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Crítica | Festival do Rio: Leandra Leal produz e dirige documentário que celebra o reencontro com sua mãe

Leandra Leal dirige um retrato íntimo e sensível da relação com sua mãe, Ângela Leal, durante o confinamento da pandemia

Em Nada a Fazer, Leandra Leal apresenta um documentário que mergulha na relação entre mãe e filha durante o confinamento da pandemia de COVID-19. Através de uma abordagem íntima e sensível, o filme acompanha a transformação dessa relação, marcada por momentos de proximidade e reflexão. A decisão de estudar a peça Esperando Godot, de Samuel Beckett, serviu como ponto de partida para uma jornada de autodescoberta e conexão familiar.

A escolha de capturar o processo de leitura e estudo da peça de forma artesanal e íntima confere ao documentário uma autenticidade que ressoa com o espectador. As imagens de arquivo familiar entrelaçadas com as cenas atuais criam uma narrativa que transcende o tempo, celebrando a memória e a continuidade da arte no seio familiar. A direção de Leandra Leal é habilidosa ao equilibrar momentos de silêncio e diálogo, permitindo que a relação entre as duas se revele de maneira orgânica.

O elenco, composto por Leandra Leal, Ângela Leal e Júlia Leal Youssef, entrega performances comoventes que capturam a complexidade emocional da convivência forçada e do reencontro. A química entre mãe e filha é palpável, e a presença de Júlia adiciona uma camada de profundidade à dinâmica familiar. As atuações são naturais e despretensiosas, contribuindo para a autenticidade do filme.

Foto: reprodução/Festival do Rio

A fotografia de Guilherme Burgos e a direção de arte de Tati Bond complementam a narrativa, utilizando espaços domésticos e objetos cotidianos para criar uma atmosfera acolhedora e introspectiva. A iluminação suave e os planos fechados enfatizam a intimidade dos momentos compartilhados, enquanto a montagem de Marília Moraes mantém o ritmo do filme fluido e envolvente.

Nada a Fazer é um documentário que celebra a arte, a memória e os laços familiares. Leandra Leal consegue transformar um período de confinamento em uma oportunidade para explorar e fortalecer a relação com sua mãe, oferecendo ao público uma obra que é ao mesmo tempo pessoal e universal. O filme é uma homenagem ao teatro como espaço de transformação e à importância da conexão humana em tempos desafiadores.

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Leia também: O Diabo Veste Prada: conheça cinco curiosidades sobre o universo do filme

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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10 séries e filmes brasileiros de terror que você precisa conhecer

Produções que vão além do esperado, histórias assustadoras que provam que o medo também fala português

Muita gente não imagina, mas o Brasil tem um catálogo incrível de produções de terror de qualidade e muitas delas passam despercebidas até pelos fãs mais dedicados e apaixonados do gênero. São histórias impactantes, intensas, assustadoras e sobrenaturais que mostram que o audiovisual brasileiro, sabe, sim, causar arrepios.

Para entrar de vez no clima de Halloween, ou simplesmente maratonar um bom filme ou série de terror ou suspense, o Entretê decidiu reunir dez produções de terror brasileiras que merecem ser descobertas e que vão te deixar com os cabelos em pé!

O Lobo Atrás da Porta (2013)

Foto: divulgação/GloboFilmes

Dirigido por Fernando Coimbra e estrelado por Leandra Leal, Milhem Cortaz e Fabiula Nascimento, o longa mistura terror, thriller psicológico profundo, suspense e drama realista, sem nenhum elemento sobrenatural, somente o ser humano sendo a pior criatura possível. 

O filme acompanha a investigação em torno do desaparecimento de uma criança, revelando, aos poucos, uma trama violenta e cruel de ciúme, traição e violência. A história é largamente inspirada no caso criminoso da Fera da Penha, no qual uma mulher assassinou uma garota de quatro anos após um envolvimento extraconjugal com o pai da menina.  

Vencedor do prêmio Horizontes Latinos no Festival Internacional de Cinema de San Sebastián, na Espanha, é um dos thrillers nacionais mais impactantes da década.

