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Protagonista feminina confirmada e mais novidades: tudo sobre Delikanlı, a nova dizi de Mert Ramazan Demir

A nova dizi estrelada por Mert Ramazan Demir está prestes a sair do papel, e o Entretê reúne tudo o que já se sabe sobre Delikanlı

 

A nova dizi turca Delikanlı, protagonizada por Mert Ramazan Demir, está prestes a iniciar suas gravações e já movimenta o público. A produção, que promete uma trama intensa envolvendo conflitos familiares, romance e vingança, teve novos nomes confirmados no elenco nos últimos dias.

Mert posando em uma rua
Foto: reprodução/Instagram @mertramazandemir
Elenco confirmado

No papel principal, Mert Ramazan Demir interpreta Yusuf, personagem central da história. Ao seu lado, Melis Sezen dará vida a Hazan, noiva do protagonista e peça fundamental em seus conflitos emocionais.

Protagonista de Delikanlı
Foto: reprodução/IMDb

Mina Demirtaş, primeira atriz anunciada no projeto, será Dila, personagem diretamente ligada ao conflito que move a trama é apontada como alvo da vingança que transforma o rumo dos acontecimentos.

Recentemente, foi confirmado que Salih Bademci também integra o elenco de Delikanlı, interpretando Pars, irmão mais velho de Dila. Já Velat Nu Aydın será Murat, irmão de Yusuf, um jovem inconformado com a vida simples que levam e que acabará colocando o protagonista em situações delicadas. Erdem Adilce completa o elenco confirmado como Remzi, primo de Yusuf, movido por ambição e desejo de ascensão social.

Além dos nomes já divulgados, a produção anunciou hoje a entrada de Zehra Barto no elenco. A atriz, formada em Teatro pela Universidade de Belas Artes Mimar Sinan, dará vida a Elmas, irmã de Yusuf na trama. A escolha tem como motivação abrir espaço para jovens talentos em Delikanlı, apostando em novos nomes ao lado de atores já consolidados.

Atriz Zehra Barto
Foto: reprodução/Instagram @1birsenaltuntas
Arco principal

A trama acompanha Yusuf, um taxista que trabalha durante a noite com o sonho de construir uma casa e uma vida estável ao lado de Hazan, seu grande amor. Determinado a mudar de realidade, ele tenta manter a família unida enquanto enfrenta dificuldades financeiras.

No entanto, uma tragédia atinge sua família e transforma completamente seus planos. O que antes era um projeto de futuro ao lado da mulher que ama, passa a dar lugar a um caminho marcado por dor e vingança.

Produzida pela OGM Pictures, Delikanlı tem roteiro de Aybike Ertürk e direção de Zeynep Günay e Recai Karagöz. Ainda sem data de estreia confirmada e com canais ainda em negociação, a nova série turca já figura entre as produções mais aguardadas do momento.

Casal principal de Delikanlı
Foto: reprodução/Magazin Burada

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Leia também: Primeiras impressões da nova dizi A.B.I, com Afra Saraçoğlu

 

Texto revisado por Kaylanne Faustino

 

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Comportamento Música Notícias

Você não precisa de pacote VIP nem do lightstick novo pra viver o show dos seus sonhos

Entre pacotes absurdos, pressão estética e consumo sem fim, fãs estão sendo convencidos de que só curtem um show “de verdade” se gastarem muito, mas a experiência musical vai muito além do preço da pulseira que brilha

Se você já abriu o TikTok ou o Instagram semanas antes de um show e pensou “meu Deus, eu não tenho nada disso… será que ainda vale a pena ir?”, saiba que você não está sozinho. A cultura de shows mudou muito nos últimos anos e não só por causa das produções gigantes e das turnês globais. Hoje, existe uma pressão silenciosa para transformar o ato de assistir a um artista em uma experiência de consumo extremo. Parece que, para viver o momento, você precisa ter o lighstick oficial mais recente, o ingresso VIP mais caro e um look digno de capa de revista.

Mas será que essa pressão faz sentido? Os shows sempre foram sobre música, comunidade e emoção coletiva. Mesmo assim, uma parte da internet transformou o “ser fã” em um checklist caro e excludente. Influenciadores mostram unboxings de kits exclusivos, comparações de looks e até rankings de quem está preparado ou não para o evento. O resultado é uma sensação constante de urgência  e um medo de ficar de fora que pouco tem a ver com o amor pelo artista.

O cenário atual deixa isso ainda mais evidente. Turnês recentes, como as relacionadas ao universo pop global, incluindo apresentações ligadas ao Harry Styles, têm ingressos e pacotes VIP que ultrapassam o limite da realidade financeira de muitos fãs. Ao mesmo tempo, decisões corporativas – como a recente mudança envolvendo lighsticks no universo do K-pop – reacenderam discussões sobre consumo forçado. No meio disso tudo, surge uma pergunta essencial: quando foi que a diversão virou uma competição?

Quando o preço da paixão vira barreira: ingressos VIP, experiências exclusivas e a sensação de que só se diverte quem pode pagar mais

Nos últimos anos, o mercado de shows entrou numa corrida por experiências premium. Camarotes exclusivos, pacotes VIP com brindes e acesso antecipado transformaram eventos musicais em verdadeiros produtos de luxo. O problema não é a existência dessas opções – afinal, sempre houve diferentes categorias de ingresso –, mas a forma como elas passaram a ser apresentadas como a verdadeira experiência para fãs.

A venda de ingressos relacionados a grandes turnês pop recentes mostrou um fenômeno preocupante: preços que ultrapassam o orçamento de jovens e famílias inteiras. Muitos fãs relataram que, mesmo economizando por meses, ainda assim não conseguiam chegar perto dos valores cobrados em áreas especiais ou pacotes completos. Isso cria uma sensação de exclusão que não deveria fazer parte da cultura musical.

show
Foto: reprodução/billboard

A pressão não vem só das empresas. Nas redes sociais, vídeos comparando lugares, mostrando kits caros e destacando quem ficou perto do palco reforçam a ideia de que a diversão depende do valor pago. Quem está em setores mais baratos passa a se sentir menos fã, o que é injusto e completamente fora da essência da música ao vivo.

Vale lembrar: a emoção de cantar junto, sentir a vibração do público e ver seu artista no palco não depende de pulseiras exclusivas ou brindes limitados. A experiência coletiva é democrática  e o melhor momento de um show raramente aparece na etiqueta do ingresso.

“Não consigo acampar pro ingresso nem pro dia do show… Sou menos fã por causa disso?”: a romantização do perrengue e a pressão silenciosa que transforma limites pessoais em culpa

Existe uma romantização enorme em torno de acampar dias antes da abertura de vendas ou passar noites em filas na porta dos estádios. Nas redes sociais, vídeos mostram fãs virando madrugada em barracas, criando amizades e vivendo histórias que parecem cenas de filme adolescente. E sim, para algumas pessoas essa experiência pode ser divertida e marcante. O problema começa quando essa prática vira um padrão implícito – quase uma prova de dedicação – e quem não pode participar passa a se sentir insuficiente.

