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Derya Pınar Ak fala sobre sua nova série Çirkin 

Em entrevista para Star TV, a atriz elogia bastidores e conta o que podemos esperar de sua personagem 

Derya Pınar Ak foi confirmada como protagonista da nova série da Star TV, Çirkin. Ao lado de Çağlar Ertuğrul (Armadilha do Amor), Derya interpretará Meryem Tunalı em uma história de luta solitária, mudanças de vida e uma forte paixão do passado.

Na dizi, Meryem perde sua família ainda criança e é acolhida pelos pais de Kadir como filha adotiva. Nessa convivência, ela se apaixona pelo menino que a apelida de “Çirkin” (feia), por conta do cabelo curto que usava na época. 

Em entrevista para a Star TV, a atriz conta como está sendo a preparação para a série e o que podemos esperar de sua personagem. Vem ver!

Uma personagem forte e sensível 

A forma como Meryem tenta se manter de pé me tocou muito”, contou a atriz. Ela afirma que a história da protagonista a impactou profundamente. “Por fora, tenta parecer forte, mas por dentro vive muitas coisas. A forma como ela luta para se manter de pé me tocou.

Derya Pınar Ak como Meryem, em Çirkin
Foto: reprodução/Star Tv
Expectativas e ansiedade para a estreia

Derya afirma que está muito animada para dar início à dizi. Começar projetos novos sempre foi algo muito especial para a atriz, e dessa vez ela topou o desafio assim que conheceu a história. 

Quando li o roteiro, quis muito interpretar a Meryem. Poder contar a história dela me deixa muito feliz”, recorda.

Derya também elogiou o clima dos bastidores

A atriz ainda comentou que está trabalhando com uma equipe muito especial. “Nosso diretor e todos são muito queridos e sinceros. Construir esse universo juntos torna tudo ainda mais prazeroso”, declarou.

Derya Pınar Ak nos bastidores de Çirkin
Foto: reprodução/Star Tv
O que esperar de Meryem?

Derya assegura que o público pode esperar para conhecer uma personagem muito real e fácil de se conectar. “Às vezes forte, às vezes vulnerável, mas sempre genuína. Acho que todos vão conseguir se identificar com ela em algum momento”, finalizou.

Sobre Çirkin

Com produção da 25 Film, a nova série da temporada será produzida por Fırat Parlak e Koray Şahin, com direção de Burcu Alptekin e Merve Çolak.

O elenco reúne nomes como Başak Gümülcinelioğlu, Olgun Toker, Baran Bölükbaşı, Cahit Gök, Gözde Kansu, Sema Gültekin, Eylül Ersöz, Özlem Kaya, Eren Demirbaş, Buse Badurlar, Yusuf Nebioğlu, Berkay Şahinoğlu, Ferhat Akgün, Öykü Sakarya, Efe Poylu, Emre Akarsu, Müfit Aytekin, Ali Talha Gürbüz, Mina Şiir Korkmaz e Kadir Bertan, além dos veteranos Nur Sürer e Çetin Tekindor.

Como estão suas expectativas para a nova dizi da Star TV? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei  (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Çağlar Ertuğrul retorna à TV com a nova dizi Çirkin 

 

Texto revisado por Gabriela Fachin @gabrieladfachin 

 

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Livros

A burrice é um projeto: por que ler virou o maior ato de rebeldia no Brasil

Em um país que lucra com a sua falta de atenção, terminar um livro é sabotar a engrenagem que te quer passivo, mudo e viciado em telas

Protestar, no imaginário comum, é sinônimo de barulho: ruas ocupadas, cartazes erguidos e vozes levantadas em coro. No entanto, no Brasil de 2026, onde a profundidade virou um artigo escasso e a pressa é a regra absoluta, o ato de ler assume um significado muito mais perigoso. Ele é um silêncio hostil. É a recusa consciente em ser moldado por algoritmos que mastigam a realidade e nos entregam apenas o que confirma nossos próprios preconceitos. 

Ler, hoje, é o único jeito de retomar as rédeas de uma consciência que está sendo leiloada a cada scroll infinito.