Volume Morto (2020)

Foto: divulgação/Labuta Filmes

Em um cenário único e sufocante, o filme acompanha uma professora de inglês, interpretada por Fernanda Vasconcelos, que convoca os pais de um aluno para descobrir o motivo do filho deles, misteriosamente, permanecer mudo durante a aula. O encontro se transforma em uma disputa de poder e revela uma tensão quase insuportável. 

Com apenas uma locação e com um elenco de apenas quatro atores, Volume Morto é um suspense psicológico, permeado por uma violência palpável, sofrida e agonizante. É uma história intrigante, misteriosa e claustrofóbica, que envolve e cria a atmosfera sufocante, de filmes que deixam o espectador sem fôlego.

Mate-me Por Favor (2015)

Foto: divulgação/João Attala

Ambientado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, Mate-me Por Favor é o primeiro filme da cineasta Anita Rocha da Silveira e acompanha um grupo de adolescentes obcecados por uma onda de assassinatos na região.

O que esse grupo de jovens não esperava era que isso fosse transformar suas vidas. Entre eles, se encontra Bia (Valentina Herszage), uma menina de quinze anos que, após um encontro com a morte, fará de tudo para se certificar de que está viva. 

Com ambientação urbana e momentos surreais e aflitivos, o longa reflete sobre a juventude, a violência e a morte, utilizando o contexto para explorar a visão da diretora sobre a adolescência. A produção estreou no Festival de Cinema de Veneza, onde a atriz Dora Freind venceu o prêmio de melhor atriz – Bisato D’oro – e rendeu a Valentina Herszage o troféu de melhor atriz no Festival do Rio.

As Boas Maneiras (2018)

Foto: divulgação/Pandora Filmes

Misturando terror e fantasia, o longa, dirigido por Juliana Rojas e Marco Dutra, apresenta a enfermeira Clara (Izabél Zuaa), que mora na periferia de São Paulo e é contratada para cuidar do bebê ainda não nascido de Ana (Marjorie Estiano).

Com o passar do tempo e conforme a gravidez vai avançando, a futura mamãe começa a ter comportamentos noturnos estranhos que acabam afetando Clara. Trazendo um segredo perturbador, Ana passa a ter crises de sonambulismo em noites de lua cheia, agravadas pela dieta sem carne que seu médico lhe recomendou. Aos poucos, a relação entre as duas evolui para um relacionamento amoroso, mas tudo muda com o nascimento de Joel (Miguel Lobo).

Romântico, político e assustador, o filme é um terror fantástico franco-brasileiro, de 2018, e teve sua estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Locarno, na Suíça. A produção está disponível na Netflix, na assinatura premium da Amazon Prime Video e no Youtube para aluguel.

Reencarne (2025)

Foto: divulgação/Globo/Estevam Avellar

Poucas produções se arriscam em explorar o gênero do terror e é justamente por isso que o Globoplay resolveu explorar esse nicho que a gente tanto ama. A nova aposta do terror da plataforma combina espiritismo, mistério e suspense e sua ambientação foge dos grandes centros urbanos ao levar o público para o interior de Goiás.

A trama acompanha Túlio (Ravel Andrade), um ex-policial que tenta reconstruir sua vida após passar duas décadas na prisão, acusado de assassinar seu parceiro de trabalho, até conhecer Sandra (Júlia Dalavia), uma mulher que afirma ser a reencarnação de Caio, o homem que ele supostamente matou. 

Enquanto Túlio tenta lidar com a culpa e com as lembranças daquele crime, a delegada Bárbara Lopes, interpretada por Taís Araújo, investiga uma série de mortes misteriosas que parecem seguir um padrão impossível de explicar. 

Com Simone Spoladore, Julia Dalavia, Taís Araújo e Enrique Diaz no elenco, a série mergulha em temas como culpa, destino, reencarnação e o sobrenatural, além de prometer ser um divisor de águas nas produções nacionais do gênero. A produção estreou em 23 de outubro, no catálogo do Globoplay, e está imperdível.

