Este é o segundo single do próximo álbum do artista, American Heart
Nesta sexta (25), Benson Boone, fenômeno pop global, lançou sua aguardada faixa Mystical Magical. Esse é o segundo single do próximo álbum do artista, American Heart, que chega no dia 20 de junho.
Assista aqui:
Para quem não acompanhou, Benson estreou Mystical Magical ao vivo no palco do Coachella, nos Estados Unidos, em sua primeira apresentação no festival no início deste mês. No final do seu show eletrizante no palco principal, ele surpreendeu o público ao chamar ninguém menos que Brian May, do Queen, para uma performance inesquecível de Bohemian Rhapsody.
Foto: divulgação/Warner Music Brasil
American Heart foi apresentado pela primeira vez com a faixa Sorry I’m Here For Someone Else, seu primeiro lançamento de 2025. A música veio logo após a performance de tirar o fôlego de Beautiful Things na cerimônia do Grammy deste ano, onde Benson foi indicado como Artista Revelação. Na semana que vem, dia 3 de maio, ele estreia como atração musical no programa Saturday Night Live, com mais uma apresentação especial.
Confira:
Com o lançamento de American Heart se aproximando, participações em grandes festivais pelo mundo e novas datas de turnê a caminho, 2025 promete ser mais um ano histórico para Benson Boone.
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Romances fofos e levinhos, enredos emocionantes… veja quais obras tiveram a influência de dramas asiáticos em suas histórias
Não é de hoje que as produções asiáticas conquistaram o coração dos brasileiros. Tanto os doramas — dramas realizados no Japão —, quanto os k-dramas, que englobam as séries sul-coreanas, fazem um enorme sucesso no streaming. Com a sua narrativa única, representam com riqueza a cultura de cada país.
Além de serem extremamente românticas, são histórias emocionantes e divertidas, que nos fazem querer consumir cada vez mais. Mas será que existem livros com estruturas que se assemelham às dos doramas e K-dramas? A verdade é que, com a popularidade dessas produções, muitas autoras se inspiraram para escrever romances levinhos e super envolventes.
Ao ler as obras, é quase como se estivéssemos maratonando uma série. Confira:
O Horizonte Mora em Um Dia Cinza – Tatielle Katluryn
Imagem: reprodução/Editora Mundo Cristão
Ayla Vasconcellos e Joon Hyuk são de culturas completamente diferentes, mas um sopro do destino os aproxima inesperadamente.
A jovem, que ainda não conseguiu superar feridas do passado, esbarra com um coreano de olhos angulares e voz melodiosa e logo se pergunta se algo estaria ligando os dois.
Ayla não imaginaria que, ali naquela universidade na Coreia do Sul, encontraria um jovem que talvez compartilhasse as mesmas dores e esperanças.
No Dia do Seu Casamento – Thaís Dourado
Imagem: reprodução/Verus Editora
Embora esteja de vestido de noiva, caminhando para o altar, Maria Luísa não está tão radiante como deveria. Na verdade, diversas dúvidas rondam a sua cabeça e ela busca incessantemente um sinal, talvez até divino, para não seguir com aquilo.
Quando ela troca olhares com Jae Hun, seu melhor amigo, ela grita silenciosamente por socorro. Ele, mesmo sem coragem, não exita antes de sequestrar a noiva.
Agora, Malu precisará lidar com as consequências dos seus atos e aprender que nunca é tarde para começar de novo.
Shine: Uma Chance de Brilhar – Jessica Jung
Imagem: reprodução/Intrínseca
Em seu primeiro livro, a cantora, atriz e estilista Jessica Jung utiliza anos de experiência como treinee e idol para escrever um romance que revela os bastidores da indústria do K-pop.
Nesta obra, os leitores conhecerão Rachel Kim, que sonha em ser cantora e, há seis anos, se dedica a um programa rigoroso de treinamento de uma das maiores empresas de entretenimento da Coreia do Sul. Ela precisa treinar cada segundo do seu dia e está terminantemente proibida de namorar, ou será expulsa.
