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Ripley está de volta: série de Patricia Highsmith ganha novas edições entre lançamentos de julho

Novo volume que marca encerramento da série Ripley chega ao Brasil entre lançamentos deste mês

Julho chega com um catálogo poderoso da Intrínseca, mesclando suspense clássico, horror moderno, fantasia aconchegante, reflexões sobre saúde mental e relatos marcantes da política brasileira.

Entre os destaques do mês estão os dois volumes finais da icônica série Ripley, de Patricia Highsmith, o retorno irreverente de Grady Hendrix com vampiros nos subúrbios, o aguardado prequel de Cafés & Lendas, de Travis Baldree, e um olhar inédito sobre o 8 de janeiro, contado por Ricardo Cappelli, interventor da Segurança Pública durante os ataques à democracia. Confira os principais lançamentos:

Tom Ripley retorna nos volumes finais da série de Patricia Highsmith

O Garoto que Seguiu Ripley (1980) e Ripley Debaixo d’Água (1991) completam a publicação da série Ripley no Brasil, trazendo novas edições após um longo período com os exemplares esgotados.

Em O Garoto que Seguiu Ripley, lançado em 2 de julho, o famoso golpista mergulha em uma improvável relação de afeto ao conhecer um jovem enigmático, envolvido em um crime grave. Juntos, eles cruzam fronteiras rumo a Berlim, cidade ligada ao passado obscuro de Tom, onde esquemas de sequestro e mentiras ameaçam vir à tona.


Imagem: reprodução/Intrínseca

Ripley Debaixo d’Água coloca o personagem em rota de colisão com vizinhos curiosos demais. Quando David Pritchard começa a investigar as atividades ilegais do passado de Tom, especialmente um esquema de falsificação de arte, o sociopata percebe que terá de agir rapidamente para não ser desmascarado.

Imagem: reprodução/Intrínseca

Patricia Highsmith, considerada uma das grandes autoras do suspense psicológico, traz em cada volume o retrato perturbador de um protagonista amoral e irresistível. Nascida no Texas, viveu parte da vida na Europa e teve obras adaptadas para o cinema, incluindo Pacto Sinistro (1951) dirigido por Alfred Hitchcock.

Donas de casa contra o mal: o novo horror suburbano de Grady Hendrix

Imagem: reprodução/Intrínseca

Em Manual das Donas de Casa Caçadoras de Vampiros, Grady Hendrix constrói um terror tão sangrento quanto sarcástico. Patricia Campbell leva uma vida entediante e solitária até que encontra alento em seu clube do livro, formado por mulheres que dividem a paixão por crimes reais. Mas o que parecia apenas distração se torna um pesadelo, quando um novo vizinho encantador começa a despertar suspeitas.

Inspirado por sua própria vizinhança, e misturando humor ácido com cenas arrepiantes, Hendrix transforma a rotina suburbana em um campo de batalha contra um tipo muito específico de monstro: os vampiros. O livro chegou ao Brasil no dia 2 de julho.

Fantasia e nostalgia em nova história do universo de Cafés & Lendas

Imagem: reprodução/Intrínseca

Antes de Viv abrir sua cafeteria em Cafés & Lendas (2024), ela vivia entre espadas e feridas, no grupo de mercenários Corvos de Rackam. Agora, em Livros & Ossos, Travis Baldree apresenta um episódio do passado da protagonista, quando ela é enviada à pacata cidade de Murk para se recuperar.

Em meio a crushes de verão, esqueletos fugitivos e gnomos rabugentos, Viv encontra inesperada companhia em uma livraria local — e talvez algo mais. A narrativa encantadora mescla ação, humor e sentimentos, reafirmando Baldree como um nome querido entre leitores do subgênero cosy fantasy (fantasia aconchegante).

Autoconhecimento e propósito: os não-ficcionais de julho

Em Os 5 Tipos de Riqueza, Sahil Bloom convida os leitores a refletirem sobre o verdadeiro significado de uma vida plena. Indo além da riqueza financeira, ele propõe o equilíbrio entre cinco pilares: tempo, saúde física, saúde mental, conexões sociais e dinheiro. Com dicas práticas e histórias inspiradoras, Bloom oferece um guia acessível para quem busca alinhar propósito e prosperidade em qualquer fase da vida.

Imagem: reprodução/Intrínseca

Ansiedade e Criatividade, de Martha Beck, traz um olhar transformador sobre o impacto da ansiedade na vida moderna. A autora argumenta que é possível redirecionar esse sentimento em direção à criatividade e ao autoconhecimento. Beck, conhecida por suas colaborações com a Oprah Magazine, une neurociência, experiência pessoal e práticas terapêuticas num texto acolhedor e potente.

Imagem: reprodução/Intrínseca

Reconexões familiares e a arte de escrever cartas: o healing fiction coreano do mês

Imagem: reprodução/Intrínseca

Em A Loja de Cartas de Seul, Baek Seung-yeon conduz o leitor por uma história sensível sobre reconciliação e pertencimento. Após um rompimento familiar provocado por um golpe financeiro, Hyoyeong se muda para Seul e começa a trabalhar em uma loja que permite a troca anônima de cartas entre desconhecidos.

A atmosfera mágica do local, somada aos desabafos emocionantes dos clientes, leva a protagonista a repensar seus próprios sentimentos e sua relação com a irmã. O romance mistura sutileza, cultura coreana e healing fiction, com uma mensagem tocante sobre empatia e segundas chances.

Relato inédito do 8 de janeiro revela bastidores da intervenção federal

Imagem: reprodução/Intrínseca

No livro-reportagem O 8 de Janeiro que o Brasil Não Viu, Ricardo Cappelli narra os bastidores de sua atuação como interventor da Segurança Pública no Distrito Federal durante os ataques golpistas de 2023. Em um relato direto e contundente, Cappelli descreve as decisões críticas, tomadas no calor da crise, a tentativa de conter sabotagens e o desafio de restaurar a ordem diante do maior ataque à democracia brasileira desde a redemocratização.

O livro traz ainda reflexões sobre o papel das instituições públicas, a radicalização política e os riscos permanentes à estabilidade democrática. Um documento essencial para compreender a gravidade dos acontecimentos que marcaram o início do terceiro mandato de Lula.

Com thrillers psicológicos, fantasias emocionantes, horrores suburbanos e títulos de não ficção que iluminam corpo, mente e política, os lançamentos da Intrínseca em julho prometem agradar diferentes públicos.

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Texto revisado por Ketlen Saraiva

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Amazon Music Unlimited agora oferece audiolivros no Brasil e em mais quatro países

Assinantes terão acesso gratuito a um audiolivro por mês do catálogo da Audible, além de 100 milhões de músicas em áudio HD e podcasts

A Amazon anunciou que os assinantes do Amazon Music Unlimited no Brasil, Itália, Espanha, Alemanha e Japão passam a ter acesso a um audiolivro por mês do catálogo da Audible, sem custo adicional. A novidade amplia os serviços do streaming de áudio da empresa, que já oferece músicas e podcasts.

Com mais de 750 mil títulos no acervo, a Audible é uma das maiores plataformas de audiolivros do mundo. A nova funcionalidade já havia sido lançada anteriormente nos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, França, Austrália e Nova Zelândia.

Um único serviço, múltiplas possibilidades

Com a integração do catálogo da Audible, o Amazon Music Unlimited se posiciona como um hub completo de entretenimento em áudio. Além dos audiolivros, os assinantes têm acesso a mais de 100 milhões de músicas em HD, podcasts sem anúncios, conteúdos em áudio espacial e audiosséries originais.

Estamos inaugurando uma nova era do entretenimento em áudio”, declarou Ryan Redington, gerente geral do Amazon Music. “Oferecer músicas, podcasts e agora audiolivros dentro de uma única assinatura traz um valor e conveniência sem precedentes.”

Bob Carrigan, CEO da Audible, reforçou a importância da parceria: “Esse é um marco na nossa estratégia global. Levamos o conteúdo da Audible a ainda mais pessoas, por meio do Amazon Music Unlimited, alcançando cinco continentes.”

Como funciona o acesso aos audiolivros

A partir do anúncio, assinantes do plano individual ou familiar do Amazon Music Unlimited poderão ouvir um audiolivro por mês, de qualquer duração, escolhido livremente dentro do catálogo. O título permanece disponível mesmo após o fim do ciclo mensal, e o assinante pode optar por mantê-lo ou trocá-lo por outro no mês seguinte.

Quem quiser ouvir mais de um título por mês pode assinar diretamente o serviço da Audible ou comprar audiolivros avulsos.

Catálogo inclui clássicos e produções exclusivas

Entre os conteúdos disponíveis estão produções originais da Audible com grandes nomes do cenário artístico brasileiro, como o clássico reimaginado 1984, com Lázaro Ramos, Alice Carvalho, Mateus Solano e Milhem Cortaz. Outro destaque é T-Zombii 2: O Livro dos Vivos, com elenco estrelado por Samuel de Assis, Fabíula Nascimento, Luiz Carlos Persy e outros.

A Audible também é a casa da coleção completa dos audiolivros de Harry Potter. A empresa anunciou uma nova coprodução das histórias originais em inglês, prevista para o fim de 2025, com design de som em Dolby Atmos e centenas de vozes.

Preço e promoções

O Amazon Music Unlimited está disponível por R$ 21,90 ao mês. Novos assinantes têm direito a quatro meses gratuitos por tempo limitado. O serviço pode ser acessado pelo aplicativo gratuito ou por dispositivos compatíveis com Alexa.

