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Rocío Igarzábal completa seu novo EP com o single Volare

Rocío Igarzábal encerra seu novo EP com Volare e celebra a memória de seus avós com a emocionante releitura do clássico de Domenico Modugno

A cantora e compositora argentina Rocío Igarzábal lança Volare, o último single de seu novo EP e que dá nome ao projeto. O novo som trata-se de uma nova versão luminosa e festiva do clássico “Volare (Nel blu dipinto di blu)” de Doménico Modugno, que nesta oportunidade conta com a colaboração de Alex Ferreira. O EP, agora completo, já está disponível em todas as plataformas digitais e chega acompanhado de videoclipe da faixa-título no YouTube.

O EP Volare é composto por quatro canções, todas em colaboração com artistas convidados: Amor Libre junto a Lola Parda, Hacia el Sur feat. Sofía Campos e Amor, Perdón com Zenón Pereyra. Cada um desses temas desdobra matizes emocionais e sonoros únicos, mas o encerramento com Volare funciona como uma síntese sensível de todo o percurso.

Ouça o EP: 

A escolha desta canção tem um significado muito especial para Rocío. Como sempre, o voo, o céu, as viagens e os pássaros estão presentes como parte da identidade criativa e essencial da artista, neste último lançamento, entrelaçam-se também com sua história com seus avós, alcançando uma união muito especial entre o íntimo, o emotivo e o coletivo. Emocionante, mas também muito alegre, esta versão de Volare nos convida a todos a nos juntarmos a cantar.

O título Volare tem muito significado para mim. Relaciona-se com lembranças lindas da minha infância, com uma essência que me caracteriza: meu amor pelas viagens, pela curiosidade de sair ao mundo, de cantar sempre o que sinto. Me sinto um pouco pássaro e essa palavra significa tudo isso e mais para mim”, comenta a artista.

Reprodução: DD Assessoria

Fiel ao seu estilo, mas sempre em evolução, Rocío continua expandindo seu universo musical. Este novo EP marca uma etapa de transição entre suas raízes nos sons latinos e uma exploração mais moderna, sem perder calor nem autenticidade.

Este disco é uma transição. Cada canção contém um momento de decisões muito pessoais que vão marcando um caminho novo a nível sonoro e interpretativo. A canção que diz, que fala, que te leva a um lugar íntimo de conversa. Que seja agradável e que surpreenda ao ouvido. Acho que é um EP ‘ponte’ que dá lugar às canções novas que virão em um disco não muito distante. Explorando novos estilos”, afirma a cantora.

Atualmente, Rocío já se encontra trabalhando em seu próximo disco junto ao produtor Matías Cella, consolidando assim uma nova etapa artística e busca pessoal.

Em paralelo ao lançamento, Rocío surpreendeu nas redes sociais com uma divertida ação: uma camisa customizada com a palavra VOLARE foi aparecendo em diferentes cantos da cidade, despertando a curiosidade de seus seguidores. Essa camisa, que fez parte dos figurinos desta etapa, também tem um papel chave no videoclipe oficial da canção.

Assista ao videoclipe: 

Sobre Rocío Igarzábal: 

Rocío Igarzábal é uma artista multifacetada. Destacou-se em sucessos da televisão, do cinema e do teatro como atriz e cantora (Casi Ángeles – Quase Anjos, Dulce amor, Taxxi, El Desafío, El violinista en el tejado, etc), mas é na sua carreira musical que sua essência e autenticidade mais se refletem. 

Após viajar o mundo fazendo shows com o grupo Teen Angels, inclusive no Brasil, onde também conta com muitos fãs em todo o território nacional, ela deu uma guinada de 360° na vida, renunciando a tudo e mudando-se para o México para se reconectar com suas verdadeiras raízes. Lá, iniciou sua carreira solo cantando em bares e percorrendo vários estados, como Quintana Roo, onde abriu o show de Los Auténticos Decadentes em Cancún.

