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Entrevista | Jenni Mosello vive uma fase “muito especial e verdadeira” em novo capítulo da carreira

Com uma trajetória marcada por grandes composições, a artista inaugura um novo ciclo criativo, explorando novas formas de expressar sua identidade brasileira

 

Jenni Mosello entende que a sinceridade é o que sustenta qualquer artista, e é essa verdade que tem guiado sua carreira. Nascida em Curitiba e criada em Roma, a cantora e compositora cresceu entre culturas, sons e referências que contrastam em sua identidade plural.

Com uma trajetória marcada por grandes composições – entre elas Chico, Fé nas Maluca e VIP, que lhe renderam indicações ao Latin Grammy –, a artista, dando sequência ao último álbum, HOSTIL, agora se volta para um novo projeto autoral, mais íntimo e conectado à sua essência brasileira.

Atualmente, ela vive o início de uma era brava em todos os sentidos da palavra, como ela mesma define. Um momento em que se desafia como artista, compositora e mulher, testando limites e falando sobre temas que até pouco tempo não tinha coragem de expor.

Entre o medo e a empolgação, ela mergulha em um processo criativo novo, despido de filtros e movido por uma vontade genuína de se mostrar por inteiro. É uma fase que mistura força e vulnerabilidade, prometendo muitas surpresas.

Assim como o jazz e o blues, que tiveram forte influência no início de sua carreira, Jenni explorou a liberdade rítmica, a improvisação e os vocais expressivos para conquistar o público. Sua trajetória é intensa: brilhou nos palcos do The X Factor, onde foi vice-campeã, conquistando fãs com sua atitude e com versões diferentes de músicas famosas que chamaram a atenção do público.

A entrada da artista no pop nacional e sua consolidação como compositora de grandes artistas, como Carol Biazin, Di Ferrero, Iza, Veigh e Lucy Alves, ocorreram com um ritmo memorável (com rápido crescimento e reconhecimento) e cativante, refletindo sua capacidade de unir técnica e emoção em cada produção.

Foto: reprodução/Instagram @jennimosello
Foto: reprodução/Instagram @jennimosello

Os olhares internacionais também se voltaram para Mosello. Ela participou de campings de composição com compositores de artistas internacionais, trabalhou em projetos com Demi Lovato e Sam Smith e foi convidada para o She Is The Music, iniciativa de Alicia Keys que incentiva a presença de mulheres na indústria da música – tudo isso com a arte literalmente no pescoço, tatuada, como se exibisse uma parte de sua essência.

Os olhos de jabuticaba, que sua avó dizia enxergar nela, talvez tivessem outro significado, mas, assim como a fruta, Jenni se mostrou um símbolo da força incontestável do nosso talento nacional e segue plantando novas sementes com seu trabalho.

Em entrevista ao Entretetizei, Jenni fala sobre vulnerabilidade, reflete sobre o processo criativo, celebra conquistas em premiações e conta um pouco mais sobre o poder de se enxergar com o próprio olhar na nova fase em que vive:

Entretetizei: Jenni, você cresceu entre Curitiba e Roma, duas culturas bem diferentes. Nas redes sociais, você escreve: “Nasci com olhos de jabuticaba, diz minha avó; aprendi a enfeitá-los com a minha mãe…” De que forma esses dizeres, os laços familiares e essa dualidade entre as cidades influenciaram o seu modo de olhar o mundo, de criar e de se expressar artisticamente?

Jenni Mosello: Crescer entre o Brasil e a Itália me mostrou uma dualidade muito interessante — e, ao mesmo tempo, uma semelhança que nem todo mundo percebe. São dois países de sangue quente, que vivem tudo no auge da emoção. A Itália me ensinou a amar a arte clássica, o drama e a beleza da intensidade; o Brasil me ensinou a transformar qualquer dificuldade em ritmo, sorriso e música. Acho que esse contraste me formou como artista: aprendi a viver e criar com paixão, com intensidade e com um olhar que busca beleza tanto no caos quanto na delicadeza.

E: Muitas iniciativas e coletivos de composição reforçam a ideia de que a criação coletiva pode ser tão potente quanto a individual. O que essa troca entre artistas e produtores ensinou a você sobre o processo de compor e sobre a força das conexões na música?