Para mais informações, acesse: amazon.com.br/music.

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Leia também: Maroon 5 está de volta, com lançamento para 15 de agosto

 

Texto revisado por Bells Pontes

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Cinema Notícias

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos, terá sua estreia exclusiva nos cinemas brasileiros em julho

Resgatando a essência das HQs, o filme reboot da franquia traz elenco conhecido com um novo universo ao MCU e estará disponível nos cinemas a partir do dia 24 de julho

O Quarteto Fantástico retorna ao cinema com a reintrodução dos heróis pioneiros da Marvel em uma realidade alternativa e com um novo elenco, trazendo de volta a essência das HQs originais. Em uma nova fase, o filme Quarteto Fantástico: Primeiros Passos estreará nos cinemas no dia 24 de julho e terá ainda rostos conhecidos e os vilões clássicos.

Este é o primeiro filme da Marvel Studios ambientado inteiramente em uma realidade alternativa, sem ligação direta com os eventos do universo principal do MCU (Terra-616). Situado em um universo retrô-futurista, Quarteto Fantástico: Primeiros Passos aposta na ficção científica, com tecnologia avançada, viagens espaciais e fenômenos cósmicos, apresentando também novas origens, desafios e visuais sem amarras à linha do tempo já estabelecida.

                              Foto: divulgação/Marvel Studios/Assessoria

Vale ressaltar que este reboot não tem ligação com os filmes anteriores, Quarteto Fantástico (2005), Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado (2007) e Quarteto Fantástico (2015). A nova produção faz parte do MCU, o mesmo universo de Vingadores e Guardiões da Galáxia, mas se passa em uma realidade paralela, trazendo novos obstáculos para a equipe e uma nova visão para os fãs.

Spoiler do novo elenco

No papel de Reed Richards, também conhecido como Senhor Fantástico, está Pedro Pascal, ator destaque em séries como The Last of Us (2023) e The Mandalorian (2019). Ele irá interpretar o brilhante cientista e líder da equipe, responsável por guiar o grupo em suas missões e na adaptação aos poderes cósmicos. Ao seu lado, Vanessa Kirby dá vida a Sue Storm, a Mulher Invisível, trazendo à personagem força e equilíbrio dentro da família de super-heróis. Kirby é conhecida por papéis marcantes na franquia Missão Impossível e na série The Crown (2016).

Joseph Quinn, famoso por sua atuação em Stranger Things (2016), assume o impulsivo Johnny Storm, o Tocha Humana. Ebon Moss-Bachrach completa o quarteto como Ben Grimm, o Coisa, personagem de força descomunal e emocionalmente complexo. O ator, inclusive, já fez parte da Marvel ao interpretar o Microchip, aliado do Justiceiro, na série Demolidor (2015).

Além dos quatro protagonistas, o elenco do longa conta ainda com John Malkovich, Paul Walter Hauser, Natasha Lyonne e Sarah Niles em papéis que prometem movimentar ainda mais a trama. Ralph Ineson foi escalado como o poderoso Galactus, o Devorador de Mundos, enquanto Julia Garner interpretará a Surfista Prateada, uma versão feminina do icônico arauto de Galactus.


E aí? Como está a ansiedade para esse reboot? Nos conta em nossas redes sociais o seu filme preferido da Marvel Insta, Face e Xe não esqueça de nos seguir!


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Texto revisado por Ketlen Saraiva

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Cinema Notícias

The New York Times elege os 100 melhores filmes do século 21: veja a lista completa

O ranking reúne obras de diferentes países e estilos, a partir da votação de mais de 500 profissionais da indústria do cinema

O The New York Times divulgou sua aguardada lista com os 100 melhores filmes do século 21. A seleção foi feita com base na opinião de mais de 500 diretores, roteiristas, atores e outros nomes importantes da indústria cinematográfica global, como Pedro Almodóvar, Sofia Coppola, Guillermo del Toro e Julianne Moore. O resultado é um panorama diverso, que mistura produções de diferentes gêneros, idiomas e contextos culturais. Confira:

1 a 5
  • Parasita (2019) – Coreia do Sul – Dir. Bong Joon-ho 
  • Cidade dos Sonhos (2001) – Estados Unidos – Dir. David Lynch 
  • Sangue Negro (2007) – Estados Unidos – Dir. Paul Thomas Anderson 
  • Amor à Flor da Pele (2000) – Hong Kong – Dir. Wong Kar-Wai 
  • Moonlight (2016) – Estados Unidos – Dir. Barry Jenkins
Foto: reprodução/ign

O Top 5 mostra bem o espírito da lista: uma mistura de cinema independente, autoral e produções que romperam barreiras culturais. Parasita, da Coreia do Sul, é um marco mundial após sua histórica vitória no Oscar. Já Cidade dos Sonhos, de David Lynch, é um exemplo clássico de cinema onírico e experimental.

Sangue Negro traz a potência dramática de Paul Thomas Anderson e a atuação monumental de Daniel Day-Lewis. Representando a Ásia, Amor à Flor da Pele encanta com sua estética delicada e poética. Já Moonlight é um símbolo de representatividade LGBTQIA+ e racial no cinema norte-americano, ganhador do Oscar de Melhor Filme em 2017.

6 a 10
  • Onde os Fracos Não Têm Vez (2007) – Estados Unidos – Dir. Joel e Ethan Coen 
  • Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças (2004) – França / EUA – Dir. Michel Gondry 
  • Corra! (2017) – Estados Unidos – Dir. Jordan Peele 
  • A Viagem de Chihiro (2001) – Japão – Dir. Hayao Miyazaki 
  • A Rede Social (2010) – Estados Unidos – Dir. David Fincher 
Foto: reprodução/linkedin

Esse segundo bloco mantém o equilíbrio entre cinema de grande alcance e propostas mais autorais. Os irmãos Coen entregam em Onde os Fracos Não Têm Vez um western moderno violento e filosófico. Brilho Eterno mistura o surrealismo europeu com o existencialismo americano em um roteiro brilhante de Charlie Kaufman.

Corra! inovou ao inserir o terror psicológico como crítica social, um feito notável de estreia de Jordan Peele. A Viagem de Chihiro, do mestre japonês Hayao Miyazaki, é um clássico da animação mundial. E A Rede Social, sob direção precisa de Fincher e roteiro de Aaron Sorkin, dramatiza a criação do Facebook como um thriller de ambição.

11 a 15
  • Mad Max: Estrada da Fúria (2015) – Austrália – Dir. George Miller 
  • Zona de Interesse (2023) – Reino Unido – Dir. Jonathan Glazer 
  • Filhos da Esperança (2006) – Reino Unido / México – Dir. Alfonso Cuarón 
  • Bastardos Inglórios (2009) – Estados Unidos – Dir. Quentin Tarantino 
  • Cidade de Deus (2002) – Brasil – Dir. Fernando Meirelles e Kátia Lund

    Foto: reprodução/mubi

A ação e a crítica política são os grandes eixos deste bloco. Mad Max atualizou a franquia com estética explosiva e empoderamento feminino. Zona de Interesse, recente destaque europeu, oferece uma visão fria e impactante do horror nazista.

Filhos da Esperança traz um futuro distópico com crítica social afiada e impressionante técnica cinematográfica. Tarantino aparece com sua abordagem estilizada e violenta da Segunda Guerra em Bastardos Inglórios. E o Brasil ganha protagonismo com Cidade de Deus, uma narrativa crua sobre o crime nas favelas cariocas, celebrada internacionalmente.

16 a 20
  • O Tigre e o Dragão (2000) – Taiwan / China / Hong Kong / EUA – Dir. Ang Lee 
  • O Segredo de Brokeback Mountain (2005) – EUA / Canadá – Dir. Ang Lee 
  • E Sua Mãe Também (2001) – México – Dir. Alfonso Cuarón 
  • Zodíaco (2007) – Estados Unidos – Dir. David Fincher 
  • O Lobo de Wall Street (2013) – Estados Unidos – Dir. Martin Scorsese

    Foto: reprodução/Plano Crítico

Ang Lee aparece duas vezes neste bloco, demonstrando sua versatilidade: O Tigre e o Dragão, um épico wuxia com coreografias belíssimas, e O Segredo de Brokeback Mountain, que abriu caminho para uma nova representatividade LGBTQIA+ em Hollywood. Ambas são obras tecnicamente impecáveis e emocionalmente poderosas.

E Sua Mãe Também revelou ao mundo a força do cinema mexicano moderno, com Cuarón combinando política, sexualidade e juventude em um road movie íntimo. Já Zodíaco, de David Fincher, é um thriller investigativo denso, obsessivo e meticulosamente construído, explorando a paranoia em torno do assassino do Zodíaco.

Fechando o bloco, O Lobo de Wall Street apresenta Scorsese em sua versão mais frenética e irreverente, com Leonardo DiCaprio em uma atuação icônica. O filme satiriza a ganância no capitalismo moderno com humor ácido e ritmo alucinante.