Nem todo mundo tem condições financeiras, tempo livre, segurança ou autorização familiar para acampar. Muitos fãs estudam em período integral, trabalham, moram longe das capitais ou simplesmente não se sentem seguros dormindo na rua. E tudo isso é completamente válido. Transformar o perrengue em métrica de amor pelo artista cria uma cultura excludente que ignora realidades diferentes  e que pode colocar jovens em situações desconfortáveis só para provar que são “fãs de verdade”.

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Foto: reprodução/splash uol

A pressão cresce quando criadores de conteúdo reforçam narrativas como “quem chegou primeiro merece mais” ou “só quem viveu a fila sabe o que é amar de verdade”. Esse tipo de discurso, mesmo quando não é intencional, cria hierarquias dentro do fandom. De repente, a experiência vira competição: quem sofreu mais, quem chegou mais cedo, quem ficou mais perto. Só que amor por música não é ranking de resistência física.

Ser fã também é respeitar seus próprios limites. Você pode amar profundamente um artista e ainda assim escolher chegar no horário do show, comprar online quando possível ou simplesmente aproveitar a experiência de uma forma confortável e segura. A intensidade da conexão emocional não se mede pelo número de noites mal dormidas.

No fim das contas, a cultura de acampamento deveria ser uma opção, nunca uma obrigação social. O que realmente conecta fãs é a emoção coletiva quando as luzes se apagam e a primeira música começa. E, nesse momento, ninguém pergunta se você dormiu em barraca, ficou horas na fila ou chegou cinco minutos antes do início. Todo mundo canta junto do mesmo jeito.

Lighsticks novos, antigos inutilizados e o impacto emocional e financeiro nas comunidades de fãs

No universo do K-pop, os lighsticks sempre foram mais do que acessórios. Eles representam identidade, pertencimento e conexão com o fandom. Por isso, decisões recentes envolvendo a substituição de versões antigas por modelos novos – gerando a sensação de que itens anteriores ficaram ultrapassados – causaram frustração em muitos fãs que investiram dinheiro e afeto nesses produtos.

Quando empresas anunciam novas versões sem compatibilidade com modelos antigos, o impacto vai além do bolso.

Fãs que economizaram para comprar o lighstick oficial sentem que seus objetos perderam valor emocional e utilidade prática em eventos futuros. Em vez de celebração, a novidade vira ansiedade e sensação de obsolescência.

@nillyanez

eai, o que vocês acharam da nova versão? 💜✨

♬ som original – nillyanez

 

A lógica do consumo rápido também gera um ciclo difícil de acompanhar. A cada comeback, a expectativa de novos produtos aumenta, e quem não consegue acompanhar financeiramente pode se sentir deslocado dentro da própria comunidade. Isso reforça uma cultura em que o valor do fã é medido pelos itens que ele possui, e não pelo carinho que demonstra.

Mas a verdade é simples: o brilho coletivo de um show vem das pessoas, não dos objetos. Muitos fãs criam versões caseiras de lighsticks ou levam lembranças pessoais para os eventos, mostrando que criatividade e emoção são muito mais importantes do que seguir tendências impostas pelo mercado.

O papel dos criadores de conteúdo na cultura da urgência e a narrativa de que você precisa ter tudo para pertencer

Criadores de conteúdo têm um papel enorme na forma como percebemos eventos e tendências. Quando produzem conteúdos autênticos, ajudam fãs a se sentirem acolhidos e informados. O problema surge quando parte da comunidade passa a alimentar uma narrativa de urgência constante,  aquela sensação de que você precisa comprar tudo antes do show para “não passar vergonha”.

Vídeos que mostram “o que você precisa ter para ir ao show” ou “itens obrigatórios para parecer fã de verdade” podem parecer inofensivos, mas acabam criando padrões difíceis de alcançar. Jovens espectadores começam a acreditar que a diversão depende de consumir determinados produtos, roupas ou acessórios específicos.

Além disso, existe uma estética padronizada que muitas vezes reforça comparações injustas. Looks caros, coleções completas de merch e kits exclusivos são exibidos como pré-requisitos para a experiência perfeita. Isso transforma um momento de alegria coletiva em uma vitrine de consumo e não em um encontro de pessoas que compartilham amor pela música.

Criadores também precisam refletir sobre o impacto de suas recomendações. Mostrar alternativas acessíveis, incentivar a criatividade e valorizar experiências reais são formas de construir uma comunidade mais inclusiva. Afinal, ser fã não é uma competição de quem gasta mais,  é uma conexão emocional com o artista e com outros fãs.

Moda de show sem pressão: como a estética virou performance e por que você não precisa gastar uma fortuna para se sentir parte

Outro ponto que ganhou força nas redes é a ideia de que o look do show precisa ser caro, elaborado e extremamente produzido. Vídeos de “get ready with me” e montagens inspiradas em eras específicas dos artistas são divertidos – mas também podem criar uma sensação de inadequação em quem não tem acesso a roupas caras ou customizações profissionais.

A verdade é que a moda de show sempre foi sobre expressão pessoal. Desde camisetas simples até roupas feitas à mão, os fãs sempre encontraram maneiras criativas de demonstrar carinho pelo artista. Hoje, porém, existe uma pressão para que o visual seja digno de foto viral e isso pode transformar a preparação em uma fonte de ansiedade.

@ticketmasterbr

Os fãs do Abel já estão lotando o MorumBIS com os melhores looks! 🇧🇷🔥 #whatpeoplearewearing #theweeknd #saopaulo #ticketmaster #oaovivoéagora #streetfashion #ootd #outfitinspo #streetstyle #fyp #fy #saopaulo

♬ original sound – Ticketmaster Brasil

Comparações constantes nas redes sociais fazem muitos jovens acreditarem que precisam gastar muito para se destacar. Mas o que realmente chama atenção é a autenticidade. Um look confortável e cheio de significado pessoal pode ser muito mais especial do que uma produção cara feita apenas para impressionar.

Resgatar o espírito original dos shows significa lembrar que ninguém está ali para julgar o preço da sua roupa. O que importa é dançar, cantar e viver o momento, sem medo de não corresponder a padrões irreais criados pela internet.

Curtir o show do seu jeito: resgatando a essência da experiência musical e a liberdade de ser fã sem pressão

No meio de tantas cobranças, vale fazer uma pausa e lembrar por que os shows existem. Eles são celebrações coletivas, momentos em que milhares de pessoas compartilham emoções e histórias através da música. Não há uma forma única de viver essa experiência,  e definitivamente não existe um manual oficial que determine quanto você precisa gastar.

Alguns fãs preferem chegar cedo, outros curtem o show de longe com amigos. Há quem leve banners feitos à mão, quem vá sozinho e quem transforme o evento em um encontro entre comunidades. Todas essas formas são válidas, e nenhuma depende de acessórios caros ou ingressos exclusivos.

A pressão para consumir pode afastar pessoas que realmente amam a música, criando uma cultura elitista em espaços que deveriam ser inclusivos. Questionar essa lógica é importante para que novos fãs se sintam bem-vindos e para que a experiência volte a ser acessível emocionalmente.

O momento mais marcante de um show não é o preço da pulseira ou o status do ingresso. É aquele instante em que você canta junto com milhares de pessoas e percebe que faz parte de algo maior que, na maioria das vezes, é uma comunidade construída pela música, não pelo consumo.

