Com guerra, política e tensão nas arenas, a fantasia Guerreiros de Sangue, de Cecy Robson, entrou na lista dos best-sellers
Em Guerreiro de Sangue (Vol. 1, Velha Therra), a autora Cecy Robson entrega uma narrativa intensa, marcada por combates brutais, intrigas políticas e personagens que carregam o peso de escolhas impossíveis.
A autora constrói uma fantasia épica que aborda temas atuais, como políticas de imigração e corrupção. O leitor se deparará não apenas com batalhas na arena, mas também com conflitos morais e emocionais de um reino construído sobre desigualdades e segredos. Perfeito para fãs dos grandes sucessos Quarta Asa e Trono de Vidro.
Leith de Cinzarta acreditava que migrar para um novo reino e se voluntariar para lutar na arena de gladiadores, onde acontecem torneios cruéis e sangrentos, nos quais apenas os mais fortes sobrevivem, o fariam ganhar ouro suficiente para salvar a irmã enferma. Para ele, era sua única chance. Afinal, o que mais tinha a perder?
No entanto, o gladiador logo descobriu o quanto estava enganado. Os torneios lhe arrancaram o que mais lhe importava: a esperança, a liberdade e sua própria humanidade.
Agora, tudo o que resta a Leith é um corpo marcado por cicatrizes e alimentado pela fúria de um coração endurecido por anos de luta.
Enquanto tenta sobreviver a mais uma batalha, ele conhece Maeve, a princesa élfica que representa tudo o que o gladiador mais odeia e despreza. Essa sedutora herdeira ao trono lhe faz uma proposta irrecusável: a chance de conquistar o cobiçado título de Guerreiro de Sangue e, com ele, a liberdade.
Imagem: divulgação/Galera Record
Com ritmo envolvente e um universo rico em propostas políticas e sociais, o primeiro volume da série Velha Therra prepara o terreno para uma história maior, onde coragem, vingança e esperança caminham lado a lado.
Entre alianças improváveis e revelações perigosas, a promessa de liberdade pode ser tão mortal quanto qualquer lâmina. E Leith terá de decidir até onde está disposto a ir para recuperar aquilo que um dia perdeu.
Sobre a autora:
Cecy Robson é autora best-seller do New York Times e do USA Today.
Imigrante de El Salvador e orgulhosa de sua herança indígena Nahua Pipil, ela trabalhou como enfermeira por 23 anos e recebeu diversos prêmios por sua escrita.
Em seu tempo livre, Cecy gosta de criar mundos mágicos, romances de tirar o fôlego e aventuras para jovens adultos.
Onde comprar:
O livro já está disponível e pode ser adquirido pela Amazon.
Carmina Burana Ballet, Vortice Dance Company. Foto: reprodução/Rita Carmo
Descubra por que tanta gente ainda se importa com essas duas artes centenárias
O ator americano Timothée Chalamet, indicado ao Oscar deste ano, passou a ocupar o centro de uma polêmica nas redes sociais após a circulação de um vídeo em que se refere ao balé e à ópera como áreas irrelevantes.
Durante um evento de imprensa no fim de fevereiro, Chalamet afirmou não ter interesse em trabalhar com nenhuma das duas linguagens, citando-as como exemplos de expressões artísticas que as pessoas se esforçam para manter vivas, “mesmo que ninguém se importe mais com isso”.
A fala gerou reação entre profissionais, representantes e entusiastas das artes performativas, que saíram em defesa da relevância cultural dessas produções.
Diante desse debate, queremos fazer um convite: por que não tirar as próprias conclusões? A seguir, reunimos uma lista de espetáculos em cartaz pelos próximos meses que são ótimas oportunidades para ver de perto a força do balé e da ópera.
Balé
A tradicional companhia russa Moscow City Ballet traz ao Brasil sua prestigiada montagem de O Lago dos Cisnes, clássico composto por Tchaikovsky. A turnê nacional acontece entre maio e junho e passa por dez cidades brasileiras. A estreia está marcada para 16 de maio, em Brasília. Depois, o espetáculo segue para Goiânia, Belo Horizonte, Recife, João Pessoa, Rio de Janeiro, Juiz de Fora, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e São Paulo.
