Com cerca de 13 trocas, o show reuniu moda brasileira e alta-costura internacional em uma narrativa visual de performance
A apresentação de Shakira em Todo Mundo no Rio transformou o palco de Copacabana com moda e performance. Ao longo do espetáculo, apelidado de Lobacabana, os figurinos funcionaram como extensão da narrativa da turnê e como um gesto de diálogo com o Brasil, tanto nas cores quanto na escolha de estilistas.
Ao longo de cerca de 13 trocas de figurino, a artista construiu uma estética que acompanhou os blocos do show. Os looks são responsáveis por organizar a narrativa: alternam momentos de força, sensualidade e celebração, incorporando referências brasileiras e ampliando a leitura da moda como linguagem de palco.
Moda nacional
O designer Victor Hugo Mattos aparece em um dos momentos mais performáticos, durante a participação com Anitta. Seu figurino parte de um maiô dourado estruturado, que se aproxima de um corset, e se expande em aplicações de metais, cristais e elementos garimpados.
Foto: reprodução/Vogue/Globo
Já a marca Hisha, comandada por Giovanna Resende, inseriu no show de Shakira uma leitura mais artesanal da moda brasileira. O look apresentado apostou em sobreposições, texturas e técnicas manuais, com bordados e franjas, que fazem referências simbólicas e culturais. Em contraste entre com outros figurinos, trouxeram para o palco uma dimensão mais orgânica e ligada ao fazer manual.
Foto: reprodução/G1
Dario Mittmann assinou o figurino final, responsável por encerrar o espetáculo e sintetizar o conceito central. O macacão seguiu a estética da “loba”, que atravessa toda a narrativa da turnê, combinando elementos tribais e futuristas. Para o Rio, o look ganha uma versão especial com as cores da bandeira brasileira, consolidando o momento final como uma celebração visual e simbólica.
Foto: reprodução/Dario Mittmann/Vogue
Parcerias internacionais
No eixo internacional, a parceria entre Etro e Swarovski para vestir Shakira concentrou os figurinos que apostam em superfícies inteiramente cobertas por cristais, explorando brilho, transparência e efeitos de luz, que ampliaram a escala do espetáculo e reforçaram sua dimensão global.
Foto: reprodução/Silvia Izquierdo
Além dos looks autorais, o show também se sustentou em figurinos de transição, que garantiram fluidez. O look de abertura, um macacão em verde e amarelo, estabeleceu de forma direta o diálogo com o Brasil logo nos primeiros minutos, sendo seguido por variações na mesma paleta e por composições como o vestido verde e rosa e o figurino branco, que marcaram mudanças de atmosfera ao longo da apresentação.
Essas peças, muitas vezes sem atribuição direta a um único criador, integraram o repertório da turnê com assinaturas como Natalia Fedner e Michael Schmidt Studios. Pensados para facilitar a mobilidade, trocas rápidas e impacto da luz, funcionam como ligação entre os momentos mais conceituais e os de alta-costura e estruturam o ritmo do espetáculo para consolidar o show como uma narrativa visual.
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Títulos que chegam às livrarias exploram diferentes vivências e reforçam o papel da literatura na ampliação de perspectivas
A Intrínseca reúne, em seus lançamentos de maio, histórias que refletem diferentes formas de viver, sentir e interpretar o mundo – da ficção contemporânea ao romance com elementos fantásticos, passando por narrativas que exploram saúde, identidade e relações familiares. Mais do que acompanhar tendências, a seleção aposta em obras que ampliam perspectivas e colocam em evidência temas que seguem mobilizando leitores dentro e fora das páginas.
Foto: reprodução/Instagram @leticiageek
Com títulos que dialogam com questões como luto, amadurecimento, legado e autonomia, a editora reforça seu papel em trazer ao público histórias diversas, capazes de atravessar gêneros e conectar experiências. Todos os livros chegam às livrarias em 4 de maio, compondo uma lista que equilibra entretenimento e reflexão em diferentes frentes.
Onar ‘82, por José Roberto de Castro Neves
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei
A história acompanha a vida do cronista esportivo Samuel Janowitz, um apaixonado pelo futebol, mas incapaz de se conectar com seu filho, Daniel. Após anos de afastamento e silêncio entre os dois, Samuel recebe a notícia da morte repentina do jovem e, junto dela, um manuscrito deixado por ele.