Além da música, Rocío mantém uma agenda intensa. Foi apresentadora ao lado de Marley no La Voz Argentina (2022) e, em setembro do mesmo ano, viajou a Israel como convidada especial no show do cantor israelense Chen Aharoni, ao lado de Florencia Bertotti e Felipe Colombo. No final de 2021, participou do disco de tributo a Gilda, produzido por Lito Vitale, e em 2020 protagonizou o filme Encontrados. Em 2023, atuou como protagonista no longa La Luz de las Bengalas, ao lado de Mirta Busnelli, Luis Machín, Fabian Arenillas, Vico D’Alessandro e Tony Gelabert. Já em 2024, integrou a temporada de verão do Paseo La Plaza com a comédia “Permitidos”, dirigida por Peto Menahem.

Atualmente, Rocío está gravando seu próximo EP, com produção de Mateo Rodó e Matu Cella.

 

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Hits que marcaram uma geração: o som da adolescência no palco do The Town

O palco Skyline promete embalar o público em uma verdadeira viagem no tempo, resgatando a energia e as emoções da juventude

 

The Town, um dos maiores festivais de música do Brasil, acontece nos dias 6, 7, 12, 13 e 14 de setembro, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

A programação do palco Skyline trará artistas que marcaram época, com músicas que fizeram parte das trilhas de séries, tocaram em festas de escola e continuam na ponta da língua de quem viveu intensamente os anos 2000 e 2010.

Muitos artistas estarão presentes, com repertórios cheios de nostalgia e refrões inesquecíveis. Eles devem transformar o palco em um ponto alto do festival, onde memória e música se encontram para celebrar gerações.

Foto: reprodução/Instagram @thetownfestival

E para esquentar o clima, que tal relembrar os hits que não saíam dos nossos fones de ouvido muito antes das virais do TikTok? Price Tag, da Jessie J com participação de B.o.B, por exemplo, já tem quatorze anos de lançamento e continua sendo uma megaprodução. Com seu ritmo contagiante e energia envolvente, é daquelas músicas que nos fazem cantar e dançar quase sem perceber, mesmo com o cenário musical tão diferente hoje em dia.

Antes das dancinhas do TikTok e dos virais do Reels, uma geração cresceu ao som de hits que marcaram época e embalaram os fones de ouvido com emoção, rebeldia e muitos sentimentos à flor da pele. 

Para quem hoje tem entre mais de 23 anos até os 30 a 40 anos, músicas como I Want It That Way, dos Backstreet Boys, são uma cápsula do tempo, cada verso carrega uma lembrança da adolescência. Jessie J com Domino, Jason Derulo com It Girl e CeeLo Green com Forget You completam o repertório que dominava as rádios e muitos CDs.

No Brasil, Primeiros Erros, do Capital Inicial, é um verdadeiro hino geracional que atravessa décadas, já que até mesmo a geração atual conhece e canta, provando que a música transcende o tempo e continua relevante para diferentes públicos.

Enquanto Blecaute, do Jota Quest, trazia uma vibe mais animada e atual. A emoção ficava por conta de Quando A Chuva Passar, da Ivete Sangalo, trilha sonora de tantos desabafos e reencontros. Em cada verso, a balada romântica e emocional fala sobre resiliência, amor incondicional e esperança diante das dificuldades. Já no rock internacional, American Idiot, do Green Day, traduzia o espírito questionador de uma juventude inquieta. 

Já Obsessed, de Mariah Carey, mesmo após quinze anos do lançamento, continua sendo um ícone para diversas gerações. Com uma melodia envolvente e uma letra marcante, a música segue conquistando novos ouvintes, que se encantam e acabam explorando mais sobre a canção e a trajetória da artista.

Uma seleção que, mesmo com o passar dos anos, continua despertando aquela nostalgia boa de quem viveu tudo isso intensamente.

Foto: reprodução/Instagram @thetownfestival

 

LINE UP THE TOWN 2025 – Palco Skyline

6 de setembro  

  • Travis Scott
  • Don Toliver 
  • Burna Boy
  • Filipe Ret

7 de setembro 

  • Green Day
  • Sex Pistols
  • Bruce Dickinson
  • Capital Inicial

12 de setembro

  • Backstreet Boys
  • Jason Derulo
  • CeeLo Green
  • Jota Queste

13 de setembro

  • Mariah Carey
  • Jessie J
  • Ivete Sangalo
  • Natasha Bedingfield

14 de setembro

  • Katy Perry
  • Camila Cabello
  • J Balvin
  • IZA

Melhorias no festival 

O The Town 2025 trará melhorias com base nos feedbacks da edição anterior, como ajustes no posicionamento dos palcos e no fluxo de circulação do público. O palco Skyline, por exemplo, recebeu melhorias na drenagem e grama sintética para garantir conforto mesmo em dias de chuva.

