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KRUSH: nova balada de K-pop chega a São Paulo unindo Brasil e Coreia em uma noite eletrizante


Festa promete mix de K-pop, funk e cultura asiática com DJ Hyuny, MC Kekel e experiências imersivas para fãs da cultura coreana

Se você ama K-pop, K-hiphop, funk brasileiro e ainda curte uma estética cheia de cor, brilho e comunidade, pode anotar no calendário: no dia 20 de setembro, São Paulo vai receber a primeira edição da KRUSH: 1st Club Edition, a festa que promete se tornar o novo hotspot dos fãs da cultura coreana no Brasil. O evento vai rolar a partir das 22h na Prince Tower, no coração do Bom Retiro, bairro que já respira cultura asiática.

Mas a Krush não quer ser só mais uma balada — ela vem com a proposta de ser uma experiência completa, feita por e para a comunidade. Com uma curadoria de som que mistura K-pop, K-hiphop, funk e summer eletrohits, o evento traz MC Kekel como um dos headliners e ainda apresenta, pela primeira vez no Brasil, o DJ sul-coreano Hyuny, conhecido por sets que misturam o som vibrante de Seul com batidas eletrônicas globais.

E a ideia é mesmo misturar o melhor dos dois mundos: de um lado, os hits que dominam os charts coreanos; do outro, o batidão que é a alma do funk paulista. Tudo isso embalado por uma atmosfera criada para o público jovem que não apenas consome música, mas vive a cultura.

KRUSH
Foto: divulgação/KRUSH

Além da pista, a Krush investe em experiências imersivas que incluem cabine de fotos, flash tattoos, bar de soft drinks e drinks alcoólicos, ativações de marcas e distribuição de brindes. Ou seja: é o tipo de festa em que você dança, grava, interage, se monta, se diverte e ainda sai com registros e lembranças.

A proposta é clara: ser um ponto de encontro recorrente para os fãs da cultura sul-coreana, com edições futuras prometendo trazer novas experiências, atrações e mais colaborações entre o Brasil e a Coreia. É um movimento que acompanha o crescimento da comunidade K-lover no país, cada vez mais engajada, criativa e sedenta por eventos que representem seu estilo de vida.

Os ingressos estarão disponíveis no Sympla a partir do dia 22 de julho, mas quem faz parte da comunidade oficial no WhatsApp poderá garantir a entrada antes, com pré-venda exclusiva no dia 21.

SERVIÇO
Krush: 1st Club Edition
Local: Prince Tower – Rua Júlio Conceição, 92 – Bom Retiro, São Paulo
Data: 20 de setembro (sábado)
Horário: A partir das 22h
Ingressos: À venda no Sympla a partir de 22/07 (pré-venda dia 21 para membros da comunidade no WhatsApp)

 

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Texto revisado por Cristiane Amarante

 

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Rodrigo Santoro, Bruno Mazzeo e Lucas Agrícola estreiam a nova minissérie Brasil 70 — A Saga do Tri

 Minissérie de ficção sobre a Copa do Mundo de 1970 já entrou em fase de gravações e promete ser impactante e imperdível! 

 

Rodrigo Santoro (João Saldanha), Bruno Mazzeo (Zagallo) e Lucas Agrícola (Pelé) são os protagonistas de Brasil 70 A Saga do Tri, nova minissérie de ficção sobre a campanha da Seleção Brasileira de Futebol rumo ao tricampeonato de futebol em 1970.

As filmagens já começaram e acontecem em cidades do Brasil e do México. Ainda sem data de estreia, a minissérie da Netflix e da O2 Filmes vai recriar de forma imersiva lances clássicos dos jogos da Copa de 1970 e momentos de bastidores inéditos e exclusivos que ajudaram o Brasil a construir o legado de uma das melhores equipes de futebol de todos os tempos. 

A série promete ser um mergulho intenso nos desafios, emoções e temores que acompanharam os jogadores como Pelé, Tostão, Jairzinho e Rivellino, além dos técnicos como Saldanha e Zagallo durante a preparação e disputa do torneio.

O enredo da minissérie se desenrola em meio a um dos momentos mais marcantes tanto do futebol quanto da história política brasileira. O regime militar estava acontecendo enquanto a equipe demonstrava sua genialidade em campo sob a enorme pressão de representar um país inteiro e trazer um pouco de alegria para aquela nação.

A direção geral é assinada por Paulo Morelli e Pedro Morelli, com episódios dirigidos também por Quico Meirelles. A criação é de Naná Xavier e Rafael Dornellas. Completam o elenco nomes como Marcelo Adnet (Eusébio Teixeira), Bruna Mascarenhas (Rosemeri), Gui Ferraz (Jairzinho), Ravel Andrade (Tostão), Maicon Rodrigues (Paulo Cézar Caju), Caio Cabral (Carlos Alberto), Daniel Blanco (Rivellino), Val Perré (Mário Américo), Lara Tremouroux (Rosa), Felipe Frazão (Leo), Fillipe Soutto (Gérson), Hugo Haddad (Félix), Victor Salomão (Dadá Maravilha) e José Beltrão (Parreira).

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Texto revisado por Cristiane Amarante

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Liniker lança versão inédita de When The Wind Blows, composição de Gilberto Gil

Música de projeto engavetado por Gilberto Gil há mais de 40 anos ganha nova versão na voz de Liniker

Em 1982, Gilberto Gil gravou um álbum nos Estados Unidos que nunca foi lançado. O projeto foi engavetado, e as fitas master desapareceram, sendo encontradas apenas décadas depois. Agora, o mundo pode ouvir uma dessas músicas, When The Wind Blows, na voz de Liniker.

