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KATSEYE está de volta: grupo anuncia comeback com novo single

Após o sucesso do EP de estreia, o grupo global promete mais um hit para abril

Nesta terça-feira (22), o grupo feminino global KATSEYE anunciou o tão aguardado retorno aos palcos com um teaser para seu novo single Gnarly, que será lançado no dia 30 de abril.

Confira:

Formado a partir do reality The Debut: Dream Academy, uma colaboração entre a HYBE e a Geffen Records, o KATSEYE conquistou os fãs ao redor do mundo com sua diversidade, talento e carisma. 

O grupo debutou oficialmente em 28 de junho de 2024 com o single digital Debut e, pouco tempo depois, lançou o EP SIS (Soft Is Strong) que nos entregou Touch, um pop alternativo que chegou a figurar em várias paradas da Billboard.

Composto por seis integrantes de diferentes partes do mundo – Manon (Los Angeles), Lara (Zurique), Daniela (Atlanta), Megan (Honolulu), Sophia (Manila) e Yoonchae (Seul) -, o grupo também estrelou o documentário da Netflix Pop Star Academy: KATSEYE (2024), que acompanhou a jornada intensa das participantes até a formação final.

O novo single Gnarly marca o início de uma nova fase para o sexteto, e os fãs já estão contando os dias para conferir o que vem por aí.

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Texto revisado por Kalylle Isse

 

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Música Notícias

SEVENTEEN anuncia comeback com álbum comemorativo e cronograma especial

Aumentando a expectativa dos fãs, o grupo está se preparando para o lançamento de projetos emocionantes 

Carats, o SEVENTEEN está voltando! Nesta segunda-feira (21), o grupo divulgou um teaser empolgante que revela seus próximos passos e, claro, inclui um comeback especial para celebrar uma década desde sua estreia.

Confira:

O grupo lançará seu quinto álbum completo, intitulado HAPPY BURSTDAY, no dia 26 de maio, mesma data em que fizeram sua estreia há exatamente dez anos. E não para por aí. Além do álbum, o cronograma divulgado inclui uma nova turnê mundial, o lançamento de um álbum de uma nova unit e mais conteúdos inéditos que prometem deixar os fãs ainda mais animados.

O último lançamento do SEVENTEEN foi o mini-álbum SPILL THE FEELS, lançado há sete meses. Agora, com HAPPY BURSTDAY, o grupo promete entregar um projeto à altura do marco histórico que representa sua trajetória na indústria do K-pop.

Com uma década de sucessos, coreografias impecáveis e laços fortes com os fãs, esse comeback tem tudo para ser um dos mais memoráveis da carreira do SEVENTEEN.

E aí, preparados para comemorar os dez anos de história do SEVENTEEN? Comente nas redes sociais do Entretetizei — Insta, Face e X — e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.

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Texto revisado por Cristiane Amarante 

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Cinema

Estrelado por Richard Gere e Jacob Elordi, Oh Canadá chega aos cinemas nacionais em 5 de junho

Longa dirigido pelo veterano Paul Schrader concorreu à Palma de Ouro com as memórias obscuras de um cineasta no fim da vida

Nesta terça (22), foi anunciado que o filme Oh Canadá, dirigido pelo veterano Paul Schrader, chega aos cinemas brasileiros no dia 5 de junho. O longa-metragem marca o reencontro de Schrader com o astro Richard Gere em um set de filmagens depois de 44 anos. Nesse novo projeto, Gere vive um documentarista com uma doença terminal que decide dar uma última entrevista.

Oh Canadá é baseado no livro Foregone (2021), escrito pelo norte-americano Russell Banks. No longa, o personagem vivido por Gere, o eterno Edward Lewis de Uma Linda Mulher (1990), decide dar seu depoimento a um ex-aluno, revelando como sua carreira e reputação de ícone progressista foram construídas com base em mentiras e meias-verdades que nem sua companheira conhecia. 

O papel da esposa do cineasta ficou com a estrela Uma Thurman, enquanto Jacob Elordi interpreta a versão mais jovem do protagonista. O ex-aluno é vivido por Michael Imperioli.