O mapa do festival foi atualizado: o palco The One agora ocupa o espaço do antigo Megadrop e conta com um anfiteatro natural, com o Lounge Club à sua frente. A São Paulo Square mudou de lugar, trocando de posição com o Factory, que agora terá um anfiteatro amplo. Já o Market Square foi posicionado próximo ao antigo espaço do Factory.

Entre as novidades, destaca-se o Palco Quebrada, que celebra a cultura das periferias com música e arte. A cidade cenográfica do festival também será ampliada com novas experiências, para atrair o público mesmo que seus artistas favoritos não estejam na programação.

Valores e mais informações 

Os ingressos para o The Town são vendidos pelo site da Ticketmaster. A pré-venda para clientes Itaú e membros do The Town Club ocorre de 20 a 26 de maio, e a venda geral começa em 27 de maio, às 17h.

Os valores são R$ 975,00 (inteira) e R$ 487,50 (meia-entrada), sem taxa de conveniência. Cada pessoa pode comprar até quatro ingressos por dia, sendo apenas uma meia-entrada por dia, com limite total de 20 ingressos por CPF. Quem adquiriu o The Town Card tem até 26 de maio para escolher o dia do festival.

O The Town acontece no Autódromo de Interlagos, localizado na Av. Senador Teotônio Vilela, 261, Interlagos, São Paulo/SP. Os portões serão abertos ao público às 12h, com encerramento das atividades previsto para às 2h. O último acesso ao local poderá ser feito até a meia-noite.

 

E aí, sentiram a nostalgia? Já compraram o ingresso? Conte para a gente e siga o Entretê nas redes sociais — Insta, Face e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.

 

Leia também: Flip 2025 confirma autores da Record e traz Neige Sinno ao Brasil

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Música Notícias

Jeff Satur lança Tell Me The Name, single sobre justiça e empoderamento

Artista tailandês se apresentará em São Paulo com a turnê mundial Red Giant Concert 

O cantor e ator tailandês Jeff Satur acaba de lançar seu novo single, Tell Me The Name, uma faixa intensa, dramática e recheada de emoção, exatamente do jeitinho que os fãs adoram. Já disponível em todas as plataformas digitais, a música mergulha nas sombras da dor, da vingança e da justiça, explorando o desejo de proteger quem se ama e de cobrar de quem causou sofrimento.

Com versos marcantes como “Todo o sangue que derramaram de você. Toda a dor, eu também senti. Então agora é hora de dizer quem são os sortudos que vou visitar?”, e o refrão direto ao ponto “Diga o nome de quem culpar. Acerte onde dói”, Jeff entrega uma narrativa crua e poderosa sobre o sentimento de retomar o controle após uma traição.

A entrega vocal do artista é um show à parte, casando perfeitamente com o peso emocional da canção. “Quis criar algo que capturasse a emoção brutal da vingança”, explica Jeff. “Tell Me The Name é sobre retomar o poder e garantir que aqueles que causam dor enfrentem as consequências. É uma jornada da dor ao empoderamento”, completa.

E para intensificar ainda mais a experiência, o single chegou acompanhado de um clipe impactante, que traduz visualmente toda a atmosfera sombria e visceral da música. 

Confira: 

Red Giant Concert no Brasil

Jeff já está em contagem regressiva para reencontrar os fãs brasileiros. A etapa latino-americana da Red Giant Concert começa em julho e inclui paradas em São Paulo, Santiago, Cidade do México, Monterrey e Lima.

A apresentação acontece na capital paulista no dia 6 de julho, na casa de shows Terra SP, e promete ser uma noite inesquecível. Essa será a segunda visita do artista ao Brasil, já que ele esteve por aqui em 2023 e deixou o público com gostinho de quero mais.

Quem é Jeff Satur?
Foto: reprodução/X @studio_onsaturn

Para quem ainda não conhece, Jeff Satur (nome artístico de Worakamol Satoe) é um dos nomes mais promissores da música e da atuação na Tailândia. Dono de uma voz marcante e presença de palco cativante, o artista é multi-instrumentista, compositor, produtor musical e ator. Atualmente, ele integra o selo Wayfer Records e já conquistou uma legião de fãs pela Ásia e pelo mundo.

