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5 motivos para você assistir O Diabo Veste Prada 2

Para te ajudar a dimensionar esse evento cinematográfico, confira os principais motivos para você assistir O Diabo Veste Prada 2 nos cinemas

Quase duas décadas depois de marcar toda uma geração, O Diabo Veste Prada ganha uma sequência que vai muito além da nostalgia. O novo filme traz de volta personagens icônicos, mas também atualiza a história para um mundo completamente diferente – onde a moda, a mídia e o poder já não funcionam como antes.

Se você ainda está em dúvida se vale a pena conferir O Diabo Veste Prada 2 nos cinemas, aqui vão cinco motivos que mostram por que essa sequência merece a sua atenção.

O retorno de personagens icônicos
O Diabo Veste Prada 2
Foto: reprodução/Exame

Um dos maiores atrativos da sequência é, com certeza, o reencontro entre Miranda Priestly, Andy Sachs e Emily Charlton. Interpretadas por Meryl Streep, Anne Hathaway e Emily Blunt, respectivamente, as personagens voltam em novas fases da vida – mais maduras (será?), poderosas e cheias de conflitos.

Além delas, Stanley Tucci também retorna como Nigel em O Diabo Veste Prada 2, reforçando a sensação de nostalgia e de reencontro com os personagens que fizeram parte dos nossos maiores sonhos jornalísticos dos anos 2000.

Uma história que reflete o mundo atual
O Diabo Veste Prada 2
Foto: reprodução/Rolling Stone Brasil

A trama de O Diabo Veste Prada 2 se passa 20 anos após o primeiro filme e mostra a revista Runway enfrentando dificuldades em um cenário dominado pelo digital. Miranda precisa lidar com a queda de influência da mídia tradicional, enquanto Andy retorna ao universo da moda em um momento crítico.

O longa usa esse contexto para discutir temas atuais como crise do jornalismo, impacto das redes sociais e transformação do mercado – tornando a narrativa mais relevante do que nunca.

O filme de 2006 foi um sucesso absoluto, então a ideia de uma sequência se tornou tão sedutora quanto óbvia. No entanto, a equipe original decidiu deixar seus personagens descansarem até que surgisse uma ideia que valesse a pena. E foi justamente essa passagem de tempo a responsável pelo surgimento dela: “A questão de como Miranda Priestly conduziria a ruína de seu império se tornou fascinante para nós. Por quanto tempo você continua fazendo isso? Quando chega a hora de parar?”, explicou o diretor.

Choque entre gerações e novas dinâmicas de poder
O Diabo Veste Prada 2
Foto: reprodução/Adoro Cinema

Se antes Miranda era considerada uma figura intocável, agora ela precisa se adaptar a um mundo onde dados, algoritmos e investidores têm tanto poder quanto o bom gosto editorial. Um mundo em que nem todos aceitam bem um chefe como ela e em que sua nova assistente – interpretada por Simone Ashley – precisa lembrá-la de falas e atitudes consideradas preconceituosas e intolerantes nos dias de hoje.

A dinâmica entre as personagens também muda. Emily, antes assistente de Miranda, surge como uma figura influente no mercado de luxo, invertendo papéis e criando novos conflitos.

Além de evoluir a personagem de Miranda, esse contraste entre passado e presente adiciona camadas à história e evita que O Diabo Veste Prada 2 seja apenas uma repetição de sua antiga trama.

Nostalgia na medida certa
O Diabo Veste Prada 2
Foto: reprodução/CNN Brasil

O filme resgata elementos clássicos de seu universo – como o humor ácido, os bastidores da moda e os looks impecáveis –, mas sem depender apenas disso.

O Diabo Veste Prada 2 equilibra referências ao original com uma identidade própria, funcionando tanto para fãs antigos quanto para novos espectadores. É o tipo de continuação que respeita seu legado, mas não fica presa a ele.

Uma crítica elegante (e atual) ao mercado da moda e da mídia
O Diabo Veste Prada 2
Foto: reprodução/Observatório do Cinema

Mais do que uma comédia ambientada no mundo fashion, O Diabo Veste Prada 2 também funciona como um comentário sobre as transformações da indústria.

O filme mostra a perda de espaço das revistas, o ganho de autonomia das marcas e a mudança na lógica de consumo – tudo isso sem perder o tom irônico e sofisticado que marcou o primeiro longa.

Essa abordagem dá profundidade à história e faz com que ela vá além do entretenimento superficial.

O Diabo Veste Prada 2
Foto: reprodução/iMDb

O Diabo Veste Prada 2 prova que ainda há muito a se explorar nesse universo. Ao mesmo tempo em que entrega o glamour e o sarcasmo que conquistaram o público, o filme também se reinventa ao dialogar com os desafios contemporâneos.

A sequência se posiciona como mais do que um simples revival, é uma atualização inteligente de uma história que foi, é e sempre será relevante.

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Leia também: Crítica | O Diabo Veste Prada 2 é o exemplo perfeito de como uma continuação deve ser

 

Texto revisado por Crystal Ribeiro

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Entrevistas Livros

Entrevista | Adriana Moro fala sobre Não Me Chame de Mãe, seu novo livro

Autora fala sobre solidão, saúde mental e os desafios invisíveis da maternidade

A maternidade, por muito tempo, foi retratada como um território quase intocável, cercado por idealizações de amor incondicional, plenitude e realização. No entanto, experiências reais têm revelado camadas mais complexas – e muitas vezes silenciadas – desse processo, atravessadas por exaustão, solidão e ausência de suporte. Em meio a esse cenário, narrativas que tensionam esse imaginário ganham força na literatura contemporânea, abrindo espaço para discussões urgentes sobre saúde mental, sobrecarga feminina e os papéis socialmente atribuídos às mulheres.

