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Música Notícias

SANTOS BRAVOS, grupo da HYBE Latin America, lança EP de estreia

Com seu primeiro EP, DUAL, o grupo mistura suas raízes no pop latino com elementos de reggaeton, funk e pop global

O grupo SANTOS BRAVOS, da HYBE Latin America, lança seu EP de estreia, DUAL. Com uma narrativa sonora que combina a sensibilidade latina à precisão do pop global, o trabalho marca o início de um novo capítulo de energia contagiante e espontânea para a banda.

Ao longo de suas seis faixas, DUAL explora o contraste entre dois mundos que moldam a identidade do SANTOS BRAVOS: o lado energético e melódico da banda latina e uma face mais intensa, inspirada no reggaeton, no funk brasileiro e na energia e movimento das boates.

Ouça DUAL: 

Neste EP, que conta com letras em português, espanhol e inglês, estão presentes o primeiro single do grupo, 0%, que acumulou mais de 7 milhões de streams ao redor do mundo e mais de 20 milhões de visualizações no YouTube; a faixa KAWASAKI, cujo vídeo alcançou mais de 33 milhões de visualizações na plataforma poucas semanas após o lançamento; e o novo single MHM uma faixa animada de pop latino melódico, marcada por percussão suave e intimista.

SANTOS BRAVOS
Foto: divulgação/Universal Music Brasil

 

Entre os produtores e compositores de DUAL estão Caroline Ailin (Dua Lipa, Charli XCX, Pink Pantheress), Diplo (produtor e DJ vencedor do Grammy), o fundador da HYBE e criador de sucessos Bang Si-Hyuk, conhecido como “Hitman” Bang, e o produtor multiplatinado Johnny Goldstein.

Por trás da música, os bastidores do processo criativo do EP foram gravados para a nova série documental Detrás de DUAL, que estreia em 15 de março no Spotify. Novos episódios serão lançados semanalmente, cada um destacando um integrante do SANTOS BRAVOS e proporcionando uma visão íntima da produção do projeto e da jornada criativa do grupo.

Assista o trailer:

Formado pela HYBE Latin America, o grupo SANTOS BRAVOS representa uma nova geração de artistas latinos. Juntos, os cinco integrantes Drew (EUA/México), Kauê (Brasil), Alejandro (Peru), Kenneth (México) e Gabi (Porto Rico) incorporam suas raízes latinas à precisão do K-pop, formando um som diversificado que conquistou fãs fiéis, mais de 10 milhões de seguidores nas redes sociais e 500 milhões de visualizações em plataformas digitais.

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Leia também: BTS divulga pistas da title SWIM em plataforma de áudio

 

Texto revisado por Kaylanne Faustino

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Cinema

Filme sobre Marta começa a ser rodado na Suécia

Longa da Conspiração, produzido e dirigido por Andrucha Waddington, tendo Alice Carvalho como protagonista, recria a chegada da atleta ao país onde se tornou a melhor do mundo

Baseado na trajetória inspiradora de Marta Vieira da Silva, única mulher a conquistar seis vezes o prêmio FIFA de melhor jogadora do mundo, o filme Marta acaba de ter suas filmagens iniciadas  na Suécia, país fundamental na consolidação da atleta como a melhor do planeta. 

Protagonizado por Alice Carvalho, o longa é uma história de amadurecimento inspirada em fatos reais, e acompanha a jornada da menina que nasceu com uma vocação extraordinária para um esporte que praticamente não existia para as mulheres no Brasil: o futebol. 

Entre preconceito, asma e falta de oportunidades, a jovem desafia barreiras de gênero para perseguir o sonho de se tornar jogadora profissional. 

A atriz também compartilhou uma postagem sobre Marta em suas redes sociais, confira:

https://www.instagram.com/p/DU7Jg2vDrlz/?img_index=1&igsh=cmdxeHh3aWp2dHNu 

A produção começa pelo norte europeu, no final do inverno, com bastante neve acumulada e temperaturas extremas (previsão de -8 ºC). As cenas recriam o impacto vivido por Marta ao chegar pela primeira vez à Suécia para jogar no Umeå IK, clube onde se consolidou internacionalmente e iniciou sua ascensão definitiva no futebol mundial. 

Filme "Marta"
Imagem: Divulgação/Jonas Lawes

Alice Carvalho destacou o clima de união da equipe e a dimensão simbólica do projeto. 

“O começo é sempre um mistério, e cada processo é muito pessoal. Fico feliz por fazer parte de uma equipe que trabalha na mesma direção, com ouvidos atenciosos. É uma alegria contar a história e ser abençoada pela maior jogadora de todos os tempos”, afirmou.

A equipe enfrenta neve pesada e frio intenso para retratar com realismo o choque cultural e climático experimentado pela atleta brasileira. 

A cinebiografia esportiva é uma produção da Conspiração, numa coprodução internacional com Globo Filmes, TV Globo e Fox In The Snow, da Suécia, com suporte da Filmpool Nord.

Andrucha Waddington, marido de Fernanda Torres, assina a direção e produção, e Elena Soárez e Thais Tavares, o roteiro. Na Suécia, o filme será distribuído pela TriArt e terá a Round 12 como agente de vendas internacionais. 

Preparadas(os) para assistir esse filmaço sobre a maior diva do futebol? Aproveita e nos segue nas redes sociais para não perder nada — Instagram, Facebook e X.