21 a 25
  • Os Excêntricos Tenenbaums (2001) – Estados Unidos – Dir. Wes Anderson 
  • O Grande Hotel Budapeste (2014) – Reino Unido / Alemanha / EUA – Dir. Wes Anderson 
  • Boyhood (2014) – Estados Unidos – Dir. Richard Linklater 
  • Ela (2013) – Estados Unidos – Dir. Spike Jonze 
  • Trama Fantasma (2017) – Estados Unidos / Reino Unido – Dir. Paul Thomas Anderson 

    Foto: reprodução/elle brasil

Wes Anderson mostra sua assinatura visual em duas produções que marcaram o século: Os Excêntricos Tenenbaums traz humor melancólico e personagens excêntricos, enquanto O Grande Hotel Budapeste é um exercício de estilo narrativo e estético, com tons de nostalgia e crítica histórica.

Boyhood é um feito cinematográfico singular: filmado ao longo de 12 anos, acompanha o amadurecimento real de seu protagonista, um marco na carreira de Linklater. Ela, de Spike Jonze, é uma das ficções científicas mais emocionais da década, questionando a natureza do amor na era da inteligência artificial.

Fechando esse bloco está Trama Fantasma, um mergulho denso no relacionamento entre um estilista obsessivo e sua musa. A direção de Paul Thomas Anderson mais uma vez destaca o poder das performances (especialmente de Daniel Day-Lewis) e do subtexto emocional.

26 a 30
  • Anatomia de uma Queda (2023) – França – Dir. Justine Triet 
  • Adaptação (2002) – Estados Unidos – Dir. Spike Jonze 
  • Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008) – Estados Unidos / Reino Unido – Dir. Christopher Nolan 
  • A Chegada (2016) – Canadá / EUA – Dir. Denis Villeneuve 
  • Encontros e Desencontros (2003) – Estados Unidos / Japão – Dir. Sofia Coppola

    Foto: reprodução/uol

Anatomia de uma Queda, filme francês vencedor da Palma de Ouro, explora os limites entre justiça, verdade e performance, com roteiro e atuações afiadas. Adaptação, novamente com roteiro de Charlie Kaufman, brinca com as convenções do próprio processo criativo em um metafilme engenhoso.

Batman: O Cavaleiro das Trevas elevou os filmes de super-heróis a um novo patamar, com uma abordagem sombria, realista e a icônica atuação de Heath Ledger como Coringa. Já A Chegada, do canadense Denis Villeneuve, traz uma ficção científica intimista e filosófica sobre tempo, linguagem e luto.

Encerrando esse bloco, Encontros e Desencontros é um retrato sensível da solidão e da busca por conexão em meio ao anonimato urbano. Sofia Coppola usa Tóquio como pano de fundo para uma das mais delicadas histórias de não-romance do cinema recente.

31 a 35
  • Os Infiltrados (2006) – Estados Unidos – Dir. Martin Scorsese 
  • Missão Madrinha de Casamento (2011) – Estados Unidos – Dir. Paul Feig 
  • A Separação (2011) – Irã – Dir. Asghar Farhadi 
  • Wall-E (2008) – Estados Unidos – Dir. Andrew Stanton 
  • O Profeta (2010) – França – Dir. Jacques Audiard

    Foto: reprodução/plano crítico

Os Infiltrados é o filme que finalmente rendeu o Oscar de Melhor Diretor a Martin Scorsese. Trata-se de um thriller policial tenso e imprevisível, marcado por grandes atuações e um roteiro cheio de reviravoltas. Já Missão Madrinha de Casamento revitalizou a comédia feminina em Hollywood com inteligência e performances hilárias.

A Separação trouxe o cinema iraniano para o centro das atenções internacionais. O drama moral de Asghar Farhadi é poderoso, explorando questões de classe, religião e relações familiares com profundidade e ambiguidade emocional. Wall-E, da Pixar, é uma ficção científica delicada e quase silenciosa que critica o consumismo e a degradação ambiental com lirismo.

Fechando o grupo, O Profeta é um filme de prisão francês que subverte os clichês do gênero. Com sua narrativa intensa e crua, Jacques Audiard oferece um retrato duro de sobrevivência, poder e assimilação dentro e fora das grades.

36 a 40
  • Um Homem Sério (2009) – Estados Unidos – Dir. Ethan Coen e Joel Coen 
  • Me Chame Pelo Seu Nome (2017) – Itália / França / Brasil / EUA – Dir. Luca Guadagnino 
  • Retrato de uma Jovem em Chamas (2019) – França – Dir. Céline Sciamma 
  • Lady Bird (2017) – Estados Unidos – Dir. Greta Gerwig 
  • Yi Yi (2000) – Taiwan – Dir. Edward Yang

    Foto: reprodução/imdb

Os irmãos Coen exploram o existencialismo judeu em Um Homem Sério, um dos seus filmes mais densos e simbólicos. A comédia melancólica mistura ironia com temas espirituais, em um retrato inquietante da vida suburbana.

Me Chame Pelo Seu Nome, ambientado na Itália, é um romance de verão sensível e sofisticado, abordando o despertar do desejo com uma atmosfera quase literária. Retrato de uma Jovem em Chamas, da França, é uma poderosa história de amor lésbico no século XVIII, com direção precisa e imagens inesquecíveis.

Greta Gerwig estreia com força na direção em Lady Bird, um filme de amadurecimento com diálogos autênticos e empatia juvenil. Já Yi Yi, um clássico do cinema taiwanês, oferece um panorama lírico da vida em Taipei por meio de múltiplas gerações de uma família — uma meditação sobre o tempo, a memória e a perda.

41 a 45
  • O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (2001) – França – Dir. Jean-Pierre Jeunet 
  • O Mestre (2012) – Estados Unidos – Dir. Paul Thomas Anderson 
  • Oldboy (2005) – Coreia do Sul – Dir. Park Chan-wook 
  • Era uma vez em… Hollywood (2019) – Estados Unidos – Dir. Quentin Tarantino 
  • O Homem que Mudou o Jogo (2011) – Estados Unidos – Dir. Bennett Miller

    Foto: reprodução/mubi

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain é um ícone do cinema francês contemporâneo. Com sua estética colorida, trilha memorável e protagonista encantadora, o filme conquistou o público global com uma visão otimista e poética da vida cotidiana em Paris.

O Mestre, mais uma obra densa de Paul Thomas Anderson, mergulha na psicologia de um veterano de guerra e seu envolvimento com um culto religioso, livremente inspirado na Cientologia. Com atuações intensas de Joaquin Phoenix e Philip Seymour Hoffman, é uma análise profunda sobre poder, fé e identidade.

Oldboy é um dos grandes marcos do cinema sul-coreano, com direção estilizada e uma trama chocante de vingança. Já Era uma vez em… Hollywood mistura nostalgia e revisionismo histórico em mais um exercício de metacinema por Tarantino. E O Homem que Mudou o Jogo, baseado em fatos reais, mostra como estatísticas e dados transformaram o beisebol e o cinema esportivo.

46 a 50
  • Roma (2018) – México – Dir. Alfonso Cuarón
  • Quase Famosos (2000) – Estados Unidos – Dir. Cameron Crowe
  • A Vida dos Outros (2007) – Alemanha – Dir. Florian Henckel von Donnersmarck
  • Antes do Pôr-do-Sol (2004) – Estados Unidos – Dir. Richard Linklater 
  • Up: Altas Aventuras (2009) – Estados Unidos – Dir. Pete Docter

    Foto: reprodução/mubi

Roma é uma obra autobiográfica e contemplativa do diretor mexicano Alfonso Cuarón, que mistura realismo e lirismo para retratar a vida de uma empregada doméstica no México dos anos 1970. Com fotografia em preto e branco e um forte senso de intimidade, o filme ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e foi aclamado por sua sensibilidade social e estética.

Em Quase Famosos, Cameron Crowe transforma sua experiência como jovem jornalista da Rolling Stone em uma comédia dramática agridoce sobre amadurecimento e idolatria no mundo do rock dos anos 1970. É um retrato nostálgico da juventude e da cultura pop americana, com personagens carismáticos e uma trilha sonora marcante.

A Vida dos Outros representa o auge recente do cinema alemão. Ambientado na Berlim Oriental antes da queda do Muro de Berlim, o filme mostra um agente da Stasi vigiando um casal de artistas. A transformação silenciosa desse personagem se torna um poderoso comentário sobre vigilância, arte e empatia em tempos autoritários.

51 a 55
  • 12 Anos de Escravidão (2013) – Reino Unido / Estados Unidos – Dir. Steve McQueen 
  • A Favorita (2018) – Reino Unido / Irlanda / EUA – Dir. Yorgos Lanthimos 
  • Borat: O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América (2006) – Reino Unido / EUA – Dir. Larry Charles 
  • O Labirinto do Fauno (2006) – México / Espanha – Dir. Guillermo del Toro 
  • A Origem (2010) – Estados Unidos / Reino Unido – Dir. Christopher Nolan

    Foto: reprodução/imdb

12 Anos de Escravidão é um relato brutal e necessário sobre a escravidão nos Estados Unidos, baseado na autobiografia de Solomon Northup. Dirigido pelo britânico Steve McQueen, o filme venceu o Oscar de Melhor Filme e se destaca pela abordagem direta e visualmente poderosa de um dos capítulos mais sombrios da história americana.

A Favorita, de Yorgos Lanthimos, combina intriga política, relações homoafetivas e humor ácido no ambiente da corte britânica do século XVIII. É uma das obras mais ousadas do cinema histórico recente, com atuações premiadas e direção provocadora.