É nesse contexto em que se insere Não Me Chame de Mãe (2025). Na trama, enquanto a pandemia de Covid-19 se alastra pelo país, a mãe de uma menina é abandonada pelo companheiro e passa a enfrentar, sozinha, uma série de desafios. Entre dificuldades financeiras, o isolamento social e o diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista da filha, essa mulher se vê diante da necessidade de reconhecer a própria força e tomar decisões difíceis, cujas consequências reverberam em todas as vidas ao seu redor.

Foto: divulgação/Aspas e Vírgulas/Entretetizei

A autora Adriana Moro é enfermeira, escritora e pesquisadora, com uma trajetória consolidada na área da saúde. Pós-doutora em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) e doutora em Políticas Públicas pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), com estágio doutoral no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, em Portugal, ela também possui mestrado em Desenvolvimento Regional e Políticas Públicas, além de especializações em áreas como cuidados intensivos neonatais, saúde mental e acupuntura. Na literatura, Adriana apresenta um olhar sensível sobre as complexidades da vida cotidiana, e seu romance de estreia se destaca pela força narrativa e pela capacidade de provocar reflexões profundas no leitor.

Em entrevista ao Clube do Entretê, Adriana Moro compartilhou detalhes sobre o processo de criação do livro, as inspirações por trás da protagonista e a importância de abordar temas como maternidade atípica, abandono e julgamento social na literatura.

Foto: divulgação/Aspas e Vírgulas
Entretetizei: Como começou a sua trajetória no mundo da escrita e em que momento você percebeu que queria seguir também pela literatura?

Adriana Moro: Minha carreira na escrita começa na infância. Sempre gostei de escrever. Escrevo poemas e histórias desde que aprendi a escrever. Mas a escrita profissional acabou acontecendo por um impulso dado por meus alunos da graduação. Eu lecionei durante 15 anos, desde o ano de 2008, no curso de Enfermagem, e sempre ensinei muito por histórias, pois sempre amei ler e escrever.

Naquela época os alunos me diziam que eu devia escrever um livro com as histórias que eu contava. O que aconteceu em 2015, durante o período de doutorado sanduíche que fiz em Coimbra (Portugal). Lá, tive a oportunidade de cursar uma disciplina de escrita criativa e também ser incentivada por minha professora da época a transformar tudo aquilo que escrevia intimamente em um livro. Foi assim que surgiu meu primeiro livro de crônicas As Meninas que Nunca Perderam a Graça, lançado em 2016, em Portugal, pela editora Chiado. 

Foi esse o pontapé para começar a contar as histórias que atravessam o meu fazer profissional na saúde. O romance surge em um momento mais maduro, após o término do pós-doutorado, quando tive a oportunidade de parar e me dedicar a uma história mais longa, cujo objeto seria um assunto que me dizia respeito em primeira pessoa. Além disso, precisaria ser em formato de livro, pois os artigos acadêmicos não alcançam o público que precisavam ler sobre a solidão da maternidade. Acho que a escrita desse livro foi estratégica no que concerne a colocar na mesa o que aconteceu com mães e suas crianças durante a pandemia e o quanto todos estão adoecidos por causa disso.

E: Sua carreira na área da saúde, especialmente ligada à saúde mental, influencia a forma como você constrói suas histórias? Qual é a importância de trazer essas realidades para a literatura?

AM: Influencia muito. Muitos dos leitores que optam por esse tipo de literatura, podem não ter contato com essa realidade ou têm e, talvez, não se dêem conta disso. Quando a escrita levanta o problema, promove a discussão e o início de possibilidade de mudança, tanto individual como coletiva, acredito que a leitura possa inquietar e esse já é um começo.

E: Seu mais recente romance, Não me Chame de Mãe, já provoca impacto a partir do título. O que motivou essa escolha e que reflexão você quis despertar nos leitores desde o primeiro contato com o livro?

AM: O título me saltou aos olhos quando eu estava escrevendo a cena em que a personagem grita para não a chamarem de mãe. Ela estava exausta e era exatamente isso que eu gostaria que o leitor sentisse: a exaustão daquela mulher. Não era o objetivo escrever um livro que falasse somente sobre mães de crianças atípicas, mas, sim, da complexidade que é a vida feminina em cenários de insegurança.

E: O romance mergulha na experiência de uma mãe que enfrenta a maternidade praticamente sozinha. Como foi construir essa protagonista e desenvolver uma narrativa tão atravessada por sentimentos de solidão e abandono?

AM: Foi inquietante no início. Há muita resistência em separar a divindade da maternidade daquilo que realmente a mulher sente e até tem vergonha de falar, pois agora ela é mãe e precisa ser forte. Como se no momento em que se ganha este bebê, se recebe um bastão de força absoluta. 

A personagem foi construída em camadas e como, todas nós, tem suas nuances positivas e negativas. Nem todo mundo é bom o tempo todo e foi nessa máxima que eu a construí. A protagonista foi ganhando forma principalmente durante o meu próprio puerpério, cheio de amor, mas com várias dificuldades, emoções boas e ruins. Enquanto escrevia, sentia muitas das sensações que passei para ela. E quando pensei nas dificuldades que ela passaria com a ausência de um companheiro, de uma rede de apoio – o contrário do que eu tinha –, pensei em todas as mulheres nesta situação que atendi ao decorrer da minha carreira profissional de 24 anos atendendo no Sistema Único de Saúde brasileiro. 

Mas posso dizer que tomei muito cuidado para transferir ao papel a compaixão que sinto pelo ser humano em sofrimento. Ela me ajudou a escrever aquilo que é necessário sem expor. Contar isso tudo que vivi e vi, por meio da escrita, foi como um compromisso da minha parte como mãe e mulher.

