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Yeraltı: saiba os detalhes da nova dizi que chega em 2026

Nova dizi da MEDYAPIM aposta em drama intenso, tensão criminal e uma história de amor marcada por conflitos

A dizi Yeraltı (tradução livre: Submundo), produção da MEDYAPIM apontada como uma das estreias mais aguardadas de 2026, iniciou oficialmente suas gravações após um longo período de preparação. A confirmação reforça a expectativa em torno da série, que já vinha despertando curiosidade nos bastidores da TV turca.

Foto: reprodução/@vivendoomundoturco
Direção, roteiro e elenco de destaque

Com direção de Murat Öztürk e roteiro assinado por Berna Aruz, Yeraltı é estrelada por Deniz Can Aktaş, Uraz Kaygılaroğlu e Devrim Özkan. O elenco ainda reúne nomes de peso como Sümeyye Aydoğan, Burak Sevinç, Ekin Mert Daymaz, Emir Benderlioğlu, Koray Şahinbaş, Hülya Gülşen, Hakan Çelebi e Mehmet Yılmaz Ak.

Foto: reprodução/@devrimozkan
Enredo mistura submundo do crime e romance intenso

A trama acompanha Haydar Ali, interpretado por Deniz Can Aktaş, um homem que, após matar o assassino de sua família e se vingar, acaba preso e envolvido com um dos cartéis mais perigosos do submundo turco. Três anos depois, ao conquistar a liberdade, ele se vê diante de um conflito ainda mais devastador: a mulher que nunca conseguiu esquecer agora é a esposa do homem mais próximo a ele.

Foto: reprodução/Deniz Can Aktas

Com uma proposta marcada por tensão, dilemas morais e uma história de amor intensa, Yeraltı se firma como uma das apostas mais ambiciosas para 2026.

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Texto revisado por Larissa Couto @larscouto

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Cultura turca Especiais Notícias

Especial | Papai Noel tem origem turca?

Entenda a relação entre São Nicolau e a origem da lenda do bom velhinho como conhecemos

 

Chamado por vários nomes ao redor do mundo, como Santa Claus (Estados Unidos), Father Christmas (Reino Unido), Sinterklaas (Holanda) e Babbo Natale (Itália), a lenda do Papai Noel e o que ele representa nos dias de hoje, tem, em parte, origem na história do santo da Igreja Católica, São Nicolau.

Quem foi São Nicolau?

Nascido em Patara, uma pequena cidade à beira mar da Lícia, na Turquia meridional, no  século III d.C., Nicolau nasceu em uma família rica, que o educou ao cristianismo. Tornou-se órfão muito jovem, o que o levou a destinar toda sua riqueza herdada do pai à assistência dos necessitados, enfermos e pobres.

Foi sacerdote da diocese de Mira, onde hoje se localiza a cidade de Demre, na Turquia, na província da Anatólia, até se tornar o Bispo local. Por causa da perseguição aos cristãos pelo imperador romano Diocleciano, foi preso. Posteriormente, conseguiu a liberdade. Faleceu em Mira no ano de 343 d.C. Defensor dos fracos e protetor dos navegantes, a Igreja Católica celebra o dia de São Nicolau em 6 de dezembro.

Foto São Nicolau.
Foto: reprodução/Veja
Como um ato de caridade de um santo tem relação com o Papai Noel?

Conhecido por dedicar sua vida aos necessitados, principalmente jovens e crianças, um de seus feitos mais divulgados e que possui inspirações para a origem do Papai Noel, é sobre como ajudou a um de seus vizinhos, que tinha três filhas com idade para casar. 

Sem dinheiro suficiente para o dote, para livrar as meninas de um destino cruel, conta-se que durante a noite, São Nicolau jogou sacos de moedas dentro da casa da família de forma anônima. Quanto a esse gesto, por ser uma fato muito antigo, há divergência de informações, dizendo que as moedas foram jogadas pela chaminé, de modo que caíram dentro das meias das filhas (colocadas na lareira para secar), ou então pela janela.

A lenda do Papai Noel

Um gesto de bondade de um bispo da Igreja Católica inspirou a criação da figura de Papai Noel que conhecemos hoje. Mas, a lenda do Papai Noel é uma mistura deste ideário de bondade de São Nicolau com antigos contos populares nórdicos de um ser mágico que recompensava boas crianças com presentes. 

De modo geral, nos territórios germânicos, como os Países Baixos, a figura do Sinterklaas (São Nicolau) ficou conhecida, onde acontecia a comemoração durante o inverno da festa de São Nicolau. 

Foto Sinterklaas.
Foto: reprodução/Discovering Belgium

Protetor das crianças, a comemoração deu origem à tradição de espera dos presentes, pois na véspera do dia do santo, as crianças colocavam seus sapatos e meias próximos a lareira e dormiam à espera de encontrá-los no dia seguinte com doces e presentes.

