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Hair: entenda o contexto histórico e cultural por trás do musical

Entre flores, protestos e psicodelia, o espetáculo é o retrato de uma geração livre

Considerado um marco da contracultura dos anos 1960, Hair revolucionou a Broadway ao levar para os palcos discursos políticos, igualitários e espirituais, além da defesa da liberdade sexual. Escrito por James Rado e Gerome Ragni, o espetáculo acompanha um grupo de hippies estadunidenses que prega a paz e o amor livre em meio ao contexto da Guerra do Vietnã

A Tribo politicamente ativa contra o conservadorismo estabelecido socialmente apresenta a história de Claude Hooper Bukowski, um jovem que precisa lidar com a pressão de ter que escolher entre seguir as regras da sociedade e viver sob os ideais de liberdade de seu grupo.

Este ano, Hair ganhou uma nova montagem brasileira, que teve estreia em julho no Rio de Janeiro e iniciou uma temporada em São Paulo, que ficará em cartaz até 30 de novembro. O elenco reúne trinta artistas, entre eles estão: Rodrigo Simas (Berger), Eduardo Borelli (Claude), Estrela Blanco (Sheila), Thati Lopes (Jeannie) e Beatriz Martins (Dionne).

A Era de Aquário (Aquarius)

Aquarius é um conceito astrológico e espiritual que carrega a simbologia de um novo tempo de transformação coletiva, fortemente marcado por ideais de liberdade e consciência universal. Astrologicamente, essa era funciona como um espelho das características do signo regente, sucedendo a Era de Peixes e iniciando um período de expansão mental e busca por uma sociedade mais justa e solidária.

Essa ideia é introduzida logo no início do espetáculo, com Aquarius, primeiro número musical da obra. Para além de apresentar e conduzir o público para o universo da história, a canção funciona também como um manifesto hippie e ultrapassou os limites dos palcos, tornando-se um hino da contracultura e ganhando versões de artistas como o grupo The 5th Dimension (1969) e Diana Ross & The Supremes (1969), ambas sendo um medley com Let the Sunshine In, outra canção popular do musical.

Confira a versão da montagem brasileira:

A Guerra do Vietnã

Ocorrida entre 1955 e 1975, a Guerra do Vietnã foi um conflito entre o Vietnã do Norte (comunista), apoiado pela União Soviética, e o Vietnã do Sul (capitalista), apoiado pelos Estados Unidos. Esse combate foi um dos mais emblemáticos da Guerra Fria, período em que as duas potências envolvidas não se enfrentavam diretamente, mas dominavam territórios que poderiam se tornar futuros aliados. 

Mais do que uma disputa por território, o conflito simbolizou um embate ideológico entre o comunismo e o capitalismo, gerando impacto social, político e cultural no mundo inteiro.

Em um cenário de incertezas e medo, milhares de jovens estadunidenses foram convocados para servir no Vietnã. Dentro desse contexto, cresceu entre a juventude os sentimentos de revolta e contestação diante do movimento considerado injusto e sem sentido, e é nesse ambiente que se desenrola o enredo de Hair. Entre músicas icônicas, reflexões profundas e momentos de humor inteligente, o espetáculo apresenta o dilema do jovem Claude entre servir ao país ou continuar sua busca por autoconhecimento e liberdade ao lado da Tribo. 

O grito por justiça, paz e igualdade de toda uma geração é traduzido no palco com doses de críticas sociais de um grupo que rejeita o conservadorismo e o militarismo, e celebra a diversidade. 

Foto: reprodução/Instagram @hairmusicalbr
Impacto social e cultural

Hair teve grande impacto no cenário cultural e também na sociedade da época. O espetáculo levou para os palcos temas que antes eram considerados tabus, como: liberdade sexual, uso de drogas alucinógenas, antimilitarismo, nudez e igualdade racial e de gênero.

Além das questões políticas e sociais, a obra também explora o campo da religião e da espiritualidade. Não há uma rejeição total à fé, mas os dogmas religiosos são fortemente questionados, visto que, muitas vezes, eles serviam como justificativa para guerras, repressão e desigualdades.

Foto: reprodução/Instagram @hairmusicalbr

Essas abordagens inspiraram debates sobre moralidade, liberdade e direitos civis, tendo influenciado não só o teatro, mas também a música, o cinema e a moda, tornando-se um símbolo importantíssimo da contracultura e funcionando como uma espécie de manifesto do rompimento de padrões. Todo esse movimento gerado por Hair serviu como abertura de caminhos para que outras produções abordassem temas importantes de forma direta, dialogando com a realidade e os desafios de cada época. 