Jeff também é conhecido por seus covers incríveis no YouTube e por assinar trilhas sonoras de séries populares. E não para por aí: ele ainda colabora com grandes marcas e entrega visuais sempre muito bem produzidos.

Já ouviu o novo single do Jeff? Comente nas redes sociais do Entretetizei — Insta, Face e X — e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.

Leia também: Yoon San-Ha, do ASTRO, fará show solo no Brasil em agosto

Texto revisado por Ketlen Saraiva

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Notícias Séries

Após grande repercussão, O Urso é renovada para 5ª temporada

A renovação reflete o sucesso das temporadas anteriores, aclamadas pelo público

Após sucesso da quarta temporada, lançada no dia 25 de junho, FX anuncia a renovação para uma quinta temporada de O Urso (2022), série vencedora do Emmy. O anúncio foi feito pelo presidente do FX, John Landgraf: “Ano após ano, Chris Storer, os produtores, o elenco e a equipe fazem de O Urso uma das melhores séries da televisão, e estamos animados para que eles continuem contando essa magnífica história.

Na mais recente temporada, Carmen “Carmy” Berzatto (Jeremy Allen White), Sydney Adamu (Ayo Edebiri) e Richard “Richie” Jerimovich (Ebon Moss-Bachrach) seguem determinados a levar o restaurante O Urso para o próximo nível.

Com novos desafios surgindo a cada momento, a equipe precisa se adaptar e superar contratempos. A série também é estrelada por Abby Elliott, Lionel Boyce, Liza Colón-Zayas e Matty Matheson, com Oliver Platt e Molly Gordon em papéis recorrentes.

Landgraf também afirmou: “O Urso continua sendo uma das séries preferidas do público em todo o mundo, e a resposta a esta temporada, como evidenciado por seus altíssimos índices de audiência, foi tão espetacular quanto a das temporadas anteriores.

Foto: divulgação/Disney

As três primeiras temporadas de O Urso foram eleitas como o Programa de Televisão do Ano pelo American Film Institute (AFI). A segunda temporada ganhou 11 Emmys, o maior número de prêmios já recebidos por uma série de comédia em um único ano na história. A série também foi indicada e venceu os prêmios Globo de Ouro, Screen Actors Guild Awards, Peabody Awards, Critics’ Choice Awards, Writers Guild Awards, Directors Guild Awards, Producer Guild Awards, NAACP Image Awards, Independent Spirit Awards, MPSE Golden Reel Awards, CAS Awards, ACE Eddie Awards e TCA Awards, entre outros.

Todas as temporadas de O Urso estão disponíveis no Disney+. A série produzida pelo FX Productions é uma criação de Christopher Storer, que atua como produtor executivo ao lado de Josh Senior, Joanna Calo, Cooper Wehde, Tyson Bidner, Matty Matheson, Hiro Murai e Rene Gube. Courtney Storer é coprodutora executiva e produtora culinária.

 

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Leia também: The New York Times elege os 100 melhores filmes do século 21: veja a lista completa

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cinema Cultura Cultura asiática Cultura pop Música Musicais Notícias

Crítica | Guerreiras do K-pop diverte com clichês enquanto questiona a pressão de manter as aparências

Entre performances musicais potentes e personagens cativantes, a animação mostra como medos e inseguranças podem nos consumir

Você já escutou um álbum do seu artista favorito e sentiu como se todos os demônios da sua vida tivessem sumido, mesmo que só por um instante? Em Guerreiras do K-pop (2025), esse sentimento é justamente o propósito das idols Rumi (Arden Cho), Mira (May Hong) e Zoey (Ji-young Yoo), que, além de integrarem o grupo HUNTR/X, também caçam demônios e protegem o mundo com sua voz.

No filme, que já está disponível na Netflix, o trio carrega o legado de gerações anteriores de caçadoras, assim como sua missão: finalmente selar a Honmoon, uma barreira invisível que protege os humanos do mundo dos demônios. Contudo, essa tarefa se torna ainda mais difícil com o debut dos Saja Boys, uma boyband formada por cinco demônios e liderada por Jinu (Ahn Hyo-seop).

