Com empatia e sensibilidade, o filme toca em temas sensíveis, como saúde mental e pressão social por amadurecimento, de um jeito leve, emocionante e poético
Texto por Sarah Barbosa
Inspirado nos K-dramas, Meu Pior Vizinho inicialmente se parece com aquelas comédias românticas no maior estilo enemies to lovers deliciosas de maratonar. Entretanto, o filme é muito mais profundo do que isso. Com boas doses de drama e reflexão, o longa aborda desde saúde mental até as cobranças sociais por amadurecimento e realização de sonhos.
Com direção de Lee Woo-Chul, o filme é protagonizado por Lee Ji-hoon (Debaixo da Sua Cama, 2023) e Han Seung-Yeon (integrante do lendário grupo de Kpop KARA e conhecida por dramas como Hello, My Twenties!, 2017).
O músico Lee Seung-jin (Lee Ji-hoon) se muda para um novo apartamento com expectativas de passar em um teste musical. No passado, ele já teve uma banda com seus amigos e até hoje persegue o sonho de ser bem sucedido no meio musical, mesmo tendo falhado várias vezes e já estar na casa dos 30 anos e com os amigos tendo seguido profissões diferentes.
Foto: divulgação/Sato Comapny
O que Seung-jin não esperava era ter que lidar com uma vizinha inicialmente assustadora, Hong Ra-ni (Han Seung-Yeon), que já espantou outros moradores do local, os assustando com barulho de fantasma por querer silêncio, e que vive de forma reclusa.
Mas existem camadas muito mais profundas por trás do isolamento de Hong Ra-ni. Ela é uma talentosa designer com muitos sonhos, mas que enfrenta crises de pânico após um acontecimento no trabalho.
Foto: divulgação/Sato Company
Com o tempo, porém, os dois passam a ceder nessa convivência com um muro fino e sem isolamento de som entre eles. Ambos passam a ter curiosidade e a se envolverem um na vida do outro, se incentivando e aprendendo valiosas lições um com o outro, além de construírem uma relação de confiança mútua.
Aos poucos, mesmo sem verem o rosto um do outro, os protagonistas se apaixonam e constroem uma relação de amor linda, poética e cheia de empatia. Vemos os desenvolvimentos de suas histórias e aprendemos que o amor não precisa ser necessariamente visível a olho nu.
Com protagonistas carismáticos e atuações cativantes, Meu Pior Vizinho é aquele filme que te faz suspirar sendo ou não fã de romances e K-dramas. É singelo, bonito e inspirador.
Meu Pior Vizinho é um filme sul-coreano distribuído pela Sato Company no Brasil e estreia nos cinemas no dia 13 de novembro.
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Na nova aventura, Greta Lee dá voz à carismática Lilypad, um tablet em formato de sapo que desafia os brinquedos clássicos a encarar o mundo digital
Foi divulgado nesta quarta-feira (12) o primeiro trailer e pôster de Toy Story 5, nova animação da franquia que conquistou gerações. A produção estreia nos cinemas em 18 de junho de 2026 e promete um encontro inusitado entre os brinquedos clássicos e o universo da tecnologia.
No vídeo divulgado pela Disney e Pixar, o público é apresentado a Lilypad, um tablet inteligente em formato de sapo, que ganha sua voz original da atriz Greta Lee (The Morning Show, 2019). A nova personagem chega para desafiar os papéis de Woody, Buzz, Jessie e toda a turma, enquanto eles enfrentam uma ameaça moderna no momento de brincar.
Imagem: divulgação/Disney
O elenco de vozes em inglês traz de volta Tom Hanks como o cowboy leal Woody, Tim Allen como o destemido Buzz Lightyear, Joan Cusack como Jessie e Tony Hale como o divertido Garfinho. A novidade no time é Conan O’Brien, que interpreta Smarty Pants, um brinquedo tecnológico criado para ensinar crianças a usar o banheiro.
Dirigido pelo vencedor do Oscar, Andrew Stanton (WALL-E, 2008 e Procurando Nemo, 2003), com codireção de Kenna Harris (Oi, Alberto, 2021) e produção de Lindsey Collins (Red: Crescer é uma Fera, 2022), Toy Story 5 marca o retorno da equipe que ajudou a moldar o legado da Pixar.