 

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Leia também: BTS divulga nova ARMY Bomb Version 4 antes da turnê mundial e divide o fandom

 

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Cultura Latina Entretenimento Notícias

Shakira transforma Copacabana em palco para 2 milhões de pessoas

Em 2025, Shakira bateu o recorde mundial do Guinness com a 
turnê de maior bilheteria de um artista latino de todos os tempos

No ano em que a cultura latina é reverenciada mundialmente, a música ganha destaque especial, lidera as plataformas de streaming e chega aos principais palcos de visibilidade global. No dia 02 de maio, a superstar global Shakira volta ao Brasil para o maior e mais impactante show de sua carreira: o Todo Mundo No Rio. Na Praia de Copacabana, ela apresentará um espetáculo vibrante com seus maiores sucessos e passando por toda sua história, mostrando por que é reconhecida como um fenômeno e influência nos mais diversos países, para um público de diferentes gerações.

A apresentação de Shakira dá continuidade à agenda da plataforma Todo Mundo No Rio, criada pela Bonus Track e apresentada por Corona, eleita como a cerveja mais valiosa do mundo pelo terceiro ano consecutivo (Ranking Brand Finance Global 500 2026). Em 2026, o palco gigantesco, erguido especialmente para o show, receberá uma das mulheres mais premiadas da música, com 33 Billboard Latin Music Awards, 13 Latin Grammys, sete Billboard Music Awards, cinco MTV Video Music Awards, e três Grammy Awards.

Dona de um carisma único e com uma forte relação com o público brasileiro, a artista escolhe o Brasil para mostrar ao mundo as razões desse movimento de valorização e orgulho da música latina, um resgate cultural que transborda fronteiras e conquista cada vez mais espaço na vitrine multicultural.

A turnê mundial Las Mujeres Ya No Lloran foi premiada como a turnê hispânica de maior bilheteria de todos os tempos. Atualmente, Shakira está fazendo residência na América Central, com cinco shows de Las Mujeres Ya No Lloran esgotados em El Salvador e três noites no México.

Nos meses de março e abril, Shakira leva a turnê para o Oriente Médio. O primeiro show é na Jordânia, seguido por uma apresentação no Qatar 974 Stadium, em Doha, uma das sedes da Copa do Mundo de 2022. Na sequência será a headliner do OFFLIMITS Music Festival 2026, que realiza sua segunda edição no Etihad Park, em Yas Island, Abu Dhabi. Fechando esta etapa, apresenta-se pela primeira vez na Arábia Saudita, no Jeddah Corniche Circuit Main Stage, como atração musical do Grande Prêmio de Fórmula 1.

Idealizado pela Bonus Track, de Luiz Oscar e Luiz Guilherme Niemeyer, Todo Mundo No Rio tem a cerveja Corona como seu principal patrocinador pelas próximas três edições do projeto e reforça como a indústria criativa, com alcance nacional e internacional, tem o poder de reverter em legado e impacto positivo para o estado e para a cidade do Rio suas ativações. Em 2025, a primeira edição do grande show da plataforma injetou cerca de R$ 600 milhões na economia carioca, e a cidade recebeu 500 mil turistas, segundo dados consolidados pela Rodoviária Novo Rio e pelo Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão).

O Governo do Estado do Rio de Janeiro e a Prefeitura do Rio de Janeiro são importantes parceiros e incentivadores da plataforma, cientes do forte impacto do Entretenimento no Turismo e em diversos setores da Economia.

Nunca se falou tanto em valorização de suas raízes e de sua cultura. E Shakira é exatamente essa artista que conquistou números grandiosos globalmente sem mudar sua essência. Ser latino é muito mais do que indicar seu país de origem. É ter orgulho de sua história e do caminho que percorreu para chegar até aqui. Ser autêntico é o que valoriza essa essência. E, em 2026, o mundo espera dos artistas autenticidade, compromisso e atitude”, indica Luiz Oscar Niemeyer, sócio da Bonus Track.

Coletiva Todo Mundo No Rio | Créditos: Pyetra Salles

“Este é o segundo dos quatro anos de parceria para curadoria e viabilização do Todo Mundo No Rio. Para a gente, esses megashows são presentes para a Cidade Maravilhosa e transformam a orla carioca no palco de encontros inesquecíveis. Em um momento que tanto se fala sobre celebrar nossas origens, queremos aproveitar para brindar aos encontros, ao calor humano e à energia coletiva que não há igual em nenhuma outra parte do globo. Essa é a materialização do ‘this is living’ de Corona e uma oportunidade especial de mostrar para o mundo como ele é”, afirma a diretora de marketing de Corona, Mariana Dedvitis.

Quando pensamos na plataforma Todo Mundo No Rio, sempre tivemos a ambição de falar não somente com quem estivesse no Rio, mas falar com o mundo. Não é sobre estar na Praia de Copacabana, mas sobre se conectar com o que está acontecendo na praia e reverberar para todos os cantos do planeta. É conectar o mundo com o palco. E, hoje, a voz mais forte que pode fazer isso é a voz latina, através do orgulho de ser latino.”, completa Luiz Guilherme Niemeyer, sócio da Bonus Track.

O show será exibido pela TV Globo, pelo Multishow e pelo Globoplay. A transmissão do show tem direção de gênero de Joana Thimoteo.

Realização

A realização de Todo Mundo No Rio é da Bonus Track. O evento é apresentado por Corona, com patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Prefeitura do Rio de Janeiro.

Também são patrocinadores o Santander Brasil, banco oficial; LATAM, companhia aérea oficial, C&A, marca de moda oficial; 99, app de mobilidade oficial; Beats, drink pronto oficial e Deezer, player oficial. Apoio da Ingresse.

TV Globo, Globoplay e Multishow são parceiros de mídia e a Klefer é parceira comercial do projeto.

Informações podem ser encontradas em www.todomundonorio.com e no Instagram @todomundonorio e @bonustrack.live

Shakira e Todo Mundo No Rio

Data: 2 de maio, sábado

Local: Praia de Copacabana

 

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Leia também: Shakira inicia a tão aguardada Las Mujeres Ya No Lloran World Tour no Rio de Janeiro – Entretetizei

 

Texto revisado por Kaylanne Faustino

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Cultura Cultura asiática Cultura pop Música Notícias

NMIXX faz estreia histórica no Carnaval do Brasil com participação especial no Bloco da Pabllo

Essa é a primeira participação oficial de um grupo de K-pop em um bloco de Carnaval brasileiro

NMIXX, um dos maiores fenômenos da 4ª geração do K-pop, desembarca no Brasil para uma participação inédita e histórica no Carnaval. As integrantes Lily, Haewon, Sullyoon, Bae, Jiwoo e Kyujin foram confirmadas como convidadas especiais no Bloco da Pabllo, um dos maiores blocos carnavalescos do país. O evento acontece na segunda-feira (16), no Parque Ibirapuera, em São Paulo, a partir das 13h.

A apresentação marca a primeira participação oficial de um grupo de K-pop em um bloco de Carnaval brasileiro. Esse feito é resultado de uma união inédita entre os dois universos musicais que movimentam multidões globalmente: o K-pop e o pop brasileiro.

