Com direção de Steve Hudson, longa chega às salas de cinema em outubro deste ano
Se tudo o que você queria neste segundo semestre era uma animação para chamar de sua, já pode tranquilizar o coração. A animação Frankie e os Monstros (Stitch Head) chega aos cinemas brasileiros em 23 de outubro.
Dirigida por Steve Hudson (Verdadeiro Norte, 2006), a produção é inspirada no livro infantil Stitch Head e conta com a direção de animação de David Nasser, mesma mente por trás dos filmes Meu Malvado Favorito (2010), Hotel Transilvânia (2012), Rio 2 (2014) e da série Arcane (2021).
Em seu laboratório no castelo, um professor dá vida (ou quase isso) a suas monstruosas criações, apenas para logo esquecê-las (já pode pegar um lencinho). Stitch Head, sua primeira criação, obedece a todas as ordens do mestre, mas nunca recebe reconhecimento ou carinho, mas tudo muda quando um Show de Horrores chega à cidade e o dono do espetáculo visita o castelo em busca de Stitch Head, prometendo-lhe tudo o que ele sempre sonhou: fama, fortuna e amor.
Foto: divulgação/ Paris Filmes
A produção é da Gringo Films GmbH, Fabrique d’Images, Senator Film Produktion, Traumhaus Studios, Mia Wallace Productions e Senator Film Köln e a distribuição nacional é da Paris Filmes.
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O filme retrata momentos da noite do conflito entre estudantes e professores em outubro de 1968, durante a ditadura militar
A Batalha da Rua Maria Antônia retrata a noite em que o Comando de Caça aos Comunistas (CCC), composto por estudantes da Universidade Presbiteriana Mackenzie, atacou o movimento estudantil de esquerda da antiga Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP, em outubro de 1968, durante a ditadura militar.
O longa, dirigido por Vera Egito, estreia no Canal Brasil nesta sexta-feira, dia 25 de julho, às 21h. Confira o trailer do filme abaixo:
O drama mergulha no Brasil de 1968, em plena ditadura militar, e acompanha a jornada de um jovem estudante de filosofia da Universidade de São Paulo (USP), que se envolve nos intensos conflitos ideológicos entre a USP e a Universidade Presbiteriana Mackenzie, ambas localizadas na região central de São Paulo.
A partir da perspectiva desse estudante, A Batalha da Rua Maria Antônia retrata a tensão crescente entre o movimento estudantil de esquerda e os ataques do Comando de Caça aos Comunistas, que se posiciona do outro lado da rua, na Mackenzie.
Foto: reprodução/Globo Filmes
O filme revive os momentos da noite histórica de 2 outubro de 1968, em que, durante um evento organizado pelo movimento estudantil da USP, alunos da Mackenzie iniciaram um ataque contra os estudantes e professores presentes.
Contado em 21 planos-sequência, A Batalha da Rua Maria Antônia captura a violência do confronto, marcado por molotovs, bombas caseiras, pedras e paus, e que terminou com vários jovens feridos e a morte do estudante secundarista José Carlos Guimarães, de 20 anos.
A Batalha da Rua Maria Antônia levou os prêmios de Melhor Filme na Première Brasil do Festival do Rio (2023), de Melhor Longa-Metragem de Ficção (Escolha do Júri) no Festival de Atlanta (2024) e o Prêmio Especial do Júri no Panorama Coisa de Cinema (2024).
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Do romance colegial à fantasia, relembre os destaques da carreira do artista
Cha Eun-Woo vai fazer uma pausa nas telinhas e nos palcos. O ator e integrante do boy group ASTRO se alistará no exército sul-coreano no dia 28 de julho e, durante esse período, os fãs já podem começar uma maratona especial.
Enquanto contamos os dias para seu retorno, reunimos cinco K-dramas estrelados por Eun-Woo que mostram seu talento versátil, transitando entre gêneros como fantasia, drama escolar e romances de tirar o fôlego.
Um Bom Dia para Ser um Cachorro (2023)
Foto: divulgação/Viki
Han Hae-Na (Park Gyu-Young) leva uma vida comum como professora, mas carrega um segredo inusitado: ela está amaldiçoada a se transformar em cachorro sempre que beija um homem. A única forma de quebrar o feitiço? Receber outro beijo da mesma pessoa enquanto ainda está na forma canina. O problema é que Jin Seo-Won (Cha Eun-Woo), o homem que ela beija acidentalmente, tem pavor de cachorros. Agora, além de lidar com a maldição, ela precisa reconquistá-lo.
