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Guerreiros do Sol eleva audiência em sua primeira semana no ar

 

Novela conquista o público e se destaca entre os conteúdos mais assistidos na programação 

Após o sucesso no Globoplay, Guerreiros do Sol (2025) conquistou o público com sua chegada à TV Globo, e registrou um crescimento de audiência ao longo da primeira semana no ar. Em São Paulo, do dia 22 a 29 de abril, a nova novela das dez marcou uma média de 15 pontos de audiência e 31% de participação, superando em 25% a média de audiência das quatro semanas anteriores ao início do BBB 26. Já no Rio, a média foi de 14 pontos e 30% de participação.

A novela manteve a liderança na faixa e registrou vantagem sobre os concorrentes da TV aberta, alcançando mais de 49 milhões de telespectadores no acumulado e mais de 20 milhões de telespectadores diários. Repleta de cenas épicas, muito romance e brasilidade, a novela se passa no Sertão nordestino, nas décadas de 1920 e 1930, e é livremente inspirada na vida de Lampião e Maria Bonita. O romance de Rosa e Josué, vividos por Isadora Cruz e Thomás Aquino, conduz a narrativa.

Foto: divulgação/TV Globo

Criada e escrita por George Moura e Sergio Goldenberg, com direção artística de Rogério Gomes, a obra foi vencedora do Rose d’Or Awards na categoria Melhor Novela, eleita Melhor Novela no Prêmio APCA 2025, além de ter sido finalista do Venice TV Awards. 

Relembre a trama principal

Ambientada no sertão nordestino, a trama acompanha a trajetória de Rosa e Josué, dois jovens marcados pela pobreza, pela violência e pelas injustiças sociais da época. Unidos por um amor intenso e proibido, eles acabam sendo arrastados para o universo do cangaço, enfrentando coronéis poderosos, perseguições policiais e conflitos familiares. A trama mistura romance, ação e drama ao retratar a luta pela sobrevivência em meio à seca e às desigualdades do sertão.

Foto: divulgação/TV Globo

Josué se transforma em um dos líderes mais temidos do bando, enquanto Rosa rompe os padrões impostos às mulheres da época ao assumir papel de destaque entre os cangaceiros. Ao longo da história, o casal enfrenta traições, disputas internas e perdas dolorosas, ao mesmo tempo em que tenta preservar seus sentimentos em meio à brutalidade da vida fora da lei. Personagens como Jânia e Otília também ganham relevância na narrativa, trazendo diferentes visões sobre ambição, lealdade e resistência feminina dentro daquele universo. Inspirada em histórias reais do cangaço brasileiro, Guerreiros do Sol explora temas como vingança, poder, honra e liberdade. 

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cinema Notícias

O retorno de Cláudio e Helena: Se Eu Fosse Você 3 ganha trailer e pôster oficiais

Com Tony Ramos, Gloria Pires e Cleo Pires, o terceiro filme da franquia chega aos cinemas no segundo semestre de 2026

Vinte anos após o lançamento do filme que marcou o cinema nacional, Tony Ramos e Gloria Pires retornam aos seus papéis de Cláudio e Helena em Se Eu Fosse Você 3. Com previsão de estreia para o segundo semestre de 2026, a nova comédia acaba de ter seus primeiros materiais de divulgação revelados. 

Nessa continuação, a trama acompanha o casal lidando com a vida adulta de sua filha Bia (Cleo Pires), que agora está casada com Aquiles (Rafael Infante).

A narrativa avança duas décadas, revelando a família em aparente equilíbrio. Porém, a sinopse avisa que “o raio parece cair mais uma vez no mesmo lugar“, sugerindo que a clássica troca de corpos voltará a ocorrer.

Com isso, eles serão forçados a literalmente se colocar no lugar do outro. Em paralelo, Bia e Aquiles enfrentarão seus próprios conflitos, lidando com a rotina e o desafio de se manterem unidos diante de novas pressões.

Mas, para entendermos melhor essa sequência, é necessário voltarmos para o primeiro filme. Se Eu Fosse Você 1 chegou aos cinemas em 2006, apresentando Cláudio, um publicitário viciado no trabalho, e Helena, uma professora de música. 

Em meio a uma crise conjugal, um fenômeno cósmico faz com que eles troquem de corpos. Obrigados a viver a vida um do outro para esconder o segredo, eles acabam redescobrindo a empatia e recuperando o casamento.

O sucesso foi tanto que rendeu uma continuação, Se Eu Fosse Você 2, que saiu em 2009. Nessa sequência, o casal está de novo à beira do divórcio, quando, novamente, sofrem uma troca de corpos. 

Mas, dessa vez, tem algo que deixa tudo pior: eles precisam lidar com a nova realidade no exato momento em que a filha adolescente Bia (Isabelle Drummond) anuncia estar grávida.

Pôster oficial de Se Eu Fosse Você 3
Foto: divulgação/bcbiz.

Nesse novo capítulo, o elenco ganha reforço de nomes como Valentina Daniel, Paulo Rocha, Yohama Eshima, Dan Ferreira e Rosi Campos, além de contar com uma participação especial de Fefe Schneider.