Segundo Stanton e Harris, a ideia central foi explorar como os brinquedos clássicos reagiriam ao mundo tecnológico atual: “Foi uma jornada divertida e emocionante imaginar essa adaptação. Ter a talentosa Greta Lee dando vida a Lilypad, equilibrando humor, emoção e um toque antagônico, foi incrível”, afirmam os cineastas.
Imagem: divulgação/Disney
A saga Toy Story, iniciada em 1995, segue como uma das mais queridas animações mundiais e agora se prepara para conquistar uma nova geração de fãs com um toque high-tech.
Prepare-se para reencontrar seus brinquedos favoritos e embarcar em mais uma emocionante aventura. Para ficar por dentro de mais novidades do entretenimento, siga o Entretê nas redes sociais – Facebook, Instagram e X.
Conheça as séries que seguem conquistando o público com seus personagens memoráveis, muito humor e o típico jeitinho brasileiro
O Brasil tem uma vasta produção de comédia na TV, e as sitcoms, aquelas séries de humor que retratam o cotidiano de maneira engraçada e leve, marcaram gerações. Se você ainda não deu a devida atenção aos seriados brasileiros de comédia, chegou a hora de mudar isso!
Desde Os Trapalhões a Tapas & Beijos, essas séries não só trazem o puro suco da comédia, como também representam os costumes e as relações familiares e sociais no Brasil. Apesar de o formato de sitcom (abreviação de situation comedy), ter sido popularizado internacionalmente, o Brasil conseguiu adaptar esse formato à sua própria realidade – o famoso jeitinho brasileiro!
Confira algumas das sitcoms brasileiras que você precisa maratonar e descubra por que continuam sendo amadas por tantas gerações.
1– Tapas & Beijos (2011-2015)
Foto: reprodução/Globoplay
Se você está em busca de uma série com muito caos, personagens cativantes e situações do cotidiano, Tapas & Beijos é a escolha certa. A amizade entre Sueli e Fátima, interpretadas por Andréa Beltrão e Fernanda Torres, é o coração da série. As duas amigas moram juntas no subúrbio carioca e são vendedoras de uma loja de roupas de noivas, mas, ironicamente, estão sempre passando por relacionamentos amorosos conflituosos.
Repleta de humor sarcástico e um dia-a-dia repleto de altos e baixos, as melhores amigas vivem com uma boa dose de humor e ironia em Copacabana.
2- A Grande Família (2001-2014)
Foto: reprodução/TV Globo
Uma das sitcoms mais emblemáticas e amadas da televisão brasileira, A Grande Família é inspirada em uma série americana, mas ganhou, por aqui, o toque nacional, retratando a realidade da família comum, ou nem tanto, brasileira.
Apesar de toda a comédia, a série vai muito além dos momentos cômicos e apresenta uma crítica inteligente à classe média brasileira, seus dilemas e pequenas confusões do cotidiano.
A trama acompanha o cotidiano da família Silva, com personagens marcantes como Lineu, Nenê, Tuco, Bebel e Agostinho, que conquistaram o público e se consolidaram como ícones da cultura popular do país.
3- Os Normais (2001-2003)
Foto: reprodução/TV Globo
Para quem gosta de séries que exploram as complexidades na dinâmica da vida a dois, Os Normais é a comédia perfeita. O casal Rui e Vani, cheio de manias, contradições e situações absurdamente familiares para qualquer um que já viveu um relacionamento com suas personalidades conflituosas e dilemas, levou os espectadores a refletirem sobre os padrões de relacionamentos e comportamento na sociedade brasileira.
O texto afiado e as atuações de Luiz Fernando Guimarães e Fernanda Torres são inesquecíveis. Uma verdadeira comédia de “normalidade” e repleta de caos.
4- Toma lá, dá cá (2007-2009)
Foto: reprodução/Globoplay
Toma Lá, Dá Cá é uma sitcom que gira em torno de dois casais: Arnaldo e Rita, e Mário Jorge e Celinha, que são vizinhos de porta no edifício Jambalaya e vivem se envolvendo nas confusões uns dos outros. O convívio forçado entre os apartamentos dá origem a uma sucessão de situações caóticas, repletas de ironia, sarcasmo e muito humor.
Criada por Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa, a série conquistou o público ao retratar, de forma exagerada, a convivência, as hipocrisias, vaidades e neuroses da classe média brasileira.