 

Leia também: 7 filmes brasileiros para você assistir antes do Oscar 

Texto revisado por Cristiane Amarante

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Notícias Séries

História de Amor: 5 curiosidades sobre a série

Programa especial expande seriado que narra o relacionamento entre John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette

A série História de Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette conta o icônico romance entre o filho de um ex-presidente dos Estados Unidos e uma jovem comum que batalhou para vencer na vida. Disponível no Disney+, a produção ganha um complemento especial em seu podcast oficial, que traz elenco e equipe para revelar bastidores e segredos sobre a obra.

A produção está disponível gratuitamente no Youtube e nas plataformas digitais – uma ótima pedida para quem está caindo de amores pela série. Confira a seguir cinco curiosidades reveladas em primeira mão no podcast.

Não foi fácil encontrar John F. Kennedy Jr.

A primeira surpresa, revelada logo no episódio de estreia, foi a dificuldade em escalar o intérprete de John F. Kennedy Jr. A atriz Sarah Pidgeon, escolhida para viver Carolyn Bessette, brincou que a equipe levou “eras” para encontrar Paul Anthony Kelly

Relembrando esse período, o astro contou que sua primeira tarefa foi um teste de química com a colega. A dinâmica foi aprovada, então ele retornou para um novo teste no dia seguinte e ficou com o papel.

Paul Anthony Kelly como John F. Kennedy Jr.
Foto: divulgação/Disney+

“Sinto que coisas assim não acontecem com frequência, em que você simplesmente consegue o emprego logo de cara e as pessoas te consideram perfeito para o papel. E, sabe… minha vida mudou naquele dia”, disse o ator.

Equipe descobriu a maior diferença entre Carolyn e JFK Jr.

Durante a produção da série, o elenco e a equipe descobriram a grande diferença na hora de adaptar Carolyn e JFK Jr.: a quantidade de material disponível para estudá-los. 

“Carolyn, apesar de ter sido fotografada, nunca falou publicamente”, afirmou Sarah Pidgeon. “Muita da fisicalidade dela veio de fotos, encontrar pontos em comum e tentar estabelecer um fio condutor de como essa mulher teria se movido pelo mundo.”

Por outro lado, Paul Anthony Kelly teve muito material para estudar John F. Kennedy Jr. “Tive muita sorte nesse aspecto. Existe uma riqueza de conhecimento e entrevistas. Ele era uma figura muito bem documentada, então pude consultar frequentemente, imitar em certas circunstâncias e tentar adaptar ao meu estilo”, afirmou.

Esse contraste foi observado também pela equipe da produção. No quarto episódio do podcast, o designer de figurino Rudy Mance cravou que um dos grandes desafios foi saber como Carolyn Bessette se vestia antes de se tornar uma pessoa pública. Para retratá-la com fidelidade, a equipe precisou conversar com amigos e conhecidos em busca de pistas.

Sarah Pidgeon como Carolyn Bessette e Paul Anthony Kelly como John F. Kennedy Jr.
Foto: divulgação/Disney+
A dinâmica familiar dos Kennedys surpreendeu o criador

Parte importante de História de Amor é a intimidade dos Kennedy, uma das mais famosas dos Estados Unidos. Connor Hines, criador da série, contou que se surpreendeu com a química entre os atores. “Fiquei comovido de uma forma que não imaginava. Achei que todas aquelas cenas juntos foram tão… me senti como se estivesse com uma família, e tudo pareceu muito real e genuíno.”

Intérprete da matriarca Jacqueline Kennedy Onassis, Naomi Watts elogiou a entrega de Paul Anthony Kelly, o escolhido para viver JFR Jr.:

“Jackie, era uma pessoa aberta, com quem era fácil se identificar, calorosa, amorosa, forte, sábia e com um pouco de senso de humor. Queria ter certeza de que não haveria problema em tocá-lo, bagunçar seu cabelo, beliscá-lo nas costelas e fazer coisas assim. Diria que essas cenas foram realmente adoráveis.”

Paul Anthony Kelly como John F. Kennedy Jr. e Naomi Watts como Jacqueline Kennedy Onassis
Foto: divulgação/Disney+

A experiência foi ligeiramente diferente para Kelly. No primeiro episódio do podcast, ele também refletiu sobre a dinâmica calorosa entre Jackie e John, mas revelou que a experiência se tornou ainda mais especial por admirar o trabalho de Watts:

“Trabalhar com a Naomi como Jacqueline… nossa, que privilégio! Vi tudo o que ela fez. Sou fã há anos e agora posso gritar com ela como se ela fosse minha mãe com a boca cheia de bife”, brincou. “Observar o trabalho dela e aprender com ela foi o maior presente, de verdade.”

História de Amor nasceu de uma percepção errada sobre o casal

Durante o podcast, Connor Hines revelou que História de Amor nasceu da vontade de corrigir uma percepção errada que se criou sobre John e Carolyn na época em que seu romance veio a público:

“Fiquei muito surpreso com a história de amor deles, mas também com o quanto eles eram incompreendidos na época e como a narrativa sobre eles era distorcida, especialmente a de Carolyn, que, naquele momento, foi retratada como alguém fria e distante. Mas, quando você pesquisa, todos os relatos dizem que ela foi incrivelmente calorosa, vivaz e curiosa. Eu pensei: ‘Nossa, é uma oportunidade de escrever uma carta de amor para os dois, algo que eles não puderam ter na época do casamento’.”

Sarah Pidgeon como Carolyn Bessette e Paul Anthony Kelly como John F. Kennedy Jr. abraçados
Foto: divulgação/Disney+
Um guarda-roupas mundial

O departamento de figurino da série recebeu a missão de vestir duas das personalidades mais icônicas da cultura pop da década de 1990. O designer Rudy Mance afirmou que “[O produtor] Ryan [Murphy] queria reproduzir tudo com a maior fidelidade possível. E sempre que havia um visual ou um momento muito bem documentado, a pressão para acertarmos era enorme”.