Nesse livro dentro do livro, Daniel se inspira em Sonho de Uma Noite de Verão, de William Shakespeare, para construir o universo fictício do Morro de Ardenas, no Rio de Janeiro. Enquanto Samuel, na vida real, perde a chance de cobrir os jogos da Copa de 1982 devido a uma cirurgia e acompanha pela televisão a derrota do Brasil – na ficção o mesmo ano é reimaginado sob uma ótica mística e esperançosa. Personagens inspirados na obra de Shakespeare vivem histórias amorosas e tragicômicas, e o destino da seleção brasileira pode ser diferente.
Fantasma, por Ana Laura Lopes
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei
O romance de estreia da cantora Ana Laura Lopes, desenvolve a história por trás de seu maior sucesso musical e apresenta detalhes da trajetória de uma jovem em busca de espaço na indústria da música. A mudança para Curitiba, longe da família, marca o início de uma fase decisiva em sua vida.
Ao lado de Juliana, uma empresária influente, ela começa a trilhar o caminho rumo ao estrelato e a conhecer os bastidores do meio artístico. Em meio a uma rotina intensa, novas experiências e a descoberta de um romance com Guilherme, guitarrista da banda Labirinto, a protagonista precisa lidar com inseguranças, amadurecimento e os desafios da vida adulta, enquanto tenta transformar seus sonhos em realidade.
Rafael Nadal: O Rei do Saibro, por Christopher Clarey
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei
Após o sucesso deFederer: O Homem que Mudou o Esporte (2021), Christopher Clarey volta seu olhar para Rafael Nadal, um dos maiores nomes da história do tênis. Multicampeão em diferentes superfícies, o atleta construiu um legado impressionante, com títulos em Wimbledon, no US Open e uma medalha de ouro olímpica.
No entanto, foi no saibro – a superfície mais exigente do esporte – que Nadal consolidou sua trajetória. O livro acompanha desde sua primeira vitória em Roland Garros, aos 19 anos, até momentos recentes de sua carreira, reconstruindo sua jornada a partir de entrevistas com o próprio atleta, sua equipe e grandes nomes do circuito, além de revelar bastidores e aspectos de sua filosofia dentro e fora das quadras.
Confusões do Amor, por Lynn Painter
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei
Quando seu apartamento é interditado, a faxineira Abi Mariano se vê sem lugar para ficar e recorre a uma solução improvável: passar alguns dias na cobertura onde trabalha, cujo dono está sempre viajando. O plano parecia perfeito, até que, na manhã seguinte, ela encontra dois estranhos na cozinha.
Eles são os pais do proprietário e acreditam que Abi é a namorada do filho. Ao descobrir a situação, o executivo Declan Powell decide manter a farsa e propõe um acordo: ela finge ser sua namorada em troca de benefícios. O que começa como um plano prático logo se complica, à medida que a convivência traz à tona sentimentos inesperados e transforma uma simples encenação em algo muito mais real.
Indestrutível, por Dra. Vonda Wright
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei
Mais de 70% das mulheres enfrentam dores nas articulações, perda muscular e redução da densidade óssea ao longo da vida. Esses sintomas, associados ao que a autora chama de “síndrome musculoesquelética da menopausa”, podem comprometer a mobilidade, a autonomia e a qualidade de vida.
Em Indestrutível, a proposta é apresentar caminhos práticos para enfrentar esses desafios. A obra reúne orientações sobre exercícios, nutrição, estilo de vida e suplementação, além de informações sobre exames e testes de mobilidade, oferecendo um guia completo para fortalecer o corpo e promover um envelhecimento mais saudável.
O Último Instante, por Liane Moriarty
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei
Durante um voo aparentemente comum, uma passageira começa a prever como e quando cada pessoa a bordo irá morrer. A situação, inicialmente encarada como uma excentricidade, ganha contornos inquietantes quando, meses depois, algumas dessas previsões se tornam realidade.
Sem explicações para o ocorrido, os sobreviventes passam a conviver com a possibilidade de um destino já traçado. Diante disso, surge uma pergunta inevitável: o que fazer com o tempo que resta? A narrativa combina suspense e reflexão ao explorar temas como morte, livre-arbítrio e as escolhas que definem uma vida.