A direção de Se Eu Fosse Você 3 fica sob o comando de Anita Barbosa (Amor.com, 2017), a partir do roteiro escrito por Leandro Soares (Vai que Cola, 2013). Daniel Filho, que dirigiu os dois primeiros filmes da franquia, retorna ao projeto assinando a supervisão artística.

A realização é da Total International, que atua em coprodução e distribuição conjunta com a Buena Vista International, selo voltado para produções locais.

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Texto revisado por Kalylle Isse

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Tudo o que já sabemos sobre o filme de A Viagem

Fenômeno atemporal da teledramaturgia brasileira, A Viagem está de volta, agora em um novo formato, e promete fortes emoções

A Viagem, novela clássica criada por Ivani Ribeiro, que marcou gerações ao abordar temas ligados ao espiritismo kardecista, ganhará uma nova versão, adaptada em um filme baseado na história do folhetim. A TV Globo já deu a largada na produção e revelou os primeiros nomes do elenco que promete ser bastante estrelado.

Foto: divulgação/Globo

O longa será inspirado na versão original da trama de 1975, exibida pela Rede Tupi, e promete manter os elementos que transformaram a obra em um clássico: romance, drama, espiritualidade e fantasia. A direção ficará por conta de Henrique Sauer, que trabalhou em produções como O Outro Lado do Paraíso (2017). Já a adaptação será assinada por Jaqueline Vargas, conhecida por trabalhos como Sessão de Terapia (2012), Dona de Mim (2025) e Floribella (2005), e a produção será dos Estúdios Globo. Em entrevista, a roteirista Jaqueline Vargas refletiu sobre a temática da obra e a atualidade da trama: “Na novela A Viagem, Alexandre se suicida, cheio de ressentimentos, e se transforma em um espírito obsessor. Essa obra, da grande Ivani Ribeiro, impressiona por ser uma trama que continua atual. O ressentimento é algo perene. Atualmente, o obsessor pode estar dentro de nós. Afinal, o ressentimento pode nos aprisionar, destruir relações, e até nos afastar das pessoas queridas. E ele é uma narrativa. Narrativa da injustiça, da dor. Quanto mais repetida pode se tornar a identidade do sujeito”.  As filmagens começam ainda neste mês de maio e a estreia está prevista para acontecer entre 2027 e 2028.

Assim como na novela, o filme acompanhará o romance entre Diná e Otávio, além da trajetória espiritual de Alexandre, irmão de Diná, após sua morte. A produção também abordará a desencarnação de Otávio e sua experiência no plano espiritual.

Elenco começando a ser formado 

Foto: reprodução/Instagram @loracarola/divulgação/Globo

Segundo o portal Notícias da TV, Carolina Dieckmmann interpretará a protagonista Diná, personagem eternizada por Christiane Torloni na versão de 1994 e por Eva Wilma em 1975. Para o papel, a atriz já transformou o visual, cortando e pintando os cabelos de preto. Na história, Diná vive um intenso romance com o advogado Otávio, vivido por Antônio Fagundes em 1994 e por Altair Lima em 1975, personagem que agora ficará a cargo de Rodrigo Lombardi.

Foto: reprodução/Instagram @pedropnovaes/divulgação/Globo

O inesquecível espírito obsessor Alexandre, eternizado por Guilherme Fontes no remake de 1994 e por Ewerton de Castro em 1975, será interpretado por Pedro Novaes. O ator, inclusive, já apareceu caracterizado para o personagem, adotando o icônico cabelo loiro platinado do vilão.

Foto: reprodução/Globo

Já Téo, o marido problemático de Diná, será vivido por Emílio Dantas; anteriormente interpretado por Tony Ramos e Maurício Mattar

Uma das grandes surpresas do filme será o retorno de Lucinha Lins ao universo de A Viagem. Após interpretar Estela no remake de 1994, ela agora dará vida à Dona Maroca, mãe de Estela e Diná, personagem interpretada em 1994 por Yara Cortes.

Eriberto Leão assumirá o papel de doutor Alberto, interpretado pelo saudoso Cláudio Cavalcanti na versão de 1994 , enquanto Belize Pombal viverá uma guia espiritual responsável por orientar Otávio e Diná ao longo da trama, além de enfrentar os conflitos provocados pelo perturbado Alexandre. 

A atriz Sara Antunes foi escalada para viver Estela, irmã de Diná.O nome da atriz repercutiu nas redes sociais após fãs demonstrarem frustração pela ausência de Fernanda Rodrigues, que interpretou a problemática Bia, filha de Estela, em 1994, e se ofereceu para o papel de Estela mas não foi escalada. 

De acordo com a Coluna Play do jornal O Globo, Raul, personagem vivido por Miguel Falabella em 1994, não estará presente no longa baseado na novela. Com isso, personagens como Dona Guiomar e Andrezza deverão ficar de fora da adaptação, assim como o Mascarado e a pensão de Cininha. O foco do filme aparentemente será mais voltado para o triângulo central entre Diná, Otávio e Alexandre, além da parte espiritual da história, a tendência é de que personagens cômicos ou coadjuvantes sejam retirados da adaptação.