Reality-Z (2020)

Foto: divulgação/Netflix/Suzanna Teirie

Zumbis no Rio de Janeiro! Durante um apocalipse, os participantes de um reality show ficam presos dentro do estúdio e precisam sobreviver tanto ao caos lá fora quanto aos conflitos dentro do confinamento. Chocada com a situação, a produtora Nina (Ana Hartmann) tenta lutar pela própria vida – e daqueles que estão próximos a ela – e decide tomar as rédeas da situação. Mas o diretor Brandão (João Pedro Zappa) e o deputado Alberto Levi (Ravel Andrade) não vão facilitar as coisas para ela.

A série é uma versão adaptada por Cláudio Torres e João Costa da série Dead Set, criada por Charlie Brooker, no Reino Unido. A produção conta com Ana Hartmann, João Pedro Zappa e Ravel Andrade no elenco e participação especial de Sabrina Sato. É uma diversão sangrenta garantida na Netflix.  

Morto Não Fala (2018)

Foto: divulgação/Globo Filmes

Stenio (Daniel de Oliveira) é um plantonista noturno de um necrotério que possui o dom de falar com os mortos – e já está acostumado a ouvir muitas histórias. Porém, quando essas conversas acabam revelando segredos de sua própria vida, ele desencadeia uma maldição perigosa, que põe em risco ele e todos à sua volta. 

Estrelado por Daniel de Oliveira, Fabiula Nascimento, Bianca Comparato e Marco Ricca, o filme mistura drama e sobrenatural com um clima de tensão crescente. A produção foi muito bem recebida pela crítica e pelo público, tendo passado por festivais como Fantasia International Film Festival, no Canadá, Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa e também o Festival do Rio, no Brasil, e é uma das joias sombrias do cinema nacional.

Drácula, uma História de Amor (1980)

Foto: reprodução/Tv Tupi/Revista Contigo

Claro que não podia faltar o gênero clássico brasileiro: as novelas. Sim, o Brasil já teve uma novela de terror!

Exibida originalmente pela Rede Tupi, entre 28 e 31 de janeiro de 1980, a trama, escrita por Rubens Ewald Filho e dirigida por Atílio Riccó, conta a história de Conde Drácula (Rubens de Falco) chegando em Paranapiacaba, uma cidade quase sem sol e cheia de neblina, logo depois de descobrir pistas sobre o paradeiro de seu filho, sequestrado 25 anos antes pela ama Hannah para evitar que o bebê tivesse o mesmo destino monstruoso do pai. 

A cidade vive sob os desmandos da rica e autoritária Marta, cujo filho, o prefeito Tonico, governa seguindo as ordens da mãe. Ele é pai de Mariana (Bruna Lombardi), garota por quem Drácula se torna obsessivo e nutre um amor perverso ao perceber que ela é a reencarnação de uma antiga paixão.. O Conde acaba disputando-a com o motorista Rafael (Carlos Alberto Riccelli), que ele tenta matar sem saber que é seu filho perdido. 

Com nomes como Rubens de Falco, Bruna Lombardi, Carlos Alberto Riccelli, Paulo Goulart e Edson Celulari, a novela mistura drama, romance e horror gótico e pode ser encontrada no Youtube. Um clássico perdido e fascinante da TV brasileira.

Desalma (2020)

Foto: divulgação/Globoplay

Exibida no Festival de Berlim, a série do Globoplay, Desalma, mistura drama, misticismo e suspense sobrenatural em uma cidade fictícia do sul do Brasil, fundada por ucranianos. 

A história começa com o desaparecimento da jovem Halyna (Anna Melo), em 1988, em meio às celebrações da Ivana-kupala, festa com origens pagãs e ligada a ritos de fertilidade que foi incorporada, mais tarde, no calendário dos cristãos ortodoxos. 

A tragédia fez com que a comemoração fosse banida das tradições da cidade e, trinta anos depois, é retomada. Com isso, eventos misteriosos começam a acontecer novamente, etrês mulheres são marcadas por transformações e perdas: Haia (Cassia Kis), Ignes (Cláudia Abreu) e Giovana (Maria Ribeiro). 

Às vésperas da noite mais escura do ano, a floresta parece atrair os ingênuos para seu interior frio, onde eventos sobrenaturais assombram os integrantes das famílias envolvidas nas tragédias do passado, assombrando a comunidade. 