A crise da leitura no Brasil não é falta de tempo

As estatísticas brasileiras não são apenas números; elas são o diagnóstico de uma nação em transe. Quando 7 em cada 10 pessoas não conseguem concluir um livro, números do Instituto Pró-Livro, o que vemos não é uma crise de tempo, mas um projeto político de esvaziamento mental. A desculpa da rotina exaustiva tornou-se a mentira mais confortável da nossa geração, convenientemente ignorada enquanto entregamos horas de vida à dopamina barata das notificações. O sistema não quer que você tenha foco porque o foco é a base da indignação. Ele quer a sua atenção fragmentada e a sua raiva estimulada por manchetes de três linhas, garantindo que você seja incapaz de conectar os pontos e entender quem realmente lucra com o seu cansaço.

O incômodo, é a ferramenta de trabalho do leitor discordante

Ler para entender o Brasil não é um exercício de relaxamento, mas um confronto direto com as nossas feridas abertas. Em um país que insiste em apagar o próprio passado para repetir os mesmos erros no presente, o livro surge como o único espelho capaz de revelar as estruturas de poder que nos mantêm passivos. Sem a leitura, somos estrangeiros na nossa própria terra, repetindo discursos prontos e heranças coloniais sem sequer perceber de onde eles vêm. A leitura crítica é o que nos permite olhar para a nossa história e dizer: “eu sei o que vocês estão tentando fazer aqui“.

Portanto, ler exige interrupção. Exige a coragem de abandonar a superfície e mergulhar no que dói, no que confronta e no que desloca. É um treino de guerra para o cérebro: ou você retoma o controle da sua percepção agora, ou aceita o papel de consumidor passivo de uma realidade fabricada por quem detém o código. 

Kit de sobrevivência: livros para entender o país

Para quem cansou de ser massa de manobra e decidiu que o conhecimento é a maior forma de resistência, aqui está o Kit de Sobrevivência Crítica para entender as rachaduras do Brasil e da nossa identidade latina:

O Avesso da Pele (Jeferson Tenório)

 

Foto: Divulgação/Companhia das Letras/Entretetizei

Recentemente, foi  alvo de tentativas de censura, o que só prova o quão necessário ele é. Essa obra de Tenório não fala apenas sobre racismo; fala sobre a identidade que nos é roubada. Através da história de um filho que reconstrói a vida do pai assassinado em uma abordagem policial, a obra expõe como o Estado marca os corpos negros antes mesmo deles falarem. É uma leitura que incomoda porque tira o racismo do campo das “ofensas” e o coloca no lugar da estrutura que nos impede de ser humanos por inteiro.

Capitães da Areia (Jorge Amado)

Foto: Divulgação/Companhia das Letras/Entretetizei

Esqueça a visão romantizada da escola. Ler Jorge Amado hoje é entender a criminalização sistemática da juventude pobre. Ao contar a história dos meninos de rua de Salvador, o autor expõe um Brasil que continua a preferir a punição ao acolhimento. O incômodo aqui é perceber que a sociedade ainda olha para a juventude marginalizada com o mesmo medo e desprezo de décadas atrás, alimentando um ciclo de violência que o sistema utiliza para manter o controle social.

Vidas Secas (Graciliano Ramos)

Foto: Divulgação/Principis/Entretetizei

O retrato mais fiel da nossa desumanização. Graciliano Ramos não escreveu apenas sobre a seca do clima, mas sobre a seca da linguagem. Fabiano e sua família são privados até das palavras para expressar sua dor. É o espelho de um Brasil que ainda existe: onde a falta de educação transforma cidadãos em seres que apenas sobrevivem, sem conseguir sequer protestar contra a própria miséria porque lhes foi roubado o direito mais básico: o de entender e nomear o mundo ao seu redor.

Quarto de Despejo (Carolina Maria de Jesus)

Foto: Divulgação/Ática/Entretetizei

O diário de Carolina é a prova de que a literatura é um território de disputa de poder. Escrito em cadernos encontrados no lixo, o texto esfrega a realidade da favela na cara de uma elite intelectual que prefere teorizar sobre a pobreza em vez de senti-la. Carolina relata a fome como uma personagem viva que dita o ritmo da vida. É a leitura essencial para entender que o Brasil que passa fome não é uma fatalidade geográfica, é um projeto político deliberado de exclusão.

Ideias para Adiar o Fim do Mundo (Ailton Krenak)

Foto: Divulgação/Companhia das Letras/Entretetizei

Krenak nos desafia a parar de olhar para o próprio umbigo. Enquanto a gente corre atrás de curtidas e do próximo lançamento tecnológico, ele nos lembra que a nossa ideia de civilização está colapsando o planeta. O incômodo aqui é existencial: ele questiona por que aceitamos viver em um sistema que transforma tudo, inclusive a nossa atenção, o nosso tempo e a nossa terra em mercadoria descartável.

