Em comemoração ao Valentine’s Day, a Editora Verus apresenta os lançamentos do mês de Fevereiro
O Valentine’s Day é o convite perfeito para se apaixonar, seja por alguém especial ou por uma boa história. Para celebrar a data mais romântica do ano, a Editora Verus reúne lançamentos de fevereiro que prometem aquecer corações, provocar suspiros e reafirmar o poder dos romances em todas as suas formas.
Entre encontros improváveis, emoções intensas e personagens cativantes, as novidades do mês são um prato cheio para quem acredita que o amor sempre vale a leitura.
Seis Meses Para Casar – Kosuke Ohashi
Fonte: divulgação/Entretetizei
Com mais de 100 mil exemplares vendidos só no Japão, o romance de estreia Seis Meses
Seis Meses Para Casar, do autor Kosuke Ohashi, conta a história de Sayaka Kuroki após descobrir a traição de seu futuro marido.
Faltando três meses para o casamento, que está marcado para seu aniversário de trinta anos, e logo após pedir demissão para cuidar da cerimônia, Sayaka Kuroki descobre que está sendo traída e que seu noivo, Kazuya, não quer mais nada com ela.
Com os poucos ienes que tem na conta, uma ressaca e um restinho de dignidade, Sayaka vai até a editora da revista em que trabalhava para pedir seu emprego de volta. Porém o cargo já está ocupado, e a única alternativa é passar para outro departamento, com um chefe autocentrado que adora se exibir… e que exige que ela se case em seis meses enquanto escreve reportagens sobre konkatsu, a arte da busca por um marido.
Leve e divertido, Seis meses para casar explora as peculiaridades do konkatsu e da vida no Japão enquanto prova que o inesperado, o improvável, o quase impossível também pode acontecer.
Your name. Another Side: Earthbound – Arata Kanoh
Fonte: divulgação/Entretetizei
Após ganhar 17 prêmios internacionais com a adaptação de Your Name, Arata Kanoh retorna com a mágica e emocionante história sob novos pontos de vista na pacata cidade de Itomori.
Pelas perspectivas de Taki no corpo de Mitsuha, do amigo dela, Teshi, do pai, Toshiki, e da perspicaz irmã mais nova, Yotsuha, Another Side: Earthbound se aprofunda nesses personagens tão carismáticos e amplia o cenário de Itomori, mostrando o impacto dos acontecimentos com Taki e Mitsuha nos demais habitantes da cidade e expandindo o universo de your name.
Hathor e o Príncipe – J. J. McAvoy
Fonte: divulgação/Entretetizei
Uma jovem determinada a sair da sombra da irmã. Um príncipe que não é nada do que ela sonhou. Um romance profundo que surge de incessantes provocações.
O sonho de Hathor se realiza quando a rainha anuncia que apresentará seu sobrinho – nada mais, nada menos que um príncipe – durante o evento social de uma semana no Castelo Belclere, dos Du Bell. Mas a possibilidade de fazer parte da família real desmorona quando Hathor se depara com o príncipe Wilhelm Augustus – que, de realeza, só tem o título.
Uma rivalidade cheia de provocações pode acabar dando lugar a um romance verdadeiro, e Hathor precisará lutar por seu final feliz, apesar das expectativas da sociedade. Em meio a bailes – e sentimentos – grandiosos, os últimos eventos da temporada prometem ser os mais românticos e chocantes de todos.
Com protagonismo negro, Hathor e o Príncipe, de J. J. McAvoy, promete ser uma leitura envolvente para os fãs desse segmento.
Risco de colisão (Um romance da série Corações Velozes) – Amanda Weaver
Fonte: divulgação/Entretetizei
Depois do sucesso de No limite da velocidade, a autora Amanda Weaver lança Risco de colisão (Vol. 2), novo livro de romance esportivo e picante.
No mundo veloz da Fórmula 1, não há espaço para distrações. Mas, em meio aos holofotes e à chama que insiste em reacender entre uma relações-públicas e um piloto, o amor pode ser a maior distração de todas…
Ele quebra todas as regras que ela criou.
Ao aceitar trabalhar com uma nova escuderia de Fórmula 1, Violet descobre que Chase acabou de assumir como piloto da equipe. Ela promete não se deixar levar por um cara tão charmoso e irritante, mas o fato é que ele tem o rosto perfeito para promover a imagem da equipe.
Com as carreiras de ambos em jogo, Violet vai levantar a bandeira vermelha para essa atração ou, enfim, deixar o amor seguir sua rota?
O longa mais recente de Sergei Loznitsa expõe a violência institucionalizada durante o Grande Terror
[Contém spoiler]
Dois Procuradores (2025) é um filme austero, denso e profundamente incômodo, que mergulha o espectador na engrenagem opressiva do regime stalinista. Dirigido por Sergei Loznitsa (Babi Yar. Contexto, 2021), o longa abandona qualquer traço de sentimentalismo para construir uma narrativa fria e meticulosa sobre o funcionamento da injustiça quando ela se torna política de Estado.
Foto: divulgação/Retrato Filmes
Ambientado na União Soviética de 1937, durante o chamado Grande Terror, o filme se insere em um dos períodos mais violentos da história do regime de Stalin. Diferentemente da repressão praticada nos anos de Lênin – ainda vinculada à guerra civil e à consolidação do poder bolchevique –, o Grande Terror marca o momento em que a violência deixa de ser um meio e passa a existir como fim. Não se trata mais de punir culpados, mas de produzir culpados, instaurando um sistema paranóico no qual ninguém está realmente seguro.