Com Cláudia Abreu, Cassia Kis, Maria Ribeiro e Nikolas Antunes, Desalma é uma das séries brasileiras mais elogiadas do gênero – sombria, poética e cheia de segredos.

Amorteamo (2015)

Foto: divulgação/Globoplay

Amores proibidos, traições e segredos familiares assombram dois triângulos amorosos nessa série sobrenatural ambientada no Recife do século 20. Com estética original, a minissérie mistura romance, morte e sobrenatural.

O enredo acompanha a história de Aragão (Daniel de Oliveira), que mata o amante da esposa, Chico (Johnny Massaro), ao flagrá-los juntos. Grávida, Arlinda (Letícia Sabatella) dá à luz a Gabriel no instante da morte do amado e, como castigo, é trancada no sótão pelo esposo. Criado ao lado de Lena (Marina Ruy Barbosa), filha de uma das empregadas da casa, Gabriel cresce sem saber a verdade sobre seu passado. Porém, os dois jovens se apaixonam sem imaginar que podem ser irmãos. Quando a relação é interrompida, o destino dá mais uma reviravolta: Malvina (Alinne Moraes), noiva abandonada no altar por Gabriel, morre e retorna do além, como a Noiva-Cadáver, em busca de seu amor perdido.

Com estética teatral e fotografia arrebatadora, a produção traz Marina Ruy Barbosa, Johnny Massaro, Daniel de Oliveira e Letícia Sabatella em um conto gótico nordestino imperdível, e pode ser conferida no Globoplay.

Seja com monstros, espíritos, crimes reais ou o próprio lado sombrio humano, essas produções mostram que o terror brasileiro está mais vivo do que nunca e pronto para te deixar sem dormir.

E aí, gostou de conhecer essas séries e filmes – e até novela – de terror brasileiros? Já assistiu algum? Conta para gente nas redes sociais do Entretê! Nos siga no X, no Facebook e no Instagram e não perca as novidades.

Leia também: Especial | Halloween: A representação feminina em filmes de terror

 

Texto revisado por Ketlen Saraiva @lapidando_palavras

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Cultura Livros Notícias

Casa, Beija ou Mata traz a tendência do thromance às livrarias brasileiras

A mistura perfeita entre o suspense do thriller e a intensidade do romance

A mistura de gêneros literários não é novidade. Tem quem combine romance com fantasia, quem transforme eventos históricos em ficção, mas a tendência mais recente tem um novo nome: thromance. Eles unem, em um só livro, a tensão de um thriller e a paixão intensa dos romances. 

Sempre atenta às novidades do mercado, a Verus Editora apresenta ao público brasileiro Casa, Beija ou Mata, obra descrita pela revista referência do mercado editorial, Publisher Weekly, como “uma diversão deliciosamente sombria”.

Uma heroína obcecada por crimes reais

Neste livro, conhecemos Dolores dela Cruz, uma viciada em podcasts de true crime que morre de vontade de conhecer um assassino cara a cara. Ela só não sabe que, talvez, tenha encontrado um bem ali, na mesa ao lado, no escritório em que trabalha.

O novo temporário da empresa é, com certeza, um assassino em série. Dolores sabe que ele se encaixa exatamente no perfil: luvas de estrangulador, charme calculado, uma beleza do tipo que abre portas em qualquer lugar. Principalmente nas áreas isoladas e cheias de covas rasas.

Imagem: reprodução/Verus Editora
Quando o perigo se torna atração

Jake Ripper encontra a distração de que precisava em sua nova colega de trabalho: afiada, enigmática e intrigante. Faz tempo que alguém não desperta seu interesse como Dolores.

Mas, quando a mera curiosidade evolui para um flerte sombriamente romântico, Jake começa a se perguntar se, enfim, encontrou alguém que realmente o enxerga, com direito a esqueletos no armário e tudo mais. Até que Dolores pede ajuda a Jake para se livrar de um corpo…

Sobre a autora

Kate Posey vive na Colúmbia Britânica, Canadá, com a família. Ela escreve comédias românticas sombrias para millennials sem coração, que acham crimes reais menos suspeitos do que o amor verdadeiro. Casa, Beija ou Mata é seu romance de estreia.