O Lago dos Cisnes, Moscow City Ballet. Foto: reprodução/York Barbican
Após estreia de sucesso em São Paulo, a portuguesa Vortice Dance Company leva o espetáculo Carmina BuranaBallet ao Rio de Janeiro. A produção que une dança, música e tecnologia em uma experiência sensorial fica em cartaz de 20 a 22 de março, antes de passar por Belo Horizonte, nos dias 10 e 11 de abril.
Outra montagem da cantata composta por Carl Orff, Carmina Burana, está marcada para os palcos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro em abril, interpretada em formato de ópera-balé.
Carmina Burana Ballet, Vortice Dance Company. Foto: reprodução/Rita Carmo
Já em maio, a programação do Theatro Municipal do Rio de Janeiro recebe um dos grandes balés do século XVIII, La Fille Mal Gardée, com música de Ferdinand Hérold. O título retorna ao teatro carioca, renovando a montagem de 2024.
A Focus Cia de Dança, reconhecida como Patrimônio Histórico, Cultural e Artístico de Natureza Imaterial do Estado do Rio de Janeiro, leva a Belém o espetáculo Entre a Pele e a Alma, nos dias 14 e 15 de março. A trilha sonora original que acompanha a obra é interpretada pela voz de Ney Matogrosso.
Entre a Pele e a Alma, Focus Cia de Dança. Foto: reprodução/Renato Mangolin
Em São Paulo, o Balé da Cidade apresenta a coreografia inédita Encruzilhada. Nos dias 14, 15, 18, 19, 20 e 21 de março, o Theatro Municipal será palco da obra que quer ampliar o entendimento sobre danças contemporâneas.
Ópera
A temporada de 2026 do Theatro Municipal de São Paulo reserva grandes óperas para a cidade ao longo do ano. A próxima produção da programação é também a estreia na América Latina da composição pós-guerra de Luigi Nono, Intolleranza 1960. O espetáculo fica em cartaz entre maio e junho.
Ópera Intolleranza 1960. Imagem: reprodução/Theatro Municipal de São Paulo
No Theatro São Pedro, casa de ópera da capital paulista, a temporada lírica tem início em abril com Orfeu no Inferno, de Jacques Offenbach. Em maio, a Academia de Ópera e a Orquestra Jovem do Theatro São Pedro apresentam A Escada de Seda, de Gioachino Rossini.
Academia de Ópera do Theatro São Pedro. Foto: reprodução/Theatro São Pedro
No Palácio das Artes, em Belo Horizonte, a abertura da nova temporada chega em maio, com uma das grandes obras de Mozart, As Bodas de Fígaro. A montagem da ópera reúne a Orquestra Sinfônica e o Coral Lírico de Minas Gerais.
Orquestra Sinfônica e Coral Lírico de Minas Gerais. Foto: reprodução/Paulo Lacerda
O projeto A Caminho do Interior chega à sua sétima edição e já está percorrendo o interior de São Paulo com apresentações gratuitas da ópera Elixir e Seus Amores. Até agosto, a turnê atravessará 28 cidades do estado. Ainda neste mês, o espetáculo passa por Rancharia, Maracaí, Pedrinhas Paulista e Assis.
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Club Song tem sua estreia marcada para esta quinta (12)
Ícone do pop do início dos anos 2000, que conquistou sucesso mundial com as canções Don’t Cha, Stickwitu, Buttons e seu álbum de estreia multiplatinado, PCD (2005),The Pussycat Dolls prepara seu retorno agora em trio.
Na última terça (10), o perfil oficial do grupo publicou nas redes sociais um teaser instigando novidades para os fãs com a frase “PCD para sempre”. A publicação direciona o público para um site de mesmo nome, e toda essa movimentação aumentou as especulações sobre um possível retorno do grupo aos palcos.
Já nesta quarta (11), o perfil fez uma nova publicação e, desta vez, confirmou seu comeback oficial. A nova formação contém apenas três das seis integrantes originais: Nicole Scherzinger, líder do grupo, Kimberly Wyatt e Ashley Roberts.
O retorno foi oficializado com o anúncio de um novo single, Club Song, com lançamento marcado para esta quinta-feira (12). Este será o primeiro material inédito do projeto desde React, lançado em 2019, abrindo caminho para uma nova fase.
Foto: divulgação/Instagram @pussycatdolls
O novo single foi produzido por Mike Sabath e escrito por Nicole ao lado de Sabath, Caroline Ailin e Solly. Com uma sonoridade pop dançante e clima de pista, a música traz a nostalgia das Pussycat Dolls dos anos 2000, mas com uma produção atual.