Foto: divulgação/Retrato Filmes
A trama acompanha o jovem promotor recém-nomeado Alexander Kornyev (Aleksandr Kuznetsov),que, ao entrar em contato com uma carta escrita pelo prisioneiro político Stepniak (Alexander Georgijewitsch Filippenko), decide investigar possíveis abusos cometidos pela polícia secreta, a NKVD. A partir desse gesto aparentemente simples, o filme revela o abismo entre a legalidade formal e a realidade brutal do totalitarismo. O protagonista acredita na lei, mas logo percebe que ela opera apenas como fachada, um instrumento de legitimação do poder, não de justiça.
Loznitsa expõe com rigor a autonomia quase absoluta da NKVD, herdeira direta da Cheka revolucionária, cujos agentes atuam acima de qualquer instância legal. O filme não retrata a repressão apenas como instrumento político, mas como um mecanismo que passa a existir por si só, típico do Grande Terror stalinista, quando a violência se converte em procedimento administrativo. O Estado não reage a ameaças reais: ele as fabrica. Todos que tentam identificar ou denunciar essas distorções tornam-se, inevitavelmente, novos alvos do sistema.
Foto: divulgação/Retrato Filmes
A encenação acompanha essa lógica implacável. Planos longos, diálogos contidos e uma mise-en-scène (tradução livre: colocar em cena) rigorosa constroem uma atmosfera de claustrofobia e paralisia moral. A quase total ausência de trilha sonora intensifica o silêncio opressor que domina os corredores do poder, tornando cada deslocamento do personagem principal um exercício de tensão e expectativa. Não há espaço para heroísmo: o sistema é maior, mais forte e absolutamente indiferente à moral individual.
A atuação contida de Aleksandr Kuznetsov como o jovem promotor acompanha com maestria o clima do longa. Sua interpretação evita explosões emocionais ou gestos excessivos, apostando em um corpo rígido, em olhares breves e em uma dicção controlada que traduzem a tentativa constante de se manter dentro da norma. Essa contenção não reduz o impacto dramático, ao contrário, evidencia o conflito interno de um personagem que acredita na racionalidade da lei e se recusa, por mais tempo do que deveria, a aceitar sua falência.
Foto: divulgação/Retrato Filmes
O elenco ao redor atua na mesma chave, compondo figuras quase burocráticas, mais próximas de engrenagens do sistema do que de indivíduos plenamente formados, uma escolha que reforça a desumanização progressiva imposta pelo regime.
Foto: divulgação/Retrato Filmes
O filme se destaca justamente por sua recusa em oferecer catarse. O longa não busca confortar o público, mas confrontá-lo. O jovem promotor não funciona como herói, mas sim como símbolo de uma crença ingênua na possibilidade de justiça dentro de um regime que não admite fissuras. Sua trajetória é marcada por um processo lento e devastador de desilusão, conduzido sem explosões dramáticas, apenas pela frieza dos procedimentos burocráticos.
Foto: divulgação/Retrato Filmes
O desfecho, no qual o próprio promotor é preso por ter levado sua investigação longe demais, não surge como reviravolta, mas como consequência lógica. No universo retratado por Loznitsa, pensar juridicamente já é um gesto subversivo. A lei só é tolerada enquanto instrumento de obediência; quando levada a sério, torna-se uma ameaça ao sistema que a proclama.
Em termos críticos, o ritmo deliberadamente lento pode afastar parte do público habituado a narrativas mais dinâmicas. Ainda assim, essa escolha estética se revela coerente com a proposta do filme: fazer o espectador sentir o peso da burocracia, do medo e da estagnação moral que definem a experiência do totalitarismo.
Dois Procuradores (2025) é um filme político no sentido mais profundo da palavra. Ao revisitar um período histórico específico, Sergei Loznitsa constrói uma reflexão inquietantemente atual sobre a fragilidade da justiça quando submetida ao autoritarismo. Trata-se de uma obra rigorosa, desconfortável e necessária, que exige atenção e reflexão – e que permanece ecoando muito depois do último plano.
Foto: divulgação/Retrato Filmes
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Como as escolas de samba transformam cultura comunitária em espetáculo, sustento e narrativa social
Para muita gente, o Carnaval dura poucos dias. Para as comunidades que constroem os desfiles, ele ocupa o ano inteiro. Longe de ser apenas festa, a maior celebração popular do país é também motor econômico, espaço de formação artística e território de narrativa periférica. Nos barracões e quadras das escolas de samba, o espetáculo começa meses antes de chegar à avenida e envolve uma cadeia de trabalho que sustenta milhares de pessoas.
Foto: reprodução/Victor Carnevale
Costureiras, aderecistas, escultores, soldadores, marceneiros, carnavalescos, coreógrafos, ritmistas e compositores atuam como equipes de uma superprodução cultural a céu aberto. Cada alegoria exige engenharia, cada fantasia envolve técnica e acabamento, cada comissão de frente nasce de pesquisa e conceito. O Carnaval, nesse contexto, é uma indústria criativa comunitária com impacto real na renda e na vida de quem participa. Em territórios onde o acesso ao mercado formal é muitas vezes limitado, o samba constrói oportunidade. Há transmissão de conhecimento entre gerações, algo que vai além do desfile e fortalece a identidade cultural.
Se o cinema e a televisão frequentemente ignoraram histórias periféricas ou as retrataram de forma reduzida, as escolas de samba fizeram o caminho inverso: transformaram a memória social em espetáculo grandioso. Os desfiles funcionam, na prática, como cinema ao vivo: com roteiro, trilha sonora, direção de arte, figurino e narrativa temática.
