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Caminhos do Crime é o novo filme com Chris Hemsworth e já tem trailer divulgado

O longa é baseado no conto Crime 101, e estreia em breve nos cinemas brasileiros

Caminhos do Crime teve seu trailer divulgado hoje (24) pela Sony Pictures. Na trama, o público acompanha a história de um ladrão enigmático que faz assaltos pela rodovia 101, em Los Angeles.

Interpretado por Chris Hemsworth, o criminoso planeja o seu último golpe antes de se aposentar. No meio disso tudo, ele encontra com uma corretora de seguros (Halle Berry) e os dois se unem em uma aliança forçada.

Confira o trailer:

 

A tensão aumenta quando o detetive interpretado por Mark Ruffalo, fica de olho na operação, com o objetivo de desvendar o esquema criminoso. 

Com o assalto se aproximando, a relação entre os personagens fica cada vez mais complicada, e os três são obrigados a encarar as consequências da sua escolha.

O filme é baseado no conto Crime 101 e está presente no livro A Queda (2021), de Don Winslow. 

O elenco conta com Barry Keoghan, Monica Barbaro, Corey Hawkins, Jennifer Jason Leigh e Nick Nolte. A obra é dirigida por Bart Layton e estreia em breve nos cinemas.

Já pensou em como essa trama vai se desenrolar? Conta pra gente e siga o Entretê nas redes sociais — Instagram, Facebook e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento. 

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura 

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Entretenimento Livros Resenhas

Resenha | A Dança da Morte: o apocalipse segundo Stephen King

Como o épico apocalíptico do mestre do terror explora o medo, a esperança e a reconstrução da humanidade

Stephen King é mais do que o mestre do terror: é um cronista das fragilidades humanas diante do caos. Ao longo de sua carreira, o autor redefiniu o gênero, substituindo monstros sobrenaturais por horrores muito mais íntimos, como o medo do outro, da solidão, da perda de controle.

Foto: reprodução/TecMundo

Em A Dança da Morte, publicado em 1978, King entrega uma de suas obras mais ambiciosas: um épico apocalíptico que une horror, fantasia e crítica social, pavimentando o caminho para um universo compartilhado com outras obras do autor.

Em 1990, foi publicada uma versão revisada pelo autor, que adicionou cerca de 400 páginas à obra, oferecendo uma experiência mais completa da visão apocalíptica de King. No Brasil, o livro foi publicado pela primeira vez em 1990, pela Editora Bertrand Brasil. Posteriormente, em 2013, a obra foi relançada, pela Editora Suma, com a tradução de Gilson Soares.

Além de se tornar um clássico literário, a obra ganhou adaptações televisivas marcantes: a minissérie de 1994 – fiel à obra original e elogiada por seus personagens – e a versão de 2020, mais moderna, mas com críticas mistas. Ambas tentam traduzir a grandiosidade do romance para as telas, enfrentando o desafio de condensar sua narrativa épica e complexa.

O fim do mundo em ritmo de balada macabra
Foto: reprodução/Editora Suma

Tudo começa com um erro humano. Um vírus criado em laboratório, conhecido como Capitão Viajante, escapa do controle militar e se espalha rapidamente, dizimando quase toda a população mundial. O que resta são fragmentos da humanidade tentando se reorganizar em meio ao colapso.

Nesse cenário, duas forças opostas emergem: Mãe Abigail, a matriarca espiritual que representa a esperança e a fé, e Randall Flagg, o homem das trevas que é uma das figuras mais recorrentes e enigmáticas do universo de King.

Entre os sobreviventes, uma nova sociedade tenta renascer, dividida entre o bem e o mal, em uma batalha que é tanto física quanto moral.

Do inglês ao português: resistir ou dançar com a morte?
Foto: reprodução/PressReader

O título original em inglês, The Stand, carrega uma conotação direta e enigmática: a palavra stand sugere resistência, posicionamento moral e a necessidade de se erguer diante do caos. Já a tradução para o português, A Dança da Morte, assume um tom mais dramático e poético, evocando imagens de fatalidade e inevitabilidade.