A Official Charts define a nova faixa como: “Um bop esfumaçado e carregado de sintetizadores.” E ainda segundo o veículo, “imediatamente, somos transportados de volta ao território de Don’t Cha”.
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Autores e elenco falaram sobre os temas centrais da história durante coletiva da novela, que estreia na próxima segunda
Durante coletiva de imprensa realizada para apresentar a novela A Nobreza do Amor (2026), autores e elenco compartilharam detalhes sobre a construção da trama e os temas que irão conduzir a narrativa. A produção aposta em uma história marcada por conflitos sociais, disputas de poder e pela busca por justiça, colocando personagens que lutam por igualdade e dignidade no centro da narrativa.
Um dos pontos abordados foi a maneira como os conflitos da história se desenvolvem ao longo da novela. Para a autora Duca Rachid, a trama não tem como objetivo central apenas o embate entre personagens, mas a construção de caminhos para a justiça. “Eu acho que as relações dentro da novela não caminham para um confronto, caminham para a justiça. Eu, particularmente, não acredito no confronto, acho que precisamos andar de mãos dadas, todos nós”, afirmou.
Já o também autor Júlio Fischer destacou que, em alguns momentos, o enfrentamento se torna inevitável para que mudanças aconteçam: “Talvez o preço para se alcançar a justiça seja o confronto, ou seja, confrontar o mal. Então, acho que, nesse sentido, vai existir, sim, para restituir a justiça. É uma coisa que está colocada na nossa vida cotidiana. Às vezes, pra você querer justiça, tem que gritar, apontar as injustiças, se colocar, se posicionar. É sempre visando um bem maior.”
Foto: divulgação/TV Globo/Estevam Avellar
A discussão sobre justiça e coletividade também aparece na construção dos protagonistas e na base filosófica da novela. O também autor Elísio Lopes Jr. explicou que a narrativa dialoga com o conceito africano de Ubuntu, que valoriza a interdependência entre as pessoas: “O conceito de Ubuntu é bom pra responder essa pergunta, significa ‘Eu sou porque nós somos’. Então, nós temos dois protagonistas com valores coletivos.”
Segundo ele, os objetivos dos personagens principais estão diretamente conectados a essa ideia de comunidade e responsabilidade social. “A Alika tem como grande objetivo retomar o poder em Batanga, para garantir que o povo dela tenha futuro, prosperidade, uma vida justa e digna, e o Tonho, do lado dele, quer comprar terras para que as pessoas tenham liberdade, tenham onde viver, onde produzir.”
Ao final, o autor reforçou que a história pretende mostrar que a busca por justiça muitas vezes exige posicionamento e coragem.“Os objetivos dos dois dialogam totalmente com o conceito de que eles só serão felizes e plenos se os outros, que estiverem com eles, também forem. Então, estamos buscando exatamente isso, o confronto necessário para que a igualdade possa acontecer”, completou.
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Entre minúcias da sociedade italiana e das transformações sociais e econômicas da Segunda Guerra, Elena Ferrante expõe a condição social da mulher
[Contém spoiler]
Neste último Dia Internacional da Mulher (8), mais do que nunca, questionou-se sobre o papel que nós, mulheres, estamos ocupando no mundo. Elena Ferrante, escritora italiana, é conhecida justamente por tratar em suas obras a condição e a posição social das mulheres, sendo que a narrativa mais famosa que aborda esse tema é a da série A Amiga Genial.
Também conhecida entre os leitores como a Tetralogia Napolitana, o conjunto de quatro livros retrata a história da amizade entre Elena Grecco (Lenu) e Raffaella Cerullo (Lina), nascidas na periferia de Nápoles, na Itália, nos anos 1950.
Ao longo da narrativa, desbravamos o relacionamento complicado das amigas em todas as fases da vida: infância, adolescência, quando estão adultas e, por fim, quando estão mais velhas. Mas, mais profundo que isso, Elena Ferrante expõe de forma crua um ponto crucial: o papel social que as duas personagens, enquanto mulheres, ocupam na sociedade.
Foto: reprodução/HBO
Em A Amiga Genial, o primeiro livro da série, lemos o início da amizade das duas contextualizada em um ambiente machista, misógino e opressor. As mulheres são criadas para serem donas do lar, casarem e terem filhos. Elas não devem seguir com os estudos e não devem, em hipótese alguma, questionar.