Foto: reprodução/Lua
Os enredos colocam no centro da cena temas que durante décadas ficaram à margem do entretenimento tradicional: ancestralidade, injustiça social, culturas originárias, religiões de matriz africana, líderes populares e heróis invisibilizados. A avenida se torna palco de revisão histórica e afirmação simbólica. É dramaturgia em movimento. Storytelling com bateria.
Nesse processo, a comunidade não é apenas plateia, é autora. O espetáculo não é importado: é produzido coletivamente aqui. Cada desfile carrega assinatura de território, memória e trabalho compartilhado.
Foto: reprodução/Vozes da Comunidade
Para quem quer ir além da avenida e entender com mais profundidade como o Carnaval se constrói como arte, memória e força comunitária, alguns documentários e livros ajudam a ampliar esse olhar. Obras como Fevereiros (2017) e Samba On Your Feet (2005) revelam bastidores, raízes e impactos culturais do samba e das escolas, enquanto leituras como o romance Um Defeito de Cor (2006), de Ana Maria Gonçalves (que atravessou a avenida em 2024 com a Portela) e o livro-reportagem Uma História do Samba (2017), de Lira Neto, mostram como essa narrativa coletiva se forma ao longo do tempo, entre território, identidade e criação popular.
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A aguardada continuação da série turca, que marcou época entre 2018 e 2019, não terá estreia prevista após o processo de assinatura com a Show TV não ser concluído
Mesmo com teaser lançado e elenco praticamente definido, o retorno de Avlu(tradução livre: Prisão de Mulheres) foi adiado, e os atores já começaram a buscar novos projetos.
A Limon Film havia criado expectativa ao lançar o teaser de Avlu em 12 de abril, anunciando que “a série lendária está de volta” e que a produção chegaria ao público na nova temporada. Entre 2018 e 2019, Avlu conquistou fãs e consolidou seu lugar na televisão turca. O retorno parecia certo com a Show TV, mas o acordo não foi finalizado.
Foto: divulgação/Star TV
Elenco praticamente definido
O projeto havia chegado a acordos iniciais com grandes nomes para o elenco, incluindo Ceren Moray, Nergis Öztürk, Su Burcu Yazgı Coşkun, Esra Dermancıoğlu, Ümmü Putgül, Ayça Damgacı e Alican Yücesoy.
Além disso, o presidente da Limon Film, Hayri Aslan, chegou a enviar o roteiro para a renomada atriz Vahide Perçin, sinalizando que ela poderia ter um papel importante na continuação da série.
Foto: divulgação/Star TV
Problemas com a venda e adiamento
Após a nomeação de um administrador judicial na Show TV, o processo de assinatura do contrato não foi concluído, fazendo com que o retorno da série fosse colocado em espera.
Enquanto isso, os atores começaram a negociar outros projetos e o público terá que esperar para ver o desenrolar das histórias que Agnes, Yasemin e outros personagens marcaram em 2018 e 2019.
Um caso semelhante ocorreu com a série Kızgın Topraklar, também produzida pela Limon Film: dois episódios foram gravados no verão passado na Capadócia, mas a série não chegou ao público por falta de venda para o canal.
Foto: divulgação/Entre Séries e Emoções – Turquia, Mundo e Coração
Apesar da empolgação inicial e do elenco de peso, o retorno de Avlu foi adiado indefinidamente, mostrando como o mercado de séries turcas ainda depende de negociações de canais e distribuição para ganhar as telas. Fãs terão que esperar por novidades e possíveis anúncios futuros da Limon Film.
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Com a estreia da segunda temporada, relembramos os elementos que transformaram Afili Aşk em uma das novelas turcas mais queridas pelo público
Em janeiro, estreou a segunda temporada de Afili Aşk (Armadilha do Amor, 2019), novela turca que conquistou o público brasileiro desde que entrou para o catálogo da plataforma da Globoplay, em 2024. Mas afinal, o que fez essa dizi se tornar uma das grandes queridinhas da audiência no Brasil?
Foto: reprodução/Dizilah
Escrita por Barış Erdoğan e Kübra Yaşasın, com colaboração de outros roteiristas, Afili Aşk foi exibida pelo canal turco Kanal D e conta com 38 capítulos de aproximadamente duas horas cada em seu formato original. A trama acompanha a história de Kerem Yiğiter (Çağlar Ertuğrul) e Ayşe Özkayalı (Burcu Özberk), dois personagens de universos completamente diferentes.
Kerem é um herdeiro rico, mulherengo e frequentemente envolvido em escândalos, enquanto Ayşe é uma jovem simples que vive com a família em um bairro modesto de Istambul. Apesar das diferenças, os dois acabam unidos por uma mentira que muda o rumo de suas vidas.
Pressionada pelos irmãos a se casar com alguém de boa condição, Ayşe mente ao afirmar que está em um relacionamento com Kerem, filho de seu chefe. Para sustentar a farsa, os dois entram em um acordo e decidem fingir um casamento. A mentira acaba beneficiando ambos, Ayşe se livra das imposições familiares, enquanto Kerem tenta provar que é um homem responsável, capaz de assumir os negócios da família após a aposentadoria do pai.
Como Afili Aşk chegou ao Brasil?
Em 2024, a Globoplay adquiriu os direitos de exibição de Afili Aşk e passou a disponibilizar a novela turca em seu catálogo. Embora a produção tenha apenas uma temporada na versão original, aqui no Brasil o formato longo dos episódios fez com que a história fosse dividida em partes.