A cantora disponibilizou o clipe da música, que mescla bastidores da gravação da nova versão com cenas das conversas entre Liniker e Gil e momentos de seu processo criativo com o produtor Fejuca. Confira o clipe abaixo:

A música em inglês, que não estava disponível ao longo dos últimos 40 anos, ganha a assinatura da voz potente e sensível de Liniker, mantendo sua essência poética e sonoridade marcante, características de Gilberto Gil. A faixa estará disponível nas plataformas digitais hoje (17), às 21h.

“Poder gravar uma música de Gilberto Gil é uma honra muito grande, é um prazer imenso,” celebra Liniker. “Eu já amo a versão em português dessa música, Deixar Você, e aí, de repente, tem essa jóia When The Wind Blows, essa versão em inglês, que também é um desafio, para mim, enquanto uma cantora brasileira cantando em outra língua, mas não é um desafio que eu nego. Eu acolho e fico muito feliz do Gil ter me escolhido para fazer isso, olhar para o meu trabalho, olhar para a minha trajetória e achar que eu merecia esse presente. Estou muito feliz de produzir essa canção ao lado do Fejuca, que é um produtor que me acompanha, que produziu meus últimos álbuns comigo, e acho que a gente se dedicou muito a dar uma roupagem elegante que essa canção merece. Eu estou muito feliz, espero que vocês gostem.”

Liniker em divulgação de When the Wind Blows
Foto: divulgação/perfexx

A música faz parte da campanha de privacidade Nem Mesmo o WhatsApp – a maior já lançada pela plataforma. Estrelada por Liniker, a ação mostra como a cantora usou a plataforma para ter acesso e produzir, de maneira privada, uma versão inédita de When The Wind Blows.

O resultado da troca se fez público em um preview em formato de visualização única para os seguidores do canal da artista, bem como por meio do video clipe, que conta com 4 minutos de duração.

 

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Entrevista | ARrC fala sobre o novo álbum, conquistas e o apoio dos fãs brasileiros

O grupo compartilha detalhes de HOPE, seu novo mini-álbum, e os bastidores da criação das faixas

Em entrevista exclusiva ao Entretetizei, o ARrC — grupo formado pela MYSTIC STORY Entertainment — falou sobre a construção do mini-álbum HOPE, refletiu sobre os desafios enfrentados desde a estreia, as conquistas alcançadas e o carinho especial dos fãs brasileiros. O nome do grupo é uma sigla para Always Remember the Real Connection (em tradução livre: Sempre Lembre-se da Conexão Real), reforçando a importância de uma ligação sincera que ultrapasse o espaço, o tempo e as diferenças.

Foto: divulgação/MYSTIC STORY

O ARrC —  grupo multinacional composto por membros da Coreia do Sul, Japão, Estados Unidos, Vietnã e Brasil — é formado por sete integrantes: ANDY, CHOI HAN, DOHA, HYUNMIN, JIBEEN, KIEN, RIOTO. Eles debutaram em 2024 com o single digital dummy. Em agosto do mesmo ano, lançou seu primeiro EP, intitulado AR^C. Já em fevereiro de 2025, retornou com o mini-álbum nu kidz: out the box. 

Agora, o grupo está de volta com HOPE, seu terceiro mini-álbum, já disponível em todas as plataformas digitais. O projeto reúne cinco faixas e tem awesome como música de destaque.

Confira o MV: 

 

Durante a conversa, os integrantes falaram sobre a proposta do novo álbum, revelaram curiosidades do processo criativo e compartilharam momentos marcantes vividos desde a estreia. Confira a seguir os destaques da entrevista:

Entretetizei: Antes de tudo, parabéns pelo lançamento do terceiro mini-álbum. Esperamos que a divulgação seja repleta de conquistas e momentos especiais para todos vocês. Como foi o processo criativo por trás de awesome? A mensagem de esperança em tempos difíceis veio a partir de uma experiência pessoal do grupo ou foi criada com o objetivo de encorajar as pessoas a enxergarem beleza mesmo nos momentos mais desafiadores?

Foto: divulgação/MYSTIC STORY

CHOI HAN: Na superfície, awesome soa como uma faixa animada e vibrante, mas carrega sentimentos de inquietação, fracasso e a monotonia do dia a dia. O que mais focamos ao trabalhar nessa faixa, foi como poderíamos reinterpretar esses momentos nem sempre agradáveis no estilo único da ARrC, com um toque divertido. O ponto da música é manter uma atitude positiva e ser capaz de dizer “awesome!” mesmo em situações como perder os fones de ouvido, quebrar o celular ou perder o ônibus. Passamos bastante tempo experimentando ritmos e camadas, criando cenas através da música para captar essa essência de forma natural.

ANDY: Como todo mundo passa por pequenos fracassos e uma certa repetição na vida, nós também nos sentimos encorajados pela mensagem da música: tá tudo bem, podemos superar isso de forma incrível também, enquanto trabalhávamos nela. Apesar de ser baseada em nossas experiências pessoais, queríamos transmitir essa mensagem para muitos outros que se sentem assim. É isso que esperança significa para a ARrC e foi a mensagem mais importante que quisemos colocar no álbum HOPE. Esperamos que nossa mensagem chegue a muitas pessoas.

Entretê: A ARrC vem se consolidando como um grupo multicultural e promissor na indústria. Como vocês têm lidado com esse crescimento e com a responsabilidade de representar diferentes culturas na cena global do K-pop?

