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Entrevista | YOUNITE fala sobre debut, shows no Brasil e projetos futuros

 Grupo sul-coreano desembarcou no Brasil em agosto com apresentações passando por sete cidades

É uma verdade universalmente reconhecida que um fã de K-pop está sempre torcendo para que seu grupo favorito desembarque no Brasil, de preferência com shows que contemplem outras cidades além do circuito Rio-São Paulo. O famoso “Come to Brazil” tem ganhado força e desta vez foi o grupo YOUNITE quem chegou a terras brasileiras com shows em sete cidades. 

O YOUNITE (유나이트), formado por oito integrantes, debutou em abril de 2022 pela agência Brand New Music com seu EP intitulado YOUNI-BIRTH e desde então tem conquistado fãs no mundo todo. Os membros são: Eunho (colíder, vocalista principal), Steve (vocalista principal), Eunsang (colíder, vocalista), Hyungseok (vocalista, sub-rapper), Woono (vocalista, visual), Dey (rapper principal), Kyungmun (main dancer, vocalista) e Sion (rapper, maknae ou integrante mais jovem). 

Foto: reprodução/Brand New Music

Em 2024 o grupo participou do reality show Road to Kingdom: Ace of Ace e surpreendeu com performances marcantes de Bite Me (Enhypen) e Armageddon (aespa), vencendo tanto na votação popular como na votação do júri técnico. O programa aumentou ainda mais a visibilidade do grupo. 

Em abril deste ano, o YOUNITE lançou seu sétimo EP YOUNI-T, com destaque para o single Rock Steady. O MV ultrapassou 10 milhões de visualizações no YouTube em apenas dois meses. 

O comeback do grupo, assim como seu último lançamento, o single BOMBA, mostra um lado mais maduro e enérgico do K-group, que atualmente conta com 90 mil ouvintes mensais apenas no Spotify. 

A K-Turnê é organizada pelo Centro Cultural Coreano no Brasil em parceria com a Brand New Music, além de instituições nacionais e internacionais. Os shows passaram por São Paulo (SP), Curitiba (PR), Piracicaba (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (BH) e Goiânia (GO). A turnê se encerra em Brasília (DF) com shows gratuitos durante a terceira edição do K-Festival no Parque da Cidade Sarah Kubitschek. 

Foto: reprodução/Brand New Music

O Entretê aproveitou a oportunidade para entrevistar o grupo e descobrir curiosidades sobre o período do debut, a passagem pelo Brasil e os próximos projetos. Confira!    

 

Entretetizei: O YOUNITE debutou em 2022 com o álbum YOUNI-BIRTH. Quais são as memórias que têm dessa época e qual foi o maior desafio desde então?

Eunho: Tudo era novo e diferente e eu ainda era inexperiente, mas ao mesmo tempo foi um tempo emocionante e feliz. Participar do Road to Kingdom no ano passado e vir ao Brasil foram os maiores desafios até agora.

Hyungseok: Me lembro de ter ficado muito nervoso no debut, e todas as atividades que vivi depois disso foram experiências novas e desafiadoras.

Sion: O debut foi o momento mais empolgante, mas também o álbum em que fiquei mais nervoso e preocupado. Depois disso, quis mostrar o meu melhor lado, então tentei muitas coisas novas. 

E: Se vocês pudessem descrever seu crescimento desde o debut em apenas uma palavra, qual seria?

Steve: Connected.

Dey: Mesmo quebrado e pisado, eu me levanto.

Kyungmun: Bulk up (ficar mais forte).

E: Se pudessem dar um conselho para si mesmos no momento do debut, o que diriam?

Eunho: Aproveite mais o palco e dê o seu melhor.

Woono: Como vamos fazer turnê no Brasil, estude um pouco de português!

Sion: É melhor fazer do que não fazer, então se esforce em tudo!

E: Se cada integrante fosse um gênero musical, qual seria?

Steve: Pensando em cada membro: Eunho – K-pop, Kyungmun e Hyungseok – Jazz, Dey – EDM, Woono e Sion – Balada coreana.

Dey: Eu seria funk brasileiro.

Kyungmun: Eu acho que não me limito a um só gênero. Ao desafiar diferentes estilos, minha própria existência se torna um gênero.

E: Há algum hábito engraçado ou peculiar dos membros que os fãs provavelmente não conhecem?

Steve: O Kyungmun pratica português e é incrível ver ele falando.

Woono: Alguns membros se exercitam antes de entrar no palco para ficar no pump.