Enquanto o original foca na ação e na escolha dos sobreviventes, a versão brasileira ressalta a dimensão catastrófica e simbólica do livro, transformando o título em uma metáfora para o ciclo de destruição e renascimento presente na narrativa.

Essa diferença mostra como a tradução pode alterar o foco emocional do leitor, sem comprometer a essência da obra, mas oferecendo uma experiência interpretativa distinta.

Humanidade e grandeza: o trunfo de A Dança da Morte

O grande trunfo de A Dança da Morte está em sua dimensão épica. King constrói uma narrativa com dezenas de personagens, cada um representando um fragmento da sociedade americana – o músico, o militar, o homem comum, a jovem grávida e o fanático religioso são alguns exemplos. O autor nos permite conhecer cada um deles antes de arrastá-los para o abismo caótico de sua balada apocalíptica.

Foto: reprodução/Instagram @byjohnoak

Outro ponto forte é a mistura de gêneros. Aqui, o terror convive com o drama humano, a ficção científica e o misticismo. O resultado é um romance que dialoga tanto com A Guerra dos Mundos (1898) quanto com a Bíblia (1753). A escrita é ágil, cinematográfica, e o senso de ritmo faz jus ao título: tudo se move como uma dança lenta e fatal.

Além disso, King escreve diálogos como poucos. As conversas entre os personagens são tão vívidas que o leitor se sente parte da cena – mérito do domínio linguístico e da naturalidade com que o autor reproduz a oralidade.

Conectando mundos: como King une suas histórias

Randall Flagg, o antagonista de A Dança da Morte, é talvez o maior símbolo da obsessão de King em unir suas histórias em um único multiverso. O personagem aparece em diferentes formas e nomes ao longo da bibliografia do autor – de Os Olhos do Dragão (1984) à A Torre Negra –, sempre como uma força maligna do caos.

Foto: divulgação/Editora Suma/Entretetizei

King enxerga seus livros como mundos paralelos, conectados por uma mesma energia narrativa. A Dança da Morte funciona, nesse sentido, como um eixo temático: o embate entre a luz e as trevas, o livre-arbítrio e o destino, a humanidade e o horror. Para quem conhece a saga de Roland Deschain, o pistoleiro de A Torre Negra, é impossível não perceber as semelhanças simbólicas entre as jornadas.

Falhas e polêmicas: os limites de A Dança da Morte

Mesmo os grandes monumentos literários têm rachaduras. O principal ponto de crítica a A Dança da Morte costuma ser o seu tamanho. Com mais de mil páginas na edição integral, o livro pode intimidar e, em certos momentos, perde o foco narrativo. Alguns leitores apontam que o ritmo cai após o colapso inicial, especialmente nas longas passagens de reconstrução social.

Ainda assim, é impossível negar que essa grandiosidade faz parte da proposta de King: ele quer que o leitor sinta o peso do apocalipse, a exaustão da sobrevivência e a vastidão do mal. A extensão é, de certa forma, uma experiência sensorial: opressivamente lenta, mas profundamente envolvente.

Foto: divulgação/Editora Suma/Entretetizei

Outro ponto de crítica entre os leitores é o uso de um deus ex machina no ápice da narrativa – recurso que, para muitos, torna a leitura problemática, já que se espera que um livro de mais de 1248 páginas ofereça um desfecho coerente, e não soluções abruptas.

Quando o terror encontra a atualidade: reflexos de A Dança da Morte

Mais de quatro décadas depois, A Dança da Morte segue assustadoramente relevante. A pandemia de COVID-19 reacendeu o interesse pela obra, mostrando como King antecipou dilemas éticos, políticos e sociais diante de uma catástrofe sanitária. O medo de contágio, a manipulação da informação, a polarização moral… tudo está ali de forma profética e brutal.

Fim de mundo, começo de reflexão: o legado humano da obra

Em A Dança da Morte, Stephen King não escreve apenas sobre o fim do mundo: narra sobre quem somos quando o mundo acaba. É uma narrativa de reconstrução, na qual o verdadeiro terror não vem do vírus nem das forças sobrenaturais, mas daquilo que o homem é capaz de fazer em nome do poder e da fé.