5- Os trapalhões (1974-1995)
Foto: reprodução/TV Globo
Os Trapalhões é um dos maiores marcos da comédia brasileira. Consolidada como parte essencial da cultura brasileira, a série foi formada originalmente por Renato Aragão (Didi), Dedé Santana, Mussum e Zacarias, grupo que marcou a televisão com seu humor simples, mas cheio de críticas sociais disfarçadas de piada.
Com esquetes repletas de um misto de trapalhadas, trocadilhos e sátiras ao cotidiano, o programa conquistou todas as idades. Além do sucesso na TV, o grupo também chegou aos cinemas, tornando-se um completo fenômeno cultural que atravessou gerações e foi eternizado.
6- Vai que cola (2013-2025)
Foto: divulgação/TV Globo
Vai que Cola é uma sitcom que une elementos do teatro e da televisão, com um humor escrachado. O malandro Valdomiro, interpretado pelo inesquecível Paulo Gustavo, deixa sua vida de luxo e passa a se refugiar em uma pensão no Rio de Janeiro, para fugir da polícia após aplicar um golpe.
Em seu novo lar, o protagonista passa a conviver com personagens excêntricos que passam a fazer parte de sua nova vida. O contraste entre sua vida de rico e a simplicidade da pensão é a chave para o humor da série.
7- Sai de baixo(1996-2002)
Foto: reprodução/TV Globo
Sai de Baixo é mais uma sitcom conhecida por seu formato teatral, gravada com plateia ao vivo, o que trazia um toque espontâneo e gerava muito humor improvisado. A série acompanha os desencontros de uma família de classe média alta decadente que vive em um apartamento em São Paulo e tenta, a todo custo, manter as aparências enquanto enfrenta problemas financeiros e familiares.
Criada por Luis Gustavo, a produção foi um marco da comédia de situação no Brasil, contando com personagens icônicos como Caco Antibes (Miguel Falabella) e Magda (Marisa Orth).
8- Pé na cova (2013-2016)
Foto: reprodução/TV Globo
Criada por Miguel Falabella, Pé na Cova é uma sitcom brasileira marcada por seu humor ácido. A trama se passa no subúrbio do Rio de Janeiro e acompanha a família Pereira, dona da funerária F.U.I. – Funerária Unidos do Irajá. O patriarca, Ruço, é responsável e tenta, na medida do possível, manter seu negócio e intermediar a convivência familiar.
A família está sempre envolvida em confusões e situações trágicas, e seus personagens excêntricos misturam humor e crítica social em meio a temas como morte e desigualdade.
Você vaimaratonar as comédias? Conta pra gente, siga o Entretetizei nas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e não perca as novidades do mundo do entretenimento.
Com elenco de Parasita e Round 6, o drama coreano chega ao streaming com dois episódios por semana
Dirigido por Lim Hyun-ook e roteirizado por Yoo Yeong-ah, Talvez Amanhã combina uma história de amor através das décadas, com nostalgia, perda e segundas chances.
Produzido pela Amazon, o K-drama acompanha os jovens Lee Kyeong-do (Park Seo-joon) e Seo Ji-woo (Won Ji-an) que, anos após se separarem, são reconectados pelo destino inesperadamente. Kyeong-do, agora um jornalista de entretenimento, precisa cobrir o escândalo de traição envolvendo o atual marido de Ji-woo, sem saber que ela é a mulher pela qual havia se apaixonado na juventude.
Foto: divulgação/Prime Video
Em meio a uma polêmica midiática e os sentimentos trazidos à tona, o casal precisará entender se o amor realmente havia acabado ou se estava apenas aguardando o momento certo.
Talvez Amanhã tem estreia prevista para 6 de dezembro, e chegará ao catálogo com dois episódios por semana.
Você já sabia sobre essa produção? Nos siga nas redes sociais do Entretetizei — Facebook, Instagram e X — e não perca as novidades do mundo do entretenimento!
Depois do sucesso de Cidadão Incomum, Pedro Ivo expande seu universo criativo com Entre Mundos, obra que mistura terror, ficção científica e crítica social
Artista de quadrinhos, roteirista, ilustrador e ator formado pela Incenna – Escola de Teatro e TV, Pedro Ivo é um dos nomes mais versáteis da nova geração de criadores brasileiros. Sua trajetória passa pela publicidade, pela TV e pela literatura, sempre unindo emoção, imaginação e um olhar apurado para o poder das narrativas.
Foi com a comunicação que Pedro aprendeu como histórias podem divertir, tocar, inspirar e provocar reflexão, e essa experiência o ajudou a desenvolver uma linguagem própria, que combina ritmo cinematográfico, crítica social e personagens humanos, mesmo em tramas extraordinárias.
