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Especial de Beleza Fatal ganha trailer e pôster oficial

A produção reúne elenco e criadores para contar histórias inéditas e segredos dos bastidores da novela que foi sucesso neste ano de 2025

A HBO Max apresentou hoje o pôster oficial e o trailer do Especial Beleza Fatal, produção inédita que marca o reencontro do elenco e dos criadores da primeira novela nacional original da plataforma. O especial estreia no dia 15 de dezembro e está imperdível!

Com novas imagens e cenas reveladas no trailer, o público tem um primeiro olhar sobre o registro intimista das lembranças, histórias e bastidores contados por Camila Pitanga, Camila Queiroz, Giovanna Antonelli, Júlia Stockler, Caio Blat, Herson Capri, Marcelo Serrado, Murilo Rosa, Romani e até, Chokito, o Lolindo, cachorro da vilã Lola, que também participou da gravação presencial.

Você pode conferir o trailer aqui.

Foto: divulgação/HBO MaxFilmado na Mansão Argento, cenário central da trama, o projeto revisita momentos que se tornaram emblemáticos para os fãs e amplia essa jornada afetiva com depoimentos inéditos de outros nomes do elenco que não estiveram presentes mas gravaram participações exclusivas para o Especial, entre eles Augusto Madeira e Manu Morelli.

O Especial também traz entrevistas do criador e roteirista Raphael Montes e da diretora-geral Maria de Médicis, que comentam o processo criativo, a construção dos personagens e a recepção da novela que ultrapassou expectativas e se tornou um verdadeiro fenômeno e um marco para a HBO Max no Brasil.

Produzida pela Coração da Selva para a Warner Bros. Discovery e supervisionada por Silvio de Abreu, Beleza Fatal encerrou sua temporada em março com recordes de performance e engajamento. A novela figurou entre os conteúdos mais assistidos da plataforma e liderou em alcance, aquisições e horas consumidas em toda a América Latina na semana final de exibição. 

 

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Beleza Fatal, a novela que não sabíamos mas precisávamos

 

Texto revisado por Larissa Couto

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Cinema Notícias

Diário de Pilar na Amazônia ganha adaptação para os cinemas, misturando cultura, humor e aprendizado

Baseado no livro infantil de mesmo nome, o filme traz ensinamentos importantes sem perder o humor

Diário de Pilar na Amazônia (2011) é o primeiro volume de uma coletânea de livros infantis que mistura imagens, parágrafos, listas e colagens. Escrito por Flávia Lins e Silva é ilustrado por Joana Pena, a narração da história acontece por meio de um diário de viagens.

São diversos os países que a pequena Pilar já visitou, incluindo Grécia, China e Egito, sempre vivendo aventuras enquanto aprende sobre a cultura local.

Para a sua estreia nas telonas, o livro escolhido não poderia ser outro. Além de ter sido a primeira história publicada, ele se passa na nossa grande floresta Amazônica.

Foto: divulgação/Laís Teixeira
A adaptação cinematográfica

Quando Pilar (Lina Flor) recebe uma rede de presente do avô, ela não acredita muito que é uma rede mágica e mal sabe que o item está prestes a mudar sua vida.

Ao notar a aparição misteriosa de folhas queimadas na rede, ela e seu melhor amigo Breno (Miguel Soares) impulsivamente embarcam em uma aventura.

O longa acompanha a mágica viagem dos dois para a Amazônia, onde conhecem a local Maiara (Sophia Ataíde), que se perdeu dos pais durante um incêndio em sua comunidade.

Na viagem de Amazônia para o Pará, eles encontram Bira (Thúlio Naab), um amigo de Maiara, e juntos os quatro embarcam na missão de reunir a família, mas o plano muda quando, no meio do caminho, descobrem mais sobre um grande esquema de desmatamento.

Eles precisam impedir que isso continue acontecendo, então decidem defender a floresta como podem. Para isso, vão contar com a ajuda especial de grandes nomes do nosso folclore.

Personagens infantis inspiradores

Pilar é uma garota com fortes opiniões acerca do mundo e disposta a lutar pelo que acredita, além de se recusar a quebrar promessas.

Breno é seu melhor amigo, um garoto fiel e corajoso, também muito engraçado, e juntos eles conhecem Maiara e Bira, crianças igualmente corajosas e resilientes.