Na plataforma, a chamada primeira temporada, lançada em 2024, conta com 45 capítulos dublados, equivalentes a cerca de 13 episódios da versão turca. Neste ano, foi lançada a segunda parte dublada, com mais 54 capítulos, avançando a narrativa até o equivalente ao episódio 28 da exibição original. Mais episódios serão disponibilizados, considerando que Afili Aşk possui 38 no total.
Foto: reprodução/Dizilah
O que faz Afili Aşk conquistar o público brasileiro?
Um dos grandes acertos da novela está no equilíbrio entre romance e comédia. Ao acompanhar a história de Kerem e Ayşe, o público assiste a dois completos desconhecidos transformarem um acordo conveniente em um relacionamento construído aos poucos. O romance não surge de forma apressada, mas se desenvolve gradualmente, permitindo que o telespecatador se envolva e se apaixone junto com os personagens.
Outro ponto forte é a evolução do casal ao longo da trama. Kerem amadurece, deixando para trás a imagem de herdeiro irresponsável para se tornar um marido zeloso, apaixonado e dedicado ao trabalho. Sua resistência a essa transformação rende momentos divertidos e encantadores, especialmente quando ele começa a ceder aos próprios sentimentos.
Em paralelo, Ayşe também cresce. De uma jovem insegura e desacreditada em seu potencial, ela passa a se reconhecer como uma mulher independente, tanto profissional quanto emocionalmente. Assim como Kerem, Ayşe começa a perceber que o acordo que fez talvez não seja tão ruim quanto parecia.
A junção do enemies to lovers, do slow burn e do clássico casamento de mentirinha, elementos queridinhos das noveleiras, é uma das grandes responsáveis pelo sucesso entre os fãs de novelas turcas.
Foto: reprodução/Dizilah
Uma comédia que vai além das piadas óbvias
No campo da comédia, Afili Aşk também se destaca. Diferente de muitas romcoms que apostam em piadas exageradas ou em personagens caricatos, a dizi constrói seu humor de forma criativa e integrada à narrativa.
Um dos recursos mais utilizados é a linguagem audiovisual. Os jogos de câmera e os efeitos sonoros criam diversas situações cômicas, como a cena em que o Sabri chora no quarto. O momento se transforma em uma espécie de clipe dos anos 2000 com replays dramáticos, ele rasgando as roupas e bebendo leite como se fosse bebida alcoólica.
Outro exemplo curioso é o uso de buzinas de carro para censurar os palavrões, uma solução criativa para lidar com as restrições comuns das novelas turcas e, ao mesmo tempo, arrancar risadas do público.
A exibição original e a recepção brasileira
Exibida originalmente entre junho de 2019 e março de 2020, Afili Aşk foi ao ar em um período particularmente instável para a televisão, marcado pelo início da pandemia do coronavírus. Embora não existam informações oficiais que confirmem impactos diretos desse contexto na produção, a novela passou por oscilações de audiência e mudanças no dia de exibição; instabilidades que afetaram diversas produções na época.
Ainda assim, a trama foi concluída no capítulo 38, em uma única temporada, sem um anúncio formal de cancelamento. Para o público que acompanhou a exibição original, especialmente nos episódios finais, alguns arcos narrativos deixaram a sensação de que certos conflitos poderiam ter sido melhor desenvolvidos.
O público brasileiro teve contato com Afili Aşk em outro contexto, com a história já completa, o ritmo ajustado pela divisão em capítulos menores e o foco maior no casal central, justamente o maior trunfo da trama.
Foto: reprodução/Dizilah
Esse novo olhar sobre a novela também reflete um movimento mais amplo da plataforma em relação às produções turcas, que vêm ganhando cada vez mais espaço no catálogo do streaming.
Com exclusividade para o Entretetizei, Guga Valente, gerente sênior de Curadoria de Conteúdo Licenciado do Globoplay, Telecine e canais de entretenimento da Globo, afirma que a ampliação desse tipo de conteúdo é resultado de uma estratégia pensada a longo prazo.
“A ampliação do catálogo de novelas turcas faz parte de uma estratégia pensada desde 2021 para fortalecer a dramaturgia internacional no Globoplay. Buscamos histórias com temas universais, alta qualidade narrativa e afinidade com o público brasileiro, unindo curadoria editorial e dados de consumo. A boa receptividade desses títulos, que frequentemente figuram entre os mais assistidos da plataforma, reforça que investir em narrativas turcas é uma forma consistente de diversificar o portfólio, ampliar o diálogo cultural e oferecer mais opções relevantes aos nossos assinantes.”
Foto: reprodução/Dizilah
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Confira as atualizações do entretenimento no mundo turco durante a primeira semana de fevereiro
Por Ana Matos, Anna Mellado, Débora Lima e Gisélia Oliveira
Data de estreia de Aynı Yağmur Altında + Novos Pôsters
A dizi Aynı Yağmur Altında (tradução livre: Sob a Mesma Chuva) já tem data definida: a dizi estreia no dia 9 de fevereiro, próxima segunda. A escolha do dia chama atenção nos bastidores, já que produções recentes como Sakıncalı e Ben Leman também chegaram a ser anunciadas para a segunda-feira e acabaram tendo mudanças no calendário.
Foto: reprodução/Instagram @ayniyagmuraltinda
Junto com a confirmação da estreia, foram divulgados novos pôsteres oficiais, incluindo artes com o elenco completo e pôsteres individuais dos personagens, aumentando a expectativa em torno da produção. Veja todos os pôsteres na conta oficial da dizi.