Foto: divulgação/DeLua Comunicação
Seu primeiro grande universo surgiu com Cidadão Incomum, série de HQs e livros publicada pela Editora Conrad. A história apresenta um Brasil onde heróis e vilões coexistem entre dilemas morais, políticos e existenciais, e conquistou mais de 100 mil leitores. O sucesso chamou a atenção da O2 Filmes, que atualmente desenvolve uma adaptação live action da obra.
Em 2026, Pedro lançará Cidadão Incomum 3 – EQM, livro que encerra a trilogia de origem e mistura thriller e super-heróis, reforçando ainda mais a brasilidade e a crítica social que marcam sua obra.
Já Entre Mundos, lançado pela Editora Faro em parceria com Rodrigo de Oliveira, foi seu primeiro flerte com o terror. O livro narra a descoberta de um protótipo de celular capaz de captar as vozes dos mortos e está sendo desenvolvido como série pela Intro Pictures, produtora especializada em transformar narrativas autorais em projetos audiovisuais de impacto.
Foto: divulgação/DeLua Comunicação
Além das páginas e das telas, Pedro também leva suas histórias para o universo dos games. Em parceria com estúdios independentes, desenvolve roteiros e experiências interativas que exploram a relação entre jogador e personagem, como Organon, um thriller psicológico em desenvolvimento, no qual a protagonista descobre ser controlada por quem joga. Ele também utiliza o potencial dos jogos para promover bem-estar, transformando o ato de jogar em algo mais humano e sensível.
Em todas as suas criações, Pedro Ivo explora a conexão entre tecnologia, humanidade e emoção. Suas histórias falam sobre o Brasil, mas também sobre o que nos torna humanos, misturando crítica e fantasia com a naturalidade de quem enxerga o entretenimento como ferramenta de reflexão.
Mais do que criar histórias, Pedro Ivo cria pontes entre gêneros, mídias e mundos!
Você já conhecia o trabalho do artista? Nos siga nas redes sociais do Entretetizei — Facebook, Instagram e X — e não perca as novidades do mundo do entretenimento!
Produções destacam representatividade, trajetória esportiva e memória musical no mês da consciência negra
A HBO Max destaca, neste mês de novembro, a exibição de novos documentários nacionais em seu catálogo, com destaque para a segunda edição do projeto Narrativas Negras Não Contadas e as produções Romário, O Cara e Os Afro-Sambas: O Brasil de Baden e Vinicius. As obras exploram temas como representatividade, trajetória esportiva e memória musical, reforçando iniciativas de inclusão no audiovisual, como parte da campanha do mês da Consciência Negra.
Entre os lançamentos recentes, ganha destaque a segunda edição do projeto Narrativas Negras Não Contadas – Black Brazil Unspoken, programa de aceleração de talentos da WBD Access. A iniciativa apresenta três novos curtas documentais: Meu Nome é Tiana, Camisa 9 e Melodia Ancestral, ampliando o espaço para histórias negras que muitas vezes não chegam ao grande público. Os curtas da primeira edição também seguem disponíveis no catálogo.
Foto: reprodução/HBO Max
Para quem busca uma maratona mais longa, a série documental Romário, O Cara revisita a trajetória de um dos maiores ídolos do futebol brasileiro. Em seis episódios, a produção aborda conquistas, bastidores e polêmicas que marcaram a vida do jogador, incluindo o histórico tetracampeonato de 1994.
Foto: reprodução/HBO Max
Já os apaixonados por música brasileira encontram em Os Afro-Sambas: O Brasil de Baden e Vinicius, um mergulho na criação de um dos discos mais influentes da MPB. O filme resgata o processo colaborativo entre Baden Powell e Vinicius de Moraes, combinando depoimentos de familiares, imagens raras e entrevistas que reconstroem o impacto cultural do álbum Os Afro-Sambas, obra que até hoje reverbera dentro e fora do país.
Foto: reprodução/HBO Max
Reunindo histórias potentes e olhares sensíveis sobre identidade, os títulos formam uma programação ideal para quem quer descobrir novas perspectivas sobre a cultura brasileira. Todas as produções estão disponíveis na HBO Max.
Curtiu as indicações? Conta pra gente qual documentário entra na sua maratona do fim de semana. Acompanhe nossas redes – Instagram, Facebook e X – e fique por dentro das novidades do mundo da cultura e do entretenimento.