A presença do NMIXX no Bloco da Pabllo Vittar também simboliza a consolidação da colaboração lançada no ano passado: o single Mexe, que marcou o primeiro encontro musical entre as artistas. A faixa, amplamente comentada nas redes sociais e bem recebida pelos fãs de ambas, uniu o pop característico do grupo à energia e à irreverência de Pabllo Vittar. 

Foto: reprodução/Billboard

Com vocais compartilhados, versos bilíngues e uma produção vibrante, Mexe tornou-se um símbolo da ponte cultural estabelecida entre Brasil e Coreia do Sul. Agora, no Carnaval, essa parceria ganha um novo capítulo: o público terá a oportunidade de vivenciar, ao vivo, a conexão que já havia conquistado destaque no estúdio.

O grupo que já demonstrou muito carinho pela base brasileira de fãs, promete trazer ao Carnaval a mesma energia ousada e performática que as consolidou internacionalmente.  A participação no Carnaval reforça a conexão com o público local. A vinda do NMIXX ao Brasil durante uma das maiores festas populares do planeta é vista como um marco cultural, simbolizando a força da música global e o impacto crescente do K-pop no país.

 

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Leia também: Muito além do glitter: o Carnaval como expressão queer e política

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Livros Notícias

Female rage: livros para abraçar a fúria feminina

Conheça 10 livros que exploram a female rage em suas diferentes formas como resposta às pressões sociais e expectativas de gênero

Durante muito tempo a raiva feminina foi estereotipada como excesso, histeria ou até mesmo loucura. Enquanto personagens masculinos recebem a liberdade de ser violentos, obsessivos e apresentarem moral e caráter duvidosos, as mulheres são  constantemente empurradas para papéis que remetessem a doçura, empatia, sacrifício e um conceito deturpado de feminilidade.

A expressão “female rage” (raiva feminina) surge justamente como ruptura desse imaginário ilusório: não como explosão gratuita, mas como resposta acumulada a opressões cotidianas, frustrações, pressão, expectativas sociais e violências sofridas.

Na literatura, essa fúria encontrou espaço para se manifestar de formas diversas, e encontrar nos livros personagens femininas que abraçam sua raiva tornou-se um ambiente confortável para o público leitor feminino.

Às vezes a fúria pode aparecer de maneira crua, explícita, cruel e até mesmo gerar desconforto. Em outras, aparece como apatia, auto sabotagem ou rejeição das normas impostas ao feminino. Essas narrativas recusam a passividade da ideia de mulheres exemplares e oferecem protagonistas que apresentam falhas, são contraditórias e muitas vezes difíceis de lidar e amar, exatamente por isso, espelhos da realidade.

A seguir, confira uma lista de livros que transformam essa raiva em narrativas profundas e convidam leitoras a acolher sentimentos que historicamente sempre tiveram que esconder.

Um Amor Incômodo (2017) – Elena Ferrante
Capa do livro Um Amor Incômodo
Foto: divulgação/Amazon

Em Um Amor Incômodo a female rage não é barulhenta, mas é sufocante e desconfortável. Elena Ferrante aborda uma relação entre mãe e filha atravessada por ressentimento, vergonha e uma grande rivalidade, quebrando a romantização da maternidade

A protagonista é constantemente assombrada por uma raiva que não sabe onde colocar dirigida à mãe, a si mesma e ao passado. Quando a mãe falece, no dia de seu aniversário, esses sentimentos implodem.

Nesta narrativa, a fúria feminina é fruto de uma herança emocional e da devoção absoluta. É uma raiva que corrói por dentro e revela como o amor imposto é tão nocivo quanto o abandono.

Meu Ano de Descanso e Relaxamento (2018) – Ottessa Moshfegh
Capa do livro Meu Ano de Descanso e Relaxamento
Foto: divulgação/Amazon

Neste romance, a raiva assume uma forma silenciosa. A protagonista não grita, não luta, não se explica, ela simplesmente desiste e abraça o isolamento social. Sua intenção de passar um ano dormindo é, na verdade, uma recusa a um mundo que exige o tempo todo produtividade, beleza e gratidão das mulheres.

A female rage aqui se manifesta como apatia e alienação: um não silencioso às expectativas sociais. Ao chegar ao seu limite, a personagem transforma seus sentimentos em um gesto de reclusão brutalmente honesto.

Animal (2021) – Lisa Taddeo
Capa do livro Animal
Foto: divulgação/Amazon

Visceral e moralmente desconfortável. Em Animal, o lado cru da raiva feminina fica explícito através das ações da narradora, que são movidas por desejo, ressentimento e impulsos que desafiam qualquer tentativa de moralização. Ela não deseja ser compreendida, quer sobreviver, mesmo que isso a torne cruel.

Homens adoram crueldade. Faz eles se lembrarem de todas as vezes em que os pais deles não os acharam bons o bastante. Crueldade cai melhor em uma mulher do que o vestido perfeito.

O romance une o fluxo de pensamentos de Joan e confronta a ideia de que mulheres precisam ser éticas, cuidadosas ou empáticas o tempo todo. A raiva aqui é uma resposta direta à violência, aos traumas e suas sequelas e à constante objetificação do corpo feminino.

As Irmãs Blue (2024) – Coco Mellors
Capa do livro As Irmãs Blue
Foto: divulgação/Amazon

Em As irmãs Blue, a female rage surge da junção do luto, vínculos familiares e frustrações. Ao perder uma de suas irmãs, as três  irmãs carregam diferentes formas de raiva decorrentes de mágoas acumuladas: contra o passado, contra as expectativas, contra si mesmas e umas contra as outras.

Não é uma fúria explosiva, mas persistente. A raiva é fruto de relações que nunca foram totalmente resolvidas, mas sim empurradas para debaixo do tapete. A narrativa mostra como a female rage também consegue ser melancólica e herdada.

Meu Nome Era Eileen (2021) – Ottessa Moshfegh
Capa do livro Meu Nome Era Eileen
Foto: divulgação/Amazon

Mais um de Otessa Moshfegh e talvez um dos maiores exemplos da female rage contemporânea nua e crua, Meu Nome Era Eileen apresenta uma narrativa mórbida, com uma protagonista movida pelo nojo, ressentimento e desejo de destruição. Eileen odeia o ambiente em que vive, odeia o pai, odeia a si mesma e não busca por uma redenção ou tentativa de final feliz.

A narrativa é feia e sufocante, com uma personagem que em nenhum momento se torna palatável. Justamente por isso, a female rage aqui é libertadora enquanto literatura.

A Redoma de Vidro (1963) – Sylvia Plath
Capa do livro A Redoma de Vidro
Foto: divulgação/Amazon

O grande clássico da female rage antes mesmo de o termo existir e se popularizar, A Redoma de Vidro é um livro descontável que retrata a asfixia de uma mulher diante de um futuro premeditado. A protagonista Esther Greenwood não encontra uma forma de expressão na explosão, com gritos e surtos, mas em um colapso mental que remete a uma sensação constante de aprisionamento.

Não teria feito a menor diferença se ela tivesse me dado uma passagem para a Europa ou um cruzeiro ao redor do mundo, porque onde quer que eu estivesse – fosse o convés de um navio, um café parisiense ou Bangcoc –, estaria sempre sob a mesma redoma de vidro, sendo lentamente cozida em meu próprio ar viciado.