Sobre a Verus Editora

Celebrando a diversidade no amor, a Verus prova que bons romances podem ser vividos por pessoas de todas as origens e identidades.

Fundada em 2000, com foco em obras líricas, a editora é, hoje, amplamente conhecida por ser uma das pioneiras na literatura New Adult no Brasil. Além de servir de casa para grandes nomes nacionais e internacionais, como Carina Rissi, Eduardo Spohr, Emily Henry e Jodi Picoult, seu catálogo também reúne séries de sucesso, como A garota do calendário e Perdida.

A editora atende a leitores românticos com uma quedinha em uma pitada de humor, sem se esquecer dos mais fantasiosos e até mesmo daqueles que amam um bom drama de vez em quando.

Interessados em ler? Contem para a gente, nos sigam nas redes sociais do Entretetizei — Facebook, Instagram e X — e, se gostarem de trocar experiências literárias, venham fazer parte do Clube do Livro do Entretê.

 

Leia também: Entre o medo e a tensão: a diferença entre thriller e terror 

 

Texto revisado por Ketlen Saraiva @lapidando_palavras

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Entretenimento Séries

Streaming divulga trailer de Meu Ayrton, documentário com Adriane Galisteu

A produção mostra o relacionamento da apresentadora com Ayrton Senna nos anos 90 e chega à plataforma em 6 de novembro

A HBO Max divulgou o trailer de Meu Ayrton por Adriane Galisteu, série documental que revive o relacionamento da apresentadora com o piloto Ayrton Senna nos anos 1990.

Com dois episódios de 45 minutos, que chegam à plataforma em 6 de novembro, a produção traz detalhes e revelações inéditas sobre o casal, narradas pela própria Adriane.

Dirigido por João Wainer, o documentário mostra um lado mais íntimo da história e conta com depoimentos de pessoas próximas, como Emerson Fittipaldi e Roberto Cabrini, além de amigos e profissionais que acompanharam o piloto nos bastidores.

Com uma pegada emocional e pessoal, Meu Ayrton promete emocionar fãs e curiosos que ainda se lembram de uma das histórias de amor mais comentadas dos anos 90.

E aí, você vai assistir ao documentário sobre Ayrton Senna e Adriane Galisteu? Conta pra gente! Siga o Entretetizei nas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e não perca as novidades do mundo do entretenimento.

 

Leia também: Streaming revela teaser inédito de Meu Ayrton por Adriane Galisteu

 

Texto revisado por Laura Maria Fernandes de Carvalho

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Cultura asiática Música Notícias

RM coloca o BTS no centro das discussões da APEC e reforça o impacto do K-pop como força cultural e econômica

Líder do grupo foi destaque da sessão cultural da cúpula de CEOs nesta quarta-feira (29)

RM, líder do BTS, participou da sessão cultural da APEC (Cooperação Econômica Ásia-Pacífico) e voltou a apontar o K-pop como uma força que ultrapassa o entretenimento e remodela as relações culturais globais. No discurso, o artista expressou orgulho pelo reconhecimento da Coreia do Sul dentro de uma agenda econômica tão relevante, destacando a importância de se discutir cultura diante dos maiores tomadores de decisão do mundo.

“Como criador, sinto profundo orgulho e grande expectativa pelo fato de que, este ano, a cultura sul-coreana tenha sido reconhecida como um item central da agenda”, afirmou RM logo no início.

O rapper reforçou que a trajetória do BTS só se tornou possível devido a um conjunto de fatores humanos e artísticos. Ele citou a parceria com os seis membros do grupo, o apoio estratégico de Bang Si-hyuk e o engajamento do ARMY, que transformou a relação entre artistas asiáticos e o público global. “Tive muita sorte. Conheci seis membros extraordinários do BTS, trabalhei com o produtor Bang Si-hyuk, que nos deu total apoio para buscarmos a música que queríamos, e conheci o ARMY no mundo todo. Fãs que abraçam nossa música não apenas como entretenimento, mas como uma linguagem de vida.”