Beleza Verdadeira (2020)
Foto: divulgação/Viki
Im Ju-Gyeong (Moon Ga-Young) foi alvo de bullying por sua aparência durante anos. Ao mudar de escola, decide se reinventar com a ajuda de tutoriais de maquiagem. O plano funciona até demais: sua vida vira de cabeça para baixo ao se envolver em um triângulo amoroso com o reservado Lee Su-Ho (Cha Eun-Woo) e o rebelde Han Seo-Jun (Hwang In-Yeop). O drama entrega romance, segredos e intensas emoções adolescentes.
Minha Identidade é a Beleza de Gangnam (2018)
Foto: divulgação/Viki
Depois de sofrer bullying, Kang Mi-Rae (Im Soo-Hyang) decide passar por uma cirurgia plástica radical. Mas, na universidade, ela descobre que os julgamentos não acabaram. Entre inseguranças e críticas, Mi-Rae reencontra Do Kyung-Suk (Cha Eun-Woo), um colega que valoriza a beleza interior e começa a ajudá-la a enxergar sua verdadeira essência. Um drama que aborda autoestima e aceitação de forma sensível e necessária.
Bilhete de Vingança – 1ª temporada (2017)
Foto: divulgação/Viki
Ho Goo-Hee (Kim Hyang-Gi) vê sua vida virar um pesadelo com o bullying na escola. Até que um aplicativo misterioso chamado Revenge Note surge em seu celular, prometendo punições rápidas para quem a feriu. Entre o medo e o alívio, ela conta com a amizade da fanática por K-pop Jung Deok-Hee (Kim Hwan-Hee), que é obcecada por Cha Eun-Woo, interpretando a si mesmo na trama. O resultado é um mix de drama, crítica social e pitadas de humor adolescente.
O Maior Sucesso (2017)
Foto: divulgação/Viki
Quando o ídolo dos anos 90 Yoo Hyun-Jae (Yoon Shi-Yoon) acidentalmente viaja no tempo e vai parar em 2017, a confusão está armada. Lá, ele conhece Ji-Hoon (Kim Min-Jae), um jovem que divide seu tempo entre treinar escondido para ser idol e estudar para concursos públicos. Com participações especiais e muito K-pop envolvido, a série mistura nostalgia, humor e sonhos. Cha Eun-Woo faz uma participação como MJ, um idol contemporâneo que brilha entre as gerações.
Todos os títulos estão disponíveis no Viki, uma das principais plataformas dedicadas a dramas asiáticos no mundo.
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A série documental O assassinato do ator Rafael Miguel vai apresentar os dois dias de julgamento recentes que marcaram o caso do ator, entrevistas inéditas e acesso exclusivo aos bastidores da investigação.
Imagem: divulgação/HBO Max
Além disso, também vai apresentar a história de Isabela Tibcherani, namorada de Rafael na época, e na do principal suspeito, seu pai, Paulo Cupertino. Descreviam-no como uma figura autoritária e agressiva, cuja postura abusiva afetava profundamente as relações familiares.
A trama vai explorar a mente do assassino e trazer uma reflexão sobre comportamentos abusivos dentro do ambiente familiar. Bem como a resistência de Cupertino ao namoro da filha com o jovem, que acabou resultando no assassinato de Rafael e seus pais.
Em maio deste ano, o júri popular condenou Paulo a 98 anos de prisão pelo triplo homicídio, após quase três anos foragido, período em que percorreu diversos estados e até o Paraguai. Todavia manteve a sua alegação de inocência, o consideraram culpado. A série estreia no HBO Max no dia 31 de julho.
Confira o trailer:
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Estrelado por Mel Lisboa, o espetáculo sobre a rainha do rock brasileiro é um sucesso nos palcos cariocas
Visto por mais de 60 mil pessoas, o espetáculo Rita Lee – Uma Autobiografia Musical, estrelado por Mel Lisboa e dirigido por Marcio Macena e Débora Dubois, desembarca no Rio de Janeiro para uma temporada de 26 de junho a 3 de agosto, no Teatro Casa Grande, com apresentações às quintas, sextas e sábados, às 20h; e aos domingos, às 18h.