História inesquecível

Foto: reprodução/Acervo/Globo

Na trama criada por Ivani Ribeiro, Alexandre comete um crime, morre na prisão e retorna como um espírito obsessor dedicado a se vingar daqueles que considera responsáveis pelo seu destino cruel: Otávio, Raul e o cunhado Téo. Porém, sua obsessão acaba atingindo também a sua amada irmã Diná, justamente quando ela começa a se apaixonar por Otávio. No plano espiritual, Alexandre é encaminhado ao Vale dos Suicidas, de onde passa a interferir obsessivamente na vida dos personagens. Inicialmente, Diná culpa Otávio pela morte do irmão, mas, com o passar do tempo, os dois se aproximam e passam a viver uma linda,  intensa e saudável história de amor, marcada pela busca da paz, amadurecimento e recomeços, algo totalmente diferente da relação conturbada e tóxica que ela mantinha com Téo. A versão de 1994 de A Viagem, exibida pela Rede Globo, tornou-se um verdadeiro sucesso de repercussão e crítica e um dos maiores clássicos da televisão brasileira, provocando debates sobre espiritismo, o livre arbítrio, vida após a morte e redenção, se tornando até hoje uma das obras mais lembradas e mais reprisadas da teledramaturgia nacional. 

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Leia também: Entrevista | Por que os remakes de novela dominaram a TV (e o que isso significa) especialista explica

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Música Notícias

Paul McCartney anuncia primeiro dueto com Ringo Starr em novo álbum

Faixa inédita Home to Us será lançada nesta sexta (8) e conta ainda com participações de Chrissie Hynde e Sharleen Spiteri

Paul McCartney anunciou seu primeiro dueto oficial com Ringo Starr durante um evento especial realizado no Abbey Road Studios, em Londres, para apresentar o novo álbum The Boys of Dungeon Lane a um grupo seleto de fãs. A faixa inédita, intitulada Home to Us, chega às plataformas nesta sexta, 8 de maio, como o segundo single divulgado do projeto.

O evento reuniu 50 fãs convidados para uma audição exclusiva no lendário Studio Two da Abbey Road Studios, no qual Paul compartilhou histórias sobre as novas composições e detalhes das gravações do álbum.

Além de marcar a primeira colaboração vocal entre Paul e Ringo, Home to Us conta com backing vocals de Chrissie Hynde e Sharleen Spiteri. A música nasceu a partir de uma faixa de bateria gravada por Ringo especialmente para o álbum, produzido por Andrew Watt, e se tornou a única canção do disco a contar com um baterista convidado. Assim como em seu álbum solo de estreia, McCartney (1970), Paul toca a maior parte dos instrumentos do novo trabalho.

foto: divulgação/ Sonny McCartney/ MPL Communications

Sobre a colaboração, Paul revelou que a composição foi criada pensando diretamente em Ringo e nas origens humildes dos dois em Liverpool. “Nunca tínhamos feito isso antes”, comentou o músico ao explicar como o dueto surgiu após Ringo inicialmente acreditar que participaria apenas de algumas linhas do refrão. A ideia de incluir vozes femininas nos backing vocals veio depois, levando Paul a convidar Chrissie Hynde e Sharleen Spiteri, ambas amigas próximas do artista.

Desde o anúncio de The Boys of Dungeon Lane, o projeto vem despertando expectativa entre fãs e imprensa especializada. O álbum marca o primeiro trabalho solo de Paul McCartney em mais de cinco anos e é descrito como seu disco mais pessoal e introspectivo até hoje.

Ao longo das faixas, Paul revisita memórias da infância na Liverpool do pós-guerra, a convivência com os pais e os primeiros passos ao lado de George Harrison e John Lennon, muito antes do surgimento da beatlemania. O álbum mistura histórias inéditas, reflexões pessoais e novas canções de amor, explorando um lado mais vulnerável e confessional do artista.

The Boys of Dungeon Lane será lançado em 29 de maio via MPL/Capitol Records.

Entre as faixas já reveladas estão Days We Left Behind e o novo single Home to Us, além de músicas como Lost Horizon, Mountain Top, Come Inside e First Star of the Night.

Quem aí amou esse comeback de 2/4 dos Beatles? Compartilhe com a gente nas redes sociais do Entretê – Facebook, Instagram e X – e nos siga para ficar por dentro de todas as novidades do mundo do entretenimento e da cultura.

Leia também: Cinebiografia de Zeca Pagodinho inicia as filmagens no Rio de Janeiro  

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

 

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Música Notícias

Hayley Williams anuncia show no Rio de Janeiro após esgotar datas em São Paulo

Apresentação única na cidade acontece no dia 10 de novembro, no Qualistage

A cantora e compositora Hayley Williams confirmou uma nova apresentação no Brasil com a turnê The Hayley Williams Show. Após esgotar os ingressos para as duas noites agendadas em São Paulo, nos dias 12 e 13 de novembro, a artista leva o show para o Rio de Janeiro, no dia 10 de novembro, no Qualistage.