É uma leitura densa, mas recompensadora. Um clássico moderno que mistura o épico de Tolkien, a espiritualidade de Faulkner e o pessimismo de Orwell. No final, quando a poeira baixa e o mal parece adormecer, resta uma certeza: o ciclo nunca termina. No universo de King, o mal apenas muda de rosto e começa a dançar outra vez.

Foto: divulgação/Editora Suma/Entretetizei

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Texto revisado por Kaylanne Faustino

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Entretenimento Música Notícias

Em nova era, Giulia Be lança a faixa Fool For Love e promete muitos lançamentos até 2026

O projeto trilíngue apresenta 21 canções escritas em inglês, espanhol e português

 

A cantora, compositora e multi-instrumentista Giulia Be lançou Fool For Love, novo single em inglês que marca o primeiro capítulo do projeto trilíngue e audiovisual intitulado GIULIA BE. A canção e o seu videoclipe serão lançados nas plataformas nesta quinta-feira, 23 de outubro, às 21h, marcando o início de uma nova fase na trajetória da artista.

Fool For Love é uma canção pop e leve, que combina batidas modernas ao lirismo romântico característico da cantora. A música, escrita e composta pela artista de 26 anos em parceria com o irmão, Dany Marinho, fala sobre a coragem de se permitir sentir, mesmo quando o amor parece uma loucura.

Produzida por Stuart Crichton, conhecido por seu trabalho com Backstreet Boys, Kesha, Elton John e Louis Tomlinson, a canção traz uma sonoridade internacional refinada, mantendo a autenticidade emocional de GIULIA em seu centro. “A coisa mais legal que você pode ser nesta vida é um tolo por amor”, resume Giulia, fazendo referência ao refrão da música.

Foto: divulgação/Jonathan Wolpert

Quis iniciar essa nova fase com uma música divertida, feita para dançar. Fool For Love, resgata meu lado pop raiz, o mesmo de Too Bad, e fala sobre a minha filosofia sobre o amor: não ter medo de parecer um pouco boba, porque amar sempre vale a pena”, conta Giulia. 

A faixa abre a série de músicas em inglês do novo projeto, que une energia, leveza e uma dose de romantismo. Dirigido por Olivia Mucida, com direção criativa de Lennyn Salinas, o videoclipe marca o primeiro episódio da série audiovisual que acompanhará as 21 faixas do projeto. 

Ambientado em um quarto onde a artista se diverte com amigas em uma festa do pijama, o vídeo mistura humor, movimento e mistério. Durante uma brincadeira de Verdade ou Desafio, a artista desaparece após apertar um botão no celular, cena que introduz o tom lúdico e cinematográfico da produção.

Com coreografia contagiante, figurinos vibrantes e uma atmosfera pop, o clipe reflete o espírito livre dessa nova era, uma Giulia mais performática, espontânea e ousada, que explora diferentes facetas artísticas enquanto convida o público a mergulhar em seu universo criativo.

Foto: divulgação/Jonathan Wolpert

Fool For Love dá continuidade ao trailer lançado na semana anterior, que anunciou o aguardado projeto homônimo da artista indicada ao Latin Grammy. GIULIA BE marca o retorno da cantora à música após dois anos, com uma obra trilíngue e audiovisual composta por 21 faixas em português, inglês e espanhol, cada uma acompanhada de seu próprio videoclipe.

Os vídeos de cada idioma se conectam visualmente, formando um grande enredo que os fãs poderão desvendar. Cada língua simboliza uma faceta da artista: o inglês reflete sua vivência entre o Brasil e os Estados Unidos, o espanhol traduz a intensidade das emoções e o português representa o retorno às origens e à memória afetiva.

Segundo a artista, o projeto reúne músicas escritas ao longo de quase uma década, revelando diferentes fases e influências: “São retalhos de histórias pessoais que mostram a abundância de estilos e opiniões que habitam minha mente”, explica. 

Os lançamentos seguirão a ordem dos idiomas: inglês, espanhol e português, até o primeiro semestre de 2026, com Bahia (30 de outubro) e Viciada (6 de novembro) como próximos singles.

