Categorias
Cinema Notícias

Do Youtube ao cinema: Chris Stuckmann estreia na direção com Terror em Shelby Oaks, produzido por Mike Flanagan

Primeiro longa do youtuber conta com produção de Mike Flanagan e tem estreia marcada para a véspera do Halloween

Conhecido por suas análises e críticas sobre cinema no YouTube, o americano Chris Stuckmann está embarcando em uma nova fase da carreira como diretor.  O youtuber fará sua estreia atrás das câmeras com o aguardado Terror em Shelby Oaks, que chega aos cinemas brasileiros no dia 30 de outubro, véspera de Halloween, com distribuição da Diamond Films.

Contando com referências dos clássicos modernos do gênero como A Bruxa de Blair (1999) e O Segredo do Lago Mungo (2008), o longa acompanha Mia (Camille Sullivan), uma mulher obcecada em descobrir o paradeiro da irmã Riley (Sarah Durn), desaparecida de forma misteriosa. Riley fazia parte do grupo The Paranormal Paranoids, que criava vídeos de caça a fantasmas para a internet, até que uma dessas investigações dá errado.

Terror em Shelby Oaks
Foto: divulgação/Diamond Films

Com mais de 2 milhões de inscritos em seu canal, Stuckmann usou justamente o universo em que está inserido para idealização do roteiro: o da criação de conteúdo online. Em entrevista ao portal Mama’s Geeky o cineasta contou que a idealização de Shelby Oaks nasceu da produção de um trabalho com sua mulher: “quando minha esposa e eu fazíamos esquetes para o YouTube, e todo ano fazíamos especiais de Halloween. No quarto ano, decidimos fazer um filme sobre YouTubers que desapareciam em uma cabana na floresta. (…) A primeira semente de Shelby foi essa”, revelou.

O projeto conta com produção executiva de Mike Flanagan, o aclamado nome por trás de A Maldição da Residência Hill (2018) e A Maldição da Mansão Bly (2020). Em entrevista ao AwardsWatch, o diretor revelou como Flanagan se envolveu no filme: “Ele acabou se tornando uma presença forte na pós-produção quando viu um corte de duas horas e meia e disse: ‘quero, de fato, estar envolvido oficialmente nisso’, porque adorou o que assistiu”.

Além da direção, Stuckmann também produziu o roteiro ao lado de Sam Liz. Terror em Shelby Oaks conta com distribuição da Diamond Films e promete ser o programa ideal para quem ama sustos e boas histórias sobrenaturais neste Halloween. 

 

Assista aos trailers oficiais do longa:

 

Você vai assistir ao filme? Conta pra gente, siga o Entretetizei nas redes sociais — Facebook, Instagram e X — e não perca as novidades do mundo do entretenimento.

Texto revisado por Larissa Couto 

 

Categorias
Cultura pop Entretenimento Entrevista Entrevistas Notícias Novelas Séries

Entrevista | Jéssika Alves reflete sobre os desafios do formato vertical e sucesso relâmpago de A Vida Secreta do Meu Marido Bilionário

Atriz conta a sua trajetória e reflete sobre a experiência de atuar em uma série que se tornou um fenômeno global

A atriz Jessika Alves conversou com exclusividade com o Entretê sobre os desafios da atuação em produções verticais e refletiu sobre o enorme sucesso de A Vida Secreta do Meu Marido Bilionário, série que se tornou um fenômeno mundial.

Jéssika iniciou sua trajetória artística aos quinze anos, participando de cursos de teatro e oficinas de interpretação. Dois anos depois, em 2009, estreou na televisão em grande estilo interpretando a patricinha Norma Jean na temporada daquele ano da série teen Malhação, da TV Globo. Seu personagem teve uma grande repercussão na época e fez muito sucesso entre o público jovem, marcando o início de uma carreira de destaque.

Após deixar a trama, a atriz assumiu o comando da TV Globinho por um período e, em 2011, surpreendeu ao viver a prostituta Vânia em Insensato Coração. No ano seguinte, interpretou Laís em Amor Eterno Amor (2012) e, ainda em 2012, deu vida à personagem Manuela na série Preamar da HBO. Em Em Família (2014), foi Guiomar e logo depois  participou da segunda fase da novela Os Dez Mandamentos, sucesso da Record TV. Em 2017, encantou o público como a doce Helena, em Tempo de Amar (2017). 

Foto: divulgação/Agência Makauk

Pouco tempo depois, assinou contrato com a Record, em 2018, para gravar a minissérie Jesus, na pele da marcante Maria de Betânia, irmã de Lázaro. Em 2021, mostrou uma nova faceta inédita em sua carreira ao interpretar sua primeira vilã, Shakia, em Gênesis, e, posteriormente, brilhou como Siloé, protagonista das duas últimas temporadas da série Reis (2020).

Mas foi em 2025 que Jéssika viveu um dos momentos mais marcantes de sua carreira. Protagonizando A Vida Secreta do Meu Marido Bilionário, a atriz viu a produção se tornar um verdadeiro fenômeno global, ultrapassando mais de 320 milhões de visualizações na plataforma ReelShort. A série, primeira produção brasileira do streaming especializado em microdramas verticais, conquistou o público global e despontou como um novo marco no audiovisual brasileiro.

O formato pensado especialmente para quem consome conteúdo pelo celular representa uma revolução na maneira de contar histórias e promete abrir novas portas para produções nacionais.

Hoje, Jéssika celebra o alcance internacional de seu trabalho e fala com entusiasmo sobre essa nova fase de sua carreira, o crescimento das plataformas digitais e o impacto do formato vertical no Brasil. 

Confira a entrevista exclusiva na íntegra:

Foto: divulgação/Agência Makauk

Entretetizei: O microdrama A Vida Secreta do Meu Marido Bilionário se tornou um fenômeno global, que vem transformando a maneira como as histórias são contadas e consumidas. Qual foi o seu maior desafio ao atuar neste formato?

Jéssika Alves: O maior desafio foi entender a dinâmica de um formato que exige intensidade e clareza em poucos segundos. No microdrama, não há tempo para longas construções de personagem ou pausas dramáticas – tudo precisa ser preciso, verdadeiro e direto. É uma atuação quase cirúrgica, mas ao mesmo tempo muito viva, porque a câmera do celular está ali, colada em você. É uma experiência diferente do que eu estava costumada a viver em produções tradicionais.

E: O que te chamou mais atenção no projeto A Vida Secreta do Meu Marido Bilionário e te motivou a aceitar o convite para participar da série?

JA: O que mais me chamou atenção foi justamente o ineditismo do formato. Eu fiquei curiosa para entender como uma história com tanto drama e reviravolta caberia dentro de um modelo vertical, pensado para o celular. Além disso, o projeto tem uma linguagem moderna, uma narrativa ágil e um alcance enorme – ele conversa diretamente com a forma como o público consome conteúdo hoje. Participar disso me pareceu uma oportunidade de me conectar com esse público e com o futuro do audiovisual.