RM
Foto: reprodução/korea harold

RM aproveitou para lembrar as barreiras enfrentadas no início da internacionalização do BTS, quando havia pouco entendimento sobre a Coreia do Sul no mainstream ocidental. “Há uma década, não poderíamos imaginar a honra de estarmos aqui hoje. Você já ouviu músicas na TV ou no rádio em um idioma que não é o seu? Eu sei em primeira mão o quão desafiador é ouvir músicas coreanas em regiões de língua inglesa e o quão altas podem ser as barreiras culturais.”

O artista comentou ainda como as primeiras entrevistas fora da Ásia exigiam uma explicação sobre o país antes mesmo de falar sobre música. “Era ainda mais difícil quando as pessoas nos apresentavam como artistas coreanos. Em vez de perguntarem sobre nossa música, muitas vezes nos deparamos com perguntas inesperadas: ‘Vocês são da Coreia do Norte ou da Coreia do Sul?’ e ‘Onde fica a Coreia exatamente?’.”

RM atribuiu a mudança de cenário ao fandom global. “Hoje, estou aqui porque essas barreiras foram quebradas graças ao ARMY. Eles usam nossa música para se comunicar além de fronteiras e idiomas.”

RM
Foto: reprodução/korea herold

Em um trecho que dialoga diretamente com a identidade cultural coreana, o rapper utilizou o bibimbap como analogia para explicar o K-pop. “Assim como o bibimbap mistura arroz com vegetais, carne e temperos, o K-pop combina elementos musicais ocidentais como hip-hop, R&B e EDM com a estética, as emoções e os sistemas de produção únicos da Coreia.”

Ele complementou dizendo que o êxito do gênero não está baseado em superioridade cultural. “O sucesso do K-pop não se trata de superioridade cultural. Ele vem da preservação da identidade coreana, respeitando a diversidade e abraçando a cultura global.”

No encerramento, RM fez um apelo para que a economia criativa receba mais investimento e atenção política. Para ele, arte movimenta não apenas finanças, mas sociedades inteiras. “Todos nós amamos a cultura e as artes e estamos conectados pelas emoções que elas evocam. Como criadores e artistas, peço que forneçam apoio econômico e oportunidades que permitam que criadores do mundo todo prosperem. Investir nas futuras gerações deve considerar não apenas a economia, mas também a cultura.”

RM
Foto: reprodução/korea harold

O líder do BTS ressaltou seu compromisso com inclusão e impacto social. “Apoio a visão da APEC de promover a inclusão e o crescimento por meio da cultura e da criatividade. Como artista, prometo contribuir explorando livremente as oportunidades que vocês criarem e disseminando coragem, esperança e os valores da inclusão por meio da música.”

A presença de RM na APEC demonstra que o K-pop se estabeleceu como um pilar estratégico do soft power sul-coreano. Mesmo durante o período de serviço militar dos integrantes, o BTS segue ampliando sua relevância política, cultural e econômica. O discurso reafirma que o grupo não apenas acompanhou a evolução da indústria global, mas ajudou a redefini-la.

Assista ao discurso completo:

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz @analuztraduz

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Cinema Notícias

Ataque ao Metrô finaliza filmagens e promete suspense eletrizante com Mel Maia e Sérgio Malheiros nos cinemas

Novo longa dirigido por Maurício Eça reúne elenco estrelado e será lançado exclusivamente nos cinemas, em data ainda a ser anunciada

As filmagens de Ataque ao Metrô foram oficialmente concluídas, marcando o fim de uma importante etapa na produção do novo suspense nacional dirigido por Maurício Eça, conhecido por Maníaco do Parque (2024) e A Menina que Matou os Pais (2021). Produzido pela INTRO Pictures, em coprodução e distribuição da The Walt Disney Company, o filme promete prender o público do início ao fim.