Uma fase também marca a primeira grande entrega de Giulia como integrante do casting global da Sony Music, um feito inédito para uma artista brasileira de sua geração. Sob o selo internacional da gravadora e com apoio direto do executivo Afo Verde, ela desfruta de liberdade criativa e autonomia para licenciar seus próprios projetos. 

Desenvolvido em parceria com seu irmão, Dany Marinho, e produtores que já colaboraram com nomes como Rihanna, Lana Del Rey, Bad Bunny, Sabrina Carpenter e Madonna, GIULIA BE representa não apenas a evolução da cantora e compositora, mas também sua consolidação como artista global, conectando-se a públicos do Brasil, América Latina, Estados Unidos e Europa.

 

E aí, quem está ansiose para essa nova era da Giulia? Conte para a gente e siga o Entretê nas redes sociais – Instagram, Facebook e X – para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.

 

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cinema Notícias

Crítica | Adrenalina, ação, e muito suspense transformam Sem Saída em um filme em que é impossível piscar os olhos assistindo

Com sequências de tirar o fôlego e doses de mistério, a trama envolve o público de um jeito angustiante e tenso, mas curioso para saber como será o fim do enredo 

Texto por Sarah Barbosa

Dell Gaeta (Devon Sawa, de Premonição, 2000) é um veterano militar que já atuou no Afeganistão. Quando sua vida parecia tranquila e ele estava comemorando seu aniversário em uma surpresa organizada por sua esposa e amigos, uma ameaça de vazamento nuclear pega todos desprevenidos. Experiente com situações desse tipo, Dell já havia feito um esconderijo subterrâneo equipado embaixo de sua casa, um bunker, um ambiente usado em guerras e ameaças do tipo. 

Com clima de mistério, suspense e medo no ar, Dell, sempre age durante o filme como um líder autoritário, protetor e controlador, tentando manter a calma de todos que estão ali à sua maneira.

Imagem: reprodução/Adrenalina Pura+

Além dele, se escondem sua esposa grávida Petra (Katie Cassidy, de Sentença de Morte, 2025), seus sogros Earl (Kale Browne) e Beverly (Lisa Long); além dos seus amigos Ty (Tyrese Gibson, de Velozes e Furiosos, 2001) e Soren (Christopher Backus).

O pânico começa a se instaurar quando a luz falha e Petra começa a entrar em trabalho de parto naquela situação gerando muita tensão. Sempre achando que pode dar conta de tudo e resolver qualquer situação, Dell, com seu jeito controlador e até opressor, percebe aos poucos que nem sempre as coisas estão sob seu controle. As coisas se complicam ainda mais quando o sinal do rádio é perdido e Dell tem sua mão atingida por um vidro. 

Imagem: reprodução/Triumphant Pictures

Reviravoltas começam a acontecer e pessoas começam a morrer, em uma luta por sobrevivência naquele lugar. Dramas pessoais dos personagens passam a surgir em um roteiro eletrizante de Cecil Chambers e Michael Miceli. Com atuações impecáveis, com destaque para as diversas expressões de Katie Cassidy, trilha sonora angustiante, o filme não permite piscar os olhos em nenhum momento.

Quando parece que nada mais pode acontecer, mais surpresas surgem até o final. Sem dar muitos spoilers, o longa apresenta uma grande reviravolta, com o surgimento de uma personagem decisiva em seus últimos minutos, Trissa, interpretada por Kate Bosworth, de Superman: O Retorno (2006), que transforma todo o enredo em uma nova perspectiva.

Sem Saída é um filme para os amantes de adrenalina, ação e suspense, mas com boas doses de drama e um plot twist que, com certeza, deixa incrédulo qualquer fã desses gêneros.

O filme, dirigido por Cecil Chambers, estreou no Brasil diretamente no streaming Adrenalina Pura+, no dia 23 de outubro.

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Texto revisado por Cristiane Amarante

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Música Notícias

Demi Lovato lança seu 9º álbum de estúdio: It’s Not That Deep

Com 11 faixas, cantora traz som divertido e leve para o público

A cantora norte-americana Demi Lovato lançou nesta sexta-feira (24) o álbum It’s Not That Deep. Esse é o 9º disco de sua carreira e o primeiro desde 2023, quando lançou o Revamp, com remixes de suas canções.