J.M: Eu adoro criar em grupo. Acho que a força da composição coletiva está justamente na troca de vivências – é o que faz uma música se tornar mais rica e inesperada. Eu cresci vendo o mundo a partir do meu ponto de vista, então somar o olhar de outras pessoas na hora de criar é algo que me fascina. Essa troca de perspectivas e experiências faz a gente chegar a lugares que sozinha talvez eu 

nunca imaginasse. É isso que me encanta na música e na criação coletiva: o encontro de mundos diferentes dentro de uma mesma canção.

E: Muitas das suas letras falam sobre força e vulnerabilidade caminhando juntas. Você entendeu que expor suas fragilidades também podia ser uma forma de poder?

J.M: Eu nunca encarei a ideia de expor minhas vulnerabilidades como uma escolha consciente ou uma estratégia de força. Foi algo que aconteceu por necessidade, um impulso natural. As músicas, muitas vezes, falam comigo antes mesmo de eu 

entender o que estou dizendo – escrevo antes de perceber que aquilo é exatamente o que eu precisava ouvir. É um processo catártico, quase terapêutico, e essencial para o meu bem-estar. Acho que o poder acaba surgindo justamente 

daí, do espaço que eu dou para as minhas fragilidades existirem dentro da minha arte. Não é racional, é instinto – da pele, da caneta e da voz.

Foto: reprodução/Instagram @jennimosello
Foto: reprodução/Instagram @jennimosello

E: Você começou no jazz, mergulhou no dark pop e hoje transita entre compor para outros artistas e criar projetos autorais como foram JENNI, FEMMINA e HOSTIL. O que essa caminhada te ensinou sobre o seu modo de criar e sobre quem você é na música?

J.M: Acho que o maior aprendizado da minha caminhada foi entender que a sinceridade é o que sustenta qualquer trajetória artística. No começo, por vir de uma família sem ligação com a música, eu me deixei guiar muito pelas expectativas dos outros. Tinha essa fome enorme de fazer dar certo, então acabei me moldando às opiniões de quem eu acreditava entender melhor a indústria. 

Com o tempo, percebi que o verdadeiro segredo está em ser o mais honesta possível comigo mesma e com quem me escuta. Essas “máscaras” foram caindo, e eu fui me entregando de forma cada vez mais real – para o público e para mim. 

A análise, que eu faço há mais de uma década, também me ajuda a transformar tudo isso em arte, para que o que eu canto seja, de fato, um reflexo de quem eu sou por dentro.

E: Você já comentou que compor é como “viajar por muitos mundos” e que, “na música, somar é dividir”. Como é transitar entre criar para si e criar para outros artistas? Em que medida essas experiências se alimentam e se transformam?

J.M: Acho que é inevitável uma experiência influenciar a outra, porque a gente vive 

de trocas. Eu sempre digo que nós, compositores, somos como esponjas: tudo o que vivemos, sentimos e observamos vai sendo absorvido, e quando compomos, liberamos um pouco desse mundo que ficou dentro da gente. Compor para outros artistas me fez entender ainda mais quem eu sou como artista e como compositora. Ao visitar diferentes realidades e estilos, fui descobrindo o que realmente faz sentido para mim e o que não faz. Com o tempo, essa prática me deu clareza e maturidade para separar o que é meu e o que pertence ao universo do outro artista. Hoje, consigo entrar completamente no mundo deles sem perder o meu, mas também com a soma de todas as vivências que já tive ao compor ao lado de outros artistas e em meus próprios projetos.

E: Do palco ao estúdio, das canções autorais às parcerias internacionais e indicações ao Grammy: como você define o ponto de virada que essas conquistas representaram na sua carreira – e o que elas acenderam em você para construir a próxima fase?

J.M: É incrível poder receber essas nomeações e ver de perto essas conquistas. Elas me fazem ganhar cada vez mais confiança de que estou no caminho certo. Ainda assim, acho que dentro do mundo artístico é muito difícil parar e realmente perceber o tamanho dessas vitórias. Tenho conversado bastante com amigos da indústria sobre isso, porque a gente vive num ritmo em que tudo o que fazemos só ganha forma muito tempo depois às vezes, anos. É um trabalho de longo prazo e o retorno raramente é imediato. Por isso, eu tento celebrar cada sessão, cada processo criativo e me lembrar constantemente do porquê faço o que faço. Poder trabalhar com música todos os dias já é, pra mim, a maior conquista. Viver de arte, me sustentar com o que amo é o maior privilégio que eu poderia ter. Tudo o que vem a partir disso são presentes frutos de sementes que foram plantadas lá atrás, com muito suor e dedicação.