Entretanto, Lina desvia do comum. A filha mais nova da família Cerullo sempre fora descrita como uma mulher diferente de todas as outras. Ela era aquela que desafiava os poderosos do bairro, a que queria ajudar financeiramente a família, a que tinha sonhos, a que falava o dialeto feio, a que queria trabalhar.
Lina, na verdade, só era diferente porque ia contra aquilo que esperavam que ela fosse enquanto mulher.
“Ela era assim, rompia equilíbrios somente para ver de que outro modo poderia recompô-los.”
Ainda no primeiro livro e seguindo para História do Novo Sobrenome, acompanhamos o casamento de Lina com Stefano Caracci, um homem que inicialmente se mostra generoso e, depois, desempenha o papel do ideal da masculinidade: a submete a diferentes tipos de abusos, não permite que ela tenha opinião, desdenha de quem ela é. Lina se apaga e se perde de todos os seus sonhos.
“Tínhamos crescido pensando que um estranho não podia sequer nos tocar, mas que o pai, o noivo e o marido podiam nos encher de tapas quando quisessem, por amor, para nos educar, para nos reeducar.”
Foto: reprodução/Magazine HD
Em contrapartida, Lenu, a amiga genial, segue com os estudos até se formar na faculdade e, ainda, se torna escritora. Mesmo conseguindo o diploma e um trabalho, algo tão difícil para mulheres e para pessoas na sua condição social naquela época, ela é sempre comparada com a amiga: “Lina tem a vida feita, ela é casada.”
Em nenhum momento na narrativa Ferrante deixa de se questionar através de Lenu: Qual o papel que eu ocupo? Qual papel eu deveria ocupar? Eu deveria mesmo ser tratada de forma inferior?
É mais detalhadamente no terceiro livro, História de Quem Foge e de Quem Fica, que acompanhamos mais de perto o desabrochar dos questionamentos de Lina e Lenu sobre suas condições perante a sociedade enquanto mulheres.
Lenu, já sendo financeiramente independente devido a sua carreira como escritora, se casa com um homem rico, tem filhos e se muda para Florença. Mesmo seguindo o que se esperava de uma mulher, ela encara o machismo dentro da sua própria casa através da descredibilização do marido e do trabalho unicamente seu de criar os filhos.
Lina, rompendo com qualquer ideal, trai o marido, se separa de Stefano, cria o filho sozinha e trabalha em péssimas condições em uma fábrica de embutidos. A partir daí, ela é vista como uma mulher que ninguém deveria chegar perto, como uma péssima influência.
Foto: reprodução/HBO
Entre muitos momentos conturbados (que vale a leitura para saber mais), Lenu e Lina conseguem se tornar mulheres bem sucedidas e que despertam respeito. Entretanto, nessa jornada, sofrem inúmeros abusos apenas pelo fato de não serem homens. Não importava o quão longe fossem, no final elas seriam “apenas mulheres”.
Lenu, devido ao movimento feminista que surgia naquela época, consegue finalmente traduzir o que sentia. Ela exprime o pensamento de que, no meio acadêmico, para ter credibilidade, ela deveria pensar como um homem, dizer o que um homem acharia interessante de ouvir.
Por um momento, ela abandona seu trabalho, a escrita, em função de ser mãe, e percebe que além de ser “apenas mulher”, ela também passa a ser “apenas mãe”.
“(Deveria) Indagar sobre minha condição como mulher. Tinha me excedido, fizera um enorme esforço para adquirir capacidades masculinas. Acreditava que devia saber tudo, tratar de tudo. O que me importava a política, as lutas? Queria fazer bonito diante dos homens, estar à altura. À altura de que? Da razão deles, da mais irracional […]”
E, abordando a negação da masculinidade, devemos falar sobre a relação de ambas com Nino Sarratore, o “galã” da Tetralogia. Para Lenu, ele era seu amor ideal; para Lina, foi seu amante, que a abandonou.
Nino conquistava todas as mulheres por um simples motivo: ele as humanizava. Lenu expressa em muitos momentos que só se mostra crente de seu valor quando Nino a valida. Ele parece a antítese dos homens violentos do bairro, mas, no fundo, a violência dele é psicológica e igualmente destrutiva para ambas. Mais uma comprovação de que o homem era visto como uma figura superior mesmo quando era “bom”.