Com três singles lançados, Here All Night, Fast e Kiss It, Demi estreia sua nova produção com músicas mais voltadas para o techno-pop. Sem nenhuma colaboração ao longo das 11 faixas, Demi diz que, assim como o título, não quer ser levada tão a sério, trazendo um som mais divertido, sensual e, em algumas faixas, vulnerável para os fãs.

Acompanhada do álbum, a artista divulgou também um clipe da canção Let You Go, na versão ao vivo. Confira:

Faixas:

  1.   Here All Night
  2.   Frequency
  3.   Let You Go
  4.   Sorry To Myself
  5.   Little Bit
  6.   Say It
  7.   In My Head
  8.   Kiss
  9.   Before I Knew You
  10. Ghost

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cinema Comportamento Entretenimento

Pôster do filme de Miá Mello é divulgado: comédia sobre gravidez estreia em novembro

Inspirado no best seller de Thaís Vilarinho, o filme retrata os desafios da maternidade real com muito humor para toda a família

 

O pôster oficial da nova comédia de Miá Mello (De Pai para Filho) e Danton Mello (O Velho Fusca) foi divulgado e reflete a leveza da obra, que promete tratar os desafios da chegada de um novo membro na família. O filme “Mãe Fora da Caixa” chega aos cinemas no dia 27 de novembro.

 

Dirigido por Manuh Santos, o filme se inspira na obra de Thaís Vilarinho, autora best-seller, e parte da peça teatral que também é protagonizada por Miá Mello. O elenco conta com Xando Graça, Malu Valle, Ester Dias, Lidiane Ribeiro e Welder Rodrigues.

 

A comédia nacional conta a história de uma mulher bem sucedida que acredita ter total controle da sua vida, mas que, de repente, descobre uma gravidez, e então se encontra diante dos desafios da maternidade real, tudo isso com muito humor e entretenimento.

Foto: Divulgação/+Galeria

 

“Mãe Fora da Caixa” é uma coprodução +Galeria e Telefilms, com produção da Morena Filmes. O roteiro é assinado por Patrícia Corso, Clara Peltier e Tita Leme. A produção é feita por Ricardo Costianovsky, Tomás Darcyl, Gabriel Gurman, Clara Ramos, Mariza Leão e Tiago Rezende, com produção executiva de Deborah Nikaido e Irina Neves.

 

E você, vai assistir esse filme?
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Texto revisado por Simone Tesser @simone_alleotti

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Cinema Notícias

Tubarão e De Volta para o Futuro serão exibidos nos cinemas em comemoração aos aniversários de lançamento

Sessões especiais prometem levar o público a uma viagem nostálgica pelos universos criados por Spielberg e Zemeckis

Os clássicos da Universal Pictures Tubarão e De Volta para o Futuro, que foram lançados em 1975 e 1985, respectivamente, serão reexibidos nos cinemas em comemoração aos aniversários dos longas. A reprise dá aos fãs a chance de reassistir aos filmes e a oportunidade do público que nunca assistiu de vivenciarem uma experiência única e nostálgica.

Dirigido pelo grande cineasta Steven Spielberg, Tubarão, marcou o suspense e o terror cinematográfico. O filme, que é inspirado na obra de Peter Benchley, conta a história de um tubarão branco gigante que ameaça uma pequena cidade litorânea dos Estados Unidos. Ao longo da trama, um chefe de polícia, um biólogo marinho e um caçador de tubarões se juntam a fim de capturar e assassinar o monstro. O clássico contará com exibições em versões dubladas e legendadas, em 3D, DBOX, 4DX e IMAX 2D, nos dias 30 de outubro e 5 de novembro.

Filme Tubarão
Foto: reprodução/Universal Pictures

De Volta para o Futuro, dirigido por Robert Zemeckis, narra a história do adolescente americano Marty McFly, interpretado por Michael J. Fox, que na década de 1980 é inesperadamente enviado a 1955 em uma máquina do tempo criada a partir de um DeLorean por um cientista exótico. Marty precisa fazer com que seus pais se conheçam durante a adolescência para que possam se apaixonar e, assim, o jovem poder retornar ao futuro. A obra estará disponível nos cinemas entre os dias 5 e 12 de novembro, também em IMAX, 4DX e DBOX. 