O espetáculo estreou no dia 26 de abril de 2024, em São Paulo, e, ao longo de mais de um ano em cartaz, teve todas as suas sessões esgotadas. Além disso, Mel Lisboa (que interpreta a roqueira a pedido da própria Rita) recebeu recentemente o Prêmio Shell de melhor atriz por este trabalho — ela também foi indicada aos prêmios DID e APCA. A montagem recebeu também Prêmio Arcanjo Especial e, no Prêmio PRIO do Humor, foi indicada nas categorias direção e atriz (Débora Reis) por sua atuação como Hebe Camargo.
O musical tem roteiro e pesquisa de Guilherme Samora, direção musical de Marco França e Márcio Guimarães, e ainda traz no elenco, interpretando personagens icônicos da nossa MPB: Bruno Fraga (Roberto de Carvalho), Fabiano Augusto (Ney Matogrosso), Carol Portes (Censora Solange), Debora Reis (Hebe Camargo), Flávia Strongolli (Elis Regina), Yael Pecarovich (Gal Costa), Antonio Vanfill (Arnaldo Baptista e Charles Jones), Gustavo Rezende (Raul Seixas), Roquildes Junior (Gilberto Gil) e ainda os atores Lui Vizotto e Priscila Esteves (swing).
Foto: reprodução/João Caldas
Trajetória do espetáculo
Tudo começou quando Mel Lisboa pisou no palco pela primeira vez em cena como Rita Lee, em 2014, no musical Rita Lee Mora ao Lado. Ela não poderia prever algumas coisas: primeiro, que seriam meses de casa cheia em um dos maiores teatros de São Paulo. Segundo, que a própria Rita Lee apareceria sem avisar, abençoaria sua performance e ainda voltaria para assistir ao espetáculo. O trabalho, aliás, rendeu a Mel importantes prêmios de melhor atriz e, além disso, consolidou de vez seu nome entre os maiores do teatro nacional. Com isso, a artista segue construindo uma carreira diversificada e, consequentemente, produtiva nos palcos brasileiros.
Desta vez, Mel conta a história de Rita com base no livro da cantora, lançado em 2016, e um dos maiores sucessos editoriais do Brasil. O livro narra os altos e baixos da carreira de Rita com uma honestidade escancarada — a ponto de ter sido apontado como “ensinamento à classe artística” pelo jornal O Estado de São Paulo.
A ideia do novo musical surgiu quando Mel gravou a versão em audiolivro, como Rita, em 2022. O texto de Rita, com uma narrativa envolvente e perfeita para um musical biográfico, conta do primeiro disco voador avistado por ela ao último porre. Sem se poupar, ela fala da infância e dos primeiros passos na vida artística; de Mutantes e de Tutti-Frutti; de sua prisão em 1976, na ditadura; do encontro de almas com Roberto de Carvalho; das músicas e dos discos clássicos; do ativismo pelos direitos dos animais; dos tropeços e das glórias.
“A vida de Rita precisa ser contada e recontada. Sua existência transformou toda uma geração. E continua a conquistar fãs cada vez mais jovens. Rita não é ‘somente’ a roqueira maior. Ela compôs, cantou e popularizou o sexo do ponto de vista feminino em uma época em que isso era inimaginável. Ousou dizer o que queria e se tornou a artista mais censurada pela ditadura militar. Na época, foi presa grávida. Deu a volta por cima e conquistou uma legião de ‘ovelhas negras’. Se tornou a mulher que mais vendeu discos no país e a grande poetisa da MPB”, declara Mel Lisboa.
Como diz Rita no livro, seu grande gol é ter feito um monte de gente feliz. E Mel Lisboa, no papel de Rita Lee no musical, leva a sério essa missão. Em todas as apresentações, o público transforma o teatro em um verdadeiro show: canta junto, bate palmas e, muitas vezes, corre para dançar em frente ao palco durante o bis do espetáculo.
Rita Lee – Uma Autobiografia Musical cria uma versão inédita e, ao mesmo tempo, completa, que revela todas as facetas dessa grande artista. A montagem apresenta não só a cantora e compositora, mas também a multi-instrumentista, apresentadora, atriz, escritora, ativista dos direitos humanos e, acima de tudo, uma das maiores representantes da música e da cultura brasileira.