E: Ainda sobre A Vida Secreta do Meu Marido Bilionário, como você enxerga essa maneira menos tradicional de contar histórias? Acredita que ainda existe um certo preconceito com esses tipos de narrativas?

JA: Acho que toda nova linguagem enfrenta um certo estranhamento no começo, mas é natural. O importante é que o público está assistindo, se emocionando e se conectando – e isso é o que me move. O formato vertical veio pra somar, não pra substituir. Ele amplia as possibilidades de contar histórias e de alcançar novas gerações, o que é muito potente.

E:  Esse formato de microdrama exige uma atuação mais direta e adaptada às telas de celular. Como foi ajustar sua interpretação para cenas tão curtas e intensas? Houve uma preparação específica?

JA: Sim, houve uma adaptação. É um exercício de síntese emocional. A preparação foi muito voltada para essa agilidade de entrar e sair das emoções rapidamente, sem deixar o espectador sentir que foi algo apressado. Não tive muito tempo para me preparar, mas busquei estudar com as ferramentas que tinha na mão. 

E: Jéssika, você fez parte de uma geração marcante de atores revelados por Malhação. Na sua visão, Malhação ainda faz falta para a nova geração ou o espaço dela tem sido preenchido por outros projetos, como os microdramas, que podem vir a ser o futuro do audiovisual brasileiro?

JA: A Malhação foi uma grande escola e um marco na formação de muitos atores, inclusive na minha. Ela tinha esse papel de  apresentar novas caras e novas histórias. Hoje, os microdramas e as produções digitais estão, de certa forma, ocupando um espaço parecido – só que adaptados à linguagem do tempo em que vivemos. O público jovem quer ver esse tipo de história: que fale a língua das redes.

E: Por fim, que conselho você daria para jovens atores que estão começando agora a atuar no formato vertical e desejam construir uma carreira sólida na era digital?

JA: Eu diria para estudarem e se manterem curiosos. O formato é novo, mas os fundamentos da atuação continuam os mesmos: verdade, escuta e entrega. Ao mesmo tempo, é importante entender o meio – saber se posicionar diante da câmera, compreender a linguagem das redes e não ter medo de experimentar.

E aí, gostou de saber mais sobre a Jessika Alves e o sucesso da série A vida secreta do meu marido bilionário? Conta para gente nas redes sociais do Entretê (X, Facebook) e Instagram) e não perca as novidades do mundo do entretenimento.

Leia também: 

 

Texto revisado por Cristiane Amarante @cris_tiane_rj

Categorias
Cinema Cultura Eventos Notícias

5 Filmes da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo que dão protagonismo ao olhar feminino

Entre obras de ficção e documentários, 49ª edição do festival enfatiza a força dos trabalhos de diretoras como Tata Amaral, Flavia Castro, Rafaela Camelo, Karol Maia e Djin Sganzerla

Os cinéfilos de plantão já estão em contagem regressiva para a 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo que começa nesta quinta-feira (16) e vai até o dia 30 de outubro. 

A Mostra é uma ótima oportunidade para o público se aprofundar — quando não conhecer — o trabalho de diferentes cineastas, sejam elas consagradas ou novatas. Por isso, se você está em busca de diretoras interessantes, com filmes emocionantes e complexos, confira a seguir 5 ótimas dicas para aproveitar o festival:

A Natureza das Coisas Invisíveis 
Créditos: divulgação/49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo

O longa de estreia da cineasta Rafaela Camelo narra a história da pequena Glória, uma menina de 10 anos que passa as férias no hospital onde sua mãe trabalha como enfermeira. É ali que ela conhece Sofia, uma criança que está convencida de que a sua bisavó só piorou desde que foi internada. Juntas, elas encontram conforto uma na companhia da outra, inclusive quando uma partida parece inevitável, e fazem deste um verão inesquecível.

O filme foi destaque no Festival de Gramado, onde levou três Kikitos, e encerrou o Festival de Brasília. Com distribuição da Sessão Vitrine Petrobras, o filme estreia em 27 de novembro nos cinemas.

Horários das sessões na Mostra de São Paulo:

  • 27/10, às 19h40, no Reserva Cultural (Sala 2)
  • 28/10, às 19h20, na Cinemateca (Sala Oscarito)
Aqui Não Entra Luz 
Créditos: divulgação/49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo

Premiado no Festival de Brasília com o Candango de Melhor Direção para Karol Maia, o filme é uma investigação sobre a realidade enfrentada pelas trabalhadoras domésticas do país. Combinando uma pesquisa histórica precisa com os relatos e as vivências que acompanhou por meio do ofício da sua mãe, a cineasta aponta os rastros da escravidão que permanecem até hoje. Com distribuição da Embaúba Filmes, o filme chega aos cinemas em 2026.

Horários das sessões na Mostra de São Paulo:

  • 25/10, às 21h30, no Reserva Cultural (Sala 2)
  • 27/10, às 16h50, no Cinesesc
Cyclone 
Créditos: divulgação/49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo

Com direção de Flavia Castro (Deslembro, 2019), o longa é ambientado na capital paulista no início do século XX e conta a história de Cyclone, interpretada por Luiza Mariani (Todas as Canções de Amor, 2018). O filme se inspira livremente em uma figura pouco conhecida do Modernismo brasileiro para retratar os esforços de uma dramaturga para ter seu trabalho reconhecido. Quando seu sonho finalmente parece ao seu alcance ela entende que seu maior obstáculo é ter nascido em um mundo onde as mulheres sequer são donas do próprio corpo.

O elenco conta ainda com nomes como: Eduardo Moscovis (Ela e Eu), Karine Teles (Benzinho), Luciana Paes (Sinfonia da Necrópole), Magali Biff (Pela Janela), Rogerio Brito (Um Ano Inesquecível – Primavera) e Ricardo Teodoro (Baby). Com distribuição da Bretz Films, o longa chega aos cinemas em 27 de novembro.

Horários das sessões na Mostra de São Paulo:

  • 18/10, às 21h45, no Espaço Petrobras de Cinema (Sala 1)
  • 26/10, às 14h40, no Instituto Moreira Salles – Paulista
Eclipse 
Créditos: divulgação/49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo

Com direção e protagonismo de Djin Sganzerla, o filme é um suspense centrado em Cleo, uma astrônoma de 43 anos, grávida e emocionalmente fragilizada, surpreendida pela visita de Nalu, sua meia-irmã de origem indígena. O encontro revela segredos sombrios e desperta memórias fragmentadas em Cleo, levando as duas mulheres a investigações obscuras. Entre ciência e ancestralidade, razão e intuição, surge um elo inesperado que transforma as duas irmãs.

Com distribuição da Mercurio Filmes, Eclipse chega aos cinemas em 2026.

Horários das sessões na Mostra de São Paulo:

  • 19/10, às 17h20, no Cinesesc
  • 22/10, às 15h10, no Reserva Cultural (Sala 2)
Um Céu de Estrelas 
Créditos: divulgação/49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo

Sucesso da diretora Tata Amaral, o filme é revisitado agora em uma versão remasterizada. Baseado no romance homônimo de Fernando Bonassi, o longa acompanha Dalva, uma cabeleireira que encontra uma oportunidade de se livrar do universo opressivo em que vive ao ter a chance de disputar a final de um concurso em Miami, nos Estados Unidos.