Aos fãs que desejarem revisitar os clássicos, para encontrar sessões e horários próximos a sua localidade, deve-se consultar a programação da rede de cinemas mais próxima. 

Assista aos trailers oficiais aqui:

 

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Leia também: Virtuosas, terror com humor ácido sobre mulheres ultraconservadoras, ganha novo pôster 

 

Texto revisado por Gabriela Fachin

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Entretenimento Livros

Entre o poder e o desejo: novo thriller revela os bastidores sombrios da justiça

Em Sedução e Morte no Judiciário, o autor e advogado Wadih Habib entrega um thriller jurídico de tensão psicológica, dilemas éticos e reviravoltas marcantes

Em Sedução e Morte no Judiciário, Wadih Habib Bomfim conduz o leitor por uma trama tautológica e inquietante, em que cada decisão pode ser determinante. Com ritmo cinematográfico e densidade psicológica, o romance acompanha Severino, um juiz que abandona a magistratura para realizar o sonho de advogar, até se ver enredado em uma teia de intrigas, assassinatos e sedução, liderada pela enigmática Sofia

Foto: reprodução/Instagram @leituradalari

Ambientada entre Salvador e o sertão da Bahia, a obra mistura suspense policial e crítica social, mostrando o lado oculto das instituições e as fraquezas humanas que as corroem.

Diferente de romances estritamente processuais ou policiais tradicionais, o livro traz dilemas que poderiam atingir qualquer leitor: denunciar ou silenciar? Ceder ou resistir? Preservar a carreira ou preservar a consciência? São questões que atravessam o universo jurídico, mas também reverberam em outras esferas da vida pública e privada.

Foto: reprodução/Sedução e Morte no Judiciário

À medida que a narrativa avança, Severino enfrenta escolhas cada vez mais radicais, enquanto Sofia assume o papel central de manipuladora, puxando fios que envolvem desembargadores, juízes e agentes federais. A infiltração criminosa nas estruturas da Justiça e a reação das autoridades desencadeiam uma perseguição eletrizante que culmina em prisões e revelações impactantes.

Wadih Habib não só entretém, com reviravoltas e suspense, como também provoca reflexão sobre até que ponto nossas decisões moldam ou arruínam destinos. Sedução e Morte no Judiciário é leitura indicada para quem busca um thriller intenso, com personagens ambíguos, intrigas de bastidores e um desfecho surpreendente.

Publicado pela Editora Farol da Barra, o livro de Wadih Habib Bomfim está disponível para a compra, tanto no formato físico quanto no digital, aqui.

Sobre o autor
Foto: reprodução/LC Agência de Comunicação

Wadih Habib é natural de Salvador (BA). Advogado com mais de 30 anos de atuação, é professor universitário e coordenador de cursos de pós-graduação em Direito e Processo do Trabalho, na Faculdade Dom Pedro II. 

Bacharel em Direito, mestre em Planejamento Ambiental e especialista em Direito e Processo do Trabalho, foi homenageado pela Universidad de Morón (Argentina) e agraciado com o Prêmio Referência Nacional Advocacia Justiça. 

Autor do blog Advocacia Trabalhista Passo a Passo, Wadih estreia na ficção com este thriller que combina experiência jurídica e pulso narrativo.

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Leia também: Entre o medo e a tensão: a diferença entre thriller e terror

 

Texto revisado por Ketlen Saraiva @lapidando_palavras

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Cultura turca Especiais Notícias Séries

Especial | Conheça a carreira de Cansu Dere

A atriz que completou 45 anos na terça (14) é a protagonista da nova novela turca que será exibida na TV aberta brasileira

 

Cansu Dere é uma atriz e modelo turca nascida em 14 de outubro de 1980, em Ancara, Turquia. Antes de ingressar na vida artística, estudou Arqueologia na Universidade de Istambul e, inclusive, trabalhou no departamento da faculdade. 

Coroada Miss Turquia em 2000, não pode participar do Miss Universo devido a questões políticas entre a Turquia e o Chipre, país no qual o concurso foi realizado. Após o concurso, seguiu a carreira de modelo e, posteriormente, começou a atuar.