Sinopse
Dez anos depois da estreia do sucesso de Rita Lee Mora ao Lado, a atriz Mel Lisboa volta a interpretar a roqueira-mor em um musical inédito, desta vez inspirado na autobiografia da cantora. Além de momentos engraçados e comoventes de outros grandes nomes da música brasileira que passaram pela vida de Rita Lee, o público pode acompanhar um verdadeiro show protagonizado por toda a equipe envolvida.
É fã da Rita Lee? Corre que ainda dá tempo de assistir ao musical. Conta pra gente o que achou da matéria e siga o Entretetizei nas redes sociais — Instagram, Facebook e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.
Produção estreia nos cinemas em setembro e reforça o avanço global da animação fora do eixo hollywoodiano
Detentora da maior bilheteria da história para uma animação, a produção chinesa Ne Zha 2 tem estreia prevista no Brasil a partir da segunda semana de setembro. O anúncio foi feito durante o 16º Show de Inverno, em Campos do Jordão, e marca um novo capítulo na consolidação da animação como produto global — capaz de movimentar bilhões e desafiar o domínio tradicional dos estúdios hollywoodianos.
Com a conquista do posto de quinto filme mais assistido de todos os tempos, segundo o site chinês Maoyan, a produção representa mais do que um sucesso de público: sinaliza uma virada de chave no mercado global de entretenimento, abrindo espaço para novas narrativas e centros de produção fora do eixo americano.
Confira o trailer a seguir:
Essa movimentação reflete um público global cada vez mais aberto à diversidade estética e narrativa, assim como um mercado em franca expansão. Produções de diferentes países vêm conquistando prêmios internacionais, somando bilheterias impressionantes e ampliando o interesse por narrativas com identidade cultural própria. Segundo a consultoria Mordor Intelligence, o setor de animação e efeitos visuais — hoje avaliado em US$179,78 bilhões — deve ultrapassar os US$311 bilhões até 2029, impulsionado pela demanda crescente e pelo avanço tecnológico.
O Brasil, tradicionalmente um dos maiores consumidores de animes no mundo, começa a dar passos concretos como produtor. Essa mudança é representada por iniciativas como a da Noches Produções, estúdio de Niterói que lançou recentemente o episódio piloto de Genius!, primeiro anime brasileiro desenvolvido integralmente com técnicas japonesas. A estreia, realizada na Niterói Expo Geek, teve boa repercussão entre fãs e veículos especializados em cultura pop, evidenciando a receptividade do público nacional.
Imagem: Reprodução/Genius!
Além de Genius!, a Noches é também responsável por Nina e os Guardiões, animação estrelada por Larissa Manoela que estreou no Nat Geo Kids e, hoje, está disponível no Prime Video. O estúdio recebeu recentemente incentivo do programa Acelera Niterói — uma parceria entre a Prefeitura, a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Fundação Euclides da Cunha (FEC) —, fortalecendo ainda mais sua atuação no setor.
Do outro lado do mundo, a China reafirma sua potência com Ne Zha 2, sequência do sucesso de 2019. Com arrecadação de US$2 bilhões — a maior parte no próprio mercado chinês —, o filme se destaca mesmo sem ampla distribuição ocidental, provando o potencial da indústria local em criar blockbusters independentes do circuito hollywoodiano.
Na Europa, a Letônia surpreendeu o mundo com Flow (2024), de Gints Zilbalodis, que venceu o Oscar de Melhor Animação, além do Globo de Ouro, do César francês e de prêmios no Festival de Annecy. O filme se tornou a maior bilheteria da história do país, com mais de 300 mil ingressos vendidos e arrecadação de US$1,8 milhões, representando um feito histórico para uma produção do Leste Europeu.
Imagem: Reprodução/Flow
Com técnicas cada vez mais acessíveis, incentivo a estúdios independentes e interesse crescente por novas vozes narrativas, a animação internacional vive um de seus momentos mais potentes. A ascensão de produções como Ne Zha 2, Genius! e Flow sinaliza uma mudança de eixo no entretenimento global. A animação, antes concentrada em poucos estúdios, agora se torna um território aberto à experimentação, à diversidade e ao diálogo entre culturas.