Foto: reprodução/Business Insider
No final, em A História da Menina Perdida, entendemos que, mesmo por percursos distintos, as amigas deram os passos necessários para resistir à sociedade. Uma negando o feminino e lutando contra ele diariamente; a outra, mesmo entre tantos conflitos, tentando acolhê-lo.
Lina é vista como extraordinária por não se contentar em ser apenas mulher. Lenu é vista como a amiga genial por ocupar um lugar que mulheres, naquele momento, ainda não ocupavam.
Elena Ferrante enreda um romance histórico disfarçado de uma narrativa de amizade. Ao contar de forma tão real e explícita a vida das mulheres naquela época, a escritora coloca muitas instituições na parede, inclusive o patriarcado. E, dessa maneira, ela denuncia o que foi e o que é ser uma mulher no mundo.
Foto: reprodução/Nervos
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Miley Cyrus aparece com a icônica peruca loira da personagem Hannah Montana
Nesta terça (10) a Disney divulgou um novo teaser do especial de 20 anos da série Hannah Montana. Na prévia, Miley Cyrus resgata a peruca loira e as roupas típicas da personagem em cenários clássicos do programa. A produção estreia em 24 de março no Disney+.
A prévia mostrou que a celebração de Hannah Montana passará pelos bastidores, por entrevistas exclusivas e contará com a participação de fãs. No teaser, Miley fala sobre a importância dos fãs e de comemorar tantos anos de um programa tão marcante. “Este especial de aniversário é para eles. Para nós. Me sinto em casa aqui.”
O teaser também apresentou um pedacinho de uma nova versão de This Is The Life, música da série lançada em 2006, na voz mais madura de Miley. A produção promete ser uma celebração aos fãs e à nostalgia também.
Assista ao teaser aqui:
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A Paris Filmes, em parceria com a Angel Studios, divulgou nesta terça (10) o trailer e o cartaz oficial de Verdade & Traição, thriller com drama histórico.
Foto: divulgação/Paris Filmes
O filme narra a história real de Helmuth Hübener, um adolescente alemão que vive durante o auge da Segunda Guerra Mundial e, ao descobrir a verdade sobre a propaganda nazista, decide arriscar sua vida para mostrar a realidade a todos.
Sinopse oficial
Durante a Segunda Guerra Mundial, um adolescente alemão confronta uma verdade terrível: ser leal ao país agora significa servir a uma mentira. Quando seu bispo exige obediência ao regime nazista e seu amigo judeu é levado, ele começa a ouvir rádios proibidas e inicia uma resistência secreta. Em uma nação governada pelo medo, ele precisa decidir o que realmente significa ser um bom alemão.
Baseado em uma história real.
Confira o trailer oficial:
Com a direção de Matt Whitaker, que assina o roteiro ao lado de Ethan Vincent, e um elenco que inclui Ewan Horrocks, Ferdinand McKay, Daf Thomas, Nye Occomore, Sylvie Varcoe e Rupert Evans, Verdade & Traição chega aos cinemas brasileiros em 2 de abril.
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Neste mês dedicado às mulheres, relembramos personagens femininas que se tornaram inesquecíveis nas produções turcas
Em celebração ao Mês das Mulheres, nada melhor do que relembrar algumas personagens fortes e determinadas que marcaram a história das dizis. Entre elas estão protagonistas, vilãs, coadjuvantes e até participações especiais que deixaram sua marca nas tramas – figuras que, sem dúvida, ajudaram a moldar a recepção dessas histórias pelo público.
Foto: reprodução/Dizilah
Muitas dessas mulheres levaram às telas narrativas de superação, coragem e também de dor. Em diferentes contextos, suas trajetórias abordam desafios reais enfrentados por mulheres, mostrando que, por mais difíceis que sejam, essas histórias também precisam ser contadas. Ao dar voz a esses conflitos, as produções turcas ampliam debates importantes e constroem personagens que permanecem na memória dos espectadores.
A seguir, relembramos algumas personagens femininas que conquistaram o público e se tornaram marcantes nas dizis.
Ceylin Erguvan Kaya (Yargı)
Foto: reprodução/Dizilah
Entre as protagonistas mais marcantes das dizis recentes está Ceylin Erguvan Kaya, interpretada por Pınar Deniz em Yargı (Segredos de Família, 2021). A advogada se tornou um símbolo de força feminina na televisão turca ao desafiar injustiças e enfrentar casos complexos sem abrir mão de seus princípios.
