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Romance, poder e casamento por conveniência movimentam nova comédia romântica coreana

A Coroa Perfeita estreia em abril com uma história que mistura realeza, disputas familiares e sentimentos inesperados

A comédia romântica sul-coreana A Coroa Perfeita estreia em 10 de abril de 2026 no Disney+ para o público internacional e no Hulu nos Estados Unidos. A série marca o aguardado encontro nas telas de duas grandes estrelas do entretenimento coreano em uma história que mistura romance, política familiar e casamento por conveniência em meio à realeza contemporânea.

Imagem: divulgação/Disney+

Na trama, o público acompanha o Grão-Príncipe I-AN, um dos membros mais queridos da família real, que acaba envolvido em uma disputa de poder dentro do palácio. Pressionado a se casar para preservar a estabilidade da monarquia, ele decide firmar um casamento por conveniência com Huiju, herdeira de um poderoso conglomerado empresarial da Coreia. O que começa como um acordo estratégico entre duas figuras influentes logo se transforma em algo mais complexo, quando sentimentos inesperados passam a surgir e os planos cuidadosamente calculados começam a sair do controle.

O elenco é liderado por IU (Se a Vida te Der Tangerinas), que interpreta Huiju, e por Byeon Woo-seok (Adorável Corredora), no papel do carismático Grão-Príncipe I-AN. IU é conhecida por papéis marcantes em produções televisivas e pela carreira consolidada na música, enquanto Woo-seok ganhou destaque recente em dramas populares, consolidando-se como um dos rostos mais promissores da televisão coreana.

Imagem: reprodução/Recreio

A direção da série é de Park Joon-hwa, (Alquimia das Almas e O que Há de Errado com a Secretária Kim?), enquanto o roteiro fica por conta da escritora Yoo Jiwon. A expectativa é alta entre os fãs de dramas asiáticos, já que a produção reúne nomes consagrados e aposta em uma narrativa que mistura romance clássico com intrigas de poder.

A Coroa Perfeita faz parte da nova leva de produções coreanas previstas para chegar ao Disney+ em 2026, reforçando o investimento da plataforma em conteúdos da região Ásia-Pacífico. Com romance, humor e disputas de poder dignas de um drama palaciano moderno, a série promete conquistar tanto fãs de comédias românticas quanto o público já apaixonado pelos populares K-dramas.

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Coletiva de Imprensa Cultura Cultura pop Destaques Entretenimento Notícias Séries

Coletiva | Juntas e Separadas aposta na força da amizade feminina em nova série

Produção reúne diferentes histórias de mulheres que enfrentam relações, frustrações e desafios contemporâneos

A nova série Juntas e Separadas foi apresentada à imprensa em coletiva realizada pelo Globoplay, reunindo elenco e equipe criativa para falar sobre os temas centrais da produção. A trama acompanha a trajetória de um quarteto de amigas que compartilham experiências sobre relacionamentos, carreira, desejos e frustrações, tendo a amizade como ponto de apoio em meio aos desafios da vida adulta.

Durante o encontro, a atriz Sheron Menezzes destacou o tom leve e sincero das conversas entre as personagens, que remetem às trocas que muitas mulheres têm no cotidiano com suas amigas. Para ela, essa identificação é um dos pontos fortes da série. “O ponto positivo é essa mistura de conversa de bar com papo calcinha, falando sobre os homens, relacionamentos, desejos, frustrações; acho que é nisso que me identifico, porque sou assim com as minhas amigas. E espero muito que as mulheres assistam e consigam perceber que às vezes o fardo está difícil, mas se elas dividirem com outras mulheres, que estão passando pelas mesmas questões, umas podem ajudar as outras”, disse.

Outro aspecto destacado na coletiva foi o protagonismo feminino dentro da narrativa. Segundo a atriz e roteirista Débora Lamm, a série propõe uma mudança importante na forma como histórias de mulheres costumam ser apresentadas na dramaturgia. “Eu acho que tanto no mundo quanto na dramaturgia, estamos sempre acostumadas a ver o homem como sujeito da narrativa; o homem sempre conduzindo as histórias. Mesmo quando têm mulheres em cena, elas estão falando sobre eles, sentindo falta deles.”

Para ela, a diferença da produção está justamente em colocar as personagens no centro da ação. “E eu vejo nessa série que, de fato, elas são o sujeito da ação, elas são o centro dessa história, as verdadeiras protagonistas. Porque isso é muito sutil, às vezes vemos mulheres como protagonistas, mas quem está sempre no centro da narrativa é a falta do homem, a frustração que o homem fez a mulher passar, e nessa série não. Aqui elas são as condutoras absolutas dessa história, esse é o ponto mais positivo”, afirmou.