E: A história dialoga com temas como maternidade atípica, ausência de rede de apoio e julgamento social. Durante a escrita, houve algum aspecto dessa realidade que mais te marcou ou surpreendeu?

AM: O aspecto que mais me marcou é o forte sentimento de culpa que as mães que recebem o diagnóstico de qualquer alteração na saúde do filho têm. Elas acabam abandonando o seu próprio cuidado para dedicar-se ao filho. Esta personagem passa pelo duplo abandono, pois abandona a si mesma como pessoa merecedora de cuidados, assim como o abandono do companheiro, que não sabemos por quais motivos a deixou. 

Apesar de ser ficção, é a dura realidade que verificamos no dia a dia nos acolhimentos de saúde mental. Lá em 2006, em uma pesquisa com mulheres que receberam o diagnóstico de um filho com Síndrome de Down, já percebemos isso. As mulheres entrevistadas relataram que alguns dos companheiros as abandonaram porque elas precisam dedicar-se mais aos cuidados do filho “especial”, assim como alguns até mesmo recusavam-se a reconhecer a paternidade alegando adultério pela condição diferente da face das crianças, olhos puxados e etc. 

Parecem ser situações absurdas, mas ainda vemos coisas assim acontecendo. Quando a água começa a entrar, muitos companheiros pulam do barco, inclusive sem auxiliar financeiramente a mulher e, infelizmente, o Estado ainda não tem políticas públicas suficientes e eficazes para auxiliar no cuidado dessas crianças. Consequentemente, as próprias mulheres são esquecidas nas recepções dos consultórios médicos, sendo reduzidas apenas a ser “a mãe de fulano” e ainda se culpam por isso.

E: Embora seja uma obra de ficção, o livro ecoa experiências muito concretas vividas por muitas mulheres. Em algum momento você sentiu a responsabilidade de representar essas histórias com um cuidado especial?

AM: Sim. Existe o medo de que os leitores não entendam o personagem ou que as pessoas que vivenciam a situação não se sintam representadas. Como fiz muita pesquisa para compor a personagem, além da vivência de cuidadora dessas mulheres, não queria criar um estereótipo de mãe coitadinha. Fiquei muito receosa e, até depois do lançamento, perdurou a insegurança. Somente depois que o livro começou a ser lido e os feedbacks positivos começaram a chegar, principalmente de mulheres que têm filhos atípicos, passei a ter uma sensação de dever cumprido.

E: Em Não me Chame de Mãe, a maternidade aparece distante da visão idealizada que costuma dominar o imaginário social. Você acredita que a literatura pode ajudar a ampliar ou transformar esse debate?

AM: Certamente. No momento que as pessoas se deparam com uma personagem como a que descrevi, a tendência é que gere reflexão, assim também pode melhorar no cuidado, na forma como percebemos essas mulheres em todas as esferas da sociedade. As que passam por situação semelhante também podem se reconhecer no livro e ver que não estão só, estimulando a busca por ajuda. Ganham ambos os lados. É um dos objetivos: impactar socialmente e provocar reflexão e mudanças.

E: Depois de escrever esse romance e revisitar tantas histórias de solidão, cuidado e resistência, que reflexões você espera que os leitores levem consigo ao terminar o livro?

AM: O livro é uma crítica social à redução da mulher à maternidade. Dessa forma, acredito que este livro aponta pistas de como podemos ter um olhar mais empático com as mulheres em situação de maternidade. Lendo Não Me Chame de Mãe, todos teremos contato com a falta de políticas públicas de cuidado em relação à cuidadora, repensar a falta de olhar empático para um lugar que não conhecemos e além de não ajudarmos, julgamos. Também rever o papel do homem quanto pai e a sua responsabilização no cuidado, assim como exercitar a ética e moral quando formos falar de um corpo que não é o nosso.

Foto: divulgação/Aspas e Vírgulas

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Leia também: Especialista em saúde mental lança romance sobre abandono materno

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Música Notícias

Billlie lança seu primeiro álbum completo, The Collective Soul and Unconscious: Chapter Two

Com ZAP como destaque, projeto reúne 12 faixas e reforça a identidade criativa do grupo no K-pop

O grupo feminino de k-pop Billlie finalmente deu um passo importante na carreira com o lançamento de seu primeiro álbum completo, The Collective Soul and Unconscious: Chapter Two. A produção marca uma nova fase na construção narrativa e sonora das artistas.

O comeback das artistas começou ainda em janeiro, com o pré-lançamento de Cloud Palace ~ False Awakening, que já dava um spoiler do tom mais denso e conceitual adotado pelo projeto. O grupo, já popular por investir em histórias complexas e estéticas bem definidas, reforça nas novas faixas sua identidade como um dos grupos mais criativos da nova geração do K-pop.

O álbum conta com 12 canções, incluindo cinco remixes, e abre com $ECRET no More, uma espécie de continuação direta de Everybody’s Got a $ECRET, presente em um trabalho anterior do grupo. A faixa conta com colaborações de nomes de peso, como o produtor Jake K, o hitmaker Andreas Öberg e a compositora Maria Marcus. Além disso, MOON SUA participa da composição, o que oferece ainda mais profundidade emocional à música.

A grande aposta do projeto é a faixa-título ZAP, que abrange a ideia central do álbum: silenciar ruídos externos e encarar o próprio eu de forma honesta. A música expõe uma mensagem de autonomia e identidade, reiterando a necessidade de esquecer o passado e focar no presente.