Estrelado por Leona Cavalli e Paulo Vespúcio Garcia, Um Céu de Estrelas tem distribuição da Gullane+ e retorna aos cinemas em 2026.

Horários das sessões na Mostra de São Paulo:

  • 17/10, às 21h, na Cinemateca (Sala Grande Otelo)

Qual dos filmes você quer conferir durante a Mostra? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei Facebook, Instagram e X e nos siga para não perder as novidades do mundo do entretenimento.

Leia também: Por que você deveria ir ao show de Rauw Alejandro

 

Texto revisado por Larissa Couto

Categorias
Cultura pop Música Notícias

Joji retorna com nova música: Pixelated Kisses

 O single marca seu primeiro lançamento desde SMITHEREENS, álbum que incluiu o sucesso mundial Glimpse of Us

 

Após um hiatus de três anos, Joji retornou na última terça-feira (14) com uma música totalmente escrita, produzida e gravada pelo artista, intitulada Pixelated Kisses

Com os característicos vocais minimalistas de Joji e um refrão marcante, que se unem a uma batida de trap crua, o resultado é uma aula sobre a arte da simplicidade. O produto final é sombrio, melancólico e inesquecível, um reflexo direto da essência de sua arte e do que a torna tão especial.

 

Desde sua exponente ascensão em 2014, com o sucesso Slow Dancing in the Dark, Joji lançou três álbuns aclamados pelo público —  BALLADS 1 (2018), Nectar (2020) e SMITHEREENS (2022), que apresentou seu single de maior sucesso até hoje, Glimpse of Us.

 

Como estratégia de divulgação, Joji realizou turnês internacionais e se apresentou em grandes festivais, como Coachella, Lollapalooza e Reading & Leeds. Em 2023, ele embarcou nas turnês de arena OBLIVION e PANDEMONIUM, totalizando 41 shows, com datas esgotadas em locais como Madison Square Garden, Kia Forum e Gunnersbury Park, em Londres.

 

OUÇA “PIXELATED KISSES” AQUI

 

O que achou do single? Conta pra gente e siga o Entretetizei nas redes sociais — Facebook, Instagram e X — e não perca as novidades do mundo do entretenimento.

 

Leia também: The Eras Tour, a turnê histórica de Taylor Swift, ganha docussérie e filme-concerto ainda este ano

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

 

Categorias
Especiais Notícias Séries

Especial | Gilmore Girls completa 25 anos, relembre momentos marcantes

Popular nos anos 2000, série continua fazendo sucesso

Estamos em outubro e, no hemisfério norte, o mês marca o início do outono. Lá, o tempo começa a ficar um pouco mais gelado, bebidas quentes com sabor de abóbora são vendidas em todas as cafeterias e as folhas ficam alaranjadas no topo das árvores antes de caírem. 

A estação é o principal cenário de uma das séries mais famosas dos anos 2000. Estamos falando de Gilmore Girls, que comemora 25 anos de seu lançamento neste ano! 

A série acompanha a vida de Lorelai (Lauren Graham) e Rory Gilmore (Alexis Bledel), mãe e filha, que moram em uma pequena cidade chamada Stars Hollow, com população caricata e nada convencional. A produção, com diálogos dinâmicos, regados a ironias, referências a bandas de rock e cultura pop da época, acompanha a rotina das personagens que, além do vínculo parental, são melhores amigas e viciadas em cafeína. 

Escrita e produzida por Amy Sherman-Palladino, Gilmore Girls originalmente teve sete temporadas. Contudo, em 2016, a Netflix lançou o revival Gilmore Girls: A Year in the Life. A produção uniu fãs que acompanharam a série durante o seu lançamento e aqueles que conheceram a produção depois que foi adicionada ao catálogo do streaming. 

Mesmo depois de tanto tempo, a série ainda é muito reconhecida pelos fãs e amantes de séries. Inclusive, no dia 3 de outubro, a atriz Lauren Graham recebeu a sua estrela na Calçada da Fama em Hollywood. Na cerimônia, colegas de elenco estiveram presentes e prestigiaram a eterna Gilmore. Além disso, Palladino fez um discurso que destacou o brilhantismo da atriz e da personagem.

Para celebrar os 25 anos de Gilmore Girls, o Entretê preparou uma seleção dos melhores momentos da série que marcou gerações! 

Formatura da Rory (Temp 3 | Ep 22)
Foto: reprodução/ Woman in Revolt

A série inicia com Rory sendo admitida para estudar em Chilton, uma escola particular. Para realizar o sonho da filha, Lorelai recorre à ajuda financeira de Richard (Edward Herrmann) e Emily Gilmore (Kelly Bishop), seus pais, que aceitam pagar pelos estudos da neta, contando que as duas jantem com eles todas as sextas-feiras.

Durante seus estudos, Rory se destaca pela inteligência e acaba se tornando oradora durante a cerimônia de formatura de sua turma. Durante seu discurso, ela afirma que seu maior exemplo sempre foi a sua mãe, de quem recebeu o nome e sangue, e que sempre encheu sua casa de histórias e alegria. 

Não se esqueça de preparar um lencinho ao assistir a esta cena que, com certeza, é um dos momentos mais emocionantes da série, impossível não se emocionar.

Competição de Dança ( Temp 3 | Ep 7)
Foto: reprodução/Film School Rejects

Stars Hollows possui uma agenda de eventos malucos e um deles, é a competição de dança que dura 24 horas. Todos os casais devem se manter na pista, se movendo o tempo todo e o último casal a desistir é intitulado como campeão. 

Lorelai obriga Rory a ser seu par durante a competição maluca, mas as coisas saem do controle quando o sapato de Lorelai quebra e Dean (Jared Padalecki), namorado de Rory, vai ao resgate da amada. 

Tudo estaria bem se Rory não estivesse de olho em Jess (Milo Ventimiglia), o bad boy. A competição acaba com uma discussão que leva ao fim do relacionamento com Dean, deixando-a livre para se relacionar com Jess.

O episódio marca o começo de um relacionamento que divide os fãs. Particularmente sou eternamente #TeamJess! 

Inauguração do Dragonfly Inn (Temp 4 | Ep 22)
Gif: reprodução/Gilmore Girls Brasil

Depois de muitos empecilhos e dificuldades, Lorelai consegue abrir um hotel com sua melhor amiga, Sookie (Melissa McCarthy), chamado Dragonfly Inn. Mas, como nada acontece de forma corriqueira na série, as donas convidam os moradores de Stars Hollow para fazer um teste do funcionamento do local.

Com vários personagens caricatos reunidos em um único local, várias situações inusitadas acontecem, como Sookie ter esquecido seu aniversário de casamento, Kirk (Sean Gunn), um dos moradores da cidade, ter terrores noturnos e as portas do quarto chegarem ao mesmo tempo que os hóspedes. 