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Romance Amor de Alecrim aborda temas como menopausa e independência emocional
Com leveza e profundidade, Ana Paula Couto transforma a maturidade feminina em uma trama envolvente, tocando temas como autoconhecimento, reinvenção e afetos que resistem ao tempo. Em 2022, a autora fluminense estreou na literatura com Amor de Manjericão, um romance sobre mulheres que recomeçam.
Agora a escritora e professora lança Amor de Alecrim, sequência de Amor de Manjericão (2022).
O novo romance mergulha na vida de Amanda, uma mulher que, aos 50 anos, enfrenta desafios como crise conjugal, menopausa e a descoberta de novas paixões, tudo temperado pelo lirismo e pelo humor característicos da autora.
Redescobertas na maturidade
“Quis retratar uma fase pouco explorada na literatura: a maturidade cheia de dúvidas, mas também de possibilidades“, explica Ana. A protagonista, que no primeiro livro superou um divórcio e um affair com um homem mais jovem, agora se depara com a aposentadoria, os dilemas da maternidade e o reencontro com um amor do passado.
“Amanda é toda mulher que precisou se reinventar. O alecrim, assim como o manjericão, simboliza essa jornada de autoconhecimento — às vezes mágica, às vezes prosaica, mas sempre verdadeira“, reflete a autora.
Vozes que inspiram histórias
O livro foi gestado a pedido dos leitores, que se identificaram com a franqueza da narrativa do primeiro livro. “Recebi mensagens de mulheres dizendo: ‘Isso aconteceu comigo!’. Percebi que havia tocado em feridas e alegrias coletivas“, conta.
A escrita passou por leituras críticas e ajustes até chegar à versão final. “Desta vez, trouxe Amanda mais dona de si, mas tão vulnerável quanto qualquer uma de nós“, revela. A obra mantém a estrutura de chick-lit, com diálogos ágeis e um tom confessional que aproxima a personagem do público.
Imagem: divulgação/ Ases da Literatura
Realismo com toques de magia
Além do entretenimento, Amor de Alecrim propõe reflexões sobre etarismo e invisibilidade feminina após os 50.
“Nossas protagonistas são raras: mulheres reais, com rugas e histórias, que não se resumem a estereótipos“, defende a autora.
A narrativa incorpora elementos lúdicos — como uma curandeira especialista em chás —, mesclando realismo e fantasia. “São metáforas para os caminhos que percorremos em busca de respostas. Afinal, a vida também tem seu lado mágico“, afirma.
Sobre a autora
Nascida e criada em Nova Friburgo (RJ), onde ainda reside, Ana Paula, professora de Língua Inglesa há mais de duas décadas, divide a rotina entre as salas de aula, o carinho da família e os escritos que não param de florescer. Casada, mãe e avó, ela integra coletivos de escritoras e segue criando histórias que acolhem, provocam e encantam, como um chá bem preparado.
Estreou na literatura em 2021 com participações em antologias como Diário dos Confinados (Editora Resilience). Seu primeiro romance, Amor de Manjericão (2022), foi pivô de sua transição para a carreira literária. Desde então, publicou os e-books Conto Comigo (contos) e Vida Crônica (crônicas), e participou de eventos como Flip e Bienais do Livro.
“Escrevo para mulheres que, como eu, moderadamente na maturidade o direito de serem imperfeitas e felizes” – Ana Paula Couto, autora de Amor de Alecrim
Foto: divulgação/Ana Paula Couto
Além disso, os livros carregam toques lúdicos: ervas, símbolos e personagens místicos surgem para temperar o enredo com fantasia e poesia. Então, em Amor de Alecrim, uma curandeira parteira entra em cena, trazendo magia e sabedoria ancestral para a trama de Amanda.
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A canção é parte de seu novo disco, Guitar, que chega em agosto
Mac DeMarco lança Holy, o segundo single de seu próximo álbum Guitar, que chega em 22 de agosto via Mac’s Record Label. Após o lançamento de Home no mês passado — descrita pela Stereogum como uma “meditação suave e cintilante” —, a nova canção surge como uma reflexão serena sobre espiritualidade.
Nos versos de abertura, Mac canta: “Miracle, reveal yourself to me // Miracle, your help could set me free”, levando ao desfecho: “Curse, carried on forever in me // Curse, from which I may never be free // Curse from down below // Holy”.