Assista ao vídeoclipe oficial de ZAP:

Outro destaque é WORK, faixa secundária do álbum, que também conta com participação de MOON SUA na letra. A música incentiva os ouvintes a refletirem e enxergarem suas imperfeições como parte única de quem são.

TBD, quarta faixa do disco, explora um tipo de relacionamento ainda indefinido, sem rótulos claros, mas carregado de sentimentos. Com participação de SIYOON e HARAM na composição, a música traduz a incerteza emocional e a escolha consciente de lidar com ela.

Em declarações sobre o lançamento, as integrantes compartilharam a preocupação com cada detalhe do álbum e a importância desse momento na trajetória do grupo, além de agradecerem aos fãs pelo apoio desde o debut.

Com o lançamento, Billlie inicia agora a fase de promoções com ZAP e WORK, consolidando este comeback como um dos mais importantes da carreira do grupo até aqui.

Ouça The Collective Soul and Unconscious: Chapter Two aqui:

 

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Leia também: Conheça o NXT, grupo de K-pop que vai cruzar a América Latina com 16 shows 

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cultura asiática Música Notícias

Conheça o NTX, grupo de K-pop que vai cruzar a América Latina com 16 shows

Boy band sul-coreana aposta em turnê extensa pelo país, mistura de estilos e conexão direta com fãs para conquistar o público brasileiro

Se você curte K-pop, já deve ter notado: o Brasil virou parada quase obrigatória para artistas sul-coreanos. E agora é a vez do NTX entrar nessa rota com uma turnê bem ambiciosa pela América Latina; e com um detalhe importante: 13 dos 15 shows acontecem no Brasil, enquanto os outros incluem Chile e Argentina.

Ao todo, o grupo vai passar por 15 cidades, indo além do básico de sempre. Tem capitais, claro, mas também outros polos importantes, numa tentativa de chegar mais perto dos fãs em diferentes regiões. Para um grupo que ainda tá crescendo fora da Coreia, isso diz muito: o NTX quer construir uma base sólida por aqui, no contato direto, cidade por cidade.

A turnê também chega na hora certa. Depois de alguns anos se encontrando dentro do K-pop, com mudanças na formação, realities e novos lançamentos, o grupo agora aposta pesado nos shows ao vivo pra se conectar com o público internacional. E, nesse cenário, o Brasil aparece como um dos mercados mais importantes.

Datas da turnê no Brasil

A agenda tá intensa e bem espalhada ao longo de pouco mais de um mês. Olha só:

Belém: 28/06

Goiânia: 02/07

Brasília: 04 e 05/07

Curitiba: 08/07

Buenos Aires: 10/07

Chile: 12/07

Rio de Janeiro: 15/07

Fortaleza: 19/07

Recife:  21/07

João Pessoa: 22/07

Belo Horizonte:  26/07

Manaus: 28/07

Porto Alegre: 31/07

São Paulo: 01/08

Blumenau: 02/08

NTX
Foto: divulgação/kbeat
Mas afinal, quem é o NTX?

O NTX (엔티엑스) debutou em março de 2021 pela Victory Company com o EP Full of Lovescapes e a música Kiss The World. Hoje, o grupo tem oito integrantes: Hyeongjin, Yunhyeok, Jaemin, Changhun, Hojun, Rawhyun, Eunho e Seungwon.

Antes mesmo da estreia oficial, eles já vinham se apresentando ao público com o projeto The Opening, soltando músicas e performances aos poucos pra mostrar quem eram. Em um mercado competitivo como o K-pop, esse tipo de construção gradual faz diferença.

Alguns membros já tinham experiência desde cedo. O Seungwon, por exemplo, já foi modelo infantil e ator, e o Eunho também trabalhou como modelo quando era criança. Isso ajuda a explicar a naturalidade deles no palco.

Uma trajetória cheia de mudanças

Desde o começo, o NTX passou por várias fases, o que é bem comum no K-pop. Teve troca de integrantes, participação em programas e vários lançamentos até o grupo ir encontrando sua identidade.

Um momento que chamou bastante atenção aconteceu em 2021, quando o Jiseong participou do reality The Wild Idol. Ele ficou em terceiro lugar e acabou debutando em outro grupo, o TAN. Isso deu visibilidade pro NTX, mas também criou uma situação diferente. Depois, ele entrou em hiato e saiu oficialmente do grupo em 2024.

Também teve a saída do Gihyun em 2022, por motivos pessoais. Apesar do impacto, essas mudanças acabaram marcando uma nova fase, com o grupo tentando se reinventar e manter os fãs por perto.

Em 2023, eles participaram do programa Peak Time, competindo como Equipe 2:00, e chegaram até as fases finais. Isso ajudou bastante a aumentar a visibilidade, principalmente fora da Coreia.

Mesmo sem vencer, o saldo foi positivo: mais gente passou a conhecer o grupo, suas performances e estilo. E eles continuaram lançando música, com projetos como Odd Hour, Hold X, e mais recentemente Over Track e Proto Type, já em 2025.

O estilo do NTX hoje

Musicalmente, o NTX segue a linha do K-pop atual, misturando hip hop, pop e elementos eletrônicos. Mas o grande destaque é a performance.

As coreografias são bem intensas e sincronizadas, e as músicas variam entre faixas mais animadas e outras mais emocionais. Essa mistura ajuda a atingir diferentes públicos.

Eles ainda estão construindo uma identidade mais sólida, mas os últimos lançamentos mostram que o caminho está ficando mais claro. Dá até pra comparar com grupos como Stray Kids, TXT e ENHYPEN, que também apostam forte em performance e conceito.

Por que o Brasil?

Não é à toa que o NTX tá investindo tanto aqui. O Brasil virou um dos mercados mais fortes para o K-pop fora da Ásia, com fãs super engajados, muito consumo de conteúdo e presença forte nas redes.