As Veias Abertas da América Latina (Eduardo Galeano)

Foto: Divulgação/L&pm/Entretetizei

Se você sente que a América Latina está finalmente retomando o seu lugar no topo, seja com a dominação global do Bad Bunny ou com o orgulho da nossa estética nas artes, você precisa ler Galeano. Ele explica por que somos a região do mundo que sempre trabalhou para o enriquecimento alheio. O livro é um mapa da exploração, desde o ouro roubado até o petróleo explorado hoje. Ler Galeano é entender que o nosso subdesenvolvimento não é falta de capacidade, é um projeto de poder. É a base teórica para o orgulho que artistas contemporâneos gritam no microfone: nossa história é feita de saque, mas nossa resistência é imparável.

A Elite do Atraso (Jessé Souza)

Foto: Divulgação/Civilização Brasileira/Entretetizei

Este é o livro que desmonta o teatro da política brasileira. Jessé Souza destrói a ideia de que o nosso único problema é a corrupção estatal e joga luz na nossa herança escravocrata. Ele explica como a elite desenhou um sistema para manter o povo no “sub-lugar”, usando o ódio ao pobre e o racismo como ferramentas de controle. É a leitura definitiva para entender como o bolsonarismo não foi um acidente, mas um projeto que sequestrou o ressentimento de uma classe média que prefere o privilégio ao direito coletivo.

O veredito: O papel como refúgio e resistência

No fim das contas, ler é um exercício de dualidade. Pode e deve ser o seu hobby favorito, o seu momento de descompressão e o refúgio onde você encontra histórias que te fazem sonhar. Mas, no Brasil de hoje, esse prazer pessoal carrega um peso político gigante. Escolher um livro, seja ele um romance leve ou um ensaio denso, é retomar a posse do seu tempo. É decidir que a sua atenção não está à venda para a próxima notificação.

Se o sistema lucra com a nossa amnésia e com a fragmentação do nosso foco, manter o hábito da leitura é a nossa maior estratégia de defesa. Afinal, como já dizia Millôr Fernandes com sua ironia cirúrgica, o Brasil tem um enorme passado pela frente. Sem o livro na mão e o pensamento crítico afiado, corremos o risco de caminhar de costas para o futuro, repetindo as mesmas tragédias históricas e chamando-as de novidade.

Ler para entender o país não anula o prazer de ler para se divertir; na verdade, dá a você as ferramentas para não ser engolido pelo raso. A pergunta que fica não é se você tem tempo, mas sim se você aceita que outros escolham o que deve ocupar a sua mente.

E aí, qual vai ser o seu próximo ato de rebeldia (e de prazer) hoje?

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Leia também: Entrevista | Camilla Bastos fala sobre os bastidores de O Sol Nunca se Põe 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cultura asiática Música Notícias

BTS transforma espera em impacto global e volta com Arirang, o comeback mais aguardado do K-pop

Após mais de cinco anos, BTS retorna com álbum completo, agenda global intensa e um novo momento que mostra por que o grupo continua no topo

Depois de um hiato que pareceu infinito para os ARMYs, o BTS finalmente está de volta! E não é só um comeback, é um acontecimento global. Nesta sexta-feira (20), o grupo lançou Arirang, seu quinto álbum de estúdio, marcando oficialmente o início de uma nova era que já nasce gigante.

Foram mais de cinco anos entre projetos solo e o serviço militar obrigatório na Coreia do Sul, um período em que cada integrante seguiu seu próprio caminho. E talvez seja exatamente isso que faz Arirang ser tão especial. Em vez de apressar um retorno, o BTS esperou. E entregou um álbum que carrega maturidade, identidade e uma conexão emocional que os fãs reconhecem desde a primeira faixa.

Durante esse tempo, RM, Jin, Suga, J-Hope, Jimin, V e Jungkook exploraram novas sonoridades, cresceram artisticamente e viveram experiências que agora se refletem diretamente no som do grupo.

Parte dessa nova fase já aparece em Swim, faixa que ganhou clipe gravado em Portugal. No vídeo, Lili Reinhart assume o papel central em uma narrativa que mistura melancolia e fantasia, enquanto os integrantes surgem como uma espécie de tripulação fantasma, uma imagem estética forte.

E se você achou que eles iam voltar aos poucos, pode esquecer. O BTS já chegou dominando 2026.