Foto: divulgação/Laura Campanella

A atriz Natália Lage também ressaltou a diversidade de experiências representadas na série e o caráter de acolhimento que marca a relação entre as personagens. Para ela, a história dialoga diretamente com discussões atuais sobre o papel da mulher na sociedade. “Eu acho que tem muitos pontos positivos, principalmente a diversidade dessas mulheres e a maneira como elas se amparam. Uma coisa que a Thalita (Rebouças) falou ontem: ‘em tempos tão áridos, não deixa de ser uma homenagem às mulheres.’”

A artista destacou ainda que a narrativa evidencia imperfeições e vulnerabilidades, aproximando as personagens da realidade do público. “Nós temos muitos buracos e defeitos, mas somos legais, estamos querendo nos colocar, discutir, estar junto, uma amparando a outra e acho que a série traz essa amplitude do universo feminino, cada uma com a sua questão. Pessoalmente, também fico muito feliz por esse trabalho estar acontecendo agora, nesse momento, as coisas estarem sendo ditas e discutidas.”

A atriz Luciana Paes completou a reflexão destacando que a série também aborda novas formas de compreender o poder feminino. Segundo ela, as personagens representam mulheres que começam a ocupar espaços de influência na sociedade, mas sem abrir mão da sensibilidade e da coletividade.

“Essas mulheres são um pouquinho mais velhas que a gente, estão alcançando lugares de poder, de movimentação na sociedade, mas sem perder a ternura. Que lugar é esse do poder feminino? Nós ainda não sabemos direito, ainda estamos construindo esse modelo. Porque, muitas vezes, uma mulher se apropria da maneira poderosa de ser aos olhos masculinos. E uma das coisas mais interessantes dessa série é poder entender o poder do feminino; não copiar modelos masculinos, e sim criar coletivos super capazes.”

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Musicais Notícias Teatro

Além das telonas: estreias de teatro musical no eixo Rio-SP em 2026

Novas peças e reestreias chegam em peso no país durante todo o ano

É um ótimo ano para os fãs de musicais!

Com um 2025 marcado pelo sucesso de montagens como Wicked – A História Não Contada das Bruxas de Oz, Rita Lee – Uma Autobiografia Musical e Beetlejuice, 2026 não deixará nada a desejar para os apreciadores do teatro. 

O repertório deste ano é bem diverso, desde musicais autorais a clássicos da Broadway que ganham versões brasileiras. 

No primeiro semestre, obras como Ópera do Malandro (SP, até 15 de março), Ney Matogrosso – Homem com H – O Musical (SP, até 29 de março), TINA – Tina Turner (SP, até 10 de maio), Adorável Trapalhão (RJ, até 19 de abril), Diana – A Princesa do Povo (RJ, até 26 de abril, e SP, de 14 de maio a 5 de julho), Tim Maia – Vale Tudo (RJ, até 12 de abril), Gal, O Musical (SP, até 19 de abril), Flashdance (SP, até 31 de maio), Rita Lee – Uma Autobiografia Musical (SP, até 28 de junho), Meu Filho é Um Musical (RJ, 28 de maio a 19 de julho, e SP, data a confirmar) e Shrek – O Musical (SP, de 15 de abril a 10 de maio) ganham os palcos em superproduções que emocionam qualquer um que goste da arte.

Foto: reprodução/Instagram

Já o segundo semestre chega em peso com o tão esperado Wicked – A História Não Contada das Bruxas de Oz aterrissando no Rio de Janeiro em julho com Fabi Bang e Myra Ruiz nos papéis principais. Outro sucesso já conhecido pelo público que volta para os teatros do eixo é Mamma Mia!, com elenco já confirmado e início em agosto no Rio.

Os musicais inéditos Gil – Andar com Fé (SP, de 22 de agosto a 11 de outubro) e Piaf – Eu Não Me Arrependo (RJ e SP) também são ótimos pedidos, ambos em processo de audições, com o segundo ainda sem data de estreia confirmada, mas previsto para ficar em cartaz de agosto a novembro. Diretamente da Broadway, West Side Story terá temporada nas duas cidades, ainda sem data e elenco confirmados. Hadestown será apresentado no Teatro Renault, em São Paulo, porém também com estreia a confirmar. Em outubro, Percy Jackson – O Ladrão de Raios leva toda a sua comédia musical para São Paulo, e fica em cartaz até dezembro.

Foto: reprodução/Instagram

Com tantas opções, fica até difícil decidir qual espetáculo presenciar. A boa notícia é que será mais um ano com muita cultura e teatro musical para o povo brasileiro.