Ao marcar 15 shows no país, o grupo mostra que não quer só passar por aqui, mas realmente criar uma conexão com o público brasileiro. E escolher cidades fora do eixo tradicional reforça ainda mais isso.

Essa estratégia também acompanha uma tendência maior do K-pop, que vem explorando novos lugares e descentralizando turnês. Pra gente, significa mais shows; pra eles, mais oportunidade de crescer.

O que esperar dos shows:

Pra quem ainda não conhece o NTX de perto, essa turnê pode ser a porta de entrada perfeita. No K-pop, o palco é tudo,  é ali que muita gente vira fã de vez.

A expectativa é de shows com coreografias marcantes, um setlist variado e momentos de interação com o público.

E tem um fator que sempre conta a favor: a energia dos fãs brasileiros. Shows de K-pop aqui costumam ser intensos, barulhentos e cheios de emoção, e isso sempre chama a atenção dos artistas. Para um grupo em ascensão, esse tipo de recepção pode fazer toda a diferença no futuro.

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Leia também: NMIXX anuncia novo álbum Heavy Serenade e lança clipe da música Crescendo

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Tudo sobre os figurinos de Shakira no Rio de Janeiro

Com cerca de 13 trocas, o show reuniu moda brasileira e alta-costura internacional em uma narrativa visual de performance

A apresentação de Shakira em Todo Mundo no Rio transformou o palco de Copacabana com moda e performance. Ao longo do espetáculo, apelidado de Lobacabana, os figurinos funcionaram como extensão da narrativa da turnê e como um gesto de diálogo com o Brasil, tanto nas cores quanto na escolha de estilistas.

Ao longo de cerca de 13 trocas de figurino, a artista construiu uma estética que acompanhou os blocos do show. Os looks são responsáveis por organizar a narrativa: alternam momentos de força, sensualidade e celebração, incorporando referências brasileiras e ampliando a leitura da moda como linguagem de palco. 

Moda nacional

O designer Victor Hugo Mattos aparece em um dos momentos mais performáticos, durante a participação com Anitta. Seu figurino parte de um maiô dourado estruturado, que se aproxima de um corset, e se expande em aplicações de metais, cristais e elementos garimpados.

Foto: reprodução/Vogue/Globo

Já a marca Hisha, comandada por Giovanna Resende, inseriu no show de Shakira uma leitura mais artesanal da moda brasileira. O look apresentado apostou em sobreposições, texturas e técnicas manuais, com bordados e franjas, que fazem referências simbólicas e culturais. Em contraste entre com outros figurinos, trouxeram para o palco uma dimensão mais orgânica e ligada ao fazer manual. 

Foto: reprodução/G1

Dario Mittmann assinou o figurino final, responsável por encerrar o espetáculo e sintetizar o conceito central. O macacão seguiu a estética da “loba”, que atravessa toda a narrativa da turnê, combinando elementos tribais e futuristas. Para o Rio, o look ganha uma versão especial com as cores da bandeira brasileira, consolidando o momento final como uma celebração visual e simbólica. 

Foto: reprodução/Dario Mittmann/Vogue

Parcerias internacionais 

No eixo internacional, a parceria entre Etro e Swarovski para vestir Shakira concentrou os figurinos que apostam em superfícies inteiramente cobertas por cristais, explorando brilho, transparência e efeitos de luz, que ampliaram a escala do espetáculo e reforçaram sua dimensão global.

Foto: reprodução/Silvia Izquierdo

Além dos looks autorais, o show também se sustentou em figurinos de transição, que garantiram fluidez. O look de abertura, um macacão em verde e amarelo, estabeleceu de forma direta o diálogo com o Brasil logo nos primeiros minutos, sendo seguido por variações na mesma paleta e por composições como o vestido verde e rosa e o figurino branco, que marcaram mudanças de atmosfera ao longo da apresentação. 

Essas peças, muitas vezes sem atribuição direta a um único criador, integraram o repertório da turnê com assinaturas como Natalia Fedner e Michael Schmidt Studios. Pensados para facilitar a mobilidade, trocas rápidas e impacto da luz, funcionam como ligação entre os momentos mais conceituais e os de alta-costura e estruturam o ritmo do espetáculo para consolidar o show como uma narrativa visual.

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Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Livros Notícias

Lançamentos de maio da Intrínseca destacam histórias plurais

Títulos que chegam às livrarias exploram diferentes vivências e reforçam o papel da literatura na ampliação de perspectivas 

A Intrínseca reúne, em seus lançamentos de maio, histórias que refletem diferentes formas de viver, sentir e interpretar o mundo – da ficção contemporânea ao romance com elementos fantásticos, passando por narrativas que exploram saúde, identidade e relações familiares. Mais do que acompanhar tendências, a seleção aposta em obras que ampliam perspectivas e colocam em evidência temas que seguem mobilizando leitores dentro e fora das páginas.

Foto: reprodução/Instagram @leticiageek

Com títulos que dialogam com questões como luto, amadurecimento, legado e autonomia, a editora reforça seu papel em trazer ao público histórias diversas, capazes de atravessar gêneros e conectar experiências. Todos os livros chegam às livrarias em 4 de maio, compondo uma lista que equilibra entretenimento e reflexão em diferentes frentes.

Onar ‘82, por José Roberto de Castro Neves
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

A história acompanha a vida do cronista esportivo Samuel Janowitz, um apaixonado pelo futebol, mas incapaz de se conectar com seu filho, Daniel. Após anos de afastamento e silêncio entre os dois, Samuel recebe a notícia da morte repentina do jovem e, junto dela, um manuscrito deixado por ele.