Até hoje o musical é lembrado como um marco histórico e cultural, e suas mensagens continuam chegando em diferentes gerações. Mesmo depois de mais de 50 anos de sua estreia na Broadway, ele continua sendo o retrato de um recorte social de uma geração que questionou a sociedade à sua volta. Cada nova montagem reacende e mantém viva a sua mensagem. 

 

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Leia também: Especial | Dreamgirls: a força da representatividade preta no teatro musical brasileiro – Entretetizei 

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Museu no Rio de Janeiro recebe Mostra Internacional

Com entrada gratuita, evento integra a programação do Flor da Lua, que acontecerá dia 31 de outubro, sexta-feira, com oficina de arte, além de exibição de musicais e filmes 

O Museu do Jardim Botânico recebe a Mostra Internacional SOMMOS AMAZÔNIA: Olhares do Cinema Indígena no dia 31 de outubro, sexta-feira, das 17h às 19h. A mostra faz parte de uma programação especial em torno da COP 30, promovida pela SOMMOS AMAZÔNIA – plataforma global dedicada à distribuição digital dos conteúdos culturais da Amazônia – que está itinerante por embaixadas do Brasil ao redor do mundo. Depois de desembarcar no Instituto Diplomático de Bucareste na Romênia, a Mostra chega ao Jardim Botânico como parte da programação do Flor da Lua, que conta com oficinas de arte-educação, apresentações musicais, videomapping e exibições de filmes. A proposta é criar um espaço de diálogo e sensibilidade em que o público possa vivenciar a força das narrativas indígenas contemporâneas e refletir sobre novas formas de relação entre cultura, natureza e território. 

Com entrada gratuita, a Mostra foi idealizada como uma ação de valorização das produções audiovisuais indígenas e de fortalecimento da representatividade dos povos originários. A proposta do evento é mergulhar nas múltiplas perspectivas que compõem o cinema feito por realizadores indígenas no Brasil. A curadoria destaca obras que abordam os modos de vida tradicionais, resistência, luta, espiritualidade, identidade e mudanças climáticas, revelando a potência criativa e política que move essa cinematografia em expansão.

Foto: reprodução/SOMMOS AMAZÔNIA

A seleção apresenta curtas e médias-metragens dirigidos e produzidos por cineastas e coletivos audiovisuais indígenas. Os quatro filmes estão disponíveis para streaming gratuitamente na SOMMOS AMAZÔNIA.

Confira os títulos: 

Para onde foram as andorinhas? (Instituto Catitu e Instituto Socioambiental, 22 min) Apresenta uma reflexão dos povos do Xingu sobre as mudanças climáticas e o impacto dessas transformações no futuro de seus netos, revelando a sabedoria ancestral diante das incertezas do tempo.

Nosso modo de lutar (Rede Katahirine de Cinema, 14 min)

Apresenta o 20º Acampamento Terra Livre (ATL) como um espaço de encontro e resistência. Sob o olhar de três cineastas mulheres indígenas, Francy Baniwa, Kerexu Martim e Vanuzia Pataxó, o filme apresenta o cotidiano e a força coletiva da maior mobilização indígena do país.

Cacique Raoni (Xingu Filmes, 28 min)

É um retrato sensível e histórico de Raoni Metuktire, símbolo mundial da luta pela Amazônia e pelos direitos dos povos originários. Dirigido por Marrayury Kuikuro, o filme percorre nove décadas de resistência do povo Kayapó, mesclando relatos, memórias e o presente de uma liderança cuja sabedoria ancestral inspira novas gerações.

Mensageiras da Amazônia (Coletivo Audiovisual Munduruku Daje Kapap Eypi, 17 min)

Acompanha três mulheres Munduruku que, munidas de câmeras, drones e celulares, registram e denunciam as invasões em seu território no sudoeste do Pará. Integrantes do Coletivo Audiovisual Munduruku Daje Kapap Eypi, elas transformam o cinema em ferramenta de resistência.

Os três últimos filmes – Nosso modo de lutar, Cacique Raoni e Mensageiras da Amazônia – integram um projeto do Instituto Cultura e Meio Ambiente, apoiado pela Embaixada da Irlanda, dedicado à legendagem de produções indígenas para o inglês. A iniciativa, realizada em parceria com a SOMMOS AMAZÔNIA, amplia o alcance e a circulação internacional dessas obras, reforçando o protagonismo dos povos originários no cenário audiovisual global. A Mostra Internacional SOMMOS AMAZÔNIA: Olhares do Cinema Indígena marca o início desse processo de difusão, com apoio do Instituto Guimarães Rosa, braço cultural do Itamaraty. Após o Rio de Janeiro, os filmes seguem para exibições em ações culturais em Belém durante a COP 30, Londres, Chicago, Ottawa, Filipinas e mais. 