Impulsiva, corajosa e profundamente humana, Ceylin conquista o público por sua determinação em buscar a verdade, mesmo quando isso significa confrontar o próprio sistema jurídico. Ao lado do marido e promotor Ilgaz Kaya, ela vive uma jornada marcada por dilemas morais, conflitos familiares e um romance intenso. Mais do que uma protagonista de drama jurídico, Ceylin representa uma mulher que luta por justiça e autonomia, tornando-se uma das personagens femininas mais admiradas das produções turcas contemporâneas.
Nihan Sezin (Kara Sevda)
Foto: reprodução/Onedio
Entre as personagens femininas mais lembradas está Nihan Sezin, interpretada por Neslihan Atagül em Kara Sevda (Amor Eterno, 2015), primeira dizi ganhadora do Emmy Internacional. A jovem artista plástica se destaca por sua sensibilidade, força emocional e pela forma como enfrenta escolhas difíceis em meio a um dos romances mais intensos da televisão turca.
Criada em uma família influente, Nihan vê sua vida mudar quando se apaixona por Kemal Soydere (Burak Özçivit), um jovem de origem humilde. O relacionamento dos dois se torna o centro de uma história marcada por sacrifícios, pressões sociais e intrigas que desafiam o casal ao longo dos anos. Mesmo diante de manipulações e conflitos familiares, Nihan demonstra coragem para proteger quem ama e lutar por sua própria felicidade.
Com sua trajetória marcada por amor, resiliência e decisões difíceis, Nihan se tornou um dos rostos mais icônicos das produções turcas, ajudando a consolidar Kara Sevda como um fenômeno internacional e inspirando espectadores em todo o mundo.
Eda Yıldız (Sen Çal Kapımı)
Foto: reprodução/MF Yapım/FOX
Outro nome marcante da indústria audiovisual turca é Hande Erçel, internacionalmente reconhecida pelo seu vasto catálogo de filmes e séries. Entre os destaques de sua trajetória, o papel responsável por alavancar a carreira da atriz Turquia afora foi o de Eda Yıldız em Sen Çal Kapımı (Será Isso Amor?, 2020).
A estudante de arquitetura paisagista conquistou os telespectadores com seu jeito divertido e afrontoso. Sem baixar a cabeça para ninguém, nem mesmo para o grande empresário Serkan Bolat (Kerem Bürsin), Eda emana um empoderamento que fascina e motiva outras mulheres a nunca desistirem de seus objetivos.
A protagonista vive tudo ao extremo: briga o quanto for necessário pelo que acredita e, quando se entrega, ama com todo o coração. Eda Yıldız se tornou um ícone mundial e levou Hande a vencer o prêmio de Melhor Atriz do Ano em 2020, entregue em 2021 no Golden Wings.
Sanem Aydın (Erkenci Kuş)
Foto: reprodução/Gshow
Em Erkenci Kuş (A Sonhadora, 2018), Demet Özdemir deu vida à irreverente Sanem Aydın. Inicialmente tratada dentro do arquétipo “desastrada” e “cômica”, a personagem mostrou muito mais do que isso. No início da história, ela é apresentada como uma jovem criativa, cheia de imaginação e um pouco desorganizada com a vida prática. Mora com a família em um bairro tradicional de Istambul e trabalha ajudando na mercearia do pai. O grande sonho dela, no entanto, é viajar pelo mundo e se tornar escritora.
No decorrer da história, Sanem acaba se envolvendo com Can Divit (Can Yaman), e o romance se torna o ponto principal da trama. Mas o interessante é que a personagem não se define apenas por essa relação. Ao longo da série, Sanem amadurece profissionalmente, ganha confiança em suas ideias e passa a lutar de forma mais clara pelos próprios sonhos, mostrando que tudo bem viver uma história de amor e também conquistar os próprios objetivos.
Süreyya Boran (İstanbullu Gelin)
Foto: reprodução/Temiz Magazin
Süreyya Boran é uma das personagens centrais da dizi İstanbullu Gelin (Para Sempre no Meu Coração, 2017), interpretada por Aslı Enver. Criada em Istambul e apaixonada por música, ela construiu a própria vida com esforço e dedicação à arte. Sua história muda quando conhece Faruk Boran, membro de uma tradicional e influente família de Bursa, e decide se casar com ele, passando a viver em um ambiente marcado por regras rígidas, tradições e conflitos familiares.