Confira o trailer:

A trama, dirigida por Maggie Kang e Chris Appelhans, acompanha a luta de Rumi contra a própria identidade e seu esforço para manter as aparências e os segredos em um mundo que exige perfeição, no qual nossas “faltas e medos nunca devem ser vistos”.

Se a animação sofre com um roteiro excessivamente expositivo e personagens secundários subaproveitados, Guerreiras do K-pop compensa com números musicais deslumbrantes, clichês bem executados que nos envolvem e protagonistas apaixonantes  com conflitos cativantes.

A amizade entre as integrantes da HUNTR/X é outro ponto alto do filme (ainda que as personagens de Mira e Zoey implorem por mais tempo de tela), assim como o contraste na dinâmica entre Rumi — que controla neuroticamente a forma como é vista para que somente suas qualidades sejam expostas — e Jinu — que não é enxergado além de seus defeitos.

Zoey, Rumi e Mira em cena de Guerreiras do K-pop
Foto: reprodução/Netflix
Por um K-pop mais esperançoso

A animação traz uma cena em slow motion e um romance tirados diretamente do seu K-drama favorito, além de vários cenários e elementos familiares para quem acompanha grupos de K-pop, como os music shows, programas de variedade, fansigns e as lightsticks.

As sutis diferenças, contudo, oferecem uma versão mais auspiciosa da indústria do entretenimento coreano: gerentes cuja única preocupação é o bem-estar de suas artistas, mesmo que isso signifique cancelar uma apresentação em um music show faltando dez minutos para a abertura dos portões; uma relação positiva com a comida, que não é vilanizada em dietas extremas, mas necessária para o bom funcionamento do corpo; e grupos diferentes participando de fansigns juntos, sem competição ou rivalidade.

Rumi, Zoey e Mira comendo em cena de Guerreiras do K-pop
Foto: reprodução/Netflix

A animação também promove uma desidealização de seus idols, que descem do pedestal onde muitas vezes são colocados para revelar dores, admitir defeitos e buscar ajuda.

De certa forma, o mundo que conhecemos em Guerreiras do K-pop, mesmo ameaçado por demônios, é um mundo mais encorajador para os idols.

Vale chamar atenção também para a música Your Idol, que faz uma crítica às relações parassociais com artistas, mas sem soar condescendente ou ridicularizar as fangirls.

Guerreiras do K-pop mostra como medos e inseguranças podem nos consumir quando rejeitamos a nós mesmos, e desafia a ideia de que o caminho para superar problemas (ou demônios) é fingir que eles não existem ou apagá-los da memória. Assim, o filme ressalta a importância de questionar narrativas que nos são ensinadas como incontestáveis e de acolher a nossa identidade.

É preciso se esforçar para não se divertir.

 

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Leia também: Saúde mental no entretenimento asiático: por que precisamos falar sobre esse tabu?

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cultura turca Notícias Séries

Miray Daner e Mert Ramazan Demir podem protagonizar a nova dizi Biz Bir Şey Olmaz

Os atores, queridinhos do público, estão em fase de assinatura de contrato para estrelar a série de uma plataforma de streaming

 

Vem aí mais uma dizi! Mert Ramazan Demir, o Ferit Korhan da série de sucesso O Canto do Pássaro (Yalı Çapkını, 2022), e Miray Daner, que conquistou a audiência e as redes sociais como Zeynep Leto em Hudutsuz Sevda (Boundless Love, 2023), podem ser os protagonistas de Biz Bir Şey Olmaz (tradução livre: Nós Não Vamos Acontecer). O projeto será produzido para a plataforma digital Disney+.

As gravações da trama — que promete ser uma história de amor impressionante — devem começar no final do mês. Miray Daner interpretará o papel de Lal e Mert Ramazan Demir dará vida ao personagem Aktan.

Foto Miray Daner.
Foto: reprodução/Instagram @miraydaner
Foto de Mert Ramazan Demir.
Foto: reprodução/Instagram @mertramazandemir

A nova produção da MF Yapım, assinada por Asena Bülbüloğlu, tem o roteiro de Pınar Bulut, responsável por séries de sucesso internacional, como Um Milagre (Mucize Doktor, 2019) e A Lenda de Shahmaran (Şahmaran, 2023). Já a direção será feita por Neslihan Yeşilyurt, que trabalhou nas dizis Iludida (Sadakatsiz, 2020) e Bahar (Blooming Lady, 2024).