O ponto alto do episódio é a vida amorosa das personagens. Nele, Lorelai e Luke (Scott Patterson), dono da lanchonete local, finalmente se beijam e declaram seu amor, momento que foi esperado ansiosamente pelos fãs! 

Ao passo que Lorelai dá um passo positivo em relação ao amor, Rory toma uma atitude equivocada que machuca algumas pessoas. 

Brigada da Vida e Morte (Temp 5 | Ep 7)
Foto: reprodução/ Woman in Revolt

Como parte de uma investigação para o jornal Yale Daily News, Rory conhece a Brigada da Vida e Morte, uma sociedade secreta da Universidade de Yale, cercada de mistério que envolve peripécias perigosas. 

Lá, Rory conhece melhor o sedutor Logan Huntzberger (Matt Czuchry), que tem demonstrado interesse pela garota. Durante a sua investigação, Rory é levada para um acampamento e descobre o experimento de vida ou morte que o clube preparou, e Logan a obriga a participar da experiência.

Rory e Lorelai fazem as pazes (Temp 6 | Ep 9)
Gif: reprodução/Pinterest

Depois de se sentir perdida e ter abandonado a faculdade, algo que causou uma briga entre mãe e filha, levando Rory a morar na casa de piscina de seus avós,  a garota é confrontada por Jess, que está fazendo uma visita depois de ter mudado de cidade. 

Rory decide retornar para a faculdade, quebrando o gelo que havia entre ela e Lorelai. A reconciliação acontece por ligação, enquanto Rory dirige até a casa de sua mãe, que a recebe com um grande abraço e um diálogo que envolve sarcasmo e muito carinho.

 

E aí, qual desses momentos é o seu favorito? Comente e siga o Entretetizei nas redes sociais — Facebook, Instagram e X — e não perca as novidades do mundo do entretenimento.

 

Leia também: Quase 20 anos de estreia de Hannah Montana a série que moldou uma nova geração da música pop

 

Texto revisado por Cristiane Amarante @cris_tiane_rj

 

Categorias
Entretenimento Especiais Livros

Especial | Feitiços e literatura: quais livros encantariam os professores de Hogwarts?

Descubra quais obras combinam com a personalidade e com os segredos dos professores mais memoráveis de Harry Potter

[Contém spoiler]

O Dia dos Professores é uma data para celebrar quem dedica a vida a ensinar, inspirar e transformar. Mais do que transmitir conhecimento, os mestres são guias que despertam curiosidade, ampliam horizontes e nos lembram de que aprender é uma forma de magia.

No universo de Harry Potter, os professores de Hogwarts cumprem exatamente esse papel. Entre feitiços, poções e profecias, cada um deles ensina muito mais do que o seu conteúdo: compartilham coragem, sabedoria, humor e, até mesmo, falhas humanas que os tornam inesquecíveis. São figuras que moldam não apenas bruxos e bruxas, mas também leitores que cresceram sonhando com aquelas salas de aula cheias de mistério.

Foto: reprodução/Wizarding World

Pensando nisso, o Entretetizei preparou uma lista especial com quinze livros que os professores de Harry Potter provavelmente leriam. De clássicos da filosofia a poemas sobre flores e renascimentos, essas escolhas refletem suas personalidades, seus dilemas e suas paixões. Porque, no fim das contas, todo bom professor – bruxo ou trouxa – é também um eterno aprendiz.

Remo Lupin
Foto: reprodução/Wizarding World

Publicado em 1886, O Médico e o Monstro é um dos grandes clássicos da literatura gótica. A trama acompanha o respeitável Dr. Jekyll, que cria uma poção capaz de libertar o seu lado mais obscuro: o temido Sr. Hyde. O romance explora, com maestria, o conflito entre razão e instinto, civilidade e brutalidade, revelando que o verdadeiro horror pode habitar dentro de cada um de nós.

Foto: divulgação/Penguin Companhia/Entretetizei

Lupin certamente se veria nas páginas de Stevenson. Assim como Jekyll, ele vive dividido entre a sua natureza racional e o monstro que carrega dentro de si. Sensível e introspectivo, o professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, no livro Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (1999), encontraria na leitura uma reflexão profunda sobre identidade, controle e aceitação – temas que o acompanham desde a infância.

Rúbeo Hagrid 
Foto: reprodução/Wizarding World

Em O Guia das Criaturas Mágicas: Desbravando Terras Brasileiras, Thaís Câmara (2019) recria o imaginário do folclore brasileiro com um olhar naturalista e um coração de sonhadora. Entre as páginas ilustradas, o leitor descobre seres fantásticos da fauna e flora nacionais, assim como entidades protetoras das matas e criaturas que desafiam a lógica. O livro mistura pesquisa, imaginação e afeto por um Brasil mágico e selvagem.

Foto: divulgação/Editora Letramento/Entretetizei

Para Hagrid, que foi professor da disciplina Trato das Criaturas Mágicas em Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (1999), essa seria uma leitura obrigatória. Ele se apaixonaria instantaneamente pelas criaturas do folclore brasileiro e se dedicaria a aprender cada detalhe sobre seus hábitos e habitats. O livro o inspiraria a embarcar em uma nova aventura – talvez um intercâmbio com o Ministério da Magia brasileiro ou um curso inédito em Hogwarts: Trato das Criaturas Mágicas Tropicais.

Dolores Umbridge 
Foto: reprodução/Wizarding World

Escrito em 1532, O Príncipe é o tratado mais famoso sobre poder e política já produzido. Maquiavel analisa como os governantes conquistam, mantêm e ampliam sua autoridade, discutindo virtude, fortuna e moralidade com impressionante frieza e lucidez. Tanto tempo depois de sua publicação, o livro continua a provocar debates sobre ética e liderança.

Foto: divulgação/Penguin Companhia/Entretetizei

Umbridge, que foi professora de Defesa Contra as Artes das Trevas em Harry Potter e a Ordem da Fênix (2003), leria Maquiavel com entusiasmo e faria marcações com a sua inseparável caneta rosa. Convencida de que o autor apenas confirma suas crenças, veria, nas páginas do livro, uma validação para suas práticas autoritárias e seu amor pela hierarquia. Enquanto Maquiavel propõe reflexão, ela leria instruções.

Albus Percival Wulfric Brian Dumbledore 
Foto: reprodução/Wizarding World

Clássico da educação e da filosofia humanista, Pedagogia do Oprimido (1968) é uma das obras mais influentes de Paulo Freire. O autor propõe uma educação libertadora, baseada no diálogo, na consciência crítica e na transformação social. Para Freire, ensinar é um ato político e aprender é um processo coletivo de emancipação.

Foto: divulgação/Paz & Terra/Entretetizei

Dumbledore, que foi professor de Transfiguração e de Defesa Contra as Artes das Trevas antes de se tornar diretor de Hogwarts em 1956, certamente se encantaria pelas ideias de Freire. Como educador, ele sempre acreditou que o conhecimento deve libertar, não dominar. Sua postura diante dos alunos e da própria comunidade mágica reflete o espírito freireano: empatia, escuta e fé no potencial de cada ser humano (ou bruxo).