Borat, por sua vez, é uma sátira corrosiva disfarçada de documentário cômico. Com seu humor absurdo e desconfortável, o personagem de Sacha Baron Cohen expõe preconceitos e hipocrisias da sociedade americana — tudo sob o pretexto de ser um jornalista do Cazaquistão.

56 a 60
  • Embriagado de Amor (2002) – Estados Unidos – Dir. Paul Thomas Anderson 
  • O Melhor do Show (2000) – Estados Unidos – Dir. Christopher Guest 
  • Jóias Brutas (2019) – Estados Unidos – Dir. Benny Safdie e Josh Safdie 
  • Toni Erdmann (2016) – Alemanha / Áustria – Dir. Maren Ade 
  • Whiplash (2014) – Estados Unidos – Dir. Damien Chazelle

    Foto: reprodução/Plano Crítico

Embriagado de Amor marca um ponto de virada na carreira de Paul Thomas Anderson ao unir o experimentalismo visual ao romance excêntrico. Com uma atuação surpreendente de Adam Sandler, o filme mistura solidão, violência e ternura de forma única no cinema americano dos anos 2000.

O Melhor do Show é uma comédia em estilo mockumentary que satiriza o mundo das competições caninas. Dirigido por Christopher Guest, é um exemplo afiado do humor improvisado e do talento coletivo do elenco, que inclui Eugene Levy e Catherine O’Hara.

Jóias Brutas, dos irmãos Safdie, é um thriller frenético ambientado no submundo do comércio de jóias de Nova York. Com uma performance eletrizante de Adam Sandler, o filme capta a tensão e o caos da autodestruição com estilo e nervosismo, se tornando um cult instantâneo.

61 a 65
  • Kill Bill: Vol. 1 (2003) – Estados Unidos – Dir. Quentin Tarantino 
  • Amnésia (2000) – Estados Unidos – Dir. Christopher Nolan 
  • Pequena Miss Sunshine (2006) – Estados Unidos – Dir. Jonathan Dayton e Valerie Faris 
  • Garota Exemplar (2014) – Estados Unidos – Dir. David Fincher 
  • Oppenheimer (2023) – Estados Unidos / Reino Unido – Dir. Christopher Nolan

    Foto: reprodução/imdb

Kill Bill: Vol. 1 é uma homenagem estilizada aos filmes de artes marciais, faroeste spaghetti e exploitation, repleto de cenas icônicas de violência coreografada. Tarantino usa sua assinatura visual e narrativa para construir uma vingança épica com linguagem cinematográfica pulsante.

Amnésia consolidou Christopher Nolan como um dos mais inovadores diretores de sua geração. Com sua narrativa contada de trás para frente, o filme mergulha o espectador na mente fragmentada de seu protagonista, criando uma experiência única e desafiadora.

Pequena Miss Sunshine é uma comédia dramática sobre uma família disfuncional em uma viagem de carro para um concurso de beleza infantil. Com humor agridoce e atuações marcantes, o filme se tornou um dos grandes sucessos independentes dos anos 2000, representando bem o cinema alternativo americano.

66 a 70
  • Spotlight (2015) – Estados Unidos – Dir. Tom McCarthy 
  • Tár (2022) – Estados Unidos / Alemanha – Dir. Todd Field 
  • Guerra ao Terror (2008) – Estados Unidos – Dir. Kathryn Bigelow 
  • Sob a Pele (2013) – Reino Unido – Dir. Jonathan Glazer 
  • Deixa Ela Entrar (2008) – Suécia – Dir. Tomas Alfredson
Foto: reprodução/prime video

Spotlight reconstrói o trabalho investigativo do jornal The Boston Globe que expôs os escândalos de abuso sexual na Igreja Católica. Com uma abordagem sóbria e centrada no processo jornalístico, o filme venceu o Oscar de Melhor Filme e se tornou um símbolo da importância do jornalismo investigativo.

Tár, de Todd Field, é um drama psicológico que explora o poder, a arte e a reputação através da figura de uma regente fictícia em queda. Cate Blanchett entrega uma das performances mais elogiadas da década, e o filme provoca debates sobre cancelamento e autoridade no meio artístico.

Guerra ao Terror, dirigido por Kathryn Bigelow, retrata a tensão diária de um esquadrão anti bombas no Iraque. Com uma abordagem quase documental, o filme foi celebrado por sua intensidade e autenticidade, sendo o primeiro dirigido por uma mulher a vencer o Oscar de Melhor Filme e Direção.

71 a 75
  • Onze Homens e Um Segredo (2001) – Estados Unidos – Dir. Steven Soderbergh 
  • Carol (2015) – Reino Unido / Estados Unidos – Dir. Todd Haynes 
  • Ratatouille (2007) – Estados Unidos – Dir. Brad Bird 
  • Projeto Flórida (2017) – Estados Unidos – Dir. Sean Baker 
  • Amor (2012) – França / Alemanha / Áustria – Dir. Michael Haneke

    Foto: reprodução/imdb

Onze Homens e Um Segredo é uma releitura elegante do clássico dos anos 1960. Com direção estilosa de Soderbergh e um elenco estelar liderado por George Clooney e Brad Pitt, o filme combinou crime e comédia com ritmo impecável, marcando uma geração de blockbusters de assalto.

Carol, ambientado na Nova York dos anos 1950, é um romance sensível entre duas mulheres que enfrentam os limites sociais impostos à época. Com estética refinada e atuações comedidas, o filme de Todd Haynes foi amplamente celebrado por sua delicadeza e beleza emocional.

Ratatouille, da Pixar, é mais do que um filme infantil: é uma celebração da criatividade e do talento onde menos se espera, no caso, em um rato cozinheiro. Dirigido por Brad Bird, o filme é visualmente delicioso e reforça o lema de que “qualquer um pode cozinhar”.

76 a 80
  • E Aí, Meu Irmão, Cadê Você? (2000) – Estados Unidos – Dir. Joel Coen e Ethan Coen 
  • Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo (2022) – Estados Unidos – Dir. Daniel Kwan e Daniel Scheinert 
  • Aftersun (2022) – Reino Unido – Dir. Charlotte Wells 
  • A Árvore da Vida (2011) – Estados Unidos – Dir. Terrence Malick 
  • Volver (2006) – Espanha – Dir. Pedro Almodóvar

    Foto: reprodução/mubi

E Aí, Meu Irmão, Cadê Você? é uma comédia musical inspirada na Odisseia de Homero, transportada para o sul dos Estados Unidos na década de 1930. Com trilha sonora marcante e estética amarelada característica, o filme mostra o estilo irreverente e poético dos irmãos Coen.

Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo é uma explosão de criatividade e emoção. Misturando ficção científica, ação e drama familiar, os diretores conhecidos como “Daniels” criaram um fenômeno cultural que ganhou o Oscar de Melhor Filme, com destaque para a atuação de Michelle Yeoh.

Aftersun é uma obra intimista sobre memórias e vínculos afetivos, especialmente entre pai e filha. Charlotte Wells estreia com sensibilidade extrema, criando um filme delicado, repleto de subtexto e saudade, que conquistou a crítica internacional.

81 a 85
  • Cisne Negro (2010) – Estados Unidos – Dir. Darren Aronofsky 
  • O Ato de Matar (2012) – Dinamarca / Noruega / Reino Unido – Dir. Joshua Oppenheimer 
  • Inside Llewyn Davis: Balada de Um Homem Comum (2013) – Estados Unidos – Dir. Joel Coen e Ethan Coen 
  • Melancolia (2011) – Dinamarca / Suécia / França / Alemanha – Dir. Lars von Trier 
  • O Âncora: A Lenda de Ron Burgundy (2004) – Estados Unidos – Dir. Adam McKay 

    Foto: reprodução/mubi

Cisne Negro mistura psicodrama, horror psicológico e balé em uma narrativa sobre obsessão e perfeição. Natalie Portman entrega uma performance intensa e premiada, enquanto Darren Aronofsky conduz o espectador por uma espiral de paranoia e auto aniquilação artística.

O Ato de Matar é um documentário chocante em que antigos líderes paramilitares da Indonésia reencenam seus próprios crimes de guerra. A abordagem surreal de Joshua Oppenheimer revela o impacto do genocídio na psique coletiva de um país, sendo uma das obras documentais mais perturbadoras e inovadoras do século.

Inside Llewyn Davis retrata a cena folk de Nova York nos anos 1960, focando em um músico frustrado e errante. Com estética melancólica e humor seco, os irmãos Coen entregam uma meditação sobre fracasso, identidade artística e resistência num mundo indiferente.

86 a 90
  • Vidas Passadas (2023) – Estados Unidos / Coreia do Sul – Dir. Celine Song 
  • O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (2001) – Nova Zelândia / Estados Unidos – Dir. Peter Jackson 
  • Os Catadores e Eu (2000) – França – Dir. Agnès Varda 
  • Interestelar (2014) – Estados Unidos / Reino Unido – Dir. Christopher Nolan 
  • Frances Ha (2013) – Estados Unidos – Dir. Noah Baumbach 

    Foto: reprodução/imdb

Vidas Passadas é um drama delicado sobre amor, destino e identidade, acompanhando dois amigos de infância sul-coreanos que se reencontram décadas depois. Dirigido por Celine Song em sua estreia, o filme se tornou um fenômeno entre críticos e festivais por sua sensibilidade e minimalismo emocional.