Sarah Pidgeon como Carolyn Bessette
Foto: divulgação/Disney+

Como exemplo, ele citou que, para montar o guarda-roupas de Carolyn Bessette, a produção comprou coisas pela internet, importou peças de países como Japão e Ucrânia, e até pegou peças icônicas emprestado com colecionadores.

Refletindo sobre todo esse trabalho, Mance acredita que esse rigor é importante: “Por que fazer se você não vai fazer da forma mais precisa possível, especialmente para algo assim?”.

Já disponível no Disney+, História de Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette ganha episódios inéditos às sextas-feiras.

E você, já sabia dessas curiosidades? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei  (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: História de Amor: 5 motivos para dar uma chance para a história de JFK Jr. e Carolyn Bassette 

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cinema Cultura turca Notícias

6 filmes turcos para maratonar nos streamings

Tem para todos os gostos. Confira nossa lista com filmes turcos de romance, ação, drama e comédia nos streamings

As novelas turcas, famosas dizis, já conquistaram o coração dos brasileiros e têm feito cada vez mais sucesso no país. Mas as produções da Turquia não param por aí: nos streamings, também é possível encontrar filmes igualmente cativantes e cheios de boas histórias.

Dos dramas às comédias românticas, listamos seis obras de diferentes gêneros disponíveis nos streamings para você maratonar. Vem ver!

Merve Kült (Seja Você Mesma)

Com uma trama divertida e envolvente, Seja Você Mesma (2023) acompanha a história de Merve (Ahsen Eroğlu) à procura de emprego após receber um aviso de despejo do prédio onde mora. Determinada a construir uma carreira na moda, sua verdadeira paixão, a personagem protagonizada por Ahsen Eroğlu (Menajerimi Ara) tem um estilo de roupa tão autêntico quanto sua personalidade.

É com suas peças coloridas e seu jeito desaforado que a jovem conquista milhares de seguidores nas redes sociais – e também um admirador secreto. Em busca de justiça por dramas familiares do passado, o protagonista Anil Gürman (Ozan Dolunay) se torna chefe de Merve para se vingar, mas é surpreendido por sentimentos conflitantes em relação à  garota.

Inspirado no livro homônimo da escritora e roteirista Ceylan Naz Baycan, o filme está disponível na Netflix.

Ahsen Eroğlu e Ozan Dolunay se beijando embaixo de um guarda-chuva em cena de Seja Você Mesma.
Foto: reprodução/Netflix
Ask Taktikleri (Táticas do Amor)

Asli (Demet Özdemir) está determinada a dar uma lição nos homens que não prestam, fazendo algum desconhecido se apaixonar por ela. Já o publicitário de sucesso Kerem (Sükrü Özyildiz) acredita ter o dom de deixar qualquer mulher caidinha aos seus pés. Quando se encontram, ambos entram em uma competição para ver quem vai ceder primeiro, mas o destino lhes guarda um romance inesperado.

Para quem gosta de Como Perder Um Homem em 10 Dias, Táticas do Amor (2022) é outro romance que aquece o coração e tira boas risadas. Não à toa conquistou uma legião de fãs e ganhou uma sequência, lançada em julho de 2023. As duas partes estão no catálogo da Netflix.

Sükrü Özyildiz em cena de Táticas do Amor
Foto: divulgação/Netflix
Kağıttan Hayatlar (Filhos de Istambul)

Saindo dos romances em direção aos famosos dramas turcos, a próxima indicação é Filhos de Istambul (2021), uma sensível obra sobre desigualdade social e invisibilidade da população que vive às margens da sociedade na maior cidade da Turquia. 

O longa, dirigido por Can Ulkay, retrata a vida de Mehmet (Çagatay Ulusoy), um catador que administra um ponto de coleta de materiais recicláveis no bairro onde mora. Sua trajetória muda quando ele se depara com um menino dentro de um saco de lixo e começa a construir um forte vínculo com a criança. 

Enquanto ajuda Ali (Emir Ali Doğrul) a encontrar sua família, o protagonista embarca em uma comovente história que escancara a triste realidade de indivíduos marginalizados em Istambul. O filme também está disponível na Netflix.

Çagatay Ulusoy em imagem de divulgação do filme Filhos de Istambul
Foto: divulgação/Netflix
Okul Tıraşı (O Protetor do Irmão)

Vencedor do Prêmio FIPRESCI no Festival de Berlim de 2021, o filme O Protetor do Irmão (2021), dirigido por Ferit Karahan, se passa em um internato infantil localizado na região de Anatólia, no leste da Turquia, onde alunos curdos são submetidos a uma educação repressiva e autoritária.

Quando Yusuf (Samet Yildiz) precisa cuidar de seu melhor amigo Memo (Nurullah Alaca), que fica doente após sofrer um castigo violento das autoridades da escola, ele se depara com a angustiante realidade de ser ignorado pelos professores locais. 

O filme, amplamente reconhecido internacionalmente, pode ser encontrado no Prime Video.

Samet Yildiz sentado na frente de Nurullah Alaca, em cena de O Protetor do Irmão
Foto: reprodução/Asteros Film
Sen Yaşamaya Bak (Meu Porto Seguro)

Melisa (Asli Enver) é mãe solo, independente e não precisa de ninguém ao seu lado para cuidar do seu filho, Can (Mert Ege Ak). Mas, quando recebe a notícia de que está com seus dias de vida contados por conta de uma doença terminal, a protagonista corre em busca de um novo porto seguro para o menino.