Mais do que um livro sobre ensino, Pedagogia do Oprimido é uma reflexão sobre poder, justiça e coragem moral, temas que ecoam nas decisões e dilemas de Dumbledore. Ele o leria não apenas como um manual de educação, mas como um espelho de sua própria missão: formar mentes críticas e corações livres, mesmo diante de uma época tomada pelas trevas.

Madame Hooch 
Foto: reprodução/Wizarding World

No romance Eu Fui Amelia Earhart (1998), Jane Mendelsohn conta a história da lendária aviadora Amelia Earhart, desaparecida em 1937, na costa da Nova Guiné, com o navegador Fred Noonan. Entre o real e o mítico, a autora transforma o mistério em poesia, em uma narrativa sobre liberdade, coragem e o desejo de ultrapassar fronteiras, sejam elas geográficas ou interiores. É um livro para quem gosta de sonhar sem tirar os pés do chão.

Foto: divulgação/Editora Rocco/Entretetizei

A instrutora de voo e árbitra dos jogos de Quadribol em Harry Potter e a Pedra Filosofal (1997), se veria em cada página de Amelia. Ela admiraria o espírito livre da aviadora e a forma como Mendelsohn transforma o voo em metáfora da própria vida: uma jornada de risco, descoberta e beleza. A leitura seria, para ela, um lembrete de que quem vive nas alturas nunca se contenta com o chão.

Sibila Trelawney
Foto: reprodução/Wizarding World

Com humor e sensibilidade, Italo Calvino conta, em O Visconde Partido ao Meio (1952), a história do Visconde de Terralba, um homem literalmente dividido em duas metades – uma boa e outra má – depois de um acidente em batalha no qual ele é atingido por um tiro de canhão. A partir dessa fábula absurda e encantadora, o autor reflete sobre a dualidade humana e o desafio de ser inteiro em um mundo de extremos.

Foto: divulgação/Companhia das Letras/Entretetizei

Trelawney, que é professora de Adivinhação em Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (1999), certamente se encantaria com um personagem dividido entre o bem e o mal – e provavelmente veria nisso um presságio do futuro de algum aluno. Seu gosto pelo excêntrico e pelo simbólico encontraria eco no humor metafísico de Calvino. Afinal, se uma Trelawney já é capaz de deixar todos confusos, imagine duas.

Pomona Sprout
Foto: reprodução/Wizarding World

Na coletânea de poemas ilustrados o que o sol faz com as flores (2018), rupi kaur fala sobre crescimento, cura e pertencimento. Dividido em cinco partes – murchar, cair, enraizar, crescer e florescer –, o livro celebra os ciclos da vida e o poder regenerador do amor e da natureza. Uma leitura delicada e luminosa sobre encontrar beleza mesmo após as tempestades.

Foto: divulgação/Editora Planeta/Entretetizei

Como boa guardiã das estufas de Hogwarts, a professora de Herbologia, em Harry Potter e a Câmara Secreta (1998), se identificaria com a poesia de kaur e suas metáforas botânicas sobre renascimento. Veria, nas flores da autora, a mesma força que encontra em suas mandrágoras e heras encantadas: a capacidade de brotar mesmo depois de um inverno difícil. Ler esse livro seria, para ela, um exercício de esperança.

Severo Snape
Foto: reprodução/Wizarding World

Em uma cidade tomada por uma epidemia de treva branca, os habitantes perdem a visão e mergulham no caos. Com uma prosa hipnótica e reflexiva, José Saramago transforma essa fábula sombria em uma parábola sobre a fragilidade da civilização e a necessidade de enxergar com o coração. Ensaio Sobre a Cegueira (1995) é um clássico moderno sobre humanidade, lucidez e compaixão.

Foto: divulgação/Companhia das Letras/Entretetizei

Snape, que foi professor de Poções desde Harry Potter e a Pedra Filosofal (1997) e de Defesa Contra as Artes das Trevas em Harry Potter e o Enigma do Príncipe (2005), se veria nesse romance como alguém que, em meio à escuridão moral, ainda consegue ver e agir. Assim como a protagonista do romance, ele habita as zonas cinzentas da ética, movido por um amor silencioso e uma coragem invisível. Para ele, Saramago não seria apenas leitura, mas espelho.

Minerva McGonagall
Foto: reprodução/Wizarding World

Escrita no século V a.C., Antígona é uma das tragédias mais intensas da Grécia Antiga. A peça narra o embate entre Antígona e o rei Creonte. A protagonista de Sófocles quer enterrar o irmão, desafiando as leis da cidade em nome da moral e da família; e o líder de Tebas representa a ordem e o dever do Estado. O confronto entre os dois revela o eterno dilema entre justiça e obediência, consciência e poder.

Foto: divulgação/Penguin Companhia/Entretetizei

Poucos livros refletiriam tão bem o espírito de McGonagall, a professora de Transfiguração do trio principal desde Harry Potter e a Pedra Filosofal (1997), quanto Antígona. Firme, ética e guiada por um senso inabalável de dever, ela compreenderia o peso das escolhas morais e a coragem necessária para enfrentá-las, mesmo quando isso significasse desafiar seus superiores. Leria Sófocles como quem revisita a própria aula sobre honra e integridade.

Horácio Slughorn 
Foto: reprodução/Wizarding World

Ambientado na efervescência dos anos 1920, O Grande Gatsby (1925) retrata o milionário misterioso, Jay Gatsby, e a sua busca desesperada por amor, status e reconhecimento. Narrado por Nick Carraway, o romance é um retrato brilhante da ilusão e do brilho superficial da alta sociedade americana. Um clássico sobre vaidade, nostalgia e ambição.

Foto: divulgação/Penguin Companhia/Entretetizei

Slughorn, que tornou-se professor de Poções em Harry Potter e o Enigma do Príncipe (2005), se veria perfeitamente à vontade nas festas de Gatsby. Cercado de pessoas influentes e movido por um certo fascínio por estar rodeado de pessoas com grandes feitos, ele leria Scott Fitzgerald como quem reconhece velhos conhecidos. Ao mesmo tempo, perceberia, na solidão de Gatsby, um alerta: o prestígio pode ser encantador, mas a lealdade é um luxo ainda mais raro.

Fílio Flitwick
Foto: reprodução/Wizarding World

Grande Sertão: Veredas (1956) é a obra-prima de Guimarães Rosa. Um romance-labirinto narrado por Riobaldo, jagunço que rememora sua vida, suas guerras e seu amor por Diadorim. Em prosa poética e inventiva, o autor explora o sertão como território físico e existencial, onde se travam batalhas entre o bem e o mal, o humano e o divino, o real e o mágico.

Foto: divulgação/Companhia das Letras/Entretetizei

Professor da disciplina de Feitiços desde Harry Potter e a Pedra Filosofal (1997) e fundador do Clube de Duelos, o diretor da Casa Corvinal se deixaria fascinar pela alquimia linguística de Rosa. Encontraria, no sertão, o mesmo mistério que há nas varinhas: forças invisíveis que moldam o mundo. Entre um feitiço e outro, refletiria sobre o diabo que há em cada escolha humana – e, talvez, até descobrisse a música escondida nas veredas.