No dia 21 de março, o grupo realiza um show gratuito na Gwanghwamun Square, em Seul, com transmissão ao vivo pela Netflix, permitindo que ARMYs do mundo inteiro acompanhem esse momento em tempo real. Poucos dias depois, em 23 de março, eles seguem para Nova York para o evento Spotify x BTS: SWIMSIDE, marcando a primeira apresentação nos Estados Unidos em quase quatro anos.

E tem mais. O documentário BTS: O Reencontro estreia no dia 27 de março na Netflix e promete mostrar os bastidores desse retorno, incluindo momentos da reunião dos integrantes após anos afastados.

Como já era esperado, a nova era também vem acompanhada de estrada. A BTS World Tour ‘Arirang’ começa em 9 de abril, com 82 datas ao redor do mundo até março do próximo ano. Além disso, duas apresentações terão exibição especial nos cinemas, ampliando ainda mais o alcance do projeto.

Parte essencial desse novo capítulo está no processo criativo. Para produzir Arirang, os sete integrantes se mudaram para Los Angeles e viveram juntos por cerca de dois meses, algo que não acontecia desde 2019. A convivência ajudou a reconstruir a dinâmica do grupo e influenciou diretamente o som do disco.

A produção reúne nomes como Pdogg, Diplo, Kevin Parker, Flume, JPEGMAFIA e Ryan Tedder, reforçando a mistura entre o pop global e a identidade já consolidada do grupo.

O título Arirang, inspirado na tradicional canção folclórica coreana, carrega significados ligados à saudade, ao amor e aos ciclos da vida, elementos que atravessam o álbum de forma mais íntima.

No fim, o retorno do BTS não funciona só como um novo lançamento, mas como um ajuste de rota. Depois de experiências individuais e de um tempo longe dos palcos como grupo, Arirang mostra um BTS mais consciente do próprio som, do próprio tempo e do espaço que ocupa hoje na indústria, e isso muda completamente a forma como esse comeback se sustenta.

 

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Leia também: Como o retorno do BTS com Arirang reescreve a regra do ídolo pop

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cultura Cultura turca Especiais Notícias

Especial | Hafsanur Sancaktutan: conheça a carreira e os trabalhos mais marcantes da atriz turca

No aniversário da estrela, o Entretê reúne curiosidades sobre a trajetória e relembra alguns dos papéis mais marcantes da atriz

Hoje é dia de celebrar a vida de Hafsanur Sancaktutan. A atriz turca completa 26 anos nesta sexta (20), e o Entretê relembra momentos de sua trajetória artística e alguns dos trabalhos que marcaram sua carreira na televisão.

Imagem de Hafsanur para o Instagram
Foto: reprodução/Instagram @hafsanur.sancaktutan

Nascida em 20 de março de 2000, em Istambul, na Turquia, Hafsanur Sancaktutan demonstrou interesse pela atuação ainda muito jovem. Antes de conquistar espaço nas produções televisivas, a atriz iniciou sua formação nos palcos, participando de peças de teatro e recebendo reconhecimento por suas performances. Essa experiência no teatro ajudou a construir o estilo interpretativo que hoje chama a atenção do público nas dizis.

A estreia de Hafsanur na televisão aconteceu em 2018, na série Gülperi, em que interpretou a personagem Fidan. A partir daí, a atriz passou a integrar diferentes produções e rapidamente ganhou destaque entre os novos talentos da dramaturgia turca.

Fora das telas, ela costuma ser descrita como uma pessoa tranquila e bastante observadora. Em entrevistas, a atriz já comentou que essas características também influenciam sua forma de construir personagens e compreender as histórias que interpreta.

Foto de Hafsanur para o Instagram
Foto: reprodução/Instagram @hafsanur.sancaktutan

Além da atuação, Hafsanur também demonstra interesse por outras áreas criativas. Ela já revelou que um de seus planos para o futuro é escrever sua própria história, explorando o universo da narrativa sob uma nova perspectiva.

Apaixonada por viagens, a atriz frequentemente compartilha momentos explorando novos lugares e culturas. Em uma de suas entrevistas, Hafsanur revelou ainda que entende um pouco de português e que tem vontade de aprender espanhol, algo que a aproxima ainda mais de seu crescente público internacional.