Seu caminho se cruza com o de Firat (Kaan Urgancıoğlu) e eles embarcam em uma relação intensa, mas com data marcada para terminar. Assim começa o romance dramático da Netflix que impactou os telespectadores e ganhou uma sequência, lançada em 2024. Em Meu Porto Seguro 2 (Sen Büyümeye Bak), Melisa Aslı Pamuk (Kara Sevda) se junta ao elenco da duologia.

Os dois filmes estão disponíveis na Netflix.

Asli Enver e Kaan Urgancıoğlu dançando em cena de Meu Porto Seguro
Foto: reprodução/Netflix
İki Dünya Bir Dilek (Dois Mundos, Um Desejo)

Lançado no final de 2025, İki Dünya Bir Dilek (Dois Mundos, Um Desejo) é um longa escrito e estrelado por Hande Erçel, protagonista de Será Isso Amor (Sen Çal Kapımı). No filme, a atriz dá vida a Bilge. Ela e Can (Metin Akdülger) sentem uma conexão imediata quando se conhecem em um hospital, ainda na infância.

Anos depois, a advogada e o arqueólogo têm seus destinos novamente entrelaçados ao viverem um mágico e emocionante reencontro. Dirigido por Ketche, o filme está no catálogo do Prime Video.

Hande Erçel sorrindo, olhando para cima, no filme Dois Mundos, Um Desejo
Foto: reprodução/Netflix

O cinema turco é cheio de romance, drama e muita narrativa intrigante. Agora, é só preparar a pipoca e aproveitar as recomendações!

Se for assistir aos filmes da lista, não esqueça de compartilhar com o Entretê pelas nossas redes sociais: Instagram, Facebook, X. Aproveite e já nos siga para não perder nenhuma novidade do entretenimento turco.

 

Leia Mais: 6 produções turcas para assistir durante as férias de verão 

 

Texto revisado por Kaylanne Faustino

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Cinema Notícias

O Agente Secreto está no streaming, e não é o único: onde assistir aos filmes indicados ao Oscar 2026

Com 5 indicações para o Brasil, a cerimônia do Oscar 2026 tem data marcada para 15 de março e ainda dá tempo de assistir O Agente Secreto e muitos outros indicados, já disponíveis no streaming

A 98ª edição do Oscar está para acontecer! No próximo domingo (15), a transmissão, que começa com o tapete vermelho às 18h30 e depois com a cerimônia às 21h, promete uma disputa acirrada entre grandes produções e uma alta chance do cinema brasileiro trazer pelo menos mais uma estatueta para casa. 

Com recorde histórico, o Brasil concorre no Oscar 2026 em 5 categorias. O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, aparece nas categorias Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Direção de Elenco e Melhor Ator com Wagner Moura que, além de queridinho do Brasil, pode se tornar o primeiro brasileiro a vencer nesta categoria do prêmio. E também, em Melhor Fotografia, Adolpho Veloso concorre por Sonhos de Trem

No dia 7 de março, a Netflix lançou O Agente Secreto na sua plataforma, que rapidamente se tornou um dos títulos mais assistidos graças aos amantes do cinema brasileiro e também à todos que gostam de completar sua checklist assistindo aos indicados antes do dia da premiação. 

wagner moura em o agente secreto
Foto: reprodução/Netflix

Junto com O Agente Secreto, a maioria dos nomes em busca de uma estatueta já estão disponíveis no streaming. Por isso, neste clima do Oscar 2026, confira a lista dos principais filmes, animações e documentários que concorrem este ano e onde assisti-los. 

 

Melhor Filme

O Agente Secreto – Netflix 

Bugonia – Amazon Prime Video (aluguel) 

F1 – Apple TV 

Frankenstein – Netflix 

Hamnet – Amazon Prime Video e Apple TV (aluguel) 

Marty Supreme – Amazon Prime Video (aluguel) 

Uma Batalha Após a Outra – HBO Max 

Valor Sentimental – MUBI

Pecadores – HBO Max 

Sonhos de Trem – Netflix 

 

Melhor Filme Internacional

O Agente Secreto (Brasil) – Netflix 

Foi Apenas um Acidente (França) – MUBI

Valor Sentimental (Noruega) – MUBI

Sirât (Espanha) – Indisponível no streaming 

A Voz de Hind Rajab (Tunísia) – Amazon Prime Video e Apple TV (aluguel) 

 

Melhor Animação

Arco – Indisponível 

Elio – Disney+

KPop Demon Hunters – Netflix 

A Pequena Amélie – Indisponível

Zootopia 2 – Disney+

 

Melhor Curta de Animação

Papillon – Youtube 

Forevergreen – Youtube 

The Girl Who Cried Pearls – Youtube 

Retirement Plan – Indisponível 

The Three Sisters – Indisponível

 

Melhor Documentário

The Alabama Solution – HBO Max 

Come See Me in the Good Light – Apple TV

Cutting Through Rocks – Indisponível 

Um Zé Ninguém Contra Putin – Indisponível

A Vizinha Perfeita – Netflix 

 

Melhor Curta Documental

Quartos Vazios – Netflix 

Armado com uma Câmera: Vida e Morte de Brent Renaud – HBO Max 

Children No More: Were and Are Gone – Indisponível 

O Diabo Não Tem Descanso – HBO Max 

Perfectly a Strangeness – Indisponível 

 

E não acaba por aí! Apesar do menor destaque, existem outros títulos que também estão entre os favoritos do público e, por isso, o Entretê separou mais três filmes indicados que você não vai querer perder.  