Çağlar Ertuğrul protagonizará a dizi Çirkin + Çetin Tekindor e Gözde Kansu se reencontram com a diretora de Yalı Çapkını na produção
A nova dizi Çirkin (tradução livre: O Feio) começa a ganhar forma e marca o retorno de Çağlar Ertuğrul, que dará vida a Kadir, protagonista da trama produzida pela 25 Film para a Star TV. A série será dirigida por Burcu Alptekin (Yalı Çapkını – O Canto do Pássaro) e escrita por Nil Güleç Ünsal e Özlem İnci Hekimoğlu. A história gira em torno de Meryem (Derya Pınar Ak), uma jovem conhecida pelo apelido “Çirkin”, que se apaixona por Kadir após os dois crescerem juntos na mesma casa, depois que ele perde toda a família em um acidente.
Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
O elenco ainda traz Çetin Tekindor, que aceitou o papel de Ökkeş, poderoso dono de uma boate e patrão de Kadir, promovendo um novo reencontro do ator com a diretora Burcu Alptekin após Yalı Çapkını. Outro destaque é a chegada de Gözde Kansu, também vinda da novela, que interpretará Hande, a jovem companheira de Ökkeş, reunindo novamente os atores que viveram Gülgün e Halis Korhan na produção de sucesso. As gravações de Çirkin estão previstas para começar em primeiro de março.
Coração de Mãe tem primeira chamada exibida na TV e data oficial de estreia definida
A Record TV já começou a promover Coração de Mãe (I Am Mother/Sandık Kokusu), sua próxima novela turca, com a exibição da primeira chamada na televisão. A trama estreia no dia 24 de fevereiro, ocupando a faixa das 21h, no lugar de Novela Mãe, e reforça a estratégia da emissora de investir cada vez mais nas dizis turcas em horário nobre.
Foto: reprodução/Instagram @sigarecord
Protagonizada por Özge Özpirinçci,é um sucesso absoluto entre o público brasileiro. A história acompanha Karsu, uma mulher marcada por um relacionamento abusivo e pela dor da perda do filho. Com narrativa intensa e forte apelo emocional, a novela chega cercada de expectativa e consolida mais um passo da Record na expansão das produções turcas na televisão aberta. Veja a chamada completa aqui.
Data de estreia da dizi Sevdiğim Sensin é anunciada
A data de estreia da dizi Sevdiğim Sensin (tradução livre: Você É Quem Eu Amo) foi definida: 12 de fevereiro, quinta. Rumores apontam que o canal Star TV já tinha planejado exibir a produção da Ay Yapım nesse dia da semana. Com quatro capítulos já gravados, as filmagens da dizi estavam pausadas até a definição do seu lançamento.
Foto: reprodução/Instagram @startv
Protagonizada por Aytaç Şaşmaz e Helin Kandemir nos papéis de Erkan e Dicle, a série tem roteiro de Yeşim Aslan e direção de Gökçen Usta. O elenco tem ainda Hüseyin Avni Danyal, Umutcan Ütebay, Özlem Conker, Yılmaz Kunt, Barış Baktaş, Cihat Süvarioğlu, Elçin Zehra İrem, Deniz Işın, Deniz Karaoğlu e Nihan Büyükağaç. Confira o novo fragman.
O que mais aconteceu durante a semana:
Tamer Rumeli se despedirá de Eşref Rüya: o ator Taner Rumeli se despede da dizi Eşref Rüya (tradução livre: O Sonho de Eşref), sucesso das noites de quarta-feira na Turquia. Na produção, escrita por Ethem Özışık e Lokman Maral, o intérprete de Dinçer deixará a trama nos próximos episódios, marcando uma virada importante na história da série protagonizada por Çağatay Ulusoy e Demet Özdemir.
Bilal Yiğit Koçak na dizi İstanbul Hatırası: o ator Bilal Yiğit Koçak foi confirmado no elenco da dizi İstanbul Hatırası (tradução livre: Memória de Istambul), nova série policial da Netflix baseada na obra homônima de Ahmet Ümit e protagonizada por Nejat İşler como o icônico Comissário Nevzat. Dirigida por Abdullah Oğuz, a produção contará com Koçak no papel de Komiser Ali, com estreia prevista para após o início das filmagens em março e primeira temporada com oito episódios, gravados em Istambul e arredores.
Trailer de Ayşe é divulgado e nova série promete reflexão profunda: a plataforma turca tabii divulgou o trailer oficial de Ayşe, nova série original que estreou em primeiro de fevereiro e já chama atenção pela proposta densa e autoral. Inspirada na vida da roteirista e pensadora Ayşe Şasa, a produção mergulha na Istambul dos anos 1960, no auge do Yeşilçam (era clássica do cinema da Turquia), para discutir arte, identidade, saúde mental e o vazio entre aplausos fáceis e discursos realmente transformadores. Veja o trailer legendado aqui.
Berat Efe Parlar entra para o elenco de Sahipsizler: O ator Berat Efe Parlar, que iniciou a carreira ainda criança no filme İftarlık Gazoz (tradução livre: Refrigerante do Iftar, 2016) e vem consolidando seu sucesso na televisão e no cinema, acaba de ganhar um novo projeto na TV turca. Atualmente em cartaz com Kardeş Takımı 3 (tradução livre: Equipe dos Irmãos 3), filme que já ultrapassou 584 mil espectadores em três semanas, Parlar foi escalado para a segunda temporada da série Sahipsizler (tradução livre: Os Desamparados), exibida pela Star TV. Na trama, ele dará vida a Berat Demir, sobrinho de Devran (personagem de Burak Berkay Akgül) que chega do vilarejo, e passa a integrar a história a partir do 47º episódio, que vai ao ar na próxima semana.