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Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Cinema Entretenimento Notícias

Novo trailer e pôster de O Diabo Veste Prada 2 são revelados

Filme chega em abril nos cinemas brasileiros

Preparem os looks! Com menos de dois meses para a estreia, a 20th Century Studios e Disney Studios acabam de lançar o segundo trailer oficial para o tão aguardado filme O Diabo Veste Prada 2

A prévia inicia com Miranda (Meryl Streep) indo buscar Andy (Anne Hathaway) em sua casa com a premissa de que as duas têm muito trabalho a fazer na Runway. O teaser também traz a primeira aparição de Simone Ashley (Bridgerton), e dá destaque para os veteranos Emily Blunt e Stanley Tucci. Apesar de curto, o vídeo já é suficiente para deixar os fãs ansiosos e na expectativa de que o dia 30 de abril – data da estreia no Brasil – chegue logo.

Além do trailer, também foi divulgado um novo pôster luxuoso que traz o quarteto principal Anne Hathaway, Meryl Streep, Emily Blunt e Stanley Tucci em roupas de gala, com destaque para Miranda no centro em um vestido vermelho.

Foto: reprodução/Instagram @20thcenturystudiosbr

 

Confira o trailer:

 

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cultura Cultura pop Entretenimento Notícias Teatro

Cia. dos Trópicos apresenta espetáculo inédito A Sarça Ardente no Teatro Ziembinski, com ingressos a preços populares

A peça dialoga sobre temas profundos como saúde mental, vazio existencial e abandono, mas com boas pitadas de humor, melodrama, ironia e emoção

Uma mulher recém-abandonada pelo marido começa a conversar com uma planta que cresce em seu apartamento. Logo, a planta ganha ideias próprias e acredita ser Deus. Nesse diálogo improvável repleto de ironia e humor ácido entre humano e natureza, realidade e delírio se confundem. Essa é a trama da mais nova criação da Cia. dos Trópicos: A Sarça Ardente. Sob a direção e dramaturgia de João Santucci, o espetáculo inédito fica em cartaz até 1º de abril no Teatro Ziembinski, na Tijuca, Zona Norte do Rio, com ingressos a partir de R$ 20 (meia-entrada).

No palco, uma árvore verdadeira divide o espaço com o elenco, e torna-se personagem viva e simbólica da obra. A peça aborda temas profundos como ausência, vazio existencial, fé, vida, morte, feminino, memória, trauma e solidão, mas com boas pitadas de humor, melodrama, ironia e emoção. Inspirada na tradição das novelas brasileiras, com referências à psicanálise freudiana, à cultura latino-americana e ao melodrama almodovariano, A Sarça Ardente propõe uma reflexão sobre o sentido da existência e sobre a relação entre homem, natureza e arte.

O elenco é formado pelas atrizes Patrícia Bello e Raquel Monteiro, que se alternam, ao longo da encenação, para vivenciar as personagens Planta, Mulher e Muda de Outra Planta. Com temporada até 1º de abril, as apresentações de A Sarça Ardente acontecem às terças e quartas-feiras, às 20h, no Teatro Ziembinski, na Avenida Heitor Beltrão, s/nº (em frente à estação de metrô São Francisco Xavier), na Tijuca (RJ). Os ingressos custam R$40 (inteira) e R$20 (meia-entrada), disponíveis neste link aqui. A classificação indicativa é de 16 anos. A Cia. dos Trópicos também oferece Lista Amiga, com ingressos a R$20, mediante contato direto no Instagram da companhia.

A peça parte de um ponto simples, fácil de comunicar e impossível de ignorar: uma mulher magoada começa a conversar com uma planta, e essa planta passa a acreditar que é Deus. O grande trunfo da peça está justamente nessa combinação entre absurdo e humanidade. O que começa como uma situação estranha e até cômica, rapidamente se transforma em uma metáfora potente sobre solidão, abandono, culpa cristã, fé, delírio, trauma e a necessidade humana de projetar sentido quando tudo desmorona”, ressalta o diretor e dramaturgo João Santucci.

Segundo o diretor, a protagonista feminina também é um ponto de destaque. Não se trata de uma figura idealizada ou heroica, mas de uma mulher em estado de ruptura, atravessada por contradições, carências, culpa, desejo e ironia. A planta que se crê divina não é apenas um elemento fantástico, mas um espelho da própria protagonista e, em alguma medida, de uma sociedade que busca respostas absolutas em meio ao vazio existencial”, explica Santucci.

É uma peça que provoca riso e desconforto, reflexão e identificação, unindo filosofia, melodrama e imaginação em uma narrativa que dialoga tanto com o público amplo quanto com a crítica especializada. É um teatro que se explica rápido, mas permanece ecoando por muito tempo depois que a luz se apaga”, reforça a Cia. dos Trópicos. Em síntese, o diferencial de A Sarça Ardente está em sua capacidade de transformar uma ideia simples e insólita em uma experiência teatral profunda, sensível e visualmente marcante.