Foto: divulgação/MYSTIC STORY

HYUNMIN: Como o K-pop recebe muito amor a nível global, sentimos uma responsabilidade imensa em representar e conectar pessoas diversas por meio da nossa música. Especialmente quando fazemos atividades fora da Coreia, é importante para nós entender a cultura de cada país e nos aproximarmos genuinamente dos fãs. Nosso grupo é formado por membros de diferentes países e origens culturais, e nosso trabalho em equipe se fortaleceu através da troca de idiomas, culturas e sentimentos entre nós, o que também gera uma sinergia ainda mais forte nas promoções internacionais.

RIOTO: Exatamente. Quando se trata do nosso trabalho, nossa missão é destacar a individualidade de cada membro, mantendo nosso compromisso com os objetivos, a identidade da ARrC e construir novas visões juntos. Esperamos encontrar os fãs com responsabilidade, respeito pelas culturas e, claro, com músicas e performances cada vez melhores.

Entretê: O novo mini-álbum chega após o lançamento de nu kidz: out the box, que foi muito bem recebido pelo público. Que experiências ou aprendizados desse projeto vocês trouxeram para essa nova fase da carreira?

Foto: divulgação/MYSTIC STORY

JIBEEN: A maior lição que aprendi com as atividades do nosso segundo mini-álbum foi que cada momento no palco está profundamente conectado com a mensagem do grupo. Aprendi que, para realmente alcançar o público, nossa performance, expressão facial e até o olhar devem carregar nossa interpretação de cada música. Por isso, prestei mais atenção nesses detalhes ao me preparar para o terceiro mini-álbum. Pensei bastante em como cada performance poderia ser mais do que apenas um palco legal, mas também uma forma de transmitir o contexto e as emoções da música.

DOHA: Durante a divulgação do último mini-álbum, fui lembrado de como a comunicação entre os membros é importante. Percebi que, não só na preparação de performances, mas também ao compartilharmos nossas opiniões e interpretações de cada música, tudo isso faz parte do processo de construir um time mais completo. Então, enquanto nos preparávamos para esse álbum, conversamos mais como equipe e trocamos nossas visões sobre a música. Isso nos deixou mais conectados e empolgados, o que fez com que colocássemos ainda mais energia nos ensaios. Sempre dizíamos: “Esse álbum é muito divertido.” E acho que isso reflete bem a força do nosso trabalho em equipe.

Foto: divulgação/MYSTIC STORY

Entretê: Em meio à intensa agenda de ensaios, gravações e promoções, também é importante encontrar momentos de leveza. O que vocês gostam de fazer no tempo livre para relaxar e recarregar as energias?

Foto: divulgação/MYSTIC STORY

RIOTO: Gosto de me entregar a um descanso de verdade. Ficar deitado ouvindo música ou assistindo a um filme que gosto é algo que realmente me ajuda a limpar a mente. Ter um tempo de silêncio para organizar os pensamentos e descansar de forma equilibrada me ajuda a recarregar para dar o melhor nas atividades.

KIEN: Prefiro me manter ativo quando estou descansando. Alívio o estresse fazendo caminhadas curtas ou exercícios que gosto. Principalmente ouvir música enquanto caminho ajuda a organizar meus pensamentos e melhora meu humor. Pode não ser algo grandioso, mas esses momentos simples recarregam minhas energias.

Entretê: Cada álbum carrega sentimentos e histórias únicas. Quais foram as inspirações por trás desse novo projeto e como foi o processo de se conectar emocionalmente com as músicas?

CHOI HAN: Esse álbum foi inspirado no disco Hope, de 1977, da banda canadense Klaatu. Enquanto Klaatu falava sobre uma existência que nunca desiste por meio de um guardião de farol, a ARrC representa aquela pequena esperança que os adolescentes podem se segurar — o simples e poderoso ato de dizer “awesome” mesmo quando é empurrado no ônibus, perde o fone ou acorda atrasado. Como sou adolescente, me deparo com esse tipo de situação todo dia, então me identifico mais com essas emoções triviais do que com mensagens muito grandiosas.

HYUNMIN: dawns foi a primeira música para a qual participei da composição da letra desde a estreia, e por isso senti uma pressão recompensadora. Sempre me interessei pela escrita, então fiquei empolgado em participar. Foquei em traduzir com precisão a sensação do amanhecer, aquele nervosismo e excitação que aparecem nos momentos mais silenciosos, e em equilibrar essas emoções com as cores do grupo. Tratei esse processo como se fosse meu diário pessoal. Se você focar no significado da letra, vai sentir de verdade a música. Espero que aproveitem.

Entretê: Sabemos que o Jibeen é brasileiro e, como um portal do Brasil, é uma alegria poder conversar com vocês. O apoio dos fãs brasileiros à ARrC só cresce. Jibeen, como tem sido viver esse carinho vindo do seu país natal? E para os outros membros: como é testemunhar esse amor mesmo de tão longe?

JIBEEN: Como nasci no Brasil, o apoio dos fãs brasileiros tem um significado especial para mim. Sempre que vejo esse carinho nas redes sociais ou na nossa plataforma de comunicação, fico com o coração aquecido. O Brasil tem um grande apreço pela música e pela dança, então é muito significativo ver nossa música sendo bem recebida aí. Sou muito grato por saber que, mesmo de longe, as pessoas lembram da gente e torcem por nós. Quero me aproximar ainda mais dos fãs brasileiros, então vou estudar bastante português e pensar em formas de me conectar culturalmente. Continuem nos apoiando.

ANDY: Fico impressionado e muito grato ao saber que temos fãs torcendo por nós de tão longe, do outro lado do mundo, no Brasil. É uma bênção poder me comunicar através da música, que é uma linguagem universal. Vou trabalhar muito para alcançar ainda mais pessoas e culturas com nosso trabalho.