Blue Moon, concorrendo nas categorias de Melhor Roteiro Original e Melhor Ator com Ethan Hawke, está disponível para aluguel no Prime Video; Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria, com Rose Byrne concorrendo como Melhor Atriz e que pode ser assistido alugado na Apple TV; e A Hora do Mal, presente na premiação graças a sua atriz coadjuvante Amy Madigan, você pode assistir na HBO Max. 

Já assistiram alguns dos indicados? Ansiosos para o Oscar 2026? Conta tudo para a gente nas redes sociais do Entretetizei  (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade no mundo do entretenimento e da cultura! 

 

Leia também: É viralatismo torcer pelo cinema brasileiro em premiações internacionais? 

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cinema Livros Notícias

Clube da Luta ganha edição especial de 30 anos pela Editora Record

Clássico de Chuck Palahniuk retorna às livrarias em edição de colecionador, com capa dura e acabamento especial

Trinta anos após sua publicação original, Clube da Luta, romance de estreia de Chuck Palahniuk, volta às livrarias em uma edição especial de colecionador pela Editora Record. O livro chega com nova identidade visual assinada pelo designer multipremiado Leonardo Iaccarino e acabamento lenticular na capa dura, capaz de formar diferentes imagens conforme o ângulo em que o exemplar é observado.

Foto: divulgação/Editora Record/Entretetizei

Publicado originalmente em 1996, o romance se tornou um marco cultural por sua escrita ácida e provocativa, além de personagens marcantes e uma narrativa repleta de reviravoltas. A obra também inspirou a adaptação cinematográfica de 1999, dirigida por David Fincher e estrelada por Brad Pitt, Edward Norton e Helena Bonham Carter, que ajudou a consolidar o status cult da história.

Foto: reprodução/Meio Bit

Na trama, um narrador anônimo, exausto da rotina corporativa e preso a um consumismo sufocante, vê sua vida mudar radicalmente ao conhecer Tyler Durden, um carismático e enigmático vendedor de sabonetes. Juntos, eles criam um clube de luta clandestino – um espaço onde homens extravasam as frustrações da vida moderna por meio da violência.

Foto: divulgação/Editora Record/Entretetizei

No clube, os participantes lutam até a desistência ou o nocaute. Em vez de terapia ou diálogo, recorrem ao confronto físico como forma de lidar com o vazio e o desencanto do cotidiano. Para eles, a euforia das lutas se torna uma maneira de esquecer, ainda que momentaneamente, os próprios conflitos internos.

A situação se complica quando surge Marla Singer, uma mulher igualmente desiludida com o mundo. Sua presença se entrelaça à relação entre o narrador e Tyler, criando uma dinâmica instável que ameaça implodir a frágil ordem construída entre os três.

Foto: reprodução/GirlsOnTops

Com humor ácido e olhar crítico, Palahniuk constrói em Clube da Luta um retrato perturbador da sociedade contemporânea. Três décadas depois de seu lançamento, o romance permanece atual ao explorar o esgotamento do indivíduo diante das pressões do capitalismo e a busca desesperada por sentido em meio ao caos.

Sobre o autor
Foto: reprodução/Matheus de Souza

Chuck Palahniuk é jornalista e autor best-seller, conhecido por romances como Clube da Luta (1996), Sobrevivente (2012), Monstros Invisíveis (1999), No Sufoco (2001), Condenada (2011) e Clímax (2015). Seus livros já venderam mais de cinco milhões de exemplares em todo o mundo. Clube da Luta foi adaptado para o cinema em 1999 e se tornou um fenômeno cult, projetando internacionalmente sua obra de estreia. Atualmente, o autor vive na região noroeste dos Estados Unidos.

O que você achou da nova edição de Clube da Luta, lançada pela Editora Record? Compartilhe com a gente através das nossas redes sociais – Instagram, Facebook e X – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

Leia também: Especialista em saúde mental lança romance sobre abandono materno

 

Texto revisado por Kaylanne Faustino

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Cinema Comportamento Cultura Cultura Latina Especiais Notícias

É viralatismo torcer pelo cinema brasileiro em premiações internacionais?

O reconhecimento do nosso audiovisual por instituições estrangeiras diz respeito a muito mais do que arte

Nos últimos anos, vimos o cinema brasileiro transbordar cada vez mais as fronteiras nacionais e levar as nossas histórias a públicos e críticos estrangeiros. Filmes como Ainda Estou Aqui (2024) e O Agente Secreto (2025) nos colocaram no centro do Oscar e do Globo de Ouro, assim como protagonizaram alguns dos festivais mais tradicionais do setor.

A princípio, poderia-se imaginar que esse reconhecimento seria fácil motivo de orgulho. Mas, em um cenário tão saturado por fake news que buscam o desmonte da categoria, é um receio quase irônico que mais se aproxima de frear a torcida nacional: não seria viralatismo querer a valorização do audiovisual brasileiro, que se diz soberano e regional, por organizações e instituições internacionais? É hipocrisia defender o nosso cinema enquanto torcemos tanto por um prêmio estadunidense, como o Oscar?

Foto: reprodução/CNN Brasil

É preciso admitir que há, sim, muitos brasileiros que só dão atenção ao cinema produzido aqui mediante a chancela de premiações e festivais estrangeiros. No Brasil, suspeitamos da qualidade daquilo que é nosso e normalizamos o ceticismo como reação imediata ao elogio, sobretudo num momento em que a ideia de patriotismo está sendo associada a um movimento que rejeita tudo aquilo que é essencialmente brasileiro.