Gilderoy Lockhart
Foto: reprodução/Wizarding World

No clássico de Oscar Wilde, o belo e vaidoso Dorian Gray deseja permanecer jovem para sempre e tem seu pedido atendido após fazer um pacto implícito com o seu retrato. Enquanto ele mantém a aparência intacta, seu retrato, pintado por Basil Hallward, envelhece e carrega as marcas de sua corrupção. Uma fábula sombria sobre o culto à beleza, o narcisismo e o preço da vaidade.

Foto: divulgação/DarkSide Books/Entretetizei

O professor de Defesa Contra as Artes das Trevas em Harry Potter e a Câmara Secreta (1998), devoraria O Retrato de Dorian Gray (1890) com o mesmo entusiasmo com que coleciona prêmios e fotografias autografadas. Lockhart admiraria Dorian, invejaria o retrato e talvez nem percebesse a crítica. Para ele, seria menos uma tragédia moral e mais um manual de cuidados estéticos. Afinal, um rosto bem conservado é, em sua opinião, a melhor forma de imortalidade.

Quirino Quirrell
Foto: reprodução/Wizarding World

Símbolo do romantismo alemão, Fausto (1790) conta a história de um homem erudito que, insatisfeito com os limites do conhecimento humano, faz um pacto com Mefistófeles – o diabo – em troca de sabedoria e poder ilimitados. A partir desse acordo, Goethe constrói uma narrativa grandiosa sobre ambição, culpa e redenção, na qual o desejo de conhecer tudo pode custar a própria alma.

Foto: divulgação/Autêntica Editora/Entretetizei

Quirrell, que foi professor de  Defesa Contra as Artes das Trevas em Harry Potter e a Pedra Filosofal (1997), se identificaria de imediato com o drama de Fausto. Fascinado pela promessa de poder e incapaz de resistir à tentação do proibido, ele veria na história de Goethe um reflexo perturbador de suas próprias escolhas – especialmente a de servir Voldemort. Talvez lesse o livro em busca de compreensão… ou de justificativa para a sua escolha controversa.

Alastor Moody
Foto: reprodução/Wizarding World

Escrito há mais de dois mil anos, A Arte da Guerra é o mais célebre tratado sobre estratégia e tática militar. Em breves capítulos, o general chinês Sun Tzu ensina que vencer não depende apenas da força, mas também da inteligência, da observação e do domínio de si mesmo. Um guia atemporal sobre disciplina, planejamento e prudência.

Foto: divulgação/Penguin Companhia/Entretetizei

Veterano de batalhas e mestre em vigilância constante, Moody – que foi professor de Defesa Contra as Artes das Trevas em Harry Potter e o Cálice de Fogo (2000), ainda que sob o disfarce de Bartô Crouch Jr – encontraria, nesse livro, um manual para a vida. Identificaria, nos ensinamentos do autor, o equilíbrio entre prudência e coragem, e sublinharia cada lição sobre antecipar o inimigo. Para ele, não é apenas um livro de estratégia: é leitura obrigatória em tempos de enfrentamento das forças das trevas.

Firenze 
Foto: reprodução/Wizarding World

Em Cosmos (1980), Carl Sagan conduz o leitor por uma jornada poética através do espaço e do tempo. Unindo ciência, filosofia e humanidade, o astrofísico explora as origens do universo, o mistério da vida e o lugar da Terra na imensidão do cosmos. Um clássico que celebra o poder da curiosidade e a beleza do desconhecido.

Foto: divulgação/Companhia das Letras/Entretetizei

O centauro, que substituiu a professora Trelawney na disciplina de Adivinhação durante a narrativa de Harry Potter e a Ordem da Fênix (2003), encontraria, nesse livro, uma ponte entre a ciência dos homens e a sabedoria das estrelas. Fascinado pelos movimentos cósmicos e pela harmonia do universo, Firenze leria Sagan como quem contempla o firmamento com reverência e esperança. Seria uma leitura que confirma o que ele já sabe: estamos todos feitos da mesma matéria das constelações.

Ao final, fica a lembrança de que professores, sejam eles de Hogwarts ou do mundo real, deixam marcas que vão muito além do que está nos livros. Cada ensinamento e cada história compartilhada, é um feitiço que transforma a vida de quem aprende. E, se alguns de nossos mestres favoritos fossem leitores assíduos, certamente suas estantes estariam cheias de obras que refletem suas paixões, dilemas e sonhos, porque aprender e ensinar são, afinal, a mesma forma de magia.

Que este Dia dos Professores nos inspire a valorizar aqueles que guiam, iluminam e encantam, seja com varinhas ou com palavras.

Foto: reprodução/Wizarding World

Seu professor favorito de Harry Potter está nessa lista? Conta pra gente nas nossas redes sociais — Instagram, Facebook e X — e, se gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

Leia também: Se Bridgerton tivesse uma biblioteca: 12 livros que combinam com os personagens

 

Texto revisado por Ketlen Saraiva @lapidando_palavras

Categorias
Cinema Notícias

Corações Naufragados inicia filmagens em Sergipe e promete resgatar um episódio esquecido da Segunda Guerra Mundial

Filmado em locações históricas de Sergipe, o longa une romance e memória para reviver um dos capítulos mais esquecidos da história brasileira.

As gravações do longa-metragem Corações Naufragados começaram no último sábado, 4 de outubro, em Sergipe. A produção é da WG Produções e tem estreia prevista para meados de 2026 nos cinemas brasileiros. 

O filme revisita um episódio pouco explorado da história nacional: os ataques do submarino alemão U-507 à costa sergipana, em 1942, durante a Segunda Guerra Mundial. Evento que ceifou a vida de mais de 600 civis brasileiros e marcou para sempre a memória do povo nordestino.

O drama histórico é dirigido por Caco Souza, responsável por Atena (2025) e O Faixa Preta (2022), e conta com roteiro e produção executiva de Cacilda de Jesus, que produziu Velho Chico, a alma do povo Xokó (2024).

Imagem: reprodução/Papo de Cinema

Na trama, Lucinda Camargo (Olivia Torres) é uma jovem jornalista que ousa revelar sua verdadeira identidade após anos escrevendo sob um pseudônimo masculino. Em meio à efervescência política e aos horrores da guerra, ela se envolve com o Capitão Francisco da Silva (William Nascimento), oficial sergipano da Marinha e líder clandestino antinazista. Entre o amor e a resistência, o casal enfrenta a repressão, o preconceito e a tragédia de um país em convulsão.

O elenco reúne nomes consagrados da televisão e do cinema brasileiro, como Dalton Vigh (O Clone, 2001), Daniel de Oliveira (Cazuza: O Tempo Não Pára, 2004), Wagner Santisteban (A Grande Família: O Filme, 2007), assim como Mina Nercessian, Leonardo Medeiros, Gabi Britto, Domingos Antonio e Anne Samara, além de mais de 40 atores sergipanos, reforçando o compromisso do projeto com o fomento à produção regional.