Entretê: Neste novo mini-álbum, qual música vocês acham que melhor representa a personalidade de cada membro ou a história do grupo como um todo? Podem explicar o porquê da escolha?

Foto: divulgação/MYSTIC STORY

ANDY: Acho que a faixa-título awesome representa melhor a ARrC. Ela conta de forma divertida sobre pequenos incidentes ruins do dia a dia. Como equipe, tentamos sempre enfrentar os desafios com a mentalidade de que “tudo bem, vamos superar.” Essa atitude otimista está bem refletida no clima da música.

CHOI HAN: Para mim, é dawns. Antes eu contava os dias até encontrar os fãs, os ARrCers, mas agora espero por cada dia e só de pensar neles, sinto que posso enfrentar qualquer coisa. Essa mudança de sentimento se encaixa muito com a música.

DOHA: Pensei nos membros ao escolher. Para o Andy, claro, é vitamin I, porque ele ilumina o clima do grupo e é um verdadeiro vitamina humana. Para o Choi Han, é awesome, por sua energia confiante. Para mim, escolho dawns. Já disseram que minha voz lembra o ar da madrugada e eu gosto disso.

HYUNMIN: Pessoalmente, para mim, é dawns, porque me identifico com as emoções da madrugada. Já a música que representa a história da ARrC como um todo seria kick back, que fala sobre superar obstáculos e criar novas formas de esperança, algo que está bem alinhado com o que somos.

JIBEEN: Para mim, escolho awesome. Tenho uma atitude otimista diante dos desafios, então combina com minha personalidade. Espero que quem ouça awesome sinta força para se reerguer.

KIEN: Também escolho dawns. Pratico até de madrugada para mostrar minha melhor versão aos fãs, e a música carrega essas emoções enigmáticas que sinto nesses momentos.

RIOTO: A faixa awesome representa bem minha personalidade. Mesmo quando coisas ruins acontecem, deixo pra lá e penso: “coisas boas virão.” Muitos momentos bons aconteceram na minha vida e essa música traduz isso.

Entretê: Jibeen, no primeiro episódio de Fala JIBBEN e Disuki, você contou que tem praticado palavras em português e até disse a frase “dança bem”. Queremos saber: que palavras em português você já ensinou aos membros e quais são as mais usadas entre vocês?

JIBEEN: Ensinei aos membros a frase “muito obrigado”. É fácil de lembrar e pronunciar, então conseguimos dizer todos juntos. Usamos bastante entre nós como uma saudação também. Acho que é a frase que mais usamos em português.

Entretê: Para finalizar, gostariam de deixar uma mensagem especial aos fãs brasileiros que apoiam a ARrC desde o começo? O que esse carinho vindo do Brasil significa para vocês?

Foto: divulgação/MYSTIC STORY

KIEN: Aos nossos fãs brasileiros, muito obrigado por todo o amor e apoio constantes. O carinho de vocês é uma grande fonte de energia para a ARrC! Vamos continuar criando momentos especiais juntos.

HYUNMIN: Graças ao amor que recebemos do Brasil, sempre encontramos força para seguir em frente. Vou lembrar sempre do apoio de vocês e mostrar versões cada vez melhores de mim. Continuem torcendo por nós.

CHOI HAN: O amor e apoio de cada um de vocês é o que torna a jornada da ARrC tão especial. Sinceramente, muito obrigado. Vamos retribuir mostrando o melhor da ARrC.

ANDY: Saber que temos apoio vindo do Brasil nos faz colocar ainda mais sinceridade nas performances. Sou muito grato a vocês e quero logo poder mostrar shows incríveis pessoalmente.

RIOTO: O apoio dos fãs brasileiros é o que nos motiva a trabalhar cada vez mais. Espero que continuemos conectados através da música e das nossas apresentações.

DOHA: Mesmo que estejamos em fusos horários e lugares diferentes, sinto que nossos corações estão sempre conectados. Quero muito poder ver cada um de vocês e agradecer pessoalmente. Muito obrigado.

JIBEEN: Os fãs brasileiros são como uma família para a ARrC. Mesmo distantes fisicamente, o apoio e o amor de vocês sempre nos dão forças. Vamos retribuir com boa música e ótimos palcos. Continuem nos amando.

E aí, já adicionaram o ARrC na sua playlist e lista de grupos para acompanhar? Comente nas redes sociais do Entretetizei — Instagram, Facebook e X — e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.

Leia também: ARrC mergulha em emoções e diversidade cultural no mini álbum HOPE

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

 

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O clima esfriou? Aqueça-se com essas produções asiáticas no streaming

A coleção de inverno traz dramas que encantaram o público e se tornaram assuntos muito comentados pelos fãs

Com a chegada do frio, a gente sempre acaba procurando algo quentinho para aquecer o corpo e a alma. Que tal aproveitar esse clima para mergulhar em mais uma coleção especial do  Rakuten Viki, uma das maiores plataformas de streaming de conteúdo asiático do mundo? As histórias cheias de emoção, que nos envolvem, são perfeitas para maratonar nos dias em que não queremos sair da cama.

Separamos algumas produções que, com certeza, vão te prender do início ao fim e transformar sua maratona em um momento ainda mais especial.

Sinop

 

Guardião: o Solitário e Grande Deus

 

Traído por seu rei, Kim Shin (Gong Yoo ), um general militar condecorado da dinastia Goryeo, foi forçado a ver sua família sendo assassinada diante dele. Salvo pelo Todo-Poderoso, mas condenado a viver eternamente como um goblin, Kim Shin usa suas habilidades sobrenaturais para salvar humanos, incluindo a mãe de Ji Eun Tak (Kim Go Eun), uma estudante otimista do ensino médio com uma estranha conexão com o sobrenatural. Quando Eun Tak é atraída por ele várias vezes, Kim Shin se pergunta se ela pode ser a pessoa por quem ele passou a eternidade procurando e a única que pode libertar sua alma: a Esposa Goblin. Escrita por Kim Eun-sook, essa premiada série de romance e fantasia sul-coreana de 2016 foi dirigida por Lee Eung-bok e Kwon Hyuk-Chan.