Com narrativas complexas e emocionantes, descubra algumas novelas chinesas para assistir em novembro no streaming
Conhecidos por suas tramas envolventes e formatos mais longos, os dramas chineses costumam ter cerca de 30 episódios, o que é perfeito para quem gosta de mergulhar profundamente nas histórias, se apegar aos personagens e se conectar com narrativas culturais ricas.
Pensando nisso, o Viki selecionou alguns dramas chineses recentemente adicionados à plataforma (e alguns que ainda vão estrear) que já estão emocionando o público e se tornando inesquecíveis. Confira a lista abaixo:
Amor nas nuvens
Foto: divulgação/Rakuten Viki
Em uma reviravolta inesperada durante a conferência anual de Qingyun nos Seis Reinos de Hexu, Ji Bo Zai (Hou Ming Hao) derrota a deusa e campeã por sete anos, Ming Yi (Lu Yu Xiao).
Da noite para o dia, Bo Zai se torna o guerreiro mais procurado no Abismo de Jixing, mas Ming Yi, enfraquecida por um veneno, recorre a ele em busca de uma cura.
Estrelas e Flores
Foto: divulgação/Rakuten Viki
Gu Liu Su (Song Yi Shan), fundadora de uma marca de joias em ascensão, é meticulosa e séria em tudo o que faz, mas uma noite inesperada com Lu Xing Chen (Ke Chun), o herdeiro livre e despretensioso de um grande conglomerado, vira seu mundo de cabeça para baixo.
Uma luz no fim do túnel
Foto: reprodução/Rakuten Viki
Qin Nan (Vin Zhang) e Ye Si Bei (Mao Xiao Tong) se apaixonaram na escola, cresceram e se casaram, mas, com o passar dos anos, as pressões sociais e familiares aumentam.
Tudo muda quando, em uma noite, Si Bei se torna vítima de uma terrível agressão sexual. Com medo das consequências de denunciar o crime, ela esconde o ocorrido do marido. Quando ele finalmente descobre a verdade, o casal decide levar o caso à justiça. Será que o amor deles resistirá a tempos tão turbulentos? Conseguirão buscar justiça?
Sussurros do Destino
Foto: divulgação/Rakuten Viki
Quando um clã influente, mas temido, é massacrado sob circunstâncias misteriosas, o talentoso discípulo do clã Tang, Li Ci (Luo Yun Xi), é acusado de ser o mentor do crime.
Uma década depois, as suspeitas ainda o perseguem, mas forças sombrias conspiram para espalhar o caos pelo reino. Dilacerado por sua dualidade e por sua aparente incapacidade de distinguir o bem do mal, Li Ci é arrastado para o mundo exterior para enfrentar a conspiração, armado apenas com sua astúcia e habilidades marciais.
Rio Sangrento
Foto: divulgação/Rakuten Viki
O caos ressurge quando o patriarca do Rio de Sangue, a mais poderosa organização de assassinos do mundo marcial, é envenenado e se aproxima da morte. Fundado em conjunto pelos clãs Su, Mu e Xie, o Rio de Sangue agora enfrenta um conflito interno à medida que os clãs se voltam uns contra os outros em uma disputa feroz por poder.
Su Mu Yu (Gong Jun), que serve diretamente ao Patriarca, acaba inevitavelmente envolvido na luta pela sucessão. Quando recebe a missão de buscar ajuda do misterioso curandeiro Bai He Huai (Yang Yu Tong), Mu Yu precisa correr contra o tempo e contra assassinos rivais para encontrar a cura.
Batalha pelo amor
Foto: divulgação/Rakuten Viki
Em uma vida anterior, Chu Yu (Victoria Song), filha de um poderoso general, viajou milhares de quilômetros para salvar seu amado, mas seus esforços foram em vão, levando-a a uma morte precoce. Ao renascer, ela se vê diante do mesmo destino, mas desta vez decide mudá-lo, casando-se com Wei Yun (Ding Yu Xi), membro de uma família que ela sabe que em breve perecerá junto com milhares de soldados em uma batalha fatal.
Essa tragédia desencadearia a queda da dinastia e abriria caminho para uma invasão estrangeira, mas juntos, Chu Yu e Wei Yun percebem que podem impedir o massacre e desvendar a teia de conspirações sombrias por trás de tudo.