Imagem: créditos/Luca Meola

A trama se passa durante a inauguração de uma nova linha de metrô, quando um trem é sequestrado por Diana (Mel Maia), uma jovem determinada a buscar justiça por uma tragédia esquecida. Ela conta com a ajuda de Santiago (Sérgio Malheiros) para executar o plano que paralisa a cidade. No centro das negociações está a delegada Helena (Letícia Spiller), enquanto o jornalista Julio Barreto (Mateus Solano) tenta desvendar as motivações da sequestradora e transformar o caso em uma disputa entre verdade e caos. O longa é inspirado livremente no livro Linha 4 Amarela, de Felipe S. Mendes, e não é baseado em fatos reais.

Com um elenco de peso, o filme traz ainda Marcelo Serrado, Rocco Pitanga, Talita Younan, Marina Moschen, Xando Graça e Leo Senna. Segundo o diretor Maurício Eça, a química entre os atores foi essencial para dar autenticidade às cenas mais intensas: “O grupo trouxe energia e verdade a cada momento, o que tornou a experiência de filmagem ainda mais desafiadora e prazerosa”, destacou.

Imagem: divulgação/Bcbiz

Gravado ao longo do último mês, o filme aposta em sequências de ação e suspense de tirar o fôlego, com o uso de explosões, efeitos especiais e dublês profissionais, que conferem realismo e adrenalina à narrativa. A ambientação meticulosa do cenário metroviário ajuda a mergulhar o espectador na sensação de confinamento e urgência que guia a história.

Com uma combinação de drama humano, ritmo intenso e reviravoltas, Ataque ao Metrô surge como uma das produções nacionais mais aguardadas do ano, reforçando a aposta do cinema brasileiro em histórias vibrantes e tecnicamente ambiciosas.

Assim como eu, você também não vê a hora da estreia? Para ficar por dentro da data de lançamento deste filme e de todas as novidades do mundo do entretenimento, siga o Entretetizei nas redes sociais – Facebook, Instagram e X

Leia mais: Critica – Festival do Rio – Honestino Guimarães

 

 Texto revisado por Simone Tesser

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Cinema Crítica Cultura Cultura pop Entretenimento Especiais Eventos Notícias

Crítica | Festival do Rio: Querido Mundo é um retrato delicado sobre recomeços e conexões humanas

Com sensibilidade e poesia, o filme transforma pequenas histórias em grandes emoções

Em Querido Mundo, os diretores Miguel Falabella e Hsu Chien entregam uma obra que combina afeto, melancolia e esperança em doses precisas. O longa se constrói a partir de personagens comuns que, em meio a suas dores e dilemas, encontram formas sutis de se reconectar com a vida. A trama, aparentemente simples, ganha força na maneira como aborda temas universais como a solidão, o perdão e o desejo de pertencimento.

A direção sensível de Falabella e Chien imprime um olhar humanizado sobre cada gesto, olhar e silêncio. A câmera se aproxima dos personagens sem julgá-los, revelando a beleza que existe no ordinário. Essa abordagem resulta em um filme de atmosfera intimista, que convida o espectador a mergulhar nas emoções mais profundas de seus protagonistas e, ao mesmo tempo, a refletir sobre as próprias.

O elenco é um dos grandes trunfos da produção, as atuações são contidas, mas carregadas de verdade e emoção. A química entre os atores sustenta o tom poético da narrativa, especialmente nas cenas em que o silêncio diz mais do que qualquer palavra. Há algo de profundamente humano no modo como o filme retrata as fragilidades e a força de seus personagens.

Foto: reprodução/Festival do Rio

Tecnicamente, Querido Mundo também se destaca. A fotografia aposta em tons suaves e luz natural, reforçando a sensação de intimidade e realismo. A trilha sonora, discreta e bem escolhida, surge como uma extensão das emoções em cena, sem nunca roubar o protagonismo das histórias que se desenrolam.

Mais do que um filme, Querido Mundo é um convite à empatia. Sua força está na sutileza, na capacidade de emocionar sem recorrer a grandes reviravoltas ou discursos grandiosos. É uma obra que fala sobre o que há de mais essencial na experiência humana: a vontade de seguir em frente, de amar e de se reconectar com o mundo, mesmo quando tudo parece desabar.