Foto: divulgação/California Filmes

Schrader conta que decidiu que esta seria a trama de seu próximo filme quando descobriu que Russell Banks estava doente (o autor morreu, vítima de um câncer, em janeiro de 2023). 

“Eu estava considerando outras possibilidades de história para um filme. Aí, percebi que a mortalidade deveria ser o tema. Ainda saudável, Russell tinha pesquisado e escrito um livro sobre morrer, intitulado Foregone. Ele queria chamá-lo de Oh, Canadá, mas havia outro livro com um título parecido, e me perguntou se eu usaria seu título original. Então Foregone virou Oh Canadá”, explica.

 

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Texto revisado por Kalylle Isse

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Eventos

Gaby Spanic, protagonista de A Usurpadora, visitará o Rio de Janeiro em agosto para evento com fãs

O encontro conta com sessão de fotos, bate-papo exclusivo, momentos interativos e surpresas especiais

Quem vai? Nesta terça (22), os fãs cariocas da rainha das novelas mexicanas foram surpreendidos com a notícia de que a atriz Gaby Spanic, eternizada no coração do público como a inesquecível Paulina e Paola Bracho de A Usurpadora, estará no Rio de Janeiro para um evento imperdível no dia 9 de agosto, no elegante Hotel Riale Brisa Barra, na Barra da Tijuca.

O encontro promete ser um momento único e inesquecível para os admiradores da estrela, com sessão de fotos, bate-papo exclusivo, momentos interativos e surpresas especiais preparadas especialmente para os fãs brasileiros, que sempre demonstraram um carinho caloroso pela atriz.

Esta é uma oportunidade única de conhecer pessoalmente uma das maiores estrelas da teledramaturgia latina, com uma carreira marcada por novelas de sucesso mundial, como A Usurpadora, A Dona, A Intrusa e tantas outras que conquistaram gerações.

Os ingressos já estão à venda no site ultratickets.pagrtickets.com.br e são limitados. 

Local: Hotel Riale Brisa Barra

Quando: 09 de agosto de 2025

Ingressos: ultratickets.pagrtickets.com.br

VIP – R$220,00 + Taxas (Evento + Foto com a Atriz)

Normal (Inteira) – R$150,00 + Taxas (Evento)

Normal (Meia) – R$75,00 + Taxas (Evento)

 

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Texto revisado por Cristiane Amarante

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Cinema Cultura Latina Notícias

Prêmio Grande Otelo: saiba mais sobre a premiação que ocorrerá no dia 30 de julho, no Rio de Janeiro

24ª edição irá homenagear Walter Salles e Fernanda Torres

O Prêmio Grande Otelo é a maior premiação de audiovisual no Brasil e chega na sua 24ª edição. O tema será o destaque do cinema brasileiro no exterior e a Academia Brasileira de Cinema irá homenagear Walter Salles e Fernanda Torres, para celebrar a trajetória do filme Ainda Estou Aqui (2024). Por conta disso, eles não irão concorrer às indicações da premiação.

Prêmio Grande Otelo
Foto: reprodução/O Globo

“Que ano esse para o cinema brasileiro! Das participações e prêmios nos mais importantes festivais como Cannes, Veneza e Berlim, ao Oscar, nosso cinema viajou pelo mundo. E, mais importante que tudo, está reconquistando o nosso próprio público. A 24ª edição do Prêmio Grande Otelo será o lugar onde celebraremos esses filmes e séries incríveis que fizemos durante o ano. Celebrados por nós mesmos. E, em ano tão importante, como não homenagearmos a história dos nossos filmes pelo planeta? Impossível. Esse ano recordaremos nossa história até aqui. Por decisão unânime da diretoria da Academia Brasileira de Cinema, Ainda Estou Aqui (2024), apesar de inscrito no Prêmio, participará a título hors concours, e receberá, através de Walter Salles e Fernanda Torres, o Prêmio Especial Grande Otelo 2025. Mais que merecido“, diz a Renata Almeida Magalhães, presidente da Academia Brasileira de Cinema,.

Votação

Além disso, divulgaram a lista com as obras inscritas, que disputam vagas entre os finalistas para concorrer ao Troféu Grande Otelo em 30 categorias. Houve recorde de inscrições, dentro desses 24 anos de premiação, com 345 inscrições entre longas-metragens, curtas e séries. A lista pode ser conferida aqui.