Foto: divulgação/Charles Pereira

Sobre a criação do espetáculo

A Sarça Ardente nasce do desejo de criar uma experiência cênica singular, situada entre o melodrama, o humor e a provocação filosófica. A ideia inicial partiu de uma performance: uma planta, que acredita ser Deus, dublada por uma atriz.  Ao longo de quase um ano de desenvolvimento, a companhia investigou de diversas maneiras como representar a psique e a corporalidade dessa mulher-planta e desta planta-mulher, explorando suas fronteiras simbólicas, afetivas e existenciais.

Do ponto de vista estético e narrativo, o trabalho dialoga com o cinema de Pedro Almodóvar, especialmente na construção de personagens femininas em estado de excesso emocional, na mistura entre humor e dor, no uso do melodrama como ferramenta política e afetiva, e na valorização do artifício como linguagem. Ao mesmo tempo, a peça se inspira na tradição das novelas brasileiras, sobretudo na capacidade de tratar temas complexos e existenciais por meio de narrativas populares, diretas e emocionalmente reconhecíveis, em que o drama convive com o riso e o cotidiano é atravessado pelo extraordinário. 

Ficha técnica

Direção e dramaturgia: João Santucci | Design e assistência de direção: Julia Feital | Elenco: Patrícia Bello e Raquel Monteiro | Produção: Malu Costa | Cenário: Renê Salazar | Iluminação: Rodrigo Belay | Figurino: Maïa Flores | Direção de movimento: Allenkr Soares | Operação de luz: Bernardo Bastos | Operação de som: Thiago Miyamoto | Cenotécnicos: Francisco Gomes e Fabrício Gomes | Assistência de produção: Bruna Secchim | Piano: Thalyson Rodrigues

Serviço

Espetáculo A Sarça Ardente

Temporada: até 1º de abril de 2026 (terças e quartas-feiras)

Horário: 20h

Classificação indicativa: 16 anos
Gênero: melodramático
Duração: 80 minutos

Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada ou Lista Amiga*)

Compre online na Sympla: https://bileto.sympla.com.br/event/116857/d/367818/s/2471551

* Lista Amiga mediante contato no Instagram @ciadostropicos

Local: Teatro Municipal Ziembinski

Endereço: Avenida Heitor Beltrão, s/nº (em frente à estação de metrô São Francisco Xavier) – Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)

Capacidade: 141 lugares

Bilheteria (funcionamento): terça a domingo, das 14h às 20h

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

 

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Cultura turca Notícias

Meryem chega a Uzak Şehir e promete reviravoltas na trama

Antiga namorada de Cihan retorna à história, acompanhada da irmã Müjgan, com estreia marcada para as próximas gravações

 

A dizi turca Uzak Şehir (tradução livre: Cidade Distante) ganhará capítulos ainda mais intensos com a chegada de Meryem, antiga paixão de Cihan (Ozan Akbaba). A personagem será interpretada por Ceren Moray,conhecida pelo seu trabalho em Prisão de Mulheres (2018), Kavak Yelleri (2007) e El Degmemis Ask (2016). que inicia as gravações ainda nesta semana, trazendo consigo a irmã Müjgan, interpretada por İpek Arkan.

Foto: divulgação/StarTV

A presença de Meryem promete trazer à tona lembranças e conflitos do passado de Cihan, movimentando os rumos da trama. Já Müjgan será vivida por İpek Arkan, jovem atriz que já chamou a atenção do público por seus papéis em Karanlıktan Kaçış (2024), Kuruluş: Orhan (2025) e Haile: Bir Aile Kâbusu (2023). Com a chegada das irmãs, os fãs podem esperar confrontos emocionais e dilemas familiares que devem mexer com todos os personagens da cidade.

Foto: divulgação/aTV

 

Fenômeno de audiência e das redes sociais

Uzak Şehir estreou em 11 de novembro de 2024, no Kanal D, e se consolidou como fenômeno de audiência e repercussão nas redes sociais. A trama, estrelada por Ozan Akbaba e Sinem Ünsal, acompanha a luta de Alya para proteger seu filho em Mardin após a morte do marido, misturando drama e romance em cada episódio.

A segunda temporada já está no ar, trazendo novas atrizes no elenco, incluindo Banu Fotocan e Özge Erdem, além de novos mistérios e reviravoltas que prometem prender ainda mais a atenção dos fãs.

Foto: divulgação/Haberler
Uma trama que continua conquistando o público

Com a introdução das novas personagens e o fortalecimento do enredo, Uzak Şehir mantém seu lugar entre as dizis mais acompanhadas do streaming. Drama familiar, romance e suspense se combinam para conquistar tanto fãs antigos quanto novos espectadores, consolidando a série como um dos grandes destaques do entretenimento turco.