Quem Somos

A plataforma SOMMOS AMAZÔNIA é desenvolvida pela SOMMOS Arte e Cultura Brasileira S.A., empresa especializada em distribuição digital de conteúdos culturais com especial foco na cultura brasileira, fundada em 2013 por Alexandre Agra (Diretor Presidente). A equipe é integrada pelos sócios executivos Ricardo Ribenboim (Diretor Operacional e de Planejamento), Mariana Dupas (Diretora Executiva) e Yeda Oliveira (Diretora de Relações Institucionais). Além disso, reúne um time único que soma competências complementares, bem como um histórico de sucesso e realizações nas áreas de Inovação, Internet, Tecnologia, Criação, Produção e Gestão Cultural, Gestão de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual.

Dentro da plataforma, o Glossário de Ingredientes – com mais de 120 registros, acompanhados de ilustrações e receitas, totalizando cerca de 450 verbetes –, faz parte do projeto Preservação e promoção das Artes e das Culturas da Amazônia.  Essa realização conta com patrocínio do Ministério da Cultura, da Laranjinha – a empresa de meios de pagamentos do Itaú – e da Bemol, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O projeto visa à preservação e à promoção do patrimônio cultural imaterial da Amazônia, por meio da curadoria, organização e difusão de um acervo de pesquisa, composto por informações e imagens sobre as artes e culturas da região em três eixos: cartografia de agentes culturais, mapeamento de festas populares e glossário de alimentos e receitas. Esse acervo estará disponível gratuitamente na plataforma.

Missão

A SOMMOS AMAZÔNIA se posiciona como uma iniciativa ECG (Environment, Culture & Governance) que reconhece a Cultura e os setores criativos como motores para o desenvolvimento de modelos de desenvolvimento econômico mais justos, mais inclusivos e mais verdes para o planeta e suas sociedades. Mais do que um streaming, a plataforma é uma construção coletiva, um movimento que já conta com a participação de centenas de artistas, produtores, empresas e instituições culturais e socioambientais. 

Serviço

Mostra Audiovisual Olhares do Cinema Indígena

Data: 31 de outubro de 2025 – sexta-feira

Hora: 17h às 19h

Local: Museu do Jardim Botânico   

Endereço: Rua Jardim Botânico, 1008 – Jardim Botânico, RJ

Entrada gratuita

Sessões contínuas

Programação adulto – Para onde foram as andorinhas? (22 min), Nosso Modo de Lutar (14 min), Cacique Raoni (28 min), Mensageiras da Amazônia (17min)

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Leia mais: Musical Mudança de Hábito chega ao Rio de Janeiro em outubro

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz @analuztraduz

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Livros

Ficção científica cresce mais de 47% e consolida novo público leitor no Brasil

O gênero, que mistura imaginação, tecnologia e reflexão social, registrou crescimento nas vendas entre 2023 e 2024, um salto que reflete tanto o interesse por histórias futuristas quanto a busca por narrativas que ajudam a entender o presente

A ficção científica vive um de seus melhores momentos no mercado editorial brasileiro. Segundo dados da BookInfo, as vendas do gênero cresceram 47,29% entre 2023 e 2024, passando de 52.948 para 77.990 exemplares vendidos no período.

O aumento não se restringe a grandes best-sellers: o número de títulos comercializados se manteve alto – sendo 601, em 2023, e 556, em 2024 –, o que revela uma produção diversa e um público cada vez mais interessado em histórias que misturam imaginação, tecnologia e reflexão social.

O boom literário acompanha o sucesso do gênero também no audiovisual. Séries e filmes de ficção científica têm dominado as plataformas de streaming e as grandes telas, despertando no público curiosidade por narrativas que, embora futuristas, espelham questões muito humanas. Para muitos leitores, essas histórias funcionam como lentes para compreender o presente e imaginar futuros possíveis.

Embora o destaque esteja na faixa etária entre 19 e 35 anos, o gênero atrai desde adolescentes até leitores mais maduros, com homens e mulheres em proporções equilibradas, o que mostra um perfil de leitores bem diversificado.

Entre as principais características desse público estão a curiosidade intelectual, o fascínio pela especulação científica e o desejo por mundos criativos e alternativos. Mais do que entretenimento, esses leitores buscam provocações intelectuais, que abordem hipóteses sobre o futuro e dilemas éticos, além de explorar o impacto da tecnologia.

