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Stefany Nunes lança A Melhor Surpresa, comédia romântica ambientada no interior da Inglaterra

Novo romance aborda luto e ansiedade a partir de uma narrativa leve e acolhedora

A escritora Stefany Nunes lança em janeiro de 2026 o romance contemporâneo A Melhor Surpresa, uma comédia romântica ambientada no interior da Inglaterra que combina leveza, sensibilidade e afeto. Conhecida por explorar emoções humanas com cuidado e empatia, a autora apresenta uma narrativa que dialoga com temas como luto, ansiedade e depressão, sem perder o tom acolhedor e envolvente característico do gênero. 

A história acompanha Willow Hamilton, que, após uma desilusão, decide passar cinco semanas longe da rotina intensa de Londres, sem imaginar que essa pausa dará início a encontros inesperados, inclusive com um vizinho tão misterioso quanto irresistível.

Foto: reprodução/Stefany Nunes Escritora

Segundo Stefany Nunes, a proposta foi tratar temas delicados sem abrir mão do tom leve do gênero. “É um livro que fala sobre luto, ansiedade e depressão, mas com uma vibe de comédia romântica”, afirma. A inspiração para a história surgiu durante uma visita à região de Cotswolds, na Inglaterra: “Foi um dia muito bonito e inspirador. O cenário parecia perfeito para uma história sobre luto que já estava comigo há algum tempo”.

Uma comédia romântica sobre recomeços e segundas chances

Após viver um período difícil, Willow Hamilton deixa Londres rumo a Peonyshire, uma vila charmosa no interior da Inglaterra, onde passará as próximas cinco semanas. Controladora por natureza, ela decide encarar a viagem como uma resolução de ano novo, sem imaginar que dividirá o chalé com um homem alto, reservado e de voz grave, capaz de abalar suas certezas.

Jake Ashton vive em Peonyshire há dois anos, desde que se afastou da antiga vida após um trauma devastador. Divorciado, professor do time de hóquei da vila vizinha e conhecido como o faz-tudo da cidade, ele se acostumou à solidão e evita qualquer tipo de surpresa. A chegada inesperada de Willow, porém, ameaça virar sua rotina de cabeça para baixo.

Foto: reprodução/Instagram @stefanynunes_

À medida que convivem, Willow e Jake percebem que a conexão entre eles vai além da atração inicial. Com o apoio dos moradores da vila, ambos descobrem que algumas surpresas podem transformar tudo e que até corações partidos podem encontrar um novo lugar para se reconstruir.

Ao equilibrar romance, humor e temas emocionais profundos, A Melhor Surpresa se constrói como uma história sobre recomeços e segundas chances, mostrando que o inesperado pode ser justamente o que transforma tudo. A obra chegou ao público em 12 de janeiro de 2026 e está disponível em dois formatos: e-book e edição física, distribuída pela Uiclap, ampliando o alcance de uma narrativa pensada para tocar, acolher e fazer companhia às leitoras.

Sobre a autora
Foto: divulgação/Lavanda Literária

Nascida em Sorocaba, em 1992, Stefany Nunes é formada em Letras e Direito. Leitora apaixonada desde a infância, sempre cultivou o hábito de criar histórias, ainda que por muito tempo não as colocasse no papel. A mudança para Londres foi decisiva para que transformasse esse sonho em realidade, impulsionada pela atmosfera criativa da cidade. 

Além de sua atuação no mercado brasileiro, a autora também é publicada no Reino Unido, com o romance Falling on a Duke (2025), lançado pela editora The Book Guild.

Foto: divulgação/Entretetizei

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Notícias Séries

Streaming exibe primeiro episódio da nova temporada de The Pitt

Aclamada pela crítica, a série médica retorna com novos episódios repletos de tensão no hospital de Pittsburgh

A programação Hora HBO Max em janeiro traz novidades de peso para os fãs de dramas médicos. O primeiro episódio da segunda temporada de The Pitt, série Max Original aclamada pela crítica e indicada a 13 prêmios Emmy®, será exibido nos canais Space, Cinemax e TNT Séries ainda este mês, além de já estar disponível na plataforma de streaming.