Foto: divulgação/Rakuten

Meu Colega de Quarto é um Gumiho

 

Durante os últimos 999 anos, fazendo-se passar pelo professor Shin Woo Yeo (Jang Ki Yong), um gumiho vem coletando energia humana em uma pérola numa tentativa de, um dia, se tornar humano. Mas seus planos vão por água abaixo quando a estudante Lee Dam (Hyeri) a engole sem querer. Já sem esperanças de um dia conseguir realizar seu objetivoe quase matando Dam, Woo Yeo sugere que eles vivam juntos até que encontrem uma saída. Em meio àsolução temporária, os dois terão de conviver um com o outro e lidar com os sentimentos que surgem dessa aproximação. Esta série de drama sul-coreana de 2021 foi baseada em um webtoon de Na e dirigida por Park Joon-hwa e Nam Sung-Woo.

Foto: divulgação/Rakuten

O Curandeiro

 

O mundo que vamos herdar está danificado. Os jovens que vivem sem levar em conta a política e a sociedade se conheceram e se apaixonaram. E as verdades enterradas no passado começam a vir à tona. Enquanto lutam contra a realidade que herdaram de seus pais, seu romance atrevido e apaixonado cura com prazer a si mesmos e ao mundo.

 

Naquele Inverno, o Vento Soprou

 

Oh Soo (Jo In-Sung), um golpista calculista que costuma enganar mulheres ricas, cruza o caminho de Oh Young (Song Hye-kyo), uma herdeira com deficiência visualmarcada por um passado doloroso. Após perder os pais e seu primeiro amor, Soo vê Young como mais uma potencial vítima. Porém, Young, que também carrega cicatrizes de um divórcio familiar e distanciamento, mostra-se muito mais complexa do que ele imaginava. Ao compartilharem suas dores e superarem barreiras emocionais, uma conexão inesperada começa a surgir. Será possível que dois indivíduos que desistiram do amor encontrem redenção e conforto um no outro? Naquele Inverno, o Vento Soprou é uma série de drama sul-coreana de 2013, dirigida por Kim Kyu-tae, e baseada em um drama japonês de 2002.

Irei Quando o Tempo Estiver Bom

Após enfrentar problemas no trabalho, a violoncelista Mok Hae Won (Park Min-young) deixa Seul e volta para o vilarejo de Bukhyeon, onde viveu na adolescência. Lá, reencontra Im Eun Seop (Seo Kang-joon), um antigo colega de escola que agora administra uma livraria tranquila. Aos poucos, os dois se aproximam e redescobrem o amor, enquanto lidam com feridas do passado. O drama sul-coreano de 2020 é baseado no romance de Lee Do Woo e dirigido por Han Ji-Seung.

Segure Minha Mão no Crepúsculo

 

Asagi Soramame (Suzu Hirose) é uma jovem enérgica e brilhante da zona rural de Kyushu que decide seguir seu amigo de infância e noivo até Tóquio. Lá, ela tem um encontro fatídico com Umino Oto (Ren Nagase), um homem que ela nunca esperava encontrar novamente. Depois que seu noivo termina com ela, Asagi começa a se redescobrir. Agora, vivendo juntos em uma pensão, eles começam a explorar seus sonhos e a se inspirarem. Enquanto Asagi, aos 23 anos, descobre uma nova paixão pela moda, Umino ainda luta para tentar se tornar um compositor, enquanto trabalha em uma lanchonete para conseguir pagar as contas, apesar da desaprovação dos pais. Agora, eles terão mais uma chance na vida de seguirem seus corações e também suas paixões. Este drama romântico japonês de 2023 foi dirigido por Ko Kanai.

Foto: divulgação/Rakuten

Amor à Noite

 

Xu Qing You (Zhang Yu Xi) está pronta para dar o próximo passo em seu relacionamento de dez anos com Fan Yun Xi (Li Zi Feng). No entanto, quando descobre a infidelidade dele, ela cancela o noivado. Afogando as mágoas em um bar, Qing You conhece Mo Ling Ze (Liu Xue Yi) e, apesar de um início difícil, acaba passando a noite com ele. Qing You planeja esquecer o encontro de uma noite até que ela chega no trabalho e descobre que Ling Ze é o novo chefe de operações da empresa. Forçados a trabalhar juntos, essa dupla improvável começa a se valorizar. No entanto, quando o ex-noivo de Qing You começa a querer reconquistá-la, as coisas voltam a se complicar, e uma batalha será travada pelo seu coração. Esta série de romance chinesa de 2021 foi dirigida por Lin Yi.

 

A Caminho de Casa

 

Gui Xiao (Tan Song Yun) e Lu Yan Chen (Jing Bo Ran) se apaixonaram no recreio do ensino médio e se tornaram inseparáveis. Porém o amor deles foi posto à prova quando as circunstâncias da família de Xiao mudaram e o treinamento especial de Yan Chen na polícia fez com que ele tivesse que se mudar para outro país. À medida que o tempo foi passando e Xiao seguiu sua carreira na área financeira, o relacionamento à distância se esvaiu. Anos mais tarde, um motivo especial faz com que Xiao ligue para seu antigo namorado. Esta série de drama chinesa de 2023 foi baseada em um romance de Mo Bao Fei Bao e dirigida por Yu Cui Hua.