Pôster de divulgação para o The Hayley Williams Show no Rio de Janeiro
Imagem: divulgação/30e

A pré-venda para fãs cadastrados no site da artista tem início no dia 12 de maio, às 10h. Já a venda geral para o público começa no dia 14 de maio, também às 10h, através da plataforma Eventim.

As apresentações de Hayley Williams em solo brasileiro contarão com um reforço especial: a cantora norte-americana Annie DiRusso será o ato de abertura. Conhecida por sua sonoridade indie rock, DiRusso tem ganhado destaque na cena alternativa e acompanhará toda a etapa sul-americana da turnê.

Hayley Williams consolidou sua carreira como vocalista do Paramore, banda de rock conhecida por hits como Misery Business e Still Into You. Em sua trajetória individual, a artista tem explorado sonoridades que transitam entre o rock alternativo e o pop experimental, colaborando com nomes como Taylor Swift e Turnstile.

Nos últimos meses, Williams percorreu o mundo com shows dedicados ao seu álbum mais recente, Ego Death at a Bachelorette Party, lançado em 2025. O trabalho foi aclamado pela crítica e rendeu quatro indicações ao Grammy Awards. 

Diferente das apresentações anteriores, o conceito do The Hayley Williams Show promete reunir faixas dos três álbuns solo da artista, além de surpresas especiais preparadas para os fãs.

 

Confira mais informações:

Data: 10 de novembro de 2026 (terça-feira)

Local: Qualistage (Av. Ayrton Senna, 3000 ー Barra da Tijuca,  Rio de Janeiro ー RJ)

Horário de abertura da casa: 18h

Classificação etária: Entrada e permanência de menores de 16 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal.

Setores e preços:

Pista: R$ 282,50 (meia-entrada) | R$ 565,00 (inteira)

Poltronas: R$ 357,50 (meia-entrada) | R$ 715,00 (inteira)

Poltronas A: R$ 392,50 (meia-entrada) | R$ 785,00 (inteira)

Pista Premium: R$ 415,00 (meia-entrada) | R$ 830,00 (inteira)

Camarotes A, B e C: R$ 490,00 (meia-entrada) | R$ 980,00 (inteira)

Pré-venda para fãs: 12 de maio, às 10h

Venda geral: 14 de maio, às 10h

Vendas online: Eventim

 

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Leia também: FLO anuncia segundo álbum da carreira, Therapy at the Club

 

Texto revisado por Crystal Ribeiro

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Cultura turca Entretenimento Especiais

Especial | Conheça a carreira de Ulaş Tuna Astepe

Protagonista de Taşacak Bu Deniz começou como assistente de figurino

Ulaş Tuna Astepe está conquistando o público graças ao seu papel em Taşacak Bu Deniz (tradução livre: Este Mar Vai Transbordar). Mas, antes de protagonizar a novela de maior sucesso da temporada, o ator teve uma longa carreira marcada por tentativas, tensões, realizações e muita dedicação.

Ulaş é de İzmit, nascido em 1988. Na última segunda (5), o ator completou 38 anos em meio a uma novela de muito triunfo. A sua trajetória começou há tempos: ainda pequeno, o ator subiu ao palco pela primeira vez em uma apresentação escolar, durante a Semana do Yeşilay, e gostou da sensação. 

Seu primeiro contato com o audiovisual foi por trás das câmeras. Em 2008, Astepe trabalhou como assistente de figurino no set de Osmanlı Cumhuriyeti (tradução livre: a República Otomana).

Após esse emprego, surgiram suas primeiras oportunidades como ator. Vem ver quais personagens marcaram a carreira de Ulaş antes dele dar vida a Adil Koçari.

Karadayı, 2012

Foi em 2012 que Ulaş estreou na televisão. Seu personagem Orhan Kara era irmão do protagonista, Mahir Kara (Kenan İmirzalıoğlu). Influências erradas o levaram a ir contra sua própria família, fazendo  tanto o personagem quanto o próprio ator,– serem amplamente desgostados pelo público.

Foto: reprodução/ATV

Eu era alguém de quem o público não gostava. Eu era alguém que desafiou Kenan İmirzalıoğlu, mas falhou, aos olhos do público. As pessoas ainda tratam os atores de acordo com o que veem na televisão”, recordou Ulaş, em entrevista para o portal Sabah.

Apesar da recepção inicial, participar da série transformou Ulaş em um ator conhecido na Turquia. A dizi ficou no ar de 2012 a 2015, em três temporadas de sucesso exibidas pela ATV.

Analar ve Anneler, 2015

Depois de Karadayı, Ulaş voltou às telas na novela da ATV Analar ve Anneler (tradução livre: Mães e Mães, 2015). 

Foto: reprodução/ATV

Devido à baixa audiência, a série terminou no seu nono episódio, mas a participação de Ulaş, no papel de Mustafa, foi um indício de que o ator tinha uma carreira promissora pela frente.

Rüya, 2017

Em 2017, Ulaş ganhou seu primeiro papel principal na dizi Rüya, exibida no canal Show TV.

Foto: reprodução/Show TV

Apesar de ter apenas 10 episódios, a novela marcou o momento em que Ulaş ganhou, pela primeira vez em sua jornada, o protagonismo de uma dizi.