O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel é o início da aclamada trilogia baseada na obra de J.R.R. Tolkien. Comandado por Peter Jackson e filmado na Nova Zelândia, o longa redefiniu o cinema de fantasia épica, unindo inovação técnica com narrativa clássica.

Os Catadores e Eu é um documentário profundamente humano de Agnès Varda, que acompanha pessoas marginalizadas que vivem de restos e recicláveis. Com sua câmera sensível e subjetiva, Varda entrega uma reflexão social e poética sobre sobrevivência e dignidade.

91 a 95
  • Aquário (2009) – Reino Unido – Dir. Andrea Arnold 
  • Gladiador (2000) – Estados Unidos / Reino Unido – Dir. Ridley Scott 
  • Conduta de Risco (2007) – Estados Unidos – Dir. Tony Gilroy 
  • Minority Report – A Nova Lei (2002) – Estados Unidos – Dir. Steven Spielberg 
  • A Pior Pessoa do Mundo (2021) – Noruega – Dir. Joachim Trier

    Foto: reprodução/imdb

Aquário é um retrato cru da juventude periférica britânica, focando em uma adolescente em conflito com sua realidade familiar e social. Andrea Arnold emprega câmera nervosa e atuação naturalista para criar um filme de grande impacto emocional.

Gladiador, estrelado por Russell Crowe, é uma superprodução que revitalizou o gênero épico no cinema moderno. Dirigido por Ridley Scott, mistura drama pessoal e espetáculo visual em uma narrativa de vingança e honra na Roma Antiga.

A Pior Pessoa do Mundo explora os dilemas existenciais de uma jovem adulta em Oslo. Aclamado por sua abordagem sensível e moderna das relações e escolhas de vida, o filme solidificou Joachim Trier como uma das vozes mais importantes do cinema escandinavo contemporâneo.

96 a 100
  • Pantera Negra (2018) – Estados Unidos – Dir. Ryan Coogler 
  • Gravidade (2013) – Estados Unidos / Reino Unido – Dir. Alfonso Cuarón 
  • O Homem Urso (2005) – Alemanha / Estados Unidos – Dir. Werner Herzog 
  • Memórias de um Assassino (2003) – Coreia do Sul – Dir. Bong Joon-ho 
  • Superbad: É Hoje (2007) – Estados Unidos – Dir. Greg Mottola

    Foto: reprodução/gzh

Pantera Negra foi um marco na cultura pop ao levar um herói negro para o centro do universo cinematográfico da Marvel. Ryan Coogler combinou ação, mitologia africana e crítica social para criar um blockbuster com profundidade política e impacto global.

Gravidade é um thriller espacial dirigido por Alfonso Cuarón que levou os efeitos visuais e o som a novos patamares no cinema moderno. Com Sandra Bullock no papel principal, o filme impressiona pelo virtuosismo técnico e tensão dramática.

Memórias de um Assassino, baseado em crimes reais não resolvidos na Coreia do Sul, é um suspense policial sombrio e atmosférico. Bong Joon-ho mostra seu domínio na mistura de gêneros, criando uma obra instigante e melancólica que anteciparia o sucesso de Parasita anos depois.

 

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Texto revisado por Larissa Couto

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Entretenimento Música Notícias

Something Beautiful, novo álbum visual de Miley Cyrus chega em breve no streaming

 

Obra mistura músicas originais a enredo fantasioso

Após ser reconhecida como uma Lenda Disney, Miley Cyrus reforça  sua parceria com a companhia com o lançamento de Miley Cyrus: Something Beautiful, longa-metragem que acompanha o novo álbum de estúdio de Miley. Ele estará disponível para o público a partir do dia 30 de julho no Disney+.

A obra é uma ópera pop única, que apresenta 13 músicas originais do álbum visual, intitulado Something Beautiful, em uma narrativa fantasiosa e impactante. 

O álbum visual estreou mundialmente no dia 6 de junho, no Festival de Cinema de Tribeca, antes mesmo de sua exibição exclusiva nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá em 12 de junho.

O filme é produzido por Miley Cyrus, XYZ Films e Panos Cosmatos, em parceria com a Sony Music Vision, Columbia Records e Live Nation. A direção é de Miley Cyrus, Jacob Bixenman e Brendan Walter, com direção de fotografia de Benoît Debie.

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Confira o trailer oficial: https://www.youtube.com/watch?v=7ldy6lDN8gM

 

Texto revisado por Larissa Couto

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Notícias Teatro

Beetlejuice – O Musical, estrelado por Eduardo Sterblitch, anuncia o elenco da nova temporada no Brasil

Eleito como o Melhor Musical do Ano em 2024, o espetáculo retorna aos palcos com curtas temporadas no Rio de Janeiro e em São Paulo

Beetlejuice – O Musical é inspirado no filme Os Fantasmas Se Divertem ( 1988) dirigido por Tim Burton e estrelado por Michael Keaton. A produção traz o humor sombrio e a estética excêntrica que conquistaram fãs ao redor do mundo, seja nas telas ou nos palcos. A estreia será no dia sete de agosto, no Teatro Multiplan, no Rio de Janeiro. A partir do dia três de outubro, é a vez de São Paulo receber o espetáculo no Teatro Liberdade. Os ingressos já estão à venda pelo site da Sympla e nas bilheterias físicas dos teatros.

BeetleJuice: Musical
Foto: divulgação/Leo Aversa
ELENCO

Eduardo Sterblitch retorna no papel-título, juntamente com um elenco de peso: Pâmela Rossini assume o papel de Lydia Deetz; Ivan Parente e Clara Verdier interpretam Adam e Barbara Maitland, respectivamente. Fabrizio Gorziza será Charles Deetz, enquanto Sabrina Korgut dá vida à excêntrica Delia. Rosana Penna interpreta Juno e Duda Carvalho é a Miss Argentina; já Diego Becker vive Maxie e Otho, Larissa Queiroz será Maxine, e Giovana Sassi interpreta Skye. 

Além disso, completam o elenco Sofie Orleans (também cover de Lydia), Mari Marques, Bruna Lemberg, Luisa Vianna, Renan Rosiq, Rhuan Santos, Pedro Balu, Paulo Freitas, Bia Passos e Hugo Lopes. O time conta ainda com Julia Vargas e Fábio Brazile como swings. 

PRODUÇÃO

A direção é de Tadeu Aguiar. Apresentado pelo Ministério da Cultura, Ticket e Edenred, o musical conta com o patrocínio do Banco Guanabara, Robert Half, Atlas Schindler e Teatro Multiplan VillageMall. A realização é de Touché Entretenimento, de Renata Borges, que  também assina a produção geral, em parceria com a Artnic Entretenimento. O libreto original é de Scott Brown e Anthony King, com músicas de Eddie Perfect. Já a versão brasileira é assinada por Claudio Botelho.

A equipe criativa reúne grandes nomes do teatro musical, com Laura Visconti na direção musical, Renato Theobaldo na cenografia (vencedor do Prêmio DID 2024), Dani Vidal e Ney Madeira no figurino, Sueli Guerra na direção de movimento e coreografia, Daniela Sanchez no desenho de luz, Gabriel D’Angelo no desenho de som, Anderson Bueno no visagismo e Lucas Pimenta como assistente de direção.

Foto: divulgação/Leo Aversa
SERVIÇO
RIO DE JANEIRO

Local: Teatro Multiplan – Av. das Américas, 3900 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro

Temporada: De 07 de agosto a 21 de setembro

Sessões: Quartas, Quintas e Sextas às 20h | Sábados e Domingos às 16h | Sessões extras às terças

Observação:
Não haverá espetáculos nos dias 13, 20 e 27/08 e 09/09.

Valores dos ingressos: 

Plateia VIP: R$ 350,00 (meia: R$ 175,00)
Plateia: R$ 280,00 (meia: R$ 140,00)
Plateia Superior: R$ 250,00 (meia: R$ 125,00)
Frisas: R$ 200,00 (meia: R$ 100,00)
Camarotes: R$ 120,00 (meia: R$ 60,00)

Classificação: 14 anos

Duração:  2h30min (com intervalo de 15min)

Descontos Oficiais:

  • MultiVocê
    • Green: 10% de desconto
    • Silver: 15% de desconto
    • Gold: 20% de desconto no ingresso
    • Não cumulativo
    • Limite de 2 ingressos por CPF
    • Venda pelo app Multi ou presencial

Descontos para Funcionários Multiplan:

  • 10% no ingresso
  • Não cumulativo
  • Limite de 2 ingressos por CPF
  • Venda apenas presencialmente

Meia Entrada:

  • Estudantes
  • Menores de 21 anos
  • Maiores de 60 anos
  • Professores (particulares ou públicos)
  • Portadores do Cartão Cidadão até 29 anos
  • Pessoas com deficiência

Formas de Pagamento:

  • Cartão de crédito ou débito
  • Dinheiro
  • Vale Cultura
  • Pix (somente no site)
  • Boleto (somente no site)

Cancelamentos:

  • O cliente pode cancelar até 48h antes do evento, se estiver a até 7 dias da compra
  • O prazo para reembolso do saque é de 6 dias úteis
  • Compras feitas por cartão de crédito podem ser reembolsadas em até 90 dias úteis, dependendo da fatura
  • O prazo máximo para cancelamento e reembolso em dinheiro é de 30 dias úteis

Pontos de Venda:

  • Bilheteria Física
    • Terça a sábado: das 13h às 21h
    • Domingo: das 13h às 20h
  • Totem de Autoatendimento VillageMall

Contato:

  • Telefone: 3030-9970 (Bilheteria do Teatro)

Informações sobre MultiVocê:

  • MultiVocê é o programa de relacionamento dos Shoppings Multiplan, que oferece descontos exclusivos para compra de ingressos. Para obter o desconto, basta:
    1. Acessar o app Multi e gerar o CUPOM do espetáculo desejado
    2. Ir ao local indicado no site da Sympla e cadastrar sua sessão
    3. Inserir o CUPOM na conclusão do pagamento

Os descontos são limitados a 2 ingressos por CPF e não cumulativos. Para dúvidas, entre em contato com a bilheteria pelo telefone 3030-9970.