E: No EP YOUNI-T vocês mostraram um lado mais maduro e cheio de energia. Como foi o processo criativo dessa vez?

Eunho: Esse álbum tem músicas de subdivisões, então demos uma atenção especial e passamos por várias tentativas e erros. Mas no final deu tudo certo e fiquei satisfeito.

Dey: Trabalhamos intensamente como sempre! Mas acho que acabei criando mais apego às músicas de subdivisões.

E: Rock Steady conquistou milhões de visualizações e é muito querida pelos fãs. Como se sentiram ao ver essa reação?

Hyungseok: Ficamos muito felizes que tantos fãs gostaram de Rock Steady. É muito gratificante ver uma música que ensaiamos por tanto tempo ter uma recepção tão boa. 

Kyungmun: Eu estava preocupado se o público iria gostar, mas recebemos muito mais amor e reações positivas do que pensava. Fiquei muito feliz. 

E: Esta é a primeira atividade de vocês no Brasil. Antes de vir, o que mais despertava curiosidade e que memórias querem levar desta turnê?

Woono: Eu tinha curiosidade sobre como era a energia dos fãs brasileiros, e percebi que era muito mais forte do que imaginava. Quero levar essa energia comigo!

Sion: O que mais esperava era subir no palco no Brasil, mas também estava ansioso para ver as paisagens. Se para os fãs brasileiros nos tornamos uma boa lembrança, para nós também será uma memória especial!

E: Em São Paulo, vocês fizeram dois shows gratuitos diante de um grande público. Como foi sentir essa energia tão de perto? Algo nos fãs brasileiros surpreendeu vocês?

Steve: Durante o show, os fãs nos deram muita energia com seus gritos, e isso nos deixou ainda mais animados no palco.

Dey: O retorno do público foi incrível, recebemos muita inspiração e energia!

E: Há artistas ou inspirações musicais brasileiras que vocês conhecem?

Eunho: Recentemente o funk brasileiro está na moda, então tenho ouvido um pouco. Além disso, já conhecia a Anitta, que colaborou com nossos veteranos do TXT.  

Kyungmun: Conheci músicas de funk brasileiro que viralizaram em vídeos curtos, e também ouvi algumas canções famosas da Pabllo Vittar.

E: Vocês acham que qual música de vocês combina mais com uma coreografia ao estilo brasileiro?

Hyungseok: Acho que BOMBA transmite bem a paixão e a energia do Brasil!

Dey: Para mim, Poco Loco combina perfeitamente com o Brasil.

E: Durante a turnê no Brasil, qual foi a mensagem ou gesto dos fãs que mais emocionou vocês? E qual foi a reação mais engraçada que viram?

Kyungmun: Fiquei surpreso com os gritos entusiasmados e muito emocionado quando os fãs cantaram junto conosco. Alguns trouxeram tiaras e leques com meu nome, fiquei muito agradecido e feliz!

Sion: O que mais me marcou foi ver os fãs aproveitando intensamente cada momento do nosso show!

E: O que os fãs podem esperar das próximas atividades do YOUNITE? Já podem nos contar algo de algum projeto especial do futuro?

Eunho: Recebemos muita energia nessa turnê e vamos trabalhar para mostrar um lado ainda melhor na próxima.

Hyungseok: Estamos nos preparando para mostrar lados diversos e incríveis no futuro!

E: Qual é o maior sonho que o YOUNITE gostaria de realizar juntos nos próximos anos?

Steve: Ser o modelo de inspiração de alguém.

Woono: Viajar por vários países e encontrar nossos fãs.

Sion: Quero subir em palcos cada vez maiores e mais impressionantes, e fazer com que nosso público se sinta no auge da felicidade vendo nossas apresentações.

E: Por fim, que mensagem gostariam de deixar para os fãs brasileiros?

Eunho: Essa foi a nossa primeira vez no Brasil, e agradecemos demais pelo apoio caloroso e pela recepção. Vamos dar o nosso melhor até o fim! Te amo.

Steve: Muito obrigado, vocês nos deram lembranças inesquecíveis. Obrigado por transmitirem a energia vibrante do Brasil. Love Brasil and hope to come back soon.

Hyungseok: Foi uma oportunidade maravilhosa vir ao Brasil, fiquei feliz e volto cheio de boas lembranças!

Woono: É nossa primeira vez no Brasil, e sou muito grato pelo carinho e pelo apoio de vocês. Até a próxima!