Nesse livro dentro do livro, Daniel se inspira em Sonho de Uma Noite de Verão, de William Shakespeare, para construir o universo fictício do Morro de Ardenas, no Rio de Janeiro. Enquanto Samuel, na vida real, perde a chance de cobrir os jogos da Copa de 1982 devido a uma cirurgia e acompanha pela televisão a derrota do Brasil – na ficção o mesmo ano é reimaginado sob uma ótica mística e esperançosa. Personagens inspirados na obra de Shakespeare vivem histórias amorosas e tragicômicas, e o destino da seleção brasileira pode ser diferente.

Fantasma, por Ana Laura Lopes
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

O romance de estreia da cantora Ana Laura Lopes, desenvolve a história por trás de seu maior sucesso musical e apresenta detalhes da trajetória de uma jovem em busca de espaço na indústria da música. A mudança para Curitiba, longe da família, marca o início de uma fase decisiva em sua vida.

Ao lado de Juliana, uma empresária influente, ela começa a trilhar o caminho rumo ao estrelato e a conhecer os bastidores do meio artístico. Em meio a uma rotina intensa, novas experiências e a descoberta de um romance com Guilherme, guitarrista da banda Labirinto, a protagonista precisa lidar com inseguranças, amadurecimento e os desafios da vida adulta, enquanto tenta transformar seus sonhos em realidade.

Rafael Nadal: O Rei do Saibro, por Christopher Clarey
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Após o sucesso de Federer: O Homem que Mudou o Esporte (2021), Christopher Clarey volta seu olhar para Rafael Nadal, um dos maiores nomes da história do tênis. Multicampeão em diferentes superfícies, o atleta construiu um legado impressionante, com títulos em Wimbledon, no US Open e uma medalha de ouro olímpica.

No entanto, foi no saibro – a superfície mais exigente do esporte – que Nadal consolidou sua trajetória. O livro acompanha desde sua primeira vitória em Roland Garros, aos 19 anos, até momentos recentes de sua carreira, reconstruindo sua jornada a partir de entrevistas com o próprio atleta, sua equipe e grandes nomes do circuito, além de revelar bastidores e aspectos de sua filosofia dentro e fora das quadras.

Confusões do Amor, por Lynn Painter
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Quando seu apartamento é interditado, a faxineira Abi Mariano se vê sem lugar para ficar e recorre a uma solução improvável: passar alguns dias na cobertura onde trabalha, cujo dono está sempre viajando. O plano parecia perfeito, até que, na manhã seguinte, ela encontra dois estranhos na cozinha.

Eles são os pais do proprietário e acreditam que Abi é a namorada do filho. Ao descobrir a situação, o executivo Declan Powell decide manter a farsa e propõe um acordo: ela finge ser sua namorada em troca de benefícios. O que começa como um plano prático logo se complica, à medida que a convivência traz à tona sentimentos inesperados e transforma uma simples encenação em algo muito mais real.

Indestrutível, por Dra. Vonda Wright
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Mais de 70% das mulheres enfrentam dores nas articulações, perda muscular e redução da densidade óssea ao longo da vida. Esses sintomas, associados ao que a autora chama de “síndrome musculoesquelética da menopausa”, podem comprometer a mobilidade, a autonomia e a qualidade de vida.

Em Indestrutível, a proposta é apresentar caminhos práticos para enfrentar esses desafios. A obra reúne orientações sobre exercícios, nutrição, estilo de vida e suplementação, além de informações sobre exames e testes de mobilidade, oferecendo um guia completo para fortalecer o corpo e promover um envelhecimento mais saudável.

O Último Instante, por Liane Moriarty
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Durante um voo aparentemente comum, uma passageira começa a prever como e quando cada pessoa a bordo irá morrer. A situação, inicialmente encarada como uma excentricidade, ganha contornos inquietantes quando, meses depois, algumas dessas previsões se tornam realidade.

Sem explicações para o ocorrido, os sobreviventes passam a conviver com a possibilidade de um destino já traçado. Diante disso, surge uma pergunta inevitável: o que fazer com o tempo que resta? A narrativa combina suspense e reflexão ao explorar temas como morte, livre-arbítrio e as escolhas que definem uma vida.

Sua Vida Começa Antes de Você, por Noémi Orvos-Tóth

Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Partindo do conceito de trauma transgeracional, a obra investiga como experiências familiares, muitas vezes não elaboradas, influenciam a formação da identidade individual. Relações, padrões emocionais e comportamentos recorrentes podem ter raízes em vivências anteriores à própria existência consciente.

Ao abordar temas como concepção, infância, perdas e segredos familiares, o livro propõe um olhar ampliado sobre a construção do sujeito, convidando o leitor a compreender suas origens e a buscar formas de transformar o presente.

Um Amor de Despedida, por Seo Eun-chae
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Há seis anos, Ramwoo morreu ao salvar a vida de Heewan, sua amiga de infância e primeiro amor. Desde então, ela vive marcada pela culpa e pelo luto. Quando o vê novamente, mais velho, acredita estar delirando, mas descobre que ele agora é um ceifador, responsável por guiar almas.

Ramwoo revela que Heewan tem apenas uma semana de vida. Para ajudá-la a partir em paz, sugere que ela diga seu nome três vezes, mas ela não acredita merecer tranquilidade após tudo o que aconteceu. Enquanto tenta convencê-la do contrário, ele propõe que façam juntos uma lista de desejos. Ao longo dessa jornada, os dois revisitam sentimentos e memórias, em uma história que atravessa os limites entre vida, morte e amor.

À Espera de um Feitiço, por Amy Coombe
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

A princesa Tanadelle está cansada das obrigações da realeza e deseja viver de forma mais livre. Durante uma visita a uma pequena cidade, sua rotina muda completamente quando uma maldição a prende em uma antiga livraria até que descubra o que realmente quer.