Sen Anlat Karadeniz, 2018

Seu segundo projeto como protagonista foi um sucesso. Em Sen Anlat Karadeniz (tradução livre: Você Conta, Mar Negro), que estreou em janeiro de 2018 na ATV, Ulaş foi interprete de Tahir Kaleli.

Foto: reprodução/Dizilah

Ao lado de İrem Helvacıoğlu, que atuava como Nefes Kaleli, parceira romântica de seu personagem, Ulaş concorreu e venceu o prêmio de melhor casal no Altın Kelebek Ödülleri (tradução livre: Prêmios Borboleta de Ouro), uma das premiações mais prestigiadas da Turquia, voltada para televisão e música.

Taşacak Bu Deniz, 2025

Entre 2021 e 2025, Ulaş protagonizou mais quatro dizis. Foram elas: Barbaroslar: Akdeniz’in Kılıcı (tradução livre: Bárbaros: Espada do Mediterrâneo, 2021), com Engin Altan Düzyatan; Hayat Bugün (tradução livre: A Vida é Hoje, 2022), ao lado de Hazar Ergüçlü; O Tempo ao Seu Lado (İlk ve Son, 2021), junto de Hazal Subaşı, e Çift Kişilik Oda (tradução livre: Quarto Duplo, 2025), como par de Devrim Özkan.

Ulaş e Devrim, atual protagonista de Yeraltı, na dizi Çift Kişilik Oda, que foi exibida pela FOX. Foto: reprodução/FOX

Mas foi em outubro de 2025, com a estreia de Taşacak Bu Deniz (tradução livre: Este Mar Vai Transbordar), que seu nome voltou ao topo.

Foto: reprodução/TRT1

A dizi produzida pela OGM Pictures para a TRT1 não apenas conquistou o público turco, tendo as maiores audiências da temporada, mas também consolidou fama internacional. 

A série já começou sua distribuição mundial pelo nome Deep in Love, reforçando a fama do projeto e distribuindo o nome de Ulaş Turquia afora.

Para o ator, a história contada na dizi aborda temas com os quais qualquer pessoa possa se identificar. “A incapacidade de fazer as pazes com o passado é algo universal. Não importa onde estejamos, todos carregamos um erro ou um arrependimento dentro de nós. Deep in Love conta a história de como o perdão é, no fim das contas, um caminho para a libertação”, declarou em entrevista para o site EPISODE.

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Leia também: Ulaş Tuna Astepe e Deniz Baysal protagonizam a nova dizi Taşacak Ha Bu Deniz (Este Mar Vai Transbordar) 

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cultura asiática Música Notícias

KIIRAS anuncia 1º fan concert para celebrar aniversário de debut

Girl group da quinta geração sobe ao palco em Seul no fim de maio, impulsionado pelo comeback com o single álbum TA TA

O KIIRAS realizará seu primeiro fan concert para comemorar o primeiro aniversário de debut. O evento, intitulado 2026 KIIRAS 1ST FAN CONCERT <WE GO TA-TA>, acontece no dia 30 de maio, no H-STAGE, em Hongdae, Seul, prometendo proporcionar aos fãs uma experiência especial e repleta de momentos inéditos.

Realizado apenas um ano após a estreia do grupo, o fan concert marca o primeiro evento solo voltado exclusivamente para os fãs e simboliza uma nova etapa na trajetória do KIIRAS. O show deve destacar o crescimento musical e performático das integrantes ao longo do último ano, além de reforçar a conexão construída com o público desde o debut.

O título do evento, WE GO TA-TA, foi inspirado na nova faixa do grupo, TA TA, lançada em 6 de maio. A escolha faz referência à energia positiva característica do KIIRAS e à ambição das integrantes de alcançar palcos ainda maiores. O concerto acontece logo após o lançamento do segundo single álbum do grupo, tornando o evento uma extensão da atmosfera de comeback compartilhada entre artistas e fãs.

KIIRAS
Foto: reprodução/ on pop life

Durante o fan concert, o KIIRAS apresentará músicas lançadas desde o debut, além de faixas favoritas dos fãs, performances especiais e conteúdos preparados exclusivamente para a ocasião. As integrantes também participaram ativamente do planejamento do evento, colaborando na construção da experiência que será apresentada no palco.

Com vocais ao vivo, apresentações refinadas e momentos interativos pensados para aproximar ainda mais o grupo do público, o KIIRAS pretende transformar a noite em uma celebração memorável do primeiro ano de carreira.

Os ingressos para o 2026 KIIRAS 1ST FAN CONCERT <WE GO TA-TA> já estão disponíveis pela Ticketlink.

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Leia também: Billlie lança seu primeiro álbum completo, The Collective Soul and Unconscious: Chapter Two

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cultura asiática Livros Notícias

A coelhinha Mei Mei, primeiro livro de Laufey, já está disponível no Brasil

Obra infantil da cantora vencedora do Grammy acompanha uma pequena coelha em sua jornada para vencer o medo dos palcos

A Companhia das Letrinhas acaba de lançar no Brasil A coelhinha Mei Mei, primeiro livro infantil de Laufey. A obra marca a estreia da cantora, compositora, produtora e multi-instrumentista na literatura infantil. A obra acompanha a trajetória de Mei Mei, uma jovem coelhinha apaixonada por música que precisa enfrentar a insegurança para realizar o sonho de tocar diante do público. A edição brasileira tem tradução de Larissa Stocco.