Ao longo da trama, Süreyya se destaca justamente por sua personalidade forte e sensível ao mesmo tempo. Em meio às tensões com a poderosa matriarca Esma Boran e às expectativas da família Boran, ela luta para preservar sua identidade e seus valores, buscando mostrar a todos quem realmente é e por que merece ser aceita. Ao longo da história, sua determinação e autenticidade acabam conquistando o respeito da família.
Zeynep Göksu (Anne)
Foto: reprodução/Temiz Magazin
Entre as personagens femininas que mais emocionaram o público nas dizis está Zeynep Göksu, protagonista da série Anne (Mãe, 2016), interpretada por Cansu Dere. A história acompanha uma professora que toma uma decisão extrema ao descobrir que uma de suas alunas sofre maus-tratos dentro de casa.
Sensível e determinada, Zeynep decide proteger a pequena Melek, levando a menina consigo e assumindo o risco de mudar completamente sua própria vida. A partir desse momento, a personagem passa a enfrentar desafios legais, sociais e emocionais, enquanto tenta oferecer à criança o amor e a segurança que ela nunca teve.
A trajetória de Zeynep conquistou o público por retratar o poder do afeto e da coragem diante de situações injustas. Ao mostrar que ser mãe vai além dos laços biológicos, a personagem se tornou um símbolo de empatia, proteção e força feminina dentro das produções turcas.
Ezgi Inal (Bay Yanlış)
Foto: reprodução/Dizilah
Quem nunca se apaixonou pela pessoa errada? Ezgi Inal (Özge Gürel), protagonista de Bay Yanlış (Sr. Errado, 2020) ao lado de Özgür (Can Yaman), é um grande exemplo da importância de continuar acreditando no amor, apesar de tudo.
Quando tem seu coração partido após ser traída e deixada pelo namorado, a personagem interpretada por Özge Gürel, que também atuou como par romântico de Can Yaman em Dolunay (Tradução livre: Lua Cheia, 2017), decide fazer um pacto com seu vizinho Özgür: ela vai fingir ser sua namorada e, em troca, receber dicas de como encontrar um marido.
Entre altos e baixos, revivemos as decepções amorosas da jovem e acompanhamos sua determinação inabalável de continuar se entregando às relações. Mesmo com seu cancelamento no 14º episódio, a comédia romântica obteve sucesso internacional e Ezgi deixou um legado que ressoa até hoje.
A série também fez questão de mostrar a carreira e o sucesso profissional da protagonista. Formada em RP, Ezgi largou um emprego que não a valorizava para crescer em outras oportunidades, mostrando que as mulheres devem acreditar nas suas competências e na sua capacidade de fazer algo incrível.
Seyran Korhan (Yalı Çapkını)
Foto: reprodução/Dizilah
Seyran Korhan é uma das protagonistas da dizi Yalı Çapkını (O Canto do Pássaro, 2022), interpretada por Afra Saraçoğlu. Vinda de uma família tradicional marcada por relações familiares difíceis, Seyran é forçada a se casar com Ferit Korhan (Mert Ramazan Demir), herdeiro de uma família rica e influente de Istambul. Mesmo entrando em um casamento arranjado e em um ambiente cercado por expectativas e pressões sociais, ela demonstra desde o início uma personalidade firme e questionadora.
Ao longo da trama, Seyran se destaca por sua força emocional e por não aceitar passivamente as situações impostas a ela. Em meio a conflitos familiares, desentendimentos com Ferit e às complexas dinâmicas da família Korhan, a personagem busca afirmar sua voz e defender suas escolhas.
Fazilet Çamkıran (Fazilet Hanım ve Kızları)
Foto: reprodução/Nova
Ambiciosa e determinada, Fazilet Çamkıran (Nazan Kesal), personagem central de Fazilet Hanım ve Kızları (tradução livre: Senhora Fazilet e Suas Filhas, 2017), é uma mãe que luta para sair da pobreza e conquistar uma vida melhor para si e para suas filhas. Viúva e enfrentando dificuldades financeiras, ela acredita que a única forma de mudar o destino da família é por meio da ascensão social, o que a leva a tomar decisões muitas vezes polêmicas e calculadas.