Foto: reprodução/Instagram @jennimosello
Foto: reprodução/Instagram @jennimosello

E: E qual letra de música, palavra ou sensação você escolheria para definir essa nova era que está construindo na nova fase da sua carreira? Pode dar algum spoiler do que podemos esperar dos próximos passos?

J.M: Essa nova era é uma era muito brava em todos os sentidos da palavra. Estou forçando meus limites como artista, como compositora, como mulher, como tudo. Estou falando sobre coisas que nunca falei antes, fazendo músicas de um jeito completamente novo e explorando minha brasilidade de uma forma que até hoje eu não tinha tido coragem de colocar no mundo. Estou muito ansiosa para lançar essa fase e, ao mesmo tempo, morrendo de medo porque me sinto um pouco pelada na frente dos outros. Mas acho que justamente por isso vai ser uma fase muito especial, muito verdadeira e muito minha.

 

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Leia também: Entrevista | Priscilla Reis fala sobre carreira e as conexões que a arte proporciona – Entretetizei

 

Texto revisado por Cristiane Amarante @cris_tiane_rj

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Notícias

Júlia Sanchez lança seu primeiro single solo

Meu Ascendente é Escorpião marca nova fase na trajetória da artista

Cantando o amor entre duas mulheres, Júlia Sanchez lançou ontem (13), Meu Ascendente é Escorpião. O single marca o início da carreira musical solo da artista, sendo o primeiro de um EP com previsão de lançamento em 2026. 

“Aqui, falo de uma mulher negra e sua pluralidade de existência. Coletivo e individual se retroalimentando. Para esse trabalho como um todo, trago sonoridades que acumulei pelo caminho como o blues, o pop, o rock, o R&B e, claro, a profundidade na hora da composição que sempre me acompanhou. As histórias, as vivências, as letras, a narrativa sempre são o caminho onde tudo começa. Utilizo a música para poder caminhar, escrever, compartilhar, falar com os meus. Ser muitas vezes a artista que não tive na adolescência, por exemplo.”

Foto: divulgação/Hernandes

Júlia coleciona trabalhos no teatro musical e se destaca em produções premiadas, entre elas, Elza, musical que a artista considera ser um divisor de águas de sua visão artística. 

“O contato muito aproximado com a história de Elza Soares no musical foi uma mudança de chave pra mim. Uma fonte de inspiração e resiliência que sinto atravessar os tempos e ser motor para nós, mulheres negras.”

Com Meu Ascendente é Escorpião, Júlia reafirma sua força criativa e potência artística, abrindo caminhos no mundo da música e celebrando sua identidade, vivências e pluralidade. 

Ouça o single no seu streaming favorito!

 

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Leia também: Entrevista | Júlia Sanchez celebra nova fase na música e fala sobre sua trajetória artística – Entretetizei 

 

Texto revisado por Larissa Couto

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Cinema Cultura pop Notícias

Alerta Apocalipse: veja o trailer e fotos oficiais do novo filme de Liam Neeson e Joe Keery

O longa, que mistura ação com comédia, chega nos cinemas brasileiros em janeiro de 2026

 

Em uma mistura única de comédia e ação, Alerta Apocalipse acompanha dois jovens que se unem a um ex-agente de operações biológicas para tentar conter um fungo que pode levar o mundo à extinção. No filme, que chega no Brasil em janeiro de 2026, os astros Joe Keery e Georgina Campbell se juntam ao lendário Liam Neeson para tentar salvar o mundo. O elenco também conta com as britânicas Vanessa Redgrave e Lesley Manville.

Quando um fungo altamente perigoso escapa de um laboratório secreto de uma antiga instalação militar, Robert Quinn (Neeson), um ex-agente de bioterrorismo que só queria curtir a aposentadoria em paz, é chamado de volta à ação. Ao lado de Travis (Keery) e Naomi (Campbell), dois jovens funcionários de uma empresa de armazenamento que definitivamente não ganham o suficiente para isso, ele precisa enfrentar uma ameaça invisível e fora de controle. Em uma corrida contra o tempo, o trio descobre que salvar o mundo dá muito mais trabalho do que parece.