A cerimônia do Prêmio Grande Otelo conta com 30 prêmios, sendo 29 produções escolhidas pelo amplo júri formado por profissionais associados à Academia Brasileira de Cinema, composto por profissionais das mais diversas áreas do setor e o disputado Grande Otelo de Melhor Filme pelo Júri Popular, escolhido pelo público por meio de votação aberta realizada no site da Academia.

Organização

A premiação conta com o apoio da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, por meio da RioFilme, órgão que integra a Secretaria Municipal de Cultura, e tem apuração e acompanhamento da PwC Brasil. 

O prefeito Eduardo Paes celebra a iniciativa da Academia Brasileira de Cinema: “É um orgulho e um privilégio para o Rio sediar mais uma edição do Prêmio Grande Otelo, um evento importante, que há 24 anos valoriza a indústria cinematográfica brasileira. São filmes de diversos gêneros, que mostram a diversidade cultural do nosso país. Este ano, será ainda mais especial, homenageando Ainda Estou Aqui, que trouxe o primeiro Oscar para o Brasil e deu à Fernanda Torres o Globo de Ouro de Melhor Atriz de Drama. Uma obra que preserva nossa memória, nossa democracia e reverência a todos que fazem cultura no Brasil”.

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Texto revisado por Cristiane 

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Cultura turca Notícias

Ekin Koç e Ayça Ayşin Turan juntos novamente em um novo projeto

Os atores de Amor em Foco vão trabalhar juntos novamente para a nova série Vicdansız

A nova série Vicdansız está sendo produzida para a plataforma digital TOD da BeIN Connect e assinada pela ARC Yapim. O ator Ekin Koç interpretará um especialista em finanças e será muito bem-sucedido. As filmagens terão início em maio.

Foto: reprodução/Birsen Altuntaş

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cultura turca Notícias Séries

O que esperar dos episódios finais da 2ª temporada de Hudutsuz Sevda

A série de ação fará seu final de temporada depois de mais três episódios 

 

A dizi Hudutsuz Sevda (Boundless Love, 2023) fará o encerramento da temporada atual no episódio 63. O próximo episódio acompanhará o desenrolar da chegada de um inimigo, que cerca cada vez mais Halil İbrahim (Deniz Can Aktaş) e seus aliados, além da tentativa de Didem (Elçin Zehra İrem) para separá-lo definitivamente de Zeynep (Miray Daner).

Foto dos atores principais de Hudutsuz Sevda.
Foto: divulgação/NOW

Há uma expectativa dos fãs, para os três últimos episódios dessa temporada, de que o casal principal fique junto, após inúmeras tentativas de afastá-los. Além disso, espera-se que os conflitos que envolvem os entes queridos de Halil İbrahim e a família de Zeynep (os Leto) sejam resolvidos, já que diversas pessoas importantes para os dois perderam a vida no decorrer da trama.

Foto dos personagens de Hudutsuz Sevda.
Foto: divulgação/NOW
Nova temporada

Apesar de Hudutsuz Sevda possuir a maior audiência das noites de quinta há algumas semanas, optou-se por encerrar a segunda temporada mais cedo devido à baixa receita publicitária e ao aumento dos custos de produção. Entretanto, a série produzida pela Med Yapım foi renovada para uma terceira temporada.

Muito comentada nas redes sociais, a trama, que é exibida no canal NOW, tem roteiro de Bahadır Özdener e direção de Murat Öztürk. A história, que teve início a partir da busca por vingança de Halil İbrahim contra a família Leto, terá um novo conceito na nova temporada. Porém, ainda não há informações sobre o que a série turca apresentará de diferente em seu retorno. 