É nesse cenário de expansão que o escritor Alejandro Puerta lançou, em setembro, o livro Cinzas Cósmicas (2025), na Livraria da Travessa do Shopping Iguatemi, em São Paulo. A obra acompanha personagens que enfrentam dilemas éticos e emocionais em um futuro moldado pela ciência e pelos limites da própria humanidade.

Imagem: reprodução/Editora Alta Books

Escrevi Cinzas Cósmicas como uma tentativa de colocar a ciência em diálogo com o coração humano. Muitas vezes nos fascinamos com o que é possível criar, mas esquecemos de perguntar se deveríamos criar. Esse livro é sobre escolhas, sobre como a tecnologia pode nos salvar ou nos destruir, mas, sobretudo, sobre como o amor e o perdão ainda são os maiores atos revolucionários da humanidade”, afirma Puerta.

Foto: reprodução/Assessoria Caroline Soares

Com uma escrita que mistura ritmo envolvente e questionamentos filosóficos, Puerta reforça o momento de prosperidade da ficção científica no país. Cinzas Cósmicas é um exemplo de como o gênero se tornou um espaço fértil para unir emoção e pensamento crítico, provando que o leitor brasileiro está, cada vez mais, disposto a explorar as galáxias da imaginação.

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Leia também: Entre o medo e a tensão: e a diferença entre thriller e terror

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura @_itsbrinis

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Cinema Notícias

Memórias de um Verão, com Glenn Close, estreia nos cinemas em 27 de novembro

Um verão de descobertas, luto e laços familiares profundos em uma ilha isolada na Finlândia

O drama Memórias de um Verão, baseado no livro da escritora finlandesa Tove Jansson, estreia nos cinemas brasileiros em 27 de novembro, com distribuição da Synapse Distribution. O filme, que teve sua première no BFI London Film Festival de 2024, acaba de ganhar trailer e cartaz nacionais, prometendo emocionar o público com uma narrativa sensível sobre crescimento, luto e conexão com a natureza.

Dirigido por Charlie McDowell (Complicações do Amor), o longa acompanha Sophia (Emily Matthews), uma menina de nove anos, que passa o verão em uma ilha isolada na Finlândia com sua avó, interpretada por Glenn Close, indicada ao Oscar oito vezes ao longo da carreira. Ao lado do pai de Sophia, vivido por Anders Danielsen Lie (Oslo, 31 de Agosto), as duas exploram a natureza ao redor e enfrentam, de forma delicada, os sentimentos deixados pela recente morte da mãe de Sophia. Ao longo do verão, a relação entre avó e neta se aprofunda, e os laços familiares se fortalecem em meio à beleza natural da ilha.

Segundo McDowell, a intenção da adaptação é proporcionar uma experiência imersiva ao espectador: “Quero que seja um estímulo visceral de todos os nossos sentidos, permitindo que o público tenha experiências semelhantes às dos personagens, através dos seus momentos de luz e escuridão, das suas alegrias e dores”. Para ele, a ilha não é apenas cenário, mas um “personagem vital” e metáfora do ciclo da vida.

Imagem: divulgação/atomicalab

O filme Memórias de um Verão é uma celebração delicada das relações familiares e da conexão com a natureza. Em meio à beleza da ilha finlandesa, avó e neta aprendem a lidar com a perda, a fortalecer seus laços e a encontrar pequenos momentos de alegria e compreensão, em uma narrativa sensível que mistura crescimento, afeto e reflexão sobre a vida.

Não perca a estreia nos cinemas em 27 de novembro. Para ficar por dentro de mais novidades sobre o filme e o mundo do entretenimento, siga o Entretê nas redes sociais – Facebook, Instagram e X

Leia também: Ataque ao Metrô finaliza filmagens e promete suspense eletrizante com Mel Maia e Sérgio Malheiros nos cinemas 

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cultura Cultura asiática

Crunchyroll celebra o Halloween com coleções assustadoramente imperdíveis

Assombrações, vampiros estilosos e maratonas que vão te fazer pedir “só mais uma temporada”

 

O Halloween chegou também ao mundo dos animes. A Crunchyroll preparou uma seleção especial de coleções temáticas para aqueles que querem aproveitar a data com tudo a que têm direito: com histórias misteriosas, criaturas sobrenaturais e aquele toque de terror que a gente adora. As coleções temáticas estão disponíveis na home da plataforma, que é o destino definitivo do anime. 

Das lendas de fantasmas que sussurram à meia-noite aos caçadores de monstros mais estilosos dos animes, as coleções são um convite para celebrar o Halloween com emoção. E talvez um pouquinho de medo.