Enquanto aguarda uma solução, ela aproveita a inesperada liberdade entre livros e novas experiências. Nesse cenário, conhece um misterioso pirata que surge com intenções duvidosas, mas acaba despertando algo mais. Entre pretendentes enviados por sua família e escolhas que colocam em xeque seu destino, Tandy embarca em uma jornada leve e encantadora sobre autonomia, desejos e finais felizes.

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Texto revisado por Cristiane Amarante

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Confira os melhores looks do Met Gala 2026

O evento reuniu celebridades em noite marcada por interpretações criativas e visuais conceituais

Na noite de ontem (4), o Met Gala 2026 transformou o Metropolitan Museum of Art, em Nova York, no principal palco da moda. A edição marcou a abertura da nova exposição do Costume Institute e reuniu celebridades, estilistas e artistas em uma noite que combinou moda e arte, mantendo o evento como um dos mais relevantes do calendário cultural global. 

O tema da exposição, Costume Art, propõe uma leitura ampliada da moda como forma de arte, destacando a relação entre o corpo e o vestuário ao longo de diferentes períodos históricos. A proposta coloca a roupa como elemento central da construção estética e cultural, incentivando interpretações que vão além do visual e exploram o significado. 

Em sintonia com o conceito, o dress code Fashion Is Art guiou os convidados no tapete e consolidou o evento como espaço de experimentação criativa. Com liberdade interpretativa, os looks apostaram em construções esculturais, referências artísticas e propostas autorais, tratando o corpo como extensão da obra e reforçando a moda como linguagem contemporânea.  

Destaques

Beyoncé – Olivier Rousteing (custom)  

Heidi Klum – Mike Marino 

Foto: reprodução/Getty Images/21Met Gala

Chase Infiniti – Thom Browne 

Foto: reprodução/Getty Images

Lisa – Robert Wun (custom) 

Foto: reprodução/Kevin Mazur/Getty Images

Anok Yai — Balenciaga 

Foto: reprodução/Anok Yai

SZA – Bode (custom) 

Foto: reprodução/Kevin Mazur/Getty Images

Madonna – Saint Laurent 

Foto: reprodução/Theo Wargo/Getty Images

Emma Chamberlain — Mugler (custom, por Miguel Castro Freitas) 

Foto: reprodução/Dimitrios Kambouris/Getty Images

Rihanna Maison Margiela (by Glenn Martens) 

Foto: reprodução/Vogue/Getty Images

Sabrina Carpenter – Louis Vuitton 

Foto: reprodução/Vogue/Getty Images

Sarah Paulson – Matières Fécales 

Foto: reprodução/Kevin Mazur/Getty Images

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Leia também: Met Gala 2026: saiba mais sobre o tema

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cultura turca Notícias

Amor de Aluguel terá maratona de episódios na estreia e exibição diária no Brasil

Novela turca chega com três capítulos de uma vez e aposta em formato de exibição diária no YouTube

 

A dizi Kiralık Aşk (tradução livre: Amor de Aluguel), um dos maiores fenômenos da teledramaturgia turca, estreia no Noverama TV, no YouTube, com uma maratona especial de três episódios liberados de uma só vez, incentivando o público a maratonar desde o início.

Após a estreia especial, os capítulos serão disponibilizados de segunda a sábado, sempre às 19h. A produção terá 148 episódios e ficará no ar gratuitamente até o fim de outubro.

Foto: reprodução/Noverama TV

Ambientada em Istambul, a trama acompanha Defne (Elçin Sangu), uma jovem humilde que aceita um acordo inusitado: conquistar o rico designer Ömer (Barış Arduç) para ajudar sua família financeiramente. O que começa como um plano estratégico acaba se transformando em uma história de amor marcada por romance, humor e fortes emoções.

Foto: reprodução/Noverama TV

Com forte apelo romântico, Amor de Aluguel se consolidou como uma das comédias românticas mais populares das dizis turcas, sendo exibida em diversos países e conquistando uma base de fãs global. A química entre os protagonistas é um dos principais destaques da produção e um dos fatores que impulsionaram seu sucesso internacional.

Foto: reprodução/Noverama TV

A iniciativa marca o lançamento do canal Noverama TV, projeto da Sofa DGTL, que aposta em um modelo híbrido entre o consumo de TV tradicional e a lógica do streaming, com exibição em horários fixos e episódios diários.

Sinopse dos primeiros capítulos (4 a 9 de maio)

Capítulo 1 (segunda, 4/5): Hulusi dá seis meses para a família casar Ömer. Defne enfrenta uma crise familiar após a prisão do irmão.

Capítulo 2 (segunda, 4/5): Para salvar o irmão, Defne aceita a proposta de Neriman e começa a trabalhar para Ömer.

Capítulo 3 (segunda, 4/5): Defne sofre com o novo trabalho e é envolvida em um acidente que a coloca ainda mais próxima de Ömer.

Capítulo 4 (terça, 5/5): Ömer entrega uma tarefa urgente a Defne, que recebe ajuda inesperada de Sinan.

Capítulo 5 (quarta, 6/5): Yasemin arma um plano e rouba o sapato exclusivo que Defne deveria entregar.

Capítulo 6 (quinta, 7/5): Defne é levada a uma festa importante para se aproximar de Ömer.

Capítulo 7 (sexta, 8/5): Um mal-entendido leva à demissão de Defne após acusações de Ömer.

Capítulo 8 (sábado, 9/5): Defne tenta provar sua inocência enquanto Yasemin avança com sua armação.