A redoma nada mais é do que a metáfora perfeita da pressão social sobre a mulher: busca por sucesso, ideal de casamento e maternidade e um padrão que sufoca qualquer possibilidade de escolha que fuja disso.

A Vegetariana (2007) – Han Kang
Capa do livro A Vegetariana
Foto: divulgação/Amazon

Ao decidir não comer carne, em A Vegetariana, a fúria feminina assume a forma da recusa corporal. A protagonista rompe com os paradigmas da ordem patriarcal que visam controlar seu corpo e seus desejos.

A female rage aqui é mais simbólica e profundamente perturbadora. Justamente por não ser verbalizada, ela incomoda aquele que observa, revelando o medo social diante de mulheres que negam, mesmo em silêncio.

A Paixão Segundo G.H. (1964) – Clarice Lispector
Capa do livro A Paixão Segundo G.H.
Foto: divulgação/Amazon

Em A Paixão Segundo G.H., a protagonista vive uma experiência que remete a um desmonte de sua identidade, seu lugar social e a ideia de quem ela acredita ser. A female rage aparece na saída da zona de conforto da personagem, que não se manifesta como ataque externo, mas como implosão.

Totalmente existencial, a raiva é dirigida contra os moldes de sua subjetividade e contra a passividade diante deles. O clássico de Clarice Lispector torna o silêncio uma ferramenta narrativa para expor a violência de uma vida feminina organizada para caber em uma caixinha, corroendo e desestabilizando a reconstrução dolorosa da protagonista.

As Meninas (1973) – Lygia Fagundes Telles
Capa do livro As Meninas
Foto: divulgação/Amazon

Entre a opressão do Estado, os tabus do corpo, os traumas afetivos e as amarras familiares, As Meninas se fragmenta em três vozes femininas. Aqui a raiva assume as formas de angústia, arrependimento, rebeldia e um impulso de libertação, marcando trajetórias de jovens que descobrem precocemente a hostilidade de um mundo que as rejeita.

Lygia Fagundes Telles constrói uma narrativa de female rage contida e cheia de contradições, típica de mulheres que ainda não têm liberdade para nomear sua própria fúria. Entre escolhas impossíveis e uma violência estrutural nasce a tentativa a todo custo, de tornar essas ações algo natural.

A Amiga Maldita (2024) – Beatrice Salvioni
Capa do livro A Amiga Maldita
Version 1.0.0

Em A Amiga Maldita, é apresentada uma amizade feminina moldada por tensões: um misto de ciúme, carência, mágoas internalizadas e uma rivalidade que não precisa de exposição para existir. O livro deixa claro que esse rancor não é gratuito; ele é a resposta de um mundo que empurra as mulheres para a comparação constante e para laços tóxicos que mesmo aprisionando são romantizados.

A fúria feminina no livro é corrosiva, se acumula em silêncios e pensamentos que não são verbalizados, revelando que a socialização feminina ensina que conflitos devem ser evitados para que vínculos sejam mantidos. 

 

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Leia também: Entrevista | Stefany Nunes fala sobre A Melhor Surpresa 

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Muito além do glitter: o Carnaval como expressão queer e política

Da performance ao afeto, a folia ocupa as ruas para contar histórias que a tela grande demorou a mostrar

O Carnaval costuma ser vendido como sinônimo de festa, excesso e escapismo. Mas reduzir a maior celebração popular do país a glitter e música alta é ignorar sua dimensão mais potente: a de palco cultural, político e afetivo. Muito antes de o audiovisual falar em diversidade e representatividade como tendência, a folia já funcionava como espaço de visibilidade para corpos dissidentes e formas de amor que por muito tempo ficaram fora de cena. Na rua, o Carnaval nunca foi apenas entretenimento, ele sempre foi linguagem.

Imagem: reprodução/Ronê Ferreira

Fantasia, performance e música operam como ferramentas de narrativa coletiva. Cada bloco, cada desfile e cada ocupação de espaço conta uma história. Para a comunidade LGBTQIAPN+, o Carnaval é historicamente um território de expressão e pertencimento. Blocos queer, coletivos artísticos, performers drag, dançarinos e artistas independentes transformam a festa em vitrine de identidade e não apenas de espetáculo. Não é só sobre figurino ou maquiagem: é sobre existir em público com segurança, orgulho e alegria.

Imagem: reprodução/Christian Gutiérrez

Existe ainda uma dimensão menos comentada, mas igualmente transformadora: o afeto. O Carnaval permite demonstrações públicas de amor, amizade e comunidade que, para muitas pessoas LGBTQIAPN+, nem sempre são seguras no cotidiano. Casais de mãos dadas, beijos sem medo, grupos que se protegem, redes de cuidado espontâneas, tudo isso também é resistência. A alegria coletiva, nesses contextos, não é alienação. É a afirmação de existência.

Imagem: reprodução/Thgusstavo Santana

Para quem quer enxergar essa dimensão de performance, identidade e resistência também nas telas, algumas obras dialogam diretamente com a estética e a potência queer presentes na cultura de festa e ocupação de rua: Divinas Divas (2016) resgata a história das pioneiras transformistas brasileiras e mostra como o palco, o figurino e o excesso sempre foram instrumentos de afirmação; Bixa Travesty (2018) acompanha Linn da Quebrada e transforma corpo e música em manifesto artístico e político de existência; e Indianara (2019) retrata a ativista trans Indianara Siqueira em sua luta comunitária, unindo celebração, enfrentamento e presença pública como ato de resistência. Essas produções ajudam a entender como estética queer, performance e visibilidade caminham juntas muito antes de terem virado tendência no entretenimento.

 

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Felinos, afeto e novas chances

Terceiro volume de Vou te receitar um gato reforça o sucesso da ficção de cura japonesa

A consagrada série de ficção de cura japonesa Vou te Receitar um Gato (2024) ganhou mais um capítulo no Brasil em fevereiro, pela Intrínseca. Em Que Tal Mais um Gato? (2026), Syou Ishida apresenta novos personagens que estão em momentos delicados de suas vidas, todos conduzidos até a enigmática Clínica Kokoro – um lugar que só se revela àqueles que precisam, acima de tudo, de novas perspectivas.

Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Sob os cuidados do excêntrico Dr. Nike e da enfermeira Chitose, conhecida por sua postura rígida e pouco paciente, os pacientes recebem tratamentos nada convencionais: prescrições que envolvem gatos adoráveis e convivências transformadoras. Entre consultas improváveis e miados terapêuticos, os felinos acabam oferecendo respostas onde antes só havia angústia. Além das histórias inéditas, o livro também aprofunda os mistérios que cercam a clínica e sua origem peculiar.

Entre os novos pacientes está Fūko, uma jovem tomada pelo nervosismo diante de uma apresentação decisiva no trabalho. Kōtarō, que é pai de primeira viagem, luta com a culpa por não conseguir apoiar a esposa como gostaria. Orie, uma artista talentosa e sonhadora, enfrenta a frustração de uma carreira estagnada. Já Ao, mais reservada, carrega um trauma ligado ao passado trágico do próprio endereço onde funciona a Clínica Kokoro.