A coleção Para Libertar Esse Demônio Interior já está disponível com títulos cujos personagens têm algo a mais, literalmente, dentro de si. Por exemplo: Naruto, Blue Exorcist, Hellsing e Berzerk. Outra coleção também já disponível é Só para os VampiLovers com Jojo ‘s Bizarre Adventure, entre outros. 

Foto: divulgação/Crunchyroll

Outras estreias são as coleções Aliens e Fantasmas – com Parasyte -the maxim-, Tokyo Ghoul, Death Parade, entre outros títulos com essas criaturas –, Histórias Super Aterrorizantes e Animes Estranhos. E, para fechar com chave de ouro, na sexta, dia 31 de outubro, os assinantes também poderão conferir a coleção Caçadores de Monstros, reunindo JUJUTSU KAISEN, Chainsaw Man, Solo Leveling e outros sucessos.

Do terror psicológico de Junji Ito Collection ao caos sobrenatural de Chainsaw Man e JUJUTSU KAISEN, as coleções prometem sustos, risadas nervosas e muita ação paranormal.

 

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Leia também: 10 séries e filmes brasileiros de terror que você precisa conhecer

 

Texto revisado por Simone Tesser

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Cinema Comportamento Entretenimento

Halloween retrô: 10 filmes nada macabros que marcaram as décadas de 80, 90 e 2000

Antes de Invocação do Mal, existiam Gasparzinho e Abracadabra e eles eram tudo o que precisávamos para sentir medo e rir ao mesmo tempo

Diz a lenda que, se você falar Entretê três vezes, nós aparecemos com uma lista de Halloween que vai aquecer o coração de todos aqueles que até gostam de uma atmosfera sobrenatural, mas nada que interfira no sono à noite ou faça olhar embaixo da cama, com a lanterna do celular, antes de dormir. 

Antes dos sustos realistas e das possessões demoníacas, temas mais comuns nos especiais de hoje em dia, os halloweens da geração millennial foram feitos de bruxas carismáticas, fantasmas engraçados, poções mágicas e mansões mal-assombradas cheias de charme. O cinema dos anos 80, 90 e 2000 criou um imaginário que misturava medo e encanto – um “terror de sessão da tarde” que ainda mora na memória de quem cresceu rebobinando fitas e colecionando DVDs.

Imagem: reprodução/Giphy/Regal 

Então, mesmo que você não seja dessa geração, mas seja fã de um terror fofo, uma fantasia sombria – mas nem tanto! – e da estética divertida que marcou a TV aberta, as locadoras e os especiais de outubro dessas décadas, essa lista aqui é pra você: um mergulho no Dia das Bruxas encantado da Geração Millenial 

Prontos para uma viagem ao tempo em que o terror era doce como um saco de balas de Halloween? 

O Jovem Frankenstein (1974) 

Um jovem neurocirurgião herda o castelo de seu avô, o famoso Dr. Victor Von Frankenstein. No castelo, ele encontra um corcunda engraçado, uma bela assistente de laboratório e a governanta idosa. O jovem Frankenstein acredita que o trabalho de seu avô era delirante, mas, quando descobre o livro no qual o médico louco descreveu seu experimento de reanimação, ele repentinamente muda de ideia. 

O Jovem Frankenstein é um clássico do humor gótico que não é dos anos 80, mas influenciou boa parte da estética dessa década.

Os Fantasmas se Divertem (1988) 

Depois de morrerem em um acidente de carro, Bárbara e Adam Maitland encontram-se presos, assombrando sua antiga casa. Quando uma nova família e sua filha adolescente, Lydia, mudam-se para a residência, o casal de fantasmas tenta, sem sucesso, assustar os novos moradores. 

Suas tentativas de assombração atraem um espírito espalhafatoso, cuja ajuda se torna perigosa tanto para o par de almas, quanto para a inocente Lydia.

O filme traz humor ácido, visual icônico e a mistura entre o macabro e o cômico que virou referência. Além disso, o longa também marcou Beetlejuice como uma das figurinhas chave do Halloween..

Convenção das Bruxas (1990) 

Durante as férias, Luke e sua avó acabam hospedados em um hotel, na Inglaterra, onde está acontecendo a convenção internacional de bruxas. O menino, então, espiona a reunião e descobre que elas têm um plano maligno: transformar todas as crianças em ratos. Ao perceber que o garoto as ouviu, as bruxas resolvem testar a fórmula nele.

O longa apresenta bruxas assustadoras de verdade, maquiagem incrível e uma trama que traumatizou (e encantou) uma geração.

