lopez, estreia nos cinemas brasileiros no dia 15 de janeiro de 2026.

A produção, que traz elementos fantasiosos, é ambientada na prisão e retrata a relação de Valentín (Diego Luna), preso político, e seu colega de cela, Molina (Tonatiuh), detido por atentado ao pudor. O vínculo improvável é formado enquanto Molina narra o enredo de um musical Hollywoodiano estrelado por sua diva favorita, Ingrid Luna (Jennifer Lopez).

O longa, dirigido por Bill Condon, que escreveu Chicago (2002), é baseado no livro de Manuel Puig e no musical de teatro de Terrence McNally. A estreia mundial do filme aconteceu no Festival de Cinema de Sundance de 2025 e já foi exibido no Locarno International Film Festival e Morelia International Film Festival.

Assista ao trailer:

 

Produzido por Barry Josephson, Tom Kirdahy e Greg Yolen, o filme promete se consolidar como um dos favoritos dos fãs de musicais.

E aí, pensando em assistir? Conta pra gente! E nos siga nas redes sociais do Entretê — Instagram, Facebook e X — para mais novidades sobre o mundo do entretenimento e da cultura!

 

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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Entrevistas Música

Entrevista | Unna X abre novas camadas no novo single Tu Me Ama e mostra o poder de se manter sensível

Entre vulnerabilidade e autoconhecimento, cantora reflete sobre julgamentos, resiliência e o poder de transformar sentimentos em arte

Depois de se destacar no reality Estrela da Casa, Unna X volta a expor suas emoções com Tu Me Ama, uma faixa que reflete sobre vulnerabilidade, julgamentos e amadurecimento. A música, que nasceu de um momento de dor, carrega uma mensagem de empatia e equilíbrio, transformando experiências pessoais em arte com propósito.

No videoclipe, o cenário de cabaré simboliza o contraste entre o que mostramos e o que realmente sentimos. Unna enxerga ali uma metáfora das relações humanas de hoje, nas quais  as pessoas usam máscaras para serem aceitas, mas acabam revelando sua verdade nas brechas da vulnerabilidade.

Foto: reprodução/@unnaxoficial

Mais do que uma canção sobre amor, Tu Me Ama traduz o processo de autoconhecimento da artista. Sem se deixar endurecer pelas críticas, Unna escolhe o caminho da sensibilidade e da compreensão, mantendo firme sua identidade, uma mistura de influências internacionais, raízes latinas e emoção genuína.

Foto: reprodução/@unnaxoficial

Em entrevista ao Entretetizei, a cantora falou sobre o processo criativo da faixa, o conceito visual do clipe, a experiência no Estrela da Casa e a importância de preservar sua verdade artística. Confira:

Entretetizei: Na faixa Tu Me Ama, você transformou ataques e julgamentos em uma canção que soa quase como um manifesto. O que essa canção revela da sua forma de lidar com o mundo que talvez outras pessoas ainda não tenham percebido? 

Unna X: Muitas vezes, no calor do momento, nos entregamos aos nossos impulsos e acabamos nos cegando e lidando com as coisas de uma forma menos sensata, talvez até como não lidaríamos com a cabeça menos quente.

É difícil regular suas emoções quando elas estão tomando o controle de tudo e a voz da razão acaba ficando quase muda, ainda mais em situações parecidas com a que Tu Me Ama foi inspirada.

Apesar de ainda falhar nisso vez ou outra, até porque nenhum ser humano é perfeito e o caminho da desconstrução e autoconhecimento serem processos singulares com tempo ilimitado, sempre busco visar o caminho da atitude mais nobre, de tentar ao máximo manter minha calma, praticar a paciência, o silêncio na hora da raiva e a compreensão das pessoas ou da situação como um todo. Ao invés de enxergar só aquilo que me fere, tento entender o contexto maior por trás do que leva as coisas a acontecerem ou pessoas a agirem como agem. 

E: O videoclipe de Tu Me Ama se passa em um cabaré, um espaço de confissão, máscaras e teatralidade. Em que medida esse cenário é também um reflexo de como você enxerga as relações humanas hoje?

U.X: O cabaré no clipe representa exatamente esse lugar onde as pessoas colocam máscaras para sobreviver, para serem aceitas ou até mesmo para esconder o que realmente sentem. Acho que as relações humanas hoje carregam muitas pessoas performando papéis, às vezes sem nem perceber. 