A competição para integrar um novo grupo feminino está cada vez mais próxima e Rachel sabe que precisa se destacar. O que ela não esperava era se apaixonar por Jason Lee, um astro gigantesco que está procurando uma parceira de dueto. Ela sabe que se envolver é um erro, mas não tem certeza se conseguirá resistir.
Tudo o que Eu Não te Disse – Ann Liang
Imagem: reprodução/Editora Alt
Sadie Wen é a verdadeira aluna-modelo: oradora da turma, representante da escola e está sempre de bom humor. No entanto, o que ninguém sabe é que, para não demonstrar suas frustrações com colegas e professores, ela desabafa sobre todos nos rascunhos de seu e-mail. Obviamente, ela nunca os enviará.
A jovem não precisa se conter nas mensagens, já que elas jamais serão lidas por alguém. Porém, quando os e-mails são enviados acidentalmente para todo o colégio, a vida da menina vira de cabeça para baixo.
É aí que Sadie se aproxima de Julius Gong, seu maior rival acadêmico desde a infância. Agora que todos em seu entorno sabem o que ela realmente pensa deles, Sadie precisará confiar justamente na única pessoa que ela jurou odiar.
Conexão Inesperada – Grazielle Siqueira
Imagem: reprodução/Grazielle Siqueira
Lia Carvalho é uma jovem brasileira que vive uma vida simples, movida pela sua fé e paixão por projetos sociais. Choi Yoon-jae, por sua vez, mora no outro lado do planeta, é um ídolo do K-pop e vive sob os holofotes. O astro, no entanto, sofre pelas pressões da fama e anseia por um pouco de paz.
Em uma interação improvável, os dois começam a desenvolver uma conexão profunda. Desse modo, nem as diferenças culturais, os dilemas pessoais e a intensidade da indústria do entretenimento poderão separar os dois corações.
Como Um Dia Sem Fim – Tatielle Katluryn
Imagem: reprodução/Tatielle Katluryn
Faltando cinco dias para o Natal, Dominic Sanchez conhece o amor da sua vida em um aeroporto. É uma garota que sonha alto, mas os seus medos são igualmente grande.
Quando embarca em um voo para São Paulo, ela se depara com o sorriso acolhedor de Kim Jae-won, que se desdobra para acalmar a jovem ansiosa. Dominic passou por uma grande desilusão no passado, mas agora aprenderá que nunca é tarde para dar uma nova chance ao amor.
E você, já leu algum livroinspirado em doramas ou K-dramas?
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Entenda a mensagem por trás da camiseta que viralizou sendo usada por celebridades
É de senso comum, pelo menos assimilado pela maior parte da cultura ocidental, que a comunidade queer dita tendências na cultura popular. É sempre interessante observar o movimento que acontece quando termos, expressões, acessórios ou vestimentas, por exemplo, furam a bolha e começam a ser absorvidos pelo público mainstream. Muitas vezes esse deslocamento acontece sem carregar o significado dos símbolos junto, e acabamos presenciando uma massificação que torna atos, antes de resistência, irrelevantes. Não é o caso da camiseta Protect the Dolls (Proteja as Bonecas, na tradução para o português), que tem causado uma comoção — da maneira certa — na internet nos últimos dias.
Imagem: reprodução/Instagram @connerives
A expressão dolls (bonecas) pode até causar estranhamento em um primeiro contato, mas é, na verdade, um termo carinhoso. Surgido na década de 1980, foi criado por membros da comunidade LGBTQIAPN+ para se referirem a mulheres trans. A palavra surgiu como uma forma de representar a vulnerabilidade dessa porcentagem da sociedade e de demonstrar não apenas apoio, mas também amor a essas mulheres, que se encontravam, e infelizmente ainda se encontram, em um grupo de risco mais profundo de opressão e violência do que outros membros da comunidade.