Inspirada na própria história da artista, a narrativa aborda temas como autoconfiança, amadurecimento e a importância de aceitar as imperfeições como parte do processo criativo. “Eu era uma pequena garotinha aprendendo a tocar violoncelo e piano, sonhando em um dia tocar, sem medo, em um grande palco”, escreve Laufey no texto de encerramento do livro. “Enquanto crescia, a educação musical clássica me ajudou a encontrar minha voz, desenvolver confiança e a perceber meu lugar no mundo.”

As ilustrações são assinadas por Lauren O’Hara, artista conhecida pelos traços delicados e pelas atmosferas acolhedoras construídas com técnicas tradicionais, como aquarela e guache. O livro também apresenta um glossário de termos musicais, aproximando os leitores do universo artístico que atravessa a narrativa.

A coelhinha Mei Mei
Foto: reprodução/amazon

Na história, Mei Mei vive com os pais e uma abelha de estimação em uma charmosa casa na floresta. Talentosa violinista, ela se prepara para seu primeiro recital no Teatro Pulópera, enquanto enfrenta o medo de cometer erros diante da plateia. Voltada para leitores a partir de quatro anos, a obra propõe uma reflexão delicada sobre coragem, sensibilidade e expressão artística.

Nascida na Islândia e de ascendência chinesa, Laufey construiu uma carreira marcada pelo diálogo entre música clássica, jazz e bossa nova, conquistando especialmente o público da Geração Z. Seu álbum Bewitched lhe rendeu reconhecimento internacional e o primeiro Grammy da carreira. Agora, com A coelhinha Mei Mei, a artista amplia seu universo criativo e leva sua sensibilidade artística para as páginas dos livros.

A coelhinha Mei Mei
Foto: reprodução/amazon

Já Lauren O’Hara, atualmente radicada em Dublin, trabalhou em projetos para autoras como Sophie Dahl e Vivian French, além de colaborar com instituições culturais como a Royal Opera House. Seu trabalho é reconhecido pela riqueza narrativa e pelo cuidado visual em cenas cheias de imaginação e afeto.

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Leia também: Especial | Manuel Bandeira, o poeta que transformou a simplicidade em eternidade

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cinema Entretenimento Especiais Notícias Séries

Especial | Dia das Mães: a beleza da relação entre mães e filhos nas produções audiovisuais

Muitos filmes e séries possuem mães como personagens, e a força e o carisma delas reflete diretamente no relacionamento com seus filhos na tela

No domingo (10), celebramos o Dia das Mães no Brasil. Uma data especial para comemorar, relembrar e valorizar todas as mulheres que criam e amam aqueles que chamam de filhos. Mais que isso, aquelas que, entre todos, consideramos os maiores exemplos de força e amor genuíno.

É fato que, seja na vida, no cinema ou na televisão, as mães estão presentes. Em séries e filmes elas aparecem como personagens sempre cativantes à sua maneira, conquistando o telespectador com seus comportamentos, personalidades e sensos de humor únicos.

Muitas vezes, é na relação com seus filhos que toda essa autenticidade se manifesta ainda mais. Por isso, existem algumas produções audiovisuais que merecem destaque por retratar fielmente esse relacionamento, com todas as suas nuances, sua importância e sua beleza. Confira abaixo uma seleção com algumas delas:

Gilmore Girls (Tal Mãe, Tal Filha)
Foto: reprodução/Uol

Essa série clássica dos anos 2000 trata da relação superpróxima entre Lorelai Gilmore e Rory Gilmore. Mais que mãe e filha, as duas são melhores amigas que vivem juntas em Stars Hollow, Connecticut, onde lidam com dramas familiares, romances e os estudos de Rory.

Os diálogos rápidos, cômicos e irônicos característicos da série dão origem a diversas cenas e falas icônicas, que destacam o amor e a sintonia absoluta entre essas duas personagens a cada episódio.

The Middle: Uma Família Perdida no Meio do Nada
Foto: reprodução/Prime Video

Uma sitcom autêntica e bem-humorada que acompanha a família Heck, composta pela mãe Frankie Heck, seu marido Mike, e os filhos Axl, Sue e Brick. Em meio ao caos familiar e às particularidades de cada personagem, Frankie tenta sempre manter a família unida com humor.

Mas o destaque vai para seu relacionamento com a filha adolescente Sue. As duas mantêm uma relação cômica, marcada por suas personalidades opostas, enquanto tentam sempre apoiar uma à outra, ajudando em questões da vida, como conselhos sobre como paquerar.

Modern Family
Foto: reprodução/Fox

Seguindo a linha das sitcoms, Modern Family é outra série que conquistou os corações de um grande público com seus personagens divertidos, humor atemporal e estilo reality show, que possibilita o relato direto das personagens para a câmera durante os episódios.