Dey: Obrigado por nos darem tanta força e amor. Vamos retribuir à altura como YOUNITE!

Kyungmun: Essa foi nossa primeira turnê no Brasil, e estou muito grato pelo carinho e amor muito maiores do que poderíamos imaginar. Quero voltar mostrando ainda mais!

Sion: Obrigado a todos que vieram assistir ao nosso show e por nos darem tanto amor. Vamos continuar dando o nosso melhor até o fim da nossa turnê no Brasil!

E você, já conhecia o YOUNITE? Foi em algum dos shows no Brasil? Conta pra gente e siga o Entretetizei nas redes sociais Facebook, Instagram e X para não perder as novidades do mundo do entretenimento.

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Texto revisado por Alexia Friedmann

 

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Resenha | Ladras e Happy Endings, de Lucie Bryon, destacam o amor e a amizade nas relações

Publicados no Brasil pela Risco Editora, os quadrinhos exploram as simplicidades das relações, mas sem ignorar suas complexidades

Um furto acidental, uma missão interdimensional, um trabalho suspeito em um cemitério e a pintura de um retrato são os elementos centrais das histórias da ilustradora e quadrinista francesa Lucie Bryon. E o que todas essas histórias têm em comum? Amor, pertencimento e mistérios. Publicados no Brasil pela Risco Editora, após campanhas de financiamento coletivo, Ladras (2024) e Happy Endings (2025) encantam os leitores pela fluidez dos traços de Bryon, o uso das cores e as narrativas simples, mas que evidenciam as complexidades das relações humanas. 

Ladras: elas vão roubar seu coração (e outras coisas também)

Em Ladras, acompanhamos Ella, uma adolescente extrovertida que adora uma festa e está sempre atrasada para a escola, exceto às quintas-feiras, quando tem aula na mesma classe de Madeleine, a garota linda e misteriosa por quem tem uma quedinha. 

O amor platônico, contudo, logo toma outros rumos, quando, após uma festa, Madeleine aparece na porta de Ella. Poderia ser algo incrível, se Ella não estivesse cercada de objetos furtados, dos quais não tem ideia de como foram parar em seu apartamento. 

Este furto acidental une as garotas em uma jornada de autodescobertas e nos leva para um romance divertido que, ao mesmo tempo, aborda questões como pressão social, bullying e ansiedade. Ladras é uma história que joga os leitores na intensidade sentimental do limiar da adolescência.

A HQ, vale destacar, não é uma história sobre a descoberta da sexualidade. Ella já teve alguns relacionamentos e se entende como uma mulher bissexual, enquanto Madeleine é uma mulher lésbica. A narrativa prioriza a maneira como elas constroem esse relacionamento e a importância da honestidade – entre elas e consigo mesmas – para mantê-lo.

Com um roteiro que equilibra assuntos densos com a suavidade dos romances juvenis, Lucie Bryon apresenta personagens com personalidades bem desenvolvidas, tornando as interações sensíveis, engraçadas e fluidas – é impossível não rir com as diversas expressões da Ella e seu talento para o drama ou se angustiar com os traumas de Madeleine. 

Além disso, personagens secundários, como a melhor amiga de Ella, também se destacam, abordando a importância de ser uma rede de apoio e as relações que não se restringem ao romance.

Foto: divulgação/Risco Editora
Happy Endings: mas, afinal, o que é um final feliz?

Desta vez, Lucie Bryon constrói três histórias em que o final feliz não é um final propriamente dito. Nesta obra, vemos diferentes pessoas fazerem escolhas que lhes permitem viver um final feliz naquele momento. Como na vida, em que vamos, cotidianamente, aproveitando finais felizes e começos infelizes, e vice-versa. 

Em Oceano, a segunda narrativa da obra, dois agentes espaço-temporais são enviados para cumprir uma missão em um balneário francês, em meados dos anos 2000, mas se veem impossibilitados de retornar à sua base e precisam, de uma hora para a outra, sobreviver naquela realidade. 

O conflito entre os personagens, que vão, aos poucos, construindo relações com vizinhos, dividindo um lar, estabelecendo um negócio e até adotando um gato, é pautado na questão do pertencimento e propósito. Como duas pessoas treinadas para serem algo sem qualquer possibilidade de afeto podem abraçar uma nova existência que contradiz tudo que aprenderam?