To My Shore (em breve)
Após um acidente de carro marcante, um homem astuto e emocionalmente instável se torna obcecado em sabotar a vida aparentemente perfeita de um estranho calmo e racional, levando ambos a uma jornada de redenção e conexão inesperada.
Reborn as a Cat (em breve)
Ji Miaomiao, uma jovem funcionária no início de carreira, é injustamente acusada por uma amiga e acaba acumulando uma grande dívida. Fugindo dos cobradores, ela cai de um prédio e, à beira da morte, é transformada em um gato por uma figura misteriosa.
Por uma série de coincidências, ela acaba sendo adotada por seu chefe, Lu Chengze. Assim começa sua maravilhosa “vida de gato” de 100 dias.
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Com mais de vinte anos de carreira, a consolidada atriz de Hollywood completa 43 anos nesta quarta-feira (12)
Hoje é o dia de comemorar o aniversário da atriz americana Anne Hathaway, que completa 43 anos. Nascida no Brooklyn, em Nova York, iniciou sua carreira aos dezessete anos e se consolidou como um dos nomes mais talentosos de sua geração. Ela coleciona prêmios, com destaque para o Oscar, o Globo de Ouro e o BAFTA que levou por sua emocionante performance em Os Miseráveis (2012).
De Diário da Princesa (2001) a Alice no País das Maravilhas (2010), seus papéis mais icônicos ficaram marcados na cultura pop. Mas, em uma filmografia tão extensa e recheada de sucessos, algumas produções acabaram ofuscadas. Por isso, hoje vamos resgatar cinco papéis de Anne Hathaway que você pode não se lembrar, mas que são cruciais para provar a versatilidade desta estrela.
1. O Segredo de Brokeback Mountain (2005)
Foto: reprodução/AdoroCinema
Em uma interpretação que marca a transição para filmes mais maduros, Anne teve uma participação coadjuvante no longa dirigido por Ang Lee. A história acompanha o romance entre dois caubóis, Jack (Jake Gyllenhaal) e Ennis (Heath Ledger), que se apaixonam e mantêm o relacionamento em segredo por décadas, enquanto ambos se casam e criam suas próprias famílias.
Ela deu vida a Lureen Newsome Twist, a esposa pragmática de Jack. O Segredo de Brokeback Mountain recebeu aclamação da crítica, com oito indicações ao Oscar, e foi uma das primeiras grandes interpretações dramáticas de Hathaway.
2. O Casamento de Rachel (2008)
Foto: reprodução/Drew Tewksbury
Este longa, dirigido por Jonathan Demme e filmado em um estilo quase documental, provou que Anne Hathaway era uma força dramática a ser reconhecida. Ela estrela como Kym Buchman, uma jovem que recebe alta da clínica de reabilitação por alguns dias para comparecer ao casamento de sua irmã, Rachel (Rosemarie DeWitt). O momento deveria ser alegre, mas a presença de Kym faz ressurgirem ressentimentos e segredos na reunião familiar.
O filme rendeu a primeira indicação da artista ao Oscar, na categoria Melhor Atriz.
3. Amor e Outras Drogas (2010)
Em Amor e Outras Drogas, acompanhamos Maggie Murdock, uma jovem de espírito livre que vive com Mal de Parkinson em estágio inicial, e Jamie Randall, um sedutor vendedor de produtos farmacêuticos. O que começa com um acordo de algo casual rapidamente evolui para algo mais sério, forçando ambos a serem vulneráveis e confrontar seu medo de intimidade.
A comédia romântica, em que a atriz volta a contracenar com Jake Gyllenhaal, rendeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Atriz em Comédia ou Musical. Atualmente, está disponível no catálogo da Netflix
4. Idas e Vindas do Amor (2011)
Em Idas e Vindas do Amor, são retratadas as vivências de uma série de casais (e solteiros) durante a pressão do Dia dos Namorados. Ao longo do filme, todas as narrativas acabam, de certa forma, se cruzando. Com um elenco de peso que inclui nomes como Bradley Cooper, Jennifer Garner, Patrick Dempsey, Julia Roberts, Ashton Kutcher e Taylor Swift, Anne Hathaway interpreta Liz Curran, uma assistente superocupada que tenta, secretamente, conciliar sua vida profissional com seu parceiro.
Enquanto o longa não foi bem recebido pela crítica, foi um sucesso de bilheteria. Além disso, foi uma das últimas produções do cineasta Garry Marshall, conhecido pela direção de Uma Linda Mulher (1990). Ele faleceu aos 81 anos, devido a uma pneumonia.