A direção fica por conta de Jonny Campbell, vencedor de um BAFTA pela direção da série de horror In the Flesh (2013), e o filme é escrito por David Koepp, roteirista de alguns dos maiores sucessos de Hollywood, como Jurassic Park (1993) e o primeiro Homem-Aranha (2002). O longa adapta o best-seller homônimo de Koepp de 2019, lançado no Brasil com o título Contágio.

Alerta Apocalipse
Imagem: Divulgação/Imagem Filmes

Com um enredo tenso e uma premissa apocalíptica, o filme explora de forma cômica o caos absurdo do planeta, mas também questiona até onde os personagens da trama estão dispostos a chegar para proteger a humanidade. Essa combinação de ficção científica com humor, aliado a cenas de ação intensas, garante que o público tenha uma experiência cinematográfica inesquecível com um elenco estelar e produção de alto nível.

Alerta Apocalipse
Imagem: Divulgação/Imagem Filmes

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Leia também: Conheça os filmes que chegam ao streaming em novembro

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Entretenimento Música Sem categoria

Documentário sobre Milton Nascimento disputa prêmio no Grammy Latino 2025

Milton Bituca Nascimento concorre na categoria Melhor Vídeo Musical de Longa Duração

O documentário Milton Bituca Nascimento, dirigido por Flavia Moraes e disponível no streaming, está concorrendo ao Grammy Latino 2025 na categoria de Melhor Vídeo Musical de Longa Duração. A cerimônia acontece nesta quinta-feira (13), nos Estados Unidos, com a presença do produtor Fabiano Gullane e do diretor musical da obra, Victor Pozas.

A produção acompanha Milton Nascimento durante a sua turnê de despedida e reúne depoimentos de mais de 40 convidados, entre eles Gilberto Gil, Mano Brown, Djamila Ribeiro, Quincy Jones, Spike Lee e Paul Simon. A obra busca entender o impacto cultural e emocional do artista em diferentes gerações, explorando sua trajetória e a força de sua música no Brasil e no mundo.

Foto: divulgação/Gullane+

 

O documentário, disponível no Globoplay, propõe uma reflexão sobre o fascínio que Milton desperta no público, combinando imagens da estrada, dos bastidores e encontros marcantes registrados ao longo da turnê. Flavia Moraes acompanhou o cantor por dois anos, em uma produção que mistura viagem, memória e uma observação íntima da relação dele com a música e com os fãs.

A equipe criativa reúne nomes do audiovisual brasileiro: com fotografia de Pedro Rocha, montagem de Laura Brum e trilha original assinada por Victor Pozas e Rafael Langoni. A produção é do Canal Azul, da Nascimento Música, Gullane e Claro, com distribuição da Gullane+.

Foto: divulgação/Gullane+

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Leia também: Rosalía lança LUX, álbum experimental com orquestra e colaborações de peso

Texto revisado por Cristiane Amarante

 

 

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Cultura asiática Música Notícias

Primeiro álbum completo do XG recebe título oficial THE CORE – 核

O lançamento oficial acontece em janeiro

O grupo feminino japonês XG anunciou que seu primeiro álbum completo, com lançamento previsto para 23 de janeiro de 2026, se chamará THE CORE – 核. O grupo já vinha deixando pistas nas últimos semanas ao publicar uma imagem contendo apenas o kanji 核 (núcleo/essência) nas redes sociais, o que despertou a curiosidade e expectativa entre os fãs. No dia seguinte, o XG revelou o nome da sua próxima turnê mundial, XG WORLD TOUR: THE CORE, alimentando interpretações e reforçando a ligação entre o kanji e o conceito de core

O álbum já havia sido anunciado em agosto, durante o festival japonês A-Nation, com o single digital GALA lançado em setembro. THE CORE – 核 é apresentado como uma declaração da essência mais profunda da XG. O álbum busca ir além de tendências, explorando as raízes da música e da identidade do grupo. Ele atravessa gêneros, eras e espaços, mas mantém no centro a energia única que define o XG. 

O projeto também reafirma o conceito de X-POP, gênero criado pelo próprio grupo. Guiado pela ideia de que boa música tem valor em si, o álbum promete uma jornada musical que ultrapassa tempo e espaço, sendo a representação mais fiel do XG neste momento e um ponto de partida para novas possibilidades. A tracklist ainda não foi divulgada. Novas informações sobre as faixas serão anunciadas em breve. 