Mas a importância do reconhecimento do cinema nacional e, por consequência, da torcida por esse reconhecimento, ultrapassa qualquer discussão sobre viralatismo ou hipocrisia. Entenda por que uma pequena estatueta de um cavaleiro sobre um rolo de filme pode pesar tanto no ecossistema audiovisual.

Hegemonia cultural: quais são nossas referências?

Há alguns anos, a série Sex Education (2019 – 2023) se tornou pauta nas redes sociais quando algumas pessoas começaram a perceber que, apesar de se passar na Inglaterra, muito do design de produção era claramente estadunidense, desde a cultura escolar aos parques de trailer.

Foto: reprodução/A Gazeta

Laurie Nunn, criadora da série, nunca se esquivou desses apontamentos, inclusive afirmando que essa decisão era intencional, uma vez que “eu sempre fui muito influenciada por séries e filmes americanos; eles foram muito presentes na minha própria adolescência, então isso sempre foi algo a que eu queria retornar.

Se você fosse escrever uma série baseada no contexto e estrutura sociais do que você assistia na sua adolescência, o resultado seria diferente do de Sex Education? 

Apenas para termos uma ideia, segundo levantamento feito em março pelo aplicativo Letterboxd, que conta com cerca de 20 milhões de usuários ativos em mais de 190 países, esses são os 15 filmes com mais fãs (entende-se: que mais são escolhidos como favoritos) da plataforma:

  1. Interestelar (2014)
  2. Sociedade dos Poetas Mortos (1989)
  3. La La Land (2016)
  4. Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças (2004)
  5. 10 Coisas que Eu Odeio em Você (1999)
  6. As Vantagens de Ser Invisível (2012)
  7. Whiplash: em Busca da Perfeição (2014)
  8. Clube da Luta (1999)
  9. Gênio Indomável (1997)
  10. Adoráveis Mulheres (2019)
  11. Orgulho e Preconceito (2005)
  12. Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo (2022)
  13. Me Chame Pelo seu Nome (2017)
  14. Coraline (2009)
  15. Parasita (2019)

Dos 15 filmes mais queridos no aplicativo, apenas três não são situados nos Estados Unidos: Orgulho e Preconceito, Me Chame Pelo Seu Nome e Parasita.

Foto: reprodução/Ladylavinia1932’s Blog

Façamos aqui um exercício. Se eu te perguntar agora qual é o seu filme favorito, quais as chances da sua resposta ser um longa produzido nos Estados Unidos? Dos últimos dez filmes que você assistiu, quantos eram estadunidenses? Você já ouviu alguém ser visto como nichado por gostar do cinema nacional?

A nossa referência pertence aos Estados Unidos, e nós usamos essa referência para refletir a nossa própria realidade. A verdade é que, enquanto nosso senso comum for estadunidense, o Brasil invariavelmente se torna errado por não ser igual. 

Tudo isso diz respeito à hegemonia cultural, conceito que descreve a capacidade da classe dominante de manter o poder através da imposição da sua visão de mundo e ideologia de forma não coerciva e consensual. Segundo a pesquisadora Annabelle Sreberny, essa dominação se reproduz na “institucionalização de jeitos de viver, estruturas organizacionais, valores, relações interpessoais e língua”.

Foto: reprodução/Rolling Stone Brasil

A título de exemplo, no famoso ensaio O Perigo de uma História Única, a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie explica que, quando era criança, os livros que lia eram todos britânicos e estadunidenses. Consequentemente, quando começou a escrever, “todos os meus personagens eram brancos de olhos azuis, brincavam na neve, comiam maçãs e falavam muito sobre o tempo e sobre como era bom o sol ter saído.” 

Em outras palavras, se as bombas nucleares nos fazem temer os Estados Unidos, é sua dominação cultural que nos faz querer viver o Sonho Americano.

E o que a indicação de filmes brasileiros em premiações estrangeiras tem a ver com isso? É certo que o Oscar não colocará fim à hegemonia cultural estadunidense, e a premiação tampouco pode ser considerada o termômetro mais confiável e incorruptível de talento e articulação artística, mas ela não deixa de ser um dos maiores palcos do entretenimento.

Quando Parasita começou a ser cotado para a premiação ainda no final de 2019, pessoas dos mais diversos países se deram a oportunidade de enxergar a realidade através de um pequeno e sujo porão em um bairro pobre de Seul. Após a vitória no Oscar de 2020, o filme teve um aumento de 234% na venda de ingressos em apenas um final de semana nos Estados Unidos.

Parasita desencadeou uma série de discussões, das mais regionais às mais universais, e reverberou no público de tal forma que, sete anos depois, ainda é uma das produções mais celebradas ao redor do mundo.

Foto: reprodução/UOL TAB

Se ano passado Ainda Estou Aqui fez estrangeiros (e até mesmo brasileiros) encararem pela primeira vez o nosso passado de violência com a ditadura, este ano O Agente Secreto soma a esse quebra-cabeça o nosso folclore, a nossa dor, o nosso carnaval e até os nossos orelhões. Isso se dá devido à acessibilidade e à projeção que esses circuitos internacionais concedem aos filmes, e não há artista que queira que sua obra não seja vista: toda história quer ser contada.

Perceba que a discussão não é sobre o valor ou a qualidade das produções, e não podemos esperar que dois filmes inseridos no contexto da ditadura sejam retratos perfeitos da realidade brasileira. O que está em jogo é a possibilidade de diferentes pessoas e experiências se tornarem referência, afinal, não é possível que alguém acredite que só os Estados Unidos têm histórias para contar. 