Foto: divulgação/KanalD

 

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cultura asiática Cultura pop Música Notícias

Como o retorno do BTS com Arirang reescreve a regra do ídolo pop

O grupo sul-coreano usa suas raízes para provar que a maior força de um fenômeno global é a própria autenticidade

Prestes a retornar oficialmente de seu hiato, o BTS reafirma sua posição como uma dos grupos mais influentes da música global contemporânea. Sustentado por bilhões de reproduções no streaming e por um impacto multibilionário na economia de seu país, o grupo se distancia cada vez mais do molde tradicional que enquadra os artistas coreanos.

Eles marcam esse retorno com o álbum Arirang, que será lançado em 20 de março, e um evento ao vivo monumental na Praça Gwanghwamun no sábado (21), que será transmitido globalmente pela Netflix.

É impossível observar esse marco pós-alistamento sem puxar na memória o que aconteceu com outro grande ícone global da música. Quando Elvis Presley foi para o exército em 1958, ele era um roqueiro rebelde e perigoso para os padrões da época. Ao retornar, a indústria o havia lapidado em um produto comportado, ideal para o cinema e para as famílias conservadoras.

Foto: reprodução/Associated Press

Historicamente, o mercado de ídolos tem fama de neutralizar e controlar artistas da mesma forma. O  grupo sul-coreano BTS, contudo, parece usar o novo álbum para rasgar essa regra, mostrando que não pretende voltar a se encaixar em moldes.

Se Elvis representa o risco da domesticação, os Beatles ilustram a rota da fuga. No auge da “Beatlemania”, o quarteto britânico se cansou da febre que provocou. Cancelaram turnês e, em 1967, se isolaram nos estúdios para quebrar o padrão de boyband que eles mesmos criaram. Desse confinamento nasceu o álbum Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (1967), uma obra que revolucionou a produção musical e cuja influência dita as regras do pop até os dias de hoje.

Foto: reprodução/Michael Cooper/Parlophone

O BTS, no entanto, reage de forma oposta à distância. Em 2020, ao cancelarem uma turnê mundial pela pandemia, o grupo deixou claro o quanto sofreu com o afastamento do público – uma saudade repetida durante o período de serviço militar. Apesar da pressão esmagadora da indústria, a promessa de retorno sempre foi inegociável.

Ao que tudo indica, a lealdade inabalável de sua fanbase e a força no mercado global deram ao septeto a segurança para alcançar sua versão mais autêntica de peito aberto, sem a necessidade de fugir dos palcos. O golpe final contra o padrão engessado da indústria está na própria anatomia desse retorno.

Ao escolherem o nome Arirang, uma tradicional canção folclórica considerada patrimônio cultural e o hino não-oficial da Coreia, e a histórica Praça Gwanghwamun como palco, o grupo rejeita o isolamento e a formatação comercial.

Imagem: divulgação/BIGHIT Music

Com a Netflix transmitindo o evento para o mundo, eles sequer pedem licença aos porteiros do mercado tradicional americano. Se Elvis foi domesticado pela farda e os The Beatles escolheram o exílio para fugir dos gritos, o BTS escolheu o espaço público e a própria essência. Eles rasgam o manual de sobrevivência do pop e mostram que a maior rebeldia de um artista hoje é, simplesmente, não abaixar a cabeça.

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Leia também: A volta dos maiores: BTS revela trailer de show ao vivo e inicia o comeback do grupo – Entretetizei

 

Texto revisado por Kaylanne Faustino

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Entretenimento Notícias

Banco aposta em plataforma de música com benefícios para fãs de shows

Em parceria com a 30e, iniciativa coloca o fã no centro da jornada ao integrar experiências, benefícios e relacionamento de longo prazo

Itaú Unibanco anuncia o lançamento do Itaú Liveplataforma proprietária de música, que amplia e fortalece a atuação do banco nesse território por meio de uma estratégia de negócio orientada a experiências e relacionamento de longo prazo. Mais do que uma frente de patrocínio, Itaú Live conecta música e marca a partir do fã, colocando-o no centro da jornada e transformando a música em um ecossistema estratégico de conexão genuína com o cliente.

O lançamento acontece em um contexto de amadurecimento e crescimento acelerado do mercado de música ao vivo no Brasil, com um público cada vez mais engajado e exigente. Nesse cenário, a experiência passa a envolver toda a jornada do fã: do planejamento financeiro à compra do ingresso, da vivência no evento ao acesso a benefícios relacionados ao show.

O Itaú Live nasce do comportamento dos nossos clientes e da evolução da nossa presença histórica na música para uma plataforma proprietária e de longo prazo, que coloca o fã no centro da experiência. A música é uma paixão multigeracional do brasileiro e, para o Itaú, um território essencial para criar intimidade, relacionamento e oferecer experiências únicas, com benefícios que fazem sentido na vida das pessoas”, afirma Juliana Cury, CMO do Itaú Unibanco.