 

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Leia também: Quem deve ser a parceira de Çağatay Ulusoy no filme Uyuyan Adam?

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cinema

Crítica | Jurassic World: Recomeço – Tem dinossauros no cinema, e se isso não te empolga, talvez o problema não seja o filme

Entre defeitos e rugidos, ainda é nos dinossauros que mora a verdadeira fantasia

Decidi aguardar. Esperei o dilúvio de pareceres desfavoráveis dos especialistas em cinema desabar sobre Jurassic World: Recomeço. E essa escolha foi intencional. Talvez os críticos estejam tão imersos em avaliações técnicas que, quando o assunto é algo tão intrínseco quanto a saga Jurassic, a apreciação mais significativa seja a emocional. Por isso, esta análise é dedicada aos nostálgicos— àqueles que, como eu, passam pano para as derrapagens técnicas em nome da emoção. Mas que fique claro: não estamos aqui para amar cegamente a fórmula dinossáurica.

Jurassic World Recomeço: Dinossauros no Cinema - Crítica para Fãs
Foto: Reprodução/Universal Pictures

Lá em 1993, Steven Spielberg nos presenteou com uma obra-prima que delineou uma geração. Jurassic Park, com suas criaturas recorrentes e inesquecíveis, moldou a infância e a adolescência de muitos — que hoje se dividem entre a crítica implacável e o apreço eterno. A questão que ecoa é: dinossauros estão realmente obsoletos? Como explicar, então, que até hoje os dragões nos fascinam? A predileção por seres colossais e pré-históricos parece ser uma constante na psique humana, independentemente da evolução tecnológica do cinema.

O desafio e as obviedades acolhedoras

Um crítico observou que este sétimo filme possui 15 minutos a menos que seu predecessor. E qual a relevância disso? Na técnica, talvez— mas aqui é Jurassic, gente! O verdadeiro empreendimento para o diretor atual é elevar esta saga e, para mim — e escrevo com segurança —, as previsibilidades do filme se destacam como pontos favoráveis. Por exemplo, saber quais personagens podem sucumbir é quase um reconforto. É a premissa de um filme de suspense em que você se apega aos heróis mesmo ciente do perigo iminente.

Outro crítico bradou que uma cena com um dinossauro de pescoço comprido era falsa. Caros, não almejamos dinossauros reais! O que buscamos é a nostalgia palpável, a magia que nos fez acreditar naquilo. Se o ator não foi convincente… bom, aí sou obrigada a concordar. Aliás, nosso cientista desta versão não convenceu em absoluto. Mas isso não diminui o esplendor do que realmente importa: a continuidade de uma narrativa que ainda nos arrepia.

É de uma inteligência notável — e de uma relevância imensa — continuar discorrendo sobre dinossauros. Criticar essa faceta do ser humano que se arroga saber muito sobre eras passadas é, sim, crucial. Anualmente, na vida real, desvendamos características que antes julgávamos conhecer. A humildade científica — essa, sim — nos conduz a novas descobertas e a um respeito ainda maior por essas criaturas magníficas que um dia reinaram na Terra.

A hesitação do roteiro e os dinossauros modificados
Foto: Reprodução/Universal Pictures

Muita gente sobrevive aos encontros com Tiranossauros, Pterodáctilos e o híbrido Dementus Rex —uma mistura de cabeça de alien malfeita com dente de predador sem capacete e garras de sei-lá-o-quê. E aqui, a hesitação do roteirista em ceifar um personagem querido salta aos olhos. Ele nem parece ser o mesmo que nos brindou com o original de 1993, e, pasmem, é o mesmo: David Koepp. Uma pena, pois a quebra de expectativas em um bom enredo é sempre bem-vinda.

Agora, falando dos dinossauros modificados: o que aconteceu com o majestoso T-Rex completo? Diminuíram o cachê dele desta vez? Afinal, o mesmo só aparece em uma cena. Mas quem fez o filme sabia da sua importância, já que o usaram em todos os trailers de chamada! E os Velociraptors? Se foram treinados por Owen Grady, deveriam sobreviver a qualquer coisa ou período de tempo. O único modificado que aceitamos e amamos é a Indominus Rex. O resto, sinceramente, ninguém quer. Podem migrar para outro filme. A autenticidade, em alguns casos, vale mais do que a inovação forçada.

