Novo teaser apresenta uma prévia do desfecho da última temporada da série
[Contém spoiler]
Atenção, jogadores: chegou a hora da rodada final! Foi divulgado o primeiro teaser da terceira e última temporada de Round 6, oferecendo aos fãs uma prévia do dramático final da série de sucesso.
A última temporada de Round 6 acompanha Gi-hun (Lee Jung-jae), que perdeu seu melhor amigo no jogo e foi levado a um verdadeiro estado de desespero pelo Líder (Lee Byung-hun), que ocultou sua verdadeira identidade para se infiltrar. Gi-hun continua firme no objetivo de acabar com o jogo, enquanto o Líder dá seu próximo passo, e as escolhas dos jogadores sobreviventes terão consequências mais graves a cada jogada.
A terceira temporada de Round 6 estreia em 27 de junho, só na Netflix.
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Eles já embalaram trilhas e festivais e, mesmo longe do hype, seguem produzindo música com identidade e profundidade
Desde a década de 70, com a popularidade do movimento hippie diminuindo, novas questões passaram a ser levantadas, e um cenário de questionamentos deu lugar ao cenário underground nos Estados Unidos e na Inglaterra.
O indie surgiu desse movimento, quando bandas preferiram se afastar de grandes gravadoras que só pensavam no lucro e passaram a atuar de forma independente, que é de onde vem o nome: Indie é diminutivo de Independent. Os artistas queriam fazer música sem interferência de terceiros, então faziam todo o processo sozinhos, desde a produção até a venda de cada música, mas demorou para esse termo ser considerado um estilo musical.
No entanto, a música independente foi se popularizando e ganhou seu espaço, furando a barreira e se expandindo para o mundo, além de começar a despertar o interesse das gravadoras. Os anos se passaram e a internet fez com que esse movimento se torna-se muito comum para artistas em começo de carreira, em todos os gêneros musicais.
Já o folk chegou um pouco antes. Na década de 60, nomes como Bob Dylan levavam o gênero para o mundo. A palavra folk vem de folclore, ou seja, vem do conhecimento popular; prova disso é o gênero ser um dos que mais faz uso de instrumentos como flauta, bandolim e violoncelo.
Ambos os estilos se conectam, e de lá pra cá muita coisa mudou criativa e comercialmente nos gêneros, tendo uma ascensão no início dos anos de 2010, em especial por suas participações nas trilhas sonoras de filmes e séries, que ajudaram a furar a bolha e levar o trabalho dos músicos para novos públicos.
No entanto, a chegada de tantos artistas mainstream, entregando performances cada vez mais elaboradas, deixou estilos como esses menos em alta, por se tratarem de trabalhos muitas vezes mais introspectivos e experimentais, mas que trazem uma sonoridade única, com letras lindas e cativantes.
Relembre os artistas que mais se destacaram, e aproveite para montar uma playlist com eles!
Jake Bugg
O cantor surgiu como uma revelação do folk rock em 2012, aos 18 anos, com seu álbum de estreia e hits como Lightning Bolt e Two Fingers. Com uma voz rouca e estilo que lembrava Bob Dylan e Oasis, Jake conquistou o público. Desde então, explorou outras sonoridades em álbuns como Hearts That Strain (2017) e Saturday Night, Sunday Morning (2021). Embora menos presente na mídia, o cantor continua ativo, lançando singles e fazendo turnês.
Birdy
Birdy iniciou sua carreira aos 14 anos com uma versão melancólica de Skinny Love, de Bon Iver, que virou um sucesso mundial e apresentou sua linda voz ao grande público. Seu álbum de estreia, lançado em 2011, consolidou seu estilo sensível e introspectivo, seguido por trabalhos como Fire Within (2013) e Beautiful Lies (2016), nos quais mostrou sua evolução artística. A cantora se mantém longe dos holofotes, mas segue produzindo.
The Lumineers
A banda conquistou o mundo em 2012 com Ho Hey, um hit que trouxe o folk-pop de volta às paradas. O álbum de estreia colocou a banda entre os grandes nomes do indie folk daquela década e, em trabalhos seguintes, como Cleópatra (2016),III (2019) e Brightside (2022), o grupo explorou diferentes temas em suas canções. Mesmo que a repercussão de seus trabalhos tenha diminuído nos últimos anos, eles continuam firmes e fortes, fazendo turnês e mantendo seu som autêntico para uma base fiel de fãs, tendo feito shows no Brasil em 2023.