Foto: divulgação/Comunicação 30e
Uma plataforma proprietária de música pensada a partir do fã brasileiro 

No centro do Itaú Live está o fã brasileiro, reconhecido como um dos mais apaixonados e engajados do mundo. É esse fã que se planeja, se organiza, acompanha turnês, percorre cidades e transforma cada show em uma catarse coletiva. Por isso, o Itaú Live estrutura uma proposta que transforma esse vínculo em entregas concretas, desenhadas para acompanhar e valorizar toda a jornada de quem faz a música ao vivo acontecer.

Entre os pilares da plataforma proprietária de música Itaú Live estão: pré‑venda de ingressos, condições especiais de compra, descontos, parcelamento sem juros e experiências exclusivas que ampliam o acesso e qualificam a vivência nos eventos.

A jornada também se estende ao dia do show, com facilidades pensadas para reduzir fricções e melhorar a experiência do público em diferentes momentos do evento.

Nosso objetivo é simples e ambicioso: fazer com que o benefício gere reconhecimento e valor real para o cliente. A partir do Itaú Live, toda a atuação do banco na música – que inclui patrocínios de shows e grandes festivais, como o Rock in Rio, a presença em institutos e fundações, como o Itaú Cultural, e uma robusta plataforma de conteúdo – passa a se conectar sob uma mesma estratégia, com foco em relacionamento de longo prazo”, afirma Juliana.

Parceria com a 30e garante escala e consistência à plataforma proprietária

Um dos pilares do Itaú Live é a parceria de longo prazo com a 30e, maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo, que dá escala, capilaridade e consistência à plataforma proprietária de música. Essa relação estratégica garante uma presença recorrente do Itaú no calendário da música ao vivo, com shows e turnês de diferentes gêneros, perfis de público e regiões do país.

A parceria foi desenhada para transformar o patrocínio em uma atuação contínua, conectando produção, curadoria e experiência a uma lógica de relacionamento e benefício para o cliente. Ao unir a expertise da 30e na operação de grandes turnês com o Itaú como banco oficial, o Itaú Live estrutura uma presença que dialoga com diferentes fandoms e gerações ao longo do ano”, afirma Rodrigo Montesano, Superintendente de Experiência e Conexões de marca do Itaú Unibanco.

Principais vantagens do Itaú Live para clientes:

  • Acesso facilitado à compra de ingressos, com pré‑venda para turnês de artistas nacionais e internacionais, acesso a todas as categorias de bilhetes, descontos que variam de 5% a 30% e parcelamento sem juros;
  • Experiências exclusivas, reunidas no pacote Super Fã Itaú, que combina ingresso e vivências diferenciadas, como meet & greet com artistas, acesso à passagem de som e hospitalidade;
  • Vivências premium, em praças estratégicas como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador e Curitiba, com destaque para a Pista Premium Itaú Personnalité, que oferece fast pass, entrada antecipada e filas exclusivas;
  • Evolução contínua da jornada do fã, com a integração progressiva de benefícios, serviços e relacionamento em um único ambiente digital, ampliando conveniência e fluidez ao longo do tempo.

Para Pepeu Correa, CEO da 30e, a relação com o Itaú consolida um modelo de mercado. “O entretenimento ao vivo no Brasil amadureceu. O país deixou de ser uma rota complementar e passou a ocupar um papel estratégico nas turnês internacionais. Arenas e estádios registram sucessivos ingressos esgotados, e artistas nacionais lideram movimentos históricos de público. Esse cenário nos permite falar em escala, dados e visão de longo prazo. Na 30e, essa atuação é sintetizada no conceito Delivering Happiness, que organiza nossa operação a partir das experiências do público, dos artistas e das marcas. Ao colocar o fã no centro e estruturar o mercado de forma recorrente, criamos valor consistente para todo o ecossistema.

Desde o início da parceria, em dezembro de 2025, a plataforma já soma mais de 30 shows divulgados e oito turnês confirmadas, de dez artistas diferentes, reforçando escala e consistência na implementação da estratégia. Entre os projetos anunciados estão as turnês Rush Fifty Something South American Tour; O Último Voo da Nave (Xuxa); BYE BYE CAJU (Liniker); Emicida Racional MCMV Tour; Barão Vermelho Encontro e Zeca Pagodinho & Alcione & Jorge Aragão O Maior Encontro do Samba, impactando diferentes gerações, gêneros e públicos da música brasileira e internacional.

Uma trajetória que se organiza para o futuro

A criação do Itaú Live é resultado de uma trajetória consistente e de longo prazo do Itaú no território da música. Essa relação teve início em 1987, com a criação do Itaú Cultural, referência no fomento à produção artística brasileira e na democratização do acesso à cultura. Desde então, o banco ampliou sua atuação, apoiou cenas emergentes, fortaleceu novos talentos, expandiu acesso e consolidou presença em grandes eventos culturais.