Foto: reprodução/Noverama TV

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Leia também: Produtora de Hercai anuncia nova dizi de verão

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Música Notícias

SANTOS BRAVOS, da HYBE Latin America, lança o EP de estreia DUAL

O lançamento já está disponível nas plataformas de streaming 

 

SANTOS BRAVOS apresenta seu primeiro EP DUAL. Ao longo de seis faixas, o trabalho mistura ritmos vibrantes do pop latino com uma energia voltada à performance, marcando um novo capítulo para o grupo, que continua expandindo sua presença global. A docussérie, detrás de DUAL (Behind DUAL), estreou no dia 15 de março, no Spotify

SANTOS BRAVOS
Foto: divulgação/SANTOS BRAVOS

O SANTOS BRAVOS passará pelo Brasil para divulgar o seu primeiro álbum de estúdio.  A apresentação acontece em 28 de maio, no Cine Joia, em São Paulo. A venda dos ingressos já está disponível desde o dia 18 de março. DUAL explora o contraste entre dois lados que definem uma mesma identidade. SANTO representa a energia espontânea, celebração e amizade, combinadas ao lado melódico do grupo, enraizado no pop latino. BRAVO revela uma faceta mais intensa, conectada ao movimento, ao instinto e à energia da, com influências de reggaeton, funk brasileiro e sons globais de pista. Ao longo do EP, SANTOS BRAVOS transita entre esses dois universos, criando uma narrativa sonora que une a sensibilidade latina com a precisão do pop global.  DUAL inclui o single de estreia 0%, que já ultrapassa 7 milhões de streams globais e mais de 20 milhões de visualizações no YouTube, além de KAWASAKI , um hino de pista que soma mais de 33 milhões de visualizações na plataforma em poucas semanas. O novo single MHM, é uma faixa leve e eufórica com sonoridade de pop latino melódico, construída sobre intimidade, percussões suaves e synths etéreos. Na letra, a música captura a empolgação e a hesitação de uma atração inicial, guiada por um refrão marcante.

No ar desde o dia 15 de março no Spotify, detrás de DUAL acompanha o processo criativo por trás do EP de estreia do SANTOS BRAVOS.

Formado por Drew (EUA), Kauê (Brasil), Alejandro (Peru), Kenneth (México) e Gabi (Porto Rico), o SANTOS BRAVOS dará início à sua primeira série de apresentações em festivais pela América Latina, começando pelo Estereo Picnic, na Colômbia, em 20 de março, seguido pelo Tecate Pa’l Norte, em Monterrey, México, no dia 29 de março. Em maio, o grupo se apresenta no Empire Music Festival, na Guatemala, e no Tecate Emblema, na Cidade do México.

Lista de faixas de DUAL

0%

MHM

WOW

KAWASAKI

VELOCIDADE

FE

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Leia também: Magia, o musical faz suas últimas apresentações no IBT

  1. Texto revisado por Sabrina Borges de Moura
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Cultura Entretenimento Música

Eu Vejo Luz, tour dos Gilsons, chega em São Paulo

Turnê do novo álbum do trio chega a uma das casas mais tradicionais de São Paulo em 09 de maio

Antes mesmo de lançar seu segundo e mais recente álbum de estúdio, os Gilsons divulgaram sua turnê mundial, contando com mais de 30 shows já confirmados. Isso só mostrou o sucesso que seria “Eu Vejo Luz Em Maior Proporção Do Que Eu Vejo A Escuridão”. Após passar por Salvador, Juazeiro e Rio de Janeiro, a apresentação chega a São Paulo, no dia 09 de maio, no Espaço Unimed. Informações e ingressos!

O novo álbum do trio formado por José, João e Francisco Gil marca um momento de amadurecimento artístico e emocional do grupo, com uma expansão sonora que atravessa os percalços da vida e costura um olhar mais amplo sobre a própria história do trio, unindo herança musical, experimentação contemporânea e uma forte dimensão afetiva.

O disco traz participações que ampliam esse universo, como Arnaldo Antunes, Narcizinho (Olodum), Julia Mestre, a multi-instrumentista Sona Jobarteh e a família Veloso (Caetano, Moreno e Tom). 

Foto: reprodução/Gilsons

Além de várias cidades pelo Brasil, como Salvador, Porto Alegre, Campinas, Florianópolis, Natal, Maceió, Recife, Brasília e muitos outros, a turnê mundial “Eu Vejo Luz” viaja para países como Dinamarca, Alemanha, Espanha, França, Nova Zelândia, Austrália e Portugal.

Sobre os Gilsons

Desde a estreia em 2018, os Gilsons vêm consolidando seu espaço no cenário musical brasileiro e internacional, combinando elementos da MPB com uma pegada contemporânea.

Foto: reprodução/ Marina Zabeni

O trio se destacou com hits como “Várias Queixas”, “Love Love”, “Devagarinho” e “Deixa Fluir”, além de colaborações com Julia Mestre, Lagum, Jota.pê, Rachel Reis, Mulú e outros artistas.

Seu álbum de estreia, Pra Gente Acordar, rendeu indicações a prêmios importantes, como o Grammy Latino, Prêmio Multishow e Prêmio da Música Brasileira, além de garantir presença em grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza e Coala Festival.

GILSONS – TOUR 2026

SERVIÇO:

Eu Vejo Luz – Tour – São Paulo

Quando: 09 de maio

Local: Rua Tagipurú, 795 – Barra Funda – SP

Ingressos: https://www.espacounimed.com.br/show/gilsons/ 

Informações: https://www.instagram.com/gilsonsoficial/ 

Você vai curtir o show dos Gilsons em São Paulo? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

Leia também: Gilsons, Rachel Reis e Mulú lançam o single Bateu

 

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