Além do grupo de amigos, que marcam a estreia dos quatro atores no cinema, a adaptação traz grandes nomes da atuação como Nanda Costa, Emílio Dantas, Marcelo Adnet e Babu Santana.

Foto: divulgação/Laura Campanella
Ambientação do filme

Mostrando a cultura do norte do país, o filme nos leva à Amazônia. Maiara menciona árvores específicas e apresenta o açaí com tapioca para os novos amigos.

Em momentos de grande necessidade, Curupira, Iara e o boto-cor-de-rosa ajudam as crianças, introduzindo nosso folclore aos telespectadores.

Além desses fatores, também conhecemos uma comunidade indígena local, que ensina o grupo a lutar como nativos. O pagé, inclusive, mostra como essas comunidades ainda usam folhas e remédios naturais para curar ferimentos.

A lição que fica

Diário de Pilar na Amazônia é um filme sobre amizade, determinação e valores. Mostrando uma parte pouco conhecida da nossa cultura brasileira, o longa também reforça como nossas florestas são importantes e que é nosso dever cuidar delas.

Com uma boa dose de humor, a história traz um tema importante de maneira leve e inspiradora, esperançosamente ensinando nossas crianças a proteger o nosso planeta.

Foto: divulgação/Laura Campanella

O filme estreia nos cinemas brasileiros dia 15 de janeiro, perfeito para levar as crianças durante as férias escolares e se divertir com a família.

 

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Leia também: Crítica | Releitura de Natal Sangrento resgata o clássico com camadas mais profundas e sobrenaturais

 

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Cinema Crítica Notícias

Crítica | Releitura de Natal Sangrento resgata o clássico com camadas mais profundas e sobrenaturais

Abordando temas sensíveis e com pitadas de sarcasmo, o slasher pode agradar até quem não é fã de terror

Dirigido por Mike P. Nelson (Pânico na Floresta: A Fundação, 2021), Natal Sangrento revisita o clássico de 1984, trazendo uma proposta mais madura que o original. Apesar do leve toque de humor em algumas de suas cenas, a obra apresenta dilemas pessoais, psicológicos e também os conflitos internos vividos pelos protagonistas, sem perder o ar de mistério característico do gênero. 

Após presenciar o assassinato dos próprios pais quando criança, Billy Chapman (Rohan Campbell) ganha a macabra companhia de Charlie (Mark Acheson), que age como um guia espiritual ao longo da trama, mas também o ensina a matar. Vestindo roupas de Papai Noel, o serial killer busca suas vítimas em uma espécie de contagem regressiva para o Natal.

Tendo que conviver com o trauma vivido na infância, Billy cumpre a missão anual de tornar o Natal uma caçada sangrenta. Entre uma morte e outra, o protagonista conhece Pamela Sims (Ruby Wylder Rivera Modine), jovem que trava uma luta diária contra seus demônios e se torna o principal motivo para mudanças na vida de Billy, que repensa suas decisões. 

Imagem: divulgação/Diamond Films

Em entrevista ao Collider, o diretor reflete sobre a luta dos dois personagens em lidar com um passado conturbado. De acordo com ele, “são duas pessoas que possuem e lutam contra seus próprios demônios internos e tendo, nisso, um ponto de encontro entre os dois”.

Sem perder as principais características de um slasher e garantindo as expectativas de suspense ao longo das cenas, Natal Sangrento tem um toque de humor ácido nos momentos certos e conta com uma trilha sonora brilhante. As canções natalinas associadas a momentos felizes em família despertam memórias afetivas positivas e dão o tom sombrio para os assassinatos e momentos de tensão.

A dupla protagonista é o ponto mais alto do filme, toda a construção do romance é baseada nas clássicas comédias românticas de Natal, mas carrega a obscuridade que conduz a trama perfeitamente. 

A releitura do clássico carrega também cenas mais fortes e explícitas dos assassinatos, vale o aviso para os mais sensíveis a esse tipo de violência. Contudo, a cena final do filme deixa um gostinho de quero mais, dando a entender que existe a chance de uma continuação.

Natal Sangrento estará nos cinemas a partir do dia 11 de dezembro.

 

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz 

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