Horário de atendimento da bilheteria:

  • Terça a sábado: 13h às 21h
  • Domingo: 13h às 20h
SÃO PAULO

Local: Teatro LiberdadeRua São Joaquim, 129, Liberdade

Temporada: 03 de outubro a 30 de novembro

Sessões:

Quarta a sexta às 20h | Sábado às 16h e às 21h | Domingo  16h às e às 20h30

Duração: 2h30min (com intervalo de 15min)

Classificação: 14 anos

Valores  dos ingressos:

Plateia Premium: R$350,00 (Inteira)  R$175,00 (Meia-Entrada)

Plateia R$280,00 (Inteira)  R$140,00 (Meia-Entrada)

Balcão A Visão Parcial: R$170,00 (Inteira)  R$85,00 (Meia-Entrada)

Balcão A: R$240,00 (Inteira)  R$120,00 (Meia-Entrada)

Balcão B : R$190,00 (Inteira)  R$95,00 (Meia-Entrada)

Ingresso Popular*: R$42,36 (Inteira)  R$21,18 (Meia-Entrada)

*Os ingressos populares são válidos em todos os setores, sujeito à disponibilidade

Compra dos ingressos:
Internet (com taxa de conveniência):
https://www.sympla.com.br/

Bilheteria física (sem taxa de conveniência):

Horário de funcionamento de bilheteria:

Atendimento presencial: De terça à sábado das 13h00 às 19h00. Domingos e feriados apenas em dias de espetáculos até o início da apresentação.

Formas de pagamento: Dinheiro, cartão de débito ou crédito.

 

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Leia também: DREAMGIRLS: Primeira montagem do musical anuncia Robson Nunes para concluir o elenco

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cultura asiática Resenhas Séries

Crítica | Final de Round 6: memorável ou esquecível?

Depois de uma segunda temporada morna, a parte final da série sul-coreana chegou ao streaming e já vem dividindo opiniões 

[Alerta de spoiler por todo o texto]

Em 2021, com o lançamento da série conhecida como um dos maiores sucessos da Netflix, Round 6 ficou marcada pela trama que consegue, com exatidão, mesclar nostalgia, suspense psicológico e questões sociais que vão além das fronteiras da Coreia do Sul. No entanto, apesar do sucesso ao redor do mundo, o que parecia ser o final definitivo da série deixou alguns fãs frustrados com o seu desfecho. 

A terceira parte se inicia com o desenvolvimento do conflito entre os jogadores e os guardas, dado aos acontecimentos do último episódio da temporada anterior. Sem deixar de lado o protagonismo de Seong Gi-hun (Lee Jung-jae), traumatizado pela morte do amigo Jung-Bae (Lee Seo-Hwan), a temporada também foca em tramas como a trajetória do detetive Hwang Jun-Ho (Wi Ha-Joon) em busca do local em que os jogos acontecem – que engana o espectador com a sua aparente inutilidade para, no final, ainda se tornar milionário e ser nomeado pai de uma menina – e o nascimento da filha de Jun-Hee (Jo Yu-ri), que passaria a ser um dos principais arcos até o final dos episódios. 

Mesmo próximo ao final do jogo, os jogadores ainda são submetidos a três novas brincadeiras tradicionais muito conhecidas: esconde-esconde, pula-corda e o jogo da lula – que dá título à série em coreano. Todas as brincadeiras, claro, completamente adaptadas para se encaixarem com o objetivo do jogo. 

Ao longo das dinâmicas assustadoras, o que a falsa Márcia Sensitiva, a mãe que decide matar o próprio filho para proteger o filho dos outros, um pai incompetente e um jovem alucinado têm em comum? Todos eles são personagens que foram vítimas da produção coreana, que não possui piedade em matar seus protagonistas de forma chocante, triste e, de vez em quando, previsível – menção honrosa à jogadora 120, Cho Hyun-ju (Park Sung-hoon).

Foto: reprodução/ IGN Brasil

Entre os nomes memoráveis da lista fatal, a estrela da série também não passa despercebida. Com a frustração de seu falido plano revolucionário, o jogador 456 desiste da sua ideia de mudar o mundo e passa a ser o protegido do próprio Front Man (Lee-Byung-hun). Apesar do carisma e da sua vontade de tentar sempre fazer o certo, a sua personalidade, assim como o resto da série, gira em torno da recém-nascida 222, que mesmo em situações precárias, sobrevive quase milagrosamente ao jogo. Tudo isso resulta em um sacrifício em prol da vida da futura bebê milionária, com direito a um discurso curto, repleto de frases de efeito, que deixa seu significado em aberto.

Por mais contraditório que pareça, um assunto em comum é abordado diversas vezes ao longo da temporada: a vida. É possível visualizar isso por meio da importância que a ganhadora 222 passa a ter para a trama do começo ao fim, além do gancho do jogador Park Gyeong-seok (Lee Jin-wook), salvo pela Guarda 011 Kang No-eul (Park Gyu-young), que arrisca sua própria vida para salvá-lo por conta da filha que precisa do pai para tratar a sua doença. Além disso, Kang No-eul ainda possui uma filha desaparecida que, como ficou subentendido no final, teria sido encontrada na China. Coincidência ou não, as crianças foram protagonistas de desfechos importantes da temporada.

Ademais, nessa temporada, também surgem os VIPs,  um grupo de pessoas ricas que usam suas fortunas para apostar e assistir aos jogos. Embora pudessem apresentar algum potencial para a crítica social permanente em toda a série, os mascarados caricatos causaram estranhamento para o público devido ao desdobramento dos personagens que não fizeram diferença na história. 

Foto: reprodução/ CinePOP

Apesar de algumas surpresas desagradáveis, nada prepara o espectador para o que estava por vir no final do último episódio. Justamente quando tudo indicava ser a última cena do bonito desfecho envolvendo a filha do jogador 456, Front Man sai pelas ruas dos Estados Unidos e se depara com ninguém menos que Cate Blanchett vestida como a Vendedora dos jogos (papel antes interpretado por Gong Yoo), dando indícios de um spin-off norte-americano que absolutamente ninguém pediu. Esse desfecho representa mais um grande furo na indústria hollywoodiana, que não se contenta em realizar produções fora da bolha estadunidense, buscando sempre “melhorar” roteiros originais. 

Diante disso, ainda que frustrante em alguns pontos, nada tira os méritos memoráveis da série sul-coreana: a fotografia marcante, os atores completamente entregues a um roteiro repleto de desafios e a direção espetacular de Hwang Dong-hyu. A produção original de Round 6 marca uma geração, conquistando grande relevância entre as obras coreanas que ganham o mundo.

 

E aí, qual a sua opinião sobre o final de Round 6? Comente nas redes sociais do Entretetizei — Insta, Facebook e X — e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.

 

Leia também: Precisamos falar sobre o embranquecimento das produções asiáticas

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Flip 2025 confirma autores da Record e traz Neige Sinno ao Brasil

Evento literário destaca lançamentos de Nei Lopes, Ynaê Lopes dos Santos e Pedro Guerra; francesa premiada participa pela primeira vez

A Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) de 2025 contará com quatro importantes nomes do Grupo Editorial Record. A francesa Neige Sinno, autora do premiado Triste Tigre, marca presença no evento, ao lado de Nei Lopes, Ynaê Lopes dos Santos e Pedro Guerra, que também lançam obras inéditas durante a programação oficial.

Neige Sinno: estreia no Brasil com livro contundente sobre violência sexual

Reconhecida como uma das escritoras mais premiadas da França nos últimos anos, Neige Sinno vem a Paraty lançar seu primeiro livro no Brasil. Triste Tigre (2023), publicado por aqui pela editora Amarcord, aborda com coragem e profundidade os abusos que sofreu durante a infância. 

A obra venceu importantes prêmios literários, como Femina, Goncourt des Lycéens, Strega Europeo e Les Inrockuptibles, e recentemente ganhou o Choix Goncourt Brasil 2024, concedido por um júri de estudantes universitários brasileiros.

Imagem: divulgação/Grupo Editorial Record

Para a Nobel de Literatura Annie Ernaux, trata-se de “o livro mais poderoso e profundo que li sobre a devastação da infância por um adulto”. A presença de Sinno faz parte da Temporada França-Brasil 2025, com apoio da Embaixada da França e tradução de Mariana Delfini.

A autora participa da Flip na quinta (31/7), às 15h.

Nei Lopes volta à Flip com novo dicionário

Nome fundamental da cultura brasileira, Nei Lopes lança na Flip o Dicionário de Direitos Humanos, pela Civilização Brasileira. A mesa será mediada por Luiz Antônio Simas, com quem o autor já dividiu prêmios como o Jabuti, pelo Dicionário da História Social do Samba (2015).