A Família Addams (1991) 

Quando um homem que afirma ser o tio Chico, desaparecido há muito tempo, reaparece após 25 anos, a família planeja uma celebração para acordar os mortos. Mas as crianças mal têm tempo de se aquecer na cadeira elétrica antes que Mortícia comece a suspeitar que o tio é uma fraude, já que ele não consegue se lembrar de nenhum detalhe de sua vida. 

A família gótica mais charmosa do cinema mistura Halloween e humor mórbido em uma dose perfeita.

Abracadabra (1993) 

Após 300 anos de sono, três irmãs bruxas são acidentalmente ressuscitadas em Salem, na noite de Halloween, e cabe a três crianças e seu novo amigo felino porem fim ao reinado de terror das bruxas de uma vez por todas. 

As irmãs Sanderson são símbolo máximo do Halloween retrô, com humor, música e fantasia, tornando impossível não amá-las. 

Gasparzinho, o Fantasminha Camarada (1995) 

Gasparzinho é um jovem fantasma gentil, que assombra pacificamente uma mansão no Maine. Quando o especialista James Harvey chega para se comunicar com ele e seus companheiros espíritos, traz consigo sua filha adolescente, Kat. O fantasminha camarada rapidamente se apaixona pela garota, mas o relacionamento deles é complicado não apenas por seu estado transparente, mas também por seus tios-assombração problemáticos e suas travessuras. 

Um terror fofo dos anos 90 que mistura emoção, perda e humor infantil. Se você achava um romance entre vampiros e humanos complicado, imagine o dilema desse casal. 

Da Magia à Sedução (1998) 

As mulheres da família Owens são um pouco diferentes das outras que você conhece. Elas são bruxas com incríveis poderes mágicos. As garotas até têm evitado a bruxaria, mas, quando o namorado de Gillian, Jimmy Angelov, morre inesperadamente, as irmãs decidem fazer um intensivo em magia pesada para trazê-lo de volta à vida. Entretanto, as coisas acabam saindo do controle e, agora, um espírito maligno ameaça acabar com a linhagem familiar.

O lado adulto do Halloween: bruxaria, amor e irmandade feminina. Quem disse que não dá pra ter romance nessa época do ano? 

A Noiva-Cadáver (2005) 

As famílias de Victor e Victoria estão arranjando seu casamento. Nervoso com a cerimônia, Victor vai sozinho à floresta para ensaiar seus votos. No entanto, o que ele pensava ser um tronco de árvore, na verdade, é o braço esquelético de Emily, uma noiva que foi assassinada depois de fugir com seu amor. 

Convencida de que Victor acabara de lhe pedir a mão em casamento, Emily o leva para o mundo dos mortos, mas ele precisa retornar rapidamente antes que Victoria se case com o malvado Lorde Barkis.

A animação é uma mistura de poesia sombria e melancolia, o Halloween que cresceu junto com a geração.

A Casa Monstro (2006) 

DJ Walters é um garoto de 12 anos que acredita que há algo de estranho na casa do velho Epaminondas, localizada do outro lado da rua. Tudo que passa perto da casa simplesmente desaparece, incluindo triciclos, brinquedos e animais de estimação. 

Na véspera do Dia das Bruxas, DJ e seu amigo Bocão resolvem testar essa teoria e alertar os adultos sobre a casa ser uma criatura perigosa. Mas logo percebem que eles mesmos, e a jovem escoteira Jenny, terão que descobrir uma forma de destruir a casa antes que ela faça mal a crianças inocentes.

O terror de animação com alma de filme live action: sombrio, divertido e perfeitamente nostálgico.

As Crônicas de Spiderwick (2008) 

Dos três filhos de Grace, Jared sempre foi considerado o causador de problemas. Assim, quando coisas estranhas começam a acontecer depois que a família se muda para uma propriedade arruinada, a irmã Mallory, o irmão gêmeo Simon e a mãe pensam que Jared é o responsável por tudo. 

Na verdade, eles descobrem que criaturas mágicas que vagueiam pelas terras do entorno da casa querem o livro mágico que Jared encontrou: um guia sobre criaturas fantásticas, escrito por Arthur Spiderwick.

O longa é uma aventura mágica, cheia de criaturas misteriosas, sendo um dos últimos filmes dessa era de fantasia encantada dos anos 2000.

O medo que cabia na infância

Esses filmes equilibravam medo e comédia, com figurinos caricatos e efeitos práticos. Eles também criaram ícones – Beetlejuice, irmãs Sanderson, Família Addams – que continuam rendendo remakes e referências até hoje.