Mumford & Sons
Uma dos grandes responsáveis pelo boom do indie folk nos anos 2010, com seu álbum de estreia Sigh No More(2009) e o hit Little Lion Man. A banda que traz banjos e refrões explosivos às suas produções é liderada por Marcus Mumford, e logo se tornou um fenômeno, assim como Babel (2012), vencedor do Grammy de Álbum do Ano. A partir de Wilder Mind (2015), o grupo abandonou os instrumentos acústicos e assumiu vertentes de rock alternativo e eletrônico, dividindo opiniões, mas ampliando horizontes. Desde então, os integrantes têm explorado projetos paralelos, e Marcus Mumford lançou seu primeiro trabalho solo em 2022.
Hozier
O cantor irlandês explodiu em 2013 com Take Me to Church, uma música que critica a intolerância. Seu álbum de estreia, Hozier (2014), mostrou seu estilo único, misturando folk e rock com uma profundidade rara. Wasteland, Baby! (2019) estreou no topo das paradas, e Unreal Unearth (2023) trouxe referências à mitologia de Dante. Seu novo estouro comercial veio na versão deluxe do álbum, que trouxe o single Too Sweet, um viral nas redes sociais. Hozier segue em turnês, e passou pelo Brasil pela primeira vez em 2024, onde se apresentou no festival Lollapalooza. Ele volta no final de maio deste ano, para mais um show na capital paulista.
Kodaline
A banda surgiu em 2012 como uma das grandes promessas do indie rock. Singles como All I Wante High Hopes ganharam destaque em trilhas sonoras, como do filme A Culpa é das Estrelas (2014). Conhecidos por letras sentimentais, os irlandeses consolidaram sua música ao longo dos álbuns In a Perfect World (2013) e Coming Up for Air(2015). Em 2020, lançaram One Day at a Time, produzido durante a pandemia, último álbum da banda até então, que mesmo em menor frequência, continua presente em shows e festivais.
Grouplove
O hit Tongue Tiedfez a banda ganhar fama global em 2011, garantindo a presença dela em trilhas sonoras, comerciais e festas pelo mundo. Conhecidos por sua estética colorida e animada, consolidaram seu lugar na cena indie/alternativa com álbuns como Never Trust a Happy Song (2011) e Spreading Rumours (2013). Ainda que longe do hype de uma década atrás, Grouplove segue criativo e fiel à sua essência contagiante em novos trabalhos.
The Vaccines
A banda surgiu como uma das grandes apostas do indie rock britânico no início dos anos 2010, com o álbum What Did You Expect from The Vaccines? (2011), que trouxe faixas como If You Wanna e Post Break-Up Sex. A banda ganhou destaque por seus refrões que não saíam da cabeça. Ao longo da carreira, exploraram novos caminhos nos álbuns English Graffiti(2015) e Back in Love City (2021). Em 2024, lançaram Pick-Up Full of Pink Carnations, trazendo uma fase mais melancólica e mostrando que, mesmo longe do auge do início dos anos 2010, continuam relevantes, evoluindo com personalidade.
HAIM
A banda americana de indie rock é formada pelas irmãs Este, Danielle e Alana Haim. Elas ganharam destaque no início dos anos 2010, com o álbum Days Are Gone (2013), que foi aclamado pela crítica e consolidou o estilo das irmãs com sucessos como The Wire. Apesar de um início promissor e colaborações com artistas como Taylor Swift e Paul Thomas Anderson (responsável por dirigir alguns de seus clipes), a banda tem mantido um perfil mais discreto nos últimos anos; mas, recentemente, anunciaram o lançamento de seu novo álbum I quit, que chega às plataformas em 20 de junho deste ano. Alguns singles já estão disponíveis.