Dirigir este projeto é uma responsabilidade e uma honra. Estamos contando uma parte fundamental e ainda pouco explorada da história recente do nosso país. É gratificante poder fazer isso ao lado de um elenco poderoso e de uma equipe técnica extremamente talentosa”, declarou Caco Souza.

As filmagens acontecem em locações históricas de Sergipe, e parte da narrativa também se passa no Rio de Janeiro, retratando o contraste entre o litoral sergipano e o ambiente urbano do centro político da época. 

Para a roteirista e produtora executiva Cacilda de Jesus, o longa é um ato de memória e resistência: “Corações Naufragados é mais do que um filme. É um tributo à memória, ao afeto e à resistência de um povo que testemunhou de perto os horrores da guerra. Nosso objetivo é transformar essa dor em reflexão e identidade cultural”, afirma.

Imagem: reprodução/GeekPopNews

Com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA/BRDE), o filme deve circular em festivais nacionais e internacionais antes da estreia oficial, e já negocia futuras exibições em plataformas de streaming, ampliando o diálogo entre arte, história e sociedade.

Ansiosos para essa estreia? Conta pra gente e não deixe de acompanhar pelas redes do Entretetizei – Facebook, Instagram e X – mais novidades sobre o cinema nacional e mundo do entretenimento.

Leia também: Entrevista | Ana de Santana estreia como atriz em Vermelho Sangue

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

Categorias
Entretenimento Livros Notícias Séries

Jogos de Herança, de Jennifer Lynn Barnes, ganha adaptação

Conheça a história e a ordem de leitura do universo de livros que será adaptado para série televisiva

Escrito pela mesma autora da série Academia dos Casos Arquivados, o sucesso Jogos de Herança teve sua adaptação confirmada na  última sexta (10) e já está em produção pela Lionsgate Television.

O projeto terá produção executiva da Temple Hill Entertainment, responsável por sucessos como A Saga Crepúsculo, a trilogia Maze Runner e A Culpa é das Estrelas. Jennifer Lynn Barnes atuará como produtora executiva garantindo que a essência dos livros seja preservada na tela.

Até o momento, não há informações sobre elenco, data de estreia ou se a produção será lançada simultaneamente no Brasil, mas, considerando o sucesso dos livros, é seguro esperar que a série seja distribuída internacionalmente. 

O universo de Jogos de Herança conta, atualmente, com sete livros publicados, sendo um deles uma coletânea de contos. Espera-se que a adaptação englobe ao menos os três primeiros livros da série.

Conheça os livros e sua ordem de leitura:

Livro 1 – Jogos de Herança:
Imagem: divulgação/Entretetizei

Avery Grambs, uma garota comum acostumada a sobreviver com o mínimo, vê sua vida virar de cabeça para baixo ao descobrir que herdou a imensa fortuna de Tobias Hawthorne – um homem que ela nunca conheceu.

Mas, para que isso aconteça, existe uma condição: Avery precisa morar por um ano na mansão Hawthorne, junto com toda a família, que não está nada satisfeita em perder aquilo que consideravam deles por direito. É nesse cenário que conhecemos os carismáticos irmãos Hawthorne – Nash, Grayson, Jameson e Xander – responsáveis por trazerem muito drama e mistérios para vida da protagonista. 

Entre enigmas, segredos e alianças improváveis, a narrativa se desenvolve em um ritmo digno da franquia Knives Out e, para descobrir por que foi escolhida, Avery precisará desvendar cada código a fim de vencer os jogos de Tobias, isso é, se ela sobreviver a eles primeiro.

Livro 2 – O Herdeiro Perdido:
Imagem: divulgação/Entretetizei

Prestes a completar um ano na mansão Hawthorne, Avery acreditava ter vencido o jogo. Depois de sobreviver a traições e ameaças, ela finalmente parecia ter se adaptado à rotina que sua nova vida exigia e encontrado espaço até mesmo para um romance. Mas na família Hawthorne nada permanece resolvido por muito tempo.

No segundo livro da saga, somos apresentados a um mistério muito mais pessoal e, dessa vez, é o próprio passado de Avery que coloca em jogo sua fortuna e a verdade sobre quem realmente é. 

Entre segredos de família e novos enigmas, Avery se vê não mais como uma herdeira, mas como peça central de um jogo de tabuleiro e agora precisa decidir cada jogada com precisão, escolhendo em quem confiar e até onde está disposta a ir para proteger o que conquistou. 

Com muito mistério e um romance incerto, Jennifer Lynn Barnes eleva o jogo a outro nível trazendo uma trama mais aprofundada e revelando que o verdadeiro mistério vai além da herança.

Livro 3 – A Aposta Final
Imagem: divulgação/Entretetizei

Se passando pouco depois de um ano do início da saga, Avery Grambs se provou uma grande jogadora, e acredita que agora que conquistou sua herança – e alguns corações – ela poderá finalmente viver em paz. 

Mas, sua tranquilidade é interrompida quando uma jovem aparece alegando ser neta de Tobias Hawthorne e um novo tabuleiro se forma.

A Aposta Final entrega dilemas emocionais, novas paixões e revelações surpreendentes, combinando romance, mistério e drama familiar na medida certa. Nesse novo jogo cada movimento pode custar tudo: da fortuna à vida daqueles que Avery ama. 

O encerramento da trilogia principal prova que, no mundo dos Hawthorne, nenhum jogo realmente termina. Eles apenas ganham novas formas. Será que Avery ainda tem o que é preciso para ganhar uma última vez?

Livro 4 – Os Irmãos Hawthorne
Imagem: divulgação/Entretetizei

Trazendo Grayson e Jameson como protagonistas, a saga dá início a uma nova fase na qual os irmãos acreditam estar finalmente comandando o próprio destino. Mas os mistérios de Tobias Hawthorne não morrem facilmente. 

Enquanto Jameson é atraído para um jogo de alto risco, Grayson se vê obrigado a enfrentar um passado que insiste em ressurgir com segredos e dilemas que nem mesmo a fortuna de sua família é capaz de resolver. Os mistérios se entrelaçam colocando à prova seus legados e trazendo uma nova rivalidade entre eles. 

Mesmo sem ser o foco narrativo, Avery volta a aparecer como uma personagem chave tanto para o romance quanto para o enredo em geral, onde seu papel como herdeira tem grande influência. 

Apesar de ser visto como um spin-off da trilogia inicial, Os Irmão Hawthorne expande o universo da série trazendo de volta diversas pontas soltas e consequências dos três primeiros livros. Além de fazer uma ponte para a nova fase da série, aprofundando personagens secundários e apresentando novos nomes para a história.

Livro 5 – O Grande Jogo (início da segunda fase)
Imagem: divulgação/Entretetizei

Um ano depois dos eventos do livro anterior, Avery e os irmãos Hawthorne são levados a uma ilha isolada, onde sete competidores – alguns familiares, outros totalmente desconhecidos – disputam enigmas, desafios e segredos que podem mudar o destino de todos. 