Assim como o vídeo do primeiro single, o clipe de Holy foi filmado pelo próprio Mac. Ele comenta: “Fiquei andando pelo oceano de roupa e tudo por algumas horas, enchendo completamente minhas botas de água salgada. Tentei algumas outras cenas nas pedras também, mas no fim das contas, a melhor foi mesmo a de eu caindo no jardim e comendo a maçã. Obrigado por ouvirem.”
O disco foi inteiramente escrito e gravado em novembro de 2024, na casa do artista em Los Angeles. Com exceção da masterização, feita por David Ives, todas as etapas do álbum foram realizadas por Mac — da gravação à mixagem (feita no Canadá), passando até pela arte de capa, fotografada com tripés.
Imagem: Divulgação/Mac’s Record Label
Mac comenta: “Acho que Guitar é o mais próximo que já cheguei de uma representação verdadeira de onde estou na vida neste momento, traduzido para o papel. Estou feliz em compartilhar essa música e animado para tocar essas canções em todos os lugares onde conseguir.”
Como já anunciado, a turnê mundial de 2025 começa no fim de agosto com três shows no The Greek Theatre. A tour já tem datas esgotadas na América do Norte, Europa e Reino Unido. E, em 2026, Mac segue com shows na Ásia, Meio-Oeste e Sul dos EUA, além de datas recém-anunciadas na América do Sul. Por aqui, Mac toca em São Paulo, na Audio, Chile, Argentina e Peru.
Confira as datas abaixo:
Imagem: Divulgação/Mac’s Record Label
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Prepare-se para reviver um dos conflitos mais comentados dos últimos tempos! A HBO Max vai estrear, no próximo sábado (26), o documentário Lively VS Baldoni: Escândalo em Hollywood. A produção promete abordar a briga que se tornou uma batalha judicial entre os atores Blake Lively e Justin Baldoni.
Lively e Baldoni se conheceram durante as gravações do filme É Assim que Acaba (2024), adaptação do livro homônimo da autora Colleen Hoover. Além de interpretar um dos papéis principais, Justin também dirigiu o longa.
Foto: reprodução/Jovem Nerd
Na trama, Lily Bloom (Blake Lively) decide mudar de vida após passar por uma infância traumática. Ela conhece o neurocirurgião Ryle Kincaid (Justin Baldoni) e acredita finalmente ter encontrado seu príncipe encantado. À medida que o relacionamento se intensifica, Lily se vê confrontada com o medo de repetir padrões antigos e precisa decidir se tem a coragem de romper o ciclo para construir um futuro diferente.
Confira o trailer:
O filme foi um sucesso de bilheteria, mas após seu lançamento, Blake Lively foi acusada de utilizar a divulgação para promover seus próprios negócios. Além disso, Justin Baldoni alegou não ter tido controle criativo sobre a produção que, supostamente, teria sido modificada pela atriz.
Em dezembro de 2024, Lively acusou o ator de assédio sexual, apontando uma conduta inapropriada nos bastidores e a tentativa de iniciar uma campanha de difamação online contra a atriz, para impedir que ela se posicionasse publicamente.
O documentário aborda as duas perspectivas do caso, trazendo análises e entrevistas inéditas com amigos e ex-colegas das estrelas de Hollywood. A proposta é revelar como fama, gênero e mídia colidem na indústria do entretenimento.
O especial é parte da franquia VS, que investiga conflitos marcantes da cultura pop, como Taylor Swift vs Scooter Braun: Bad Blood (2024) e Johnny vs Amber – O Último Julgamento (2022).
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Após a dispensa militar, artista surpreende com vídeo OUT OF TIME ARTIFACTS e deixa fãs em clima de expectativa para possível comeback
Ele está vindo aí! Na tarde de ontem (21), WOODZ surpreendeu os fãs ao lançar um novo teaser enigmático intitulado OUT OF TIME ARTIFACTS, dando pistas de um comeback que já está sendo muito aguardado.
Embora ainda não tenham sido divulgados muitos detalhes, tudo indica que este pode ser o seu primeiro retorno desde o álbum AMNESIA, o que só aumenta a ansiedade dos fãs.
A novidade chega logo após sua dispensa oficial do serviço militar, o que torna o momento ainda mais especial: é o reencontro de WOODZ com os palcos e com o público.
Confira o teaser abaixo:
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