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O Entretê reuniu os mais estilosos do evento mais badalado do mundo da moda
Na primeira segunda-feira de maio, os olhos do mundo da moda se viram para as escadarias do Metropolitan Museum of Art, em Nova Iorque. Neste ano, as escadarias ganharam o tom de azul para sediar o Met Gala 2025, um evento anual de angariação de fundos para o benefício do museu. Além de marcar a abertura da exposição de moda do Costume Institute, o baile é considerado o Oscar da Moda e reúne celebridades dos mais variados nichos em um único lugar.
Desde 1995, o evento de gala é comandado pela editora-chefe da Vogue, Anna Wintour — é ela a responsável por aprovar todos nomes presentes na noite e do tema, que inspirará a escolha dos looks. Em 2025, o Met Gala recebe a exposição intitulada Superfine: Tailoring Black Style, que explora mais de 300 anos de moda negra e o dandismo que marcou a diáspora africana. É a primeira exposição do Costume Institute com foco exclusivo na moda masculina desde Men in Skirts, de 2003.
Inspirada no livro de Monica L. Miller, Slaves to Fashion, a exposição se aprofunda em como as comunidades negras usaram a alfaiataria e o estilo pessoal como formas de expressão cultural e resistência. A vitrine apresenta roupas, pinturas e filmes, destacando a evolução e o impacto das escolhas de alfaiataria de pessoas pretas.
O código de vestimenta para o Met Gala de 2025 é Tailored for You (feito sob medida para você, em português), enfatizando interpretações personalizadas de ternos e roupas masculinas sob medida. Os participantes são incentivados a mostrar a individualidade através de designs sob medida que refletem o foco do tema no estilo preto e na elegância.
O Met Gala 2025 foi co-presidido por Anna Wintour, Colman Domingo, Lewis Hamilton, ASAP Rocky e Pharrell Williams — com LeBron James servindo como presidente honorário. Os convidados, por sua vez, passaram pelo tapete azul a partir das 18h e, entre os mais de 200 looks, separamos os mais bem-vestidos da noite. Confira:
Teyana Taylor
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
A talentosa cantora, compositora e atriz foi uma das primeiras a chegar ao evento icônico, vestindo um terno de três peças criado em conjunto com a figurinista vencedora do Oscar, Ruth E. Carter. A parceria entre elas não é novidade e, dessa vez, o look se aprofunda na carreira de Taylor. Inspirada em sua música de 2018, Rose in Harlem, a capa traz as palavras Harlem Rose estampadas na borda.
Gina Alice Redlinger
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
A artista ganhou os holofotes do evento ao chegar com um look da Kim Kassas Couture. Gina Alice Redlinger é cantora, compositora e pianista — até incluiu um acessório de piano no styling do vestido. A escolha do traje e da maquiagem chamaram atenção e a deixaram na disputa para a mais bem vestida da noite.
Manish Malhotra
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
Apostando nas sobreposições, bordados e broches, Manish Malhotra chegou ao tapete azul com elegância e um look temático e ousado. Quem fez sua roupa? Ele mesmo! Malhotra é um estilista, costureiro, figurinista, empresário, cineasta e revivalista indiano — e acertou em cheio em seu primeiro Met Gala.
Colman Domingo
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
Um dos hosts da noite, Colman Domingo chegou ao tapete azul com uma capa azulada Valentino feita sob medida — um tributo a Andre Leon Talley, ex-editor criativo da Vogue e referência em estilo e dandismo. Por baixo da capa, o look do artista trouxe um mix de estampas e sobreposições, também assinado pela Valentino. Impecável, coeso e, claro, luxuoso.
Coco Jones
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
A cantora e compositora norte-americana escolheu um conjunto feito sob medida por Manish Malhotra. A calça e o terno longo cheios de bordados e pedrarias foram acompanhados de um colar maxi e um penteado icônico.
Gigi Hadid
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
Usando um vestido Miu Miu dourado, Gigi Hadid fez referência a Josephine Baker, a primeira atriz negra a estrelar um filme em Hollywood. Para completar o visual deslumbrante, a Hadid mais velha apostou em um penteado que tem tudo a ver com o tema da noite.
Lisa
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
A estrela do BLACKPINK desfilou num conjunto Louis Vuitton para o Met Gala 2025. Unindo a alfaiataria e a história da moda negra, Lisa contou com os detalhes de seu look para trazer os rostos de mulheres pretas que fizeram história dentro e fora da moda. Além disso, a logomania foi um dos pontos altos da noite!