Foto: reprodução/Rolling Stone Brasil
Circularidade do mercado

A nossa torcida por prêmios internacionais também é importante para financiamento e mercado.

Quando um filme é produzido por leis públicas de fomento, sua bilheteria gera renda, empregos e retorno econômico ao país, garantindo que mais projetos recebam incentivos. De forma resumida: cinema nacional gera cinema nacional.

Eu sou fruto das leis de incentivo à cultura”, defendeu Wagner Moura em uma exibição de O Agente Secreto. “Eu existo porque na Bahia dos anos 90 houve leis que possibilitaram que atores do teatro baiano [pudessem] existir como artistas.

Dada essa estrutura, é lógico que, quando nossas histórias são selecionadas por grandes festivais e premiações, críticos, distribuidoras e produtoras dão mais valor e atenção ao que temos a dizer, o que abre novas oportunidades e caminhos de financiamento. Basta lembrar de como filmes já ganharam nossa curiosidade apenas por serem aplaudidos por mais de dez minutos em algum festival, ou olhar para números:

Foto: reprodução/Festival do Rio

No ano passado, Ainda Estou Aqui teve um aumento de quase 90% em bilheteria após a indicação ao Oscar, e estima-se que o sucesso do longa também tenha impactado no aumento de 197% na bilheteria de filmes nacionais em um ano. Dentre os oito indicados a Melhor Filme, O Agente Secreto é o mais visto em cinemas brasileiros, superando a bilheteria de filmes como Pecadores (2025), Marty Supreme (2025) e mesmo  F1 – O Filme (2025).

Seria maravilhoso que os filmes brasileiros sempre estivessem no topo das bilheterias nacionais, mas cenários como esse são incríveis em um país que até poucos anos rejeitava e desconhecia o próprio cinema

Também é importante ressaltar que, quando o audiovisual movimenta a economia, não é apenas a sala de cinema que se beneficia. Ir ao cinema envolve gastos com transporte, estacionamento e alimentação, sem contar que, quando o Brasil chega ao palco do Oscar e do Globo de Ouro, muitos bares, restaurantes e até cinemas organizam eventos de transmissão ao vivo. 

O cinema é de interesse artístico, cultural e político, mas também é de interesse econômico e deve ser assegurado e protegido por órgãos como o Ministério da Cultura. A necessidade de reafirmar isso e de rebater fake news sobre leis de fomento a cada ano é consequência de um discurso “patriota” que nega tudo o que aprofunda o entendimento da nossa realidade.

Foto: reprodução/Lance!

Para essas pessoas, a brasilidade é um bicho papão e sua celebração é um pesadelo. Discursos assim reforçam a necessidade de torcer, de combater a tentativa de desmonte e desmoralização, porque não há nada de hipocrisia ou viralatismo em desejar o sucesso e o reconhecimento das nossas histórias, em querer que elas alcancem cada vez mais pessoas.

Hipocrisia é se dizer patriota e odiar tudo que é produzido aqui. 

No domingo – seja numa mesa de bar, na sala de um amigo ou mesmo sozinhos –, muitos estarão grudados à TV ansiosos pelas cinco categorias com nomes brasileiros entre os indicados. Estaremos prontos para acompanhar as horas sem fim de humor estadunidense para chegar no momento que, talvez, possamos nos reconhecer em um dos maiores palcos de entretenimento no mundo. 

E vamos merecer cada segundo de orgulho.

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Leia também: Opinião | Cinema, viralatismo, Ainda Estou Aqui e representatividade

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Música Notícias

Lakini apresenta So Close, single que explora o início de um amor

Com sonoridade suave e tom intimista, a faixa explora a descoberta do amor e marca o início de um novo momento da carreira autoral da cantora

So Close, novo single de Lakini, se debruça sobre a delicadeza do início de um relacionamento e naquele instante em que um sentimento novo surge. A faixa, já disponível em todas as plataformas de música, explora o cenário onde a reciprocidade ainda é um terreno a ser descoberto, traduzindo o prazer e a tensão de um encontro iminente entre dois corações que já se notaram, mas seguem no processo de se conhecer.

O processo de criação da música não seguiu um caminho linear. Embora a primeira versão da letra tenha surgido logo que Lakini recebeu o instrumental, a artista sentiu que o resultado ainda não alcançava a profundidade que a melodia exigia. A solução veio de um resgate pessoal: um caderno de versos escrito aos 17 anos de idade. “Adaptei a melodia, transformando um verso antigo em algo que finalmente se tornava completo”, comenta a artista.

Sonoramente, So Close aposta em uma estética suave e intimista, desenhada para caminhar junto à letra. Mais do que apenas audição, a artista busca provocar uma reação sensorial no público. O objetivo é que o ouvinte sinta a música e que ela tenha a capacidade de fazer o tempo desacelerar.

Foto: reprodução/Paul Miller

Este lançamento carrega um peso emocional maior para a cantora, que não esconde o entusiasmo com a chegada da faixa às plataformas. “Estou muito animada, é um momento que venho esperando há bastante tempo. Sem dúvida, So Close é a minha favorita entre todas as músicas que já lancei, o que torna tudo ainda mais especial para mim“, afirma.

Além de ser um marco individual, o single serve como o primeiro passo de um trabalho maior. So Close abre alas para um projeto futuro que já está em desenvolvimento, antecipando a identidade do que Lakini pretende apresentar em sua nova fase na carreira.