Imagem: reprodução/Giphy

No fim, eles nos relembram que o Halloween não precisa ser apenas sobre medo, mas sobre imaginação. Sobre rir de fantasmas, torcer por bruxas desastradas e se encantar com monstros de coração bom. 

São histórias simples, que fazem o impossível parecer mágico, e é por isso que, a cada outubro, acabamos voltando para esses filmes. Não pra sentir medo, mas pra lembrar como é bom se assustar só um pouquinho.

E aí, algum filme que marcou o seu Halloween ficou de fora dessa lista? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei  (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

Leia também: Especial | Halloween: a representação feminina em filmes de terror 

 

Texto revisado por Ketlen Saraiva @lapidando_palavras

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Cultura Cultura asiática Notícias Séries

Conheça os dramas asiáticos que chegam no streaming em novembro

Conheça os romances, mistérios, animações e dramas asiáticos que te acompanharão este mês

Estamos cada vez mais perto do fim do ano, e com o início de novembro vamos poder  renovar nosso catálogo de dramas asiáticos que nos acompanharão neste encerramento de ciclo!

Este mês, o Viki, streaming de conteúdo asiático, recebe desde romances emocionantes a mistérios e até animações. Confira as próximas produções para maratonar e se emocionar:

Naquele verão (1/11)
Foto: divulgação/Viki

Lee Jae Wook interpreta os gêmeos Baek Do Ha e Baek Do Yeong, que cresceram em continentes diferentes após o divórcio dos pais, mas fazem amizade com uma vizinha ao se encontrarem nos verões, Song Ha Gyeong (Choi Sung Eun).

No entanto, quando adultos, os gêmeos perdem contato com Ha Gyeong, até que uma tragédia acontece e Do Ha precisa compartilhar uma dolorosa verdade com ela.

Queridos X (6/11)
Foto: divulgação/Viki

Por trás da fachada glamorosa da atriz Baek Ah Jin (Kim You Jung), esconde-se um passado de abusos que a ensinou a explorar as emoções alheias para se vingar daqueles que considera seus inimigos.

Ela confia apenas em Yoon Joon Seo (Kim Young Dae), mas quando o leva ao limite, ele começa a questionar se não passa de mais um peão em seu perigoso jogo.

Rio sob o luar (7/11)
Foto: divulgação/Viki

O príncipe herdeiro de Joseon, que perdeu sua princesa herdeira, abdicou da própria felicidade e passou a pensar apenas em vingança. Quando seu plano finalmente deu o primeiro passo, ele encontrou o mercador Park Dal I, que carregava selas e era idêntico à falecida princesa herdeira. Por razões desconhecidas, os dois trocaram de corpos, mergulhando o país em uma série de eventos caóticos.

Ovo Frito Exclusive (7/11)
Foto: reprodução/Viki

Shinoda Hinako, aluna do segundo ano da grande editora Sengokusha, recebe ordens para se transferir para uma revista semanal, algo que ela jamais desejaria. Hinako começa a se deparar com uma variedade de furos jornalísticos, incluindo notícias do mundo do entretenimento, desfalques e mortes suspeitas. Qual o propósito das revistas semanais? Através do seu trabalho, Hinako tenta encontrar a sua própria resposta.

A Joia da Seção E (7/11)
Foto: reprodução/Prime Video

Jay-jay, a única garota da Turma E, espera um novo começo no ensino médio, mas logo se torna alvo das brincadeiras e planos de seus colegas barulhentos para fazê-la ir embora.

Em meio ao caos, amizades inesperadas florescem e mal-entendidos hilários levam a momentos emocionantes. Será que Jay-jay conseguirá sobreviver à loucura da Turma E, ou conquistará o coração deles?

Pyramid Game (10/11)
Foto: reprodução/Deadline

Todas as quintas-feiras à tarde, uma vez por mês, os alunos da Love High votam em uma pesquisa de popularidade. O resultado? Um sistema de classificação brutal que determina toda a hierarquia social da escola. Começando na base da pirâmide, será que a nova aluna transferida, Suji, conseguirá chegar ao topo? Ou será que ela vai derrubar o jogo de vez?

Bad Genius (17/11)
Foto: reprodução/Netflix

Lin, uma brilhante estudante do ensino médio, elabora e executa planos complexos de fraude para lucrar com provas acadêmicas junto com um grupo de colegas, culminando em uma importante prova nacional.

Taxi Driver 3 (21/11)
Foto: reprodução/Reddit

Um drama de vingança pessoal sobre a misteriosa empresa de táxis Rainbow Transport e o taxista Kim Do Gi, que busca vingança em nome de vítimas injustiçadas.