Edvin Thompson
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
O designer e diretor criativo jamaicano escolheu o vermelho para caminhar pela escadaria do Museu Metropolitano. Com peças Theophilio e Brandon Blackwood, os acessórios se destacaram na composição.
Lewis Hamilton
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
Ninguém esperava nada além de icônico para o look do Sir Lewis Hamilton, não é? O terno marfim com paletó curto, calças de cintura alta com listra de smoking, fraque, gravata borboleta branca e uma faixa marfim bordada pendurada na cintura foram complementados com boina da Stephen Jones Millinery. “Reunimos uma gama de influências, desde pinturas de Barkley L. Hendricks a vestimentas espirituais negras e algumas das assinaturas artesanais da marca“, disse Wales Bonner, responsável pela criação da roupa sob medida, à Vogue.
Brian Tyree Henry
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
Com um styling feito por ele mesmo, Brian Tyree Henry mais uma vez se juntou a categoria dos mais estilosos (e coesos) da noite. O artista escolheu um Orange Culture Nigeria, feito sob medida, para a temática Superfine: Tailoring Black Style.
Zendaya
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
Não é novidade para ninguém que a rainha dos red carpets esteja entre as nossas favoritas! Usando um conjunto Louis Vuitton e um chapéu de tirar o fôlego, Zendaya dividiu opiniões com a escolha do seu stylist e fiel escudeiro Law Roach. Mas não dá pra negar: parece que o look foi feito para ela! A escolha foi um homenagem à história do rock and roll e do terno zoot, conhecido por suas silhuetas de cintura alta e punhos justos – um visual básico do dandismo negro.
Alton Mason
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
Com o tapa-olho e o fedora imponente, será que o look é uma referência a Slick Rick, o pioneiro do hip hop? O modelo optou pela imponência e pelos recortes chamativos do Dolce and Gabanna brilhante. O blazer de ombros marcados foi o complemento perfeito para os acessórios cheios de personalidade e muita classe.
Jodie Turner-Smith
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
O look Burberry feito sob medida possui raízes equestres. E não é à toa: a atriz britânica homenageou a amazona negra, Selika Lazevski, com uma inspiração na alta-costura vitoriana e o couro vermelho de aspecto molhado e inesquecível.
Doechii
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
Doechii, a estrela em ascensão do rap americano, desfilou pelo tapete azul vestida de Louis Vuitton. Navegando entre as essências feminina e masculina, o traje composto pelo terno e bermuda apostou no monograma e nas cores claras da grife para dar espaço para que os pequenos detalhes entrassem na composição desse look. E a logomania está de volta, até mesmo nos detalhes da maquiagem!
S.Coups
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
O líder do grupo de K-Pop Seventeen fez sua estreia nas escadarias do Met Gala usando um look Boss feito sob medida. Com tons cinzas e tecido pesado, o idol se inspirou no Hankbok e apostou em sobreposições que se destacaram no tapete azul da exposição.
Ugbad Abdi
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
Vestindo Michael Kors, a modelo elevou a interpretação do dandismo ao unir a risca de giz, o paisley e as diferentes texturas em um look clássico reestruturado. Do brilho da vestimenta até o chapéu icônico, Ugbad Abdi soube explorar o tema de uma maneira única.
Khabane Lame
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
Você provavelmente já viu algum vídeo dele em suas redes sociais… mas você sabia que o homem por trás das filmagens entregava conceito e (muito) estilo? Khabane Lame vestiu um terno Boss personalizado, inspirado no arquivo da grife, em conjunto com um colete lúdico cheios de relógios de bolso. Mais um clássico reimaginado de uma maneira impecável.
Ayo Edebiri
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
Vestindo um Ferragamo sob medida, Ayo Edebiri uniu o couro preto curinga com uma pedraria coral e chamativa. Os recortes e o penteado apenas elevaram uma composição já promissora. O look de recortes e diferentes padronagens se destacou pelo inesperado e pela inspiração pessoal — a atriz compartilhou que o visual foi criado pensando em alguns dos dândis de sua vida, como seu pai e seu avô.