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Leia também: Da tela do cinema à sua casa: 18 filmes que levam a Mostra de SP até você

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cultura turca Entretenimento Notícias

Beklenen Mehdi: Su Burcu Yazgı Coşkun é confirmada no elenco

Novas atualizações no elenco da dizi muito aguardada

Beklenen Mehdi (tradução livre: Esperando Mehdi), estrelada por Alperen Duymaz, ganha novo nome no elenco feminino. Segundo informações da imprensa turca, apesar de Aslıhan Malbora também receber o convite para integrar o projeto, a escolhida é Su Burcu

A produção acompanha Ahrar Zakirov, um agente de inteligência uzbeque, vivido por Alperen Duymaz, em uma trama que mescla ação intensa, nuances de romance e profundos conflitos morais. O roteiro leva as assinaturas de İbrahim Elma, Kemal Çelik e Pınar Uysal, e a direção é de Aytaç Çiçek

Su Burcu Yazgı Coşkun
Atriz Su Burcu Yazgı Coşkun
Foto: reprodução/Instagram @suburcuyazgiicoskun

Considerada uma das jovens promessas mais talentosas do momento, conquistou o público e a crítica ao dar vida à emocional Asiye na série Kardeşlerim (2021). Também interpretou a protagonista de Bir Gece Masali (2024). Sua atuação sensível e natural a transformou em um dos rostos mais queridos da nova geração.

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Leia também: Cenas em que nos apaixonamos por Su Burcu Yazgı Coşkun 

 

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Notícias Séries

2ª temporada de ONE PIECE: A Série ganha data de estreia 

Confira também o novo pôster

ONE PIECE: A Série é a adaptação do mangá homônimo do Eiichiro Oda. A nova temporada, chamada de Rumo à Grand Line traz de volta Iñaki Godoy como Luffy, Mackenyu interpretando Zoro, Jacob Romero Gibson como Usopp, Emily Rudd como Nami e Taz Skylar como Sanji. A estreia será na Netflix no dia 10 de março de 2026. 

One Piece. (L to R) Iñaki Godoy as Monkey D. Luffy, Jacob Romero as Usopp, Taz Skylar as Sanji in season 2 of One Piece. Cr. Casey Crafford/Netflix © 2025
Foto: divulgação/Netflix

A segunda temporada traz inimigos ainda mais poderosos e as missões mais perigosas até agora. Luffy e o Bando dos Chapéus de Palha partem rumo à extraordinária Grand Line – um lendário trecho de mar onde o perigo e a maravilha se encontram a cada curva. 

Em busca do maior tesouro do mundo, eles atravessam reinos imprevisíveis, exploram ilhas misteriosas e encaram adversários formidáveis. 

Confira o pôster: 

 

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cinema Notícias

Morra, Amor: confira os novos pôsteres

Filme é estrelado por Jennifer Lawrence e Robert Pattinson

Morra, Amor é baseado na obra homônima de Ariana Harwicz e é dirigido e coescrito por Lynne Ramsay (Precisamos Falar sobre Kevin, 2011). A produção é estrelada por Jennifer Lawrence (Trapaça, 2013) e Robert Pattinson (Batman, 2022). A estreia nos cinemas brasileiros vai ser no dia 27 de novembro

Além disso, o elenco também conta com LaKeith Stanfield (Judas e o Messias Negro, 2021), Nick Nolte (Cabo do Medo, 1991) e Sissy Spacek (Carrie, A Estranha, 1976). O roteiro foi escrito por Enda Walsh, Lynne Ramsay e Alice Birch.

Na trama, Grace (Lawrence) e Jackson (Pattinson) são um jovem casal prestes a ter um bebê. Eles deixam Nova York e se mudam para uma casa herdada no campo. Porém, com a chegada da criança e o ambiente isolado, ela se vê em uma jornada de autodescoberta.

Dessa maneira, conforme enfrenta os seus próprios limites, ela se encontra não na fraqueza, mas na força de sua imaginação e na intensidade de uma vivacidade indomável.

Confira os pôsteres: 
Jennifer Lawrence em Morra, Amor
Foto: divulgação/Paris Filmes
Robert Pattinson em Morra, Amor
Foto: divulgação/Paris Filmes

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz @analuztraduz

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