Ao fazerem uma escolha, os personagens caminham para o seu final feliz – e isso significa deixar algo para trás. Essa mesma questão aparece em Feliz Ano Novo, que abre o quadrinho, sendo a mais curta das histórias, com foco na relação entre um jovem que aceita posar para uma artista; e em Canção de um Dia de Verão, que fecha o volume com um bom mistério no cemitério, fantasmas e romance.

Ao ler Happy Endings, o leitor percebe que as histórias não acabaram ali, que os personagens vão lidar com muitas coisas e viver tantas outras. O que lemos é apenas um fragmento de todas as possibilidades do existir. 

Em ambas as obras, os traços fluidos de Bryon aliados a narrativas cativantes e a um excelente uso de cores – quase um personagem próprio de cada história – deixam aquele gostinho de quero mais.

Já leu Ladras e/ou Happy Endings? Acesse as redes sociais do EntretetizeiFacebook, Instagram e X – e conta pra gente o que você achou! E, se você gosta de trocar experiências literárias, venha participar do Clube de Leitura do Entretê

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Texto revisado por Ketlen Saraiva 

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Notícias Teatro

Comédia Dragão Vermelho terá turnê por São Paulo, disponível até dezembro

Com 12 apresentações gratuitas voltadas a escolas públicas, comunidades e instituições em regiões periféricas, o espetáculo passará por 9 municípios de São Paulo de agosto à dezembro

Com direção, dramaturgia e atuação de Tato Villanueva e Caio Stolai, Dragão Vermelho (2025) é um espetáculo que combina comicidade física, canto lírico e improvisação, envolvendo a plateia em situações interativas e surpreendentes. O humor se entrelaça com a fantasia e a poesia, criando uma experiência que diverte crianças e adultos ao mesmo tempo em que provoca reflexões sobre o poder, o medo e a possibilidade de transformação.

A circulação acontecerá pelas regiões de Ubatuba, São Sebastião, São José do Rio Preto, Fernandópolis, Assis, Campinas, São Paulo, São Bento do Sapucaí e Cotia, com o intuito de ampliar o acesso a produções cênicas de qualidade e fomentar o diálogo artístico em diferentes territórios.

                                              Foto: divulgação/Eu.Circ
Sobre o espetáculo

A cenografia é apresentada como um quadro. O trabalho artístico sobre os tecidos de algodão são como obras de arte em grande escala, brindando a obra com cenas de beleza visual. O uso de tecidos em degradê e iluminação versátil permite que um mesmo espaço se transforme em uma floresta sombria, um palácio ou uma montanha, reforçando o caráter lúdico e acessível da montagem. O desenho visual, aliado à música e à fisicalidade dos intérpretes, cria uma atmosfera que transita entre o épico e o cômico.

Misturando circo, teatro, música e bonecos, a montagem narra a jornada de Samiel, um herói improvável que precisa enfrentar desafios impossíveis para derrotar um imperador tirano e resgatar a democracia e a liberdade de seu povo.

Entre trapalhadas e descobertas, ele cruza com criaturas mágicas e enfrenta o temido dragão, um ser da mitologia universal representado em diferentes culturas ao redor do mundo. Simboliza o imaginativo, o magnânimo, o afortunado poderoso e que, por sua força, também pode provocar uma catástrofe, motivo pelo qual ele é tanto admirado quanto temido.
O que começa como uma luta se transforma em uma jornada de autoconhecimento.

Serviço

São Paulo – SP

Data: 28 de agosto

Horário: 15h

Local: CEU Anhanguera

Endereço: Rua Pedro José de Lima, 1020 – Anhanguera

Entrada franca

Cotia – SP

Data: 29 de agosto

Horário: 14h

Local: Pequeno Cotolengo Paulista

Endereço: Rodovia Raposo Tavares, km 25,5 – Granja Viana (Vila Santo Antônio)

Entrada franca

São Bento do Sapucaí – SP

Data: 31 de agosto

Horário: 17h

Local: Ambap – Associação de Moradores do Bairro do Pinheiro

Endereço: Estrada Municipal Luiz Antonio Goulart, km 2,5 – Bairro do Pinheiro

Entrada franca

Campinas – SP

Data: 3 de setembro

Horário: 14h30

Local: CEU Florence

Endereço: Rua Lasar Segal, 110 – Jardim Florence

Entrada franca

O teatro é encantador, você não acha? Nos conte em nossas redes sociais se você gosta desses eventos Instagram, Facebook e Xe não esqueça de nos seguir!