Confira o teaser de THE CORE – 核: 

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Cultura asiática Entretenimento Séries

O clássico Hana-Kimi será adaptado para anime

A comédia romântica estará disponível ano que vem  

A plataforma de anime Crunchyroll, anunciou a adaptação de Hana-Kimi,  clássico manga queridinho pelo público, para anime. O lançamento está previsto para o ano que vem, no dia 4 de janeiro,   aquecendo  os corações românticos dos fãs. 

Foto:Reprodução/ Hakusensha :Production Committee

A adaptação conta a história de Mizuki Ashiya, estrela de atletismo nipo-americana, que se disfarça para estudar em uma escola só para garotos. Tudo isso com um intuíto maior: ficar perto do seu ídolo, o saltador em altura, Izumi Sano. O destino mantém eles ainda mais próximos, trazendo questionamentos importantes para ambos. 

 

O trabalho  é assinado por Natsuki Takemura, diretor de outros grandes trabalhos como a série infantil “Go! Go! Vehicle Zoo”, acompanhada pelo estúdio de animação japonesa  Signal.MD. O anime Hana-Kimi, estará disponível mundialmente, com exceção da Ásia, porém a Índia também recebe a série. 

 

Assista ao trailer: Hana-Kimi | Official Trailer 2 | Crunchyroll

O trailer já está disponível. A dupla do J-Pop, YOASOBI foi convocada para interpretar a trilha sonora da abertura e encerramento do anime, ofertando a cereja do bolo para todos os espectadores. 

 

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Texto revisado por Simone Tesser @simone_alleotti

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Especiais Notícias

Made in the A.M: uma década da despedida da One Direction

Último trabalho da banda mostra amadurecimento e crescimento, com letras mais profundas e canções que trazem a essência do grupo, mesmo com nova formação

Há dez anos, a One Direction lançava o seu quinto e último álbum antes de uma pausa das atividades em grupo que dura até hoje. Made In The A.M., o primeiro disco da banda lançado meses após a saída de Zayn Malik, traz a novidade da formação com quatro integrantes – Harry, Liam, Louis e Niall – mas carrega também um gostinho de despedida.

Os primeiros passos de que um novo álbum viria aconteceu em julho de 2015, com o lançamento surpresa do single Drag Me Down. No clipe, gravado no Centro Espacial da NASA, os integrantes da banda aparecem como astronautas e se preparam para se aventurar no espaço.

Escrita por Jamie Scott, Julian Bunetta e John Ryan, nomes já conhecidos por colaborarem nos dois álbuns anteriores da 1D, a canção pop rock traz uma batida mais animada, se comparado aos singles do antecessor Four, e um toque de amadurecimento ao som do grupo. Aqui, cada integrante também teve o seu momento de brilhar.

Se após a saída de Zayn os fãs se questionaram sobre o futuro do grupo, especialmente com o espaço deixado pelo timbre marcante de Malik, o novo single mostrou que, mesmo com um integrante a menos, o grupo era capaz de se reinventar e seguir com a mesma essência. 

Meses depois, a banda anunciou o segundo single do álbum, Perfect, escrito com a participação de Louis e Harry, junto com Jacob Kasher, John Ryan e Maureen Anne McDonald. 

Lançado no dia 13 de novembro de 2015, Made In The A.M. conta com 17 canções, com participação da composição dos membros em grande parte das faixas. 

Abrindo o disco com força, Hey Angel apresenta perfeitamente a energia do álbum, com um refrão que lembra Millennium, de Robbie Williams, ou a famosa Bitter Sweet Symphony do The Verve. A canção também traz as vozes mais presentes de Louis e Niall, que também aparecem muito mais nas faixas seguintes do álbum. 

Infinity diminui o ritmo após as três primeiras músicas e traz uma energia mais sentimental, com início tímido, mas que explode na ponte. What a Feeling é um dos destaques desse projeto por apresentar uma energia nova para o grupo. Com uma produção que remete aos anos 1980, a música traz uma influência de Fleetwood Mac, como mencionado por Louis, que participou da composição. 

End of the Day, Never Enough, Olivia, Temporary Fix e Wolves trazem ritmos e melodias animados, mostrando que o tom divertido da boyband não ficou no passado. 

O disco também conta com canções mais lentas, como a balada If I Could Fly – que destaca muito bem as vozes dos integrantes, separadas e juntas –, Long Way Down, uma letra que recorda o passado e fala sobre a dificuldade em perdoar alguém, interpretada por fãs como uma mensagem à Zayn, Love You Goodbye e I Want to Write You a Song. Essas músicas diminuem um pouco o ritmo e dão espaço para a carga mais emotiva do disco.