5. Modern Love (2019)
Foto: reprodução/Delirium Nerd
Para fechar a lista, Anne fez uma participação na série de antologia Modern Love, baseada em contos do jornal The New York Times. No episódio Take Me as I Am, Whoever I Am, a artista interpreta Lexi, uma advogada bem sucedida que convive com o Transtorno Bipolar. A narrativa foca nos desafios de lidar com sua saúde mental e tentar equilibrar trabalho e vida amorosa, ao mesmo tempo que esconde sua condição.
A performance foi considerada uma das sensíveis de sua carreira e conquistou uma indicação ao Emmy, provando que, independente do formato, o talento da atriz continua enorme. A série pode ser assistida na Prime Video.
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Artista britânica que vem conquistando seu espaço com composições sinceras, voz suave e melodias envolventes
Indicada ao GRAMMY 2026 na categoria Best New Artist, Olivia Dean é um dos nomes mais comentados da música britânica atual. Aos 26 anos, a cantora e compositora tem construído uma trajetória marcada pela delicadeza, pela potência emocional de suas letras e pela forma íntima com que se conecta ao público.
Nascida em Walthamstow, Londres, Olivia cresceu em um ambiente onde a música era uma linguagem cotidiana. Filha de pai inglês e mãe jamaicana-guianesa que, inclusive, se tornou a primeira mulher negra vice-líder de um partido político no Reino Unido, Olivia foi criada acreditando que era possível ocupar espaços e expandir horizontes. Ainda criança, decidiu que queria cantar. Entrou para um coro gospel, começou aulas de canto e ganhou seu primeiro piano, onde passou a compor em busca do romance escondido nas pequenas coisas.
Olivia tem como um dos pilares da sua carreira a valorização da identidade e da representatividade. Ela cresceu consciente das narrativas e referências que a moldaram. Por isso, costuma se definir como uma mulher mestiça britânica e essa perspectiva aparece tanto na maneira como constrói sua imagem quanto nas histórias que escolhe contar em suas canções.
Foto: reprodução/Instagram @oliviadeano
Mais do que acompanhar tendências momentâneas, Olivia busca criar uma música pop que dialoga com o passado com texturas soul, influências Motown e ecos de artistas que ela nem chegou a ver em seu auge. Seu foco é produzir algo que atravesse o tempo, e não apenas o feed de um momento.
Além disso, ela sempre reforça o desejo de inspirar outras mulheres, especialmente mulheres negras e mestiças que, assim como ela, cresceram navegando entre identidades. Olivia enxerga a música como espaço de afirmação e cuidado, e sua postura reflete um feminismo que não é só discurso, mas prática: construir comunidade, abrir portas e ocupar espaços com suavidade e firmeza.
O início de tudo
Foto: reprodução/Instagram @oliviadeano
Aos 14 anos, conquistou uma vaga na The BRIT School, incubadora de talentos responsável por nomes como Adele, Tom Holland e Amy Winehouse. Aos 17, integrou a equipe de backing vocals da banda Rudimental, experiência que lapidou sua presença artística.
Desde 2019, Olivia constrói seu repertório explorando afetos, detalhes do cotidiano e vulnerabilidades. Seu som transita entre o soul-pop, R&B, referências Motown, elementos de jazz e até ecos de bossa nova – influência que ela assumiu ter trazido para seu álbum de estreia, Messy,lançado em 2023. Essa mistura, porém, não foi sempre compreendida pela indústria: fazer o primeiro álbum foi muito difícil. Ninguém realmente entendeu, afirmou em entrevista ao New York Times.
O momento atual: um novo capítulo
Foto: reprodução/Instagram @oliviadeano
Em 2025, Olivia lançou seu segundo álbum de estúdio, The Art of Loving, reunindo 12 faixas que exploram amor, autocuidado e amadurecimento emocional. O projeto trouxe o hit Man I Need, que a levou a grandes recordes:
Ultrapassou 4,8 milhões de streams no Spotify nas primeiras 24 horas.
Alcançou o Top 4 Global da plataforma.
Tornou-se a música britânica de maior sucesso no mundo em 2025.
Com isso, Olivia se tornou a primeira mulher britânica desde Adele a colocar três singles no Top 10 do Reino Unido.