Início da carreira

Entre 2004 e 2005, participou de suas primeiras dizis, sendo elas Alacakaranlık (tradução livre: Crepúsculo, 2003), na qual deu vida à Irmak; Metro Palas (tradução livre: Palácio do Metrô, 2004) como Nazan; e Güz Yangını (tradução livre: Fogo de Outono, 2005) no papel de Ceylan.

Ascensão da carreira

Foi no ano de 2006 que Cansu interpretou seu primeiro papel de sucesso. Sila: Prisioneira do Amor (Sıla) permaneceu no ar por três temporadas. A produção foi uma das primeiras novelas turcas a ultrapassar as barreiras da Turquia e também ser transmitida no Brasil. Em formato de novela, foi exibida pela Band no ano de 2016, conquistando a audiência.

Foto Boran e Sıla.
Sıla | Foto: reprodução/ATV

A emissora ainda trouxe para o país, em seguida, outro sucesso protagonizado pela atriz: Ezel (Ezel, 2009), no mesmo formato de novela. A produção, na qual interpretou Eyşan, teve, originalmente, duas temporadas. No ano de 2009, também participou de um episódio da dizi Altın Kızlar (tradução livre: Meninas Douradas).

Foto dizi Ezel.
Ezel | Foto: reprodução/ATV

Em 2012, participou de alguns episódios da dizi Muhteşem Yüzyıl (tradução livre: Século Magnífico), dando vida à Firuze. Após uma pausa, retornou como a professora Zeynep no drama Mãe (Anne, 2016), remake turco da série japonesa Mother (2010). A produção, já exibida no Brasil no canal pago GNT e disponibilizada no streaming Globoplay, agora chegará à TV aberta no dia 27 de outubro, na Record.

Foto dizi Anne.
Anne | Foto: reprodução/Star TV
Personagens recentes

Seus papéis mais recentes na televisão foram na dizi Ferhat ile Şirin (tradução livre: Ferhat e Şirin, 2019), interpretando Banu, e em Iludida (Sadakatsiz, 2020), produção também disponível no Brasil no streaming HBO Max e exibida no TNT Novelas, em que interpretou a protagonista Asya ao lado do ator Caner Cindoruk (Força de Mulher, 2017). 

Foto Asya e Volkan.
Sadakatsiz | Foto: reprodução/Akşam
Outros trabalhos

Além de personagens na televisão, Cansu esteve em alguns filmes, como Son Osmanlı: Yandım Ali (tradução livre: O Último Otomano: Yandım Ali, 2007), Acı Aşk (tradução livre: Amor Amargo, 2009), Behzat Ç.: Seni Kalbime Gömdüm (tradução livre: Behzat Ç.: Eu Enterrei Você Em Meu Coração, 2011) e El Yazısı (tradução livre: Caligrafia, 2012).

Nas plataformas digitais, esteve na dizi Şahsiyet (tradução livre: Personalidade, 2018) no papel de Nevra

Foto dizi Şahsiyet.
Şahsiyet | Foto: reprodução/Ensonhaber
Projetos futuros

Em breve, a atriz poderá ser vista em novos trabalhos, já que no mês de julho finalizou as gravações da dizi 1001 Gece Masalları (tradução livre: Mil e Uma Noites). Na produção para a plataforma digital do TRT (tabii), ela deu vida à Şehrazat ao lado do ator İbrahim Çelikkol (Şehriyar). Além disso, Cansu gravará um filme com o ator português Diogo Morgado, intitulado Portekiz Aşkı (tradução livre: Amor Português).

Para comemorar a estreia de Mãe na televisão aberta no Brasil, confira abaixo cenas marcantes de alguns personagens da atriz:

Sıla Sönmez — Sıla (2006)

Sıla (Cansu Dere) dança a Reyhani, dança típica da região de Mardin, com Boran Ağa (Mehmet Akif Alakurt), com quem se casa, sem ter conhecimento, como o pagamento de uma dívida de sangue que seu irmão Azad (Cemal Toktaş) obteve após fugir com Narin (Boncuk Yılmaz), irmã de Boran.