Sua Vida Começa Antes de Você, por Noémi Orvos-Tóth
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei
Partindo do conceito de trauma transgeracional, a obra investiga como experiências familiares, muitas vezes não elaboradas, influenciam a formação da identidade individual. Relações, padrões emocionais e comportamentos recorrentes podem ter raízes em vivências anteriores à própria existência consciente.
Ao abordar temas como concepção, infância, perdas e segredos familiares, o livro propõe um olhar ampliado sobre a construção do sujeito, convidando o leitor a compreender suas origens e a buscar formas de transformar o presente.
Um Amor de Despedida, por Seo Eun-chae
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei
Há seis anos, Ramwoo morreu ao salvar a vida de Heewan, sua amiga de infância e primeiro amor. Desde então, ela vive marcada pela culpa e pelo luto. Quando o vê novamente, mais velho, acredita estar delirando, mas descobre que ele agora é um ceifador, responsável por guiar almas.
Ramwoo revela que Heewan tem apenas uma semana de vida. Para ajudá-la a partir em paz, sugere que ela diga seu nome três vezes, mas ela não acredita merecer tranquilidade após tudo o que aconteceu. Enquanto tenta convencê-la do contrário, ele propõe que façam juntos uma lista de desejos. Ao longo dessa jornada, os dois revisitam sentimentos e memórias, em uma história que atravessa os limites entre vida, morte e amor.
À Espera de um Feitiço, por Amy Coombe
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei
A princesa Tanadelle está cansada das obrigações da realeza e deseja viver de forma mais livre. Durante uma visita a uma pequena cidade, sua rotina muda completamente quando uma maldição a prende em uma antiga livraria até que descubra o que realmente quer.
Enquanto aguarda uma solução, ela aproveita a inesperada liberdade entre livros e novas experiências. Nesse cenário, conhece um misterioso pirata que surge com intenções duvidosas, mas acaba despertando algo mais. Entre pretendentes enviados por sua família e escolhas que colocam em xeque seu destino, Tandy embarca em uma jornada leve e encantadora sobre autonomia, desejos e finais felizes.
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O evento reuniu celebridades em noite marcada por interpretações criativas e visuais conceituais
Na noite de ontem (4), o Met Gala 2026 transformou o Metropolitan Museum of Art, em Nova York, no principal palco da moda. A edição marcou a abertura da nova exposição do Costume Institute e reuniu celebridades, estilistas e artistas em uma noite que combinou moda e arte, mantendo o evento como um dos mais relevantes do calendário cultural global.
O tema da exposição, Costume Art, propõe uma leitura ampliada da moda como forma de arte, destacando a relação entre o corpo e o vestuário ao longo de diferentes períodos históricos. A proposta coloca a roupa como elemento central da construção estética e cultural, incentivando interpretações que vão além do visual e exploram o significado.
Em sintonia com o conceito, o dress code Fashion Is Art guiou os convidados no tapete e consolidou o evento como espaço de experimentação criativa. Com liberdade interpretativa, os looks apostaram em construções esculturais, referências artísticas e propostas autorais, tratando o corpo como extensão da obra e reforçando a moda como linguagem contemporânea.
Destaques
Beyoncé – Olivier Rousteing (custom)
Heidi Klum – Mike Marino
Foto: reprodução/Getty Images/21Met Gala
Chase Infiniti – Thom Browne
Foto: reprodução/Getty Images
Lisa – Robert Wun (custom)
Foto: reprodução/Kevin Mazur/Getty Images
Anok Yai — Balenciaga
Foto: reprodução/Anok Yai
SZA – Bode (custom)
Foto: reprodução/Kevin Mazur/Getty Images
Madonna – Saint Laurent
Foto: reprodução/Theo Wargo/Getty Images
Emma Chamberlain — Mugler (custom, por Miguel Castro Freitas)
Foto: reprodução/Dimitrios Kambouris/Getty Images
Rihanna – Maison Margiela (by Glenn Martens)
Foto: reprodução/Vogue/Getty Images
Sabrina Carpenter – Louis Vuitton
Foto: reprodução/Vogue/Getty Images
Sarah Paulson – Matières Fécales
Foto: reprodução/Kevin Mazur/Getty Images
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