Sua obsessão por status e reconhecimento cria conflitos com suas filhas e com a poderosa família Egemen. Entre erros, ambições e tentativas de proteger a própria família, Fazilet se torna uma figura marcante nas dizis. Uma mulher marcada por traumas e por escolhas equivocadas que, ao longo da trama, passa a compreender que a maternidade vai muito além de deixar bens materiais para os filhos, mas envolve também valores e caráter.
Apesar da imagem questionável apresentada no início, a narrativa revela as motivações por trás de suas atitudes, mostrando uma feminilidade moldada por expectativas distorcidas que, aos poucos, passa por um processo de transformação.
Dicle Demir (Sevdiğim Sensin)
Foto: reprodução/Türkiye Gazetesi
Dicle Demir (Helin Kandemir), protagonista de Sevdiğim Sensin (tradução livre: Você é Quem Eu Amo, 2026), é uma personagem marcada pela inocência e pela pureza de sentimentos. Criada em uma pequena aldeia e sem contato com a vida moderna, Dicle cresce em um ambiente limitado, sem acesso à educação formal, ela sequer sabe escrever. Sua vida muda quando conhece Erkan
(Aytaç Şaşmaz), um soldado vindo de Istambul que, após ajudar os moradores da região durante um terremoto, decide se casar com ela e levá-la para a cidade grande, acreditando que assim poderá libertá-la dos irmãos agressivos.
Ao chegar a Istambul, Dicle passa a enfrentar o preconceito e os conflitos dentro da família de Erkan, além das dificuldades de se adaptar a um mundo completamente novo para ela. Mesmo diante das críticas e das situações dolorosas que vive, Dicle mantém sua essência doce, pura e otimista. Sua trajetória mostra uma mulher que encontra força na própria sensibilidade e no amor que sente, lutando para preservar sua identidade e enxergar o lado bom da vida.
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Confeiteira que marcou a história do programa retorna para desenvolver criações exclusivas para os casais participantes
A confeiteira e empresária Beca Milano está confirmada na nova temporada de Fábrica de Casamentos, que retorna à televisão. Ela volta a integrar o time responsável por transformar em realidade o sonho de casais que desejam celebrar o grande dia de forma inesquecível.
Fonte: divulgação/Pingu no i
“Tenho um carinho enorme pelo Fábrica de Casamentos. É um programa que transforma sonhos em realidade e faz parte de uma fase muito especial da minha trajetória. Voltar para essa nova temporada, criando bolos que contam a história de cada casal, é muito emocionante”, comenta Beca.
Dirigida por Marcelo Kestenbaum, a nova fase do formato contará com 12 episódios e promete apresentar desafios criativos ainda maiores para a equipe responsável por organizar casamentos completos em poucos dias.
A estreia da nova temporada de Fábrica de Casamentos está prevista para o primeiro semestre de 2026. O programa será exibido simultaneamente no SBT e no streaming Disney+, que contará também com uma versão exclusiva de cada episódio.
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Protagonizado por estrelas de K-drama, o longa traz a história de dois jovens que se apaixonam mesmo separados por duas décadas
Uma das comédias românticas mais populares do cinema sul-coreano ganhou uma nova versão que chega aos cinemas brasileiros no dia 26 de março. Em uma mistura de romance, fantasia e drama da juventude, Ditto: Conexões do Amor, o terceiro longa-metragem da diretora Seo Eun-young (Go Back, 2021), tem no elenco nomes fortes na indústria do entretenimento e que já se tornaram estrelas para o público brasileiro: Yeo Jin-goo (Hotel del Luna, 2019) e Cho Yi-hyun (All of Us Are Dead, 2022).
O filme conta a história de dois estudantes universitários que vivem separados por duas décadas e conseguem se comunicar através de um rádio amador. Enquanto tentam entender como essa conexão é possível, eles passam a compartilhar dúvidas, sonhos e sentimentos.
Ambientado entre o fim dos anos 1990 e a atualidade, Ditto: Conexões do Amor é um remake do longa de mesmo nome lançado em 2000, no auge da retomada do cinema sul-coreano e que se tornou um cult entre o público local. A refilmagem acompanha as mudanças da tecnologia, mas mantém os elementos-chave do longa original, marcado pela nostalgia e pela delicadeza.
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