 

O Inigualável

 

Pyo In Sook (Ahn Eun-jin) recebe com indiferença o diagnóstico de uma doença terminal. Em um centro de cuidados paliativos, ela conhece Sung Mi Do (Joy) e Kang Se Yeon (Kang Ye-won), que também enfrentam doenças graves. Unidas pelo desejo de vingança, as três elaboram um plano contra aqueles que as feriram. No processo, In Sook se aproxima de Min Woo Cheon (Kim Kyung-Nam), um assassino de aluguel marcado por traumas. À medida que laços de amizade e sentimentos surgem, seus planos ganham novos significados. O drama sul-coreano é de 2021, com direção de Oh Hyun Jong.

 

E aí, quem já conhecia essas produções? Tem uma favorita? Conta para a gente e siga o Entretê nas redes sociais — Insta, Face e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.

 

Leia também: Começaram os preparativos para a dizi Halef: Köklerin Çagrisi

 

Texto revisado por Gabriela Fachin 

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Ditadura, exílio e resistência: romance dá voz a personagens silenciados pela história

Novo romance atravessa guerras, ditaduras e a potência das relações humanas

Somos um país de imigrantes. Quase toda família carrega, escondida entre fotos antigas e silêncios herdados, uma história de travessias. Guerras, perdas, recomeços. Nossos sobrenomes, muitas vezes ignorados no dia a dia, são como fios invisíveis que costuram quem fomos, quem somos e quem ainda podemos ser.

Em O Fio Que Liga Tudo, Marden Marques Soares entrega um romance sensível e surpreendente sobre essas conexões. Com narrativa envolvente, entrelaça dramas familiares a eventos marcantes da história do século XX: a Guerra Civil Espanhola e os Anos de Chumbo no Brasil.

Memória, afeto e resistência

Entre memórias e inventários afetivos, o autor apresenta personagens marcantes que transitam pela resistência política e pelos dramas cotidianos.

É o caso de Florence Casajús, neta de espanhola exilada que cruza o Atlântico em busca do pai desaparecido, e Concepción (Conchita), sobrevivente da Guerra Civil Espanhola que se reinventa no Brasil.

“Afinal, a guerra é a falência do que há de humano em nós e a resultante de todas elas – as guerras – é a soma de dor, ódio e sofrimento para nada, diante da finitude da vida.” ( p.307)

Vidas marcadas pelo autoritarismo

A história também acompanha o drama de uma mulher negra perseguida pela ditadura militar e de Pedro Juan Casajús, figura-chave da família que simboliza a herança dos traumas e esperanças. 

A obra ainda percorre cenários como Barcelona, Fortaleza e Brasília, revelando camadas da história coletiva por meio de vivências individuais.

O fio invisível que une tempos e pessoas

Todas as trajetórias dos personagens se entrelaçam por meio de gerações, revelando os impactos das ausências e os vínculos forjados na adversidade.

O fio que dá nome à publicação é também metáfora da conexão invisível que une vidas e tempos distintos, mostrando como certos valores sobrevivem mesmo sob ameaça.

Ficção sensível com base histórica

Após se destacar com Parábolas da Borboleta e outras histórias, o autor reafirma seu talento ao unir documentação histórica e delicadeza literária.

O Fio Que Liga Tudo é um romance que emociona e provoca, tocando em feridas sociais ainda abertas e celebrando a esperança como força de continuidade. 

Sobre o autor 

Formado em Ciências Contábeis pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), Marden Marques Soares é pernambucano e reside em Brasília. Atuou por mais de 30 anos no Banco Central do Brasil e continua ativo como consultor na área financeira. Aos 74 anos, equilibra a experiência técnica com a paixão pela literatura. 

É autor de três livros técnicos sobre microfinanças e cooperativismo financeiro, além da obra Parábolas da Borboleta e outras histórias, que marcaram sua entrada na ficção. 

Foto: divulgação/Marden Marques Soares

 

Ao unir o íntimo e o épico, o livro nos convida a uma pergunta inquietante: o que nos conecta de fato às nossas origens? Que fio invisível nos sustenta, mesmo quando esquecemos de onde viemos?

O lançamento acontece no dia 25 de junho, às 19h, na Asbac, em Brasília. Um convite para conhecer uma história com vocação cinematográfica e, quem sabe, reencontrar em suas páginas o fio que liga a sua própria história.

 

Gostaram desse lançamento? Conte pra gente e nos siga nas redes sociais do Entretetizei — Facebook, Instagram e X — e, se gosta de trocar experiências literárias, venha fazer parte do Clube do Livro do Entretê.

 

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Texto revisado por Larissa Couto

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Christian Chávez anuncia turnê no Brasil em 2026

Com a Para Siempre Tour, o cantor reúne sucessos da carreira solo e da época do RBD

O cantor e compositor Christian Chávez, mundialmente reconhecido por integrar o fenômeno RBD, retorna ao Brasil para a turnê Christian Chávez – Para Siempre Tour, com 12 shows programados para janeiro e fevereiro de 2026. Esta nova fase marca um reencontro emocional com seus fãs, especialmente aqueles que acompanharam sua trajetória na banda, mas com uma identidade e um repertório totalmente renovados. 

O nome da turnê e da faixa que dá título ao projeto (Para Siempre) têm lançamento previsto para cerca de dois meses antes do início dos shows. Essa nova música traz uma estética que remete à energia e ao romantismo conhecidos na era RBD, reforçando a ligação afetiva com o público em transição para esta etapa solo, mas com a identidade própria e genuína de Christian Chávez. A canção servirá como um grande elo narrativo da turnê, ampliando a expectativa da experiência musical.