Confira o videoclipe:
Durante a produção de The Art of Loving, a artista se propôs a entender o que o amor realmente significa para si mesma e para o mundo ao seu redor. O álbum segue uma espécie de linha do tempo emocional, refletindo diferentes fases vividas pela artista, desde o encantamento inicial até a vulnerabilidade e o entendimento mais maduro dos afetos.
Olivia costuma reforçar que o amor não se limita ao romance. Para ela, amar também tem a ver com amizade, cuidado, frustração, perdão, saudade e o aprendizado de voltar para si. Ao concluir o projeto, afirmou sentir que finalmente estava pronta para falar sobre amor de forma honesta, sem idealizações.
Além da música, ela também se destaca na moda com marcas como Chanel, Louis Vuitton, Miu Miu e adidas,reforçando sua imagem de elegância e autenticidade, e como embaixadora da linha de fragrâncias Burberry Her.
Conexão com o Brasil
A relação de Olivia com o Brasil não é apenas afetiva, ela também aparece na música. Em Man I Need, ela canta “bossa nova on all night”, referência direta ao gênero brasileiro que marcou os anos 60 e continua influenciando artistas ao redor do mundo. O verso não é à toa: Olivia já afirmou que a MPB foi uma das influências que atravessaram seu álbum de estreia, Messy.
Além da admiração estética, existe também um desejo de proximidade. A cantora já disse em entrevistas que pretende trabalhar mais de perto com a cena latino-americana e que sonha em levar sua turnê para o público brasileiro. Olivia está sempre indicando novas músicas que ela costuma ouvir, e sempre tem um artista brasileiro em sua playlist como Orlandivo, Gal Costa e Evinha.
Ela esteve no Rio de Janeiro em janeiro de 2024, onde realizou um pocket show intimista e saiu apaixonada pela recepção calorosa. Desde então, reforça que espera voltar ao Brasil em breve.
De acordo com Gabriela, administradora do perfil Olivia Dean Brasil, a conexão entre a artista e o país tem um peso afetivo real: “A Olivia conta sua história de forma crua e linda, e isso faz com que tanta gente se identifique. O carinho dela pelo Brasil é genuíno, dá para sentir que faz parte das músicas, das histórias e dos sonhos dela.”
Para Mylena, que também administra o perfil, a autenticidade é o que define a artista: “Ela vê beleza nas pequenas coisas e é honesta consigo mesma. A Olivia realmente respeita a cultura brasileira, não apenas faz referência – ela ama, escuta e usa como parte da própria música.”
E aí, gostou de conhecer mais sobre Olivia? Comente nas redes sociais do Entretetizei – Instagram, Facebook e X – e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.
Programa consagrado no YouTube chega à TV com Fred Mascarenhas, Nando Viana, Yasmin Yassine, Gigante Léo, Paulinho Gogó e Paulinho Serra
Sucesso criado pelos Castro Brothers e fenômeno na internet, o UTC – Ultimate Trocadilho Championship teve sua estreia ontem (10), levando para a televisão a batalha de trocadilhos que já acumula milhões de visualizações no YouTube e fãs em todo o país. Entre os convidados confirmados estão Nando Viana, Yasmin Yassine, Lucas Inutilismo, Gigante Léo, Marcos Rossi, Paulinho Gogó e Paulinho Serra, nomes que representam o melhor do humor brasileiro atual.
Nesta nova fase, o UTC chega à PlayTV com o mesmo espírito irreverente e competitivo que o consagrou nas redes: humoristas se enfrentam em rodadas hilárias de trocadilhos, onde o desafio é simples: quem rir, perde!
Foto: divulgação/PlayTV
“Trazer o UTC para a televisão é um passo natural para esse formato que já faz parte da cultura pop digital. A PlayTV tem como missão aproximar mundos e gerações, e o humor é uma das pontes mais poderosas para isso”, afirma Leonardo Zalcman, Vice-Presidente da emissora.
A estreia faz parte do objetivo da PlayTV de trazer grandes sucessos do YouTube para a televisão, ampliando a presença da emissora junto do público jovem. Além da exibição na TV, o UTC terá forte presença digital, com cortes e conteúdos exclusivos publicados nas redes da PlayTV e dos Castro Brothers.
Foto: reprodução/Alô Alô Bahia
“O público está carente de programas de humor criativos na televisão, e o UTC representa exatamente isso: espontaneidade, talento e conexão real com quem assiste”, completa Zalcman.
O programa já está disponível para o público na PlayTV.
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