O Grande Jogo expande a narrativa original além de Avery como única protagonista, oferecendo continuidade para os fãs antigos ao mesmo tempo em que atrai novos leitores com a adição de outros personagens. 

Com tensão psicológica e um ritmo eletrizante, Jennifer Lynn Barnes constrói uma narrativa que vai além do óbvio, onde o maior prêmio não é  sobreviver ao jogo sem perder a si mesmo. Uma história que mistura mistério, estratégia e drama familiar, mantendo o leitor preso até a última carta ser revelada.

Livro 6 – Jogos Ocultos
Imagem: divulgação/Entretetizei

Em Jogos Ocultos, a autora apresenta uma coletânea com quatro contos inéditos que são essenciais para os fãs de Jogos de Herança, provando mais uma vez que na família Hawthorne, nada é simples – e tudo pode ser uma aposta.

Mergulhando nos bastidores da mansão Hawthorne os contos exploram as complexas relações entre os membros da família e os mistérios que os cercam. Com paixões à flor da pele e segredos fatais, a coletânea oferece uma nova perspectiva sobre os personagens e o universo da série. 

Os quatro contos envolvem: um jovem herdeiro que perde a memória e se vê confrontado por uma mulher que tem todos os motivos para odiá-lo; uma herdeira favorita que se envolve com um aventureiro destemido durante três noites inesquecíveis em Praga; um caubói e uma gótica que desenvolvem um romance improvável, desafiando suas diferenças e expectativas; e quatro irmãos que compartilham um laço inquebrável em uma casa prodigiosa, onde segredos e revelações estão sempre à espreita.

Livro 7 – Glorious Rivals (ainda sem tradução no Brasil)
Imagem: divulgação/Entretetizei

O livro que dá continuidade à segunda fase da série foi lançado em 29 de julho de 2025, em inglês e, até o momento, não há informações sobre o lançamento da versão traduzida para o português. 

Nessa sequência, apenas cinco dos sete participantes apresentados em O Grande Jogo permanecem na disputa, e a corrida para a linha de chegada se intensifica em um jogo onde ninguém sairá ileso. 

Glorious Rivals promete elevar ainda mais o nível de suspense e estratégia da saga, trazendo uma trama repleta de reviravoltas inesperadas. 

Já conhecia esse universo? Conta pra gente suas expectativas nas redes sociais do Entretê — Instagram, X e Facebook — e não deixe de conferir o Clube do Livro do Entretê

Leia também:Especial | Conheça Lewis Capaldi, artista escocês que vem ao Brasil em 2026

Texto revisado por Angela Maziero Santana

Categorias
Música Notícias

The Eras Tour, a turnê histórica de Taylor Swift, ganha docussérie e filme-concerto ainda este ano

No dia 12 de dezembro, os fãs poderão conferir os bastidores da aclamada turnê e a apresentação do bloco completo do disco The Tortured Poets Department

Após o lançamento do álbum mais bem-sucedido de sua carreira, The Life of a Showgirl (3 de outubro), que já ultrapassou a marca de 4 milhões de unidades equivalentes nos Estados Unidos, Taylor Swift retorna com dois novos projetos que oferecem acesso exclusivo à sua turnê recordista, The Eras Tour.

Taylor Swift: The Eras Tour and The End of an Era e Taylor Swift: The Eras Tour and The Final Show estreiam simultaneamente no dia 12 de dezembro, exclusivamente no Disney+. A primeira, uma série documental em seis episódios, explora o desenvolvimento, o impacto e os bastidores do fenômeno da turnê. Já o segundo é o registro completo do show, que apresenta pela primeira vez as performances ao vivo do álbum The Tortured Poets Department.

Foto: reprodução/@taylorswift

A série documental oferece um olhar íntimo sobre a vida da artista durante a turnê, que se tornou um fenômeno global, e conta com participações de familiares, amigos e artistas, como Gracie Abrams, Sabrina Carpenter, Ed Sheeran e Florence Welch. Os episódios serão lançados semanalmente, dois por semana, a partir de 12 de dezembro.

Foto: reprodução/@taylorswift

O filme-concerto, gravado em Vancouver, no Canadá, apresenta o repertório completo da turnê, incluindo as músicas do The Torture Poets Department ( 2024). Enquanto a docussérie é dirigida por Don Argott e codirigida por Sheena M. Joyce, o filme é dirigido por Glenn Weiss, com produção da Taylor Swift Productions em parceria com a Silent House Productions.

Foto: reprodução/@taylorswift

A The Eras Tour, iniciada em março de 2023 e cobrindo duas décadas da carreira de Swift, tornou-se a turnê de maior bilheteria da história, com mais de US$ 2 bilhões em vendas de ingressos. A versão anterior do filme, Taylor Swift: The Eras Tour, exibida nos cinemas no ano passado, permanece até hoje como o filme de show de maior bilheteria de todos os tempos.

Foto: reprodução/@taylorswift

Com esses novos lançamentos, Taylor Swift amplia o universo de The Eras Tour, oferecendo aos fãs performances exclusivas e acesso aos bastidores, reforçando sua posição como uma das artistas mais influentes e bem-sucedidas da indústria da música.

 A loirinha não cansa de entregar, né? O que achou da novidade? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade do mundo do entretenimento!

Leia também: Taylor Swift transforma The Life of a Showgirl em um espetáculo global

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

Categorias
Música Notícias

Noah Urrea, ex-integrante do Now United, dá início à carreira solo com o single Belly Dance

Disponível em todas as plataformas digitais, o lançamento marca uma nova fase na trajetória do cantor

O ex-integrante do grupo pop global Now United, cantor e compositor americano Noah Urrea lançou recentemente sua carreira solo com o single Belly Dance, lançado sob o novo nome artístico NOAH NOAH. O clipe oficial chegou ao YouTube e agitou os fãs nas redes sociais, que celebraram o início dessa nova era do artista.

Confira: 

A música se revelou para mim de forma muito rápida e natural, não sei o que eu tinha naquele dia, mas definitivamente tinha algo ali. Em 30 minutos eu e meu produtor Simon Oscroft produzimos a música e finalizamos a composição dela com a minha namorada incrível, Absolutely. O processo todo foi bem leve e divertido”, contou Noah.

O single marca o início de uma nova parceria com a RCA Records, gravadora responsável por nomes como Doja Cat e LISA (BLACKPINK), além da colaboração com o empresário Adam Mersel, que também gerencia Reneé Rapp e Ben Platt.

Estou muito feliz de poder mostrar às pessoas que gostam de mim e me acompanham uma parte do que venho trabalhando todo esse tempo. Está sendo incrível ver todas as reações.

Belly Dance é apenas o primeiro passo de uma sequência de lançamentos que o cantor promete revelar nos próximos meses.

Já adicionou Belly Dance à sua playlist? Comente nas redes sociais do Entretetizei — Instagram, Facebook e X — e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.

Leia também: Tini lança Una Noche Más, single com clima romântico e intenso

Texto revisado por Alexia Friedmann

plugins premium WordPress

Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento. Acesse nossa política de privacidade atualizada e nossos termos de uso e qualquer dúvida fique à vontade para nos perguntar!