Mas, ao mesmo tempo, o cabaré também é um espaço de confissão, onde a vulnerabilidade vem à tona, e é aí que mora a verdade. Tu Me Ama fala desse conflito entre o que mostramos e o que realmente sentimos. Esse contraste é algo que eu enxergo muito nas relações de hoje. 

E: Você diz que escolheu não “se tornar arame farpado”. Onde está a linha tênue entre se proteger e não endurecer demais no processo?

U.X: Todo mundo tem problemas e todos passam por situações difíceis e vivem coisas que deixam marcas dolorosas, mas a maneira como você lida com isso, o que você faz e aprende a partir dessa dor, é a chave de tudo. Não sou alguém que vai vir aqui falar qual a maneira certa de se lidar com aprendizados, consequências e acasos da vida. 

Sou a pessoa que vai te falar que carregar o fardo de ser alguém machucado, que machuca todos ao seu redor sempre usando de desculpa as suas dores, principalmente aqueles que não têm nada a ver com o que você passou, é algo que afasta as pessoas de você. Isso faz com que fiquem sempre em alerta ao chegar perto, porque ninguém quer acabar se ferindo, ainda mais sem nunca ter feito nada para merecer. 

Cabe mais a pessoa reconhecer que esse caminho não vale a pena, que não é todo mundo que vai te machucar do mesmo jeito, muito menos te passar a perna, até porque, viver e pensar dessa maneira só te leva a solidão e a um ciclo infinito de rancor e remorso. 

E: Você participou do reality Estrela da Casa. Entre vulnerabilidade e força, qual lado seu mais surpreendeu você mesma dentro do confinamento?

U.X: O que mais me surpreendeu lá dentro, foi a minha força. Era algo que eu queria provar para  mim mesma e para todos que de primeira sempre me pré julgavam como a “menininha fraca”.

Por mais vulnerável que eu fosse em casa, as duas coisas que mais me impressionaram comigo mesma foram minha resiliência e paciência.
Ambas foram minhas maiores forças. Vejo-as como uma benção divina diária. Eu não imaginava que minha resiliência e paciência pudessem ser tão grandes e fortes assim, mas graças a Deus, foram e são. 

E: Você se inspira em nomes fortes do cenário internacional, mas sua história carrega raízes brasileiras e latinas. Qual traço da sua identidade você faz questão de preservar como inegociável na sua música?

U.X: Minha música pode ter referências internacionais no som, mas o que eu não abro mão é da minha verdade quando componho. Existe uma intensidade, uma emoção quase visceral, que é muito nossa, e eu faço questão de levar isso comigo quando crio. Acho que esse traço é o que me conecta de forma real com as pessoas, essa forma de cantar e escrever como quem vive cada palavra.

E: Se fosse possível escolher, considerando tanto artistas nacionais quanto internacionais, para qual artista tem vontade de abrir shows?

U.X: Dua Lipa, acho ela o pacote completo. 

E: Cantando em três idiomas, você toca públicos diferentes. Qual idioma mais te desafia emocionalmente a se expor?

U.X: Sinceramente, expor sua vida e seus sentimentos em qualquer língua por meio da música, já é um desafio. Requer muita coragem. Um exemplo que uso para explicar para as pessoas a sensação de mostrar uma canção nova pro mundo, é que é como se você estivesse pelado na frente de um monte de gente com um holofote intenso só em você, enquanto elas te olham e escutam. 

O mais interessante disso tudo, é que cada pessoa terá sua interpretação da letra. Você se coloca numa posição totalmente vulnerável quando expõe suas emoções por meio da música. Mas se fosse pra eu escolher uma língua, seria o espanhol, porque ainda não o domino e não sou fluente.

E: Se pudesse enviar uma carta para a Unna de sete anos atrás, a que escreveu a primeira versão de Tu Me Ama, o que diria a ela?

U.X: Diria a ela que é para compor ainda mais músicas, porque essa será uma das preferidas dos fãs, e para ela acreditar mais na força do que compõe, porque tem gente que vai admirar exatamente isso: o que ela tem para dizer, a maneira como enxerga a vida e como lida com as coisas.

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Leia também: Entrevista | Eline Porto fala sobre novo grupo musical, teatro e sonhos na carreira.

Texto revisado por Karollyne de Lima @karollysl

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