Há 25 anos, o Itaú Unibanco é o patrocinador do Rock in Rio, o maior evento de música e entretenimento do mundo, acompanhando a evolução da música ao vivo, do comportamento do público às experiências de marca. Ao longo dessa trajetória, o Itaú construiu espaços que se tornaram palcos de encontros musicais marcantes, reunindo artistas de diferentes gerações e estilos, como Pabllo Vittar, Xuxa, João Gomes, Liniker, Anitta e Pedro Sampaio. Essa presença reflete a visão do banco de que patrocínio vai além da exposição de marca e se consolida como uma plataforma de relacionamento, experiência e negócio.

Em 2024, ao celebrar seus 100 anos, o Itaú escolheu a música como linguagem de marca, com o histórico show gratuito de Madonna em Copacabana, reforçando o território como um dos pilares mais genuínos de conexão emocional com o público.

A relação do Itaú com a música sempre foi construída com visão de longo prazo, consistência e propósito. Itaú Live é a evolução natural dessa trajetória, ao dar forma a tudo o que aprendemos ao longo de mais de três décadas e projetar essa atuação de maneira estruturada para o futuro. Como plataforma proprietária de música, a iniciativa reforça o compromisso do banco com a música no Brasil e com a criação de experiências relevantes, capazes de gerar valor duradouro para as pessoas e fortalecer relações de longo prazo com nossos clientes”, finaliza Juliana Cury, CMO do Itaú Unibanco.

 

Ficou curioso para conhecer o Itaú Live? Conta pra gente nas redes sociais do Entretê InstagramFacebook e X e nos siga para não perder nenhuma novidade sobre cultura e entretenimento!

Leia também: Plataforma de música, vídeos e podcast lança conteúdo exclusivo na América Latina

 

Texto revisado por Cristiane Amarante

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Música Notícias

Especial | Entre Xica da Silva, Zumbi e Taj Mahal: Jorge Ben e os 50 anos de África Brasil

Cinco décadas após o lançamento, revisite o disco que revolucionou a sonoridade do cantor ao misturar samba, rock e referências afro-brasileiras

Quem nunca ouviu o hit icônico de carnaval Taj Mahal? O que nem todos sabem é que ele faz parte de um dos álbuns mais importantes da carreira de Jorge Ben Jor, África Brasil. O disco, que completou 50 anos em 2026, representa uma virada sonora na carreira do cantor, misturando samba, rock, funk, soul e ritmos afro-brasileiros. 

O clássico de 1976, que consolidou Jorge Ben como um dos nomes mais inovadores da MPB, foi seu 14° álbum de estúdio e o primeiro disco do artista em que há a troca do violão acústico pela guitarra, trazendo maior protagonismo para o instrumento e criando um som totalmente diferente. Explorando temáticas como amor, futebol e negritude, temos a exaltação de um Brasil marcado pela ancestralidade, religiosidade e personagens negros históricos.

Considerado um dos The Rolling Stone’s 50 Coolest Records, África Brasil é o terceiro disco da trilogia alquimista de Jorge Ben, contando com A Tábua de Esmeralda (1974) e Solta o Pavão (1975). Com a fusão entre ritmos brasileiros e influências musicais afro-americanas, as canções apresentam composições marcadas por referências africanas, espiritualidade e imaginação. 

Ao longo do disco, faixas abordam a negritude de maneira marcante: Xica da Silva, África Brasil (Zumbi) e Ponta de Lança Africano (Umbabarauma). Esta última também dialoga com o futebol, uma das paixões de Jorge Ben.

A inovação sonora do disco também tem uma história cativante. No livro África Brasil: Um dia Jorge Ben voou para toda a gente ver (2020), a jornalista Kamille Viola explica que a mudança estética do álbum teve influência direta do baixista dos Novos Baianos, Dadi Carvalho. A guitarra elétrica utilizada por Jorge Ben foi comprada por Dadi, abrindo as portas para as novas possibilidades sonoras do cantor.

Ainda de acordo com o livro, para artistas como Marcelo D2, Mano Brown e BNegão, a mistura de aspectos como narrativa, ritmo e identidade presentes no álbum ajudou a trilhar caminhos fundamentais para o rap nacional com o imaginário negro criado pelo cantor.

O 14º disco da carreira de Ben Jor contou com uma formação musical que reuniu uma grande equipe. Como banda principal havia Dadi no baixo, Gustavo Schroeter na bateria, Joãozinho da Percussão e João Vandaluz no piano. Além desses grandes nomes, cerca de 15 músicos de apoio e sete vocalistas participaram das gravações. O resultado foram 40 minutos de música e 50 anos de história.

África, Brasil e identidade

África Brasil também se destaca pelo brilhantismo com que articula identidade, história e cultura. O próprio título do disco é genial ao abranger dois territórios profundamente conectados historicamente: África e Brasil. No decorrer das canções, Jorge Ben Jor constrói um imaginário de valorização da identidade negra que é frisado pela ancestralidade africana e pela religiosidade unida a demais elementos da formação cultural brasileira.