RBD
Foto: reprodução/Entretetizei

Nas apresentações, o público poderá conhecer uma versão mais íntima e sensível do cantor, com uma produção cuidadosamente adaptada para teatros, assim como um repertório equilibrado entre hits da carreira solo e faixas da fase RBD.

Christian sempre destacou sua ligação profunda com o Brasil, definindo o país como um “lugar seguro” e afirmando sentir-se em casa aqui. Esta turnê é um presente para essa paixão recíproca dos corações rebeldes: uma declaração de afeto e agradecimento aos fãs que caminharam com ele em todas as fases.

Divulgação Christian Chávez - Para Siempre Tour
Foto: divulgação/Access Mídia

Datas da turnê Christian Chávez – Para Siempre Tour (Brasil, 2026)

23 de janeiro: Teatro Manauara – Manaus (AM)
25 de janeiro: Teatro Resolve – Belém (PA)
27 de janeiro: Teatro RioMar Recife – Recife (PE)
28 de janeiro: Teatro RioMar Fortaleza – Fortaleza (CE)
29 de janeiro: Teatro Faresi – Salvador (BA)
31 de janeiro: Teatro Royal Tulip – Brasília (DF)
01 de fevereiro: Teatro Madre Esperança Garrido – Goiânia (GO)
06 de fevereiro: Teatro Bradesco – São Paulo (SP)
07 de fevereiro: Teatro Opus Città – Rio de Janeiro (RJ)
08 de fevereiro: Cine Theatro Brasil – Belo Horizonte (MG)
11 de fevereiro: Teatro AMRIGS – Porto Alegre (RS)
12 de fevereiro: Teatro Fernanda Montenegro – Curitiba (PR)

Os ingressos estarão disponíveis no site oficial: www.christianchavez.com.br

 

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Leia também: Christian Chávez lança novo single intitulado Si Mañana Me Voy

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cinema Especiais Notícias

Especial | De Isa TKM a Metrópolis: conheça a trajetória de María Gabriela de Faría

Relembre os principais papéis da atriz que interpreta a vilã no novo Superman

Quem cresceu fã da cultura latina nos anos 2000 pode ter se surpreendido ao ver um rosto conhecido em Superman (2025), nos cinemas. María Gabriela de Faría, que dá vida à vilã Engenheira, protagonizou várias telenovelas infantis no início de sua carreira, como Isa TKM e Grachi.

Primeiros passos
Imagem promocional da série Túkiti, crecí de una (2006)
Foto: reprodução/RCTV Internacional

Nascida em Caracas, na Venezuela, María Gabriela iniciou sua carreira aos quatro anos, atuando em campanhas publicitárias. Em 2002, conseguiu seu primeiro papel na televisão, estreando como a jovem Marifé na novela Trapos Íntimos (2003). Nos anos seguintes, fez pequenas participações nas produções La señora de Cárdenas (2003) e Ser bonita no basta (2005)

Seu primeiro papel de destaque veio em 2006, com a série Túkiti, crecí de una, em que interpretou Wendy, melhor amiga do protagonista. Por esse trabalho, foi reconhecida nos Premios Dos de Oro como Atriz Juvenil do Ano — com apenas 14 anos. Logo depois, foi Helena Trujillo Laya em Toda una dama (2008), na qual contracenou com Reinaldo Zavarce pela primeira vez.

O fenômeno Isa TKM

Em 2008, María Gabriela de Faría foi escalada para protagonizar a telenovela infantojuvenil Isa TKM, produzida pela Nickelodeon. Na trama, Isa Pasquali (interpretada por María Gabriela de Faría) é uma jovem apaixonada pelo músico Alex Ruiz (Reinaldo Zavarce) e enfrenta dilemas clássicos da adolescência — como o primeiro amor, problemas familiares e a busca por autoconhecimento.

A produção se tornou um sucesso instantâneo em toda a América Latina e é vista como um divisor de águas na carreira da atriz. Em seguida, a Nickelodeon anunciou a sequência Isa TK +, em que Isa já é uma cantora pop de sucesso e recebe a oportunidade de estudar em um colégio para artistas, na Colômbia.

Além da aclamação nas telinhas, a novela também impulsionou uma carreira musical, com a gravação de dois discos da trilha sonora e duas turnês internacionais — com passagens por São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Outras novelas de sucesso
Imagem promocional da novela Eu Sou Franky (2015), com María Gabriela de Faría
Foto: reprodução/Prime Video

Após o encerramento de Isa TKM, María Gabriela já era uma grande estrela na Venezuela e continuou sendo escalada para novelas de destaque. Em 2012, interpretou Mia Novoa, a vilã de Grachi, série criada por Mariela Romero — a mesma autora de Isa TKM. Com a chegada da atriz, o programa quase triplicou sua audiência.

Em 2014, deu vida a Juana Pérez, uma jovem virgem que é inseminada artificialmente após uma confusão médica, no remake de La Virgen de La Calle — trama venezuelana que inspirou a série norte-americana Jane The Virgin (2014). 

Outro papel marcante foi a protagonista Franky Andrade, uma robô que vive infiltrada entre adolescentes, na série Eu Sou Franky (2015), que teve duas temporadas. 

Já no ano de 2018, María entrou para o elenco da segunda temporada da série Sitiados, ambientada durante a colonização da América Latina. Na produção, a venezuelana interpreta uma guerreira indígena que luta por sua tribo, determinada a não se submeter aos espanhóis durante o processo de conquista.