Walking in the Wind, A.M. e History mostram bem o porquê do disco ser uma carta de despedida. 

 

We had some good times, didn’t we?

Nós tivemos uns bons momentos, não tivemos?

We had some good tricks up our sleeve

Nós tivemos alguns bons truques na manga

Goodbyes are bitter-sweet

Despedidas são agridoce

But it’s not the end, I’ll see your face again

Mas não é o fim, verei seu rosto novamente

History foi o último single do álbum, com um clipe cheio de registros significativos, incluindo a trajetória no The X Factor, reality responsável pela formação do grupo, as passagens por diferentes países e os momentos de troca entre os membros, com cenas que mostram também Zayn. O vídeo, e o álbum em si, formam uma carta de amor aos fãs e um até logo por parte da banda.

Em 2016, os integrantes iniciaram oficialmente o hiatus e logo engataram nas respectivas carreiras solo, com cores diferentes da tão conhecida One Direction e com uma liberdade artística maior. 

Harry Styles lançou em 2017 o primeiro álbum de estúdio solo, com influências do rock britânico. Hoje, tem uma das carreiras mais consolidadas entre os integrantes da banda e carrega três Grammys Awards, incluindo na categoria de Álbum do Ano, com Harry’s House (2022), seu terceiro disco. 

Com sonoridade para o lado folk, Niall Horan escolheu a calma This Town para dar o pontapé inicial na carreira solo. Desde então, o cantor lançou os álbuns Flicker (2017), Heartbreak Weather (2020) e The Show (2023).  

Em meio a questões e perdas pessoais, Louis Tomlinson lançou Just Hold On dias após a morte de sua mãe por leucemia. A canção é uma colaboração com Steve Aoki e carrega uma mensagem de força em meio a dificuldades e turbulências. Tomlinson tem dois álbuns de estúdio, Walls (2020) e Faith In The Future (2023), e recentemente anunciou o terceiro disco How Did I Get Here, previsto para janeiro de 2026. 

Liam Payne também embarcou em uma carreira solo e debutou com Strip That Down em 2017. Em 2019, lançou o primeiro álbum, intitulado LP1. O cantor faleceu aos 31 anos, em outubro de 2024 na Argentina, após cair da varanda de seu quarto de hotel.

Em entrevista à Rolling Stone UK neste ano, Louis chegou a falar que, antes do falecimento de Liam, pensava sobre a possibilidade de uma reunião da banda, mas, afirmou que, “agora, ficaria realmente surpreso se isso acontecesse”.

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cinema Cultura pop Moda Notícias

Confira as primeiras imagens oficiais de O Diabo Veste Prada 2

A sequência do filme icônico de 2006 chega na América Latina em abril de 2026

 

A contagem regressiva já pode começar! Quase vinte anos após serem apresentados ao público, os personagens icônicos – e fashionistas – Miranda (Meryl Streep), Andy (Anne Hathaway), Emily (Emily Blunt) e Nigel (Stanley Tucci) retornam às elegantes ruas de Nova York e aos sofisticados escritórios da revista Runway. A aguardada sequência de O Diabo Veste Prada (2006), sucesso que marcou toda uma geração, chega aos cinemas no próximo ano e já podemos dar uma espiadinha.

O filme traz de volta o elenco original e conta com o retorno do diretor David Frankel e da roteirista Aline Brosh McKenna. Além disso, traz novos rostos para a Runway, com personagens interpretados por Kenneth Branagh, Simone Ashley, Justin Theroux, Lucy Liu, Patrick Brammall, Caleb Hearon, Helen J. Shen, Pauline Chalamet, B.J. Novak e Conrad Ricamora. Tracie Thoms e Tibor Feldman também reprisam seus papéis como Lily e Irv do primeiro filme.

O Diabo Veste Prada 2 é produzido por Wendy Finerman e conta com a produção executiva de Michael Bederman, Karen Rosenfelt e Aline Brosh McKenna. O longa tem distribuição da 20th Century Studios e estreia exclusivamente nos cinemas em abril de 2026.