Criada por R. Scott Gemmill e protagonizada por Noah Wyle, a produção estreou sua nova temporada no dia 8 de janeiro na HBO Max, com episódios inéditos lançados semanalmente, sempre às quintas-feiras. 

Ambientada em um hospital de Pittsburgh, The Pitt retrata com maestria o cotidiano intenso dos desafios enfrentados pelos profissionais da saúde nos Estados Unidos, a partir do ponto de vista dos médicos e enfermeiros que atuam na linha de frente do sistema hospitalar.

Além de Noah Wyle no papel do Dr. Michael “Robby” Robinavitch, o elenco conta com grandes nomes como Patrick Ball, Katherine LaNasa, Supriya Ganesh, Fiona Dourif, Taylor Dearden, Isa Briones, Gerran Howell, Shabana Azeez e Sepideh Moafi.

A série é uma produção da John Wells Productions em associação com a Warner Bros. Television. R. Scott Gemmill assina a criação e a produção executiva ao lado de John Wells, Noah Wyle, Michael Hissrich, Erin Jontow e Simran Baidwan.

O primeiro episódio será exibido no Space no dia 28 de janeiro, às 23h30, no Cinemax em 30 de janeiro, às 22h30, e na TNT Séries em 31 de janeiro, às 22h. Mas você já pode assistir a nova temporada na HBO Max!

Confira o trailer da segunda temporada da série:

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Leia também: Curta o verão com as produções asiáticas mais quentes do streaming 

 

Texto revisado por Larissa Couto

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Cinema Crítica Cultura

Crítica | A Voz de Hind Rajab e o cinema como memória

Vencedor do Grande Prêmio do Júri em Veneza, o longa transforma a escuta em ato político ao denunciar a violência em Gaza

[Contém gatilhos e spoiler]

Há filmes que não permitem ao espectador a postura confortável de quem apenas observa. A Voz de Hind Rajab (2025) é um deles. Assistir ao longa é experimentar um estado contínuo de desespero: o corpo tenso, a respiração curta, a sensação de que o tempo não avança rápido o suficiente. A cada minuto, a pergunta “eles vão conseguir salvá-la?” ecoa, e a ausência dessa resposta se transforma na força mais cruel do filme.

Foto: reprodução/O Globo

Dirigido e roteirizado por Kaouther Ben Hania, o longa de 89 minutos recria, a partir de fatos reais e gravações divulgadas em janeiro de 2024, a agoniante tentativa de resgate de Hind Rajab, uma menina palestina de seis anos que ficou presa dentro de um carro cercado pelos corpos de familiares assassinados durante um ataque no norte de Gaza.

A narrativa acompanha um grupo de voluntários da Crescente Vermelha, na Cisjordânia, responsáveis por atender ligações de emergência e tentar viabilizar socorros em meio a um cenário de violência extrema e burocracia sufocante.

O centro de ligações como campo de batalha

Ao longo de quase toda a duração, o filme se mantém dentro do centro de ligações da organização. É dali que Rana (Saja Kilani), Omar (Motaz Malhees), Nisreen (Clara Khoury) e Mahdi (Amer Hlehel) tentam manter Hind consciente e viva enquanto negociam, ligação após ligação, a autorização para que uma ambulância possa chegar até ela.

Foto: reprodução/Lisboa Film Festival

A recusa inicial de Mahdi em autorizar o resgate não nasce da indiferença, mas do medo justificado: qualquer missão que não siga uma rota aprovada pelo exército israelense coloca os próprios socorristas sob risco de morte. Cada decisão carrega o peso de vidas que podem ser perdidas em cadeia.

Foto: reprodução/Festival do Rio
A força de uma voz que nunca vemos

Hind quase nunca aparece em cena. Sua presença se dá, sobretudo, pela voz – frágil, assustada e, por vezes, interrompida pelo silêncio. As raras imagens da menina surgem apenas quando um tio, que vive na Alemanha, envia fotografias para ajudar na identificação dos presentes no veículo em que ela está presa. 