A$AP Rocky
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
Como um verdadeiro dândi, o rapper optou por um design personalizado de sua própria agência criativa, a AWGE. Com uma abordagem contemporânea à alfaiataria, Rocky adotou um estilo descolado e esportivo que reflete seu estilo pessoal. Os acessórios, por sua vez, foram as estrelas, dos botões até o guarda-chuva com o cabo de uma arma.
Chance The Rapper
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
Acompanhado de Donatella Versace, o rapper foi o único convidado a usar um look Versace na noite de ontem. As sobreposições marcantes e os acessórios se uniram para trazer o mix marcante entre o tema da exposição e o toque da grife italiana. Os detalhes metálicos e o colete do couro foram os pontos altos do styling.
Diana Ross
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
Dominando o tapete azul, que de repente se tornou um adereço para o look all white da rainha suprema do pop, Diana Ross precisou de 11 homens para amparar a capa quilométrica escolhida para seu retorno ao evento após 22 anos. A roupa com muitas plumas e brilhos fez jus a estrela e, claro, tirou um suspiro do público.
Laura Harrier
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
A fluidez e a feminilidade foram marcantes no traje da Gap Studio usado por Laura Harrier. Trazendo a transparência das últimas tendências de moda, o look exalou personalidade sem fugir do tema da noite em que os olhos da moda se voltam para Nova Iorque.
Damson Idris
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
Quem disse que #publi e estilo não podem andar lado a lado? Damson Idris chegou com um macacão de piloto de corrida e um capacete cravejado (totalmente longe do tema da exposição, apenas divulgando o filme que estrela ao lado de Brad Pitt, F1). Em pouco tempo, um look Tommy Hilfiger vermelho foi revelado e o capacete de corrida virou um acessório icônico que ganhou a atenção do público.
Janelle Monáe
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
Referência, estilo, pesquisa e atitude: Janelle Monáe chegou à exposição entregando tudo e mais um pouco — seja em conceito, seja em estilo. Com uma capa estruturada com estampa de um conjunto de terno (que estava logo abaixo do tecido), um chapéu e um monóculo, a artista foi aguardada no tapete azul desde o momento que havia saído do hotel usando Thom Browne. Isso sim é aclamação!
Malick Bodian
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
Malick Bodian entregou absolutamente tudo com o Chanel feito sob medida escolhido para o baile deste ano! O preto e branco da cabeça aos pés é executado de maneira impecável, o caimento das peças é perfeito e os recortes conversam entre si. É a moda na forma de arte e história.
Cardi B
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
Dramática e certeira, a interpretação de Cardi B da história da moda negra uniu um penteado cheio de personalidade com um conjunto verde Burberry repleto de texturas chamativas e únicas. E a cada ano, a artista se mostra disposta a mostrar que não está para brincadeiras quando o assunto é Met Gala.
Tessa Thompson
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
Apostando na silhueta exagerada e nos cortes excêntricos, Tessa Thompson chegou à exposição usando um Prabal Gurung. Como se o look já não fosse uma referência fantástica ao tema da noite, ela carregava um pequeno leque vintage com a imagem do icônico Andre Leon Talley.
Tyla
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
A musa sul-africana já tinha nos encantado no Met Gala de 2024 e, neste ano, o look Jacquemus feito sob medida, nos trouxe a interpretação de ternos e roupas masculinas com o toque de feminilidade e cheio de atitude. Vestida por Law Roach, Tyla fez de seu penteado um statement.
Lauryn Hill
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
O conjunto de alfaiataria amarelo com detalhes ornamentados e chamativos foi, definitivamente, uma escolha ousada e perfeita para marcar o primeiro Met Gala de Lauryn Hill. O terno ousado e com um toque dramático, que se estendeu pelo tapete azul, ganhou ainda mais potência com o penteado, os acessórios e a Birkin azul — simplesmente, inesquecível.
Rihanna
Foto: reprodução/Getty Images/Vogue
Para fechar a noite com chave de ouro, Rihanna chegou com um look Marc Jacobs icônico para provar que ela é, sim, a mãe mais fashion do mundo das celebridades. Da risca de giz até a estampa de bolinhas, a mistura entre a história da alfaiataria preta e a personalidade da artista foi impecável.
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