O Papai Noel como conhecemos

Com a chegada dos imigrantes católicos holandeses ao território onde hoje se localiza os Estados Unidos, no século XVII, a tradição do Sinterklaas foi trazida à América. Contudo, a imagem do bom velhinho como conhecemos hoje, de barba branca, gorro e roupas vermelhas, é uma criação norte-americana e provavelmente se espalhou a partir do século XIX, através de livros, revistas e filmes.

Foto Papai Noel Turquia.
Foto: reprodução/A Gazeta

Do santo da Igreja Católica nascido na Turquia, país de maioria muçulmana, em que não se comemora o Natal, resta hoje na figura do Papai Noel o seu ideal de bondade.

 

Já sabia que a lenda do Papai Noel é originada de um santo nascido na Turquia? Conta para a gente e siga o Entretê nas redes sociais (Instagram, Facebook, X) para mais novidades sobre cultura e entretenimento.

 

Leia também: Natal turco: costumes que misturam cultura e tradição 

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Cultura Cultura pop Entretenimento Musicais Notícias

Musical Diana: A princesa do Povo chega ao Brasil pela primeira vez em 2026

Com Sara Sarres como Diana, versão e direção de Tadeu Aguiar e montagem de Estamos Aqui Produções, estreia acontece no Rio de Janeiro em fevereiro e segue para São Paulo em maio

Propondo um olhar emocional, mágico e encantador sobre a trajetória de vida da princesa Diana, a aguardada produção musical Diana: A Princesa do Povo chega pela primeira vez ao Brasil em 2026, marcando sua estreia nacional no Rio de Janeiro e, em seguida, em São Paulo. Com versão e direção de Tadeu Aguiar, o espetáculo apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Bradesco Seguros é assinado pela Estamos Aqui Produções, responsável por sucessos premiados como Quase Normal, A Cor Púrpura e Querido Evan Hansen. Os ingressos já podem ser adquiridos pela Sympla e na bilheteria do teatro.

A estreia brasileira acontece no dia 27 de fevereiro de 2026, no Teatro Multiplan, localizado no Shopping VillageMall, no Rio de Janeiro. Após a temporada carioca, a produção segue para São Paulo onde estreia em 14 de maio, no Teatro Liberdade, ampliando o alcance de uma história imperdível que segue despertando fascínio, debate e comoção no mundo todo. Em ambos os locais, o musical chega em uma montagem brasileira não-réplica, que propõe um olhar diferenciado sobre a trajetória da mulher que conquistou o mundo com sua delicadeza, doçura e elegância sem abrir mão da sofisticação, da essência e do impacto emocional da história real.

No papel-título está Sara Sarres, um dos nomes referência do teatro musical brasileiro;dona de uma carreira sólida com quase 25 anos de trajetória no Brasil e no exterior. A atriz e cantora já protagonizou títulos consagrados como Les Misérables, O Fantasma da Ópera, Cats, West Side Story, O Homem de La Mancha, Annie, Billy Elliot, Escola de Rock e A Fantástica Fábrica de Chocolate. Longe dos palcos brasileiros há quase cinco anos, após um período de três anos no Canadá e atualmente residindo nos Estados Unidos, a artista retorna especialmente para viver Diana, a mulher por trás do mito, a convite dos produtores Tadeu Aguiar e Eduardo Bakr.

O elenco reúne ao todo 23 atores e tem como núcleo central, além de Sara Sarres, Claúdio Lins no papel do Príncipe Charles, em uma interpretação que explora as camadas, contradições e dilemas do herdeiro do trono; Simone Centurione como a Rainha Elizabeth, símbolo de poder e tradição icônicos; e Giselle Prattes no papel de Camilla Parker Bowles, figura central nos conflitos emocionais e públicos vividos por Diana. Esses personagens conduzem os principais debates e embates afetivos, institucionais, emocionais e midiáticos que atravessaram a trajetória da princesa e da Família Real Britânica, enquanto os demais integrantes do elenco, cujos nomes serão revelados em breve, completam o conjunto responsável por dar densidade e amplitude à narrativa.

Foto: divulgação/Sérgio BaiaNesta nova montagem, o espetáculo investe em nuances mais próximas da realidade emocional da princesa, explorando sua humanidade, complexidade e força. A mulher que revolucionou a monarquia britânica, transformando dor em voz e empatia em legado, ganha corpo, alma e voz em uma encenação que aposta na emoção e na grandiosidade cênica, conduzida por uma equipe criativa formada também por Thalyson Rodrigues, na produção musical, Natália Lana na cenografia, Ney Madeira e Dani Vidal nos figurinos, Sueli Guerra nas coreografias e Anderson Bueno no visagismo. A coordenação de produção é de Norma Thiré com produção geral de Eduardo Bakr. 

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Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Cinema Crítica

Crítica | Tom e Jerry estão de volta com muita confusão e humor, ensinando sobre o poder da amizade

A mais recente aventura da dupla estreia em 8 de janeiro nos cinemas 

O novo filme de Tom & Jerry chega com uma missão delicada: atualizar uma das duplas mais icônicas da história da animação sem perder a essência que conquistou gerações.