Foto: reprodução/Grupo Estação

Essa escolha narrativa é central para o impacto do filme: ao evitar a exposição direta do corpo da criança, Kaouther Ben Hania intensifica sua presença simbólica.

O uso das gravações reais, combinadas à atuação do elenco, borra as fronteiras entre a ficção e o registro histórico. O resultado é um filme que não apenas representa um acontecimento, mas o faz reverberar de forma quase física no espectador.

Quando o cinema sabe a hora de se conter e quando escorrega

Nos momentos em que aposta na simplicidade, A Voz de Hind Rajab é devastador. O som incessante dos telefones, a cacofonia de vozes, o choro contido – e às vezes incontido – dos voluntários criam um ambiente claustrofóbico que paralisa e inquieta.

Foto: reprodução/Vi nos Filmes

Há, porém, instantes em que o filme flerta com soluções mais tradicionais de dramatização, expondo emoções e guiando o espectador de maneira mais evidente do que o necessário. Nessas brechas, o impacto se suaviza levemente. Ainda assim, são exceções dentro de uma obra que entende que a realidade, por si só, já é impensável.

O desfecho que não nos deixa sair ilesos

O final é impossível de esquecer. Quando a ambulância finalmente se aproxima, o filme permite um alívio breve, quase involuntário. O resgate está ali. A esperança se instala. E, então, ela é brutalmente arrancada.

Foto: reprodução/Vi nos Filmes

Mesmo após o sinal verde para a aproximação, a ambulância é alvejada e explode. O carro onde Hind estava – escondida apenas no sentido literal, já que os tanques militares israelenses contam com sensores infravermelhos capazes de detectar pessoas vivas – também é atacado. Durante mais de três horas, os disparos aconteceram sabendo que ela estava ali. O veículo foi atingido 355 vezes

Um filme necessário em tempos de apagamento

Vencedor do Leão de Prata – Grande Prêmio do Júri no Festival de Veneza de 2025 e escolhido como o representante da Tunísia na disputa por uma vaga no Oscar de Melhor Filme Internacional, A Voz de Hind Rajab se afirma como uma obra imprescindível não apenas no campo cinematográfico, mas no debate político, ético e humanitário contemporâneo. Trata-se de um filme que se recusa à neutralidade e entende o cinema como espaço de responsabilidade histórica.

Ao evitar transformar a morte de Hind em espetáculo ou reviravolta narrativa, Kaouther Ben Hania realiza um gesto profundamente político: nomeia a violência, revela seus mecanismos e devolve humanidade àqueles que o mundo insiste em reduzir a estatísticas. O filme não busca choque fácil nem catarse: ele exige escuta, permanência e confronto com a realidade que muitos preferem ignorar.

Em um cenário global marcado pela anestesia diante do genocídio do povo palestino, ouvir a voz de Hind é um ato de memória. E lembrar, aqui, não é apenas rememorar o passado, mas resistir ao apagamento, recusar o silêncio e afirmar que essa história, como tantas outras, não pode ser esquecida nem normalizada. O cinema, neste caso, não consola: ele guarda, denuncia e insiste.

Foto: reprodução/Clube de Cinema

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Leia também: Crítica | Memórias de um Verão: o luto que floresce com a natureza

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cultura pop Música Notícias

Aperture: Harry Styles anuncia novo single

A música é parte do novo álbum do artista, que chega em março

 

A volta de Harry Styles está cada vez mais perto! Ontem (20), a superestrela global anunciou o lançamento do primeiro single de seu quarto álbum de estúdio. Aperture é a primeira canção de Styles em quase quatro anos e o tão esperado single estará disponível no dia 22 de janeiro, às 19h ET – 3h do dia 23 no horário de Brasília.

Aperture
Imagem: divulgação/Sony Music

Kiss All The Time. Disco, Occasionally. tem 12 faixas inéditas, conta com o produtor executivo Kid Harpoon e uma nova era para Harry Styles. O novo projeto do artista britânico chega no dia 6 de março e já está disponível para pré-encomenda no site oficial.

 

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Leia também: Ele está de volta: Harry Styles anuncia novo álbum para março

Texto revisado por Simone Tesser

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