A emoção que faltou e a que surpreendeu

E, para ser franca, só faltou uma coisa em Jurassic World: Recomeço: queríamos lamentar a morte de alguém querido por um dinossauro. Queríamos sentir aquele impacto da realidade, aquela dor que só um bom filme pode nos proporcionar. Mas uma coisa é certa sobre este filme: é a primeira vez que não torcemos para os dinossauros. Isso, por si só, já é uma reviravolta surpreendente e um mérito para o enredo.

Porém, a experiência, por vezes, tropeça em sua própria necessidade de ser didática. As explicações científicas — que poderiam ser inteligentemente costuradas nos acontecimentos e nas ações dos personagens — são entregues de forma tão explícita que quebram o ritmo e a imersão.

Portanto, não acatem as críticas nostálgicas dos anos 90, nem as dos eruditos intelectuais. Vá ao cinema mesmo com essa enxurrada de pareceres. Permita-se sentir a emoção, a nostalgia e decida por si mesmo sobre esse novo capítulo da maior dramaturgia do cinema mundial. Afinal, a arte é subjetiva, e a sua experiência transcende mil pareceres técnicos.

Você concorda que a apreciação pessoal deve prevalecer sobre a técnica em filmes como Jurassic World? Conta pra gente nas redes sociais do Entretê – Instagram, X e Facebook – e nos siga para não perder as novidades do cinema e do entretenimento.

Leia também: Jesuíta Barbosa: Conheça o ator por trás de Ney Matogrosso no filme Homem Com H

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

 

 

 

 

 

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Cinema Notícias

Silvio Santos Vem Aí ganha cartaz oficial e data de lançamento

Longa é estrelado por Leandro Hassum

Silvio Santos Vem Aí (2025) é um filme dirigido por Cris D’Amato, com  roteiro de Paulo Cursino. Protagonizado por Leandro Hassum, vai revelar os bastidores do programa que consagrou Silvio Santos como o maior comunicador do Brasil. O longa chega aos cinemas no dia 30 de outubro.

Cartaz Silvio Santo: Vem Ai
Imagem: divulgação/Paris Entretenimento

O elenco também conta com Manu Gavassi interpretando Marília e Regiane Alves no papel de Íris Abravanel. Além disso,  Marcelo Laham, Gabriel Godoy, Hugo Bonemer e Vanessa Giácomo.

Leandro Hassum em Silvio Santos Vem Aí
Foto: divulgação/Fernando Pastorelli
Sinopse:

Em 1989, Silvio Santos surpreendeu o país ao se candidatar à presidência. A jornalista Marília investiga e prevê possíveis ataques dos adversários ao apresentador. Embora seja um ícone da TV, Silvio mantém sua vida pessoal reservada. Entretanto, o convívio entre o apresentador e a repórter gera embates e descobertas. Desse encontro, ambos sairão transformados.

 

Você vai assistir Silvio Santos Vem Aí? Comente nas redes sociais do Entretetizei — Insta, Facebook e X — e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.

 

Leia também: Apocalipse nos Trópicos | Confira o trailer do novo documentário de Petra Costa, que chega à Netflix em 14 de julho

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Cultura turca Notícias Séries

Quem deve ser a parceira de Çağatay Ulusoy no filme Uyuyan Adam?

A escolha da protagonista feminina para o filme está em andamento

 

A parceira de Çağatay Ulusoy atualmente de férias da dizi de sucesso Eşref Rüya (2025) para o filme Uyuyan Adam (tradução livre: Homem Adormecido) está em processo de escolha. A produção da Poll Films, assinada por Polat Yağcı, será gravada neste verão e é o primeiro de dois filmes que o ator fará com a produtora. 

Ainda não foram revelados muitos detalhes sobre o projeto, apenas que Çağatay reformulou sua imagem para o longa. Quanto à protagonista feminina de Uyuyan Adam, o papel foi oferecido a duas atrizes bastante conhecidas do público: Hafsanur Sancaktutan e Elçin Sangu.

