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Monólogo Bette Davis – Manual de Sobrevivência convida público à mergulho emocional no palco da Casa Museu Eva Klabin

Protagonizada por Nina de Pádua, peça mostra a faceta mais vulnerável da célebre atriz norte-americana

No dia 25 de outubro, às 17h, a Casa Museu Eva Klabin recebe o monólogo Bette Davis Manual de Sobrevivência. Com texto de Jau Sant’Angelo e conceito de Anselmo Vasconcellos, a peça é protagonizada por Nina de Pádua, atriz conhecida por trabalhos notáveis na televisão e no cinema, como as novelas A Gata Comeu (1985) e Dona Beija (1986), e os filmes O Segredo da Múmia (1982) e Menino do Rio (1982). O espetáculo convida o público a entrar em contato com uma versão mais visceral e fragilizada da célebre atriz norte-americana Bette Davis

Em um mergulho emocional, Davis surge sem qualquer glamour no monólogo. Pelo contrário, ela se vê isolada em seu camarim, às voltas com os fantasmas de uma carreira marcada por aplausos e silêncios. Com ironia, desespero e lucidez, a artista hollywoodiana se debruça sobre a linha tênue entre arte e loucura, palco e vida real, enquanto um visitante inesperado a confronta com suas verdades mais íntimas.

Foto: reprodução/divulgação/Palavra

Também marcada por grandes trabalhos, mas no Brasil, Nina de Pádua encarna Bette em um momento marcante tanto de sua vida pessoal quanto da profissional: faz 70 anos de idade e 55 anos de carreira. 

“Eu comemoro os meus 70 anos dando cambalhota em cena. É um privilégio para poucos, uma honra para mim. Deus é muito generoso comigo”, celebra a atriz, que tem se surpreendido com a resposta do público ao espetáculo. “Eu tenho visto pessoas comovidas, o que me comove também e me dá muito, muito, muito orgulho desse trabalho”

Para o autor da peça, Jau Sant’Angelo, escrever sobre Bette Davis é desafiador, não só pelo grandioso currículo da artista, mas por sua postura historicamente disruptiva. “Bette nunca foi uma mulher dócil e, talvez por isso, permaneça tão viva, tão necessária. Ela desafiou os estúdios quando ninguém ousava, impôs respeito com talento e tenacidade e pavimentou o caminho para que mulheres pudessem existir em cena com complexidade, imperfeição e poder”, diz ele, que recentemente assinou o solo Beethoven – Lembranças do Silêncio, interpretado por Jandir Ferrari. 

“Escrever sobre Bette é também escrever sobre os bastidores da glória, os altos custos da fama, o envelhecimento feminino na indústria e o preço de ser livre num mundo que cobra submissão. É revisitar o passado com os olhos do presente e perceber que a luta dela continua sendo nossa”.

Serviço: Bette Davis Manual de Sobrevivência

Datas: 25/10, às 17h.
Local: Casa Museu Eva Klabin (Av. Epitácio Pessoa, nº 2480 Lagoa Rodrigo de Freitas).
Ingressos: R$ 60 (inteira); R$ 30 (meia-entrada).
Site para a compra: https://casamuseuevaklabin.byinti.com/#/event/teatro-bette-davis

Capacidade: 80 pessoas.
Classificação indicativa: 14 anos.

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Texto revisado por Cristiane Amarante @cris_tiane_rj

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Marisa Monte faz sua primeira turnê com sua banda e uma orquestra sinfônica

A cantora sobe ao palco com 55 músicos selecionados especialmente para a ocasião, com regência do maestro André Bachur

Com uma trajetória marcada por sofisticação e sensibilidade, Marisa Monte inicia uma nova fase em sua carreira com uma série de dez apresentações especiais que unem sua banda a uma orquestra sinfônica, sob regência do maestro André Bachur.

A turnê, realizada pela Phonica em parceria com a T4F, propõe uma imersão musical que celebra a fusão entre o popular e o erudito, apresentando novos arranjos para grandes clássicos da artista. O projeto promete emocionar plateias em diferentes cidades do Brasil, reafirmando o papel da cantora como uma das vozes mais atemporais e inovadoras da música brasileira.

“Ao longo dos anos, tive algumas chances de cantar com orquestras, tanto no Brasil quanto no exterior. Foram experiências extraordinárias, emocionantes e inesquecíveis. A interação entre os músicos no palco, a complexidade dos arranjos e a combinação de técnica com a emoção fizeram desses concertos experiências verdadeiramente mágicas. Para a série especial de dez shows da Phonica, em parceria com o maestro André Bachur, que me acompanhou no concerto de comemoração dos 90 anos da USP, selecionamos músicos virtuosos das melhores orquestras do país. Junto com minha banda, unimos o popular ao erudito para interpretar clássicos, criando mais uma experiência transcendental”, afirma Marisa Monte.

Foto: reprodução/ Leo Aversa

Com uma carreira marcada pelo equilíbrio entre o rigor musical e a emoção, Marisa se reafirma como uma das vozes mais consistentes da música brasileira contemporânea. O projeto também reforça a importância da colaboração entre artistas de diferentes universos, a canção popular dialogando com a tradição erudita, criando pontes entre o palco e o público, entre o passado e o presente. Cada concerto busca traduzir esse encontro em uma experiência sensorial única, onde melodia e orquestra se misturam como se sempre tivessem pertencido uma à outra.

Realizados em espaços que valorizam a acústica e o encontro com a natureza, os shows serão pensados como celebrações coletivas. A ideia é transformar cada apresentação em um momento de comunhão – entre os músicos, a plateia e o ambiente. Essa concepção reforça a visão de Marisa sobre o papel da música: não apenas como entretenimento, mas como expressão artística que desperta memória, pertencimento e afeto.

“É uma imensa alegria poder participar deste projeto e estar no palco novamente com essa grande artista que admiro desde sempre. O encontro entre Marisa e a Orquestra Sinfônica promete, mais uma vez, uma energia arrebatadora, repleta de ritmos, cores e nuances musicais. Tenho certeza de que será uma experiência marcante, tanto para quem estiver no palco quanto para quem estiver na plateia. Levar esse espetáculo tão especial a diferentes cidades do Brasil é um verdadeiro privilégio — e acredito que cada apresentação será única, emocionante e inesquecível para todos nós.” (Maestro André Bachur)

“Marisa Monte é uma das artistas mais importantes da música brasileira e que vem atravessando gerações com a mesma força, sensibilidade e relevância. Produzir seus shows ao lado de uma orquestra, em parques e lugares que carregam memória e beleza, é mais do que realizar um espetáculo: é construir experiências que tocam profundamente quem assiste e quem faz. Além de ser uma grande celebração de sua carreira e obra, essa turnê foi construída para promover o encontro entre gerações, histórias e afetos.” (Maitê Quartucci – Head Artístico Nacional/T4F)

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Texto revisado por Kaylanne Faustino

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