Foto: reprodução/Intrínseca

Indicados por conhecidos ou guiados pelo acaso, todos acabam cruzando o caminho da clínica e recebendo prescrições curiosas envolvendo gatos. Mesmo desconfiados dos métodos pouco ortodoxos, logo percebem que a presença dos felinos provoca mudanças profundas em suas rotinas e emoções. À medida que a fama da Kokoro cresce, o Dr. Nike e Chitose também se aproximam de um objetivo maior, guardado entre os segredos da clínica.

Foto: reprodução/Intrínseca

Com sua escrita sensível e bem-humorada, Syou Ishida entrega mais uma vez histórias tocantes protagonizadas por gatinhos irresistíveis. Que Tal Mais um Gato? (2026) convida o leitor ao aconchego, mas também à reflexão sobre a importância de compartilhar fragilidades, acolher sentimentos e encontrar apoio, mesmo nos lugares mais inesperados.

Sobre a autora
Foto: reprodução/Tetsuro Goto

Nascida em 1975, em Quioto, Syou Ishida sempre foi apaixonada por gatos. Começou a escrever enquanto trabalhava em uma empresa de telecomunicações. A série Vou te Receitar um Gato é um best-seller no Japão e já teve seus direitos vendidos para mais de 30 países.

Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

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Leia também: Doce Tóquio: quando a receita é ouvir o outro

 

Texto revisado por Cristiane Amarante @cris_tiane_rj

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O que assistir no Carnaval: confira produções do streaming para maratonar

De clássicos do cinema a franquias de sucesso, descubra títulos que estão disponíveis no catálogo de streaming

O feriado de Carnaval é um dos períodos mais aguardados para quem busca descanso e, é claro, entretenimento. Com tantas opções à disposição, selecionar o que assistir pode ser um desafio. Para os assinantes que preferem aproveitar os dias de folia em casa, o catálogo do Disney+ oferece uma seleção de franquias completas e produções originais.

Confira abaixo:

Planeta dos Macacos
Imagem da franquia Planeta dos Macacos
Foto: divulgação/Disney+

Para quem busca maratonas longas, a franquia Planeta dos Macacos conta com dez filmes. Iniciada na década de 1960, a trama acompanha o astronauta americano George Taylor (Charlton Heston), que parte em uma missão espacial e se depara com um planeta habitado por macacos.

A primeira etapa da franquia é formada pelos filmes O Planeta dos Macacos (1968), De Volta ao Planeta dos Macacos (1970), Fuga do Planeta dos Macacos (1971), A Conquista do Planeta dos Macacos (1972) e A Batalha do Planeta dos Macacos (1973).

Já nos anos 2000, a saga retornou com Planeta dos Macacos (2001), um remake dirigido por Tim Burton (A Noiva Cadáver). Uma década depois, ganhou uma trilogia para explicar as origens da história, composta pelos filmes Planeta dos Macacos: A Origem (2011), Planeta dos Macacos: O Confronto (2014) e Planeta dos Macacos: A Guerra (2017).

Recentemente, foi lançada a continuação Planeta dos Macacos: O Reinado (2024).

Duro de Matar
Bruce Willis em Duro de Matar
Foto: divulgação/Disney+

Estrelada por Bruce Willis, a sequência de filmes é referência no gênero de ação. A história acompanha o detetive John McClane enfrentando diferentes ameaças terroristas ao longo das décadas.

A franquia é formada por Duro de Matar (1988), Duro de Matar 2 (1990), Duro de Matar – A Vingança (1995), Duro de Matar 4.0 (2007), e Duro de Matar – Um Bom Dia Para Morrer (2013).

Alien
Franquia de terror Alien
Foto: divulgação/Disney+

Para os fãs de terror, o universo de Alien oferece uma cronologia extensa. O primeiro filme apresenta um futuro distópico em que a tripulação da nave Nostromo é perseguida pelo Xenomorfo, um alienígena mortal conhecido por sua caça implacável.

A saga original inclui os filmes Alien, O Oitavo Passageiro (1979), Aliens (1986), Aliens 3 (1992) e Alien Resurrection (1997). Na década de 2010, a franquia lançou as narrativas de origem nos longas Prometheus (2012) e Alien: Covenant (2017)

Já na década de 2020, a narrativa se expandiu ainda mais com o longa Alien: Romulus (2024) e a série Alien: Earth (2025).

Além disso, ainda existem os crossovers Alien vs. Predador (2004) e Alien vs. Predador: Requiem (2007), que unem a saga à franquia Predador.

Lilo & Stitch
Animação Lilo e Stitch (2002)
Foto: divulgação/Disney+

Para quem gosta de animações, o universo de Lilo & Stitch vai além do filme clássico que narra a amizade entre uma garota havaiana e um alienígena. 

No streaming, estão disponíveis Lilo & Stitch (2002), Stitch! O Filme (2003), Lilo & Stitch 2: Stitch deu Defeito (2005) e Leroy & Stitch (2006), Lilo & Stitch: A Série (2003), além do recente live-action Lilo & Stitch (2025), que foi um sucesso de bilheteria.

O Rei Leão
Animação O Rei Leão
Foto: divulgação/Disney+

O Rei Leão (1994) conta a história de Simba, um pequeno leão que vivencia a morte de seu pai, o Rei Mufasa, após conflitos familiares com seu tio, Scar. Com a ajuda dos amigos Timão e Pumba, ele decide retornar ao reino que herdou.

O primeiro filme ganhou as sequências O Rei Leão 2: O Reino de Simba (1998) e O Rei Leão 3: Hakuna Matata (2004). Após 25 anos do lançamento da versão original, a história foi recontada no live-action O Rei Leão (2019). Dado o sucesso, Mufasa: O Rei Leão (2024) explorou o passado do pai de Simba.

Toy Story
Animação Toy Story
Foto: divulgação/Disney+

Grande clássico da Pixar, Toy Story se passa em um mundo em que os brinquedos ganham vida quando estão longe dos humanos. A saga original é composta pela quadrilogia Toy Story (1995), Toy Story 2 (1999), Toy Story 3 (2010) e Toy Story 4 (2019)

Além disso, a universo se expandiu com Lightyear (2022), que conta a história de origem do astronauta Buzz Lightyear, e uma série de curtas: Um Pequeno Grande Erro (2011), Férias no Havaí (2011), Festa-Sauro Rex (2012), Toy Story de Terror (2013), Esquecidos pelo Tempo (2014), Aventuras de Betty (2020) e Garfinho Pergunta (2019).

Demolidor
Demolidor faz parte da franquia Marvel
Foto: divulgação/Disney+

Matt Murdock (Charlie Cox) é um advogado que ficou cego na infância, mas desenvolveu habilidades especiais ao ser treinado pelo ninja Stick (Scott Glenn). Quando adulto, ele decide fazer justiça tanto nos tribunais quanto como o vigilante conhecido como Demolidor.

A versão atual do herói protagonizou as séries Demolidor (2015) e Os Defensores (2017), até retornar com Demolidor: Renascido (2025). Porém, vale ressaltar que o personagem também já foi vivido no cinema por Ben Affleck em Demolidor: O Homem Sem Medo (2003).