Veja um pouco da carreira delas a seguir:

Hafsanur Sancaktutan
Foto de Hafsanur Sancaktutan.
Foto: reprodução/Instagram @hafsanur.sancaktutan

Recentemente, Hafsanur se despediu da dizi Siyah Kalp (Valley of Hearts, 2024), como a protagonista Melek. A talentosa atriz de 25 anos tem ainda no currículo as séries de sucesso O Último Verão (Son Yaz, 2021), em que interpretou Yağmur, e Jogando com o Amor (Dünyayla Benim Aramda, 2022). Nesta produção, que tem no elenco Demet Özdemir e Buğra Gülsoy, Hafsanur fez o papel de Sinem. Em 2023, protagonizou, junto de Kerem Bürsin, a série Ya Çok Seversen (If you love), como Leyla.

Elçin Sangu
Foto de Elçin Sangu.
Foto: reprodução/Instagram @elcinsangu

Longe das telas há algum tempo, a atriz estreou em abril, na plataforma digital GAİN (na Turquia), um programa de variedades chamado Elçin Sangu ile 101 (tradução livre: 101 com Elçin Sangu). A atriz de 39 anos é muito conhecida pela protagonista Defne, de Kiralık Aşk (Amor de Aluguel, 2015), dizi de grande sucesso em que contracenou com Barıs Arduç (Ömer). Atuou ainda na série Çarpışma (tradução livre: Colisão, 2018) como Zeynep, junto ao ator Kıvanç Tatlıtuğ. Seu último papel na TV foi Peri em Çöp Adam (tradução livre: Homem de Palito, 2022).

 

Qual das duas atrizes é a sua favorita para o papel? Conta pra gente e siga o Entretê nas redes sociais Facebook, Instagram e X para mais informações sobre o mundo do entretenimento turco.

 

Leia também: Mahassine Merabet e Ali Yağcı serão protagonistas do filme Tam Pansiyon Aşk

 

Texto revisado por Cristiane Amarante

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Cultura Latina Música Notícias

Tropicoqueta confirma KAROL G como um dos maiores ícones latinos da história

Álbum teve uma estreia arrasadora e números excepcionais, incluindo liderança em charts e reconhecimento da crítica

KAROL G lançou Tropicoqueta, seu quinto álbum de estúdio, no dia 20 de junho. Seu projeto apresenta uma homenagem vibrante aos estilos latinos. Com 20 faixas, ela passa por cumbia, vallenato, merengue, bachata, reggaeton e mariachi. Além disso, a maioria foi gravada com instrumentos reais e arranjos que resgatam a tradição da música latino‑americana.

Desempenho de estreia

Em 24 horas após o lançamento, teve 26,86 milhões de plays no Spotify global, se tornando um recorde de estreia apenas atrás do seu outro trabalho, Mañana Será Bonito (2023). Do mesmo modo, KAROL G atingiu a marca de 31 bilhões de streams no Spotify e 29 bilhões de visualizações no YouTube. Em seguida também conquistou o primeiro lugar no iTunes e chegou ao terceiro na Apple Music. 

Tropicoqueta também possui uma música em português, Bandida Entrenada. Ela foi produzida pelos brasileiros Tropkillaz e WIU e apresenta a conexão da cantora com o mercado brasileiro. O visualizer já acumulou 3,2 milhões de views no YouTube, e o single atingiu 7,8 milhões de plays no Spotify.

Charts

Atualmente KAROL G ocupa as três primeiras posições no ranking de melhores lançamentos latinos com Mañana Será Bonito, Tropicoqueta e Mañana Será Bonito (Bichota Season) (2023). Ao passo que ela teve o maior debut da história latina feminina nos Estados Unidos, no topo do Top Latin Albums, com 57 mil unidades equivalentes e 74,64 milhões de streams na primeira semana. Inclusive também estreou em terceiro lugar na Billboard 200.

A crítica especializada também reconheceu o projeto: a Pitchfork estreou KAROL G com nota 80, destacando a proposta acústica rica de Tropicoqueta, sua ampla pesquisa cultural e instrumentos ao vivo que celebram a música regional.

KAROL G deu uma entrevista para Zane Lowe, na qual conta como foi o processo de produção do seu novo álbum. Realizaram a gravação do vídeo na terra natal da cantora, Colômbia. Além da entrevista, também tem a performance de No Puedo Vivir Sin Él. 

 

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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