Eyşan Tezcan — Ezel (2009)

Na última cena da dizi, Eyşan (Cansu Dere) parte desta vida nos braços de Ezel (Kenan İmirzalıoğlu) após ser ferida por Cengiz (Yiğit Özşener). Ela morre dentro de um trem a caminho do farol, o lugar que simbolizava a esperança e o amor deles, e ele parte logo depois.

Zeynep Güneş — Anne (2016)

A menina Melek (Beren Gökyıldız), que mora com a mãe e o namorado, sofre maus-tratos. Quando Zeynep (Cansu Dere), uma professora substituta, chega à escola em que ela estuda e descobre sua situação e que ninguém a ajuda, ela decide sequestrá-la para salvá-la.

Asya Yilmaz — Sadakatsiz (2020)

Asya (Cansu Dere), após descobrir a traição de seu marido Volkan (Caner Cindoruk), descobre que o ocorrido foi sustentado com o seu próprio dinheiro.

 

Qual o personagem mais marcante da atriz? Conta pra gente e siga o Entretê nas redes sociais Facebook, Instagram e X para mais informações sobre o mundo do entretenimento turco.

 

Leia também: Especial | Relembre os papéis marcantes de Çağatay Ulusoy

 

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz @analuztraduz

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Entretenimento Livros

Doce Tóquio: quando a receita é ouvir o outro

Romance do japonês Durian Sukegawa chega ao Brasil pela Editora Morro Branco e transforma culinária, amizade e escuta em caminhos de cura

Entre o aroma doce dos dorayakis e o ritmo silencioso das ruas de Tóquio, Durian Sukegawa transforma ingredientes, receitas e gestos simples em metáforas sobre o poder do afeto e da escuta. Doce Tóquio, publicado pela Editora Morro Branco, é um romance delicado sobre como o sabor e o tempo podem cicatrizar feridas invisíveis.

Foto: divulgação/Editora Morro Branco/Entretetizei

O livro apresenta Sentaro, um homem solitário e desmotivado que administra uma pequena confeitaria. A sua rotina ganha novos sentidos ao conhecer Tokue Yoshii, uma senhora de 76 anos, com mãos marcadas pela hanseníase e um talento raro para preparar anko, a tradicional pasta de feijão vermelho usada nos doces japoneses.

A convivência entre os dois e a presença da jovem Wakana, uma estudante que encontra abrigo neste pequeno café, forma um trio improvável, unido por dores e recomeços. Entre fornadas e conversas, eles descobrem que cada dorayaki carrega algo além do sabor: uma história compartilhada, um silêncio acolhedor e uma chance de recomeçar.

Eu não conheço ninguém no mundo além da minha irmã mais nova, com quem não tenho mais contato. Agora que não sei por quanto tempo ainda vou viver, sinto que o senhor e Wakana-chan são a minha família.” (Doce Tóquio, p. 82)

Com a passagem das estações, Sukegawa traça um retrato poético sobre tempo, empatia e reconstrução. Assim como os feijões, que precisam de cuidado até se tornarem pasta, os vínculos humanos florescem quando encontram espaço para existir.

Foto: reprodução/Editora Morro Branco

Mais do que uma história sobre amizade, Doce Tóquio reflete sobre exclusão social, culpa, redenção e memória afetiva, revelando a força transformadora dos pequenos gestos. A escrita sensível do autor faz do ato de cozinhar uma metáfora para o ato de sentir.

Foto: reprodução/Edições ASA

Traduzido diretamente do japonês por Sandra Keika, o livro é uma leitura ideal para quem busca histórias de cura, daquelas que tocam o coração, despertam lembranças adormecidas e lembram que, mesmo em silêncio, sempre há espaço para um novo começo.

Sobre o autor
Foto: divulgação/Il Giardino dei Libri/Entretetizei

Durian Sukegawa vive em Tóquio e atuou como repórter em Berlim e no Camboja, nos anos 1990. Formado em Filosofia Asiática pela Universidade de Waseda, é autor de romances, ensaios, programas de TV e roteiros de cinema que exploram temas como empatia, solidão e reconciliação.

 

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Texto revisado por Ketlen Saraiva @lapidando_palavras

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