A camiseta com a frase impressa é uma criação do estilista americano Conner Ives e foi apresentada pela primeira vez no encerramento do desfile da marca, que leva seu nome, no London Fashion Week, em fevereiro deste ano. A frase ganhou destaque no mundo da moda após esse evento, mas foi só no primeiro final de semana do Coachella 2025, que aconteceu entre os dias 11 e 13 de abril, que o público geral tomou conhecimento da camiseta, fazendo com que ela entrasse na agenda da mídia.
Imagem: reprodução/Instagram @connerives
Se considerarmos o nível de artistas que compuseram o line-up e a qualidade das performances como critérios, a edição do festival desse ano foi uma das melhores que aconteceram recentemente. Um dos pontos altos, que já entrou para a história do Coachella, foi o show de Charli XCX no primeiro sábado do evento. Ela não só trouxe os hits do brat — álbum que marcou o ano de 2024 com o brat summer— para o palco de um dos principais eventos da música do planeta, como também três convidados especiais para compor seu set.
Charli trouxe Billie Eilish, Lorde e Troye Sivan para cantar os feats que lançou numa versão deluxe do álbum com cada um dos artistas. Troye subiu ao palco vestindo uma camiseta Protect the Dolls. Esse momento, ampliado pelo alcance do Bratchella, deu visibilidade à frase para mais de 40 milhões de pessoas, considerando o público presente no local e quem assistia online, gerando atenção e curiosidade em torno da camiseta.
Imagem: reprodução/Instagram @troyesivan
Sivan é um ator, cantor e compositor australiano que iniciou sua carreira musical em meados de 2014 explorando o indie pop antes de migrar completamente para o pop em seus trabalhos mais recentes. Foi na época do álbum Blue Neighbourhood (2015) que sua sonoridade conquistou o público LGBT mais jovem, e ele vem se posicionando como um ícone do movimento desde então.
Após a primeira onda de hype sobre a camiseta, outras celebridades como Pedro Pascal, ator da série The Last of Us (2023), da HBO e Tilda Swinton, atriz britânica conhecida por seus trabalhos em As Crônicas de Nárnia (2005) e Doutor Estranho (2016), aderiram à campanha e fizeram aparições com a camiseta, que tem, aos poucos, se transformado no símbolo de uma luta.
Imagem: reprodução/Instagram @connerives
Pedro, inclusive, é irmão mais velho de Lux Pascal, atriz e ativista transgênero, e é uma das figuras mais aliadas ao movimento, sempre se colocando como ativista em protestos contra a agenda transfóbica que tem se instalado cada vez mais nos Estados Unidos.
Imagem: reprodução/Instagram @complex
É necessário abordar o clima que tem se instalado na política norte-americana, uma vez que ele é a chama que atiça movimentos como esse a existirem. A camiseta ganhou força justamente como uma resposta às políticas anti-trans que têm sido implementadas pelo governo Trump. Portanto, não é só uma escolha de vestimenta, todas as personalidades que abraçam a camiseta estão ativamente promovendo um ato político.
Essas são algumas das ordens executivas que afetam a existência de pessoas transsexuais promulgadas pelo presidente eleito Donald Trump desde que assumiu a Casa Branca, em janeiro deste ano: bloqueio de novos passaportes para americanos trans e não binários, proibição de abordar “ideologia de gênero” nas escolas, restrições de assistência de saúde que afirmam o gênero, proibição de participação de meninas trans em esportes escolares, e redução de financiamento para programas LGBTQIAPN+.
É importante ressaltar que o mundo do entretenimento (por mais que seja relevante e um importante ator nesse processo de luta) é uma bolha em um mundo de outros fatores que colaboram para o crescimento do ódio na sociedade atual. É essencial nos mantermos atentos às movimentações políticas, principalmente num momento como esse, pois somente juntos se cria força o suficiente para proteger aqueles que estão sendo mais ameaçados.