Rüya Gibi recebe novo personagem: A série Rüya Gibi (tradução livre: Como um Sonho), exibida aos domingos, terá uma participação especial nos próximos episódios. O ator Kerem Can, que vive em Berlim e atuou recentemente na série Kasaba, da Netflix, entra para o elenco como o irmão de Aydan, personagem de Seda Bakan, fazendo uma entrada surpresa no episódio que vai ao ar neste domingo. A produção é assinada pela TMC Film, e além do novo trabalho na TV, Kerem Can também participou do filme alemão Frau Schmidt’in Komşuları Hakkında (tradução livre: A Sra. Schmidt e seus Vizinhos), dirigido por Bumin Musul, no papel de um advogado, e segue em negociações para novos projetos em plataformas digitais.
Elenco de peso se reúne na série İki De Bir: As filmagens da nova série de comédia İki De Bir (tradução livre: Dois em Um), do TOD, começaram no último domingo reunindo Füsun Demirel, Ayşenil Şamlıoğlu e Sümeyye Aydoğan nos papéis principais. Produzida por Umut Kurt e assinada pela L7 Prodüksiyon, a minissérie de 13 episódios é dirigida por Gülce Alkıroğlu e Buğra Alkıroğlu e traz Demirel como a dona de casa Nuran, Şamlıoğlu como a enfermeira aposentada Hülya e Aydoğan como a bancária Ayşe, além de um elenco de apoio que inclui Emre Aslan, Ersin Korkut, İştar Gökseven, Berke Üsdiken, Hakan Boyav e participação especial de Celil Nalçakan. A data de estreia e o canal ou plataforma digital em que será transmitida ainda não foram anunciados oficialmente
Settar Tanrıöğen é Kut Süleyman em Eve Dönemezsin: O ator Settar Tanrıöğen foi confirmado no elenco de Eve Dönemezsin (tradução livre: Você Não Pode Voltar para Casa), nova série do TRT tabii produzida pela Zenga Yapım, na qual interpretará Kut Süleyman, um homem carismático que vive no vilarejo com a neta Selvi. Dirigida por Giorgi Ovashvili e com Mehmet Kurtuluş no papel de Remzi, a produção terá seis episódios, será gravada em Rize e deve iniciar as filmagens ainda este mês, marcando o retorno de Tanrıöğen após se recuperar de problemas de saúde.
Nesrin Cavadzade protagoniza a nova série Daha On Yedi: A atriz Nesrin Cavadzade foi confirmada como protagonista de Daha On Yedi (tradução livre: Ainda Só Dezessete), nova série do Kanal D produzida pela Pastel Film, na qual dará vida à personagem Şebnem, eixo central da narrativa. Com direção de Emre Kabakuşak e roteiro assinado por Redife Zerener e Gökhan Korkusuz, a produção terá gravações em Bodrum e segue em fase de preparação, com o restante do elenco ainda em processo de definição.
Gökberk Yıldırım e Eda Yılmaz Yener entram para o elenco de Kızılcık Şerbeti: A dizi Kızılcık Şerbeti (tradução livre: Xarope de Cranberry) segue reforçando seu elenco na quarta temporada e acaba de ganhar um novo nome, Gökberk Yıldırım. Em exibição pela Show TV, a produção recebe o ator, que ganhou destaque recentemente em Rüzgârlı Tepe (tradução livre: Colina dos Ventos, 2024), no papel de Yağız, personagem que entra na trama como filho de Rukiye (Eda Yılmaz Yener) e se conecta diretamente ao núcleo de Salkım, vivida por Özge Borak, ampliando os conflitos e relações da história.
Gülper Özdemir se despede de Cennetin Çocukları: Exibida nas noites de segunda-feira, a série Cennetin Çocukları (tradução livre: As Crianças do Paraíso), produção da Motto Yapım, prepara-se para uma despedida em seu elenco. Gülper Özdemir, que dá vida à personagem Ahsen Öğretmen, deixará a trama no 22º episódio da produção, gravada em Ayvalık. De acordo com as informações, a saída da atriz ocorre por decisão própria, marcando o fim de sua participação na história que vem chamando atenção do público por sua narrativa diferenciada e elenco forte.
Rapidinhas:
– A atriz Demet Özdemir, que continua chamando a atenção do público na dizi Eşref Rüya (2025), é capa da nova edição da revista Based İstanbul;
– Os atores Selahattin Paşalı e Eylül Lize Kandemir, protagonistas da nova dizi da Netflix O Museu da Inocência (Masumiyet Müzesi, 2025), são capa da edição de fevereiro da InStyle Türkiye.
– Novo fragman da dizi Doktor: Başka Hayatta (tradução livre: Doutor: Em Outra Vida);
– O filme da Netflix estrelado por Eda Ece e Kaan Yıldırım teve o título alterado pela terceira vez e agora se chama Sonunda Sen (Tradução livre: Finalmente Você), com estreia adiada para março ou abril;
– Os protagonistas da dizi de sucesso Taşacak Bu Deniz (tradução livre: Este Mar Vai Transbordar, 2025), Deniz Baysal e Ulaş Tuna Astepe, estampam a capa da próxima edição da Hello! Türkiye.
– Guerra das Rosas (Güllerin Savaşı) pode ser a próxima novela turca da Band, cotada para substituir Cruel Istambul. Aguardamos confirmações oficiais da emisora.