Um clássico na infância de muitos, o desenho criado por William Hanna e Joseph Barbera está entre nós desde 1940, e permanece em alta até os dias atuais. O gato e o reto mais famosos do mundo nasceram para se comunicar quase exclusivamente por meio do humor físico e do caos cartunesco, sem diálogos entre os dois personagens principais.

Uma Aventura no Museu segue a mesma linha e aposta fortemente na nostalgia, resgatando a perseguição e rivalidade eterna entre a dupla. Há um esforço claro em preservar o espírito dos desenhos originais enquanto ainda busca se modernizar, com um estilo de animação diferente das produções anteriores.

Imagem: reprodução/Warner Bros Discovery

Contando a história da bússola mágica, o filme nos transporta para a Cidade Dourada na China Antiga, onde Tom e Jerry se deparam com pessoas que estão procurando pelo artefato. Em sua constante provocação mútua, a dupla cria incontáveis confusões pela cidade, até precisarem se unir para derrotar um inimigo em comum.

Dessa maneira, o longa reforça a importância da amizade e união, também abordando a humildade e a necessidade de aprender com nossos erros, crescer e evoluir.

Apostando no novo estilo de animação, o filme quebra a mistura de live-action com desenhos 2D e não conta com a participação de atores humanos. No fim, novo Tom & Jerry se sustenta mais como um produto nostálgico do que como uma releitura marcante, divertindo em doses pontuais e cumprindo seu papel como entretenimento leve.

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Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Tudo que sabemos sobre a nova novela turca da Record

Novela turca inédita na TV aberta acompanha a história de três mulheres marcadas por uma tragédia

Por Gisélia Oliveira e Débora Meira

A Record confirmou a estreia de Chamas do Destino (Alev Alev), dizi turca inédita na televisão aberta. A produção chega à programação da emissora no dia 5 de janeiro, com exibição prevista para a faixa das 22h30, substituindo A Fazenda e ampliando a presença das novelas turcas na TV brasileira.

Cena do incêndio na novela turca Chamas do Destino.Foto: divulgação/Record

Trama aborda união feminina e enfrentamento da violência

Estrelada por  Hazar Ergüçlü, Demet Evgar e Dilan Çiçek Deniz, Chamas do Destino acompanha a trajetória de três mulheres cujas vidas mudam drasticamente após um incêndio ocorrido durante um evento beneficente. A partir da tragédia, seus destinos se cruzam em uma narrativa marcada por superação, resistência e solidariedade feminina.

Çiçek (Hazar Ergüçlü) vê sua vida ser profundamente alterada após perder não apenas sua aparência, mas também a identidade que lhe foi imposta ao longo dos anos. Órfã e criada em um contexto de vulnerabilidade social, ela é forçada a reconstruir a própria existência a partir do zero. 

Cemre (Demet Evgar), casada com um ex-prefeito, vive um casamento marcado pela violência doméstica e pelo medo constante de perder a filha.

Rüya (Dilan Çiçek Deniz), advogada e prima de Cemre, cresceu cercada por privilégios e poder econômico. Inicialmente distante da realidade vivida pela prima, ela passa a questionar suas próprias crenças ao se deparar com falhas morais e abusos dentro da própria família.

As três protagonistas da novela turca Chamas do Destino.
Foto: reprodução/Dizilah

Mais do que acompanhar trajetórias individuais, a novela se destaca por abordar temas urgentes e contemporâneos, como a violência contra a mulher, as desigualdades de gênero e a dificuldade de romper ciclos abusivos. A produção também enfatiza a união feminina como força de resistência, mostrando como a solidariedade entre mulheres pode se tornar um caminho de sobrevivência e recomeço.

Ao tratar dessas questões, a dizi conversa com debates atuais e reafirma o papel das novelas turcas como narrativas que dialogam diretamente com a realidade social e emocional do público.

Produção reforça aposta da Record em dizis

Originalmente intitulada Alev Alev (2020), a dizi foi exibida na Turquia com boa repercussão e ganhou destaque por abordar, de forma direta, questões sociais sensíveis a partir do ponto de vista feminino. A chegada da produção à Record reforça a estratégia da emissora de ampliar o espaço das dizis em sua grade, acompanhando o interesse crescente do público brasileiro por produções turcas com temáticas mais densas e contemporâneas.

As três protagonistas da novela turca Chamas do Destino.
Foto: reprodução/Dizilah

A estreia também mostra o crescimento das novelas turcas no Brasil e no mercado internacional. Entre 2024 e 2026, esta será a terceira dizi exibida pela Record na TV aberta, consolidando a presença dessas produções na programação da emissora.

A expectativa é que esse movimento continue em expansão nos próximos anos, tanto no Brasil quanto em outros países, impulsionado pelo alcance global e pela relevância temática dessas narrativas.

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Texto revisado por Cristiane Amarante

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