Conner Ives anunciou em suas redes sociais uma parceria com a organização Trans Lifeline para a venda das camisetas:
“Toda a renda da venda desta camiseta será doada diretamente para a Trans Lifeline, uma instituição de caridade americana liderada por pessoas trans que oferece serviços que salvam vidas para aqueles que mais precisam. A linha direta conecta pessoas trans a uma comunidade mais ampla, oferecendo apoio e recursos necessários para sobreviver e prosperar. Dada a atual hostilidade do governo federal dos EUA em relação às pessoas trans, um apoio como este é mais necessário do que nunca.”
Em meio a tanto medo sendo espalhado, fenômenos como a camiseta Protect the Dolls mostram que ainda há espaço para resistência. Dito isso, fica aqui o recado: protejam as bonecas.
Já conhecia o significado da camiseta Protect the Dolls? Não se esqueça de compartilhar a sua opinião nas redes sociais do Entretê —Instagram,Facebook,X— e nos seguir para não perder as novidades do mundo do entretenimento.
Disco traz homenagem ao pai falecido e parcerias com nomes como Marcelo Camelo e Clóvis de Barros
Escrito por Leticia Stradiotto
Vitor Kley retorna à cena musical com o lançamento de As Pequenas Grandes Coisas, seu sexto álbum de estúdio, que chega nesta sexta (25) às plataformas digitais. Em entrevista ao Entretetizei, Vitor conta sobre essa nova fase e como a espiritualidade, a liberdade artística e uma nova perspectiva sobre o amor e a vida guiaram o processo de criação.
Depois do sucesso de A Bolha, lançado em 2022, o cantor tirou um tempo para respirar. O resultado é um trabalho mais maduro, que não abandona o sol que sempre iluminou suas composições, mas que agora traz reflexões com mais coragem. “As grandes coisas são grandes, mas não tanto quanto as pequenas”, diz Vitor, citando a filosofia que guia o álbum.
Em As Pequenas Grandes Coisas, o cantor mergulha nas miudezas do cotidiano para revelar aquilo que, muitas vezes, passa despercebido, mas carrega a essência do que nos move. Como ele mesmo define, “acordar, respirar, abrir a janela do quarto… isso é maravilhoso, sabe? É uma pequena, grandíssima coisa”.
Capa do álbum | Foto: divulgação/Rodolfo Magalhães
Esse novo olhar também acompanha uma transição importante na carreira do cantor. Após uma década em uma gravadora, Vitor agora trilha caminho independente, junto ao irmão e um novo time. “Foi se o fim, é o novo começo”, canta na faixa de abertura do disco. “Tudo o que foi feito eu amo, mas eu amo tanto que é melhor deixar partir” afirma em entrevista.
Vai Por Mim, uma das faixas mais tocantes do álbum é uma homenagem de Vitor Kley ao pai, falecido recentemente. Nela, o cantor fala sobre a depressão do pai e transforma o luto em música, com afeto e sinceridade. “Sinto que a energia dele falou pra gente: está tudo bem, entendi tudo, obrigado pela homenagem”. A canção traz a participação surpreendente do filósofo Clóvis de Barros Filho, ampliando a força e o significado da despedida.
Musicalmente, o álbum transita com liberdade entre MPB, soul, pop, reggae e até pitadas de samba e rock, sempre com a assinatura leve e melódica de Vitor. O disco abre com Que Seja de Alegria, um convite a viver com intensidade e gratidão, e passeia por diferentes atmosferas sonoras até chegar à poética de Arco-Íris, que encerra a jornada com um blues introspectivo e cheio de esperança.
As Pequenas Grandes Coisas não é uma ruptura com o passado, mas um novo olhar sobre ele. Vitor Kley continua sendo o artista solar e tropical, mas agora mais consciente do valor das sutilezas, dos silêncios e dos recomeços.
Para mergulhar nesse novo momento da carreira dele — onde luto, amor e espiritualidade se entrelaçam em forma de música — confira a entrevista completa para o Entretetizei:
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