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz @anadodll



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Cinema Notícias

Canal Brasil exibe sessão especial no Dia Nacional da Visibilidade Lésbica

Nesta quinta (28/08), a partir das 18h, vão ao ar os longas-metragens Mães do Derick”, de Cássio Kelm, e Flores Raras”, de Bruno Barreto

Celebrado no dia 29 de agosto, o Dia Nacional da Visibilidade Lésbica é considerado um marco importante na luta pelos direitos das mulheres lésbicas. Criada em 1996, a data tem como objetivo o foco no combate à lesbofobia. Para celebrar a resistência e a importância da representatividade da mulher lésbica para a sociedade e a cultura, o Canal Brasil irá exibir dois longas-metragens: Mães do Derick (2020), de Cássio Kelm, e Flores Raras (2013), de Bruno Barreto, em sessão especial no dia 28 de agosto, a partir das 18h.

Foto: divulgação/Canal Brasil

Mães do Derick conta a história de quatro jovens lésbicas e não monogâmicas que criam Derick, uma criança de nove anos, numa pequena cidade no litoral do sul do Brasil. A trama se intensifica quando elas iniciam a construção, com as próprias mãos, de uma casa localizada em uma área de ocupação em meio à mata e encaram a ameaça da expulsão pela polícia. O filme busca retratar famílias que experimentam novas formas de viver e estar no mundo junto ao afeto, companheirismo e cuidado mútuo, enquanto enfrentam o preconceito.

Com participação em dezenas de festivais ao redor do Brasil e do mundo, o longa acumulou vários prêmios, como o Coelho de Prata – Menção Honrosa do Júri no Festival Mix Brasil (2020), o maior festival LGBTQIA+ da América Latina; o de Melhor Filme Brasileiro, Melhor Edição, Melhor Trilha Sonora e Prêmio da Crítica no Festival For Rainbow de Cultura da Diversidade (2020); além disso,  Menção Especial no Festival de Cine Transfeminista na Colômbia (2022).

Foto: reprodução/Netflix

Ambientado no golpe militar de 1964, Flores Raras narra a trajetória do amor entre a arquiteta brasileira Lota de Macedo Soares e a poeta estadunidense Elizabeth Bishop, interpretadas por Glória Pires e Miranda Otto. Recebendo mais de 20 indicações em diferentes festivais, o filme ganhou nas categorias de Melhor Direção, Atriz (Glória Pires), Direção de Arte e Figurino no Prêmio Grande Otelo (2014); e o prêmio do público para Melhor Drama no The Outfest Festival em Los Angeles (2013).

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Texto revisado por: Laura Maria Fernandes de Carvalho

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Cultura turca Notícias Séries

Alina Boz está em negociações para ser a parceira de İbrahim Çelikkol em nova dizi

Após as negociações para atuar na série Sultan Orhan não terem resultado, a atriz está avaliando uma nova proposta

 

Alina Boz, que se despediu recentemente de sua personagem Seher em Bir Zamanlar İstanbul (tradução livre: Era Uma Vez Istambul, 2025), deve retornar às dizis na nova temporada. Dentre as ofertas que a atriz recebeu, está um papel na adaptação turca da série italiana DOC – Nelle Tue Mani (DOC – Uma Nova Vida, 2020), junto do ator İbrahim Çelikkol.

Foto de Alina Boz.
Foto: reprodução/Instagram @alinaboz

De acordo com a jornalista Birsen Altuntaş, rumores indicam que a atriz está muito positiva em relação à produção da Dass Yapım, assinada por Selen Sevigen e Berke Sevigen, para o canal NOW. Escrita por Pınar Bulut e Onur Koralp (Um Milagre, 2019), a série ainda não tem diretor definido e deve estrear somente em 2026.

Foto dos protagonistas.
Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
Negociação anterior

A notícia surge após as negociações de Alina com a dizi Kuruluş Osman (O Otomano, 2019) não terem sido positivas. Nas últimas semanas, foi dito que a atriz era cotada para interpretar a personagem Nilüfer Hatun na sétima temporada da produção da Bozdağ Film para o canal ATV, sendo a parceira de Mert Yazıcıoğlu (Orhan Bey). 

Como a atriz não chegou a um acordo com a produção, o papel na série, que passará a se chamar Sultan Orhan (tradução livre: Sultão Orhan), ficou com a atriz Mahassine Merabet.

 

O que acha da parceria? Conta pra gente e siga o Entretetizei nas redes sociais Facebook, Instagram e X para mais informações sobre as séries turcas.

 

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz @anadodll

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