Ouça o single:

 

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Leia também: Christian Chávez anuncia show extra em São Paulo após ingressos esgotados

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Música Notícias

BTS divulga pistas da title SWIM em plataforma de áudio

Conteúdo inclui mensagens de voz inéditas dos integrantes, nas quais compartilham reflexões pessoais sobre a title do novo álbum

A uma semana do comeback com o novo álbum, ARIRANG, o grupo sul-coreano BTS divulgou pistas da title do novo projeto, SWIM. A dinâmica é feita no Spotify e inclui uma “caça ao tesouro” dentro do aplicativo.

O grupo convida os fãs a explorarem o Spotify em busca de surpresas escondidas pelos próprios integrantes, com mensagens de áudio inéditas, nas quais eles compartilham reflexões pessoais sobre a faixa principal do novo álbum. Ao todo, ARIRANG contará com 14 músicas e será lançado na próxima sexta-feira (20). 

Os sete membros, RM, Jin, SUGA, j-hope, Jimin, V e JungKook vão esconder fragmentos exclusivos dentro do aplicativo do Spotify. Cada fragmento funciona como uma chave virtual para desbloquear uma mensagem de voz secreta daquele integrante.

Saiba como participar:

  • Atualize seu aplicativo do Spotify: Certifique-se de que o app está atualizado para a versão mais recente e que você está logado em uma conta Spotify Premium para aproveitar a experiência completa.
  • Procure os fragmentos dos integrantes: Cada integrante escolheu um esconderijo dentro dos espaços onde o BTS está presente no Spotify. A dica é explorar tudo: navegar pelos conteúdos, rolar as páginas e interagir com os elementos na tela. O próximo fragmento pode aparecer a qualquer momento.
  • Toque para coletar: Ao encontrar um fragmento, basta tocar nele para desbloquear e ouvir a mensagem de voz secreta do integrante.
  • Compartilhe suas descobertas: Use o botão Share para compartilhar seu progresso no Decoding ARIRANG nas redes sociais.
  • Revise sua coleção de fragmentos: Abra a barra de busca no Spotify e procure por “BTS Decoding ARIRANG”. Em seguida, toque no resultado para acessar sua coleção dentro do app, com todos os fragmentos e mensagens de voz dos integrantes que você já encontrou.
  • Encontre os sete fragmentos: Os fãs que conseguirem encontrar todos os sete fragmentos desbloquearão um easter egg especial de ARIRANG.

 

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Leia também: Como o retorno do BTS com Arirang reescreve a regra do ídolo pop

 

Texto revisado por Gabriela Fachin

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Cultura asiática Notícias

Sequência de Guerreiras do K-pop é confirmada

Com o retorno dos diretores Maggie Kang e Chris Appelhans, os indicados ao Oscar firmam parceria criativa com a Netflix

A continuação de Guerreiras do K-pop foi oficialmente confirmada pela Netflix, e marca o primeiro projeto do acordo exclusivo com a plataforma para roteiro e direção em animação. A sequência contará com o retorno dos criadores do filme original, indicado ao Oscar de Melhor Animação e Melhor Canção Original com Golden.

Maggie Kang e Chris Appelhans estarão de volta ao comando da direção e do roteiro da produção. Ambos se manifestaram após o anúncio da plataforma de streaming:

Produtores Guerreiras do K-pop
Foto: divulgação/Netflix

Sinto um orgulho imenso, como cineasta coreana, pelo fato de o público querer mais dessa história coreana e dos nossos personagens coreanos. Há muito mais nesse mundo que construímos e estou empolgada para mostrar a vocês. E isso é só o começo”, declarou Maggie Kang

Esses personagens são como família para nós, o mundo deles se tornou nossa segunda casa. Estamos animados para escrever o próximo capítulo, desafiá-los e vê-los evoluir – e continuar a expandir os limites de como música, animação e narrativa podem se unir”, afirmou Chris Appelhans

Sobre Guerreiras do K-pop

A trama acompanha as HUNTR/X enquanto elas dividem seu tempo entre se apresentar para os fãs e caçar demônios. O problema? Agora os vilões também decidiram criar um grupo de k-pop, os Saja Boys, para competir com elas pela adoração do público fanático.

Após sua estreia oficial, o filme logo se tornou um enorme sucesso na Netflix, alcançando o topo da lista de conteúdos mais vistos da história da plataforma. 

No elenco de vozes em inglês, Ejae, Audrey Nuna e Rei Ami emprestam suas cordas vocais para as músicas originais, e dividem os papéis com as atrizes Arden Cho, May Hong e Ji-young Yoo, que dão vozes às falas das personagens. Guerreiras do K-pop ainda conta com nomes como Ahn Hyo-seop, Youjin Kim, ken Jeong, Lee Byung-hun e Daniel Dae Kim no elenco de vozes em inglês. Golden, Your Idol, Soda Pop e outras canções da trilha sonora original entraram em paradas de sucesso nos EUA e ao redor do mundo.

Golden Globes 2026
Foto: reprodução/The Korea Times

A animação também se provou um dos favoritos da temporada de premiações, levando para casa o Critics Choice Awards 2026 e o Golden Globe Awards 2026 nas categorias de Melhor Animação e Melhor Canção Original, com Golden.

Guerreiras do K-pop está disponível para streaming na Netflix e é um dos grandes favoritos para a noite do Oscar, que acontece no próximo domingo (15), a partir das 18h30. Sua continuação está em pré-produção, com previsão de lançamento para 2029.

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Leia também: White Day: tradição romântica asiática inspira coleção de drama

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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