Guardiões da Galáxia
Guardiões da Galáxia faz parte da franquia Marvel
Foto: divulgação/Disney+

Comandado por James Gunn, Guardiões da Galáxia acompanha as aventuras de Peter Quill (Chris Pratt), Gamora (Zoe Saldaña), Rocky Raccoon (Bradley Cooper) e Groot (Vin Diesel) ao roubar um orbe que contém uma das Jóias do Infinito, perseguidas pelo maligno Thanos (Josh Brolin).

Para entender essa história, a narrativa começa com os dois primeiros filmes da trilogia, Guardiões da Galáxia (2014) e Guardiões da Galáxia Vol. 2 (2017), passa por Vingadores: Guerra Infinita (2018), Vingadores: Ultimato (2019) e Thor: Amor e Trovão (2022), chega ao especial Guardiões da Galáxia: Especial de Festas (2022) e termina em Guardiões da Galáxia vol. 3 (2023).

Para encerrar, há ainda a animação Eu Sou Groot (2022), que apresenta as vivências do Bebê Groot enquanto ele cresce na galáxia.

Deadpool
Deadpool faz parte da franquia Marvel
Foto: divulgação/Disney+

Deadpool (2016) apresenta a origem de Wade Wilson (Ryan Reynolds), um anti-herói boca suja com dons regenerativos que busca vingança contra Ajax (Ed Skrein), rival que pode ter a cura para sua condição.

O filme ganhou as sequências Deadpool 2 (2018) e Deadpool & Wolverine (2024), em que nosso protagonista une forças a Wolverine (Hugh Jackman).

Star Wars
Franquia Star Wars
Foto: divulgação/Disney+

Neste universo criado por George Lucas, os três primeiros filmes, Uma Nova Esperança (1977), O Império Contra-Ataca (1980) e O Retorno de Jedi (1983), contam a jornada do jovem Luke Skywalker (Mark Hamill), que se une à Aliança Rebelde e se torna um Jedi para derrubar o maligno Império Galáctico chefiado pelo Imperador (Ian McDiarmid) e seu aprendiz, Darth Vader.

Complementando a narrativa, há produções que focam no lado político e militar da saga. Lançado em 2016, o longa Rogue One: Uma História Star Wars conecta as duas primeiras trilogias ao se focar em um grupo de rebeldes. Anos depois, em 2022, a produção ganhou a série derivada Andor, que conta como Cassian Andor (Diego Luna) se juntou à rebelião. 

Já a série The Mandalorian (2019) tem como enfoque Din Djarin (Pedro Pascal), um caçador de recompensas que se recusa a cumprir a missão de entregar Grogu, um ser enigmático da raça de Yoda, a ex-funcionários do Império.

Modern Family (2009-2020)
Série Modern Family
Foto: divulgação/Disney+

Com 11 temporadas, esta série de comédia acompanha o cotidiano das famílias de Jay Pritchett (Ed O’Neill) e seus filhos adultos, Claire (Julie Bowen) e Mitchell (Jesse Tyler Ferguson). Caracterizada por seus episódios curtos e formato de mocumentário (mockumentary – gênero audiovisual de paródia), é uma das produções mais premiadas do gênero.

Paradise (2025-presente)
Série Paradise
Foto: divulgação/Disney+

Nesta série de suspense investigativo, o assassinato do presidente dos Estados Unidos gera uma crise em uma comunidade de elite. Apontado como responsável pelo crime, o chefe do serviço secreto Xavier Collins (Sterling K Brown) precisa provar a sua inocência e descobrir o verdadeiro responsável.

Amor de Mentirinha (2025)
Produção Amor de Mentirinha
Foto: divulgação/Disney+

Representando os K-dramas, a comédia romântica conta a história de Meri (Jung So-min), que finge um casamento com Kim Wooju (Choi Woo-sik), um estranho com o mesmo nome de seu ex, para reivindicar um prêmio que ganhou em um concurso imobiliário.

Jogo Cruzado (2025)
Série nacional Jogo Cruzado
Foto: divulgação/Disney+

Nesta série nacional, o futebolista Matheus (José Loreto) e a jornalista Elisa (Carol Castro) são inimigos declarados. No entanto, essa rivalidade chega a outro patamar quando ela recebe a chance de apresentar um programa, mas com a condição de dividir a bancada com o ex-atleta, que precisou encerrar as atividades devido a um problema de saúde.

Impuros (2018-presente)
Série nacional Impuros
Foto: divulgação/Disney+

Ambientada no Rio de Janeiro dos anos 1990, esta série de drama segue Evandro (Raphael Logam), um homem comum que se envolve no mundo do crime e é investigado por Victor Morello (Rui Ricardo Diaz), um policial que não vê limites para fazer cumprir sua noção de justiça.

A produção tem uma nova temporada confirmada para estrear ainda em 2026.

O Rei da TV (2022)
Série nacional O Rei da TV
Foto: divulgação/Disney+

A biografia seriada explora a vida de Silvio Santos, interpretado por Luiz Guilherme, Mariano Mattos e José Rubens Chachá em diferentes fases. A narrativa é focada tanto na ascensão quanto nos momentos de crise de um dos maiores ícones da televisão brasileira.

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Leia também: Carnaval é trabalho, memória e protagonismo periférico 

 

Texto revisado por Kalylle Isse

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Cultura Cultura Latina Notícias Teatro

De Oz para o Anhembi: Fabi Bang leva Glinda ao desfile da Colorado do Brás

Atriz vai desfilar sua Glinda, de Wicked, no enredo A Bruxa está solta!, na próxima sexta (13), pelo Grupo Especial do Carnaval de São Paulo

A magia de Oz vai atravessar a avenida do Sambódromo do Anhembi. A atriz Fabi Bang, que interpreta Glinda no musical Wicked, vai desfilar na Colorado do Brás, segunda escola a se apresentar na próxima sexta (13) pelo Grupo Especial do Carnaval de São Paulo.

A Glinda brasileira ama glitter e ama samba. Sempre senti que ela tinha essa energia carnavalesca. Estar na Avenida, numa sexta-feira 13, com um enredo dedicado às bruxas, é a materialização de um sonho que eu guardava há anos”, afirma Fabi.

Neste ano, a Colorado apresenta para mais de 50 mil pessoas o enredo A Bruxa está solta! Senhoras do saber renascem na Colorado, uma homenagem à história e à força espiritual das bruxas. A escola busca dialogar com vozes tradicionalmente silenciadas e celebra o poder feminino em diferentes culturas, ressignificando a imagem da bruxa para além dos mitos e estigmas.

Foto: divulgação/Jairo Goldflus

Para Fabi, a narrativa proposta pela Colorado do Brás dá ainda mais significado à sua presença na avenida:

É muito simbólico levar a Glinda para a avenida justamente num enredo que ressignifica a figura da bruxa. Glinda representa luz, generosidade e transformação. Poder celebrar isso no Carnaval, que também é potência, arte e liberdade, é uma honra imensa.

O que você achou da Glinda dominando o sambódromo? Conta pra gente nas redes do Entretê – Instagram, Facebook e X – e nos siga para não perder nenhuma novidade do mundo do entretenimento e da cultura.