Imagem: divulgação/Grupo Editorial Record

Com vasta trajetória como escritor, compositor e pesquisador das culturas africanas, Nei celebra sua obra de referência e sua atuação na valorização do pensamento negro no Brasil. Aos 80 anos, ele continua sendo voz ativa no debate público e na literatura.

Nei Lopes participa da Flip no sábado (2/8), às 12h.

Ynaê Lopes dos Santos estreia pela Civilização Brasileira

A historiadora Ynaê Lopes dos Santos apresenta em Paraty Irmãs do Atlântico: Escravidão e Espaço Urbano no Rio de Janeiro e em Havana, livro que propõe uma nova leitura sobre a presença negra nas cidades durante o período escravista. Professora e pesquisadora, Ynaê divide a mesa com o jornalista Tiago Rogero, do projeto Quirino.

Imagem: divulgação/Grupo Editorial Record

O lançamento marca sua estreia no catálogo da Civilização Brasileira e reforça sua contribuição para o debate sobre memória e justiça racial.

A mesa acontece na sexta (1/8), às 15h.

Pedro Guerra discute a vida comum e lança segundo romance

Cearense radicado em São Paulo, o escritor Pedro Guerra lança na Flip seu novo livro, O Maior Ser Humano Vivo (Record), um romance que satiriza a elite econômica paulistana com humor e crítica social. Em sua mesa, ele dialoga com o autor italiano Sandro Veronesi sobre os detalhes da vida ordinária e sua potência literária.

Imagem: divulgação/Grupo Editorial Record

O encontro será realizado na quinta (31/7), às 21h.

Casa Record promete atrações com Jessé Souza e Conceição Evaristo

Além da programação oficial, o Grupo Editorial Record também prepara uma agenda paralela na Casa Record. Já estão confirmadas participações de Jessé Souza e Conceição Evaristo, dois nomes centrais do pensamento crítico e da literatura brasileira contemporânea. A programação completa será divulgada em breve.

Esta edição da Flip lançará luz a temas muito importantes para o catálogo do Grupo Record”, afirma Cassiano Elek Machado, diretor editorial da casa. Segundo ele, a presença dos quatro autores selecionados representa “a ficção contemporânea internacional de ponta, a renovação da literatura brasileira e o pensamento crítico necessário para o nosso tempo”.

Não perca a chance de conhecer de perto as vozes que estão transformando a literatura, da França ao Brasil, a Flip 2025 promete encontros que vão marcar história.

 

Ansiosos para esse encontro? Conte pra gente e nos siga nas redes sociais do Entretetizei — Facebook, Instagram e X — e, se gosta de trocar experiências literárias, venha fazer parte do Clube do Livro do Entretê.

 

Leia também: Maroon 5 está de volta, com lançamento para 15 de agosto

 

Texto revisado por Bells Pontes

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Cinema Cultura Cultura pop Entretenimento Especiais Notícias Novelas

Jesuíta Barbosa: Conheça o ator por trás de Ney Matogrosso no filme Homem Com H

Jesuíta Barbosa é um talento visceral e vem conquistando cada vez mais espaço no coração dos brasileiros com sua atuação

Nascido em Salgueiro, no sertão de Pernambuco, Jesuíta Barbosa é um ator que vai além da atuação: ele atravessa a tela e abraça a alma do público cada vez que entra em cena. Com performances potentes e intensas, seus jogos cênicos hipnotizam e vêm encantando espectadores e críticos, especialmente com sua recente interpretação na impactante cinebiografia Homem Com H, sobre Ney Matogrosso. Pensando nisso, o Entretê preparou um especial para relembrar a trajetória do ator e mostrar o porquê ele merece todo o sucesso e o reconhecimento que tem conquistado. Vem com a gente

Formação e raízes no teatro

Foto: Reprodução/Canal Brasil

Jesuíta cresceu em Parnamirim, também em Pernambuco, cercado por referências nordestinas. Aos 10 anos, mudou-se com a família para Fortaleza, no Ceará. Criado em um lar católico, seu primeiro contato com a atuação veio através da igreja. “Era uma saída para mim do sistema de ensino em que não me encaixava. Procurava algum lugar para pertencer, e, na igreja, vi a oportunidade de dizer algo”, revelou em entrevista à Revista Veja São Paulo.
Apesar da vontade do pai de vê-lo cursando cursos tradicionais, como Direito ou Medicina, aos 17 anos, Jesuíta decidiu seguir seu chamado artístico. Matriculou-se no curso de atuação Princípios Básicos, no Theatro José de Alencar, e, depois, no curso de Licenciatura em Teatro, no Instituto Federal do Ceará, se formando ator, 4 anos depois. Essa base teatral sólida foi essencial para prepará-lo para seus diversos papéis que viriam depois.
Em 2008, entrou no coletivo As Travestidas, liderado pelo ator Silvero Pereira e composto por diversos artistas que se apresentavam como transformistas. Foi por lá que ele criou o seu alter ego, a travesti Monique Frazão, um arraso total! Em seguida, participou das peças Corpos aprisionados e Deserdados, do Centro de Experimentações em Movimentos. Em 2009, integrou a Cia Teatro do Improviso, estrelando o Rimprovisando, primeiro espetáculo de improviso do Nordeste.

Cinema e reconhecimento nacional

Foto: divulgação/TV Globo

Em 2012, fez sua estreia no cinema com o curta-metragem Dias em Cuba, seguido de O Melhor Amigo (2013), projetos em que Jesuíta obteve êxito e ganhou destaque no respeitado cinema de Pernambuco. Mas foi com o filme Serra Pelada (2013), no qual viveu um garimpeiro gay, que ele começou a chamar a atenção de todo o país.
O grande salto foi o filme Tatuagem (2013), em que interpretou Clécio, um militar que vive um romance homossexual com o líder de uma trupe teatral. O filme, que mescla ditadura, romance, rigidez e o mundo do cabaré e da arte, é uma ode à liberdade e à sensibilidade.
O encontro dos dois personagens principais é o que cria uma marca no futuro, uma tatuagem permanente na alma dos dois, uma coisa bonita e pura, algo que Jesuíta interpretou profundamente, com toda sua sensibilidade e potência. Um filme forte e bastante marcante, realmente como uma tatuagem, como diz o seu título.
A performance lhe rendeu seu primeiro prêmio, o Troféu Redentor de Melhor Ator no Festival do Rio, o que mudou a trajetória dele. O filme entrou na lista dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos! Não é à toa todo esse sucesso, né?
No ano seguinte, protagonizou o filme Praia do Futuro, ao lado de Wagner Moura, reforçando sua presença no cinema nacional. Ainda em 2014,foi convidado para dar vida ao personagem Fortunato Dias na minissérie Amores Roubados, da TV Globo. Logo depois, viveu o complexo Alain na supersérie O Rebu (2014), também na TV Globo. Por esse papel, recebeu uma indicação ao troféu APCA. Com uma carreira artística consolidada, marcada por escolhas ousadas, Jesuíta é sem dúvidas, um dos maiores atores brasileiros da nova geração.
Em 2015, Jesuíta viveu a versão jovem de João Miguel (Domingos Montagner) em sua primeira telenovela, Sete Vidas (2015).

Carreira consolidada

Foto: reprodução/TV Globo

Em 2016, viveu Felipe Labarte, personagem denso e dramático, na minissérie Ligações Perigosas, pela qual ganhou bastante destaque por ser um dos protagonistas da trama, que é inspirada no clássico francês As Ligações Perigosas, de Choderlos de Laclos.
Ainda no mesmo ano, protagonizou a série Justiça, como Vicente Menezes, um jovem que acaba assassinando a noiva, interpretada por Marina Ruy Barbosa. Por esse papel, ganhou o prêmio de melhor ator no Melhores do Ano, se consolidando como um ator de superséries nacionais.
Outros trabalhos importantes incluem Nada Será Como Antes (2016), O Fim Do Mundo (2016), e Onde Nascem os Fortes (2018), série em que interpretou um dos seus maiores papéis, o Ramirinho, filho de um juiz linha dura, que esconde sua outra identidade, a aclamada cantora drag queen Shakira do Sertão. Nesse trabalho, Jesuíta pôde se reaproximar de suas raízes nordestinas Enquanto isso, no cinema ele nunca parou. Seguiu em ritmo cada vez mais acelerado, com um papel atrás do outro! Em 2017, protagonizou Malasartes e o Duelo com a Morte e, em 2018, interpretou outro protagonista, o Celavi, no enigmático filme O Grande Circo Místico, um projeto inovador do cinema brasileiro, idealizado pelo diretor Cacá Diegues, filmado em Portugal e cheio de conceito artístico.
Depois desse tempo em superséries e no cinema, o ator voltou à TV como o vilão Jerônimo Guerreiro, da novela Verão 90 (2019), onde ficou ainda mais conhecido pelo grande público e recebeu outro prêmio como melhor ator, dessa vez de novelas, no Melhores do Ano de 2019.
Após esse sucesso, viveu Eduardo no filme Deslembro (2019) e protagonizou o musical Lazarus, em 2020, dando vida a Thomas Newton.