Foto dos personagens da série.
Foto: divulgação/NOW

 

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cultura Entretenimento Notícias

Exclusivo | Isabella Santoni atua em cena aberta no Dia Mundial da Terra

Embaixadora ambiental e atriz de sucesso, Isabella Santoni defende um ativismo enraizado em prática e presença

Em um Brasil de séries que ecoam internacionalmente e de montagens teatrais que revisitam clássicos com vigor contemporâneo, Isabella Santoni ocupa um lugar curioso: o de quem transita entre a entrega à cena e o ativismo ambiental com a mesma intensidade. No Dia Mundial da Terra, celebrado em 22 de abril, sua trajetória revela mais do que papéis bem interpretados: expõe também um compromisso existencial com o mundo que a cerca.

Com uma carreira consolidada nos palcos e no streaming, a atriz vem tecendo sua própria narrativa. No teatro, interpretou a protagonista da adaptação de O Cravo e a Rosa, revivendo o folhetim que foi fenômeno televisivo nos anos 2000 com uma energia renovada; no audiovisual, atravessou três temporadas de sucesso com Dom, série do Prime Video baseada na história real de Pedro Dom, e retornou com força dramática à quarta fase de A Divisão, no Globoplay.

#TBT da terceira temporada de DOM | Créditos: divulgação | @isabellasantoni via Instagram

Fora dos sets, Isabella mantém o mesmo grau de envolvimento. Desde o momento em que o surfe cruzou seu caminho, o mar passou a ser não só refúgio, mas eixo ético: “Foi surfando que comecei a perceber o quanto o mar estava poluído — e como é contraditório sujar justamente o lugar que nos dá tanta paz e felicidade. A natureza foi minha primeira grande escola. Um espaço onde não é preciso desempenhar nenhum papel, só estar presente. Quando a gente se conecta de verdade com um ambiente, proteger ele se torna inevitável. Com o tempo, entendi que o ativismo não é apenas uma escolha política, mas uma resposta natural a esse vínculo”.

E toda essa gratidão vem se traduzindo em ações concretas. Isabella é embaixadora do SeaLegacy, organização internacional dedicada à preservação dos oceanos, e também integra o projeto Um Pacto pelo Clima, ligado ao Pacto Global da ONU. Fora isso, participa de iniciativas como o Canal Novo Mundo, voltadas à conscientização ambiental e educação ecológica. Sustentabilidade, para ela, não é conceito abstrato, mas prática cotidiana.

Sei que o problema ambiental é sistêmico, mas também acredito no poder simbólico e educativo das pequenas ações. Comecei mudando hábitos simples: parei de usar copo descartável, comecei a observar de onde vêm as peças que eu visto… E é curioso como, quando você se compromete de verdade, o estilo de vida muda porque o olhar, em si, muda. E, ainda assim, não basta. Precisamos cobrar responsabilidade de empresas, governos e sobretudo das grandes cadeias de produção. Sustentabilidade tem que ser uma prática coletiva e institucional.

A atriz também vem costurando esse olhar consciente com a moda. No Carnaval de 2020, surgiu pela primeira vez com uma fantasia inteiramente produzida a partir de materiais recicláveis – o que aconteceu também nos últimos dois anos: um top feito a partir de tampas de garrafas, mais cabeça de miçangas. Ela comenta:

“Desde sempre eu enxerguei a moda como uma forma de expressão, mas, nos últimos anos, comecei a me perguntar: que tipo de mensagem estou passando também sobre o planeta? Com essa fantasia, consegui transformar o que muitos viam como lixo em arte, porque acredito que dá, sim, para se divertir e, ao mesmo tempo, gerar reflexão.”

Créditos: divulgação | Thales Côrtes | Bruna Brandão Comunicação & Imagem

“Hoje, no meu dia a dia, priorizo peças atemporais e do estilo minimalista. Gosto de acompanhar as tendências, claro, mas só invisto naquilo que sei que vai permanecer comigo por muito tempo.”

Com quase onze anos de carreira, Isabella reflete sobre sua caminhada com serenidade e propósito: “A pluralidade é, para mim, uma das características mais potentes da mulher contemporânea. Não precisamos nos restringir a um único espaço. Posso ser atriz, ambientalista, surfista, apaixonada por literatura, diretora criativa, empreendedora… e tudo isso ao mesmo tempo, sem culpa. O meu ativismo também é uma forma de atuação, como um palco expandido”, conclui

 

Adoramos saber dessas iniciativas da Isabella Santoni, e vocês?Acompanhe o Entretetizei nas redes sociais — InstagramFacebookX — e confira as atualizações do mundo do entretenimento.