Rumo a Hollywood
María Gabriela de Faría como Maria Salazar na série Deadly Class (2019)
Foto: reprodução/IMDB

O primeiro trabalho de María Gabriela em língua inglesa foi no filme A Travessia (2016), no qual deu vida a Olivia — uma jovem de férias no México que é sequestrada por traficantes de drogas. Eles obrigam seu namorado a contrabandear cocaína para os Estados Unidos, ameaçando matá-la caso ele desobedeça.

Em entrevista à Hola.com, María contou que sentia a necessidade de desenvolver mais técnicas de atuação e aprender inglês. Por isso, mudou-se para Los Angeles, nos Estados Unidos, com o objetivo de investir na carreira internacional em Hollywood.

Em novembro de 2018, foi anunciada como parte do elenco de Deadly Class, série baseada nos quadrinhos de Rick Remender. Na trama, a atriz vive Maria Salazar, uma assassina que jura vingança contra aqueles que mataram seus pais. Nesse projeto, contracenou com Benedict Wong (Doutor Estranho, 2016) e Lana Condor (Para Todos Os Garotos Que Já Amei, 2018). A produção, no entanto, foi cancelada após uma temporada.

No ano seguinte, María confirmou pelo Instagram que participaria da versão americana da série The Moodys, produzida pela Fox. Ela interpreta Cora, namorada de um primo da família, que estabelece um relacionamento profundo com Dan Moody (François Arnaud).

No filme The Duel (2024), representou Aphrodite, a filha excêntrica e misteriosa de um bilionário. O elenco incluiu Dylan Sprouse (After – Depois da Verdade, 2020) e Callan McAuliffe (The Walking Dead, 2010).

A vilã da DC Comics

Em novembro de 2023, María Gabriela foi anunciada como parte do elenco do novo filme Superman (2025), ao lado de David Corenswet (Twisters, 2024) e Rachel Brosnahan (Maravilhosa Sra. Maisel, 2017). 

Na produção dirigida por James Gunn (Guardiões da Galáxia, 2014), a atriz interpreta a vilã Angela Spica, conhecida como A Engenheira, que possui nanotecnologia integrada ao corpo e, por isso, consegue mudar de forma e se transformar em qualquer arma. 

Em entrevista à Remezcla, a atriz revelou que a experiência foi desafiadora, tanto emocionalmente quanto fisicamente, devido às cenas de luta que ela desempenha no longa. Agora, como parte do universo cinematográfico da DC Comics, María Gabriela de Faría vive uma nova fase na sua carreira.

 

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Leia também: TBT | Relembramos as novelas latinas que marcaram a nossa infância 

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Livros

Tudo que Deixamos Inacabado tem adaptação confirmada

Da mesma autora de Quarta Asa, a versão cinematográfica do romance promete emocionar

Tudo que Deixamos Inacabado (2024) conta a jornada de Georgia Stanton, que retorna à casa da família após enfrentar um doloroso divórcio, onde se depara com Noah Harrison, autor best-seller que tem como objetivo concluir o romance inacabado e mais estimado pela sua bisavó, a escritora Scarlett Stanton.

Imagem: reprodução/Editora Arqueiro

Ao lerem as lembranças de Scarlett e descobrirem aos poucos a história de amor entre seus bisavós, Georgia e Noah também trilham pelas suas próprias divergências e desafios emocionais.

Dividido em duas passagens de tempo, passado e presente, o livro prende os leitores em todos os momentos, ávidos para descobrir mais sobre uma história linda e injustamente dolorosa.

Adaptação cinematográfica

De acordo com Katie Campione do Deadline, a adaptação está em produção pela Lionsgate, com produção de Todd Lieberman e roteiro de Arash Amel.

Rebecca Yarros também é escritora da saga Quarta Asa (2023), romantasia ainda em andamento que vem conquistando o público no último ano e também tem adaptação confirmada.

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Leia também: Autora espanhola convida leitor a ser protagonista

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Beleza Notícias

Beauty Fair 2025: a maior feira de beleza das Américas celebra 20 anos com experiências inéditas em São Paulo

De 6 a 9 de setembro, o Expo Center Norte será o palco de lançamentos exclusivos, tendências e mais de 500 expositores que vão movimentar o mercado da beleza

A contagem regressiva já começou! A Beauty Fair chega à sua 20ª edição prometendo uma experiência inesquecível para profissionais, gestores e apaixonados pelo universo da beleza. O evento acontece de 6 a 9 de setembro no Expo Center Norte, em São Paulo, e reunirá as principais novidades do setor, incluindo tecnologias inovadoras, lançamentos de produtos nacionais e internacionais, e tendências que devem dominar o mercado nos próximos meses.

Serão quatro dias de evento reunindo mais de 500 expositores e 2 mil marcas, ocupando um espaço dedicado às mais variadas áreas da beleza, como estética, maquiagem, cabelos, unhas, gestão de salões e muito mais.

Além dos tradicionais estandes que encantam com promoções e ativações, o evento trará conteúdos de capacitação para profissionais, workshops e demonstrações ao vivo.

Imagem: reprodução/Instagram: @beautyfairprofissional

Entre os destaques da programação está o 14º Congresso de Maquiagem Profissional Beauty Fair, que contará com nomes como Olga Tomina, referência internacional em Beauty Colorful, e Ana Veiga, conhecida pelo acabamento fotográfico para peles negras. Além disso, especialistas como Raquel Spositto e Pri Lessa também levarão ao palco conteúdos que unem técnica, conceito e estilo.

Mais informações sobre ingressos e programação, acesse o site e o instagram @beautyfairprofissional

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Leia também: O Diabo Veste Prada 2 ganha primeiro teaser

Texto revisado por Karollyne de Lima @karollysl

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