Observing Elena Evoy (24/11)
Foto: reprodução/Viki

Johann Pertan, um jovem popular, nobre, de beleza estonteante e com um talento acadêmico fora da curva, é sempre o centro das atenções na escola de elite que frequenta. Porém, ele fica furioso quando perde o primeiro lugar no vestibular de admissão para a pouco conhecida Elena Evoy, filha de uma família de viscondes que está passando por momentos difíceis.

 

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Leia também: RM coloca o BTS no centro das discussões da APEC e reforça o impacto do K-pop como força cultural e econômica

 

Texto revisado por Simone Tesser @simone_alleotti

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Cultura turca Notícias

Dia da República: por que esse feriado é tão importante para os turcos?

Data celebra a fundação da Turquia moderna e o legado de Mustafa Kemal Atatürk, líder que transformou o país em uma nação republicana

 

Em 29 de outubro de 1923, decorrente da vitória da Guerra Nacional da Independência e da assinatura do Tratado de Paz de Lousanne, o Império Otomano foi extinto dando lugar à República da Turquia, sob comando do Mustafá Kemal Atatürk. 

Junto da declaração, houve uma série de mudanças, como maior separação de Estado e religião, com a abolição da Lei Xaria. Outras mudanças incluem a adoção do calendário e sistema de horário internacional.

Avançado alguns anos, em 1930, o direito ao voto para mulheres foi concedido e, em 1934, foi proclamada a lei que atribui aos cidadãos um sobrenome, dando ao presidente o nome de Atatürk (pai dos turcos).

Foto em preto e branco de Mustafá Kemal Atatürk
Foto: reprodução/ Historia Nacional Geographic
Celebrações 

A celebração da data se dá com eventos patrióticos pelo país. Desfiles cívicos com bandeiras e bandas, apresentações de danças tradicionais, recitais de poesia e discursos também entram na lista.

Aparição em dizis

Sendo um feriado nacional, é natural que tenha menções a ele em obras audiovisuais. Confira exemplos abaixo:

Uzak Şehir (2024)

Kızılcık Şerbeti (2022)

Cena de Kızılcık Şerbeti
Foto: reprodução/ Onedio

Yalı Çapkını (2022)

Kıskanmak (2025)

Cena de Kıskanmak
Foto: reprodução/ Bursada Bugün

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Crítica | Festival do Rio: Leandra Leal produz e dirige documentário que celebra o reencontro com sua mãe

Leandra Leal dirige um retrato íntimo e sensível da relação com sua mãe, Ângela Leal, durante o confinamento da pandemia

Em Nada a Fazer, Leandra Leal apresenta um documentário que mergulha na relação entre mãe e filha durante o confinamento da pandemia de COVID-19. Através de uma abordagem íntima e sensível, o filme acompanha a transformação dessa relação, marcada por momentos de proximidade e reflexão. A decisão de estudar a peça Esperando Godot, de Samuel Beckett, serviu como ponto de partida para uma jornada de autodescoberta e conexão familiar.

A escolha de capturar o processo de leitura e estudo da peça de forma artesanal e íntima confere ao documentário uma autenticidade que ressoa com o espectador. As imagens de arquivo familiar entrelaçadas com as cenas atuais criam uma narrativa que transcende o tempo, celebrando a memória e a continuidade da arte no seio familiar. A direção de Leandra Leal é habilidosa ao equilibrar momentos de silêncio e diálogo, permitindo que a relação entre as duas se revele de maneira orgânica.

O elenco, composto por Leandra Leal, Ângela Leal e Júlia Leal Youssef, entrega performances comoventes que capturam a complexidade emocional da convivência forçada e do reencontro. A química entre mãe e filha é palpável, e a presença de Júlia adiciona uma camada de profundidade à dinâmica familiar. As atuações são naturais e despretensiosas, contribuindo para a autenticidade do filme.

Foto: reprodução/Festival do Rio

A fotografia de Guilherme Burgos e a direção de arte de Tati Bond complementam a narrativa, utilizando espaços domésticos e objetos cotidianos para criar uma atmosfera acolhedora e introspectiva. A iluminação suave e os planos fechados enfatizam a intimidade dos momentos compartilhados, enquanto a montagem de Marília Moraes mantém o ritmo do filme fluido e envolvente.

Nada a Fazer é um documentário que celebra a arte, a memória e os laços familiares. Leandra Leal consegue transformar um período de confinamento em uma oportunidade para explorar e fortalecer a relação com sua mãe, oferecendo ao público uma obra que é ao mesmo tempo pessoal e universal. O filme é uma homenagem ao teatro como espaço de transformação e à importância da conexão humana em tempos desafiadores.

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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