 

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Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Cultura asiática Entrevistas Música Notícias

Entrevista exclusiva | Isa Guerra fala sobre compor para o K-pop, trabalhar com artistas coreanos e levar o Brasil pra dentro da música

Mineira que começou como fã conta ao Entretetizei como entrou na indústria sul-coreana, revela bastidores do processo de composição e compartilha os aprendizados da jornada

Você pode até ter começado a ouvir K-pop por causa de um vídeo de reação no YouTube, mas e se te contassem que uma das pessoas por trás de músicas de idols sul-coreanos também teve esse exato ponto de partida? Isa Guerra, mineira, artista e compositora, viu sua vida mudar ao mergulhar nesse universo colorido, intenso e estratégico da música coreana. O que começou como curiosidade de fã, virou um plano de carreira em plena pandemia — e, hoje, ela assina faixas que chegam a milhões de ouvintes do outro lado do mundo.

Isa Guerra
Foto: divulgação/Isa Guerra

Na entrevista a seguir, Isa abre o coração e o caderninho de anotações para contar como funciona o pitching de músicas no K-pop, o que diferencia uma boa demo de uma descartável, e como é compor em equipe com gente espalhada pelo globo. Com sinceridade, sensibilidade e aquela brasilidade no olhar, ela revela os bastidores de uma carreira que ainda está só começando — mas já tem muito o que ensinar. Confira: 

Entretetizei: Como foi o seu primeiro contato com a indústria do K-pop e como começou a compor para artistas sul-coreanos?

Isa Guerra: Meu primeiro contato com o K-pop aconteceu quando eu tinha mais ou menos 16 anos, através de um vídeo onde youtubers reagiam a MVs. Eu me lembro de ficar fascinada e começar a pesquisar mais e mais. Desde então, eu sempre acompanhei meus grupos preferidos, até que, durante a pandemia, me surgiu uma vontade imensa de entrar nesse mercado como compositora. Na época, eu estava querendo pausar a minha carreira como cantora pra poder me descobrir mais. Também me dedicava bastante a postar vídeos das minhas composições e, apesar de estar crescendo bastante, sentia que, daquela forma, não conseguia mostrar todo o potencial que eu acreditava existir em mim. Eu queria aprender mais e sair da minha zona de conforto, então decidi que, a partir daquele momento, iria começar a me dedicar 100% a compor pro mercado musical da Coreia do Sul.

E: Você percebe diferenças no processo de composição para o K-pop em comparação com outros estilos musicais?

IG: Com certeza. Acho que várias questões fazem o processo ser bem diferente. Sinto que, no K-pop, o compositor tem que saber equilibrar muito bem uma música dentro do que ela pede. É quase um trabalho intuitivo saber onde entra uma melodia, um rap, se a música está ficando fluida o suficiente pra que o ouvinte seja entretido o tempo todo e entender o que cada uma pede. Tudo é intencional e muito bem pensado. Sempre tentamos estar um passo à frente e imaginar: “O que esse grupo faria que seria uma evolução do seu último lançamento, mas que também não foge da sua identidade?”, O que ainda não foi feito?. Os conceitos têm que ser fortes e as demos têm que ser muito bem gravadas também, pra conseguirmos mostrar a ideia da forma mais próxima possível do produto final. Isso acaba exigindo que o compositor saiba o mínimo de partes mais técnicas, como, por exemplo, produção vocal. É realmente diferente de qualquer outro mercado em que eu trabalhei.

E: Como funciona o processo de pitching de músicas para grupos de K-pop? Você escreve já pensando em um artista específico ou adapta depois?

IG: Depende! Pode funcionar de várias formas. Muitas vezes, os grupos já têm alguma direção/referência em mente pro próximo comeback e fazemos as músicas de acordo. Mas acontece bastante de criarmos sem referências, pensando — ou não — em alguém específico. Já cheguei, por exemplo, a escrever sem pensar em algum artista, simplesmente porque tive uma ideia, e a música acabar indo pra alguém que eu nem esperava gravar algo naquele estilo!