Do Pantanal á Homem com H

Foto: reprodução/TV Globo

Mas foi em 2022, com a novela Pantanal, que ele atingiu um sucesso que jamais imaginava, e nem ao menos almejava, ao interpretar Jove, o protagonista da trama que se apaixona por Juma, papel de Alanis Guillen, com quem teve bastante química, e arrebatou os corações dos telespectadores da trama com sua atuação repleta de sensibilidade, firmeza e autenticidade únicas.
Agora, com Homem com H, cinebiografia de Ney Matogrosso, estrelada por ele e lançada recentemente nos cinemas e na plataforma Netflix, Jesuíta alçou à fama de uma vez por todas, saindo do status cult e entrando de vez no imaginário popular, consolidando sua imagem como um artista versátil e hábil, que pode interpretar qualquer papel com veracidade e força cênica.
O sucesso porém não o atravessou: ”A repercussão de Homem Com H tem sido muito legal, mas estou mergulhando na sala de ensaio”, afirmou o ator em entrevista à revista Veja, demonstrando todo seu cuidado com os estudos ao direcionar suas forças ao teatro, na peça Sonho Elétrico, estreia do último sábado (28), no Teatro Antunes Filho, no Sesc Vila Mariana, em São Paulo. Na trama, Jesuita, dá vida a um músico que, após sair de um show, é atingido por um raio. O acidente o coloca em coma e ele acaba despertando em uma experiência psicológica, entre a vida e a morte.

Compromisso com a arte e a representatividade

Foto: reprodução/Veja São Paulo/Roberto Setton

Jesuíta possui uma ligação profunda com o teatro e participa constantemente de montagens e produções autorais brasileiras, sempre valorizando a cultura nacional e o contato direto com o público.
Discreto em sua vida pessoal, o ator se declarou bissexual durante entrevista à Vogue Digital, em 2019, afirmando que definir sua sexualidade seja algo limitador, só um rótulo, mas que, se isso o fizesse ser voz e trouxesse visibilidade para a causa LGBTQIA+, o faria se sentir melhor como ser humano.Hoje, ele é considerado uma das vozes mais importantes para a representatividade LGBTQIA+ na mídia brasileira, sempre entregando personagens potentes, sensíveis e humanos, que enchem a tela com a sua arte.
Com uma carreira consolidada no teatro, no cinema e na televisão nacional, Jesuíta Barbosa é um artista completo e ainda tem muito a nos mostrar. Suas atuações marcantes evidenciam sua força cênica e sua capacidade de emocionar. Versátil, cheio de camadas e profundamente entregue a cada papel, Jesuíta segue alçando voos cada vez mais altos, transformando e emocionando as telas e os palcos do país!
E aí? Já conhecia a trajetória desse maravilhoso ator brasileiro? Conte para a gente nas redes sociais do Entretê (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade de cultura e entretenimento!

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Crítica: Homem com H honra com sucesso a carreira de um dos maiores músicos brasileiros

Texto revisado por: Ketlen Saraiva

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Estreias de julho: confira os lançamentos do mês no streaming

Um mês repleto de muitos K-dramas, C-dramas, J-dramas e até reality 

Metade do ano já ficou para trás, mas julho chega com tudo no universo dos dramas asiáticos. São novas histórias prontas para te fisgar, com produções vindas da Coreia do Sul, China e Japão que prometem conquistar seu coração ou destruí-lo com emoção, como todo bom drama sabe fazer.

De thrillers de mistério de tirar o fôlego a comédias românticas encantadoras, e realities cheios de emoção, o catálogo do mês vem com títulos super aguardados como Law and the City, Bitch x Rich 2, A Dream within a Dream e My Girlfriend Is the Man!

Confira a lista completa de estreias logo abaixo:

Sonho Dentro de um Sonho (China) – já disponível
Foto: divulgação/Viki

Song Xiao Yu (Shirley) se vê presa dentro de um roteiro em que seu destino é ser maltratada até a morte por um vilão. Mas ela não vai aceitar esse papel sem lutar! Toda vez que tenta escapar, o roteiro a puxa de volta para cenas dramáticas com o misterioso Nan Heng (Yuning Liu). Em meio a personagens presos em seus próprios dramas, Xiao Yu decide enfrentar o enredo e mudar seu final ou morrer tentando.

O Preço do Silêncio –  2ª temporada (Coreia do Sul) – 3 de julho
Foto: divulgação/Viki

Kim Hye In (Lee Eun-saem) sobreviveu a dois traumas e agora é parte do exclusivo Diamond 6. Mas o retorno à elite da Cheongdam High vem com novos mistérios e disputas de poder. Velhas rivalidades, novos rostos e uma tensão crescente prometem abalar o colégio por completo. A segunda temporada está ainda mais intensa e ninguém está a salvo. Baek Je Na (Yeri), é a líder do grupo e a principal suspeita de uma das mortes que Hye In testemunhou.

A Cidade e a Lei (Coreia do Sul) – 5 de julho
Foto: divulgação/Viki

Advogados que compartilham mais do que a rotina profissional: amizades, segredos e dilemas éticos. À medida que  lidam com casos difíceis, uma fusão repentina da empresa e questões pessoais inesperadas, eles encontram maneiras de confiar uns nos outros. Tudo muda com a chegada de Kang Hui Ji (Mun Ka-young) uma advogada otimista com um passado mal resolvido com Ju Hyeong (Lee Jong-suk) que parece não se lembrar dela. Entre casos jurídicos, fusões de empresas e conflitos pessoais, será que o grupo vai continuar unido?

Amor É para os Cães (Japão) – 8 de julho
Foto: divulgação/Viki 
Foto: divulgação/Viki

Dois corações feridos, dois cachorros apaixonados. É assim que Aiko (Kaya Kiyohara) e Kai (Narita Ryo) se conhecem. Ela, advogada cética com o amor. Ele, veterinário reservado. O cupido? Um encontro inesperado entre seus pets. E ainda tem um terceiro elemento nessa história: Woo So Ha (Na In Woo) um coreano misterioso que pode virar tudo de cabeça pra baixo. Prepare-se para uma comédia romântica com pelinhos e sentimentos.

Mononoke (Japão) – 11 de julho

Entre espíritos inquietos e mistérios sombrios, um vendedor de remédios precisa descobrir o que mantém os mononoke presos ao mundo dos vivos. Para derrotá-los, ele terá que mergulhar em histórias de dor e vingança e pode acabar pagando um preço alto por isso. Animação, folclore e suspense em um dos títulos mais intrigantes do mês.

BOYS II PLANET (Coreia do Sul) – 17 de julho
Foto: reprodução/X @_mnetboysplanet

Prepare-se para mais uma rodada de emoção no reality que revelou o boy group ZEROBASEONE. Com mais de 160 trainees divididos entre Coreia e China, BOYS II PLANET chega com formato duplo, produção de alto nível e muito talento disputando uma chance de brilhar. Dois grupos, dois países, um mesmo universo e seu voto faz toda a diferença.

A Lenda da Princesa Chang-ge (China) – 18 de julho

Após perder sua família num golpe de Estado, a princesa Yongning assume uma nova identidade para vingar seu passado. Disfarçada de homem, ela sobe nas fileiras militares com inteligência e coragem, enfrentando inimigos poderosos e laços inesperados. Um épico animado sobre resistência, estratégia e força feminina.

Detetive Karte de Ameku Takao (Japão) – 18 de julho

No hospital onde nenhum diagnóstico é simples, Ameku Takao comanda o setor de casos misteriosos com um jeitinho nada convencional. Entre donuts suspeitos, envenenamentos sem explicação e muita excentricidade, ela e o novo colega Takanashi encaram doenças estranhas e desafios quase impossíveis. Um drama médico com pegada de suspense e humor.

My Girlfriend is the Man! (Coreia do Sul) – 23 de julho
Foto: reprodução/X @KBS_drama

Imagine acordar um dia e… puff! Você virou um homem. Foi o que aconteceu com Ji Eun (Arin, do Oh My Girl), logo quando ela estava prestes a fazer uma viagem romântica com Yun Jae (Yoon San-ha,  do ASTRO). Agora, como Ji Hun, ela precisa convencer seu namorado de que é a mesma pessoa enquanto lida com ciúmes, sentimentos e um triângulo amoroso inesperado. O drama também traz Chuu, ex-integrante do LOONA, no papel de Min Ju, uma popular estudante que decide agir e revelar sua paixão por Yun Jae. Baseado em webtoon, esse drama mistura comédia, confusão e muito amor.

Usagi Drop (Japão) – 25 de julho
Foto: divulgação/Viki

Daikichi nunca pensou em ser pai. Até que, no velório do avô, descobre Rin, uma garotinha que ninguém quer criar. Movido pela intuição, ele a adota e vê sua vida virar do avesso. Entre erros, aprendizados e momentos doces, esse anime mostra como o amor pode nascer das decisões mais inesperadas.

119 Emergency Call (Japão) – 28 de julho
Foto: reprodução/X @drama119_cx

Yuki trocou o banco pelo Corpo de Bombeiros e agora atende ligações de emergência na central 119. Seu dia a dia é intenso, entre salvar vidas, lidar com falsas chamadas e desafiar as regras. Com uma protagonista forte e determinada, este drama mostra os bastidores da equipe que ouve gritos de socorro e precisa manter a calma para agir.

Todos esses lançamentos estarão disponíveis no Viki, uma das maiores plataformas dedicadas ao universo dos dramas asiáticos no mundo.

Agora conta pra gente: qual desses títulos já entrou na sua lista de maratona? Comente nas redes sociais do Entretetizei — Insta, Face e X — e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.

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Texto revisado por Karollyne de Lima

 

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