Apesar de contar a história de uma grande família dividida em três núcleos, nosso foco principal são as mães do grupo. Uma delas é Claire Dunphy, que mora com o marido Phil e seus três filhos: Haley, a filha mais velha e rebelde; Alex, a inteligente da família; e Luke, o atrapalhado filho mais novo.

Foto: reprodução/CNN Brasil

Em meio aos acontecimentos inesperados e engraçados que se passam na vida dessa família, a relação de Claire com seus filhos é marcada por atos de amor, reciprocidade e também brigas, mas que sempre terminam em perdão.

Do outro lado temos Glória Delgado-Pritchett, mulher colombiana e mãe de Manny Delgado, um menino muito maduro para sua idade. O laço entre os dois é admirável por sua parceira constante, em que Glória representa perfeitamente a mãe latina, superprotetora e ciumenta, mas também amorosa e capaz de cuidados incondicionais.

One Day at a Time (Um Dia de Cada Vez)
Foto: reprodução/Netflix

One Day at a Time, baseada na série de mesmo nome exibida entre 1975 e 1984, conta a história da família Alvarez, uma família cubano-americana que vive em Los Angeles, Califórnia.

O foco da trama está em Penélope Alvarez, uma mãe recém-divorciada, enfermeira e ex-militar, que cria seus dois filhos adolescentes, Elena e o irmão mais novo Alex, com a ajuda da avó Lydia Riera e seu amigo Schneider.

Com humor, leveza e drama, a sitcom acompanha o cotidiano realista da família, cuja protagonista se relaciona com os filhos de maneira protetora, mas também amorosa, lidando com questões importantes como adolescência, sexualidade e a identidade cultural latina.

The Good Bad Mother (A Boa Mãe Má)
Foto: reprodução/Netflix

Nos afastando um pouco das comédias, The Good Bad Mother é um drama sul-coreano que conta a história do promotor Choi Kang Ho e sua mãe Jin Yeung Sun. Ao crescer pressionado pela criação rígida da mãe, Kang Ho vive sua fase adulta distanciado da figura materna.

Porém, um acidente provoca nele uma forte amnésia, fazendo-o voltar a ser mentalmente uma criança de sete anos. Ao ser obrigado a retornar aos cuidados da mãe, os personagens vivem uma verdadeira jornada rumo à reaproximação.

Muito elogiada ao redor do mundo, essa série dramática mostra um relacionamento complexo entre duas pessoas imperfeitas. Uma mãe e um filho que passaram por muitos sofrimentos até se tornarem quem são, com arrependimentos e uma relação familiar abalada pela dor encontrada no mundo externo.

Ginny e Georgia
Foto: reprodução/Netflix

Cheio de drama e suspense, Ginny e Georgia acompanha Georgia Miller, uma mãe jovem e carismática, que se muda com seus filhos para uma pequena cidade de Massachusetts em busca de uma vida normal após a morte do padrasto.

Enquanto sua filha Ginny tenta se ajustar a uma nova escola, palco de desafios típicos da adolescência, a mãe esconde segredos do seu passado.

Aqui, muitas vezes a filha se sente mais madura que a mãe, sendo esse um dos motivos que justifica a relação complexa estabelecida entre elas na série, marcada por desconfiança e humor ácido.

Black-Ish
Foto: reprodução/Prime Video

Essa sitcom acompanha o pai, Andre Johnson, e a mãe, Rainbow, que buscam criar seus quatro filhos em um bairro nobre e predominantemente branco. Dre então questiona se sua família não está perdendo a identidade cultural enquanto Rainbow é mais liberal e moderna. 

Com uma mistura de humor e crítica social, Black-Ish aborda temas como raça, política e identidade familiar. A figura da mãe é representada tanto pela personagem de Rainbow quanto por Ruby Johnson, personagens centrais, complexas e que se diferenciam na maneira como criam seus filhos.

Enquanto Bow é amorosa e protetora, Ruby trata a maternidade de maneira mais tradicional e cômica, mas ambas contribuem para um retrato rico e diverso da figura da mãe na comunidade negra estadunidense. 

Outlander
Foto: reprodução/Rolling Stone Brasil

A enfermeira britânica Claire Randall, que vive com seu marido na Escócia em 1945, é misteriosamente transportada para o século 18, onde sua vida e sua liberdade são, então, ameaçadas.

Claire e sua filha, Brianna, partilham uma relação que se inicia tensa na série, mas evolui para um vínculo profundo de amizade e apoio entre duas mulheres fortes e determinadas. Essa relação se estreita especialmente após Brianna se tornar também mãe, criando um entendimento mútuo entre personagens tão marcantes. 

This is Us
Foto: reprodução/Netflix

Essa série de drama de 2016 conta a história da família Pearson, que começa em 1979 e segue ao longo de várias décadas. Em uma narrativa que alterna entre passado e presente, esse aclamado drama familiar explora temas como luto, adoção, amor, saúde mental, racismo, gordofobia, vícios e como traumas do passado se refletem nas relações do presente.