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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Especial | Quem é Maisie Peters, cantora que desembarca no Brasil em abril

Entenda a trajetória da compositora que conquistou as paradas do Reino Unido e celebra a nova fase de sua carreira com um show intimista no palco do Cine Joia

Maisie Peters já não é mais apenas uma promessa do indie-pop britânico. Se você acompanha as tendências musicais dos últimos anos, talvez seu nome já tenha atravessado a sua timeline. Celebrada por sua escrita e um estilo que transita entre o folk e o pop, a cantora está prestes a realizar sua primeira performance em solo nacional. Pensando nisso, o Entretetizei preparou um especial para você mergulhar na discografia da artista.

O início de tudo
Maisie Peters em 2018
Foto: reprodução/Ten Eighty Magazine

Filha de um professor de geografia e uma comunicadora, Maisie Peters não cresceu em uma família musical. Natural de Steyning, uma pequena cidade na Inglaterra, seu interesse pela música despertou aos 12 anos de forma natural: ela pegou o violão de uma amiga emprestado para um projeto escolar e acabou compondo suas primeiras canções.

Ainda na adolescência, aos 15 anos, ela começou a se apresentar nas ruas de Brighton e publicar composições autorais e covers no YouTube, construindo sua primeira base de fãs digital.

Inspirada por nomes como Taylor Swift, Lily Allen e Sara Bareilles, lançou de forma independente seu primeiro single, Place We Were Made, em 2017. A letra é uma carta aberta à sua cidade natal e captura aquele momento agridoce da vida em que os amigos começam a seguir caminhos diferentes.

O lançamento de estreia chamou atenção nos círculos de indie-pop locais. O sucesso foi tanto que, no início de 2018, a faixa foi escolhida pela BBC Radio como a música da semana, colocando a artista no radar da indústria musical britânica.

A mudança para Londres e o desafio da pandemia
Maisie Peters para divulgação do EP Dressed Too Nice For a Jacket (2018)
Foto: reprodução/Euphoria Zine

Após se formar na escola, Maisie deu um importante passo em sua carreira: mudou-se para Londres e assinou um contrato com a Atlantic Records. Pela gravadora, lançou dois EPs: Dressed Too Nice For a Jacket (2018) e It’s Your Bed Babe, It’s Your Funeral (2019). Esses trabalhos são marcados por suas letras confessionais, repletas de sarcasmo e metáforas sobre desilusões amorosas e amadurecimento.

Em 2020, ela estava pronta para levar sua música a um novo patamar. Ela havia sido anunciada como o ato de abertura da turnê europeia de Niall Horan, o que a apresentaria a novos públicos. No entanto, a pandemia interrompeu os planos, forçando o cancelamento dos shows. Longe dos palcos, Maisie utilizou esse período de introspecção para refinar sua narrativa e trabalhar no que viria a ser seu álbum de estreia.

O apadrinhamento de Ed Sheeran e You Signed Up For This
Maisie Peters e Ed Sheeran
Foto: reprodução/BBC

No início de 2021, Maisie foi anunciada como a nova aposta da Gingerbread Man Records, gravadora fundada por Ed Sheeran. A parceria foi a realização de um sonho para a artista, que sempre citou Sheeran como um de seus ídolos. O cantor se tornou um amigo e mentor, coescrevendo faixas de destaque no álbum de estreia da cantora, como Hollow, Boy e Psycho. Essa proximidade artística rendeu frutos também nos palcos, quando Maisie foi o ato de abertura da turnê europeia Mathematics Tour.

A consolidação dessa fase veio com o álbum You Signed Up For This (2021), que estreou em segundo lugar na parada oficial do Reino Unido. O trabalho explora temáticas diversas, com letras que transitam entre o sarcasmo e a vulnerabilidade. O disco é um retrato do início da vida adulta, equilibrando a origem folk de Maisie com elementos do pop. Faixas como John Hughes Movie exemplificam essa transição, trazendo referências cinematográficas para falar da romantização do amor, enquanto Brooklyn narra momentos mais familiares, como uma viagem feita com sua irmã gêmea, Ellen, pelos Estados Unidos.

The Good Witch e a conquista de grandes arenas
Maisie Peters em divulgação do álbum The Good Witch (2023)
Foto: reprodução/Harper’s Bazaar

Após consolidar seu nome no cenário pop, Maisie não deu sinais de que pretendia desacelerar. O intervalo entre 2022 e o início de 2023 foi marcado por uma extensa agenda de shows, percorrendo palcos nos Estados Unidos, Europa, Ásia e Oceania. A vivência na estrada serviu como base para o seu segundo álbum, The Good Witch (2023), que aborda a retomada do controle de sua própria narrativa e o resgate da autoconfiança após o fim de um relacionamento.

A sonoridade do disco reflete o novo momento de sua carreira: o som é ainda mais pop, influenciado pela experiência da cantora ao performar para públicos cada vez maiores. Narrativamente, ela explora a complexidade dos sentimentos pós-término, abordando as inseguranças e a comparação com outras pessoas em faixas como o single Body Better. O álbum também abre espaço para celebrações da vida profissional e pessoal, como a faixa The Band and I, que documenta a jornada de sua banda durante a primeira grande turnê pela América do Norte.

The Good Witch estreou no topo das paradas do Reino Unido, tornando Maisie a artista feminina solo mais jovem a alcançar o número um em quase uma década. O sucesso abriu portas ainda maiores: a cantora foi convidada para ser o ato de abertura em turnês de estádios, incluindo shows do Coldplay e a histórica The Eras Tour, de Taylor Swift.

Florescence e a estreia no Brasil
Maisie Peters em divulgação para o álbum Florescence
Foto: reprodução/Why Now

Agora, Maisie Peters está pronta para iniciar uma nova era com o álbum Florescence, previsto para o dia 15 de maio. O projeto consolida a transição da cantora para uma sonoridade mais madura e orgânica, resultado de um período de pausa na carreira. Gravado com a produção de Ian Fitchuk, vencedor do Grammy e colaborador de nomes como Beyoncé e Kacey Musgraves, o disco de 15 faixas marca também a estreia de Maisie como coprodutora.

As faixas já reveladas antecipam um trabalho que equilibra vulnerabilidade e autoconhecimento. As letras exploram a estabilidade em um relacionamento saudável com um antigo amor (Audrey Hepburn), e, ao mesmo tempo, as dificuldades de seguir em frente após um término (You You You). O álbum ainda irá contar com colaborações de grandes nomes da indústria musical, como Julia Michaels e Marcus Mumford.

O single mais recente, My Regards, traz um lado mais confiante e possessivo da artista. A faixa ganhou um videoclipe estrelado por Benito Skinner (Muito Esforçado, 2025) e dirigido pela comediante britânica Amelia Dimoldenberg. A estética visual dessa fase traz referências diretas da cultura pop inglesa, com o trailer do álbum dialogando com a comédia romântica Gatos, Fios Dentais e Amassos (2008).

Para celebrar o lançamento do terceiro álbum, Maisie anunciou a turnê Before the Bloom, focada em shows mais intimistas. Após passar pela Austrália, Europa e América do Norte, a cantora fará sua aguardada estreia na América Latina. O Brasil receberá uma apresentação única em São Paulo, no Cine Joia, no dia 25 de abril, sábado. Os ingressos para o evento já podem ser encontrados na plataforma Sympla.

 

Já conhecia Maisie Peters? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Zayn anuncia turnê mundial

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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