Vem aí…
Aynı Yağmur Altında (9 de fevereiro)
Sevdiğim Sensin (12 de fevereiro)
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O filme brasileiro é estrelado por Yuri Gomes, Teca Pereira e Lázaro Ramos
Feito Pipa é um filme dirigido por Allan Deberton e sua estreia será na Berlinale 2026, que será realizada de 12 a 22 de fevereiro. Além disso, a produção integra a mostra competitiva Generation e está confirmada na seleção do Teddy Award, o mais antigo e importante prêmio dedicado ao cinema queer no mundo.
Foto: divulgação/Jamille Queiroz
A trama apresenta Gugu (Yuri Gomes), um menino de quase 12 anos que sonha em se tornar jogador de futebol. Ele vive com a avó Dilma (Teca Pereira), que o cria de forma livre e afetuosa. Quando a avó se torna frágil, Gugu esconde a situação para não ser separado dela e forçado a morar com o pai (Lázaro Ramos), que não o aceita como ele é.
O elenco conta com Yuri Gomes, Teca Pereira, Lázaro Ramos, Carlos Francisco e Georgina Castro. O roteiro é de André Araújo, potencializado pela Incubadora Paradiso, pelo Laboratório Sesc Novas Histórias e pelo Cena 15 – Porto Iracema.
A Deberton Filmes e a Biônica Filmes produziram a obra, em coprodução com a Warner Bros., com distribuição da Paris Filmes no Brasil.
As gravações ocorreram em Quixadá e em cidades vizinhas do interior do Ceará, e a história se passa às margens da barragem de Araújo Lima, que, após anos de seca, revela uma antiga cidade submersa em ruínas.
Confira o pôster:
Foto: divulgação/Paris Filmes
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O grande show de intervalo da final da NFL, que acontece neste domingo, será comandado por Bad Bunny
O mundo dos esportes e do entretenimento se preparam para se chocar no Super Bowl. A aguardada final da temporada 2026 da NFL, a liga de futebol americano dos EUA, será disputada por Seattle Seahawks e New England Patriots, e terá um show de intervalo apresentado pelo premiado cantor porto-riquenho Bad Bunny.
Com todo seu carisma e talento, Bad Bunny levará um pouco da América Latina para a partida, que acontece neste domingo (8) e terá transmissão da ESPN no Disney+ Premium a partir das 20h30, no horário de Brasília. Para te preparar para essa apresentação histórica, reunimos abaixo uma lista com filmes e séries disponíveis na plataforma que celebram as diversas culturas latinas. Confira:
Homo Argentum
Para começar com o pé direito, temos Homo Argentum (2025), uma comédia antológica que conta nada menos do que 16 histórias situadas na Argentina dos dias atuais. Com focos diversos, que vão do amor pelo futebol a consumismo, oportunismo e o talento de rir diante do caos, os contos compartilham dois grandes atributos: uma sátira bem-humorada e a presença do ator Guillermo Francella, que protagoniza todos os segmentos.
Amor da Minha Vida
É claro que o Brasil não ficaria de fora dessa lista, e nosso primeiro representante é Amor da Minha Vida (2018). A série conta a história de Bia (Bruna Marquezine) e Victor (Sérgio Malheiros), melhores amigos de infância que vivem momentos amorosos bem diferentes. Enquanto ela coleciona namoros rápidos, ele enfrenta a mesmice que tomou conta de seu relacionamento.
Parceiros inseparáveis, eles dividem desilusões e esperanças, e a mais recente é a chegada de Marcelo (Danilo Mesquita), rapaz que faz Bia acreditar que pode estar diante do amor de sua vida.
A Superfantástica História do Balão
Não poderíamos falar de Brasil sem citar histórias reais de grandes figuras do nosso país. O título escolhido para essa ocasião é A Superfantástica História do Balão (2023), série documental que conta a história do Balão Mágico, a banda infantil mais importante da nossa cultura popular. A produção conta com a participação de Simony, Jairzinho, Tob e Mike em uma jornada nostálgica e reveladora.
O Faz Nada
O Faz Nada (2023) é uma minissérie que acompanha Manuel Prats (Luis Brandoni), um arrogante crítico gastronômico que depende de sua empregada, Celsa (María Rosa Fugazot), para resolver todos os seus problemas. Porém, justo no momento em que as coisas apertam, ele perde a governanta e precisa encontrar uma nova. Enquanto treina a jovem Antonia (Majo Cabrera) para o cargo, ele pede ajuda ao amigo Vincent (Robert De Niro) para entregar o livro que está devendo à editora que o contratou.
Sou Luna
Foto: reprodução/Parada Temporal
A América Latina é apaixonada por telenovelas, então é claro que essa arte merece uma representante nessa lista. A escolhida foi Sou Luna (2016), produção do Disney Channel, que conta a história de Luna (Karol Sevilla), uma jovem que se muda do México para a Argentina com os pais adotivos. Inicialmente contrariada por deixar o lar que amava, a jovem passa a gostar da nova vida ao fazer amizades e conquistar a chance de se dedicar a duas de suas grandes paixões: a música e a patinação.
Kun por Agüero
Foto: divulgação/Disney+
Não poderíamos fazer essa lista sem trazer uma produção focada em esportes, uma paixão mundial que fala mais alto entre nós, latinos. Kun por Agüero (2025) é uma série documental que conta a história de Sergio Agüero, jogador de futebol que fez história tanto em clubes gigantes, como Manchester City e Atlético de Madrid, quanto com a Seleção Argentina. Com acesso inédito ao atleta, a produção cobre sua carreira desde a ascensão à aposentadoria precoce, passando também por questões de sua vida pessoal.