Entre as personagens, Rebecca Pearson é a matriarca e o coração da família, mãe adotiva de Randall e mãe biológica de Kate e Kevin. Sua força e resiliência são vistas também em Beth Pearson, uma mãe equilibrada e também um alicerce de sua família, que combina inteligência, humor e dedicação profunda na criação das três filhas: Tess, Annie e Deja.

Anne With an E
Foto: reprodução/Netflix

Uma releitura da série de livros Anne de Green Gables, de Lucy Maud Montgomery, Anne With an E é uma série que se passa na década de 1890 e retrata uma menina órfã de 13 anos que é enviada por engano para viver com Marilla Cuthbert e seu irmão, Matthew.

Como Anne foi adotada por engano, sua relação com a mãe adotiva Marilla é inicialmente rígida e complicada, com Marilla querendo devolver Anne por não saber lidar com a personalidade forte da garota, sempre muito falante.

No entanto, da convivência entre as duas nasce uma relação de amor e cura mútua, em que a vivacidade de Anne transforma Marilla, antes uma mulher séria e infeliz, criando entre elas um forte e lindo vínculo de mãe e filha.

Todo Mundo Odeia o Chris
Foto: reprodução/Rolling Stone Brasil

Não poderia ficar de fora desta lista Rochelle Rock, a mãe de Chris em Todo Mundo Odeia o Chris, sitcom clássica que acompanha o dia a dia de um adolescente crescendo no Brooklyn, em Nova York, junto de sua excêntrica família: o pai, Julius, a mãe, Rochelle, a irmã mimada, Tonya, e o irmão popular, Drew.

A icônica figura materna da série é conhecida por seus bordões, seu humor ácido e sua postura rigorosa, que mantém o filho Chris e também todos da família nos eixos. Ela é uma das personagens mais marcantes dessa comédia atemporal e, com certeza, a protagonista preferida de muitos.

Mamma Mia!
Foto: reprodução/Universal

Um clássico do cinema, a história de Donna, proprietária de um hotel nas ilhas gregas, e sua filha Sophie, que está prestes a se casar e sonha em conhecer seu pai, mostra uma relação de amor genuíno entre mãe e filha em um musical baseado nas faixas da querida banda ABBA.

Uma relação marcada por cumplicidade e amizade, o filme retrata a conexão das personagens, expressando a força de Donna em criar Sophie sozinha. Uma cena em especial reflete sobre a passagem do tempo e o desafio de aceitar que sua filha cresceu e é hora de deixá-la seguir o próprio caminho. Simbolizada pela música Slipping Through My Fingers, é um momento bastante emocionante do filme.

Lady Bird: A Hora de Voar
Foto: reprodução/A24

Filme de Greta Gerwig (Barbie, 2023), Lady Bird conta a história de Christine McPherson, estudante do último ano do colégio, que deseja fazer faculdade longe de casa, ideia rejeitada por sua mãe, Marion.

Por ser uma garota de personalidade forte, Christine, que exige ser chamada de Lady Bird, decide tentar sair da cidade mesmo sem a aprovação da mãe, vivendo típicos rituais de passagem para a vida adulta e inúmeros desentendimentos com Marion ao longo da trama.

O relacionamento entre as personagens é intensamente conflituoso. Ao mesmo tempo que ambas se amam, elas brigam constantemente e vivem uma dificuldade de comunicação. Além disso, Marion critica sua filha, tenta controlá-la e corrigi-la, acreditando que o faz porque a ama, enquanto Lady Bird sofre com as palavras da mãe e busca sua independência.

Malévola
Foto: reprodução/Disney

Malévola vive em um pacífico reino na floresta até um exército invasor e uma terrível traição a transformarem em uma mulher amarga e vingativa. Como consequência, ela amaldiçoa a princesa Aurora sem saber que, com o tempo, criará um verdadeiro vínculo com a criança e passará a amá-la como filha.

Neste live-action de 2014, a clássica vilã se arrepende de sua maldição e se torna a verdadeira figura materna da princesa. Diferente da animação original, a trama retrata o florescimento de uma relação genuína entre as personagens, em que Malévola assume o papel de protetora, mentora e, eventualmente, mãe adotiva de Aurora. E é esse amor materno que quebra a maldição do sono da princesa. 

A Grande Família 
Foto: reprodução/Memória Globo

E, para terminar essa seleção, não poderia faltar o tempero brasileiro. O seriado sobre a família Silva, que mora na Zona Norte do Rio de Janeiro, traz uma das narrativas mais famosas do nosso país, tratando das diferenças e da reciprocidade dos membros dessa família enquanto passam por diversas situações inusitadas e bem-humoradas.

A figura materna de Irene Souza Silva, a Dona Nenê, chegou a ser considerada “mãe da televisão brasileira”, e não é à toa. Nenê é o coração da família e personifica a mãe brasileira dedicada, paciente e que está sempre pronta para resolver conflitos familiares com acolhimento e conversas na cozinha.

Qual dessas é sua relação preferida entre mãe e filho(a)? Conta para a gente nas redes sociais do Entretetizei  (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade do mundo do entretenimento!

 

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Texto revisado por Crystal Ribeiro

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