As composições dialogam com os movimentos culturais e políticos que passaram a reivindicar com mais força a valorização da negritude no Brasil dos anos 1970. Músicas mencionando figuras históricas como Xica da Silva, mulher negra escravizada que, após alforriada, se tornou influente no Arraial do Tijuco (atual Diamantina, MG) no século XVIII, as transformam em símbolos de poder, resistência e protagonismo.

Foto: divulgação/Spotify

Na faixa que encerra o álbum, Jorge Ben evoca a figura de Zumbi dos Palmares em uma interpretação rica e profunda, que revela um grito de afirmação da herança africana presente na cultura brasileira. Cinco décadas após seu lançamento, África Brasil segue sendo lembrado como um dos discos mais inventivos da música brasileira. 

O fenômeno Taj Mahal

Não tem como não falar sobre Taj Mahal quando se trata de África Brasil! Entre as faixas mais populares do disco, nenhuma superou o alcance cultural da canção. Com um ritmo único e contagiante, a música furou a bolha e se tornou constante em festas populares, especialmente no Carnaval e nas arquibancadas de estádios de futebol, sendo associada à celebração e à alegria.

O sucesso da música foi tanto que acabou extravasando internacionalmente e gerando polêmicas. Em 1978, o cantor britânico Rod Stewart lançou o hit Da Ya Think I’m Sexy?, com melodia semelhante a de Taj Mahal. O cantor esteve no Brasil durante o carnaval de 78, quando a canção de Jorge Ben Jor estava no auge nas rádios do país e, na época, alegou “plágio involuntário”.

Um tempo depois, Stewart confessou o plágio inconsciente, em sua biografia lançada em 2012, e entrou em um acordo pacífico com Jorge Ben, doando todos os lucros da música à UNICEF.

O legado 50 anos depois

Cinco décadas após seu lançamento, África Brasil permanece como um dos trabalhos mais influentes e importantes da história da música brasileira. A combinação de samba, funk, rock e referências afro-brasileiras foi responsável pela criação da sonoridade única presente na obra de Jorge Ben Jor, que continua sendo revisitada por artistas de diferentes gerações e estilos. 

Ao mesmo tempo, as canções do álbum seguem sendo redescobertas pelas novas gerações, através de regravações ou pela circulação constante em festas, playlists e apresentações ao vivo. A permanência no imaginário brasileiro prova que a genialidade de Jorge Ben é capaz de atravessar o tempo enquanto se mantém relevante.

Ouça África Brasil completo aqui:

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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Scarpetta: Médica Legista, protagonizada por Nicole Kidman, chega ao streaming

Baseada nos romances de Patricia Cornwell, a primeira temporada da série de suspense policial já está disponível

Um thriller de arrepiar! A série de televisão americana Scarpetta: Médica Legista (2026) estreou em 11 de março na plataforma Prime Video. Desenvolvida e escrita por Liz Sarnoff, a obra acompanha uma investigação incansável em busca de provas para desvendar uma série de assassinatos.

Revivendo a icônica personagem literária de Patricia Cornwell, Nicole Kidman interpreta o papel principal neste drama criminal focado em ciência forense. A Dra. Kay Scarpetta (Nicole Kidman) é uma médica legista determinada a desmascarar um assassino em série, em uma investigação que muito recorda seu primeiro grande caso, ocorrido décadas antes.

pôster scarpetta
Imagem: reprodução/IMDb

Na busca por justiça, Dra. Scarpetta precisa lidar com o relacionamento complicado com sua irmã, Dorothy Farinelli (Jamie Lee Curtis), lidar com mágoas antigas, enfrentar grandes segredos e trabalhar ao lado do detetive Pete Marino (Bobby Cannavale) e do agente do FBI Benton Wesley (Simon Baker) em um caso que consagrou sua carreira, mas que também pode destruí-la.

Ambientada no cenário de investigação forense, a primeira temporada da série conta com 8 episódios, já todos disponíveis no streaming, que criam um suspense moderno, indo além da cena do crime para explorar o psicológico de suas personagens dispostas a buscar justiça a qualquer preço, mesmo que precisem lidar com as consequências. Assista ao trailer:

Além de Nicole Kidman como protagonista, o elenco é formado por nomes como Jamie Lee Curtis (The Bear), Bobby Cannavale (Bem-Vindos à Vizinhança), o indicado ao Emmy Simon Baker (The Mentalist) e a vencedora do Oscar Ariana DeBose (West Side Story). E ainda, representando as versões jovens dos personagens, estão Rosy McEwen (Blue Jean), Amanda Righetti (The Mentalist), Jake Cannavale (The Offer) e Hunter Parrish (Weeds).

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Texto revisado por Kaylanne Faustino

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