O11ZE
Se o assunto é futebol, não poderíamos esquecer de O11ZE (2017 – presente). A produção conta a história de Gabo Moreti (Mariano González), um jovem apaixonado pelo esporte. Talentoso, o garoto recebe uma bolsa de estudos no renomado Instituto Acadêmico Esportivo, lugar onde poderá desenvolver suas habilidades para viver o sonho de se tornar um jogador profissional.
Sucesso mundial, a produção vai chegar à quarta temporada em 2026. O novo ano contará com a participação especial de ninguém menos do que Sergio Agüero.
Alô Amigos
Foto: divulgação/Disney+
Além dos live-actions e documentários, a América Latina também foi retratada em grandes animações, incluindo a clássica Alô Amigos (1942). Produzida por Walt Disney, a antologia leva personagens icônicos, como Pato Donald e Pateta, por aventuras em países da América do Sul. O longa é lembrado por Aquarela do Brasil, seu segmento final, que apresentou ninguém menos do que Zé Carioca, o papagaio malandro, que leva Donald para um passeio pelo nosso país.
Festa no Céu
Inspirado no tradicional feriado mexicano do Dia dos Mortos, Festa no Céu (2014) conta a história um triângulo amoroso que ganha proporções sobrenaturais. A trama acompanha a disputa de Manolo Sánchez e Joaquín Mondragon II pelo amor de María Posada, competição que inspira a Morte e seu amante, Xibalba, a firmarem uma aposta que pode mudar o destino dos vivos e dos mortos. Para celebrar a cultura do México, a animação contou com produção e direção de Guillermo del Toro e Jorge R. Gutierrez, dois grandes cineastas revelados pelo país.
Encanto
Encanto (2021) conta a história de Mirabel, jovem que faz parte dos Madrigal, família dotada de dons especiais, que vive em uma casa mágica nas montanhas da Colômbia. Ao descobrir que a magia do lugar está ameaçada, ela se torna a última esperança para defender seu clã e seu lar. Eleita Melhor Animação em premiações como Oscar e Globo de Ouro, a produção é lembrada tanto por sua aventura fantástica quanto pela inesquecível canção Não Falamos do Bruno.
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Sam Rockwell compõe o elenco da nova comédia de ficção científica que chega aos cinemas este ano
Boa Sorte, Divirta-Se, Não Morra, nova comédia de ação com ficção científica dirigida por Gore Verbinski, acaba de ter seu cartaz oficial divulgado.
O pôster destaca o elenco completo do filme, que acompanha nomes como Sam Rockwell, Haley Lu Richardson, Michael Peña, Zazie Beetz, Juno Temple, em uma inusitada missão para salvar o mundo. Confira o trailer oficial:
Em Boa Sorte, Divirta-Se, Não Morra, o público acompanha um homem que afirma ser do futuro e faz de reféns os clientes de uma icônica lanchonete de Los Angeles, em busca de recrutas improváveis para uma missão destinada a salvar o mundo.
Matthew Robinson assina o roteiro do filme, que estreia nos cinemas em 16 de abril.
Foto: divulgação/Paris Filmes
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Já com data de lançamento de seu próximo álbum de estúdio, o cantor anuncia show no Brasil
O artista, compositor, produtor e filantropo, ZAYN apresentou Die For Me, primeiro single de KONNAKOL, seu tão aguardado quinto álbum de estúdio, que será lançado oficialmente no dia 17 de abril. Confira:
KONNAKOL é o projeto com maior inspiração cultural de ZAYN. O álbum pop expande o som que os fãs ouviram pela primeira vez em seu trabalho de estreia, Mind of Mine (2016), que quebrou recordes.
Na capa do álbum, há um leopardo-das-neves, animal que é símbolo de significados profundos em países do sul da Ásia, o que evidencia o quanto a obra é influenciada pela herança cultural do artista.
Foto: divulgação/Universal/Nabil Elderkin
Os fãs viram pela primeira vez a imagem do animal no final dos shows de Zayn, em Las Vegas. Agora, a capa do disco entrega tudo.
“KONNAKOL, por definição, é o ato de criar sons percussivos com a voz, mas o que isso significa para mim está em um lugar muito mais profundo”, explica ZAYN. “É um som que contém a reverberação de um tempo antes da existência das palavras. Desde que comecei a fazer música, sempre me inspirei na minha herança cultural. Este álbum é um desenvolvimento dessa compreensão, sabendo agora, mais do que nunca, quem eu sou, de onde venho e para onde pretendo ir”.
O anúncio se baseia no momento recente do cantor, que acabou de encerrar sua primeira residência em Las Vegas, onde estreou e divulgou material inédito de KONNAKOL, uma prévia que deixou fãs e críticos empolgados.
Foto: reprodução/Tracklist
A semana também marca o anúncio de ZAYN para a maior turnê de sua carreira até agora: The Konnakol Tour. A extensa turnê tem 31 datas e começa em 12 de maio, em Manchester, no Reino Unido, na AO Arena, passando por cidades ao redor do mundo, como Londres, Los Angeles, Cidade do México, São Paulo, entre outras, antes de encerrar na sexta-feira, 20 de novembro, em Miami.
O quinto álbum chega após o aclamado Room Under the Stairs (2024), que foi seguido pela primeira turnê solo do artista por Estados Unidos, Reino Unido e México. Mais recentemente, ZAYN se uniu a Jisoo, do BLACKPINK, em Eyes Closed (2025).
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