O Diabo Veste Prada 2
Imagem: Divulgação/20th Century Studios

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Leia também: Especial | Cinco papéis de Anne Hathaway que você pode não se lembrar

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Entretenimento Música Notícias

Eros Ramazzotti e Alicia Keys lançam dueto inédito de L’Aurora

A colaboração estará disponível nas plataformas digitais em 21 de novembro

 

Eros Ramazzotti revelou a identidade da última colaboração de seu aguardado álbum Una Storia Importante, que chega às plataformas em 21 de novembro de 2025. A convidada é ninguém menos que Alicia Keys, estrela global e uma das vozes mais influentes da música contemporânea, que pela primeira vez divide os vocais com o cantor italiano.

Artista multifacetada, Alicia Keys acumula 17 prêmios Grammy e uma carreira marcada por conquistas como cantora, compositora, musicista, produtora, empresária e ativista. No novo projeto, ela interpreta e coproduz ao lado de Ramazzotti um dueto emocionante em uma das canções mais íntimas e simbólicas de sua trajetória, L’Aurora. Nesta nova versão, as vozes de Eros e Alicia se entrelaçam em um diálogo autêntico e cheio de sensibilidade, revelando novas nuances e uma luz inesperada à faixa.

Foto: reprodução/ Instagram @aliciakeys

Alicia se junta ao time de grandes artistas que participam do álbum, entre eles Andrea Bocelli, Elisa, Kany García, Giorgia, Jovanotti, Lali, Carín León, Max Pezzali e Ultimo. Ao longo de 15 faixas, Eros Ramazzotti revisita sucessos de sua carreira e apresenta canções inéditas, em novas versões gravadas em italiano e espanhol, reafirmando sua força como um dos maiores nomes da música italiana contemporânea.

Tracklist – Una Storia Importante

  1. Il mio giorno preferito
  2. L’aurora feat. Alicia Keys
  3. Un’emozione per sempre feat. Ultimo
  4. Come nei film feat. Max Pezzali
  5. Festa
  6. La mia strada feat. Jovanotti
  7. Buona stella feat. Elisa
  8. Se bastasse una canzone feat. Andrea Bocelli
  9. Otra como tú feat. Carín León
  10. Domani
  11. Quanto amore sei feat. Giorgia
  12. Solo insieme a te
  13. Stupide parole romantiche
  14. Fuego en el fuego feat. Lali
  15. 5 secondi

Tracklist – Una Historia Importante

  1. Mi día preferido
  2. La aurora feat. Alicia Keys
  3. Una emoción para siempre feat. Kany García
  4. Si bastasen un par de canciones feat. Andrea Bocelli
  5. Fuego en el fuego feat. Lali
  6. Otra como tú feat. Carín León
  7. Mañana
  8. Fiesta
  9. La aventura feat. Jovanotti
  10. Cuánto amor me das feat. Giorgia
  11. Solo junto a ti
  12. Estúpidas palabras románticas
  13. 5 segundos
  14. Buona stella feat. Elisa
  15. Come nei film feat. Max Pezzal 
Foto: divulgação/ Instagram @ ramazzotti_eros

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Texto revisado por Simone Tesser @simone_alleotti

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Cinema Destaques Entretenimento Séries

Após sucesso global, Os Donos do Jogo tem segunda temporada confirmada

Série alcança ranking global de séries não inglesas mais assistidas, além de não sair do Top 10 nacional desde sua estreia

 

Depois do sucesso, a Netflix confirmou a segunda temporada do seriado mais amado do momento. Os Donos do Jogo virou um fenômeno não só no Brasil, mas no mundo todo.

Dados da Netflix mostram que, só na semana de estreia, a série alcançou mais de cinco milhões de visualizações. A obra também alcançou o topo do ranking global da Netflix e segue no Top 10 nacional desde seu lançamento. 

No universo do jogo do bicho, Profeta (André Lamoglia) sai de uma cidade do interior em busca do trono no Rio de Janeiro e mexe com a cúpula do jogo do bicho. Ao longo dos episódios, cada personagem vai atrás de suas ambições e a trama fica cada vez mais tensa.

donos do jogo
Foto: divulgação/Albert Andrade/Netflix

Para quem já conferiu os episódios sabe que a emoção vai do início ao fim dos episódios, deixando aquele sentimento de “quero mais”.

Em entrevista, André Lamoglia declara: “Estou muito feliz e honrado com o carinho que a audiência teve com a primeira temporada! A gente se dedicou de verdade nesse projeto, então é incrível ver esse retorno tão positivo”.

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Texto revisado por Larissa Couto @larscouto

 

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