E: Entre os artistas e grupos para os quais você escreveu, teve algum projeto que te marcou de forma especial?

IG: Sinceramente, acho que todos têm um lugar especial. Eu tento apreciar cada segundo de cada projeto porque me dediquei muito para poder fazer o que faço hoje. Se eu tivesse que mencionar um, provavelmente seria Dimension. Foi o meu primeiro lançamento depois de muitos meses trabalhando incansavelmente. Minha intuição me dizia que eu estava no caminho certo, mas quando a música finalmente saiu foi como uma comprovação além da minha cabeça de que todo o esforço seria compensado e que eu só precisava ter paciência. Todos são especiais e únicos, eu amo cada um.

E: Você já teve a chance de conhecer pessoalmente algum dos artistas que gravaram suas músicas?

IG: Alguns sim, mas não todos! Quero muito poder conhecer todos um dia, até porque as experiências que tive até hoje foram muito positivas.

E: Muitas músicas de K-pop envolvem equipes de compositores internacionais. Como é a dinâmica de trabalho nesse tipo de colaboração?

IG: A maioria das sessões de composição que participo quando não estou na Coreia são feitas online por Zoom. Cada integrante do meu time mora em um lugar diferente do mundo, então temos que conciliar os fusos horários de cada um pra conseguir compor. Dependendo da situação, até fazemos por WhatsApp mesmo, conversando e enviando ideias por mensagem.

E: O que você acha que diferencia uma boa música de K-pop? Existe algum elemento que considera essencial?

IG: Eu acredito que toda música tem seu toque especial, mas eu particularmente gosto muito de músicas que sabem balancear um tom mais agressivo com partes melódicas. Gosto bastante de ouvir e escrever as partes de rap também, então acabo me sentindo muito atraída por músicas com bons flows. Se o início da música é agressivo, o pré-refrão tem uma melodia crescente que faz arrepiar, pra depois entrar um bom gancho que explode e chega num clímax, é muito provável que essa música vai estar na minha playlist.

E: Você tem vontade de expandir seu trabalho dentro da indústria sul-coreana, talvez explorando outros papéis além da composição?

IG: Não é algo que penso no momento — talvez mais pra frente. Sigo tendo muito o que aprender e crescer como compositora dentro do K-pop. Acredito que a jornada ainda está no início, então minha vontade está em seguir melhorando e dar continuidade no que já venho fazendo. Também quero poder voltar a lançar meu próprio projeto como artista em breve. Meu foco são esses dois objetivos agora.

E: Qual foi a maior lição que aprendeu trabalhando como compositora no K-pop?

IG: Eu sinto que o K-pop foi muito importante no meu crescimento e amadurecimento como artista e pessoa. Sou bem imediatista, e minha jornada até então me ensinou sobre ter paciência pra colher os frutos que plantei. Também fico muito obcecada quando tenho algum objetivo, e sigo aprendendo a me dedicar bastante, mas sem me perder e esquecer de mim. Aprendi sobre ouvir mais, sabendo filtrar com respeito o que vai ou não me ajudar a conquistar o que quero. Estar trabalhando com uma cultura tão diferente também me fez admirar ainda mais minha própria cultura e amar a sensação de poder mostrar um pedacinho do Brasil por onde eu vou — seja no jeito de compor ou até mesmo me conectar com as pessoas.

 

Você já conhecia a Isa Guerra? Conta pra gente nas redes sociais do Entretê – Instagram, Facebook, X – e nos siga para atualizações sobre a indústria do entretenimento.

 

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cultura turca Notícias

Açelya Devrim Yılhan é a convidada especial de Kral Kaybederse

A estrela será a convidada do episódio que será transmitido hoje à noite (22) no streaming 

Açelya Devrim Yılhan foi convidada para participar da série Kral Kaybederse (2025), que é transmitida no streaming do Star TV. A temporada tem previsão para se encerrar no final de maio.

Devrim interpretará a personagem Berna, que é uma cirurgiã muito famosa e acaba entrando no caminho de Kenam Baran (Halit Ergenç).

Foto: reprodução/Birsen Altuntaş

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Texto revisado por Bells Pontes

 

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