Foto de Hafsanur para o Instagram
Foto: reprodução/Instagram @hafsanur.sancaktutan

Agora, relembramos algumas das dizis mais marcantes da carreira da atriz:

Gülperi

Em Gülperi (tradução livre: Gulperi, 2018), Hafsanur interpretou Fidan, um papel coadjuvante que foi importante para apresentá-la ao público e marcar seu primeiro contato com grandes produções televisivas. A série acompanha a história de uma mãe que luta para recuperar a guarda dos filhos após a morte do marido.

Cena de Hafsanur em Gülperi
Foto: divulgação/IMDb
Son Yaz

Na dizi Son Yaz (O Último Verão, 2021), a atriz interpreta Yağmur Kara, filha do promotor Selim Kara (Ali Atay). A história começa quando Selim aceita proteger Akgün Gökalp Taşkın (Alperen Duymaz), filho do líder da máfia Selçuk Taşkın (Arif Pişkin). No entanto, Akgün acaba se apaixonando por Yağmur, o que gera ainda mais tensão na relação entre o rapaz e o promotor.

Personagens principais de Son Yaz
Foto: reprodução/Dizilah
Dünyayla Benim Aramda

No drama romântico Dünyayla Benim Aramda (Jogando com o Amor, 2022), exibido no Disney+, Hafsanur integra o elenco da história que gira em torno de Ilkin (Demet Özdemir). Insegura sobre os sentimentos do namorado famoso, ela cria uma conta falsa nas redes sociais para conversar com ele, usando uma estagiária (Hafsanur Sancaktutan) como parte do plano.

Personagens de Dünyayla Benim Aramda
Foto: reprodução/IMDb
Ya Çok Seversen

Um dos trabalhos mais conhecidos internacionalmente da atriz é Ya Çok Seversen (Se o Destino Quiser, 2023), no qual contracenou com Kerem Bürsin. Na trama, Hafsanur interpreta Leyla, uma golpista que cruza o caminho de Ateş Arcalı (Kerem Bürsin), um herdeiro que retorna a Istambul para cuidar dos filhos da madrasta após a morte do pai.

Casal principal de Ya Çok Seversen
Foto: reprodução/Dizilah
Kıskanmak

Atualmente, a atriz está no ar em Kıskanmak (tradução livre: Ciúmes, 2025), adaptação do romance clássico de Nahid Sırrı Örik. Na produção, Hafsanur interpreta Mükerrem Şen, uma mulher que enfrenta problemas em seu casamento e vive uma história cheia de conflitos.

Personagens centrais de Kıskanmak
Foto: reprodução/Dizilah

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Leia também: Kıskanmak: o novo projeto de Hafsanur Sancaktutan

 

Texto revisado por Kaylanne Faustino

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Cultura turca Notícias

Rojbin Erden estreia em Sevdiğim Sensin e movimenta a trama

Famosa por seu papel em Yabani, a atriz se junta ao elenco da dizi e traz mudanças importantes para a história

 

A série Sevdiğim Sensin (tradução livre: Você é Quem Eu Amo), estrelada por Aytaç Şaşmaz (Jogos do Destino, 2021) e Helin Kandemir (A Enciclopédia de Istambul, 2025), está dominando a audiência das quintas na Turquia. Agora, outro nome de peso se juntou ao elenco: Rojbin Erden.

A partir do episódio cinco, que foi ao ar nessa quinta (19), a atriz Rojbin Erden estreou na série como Feride, diretora da instituição Aldur Derneği. As primeiras cenas mostram que a nova personagem aparenta ser dura e implacável, mas esconde uma personalidade completamente diferente por trás dessa imagem.  

No episódio, a protagonista Dicle (Helin Kandemir) visitou a associação Aldur e acabou cruzando o caminho de Feride. A relação das duas, que nasce desse encontro, promete trazer novos caminhos que vão impactar a história nos próximos episódios

A entrada de Rojbin na série deu o que falar e os fãs, intrigados pela narrativa que vai se desenrolar nos próximos episódios, comentaram com empolgação a chegada de Feride.

Sobre a atriz
Foto: reprodução/ Star TV

 

Rojbin Erden é uma jovem atriz turca que está fazendo sucesso desde sua estreia na atuação. Seu maior destaque foi a personagem Asi, na dizi Yabani (tradução livre: Selvagem, 2023).

Asi e seu par romântico, Alaz Soysalan, conquistaram o coração do público. O casal AsLaz fez sucesso internacional, chegando a ganhar um vídeo feito por fãs exibido na Times Square.

A atriz também participou do elenco de Gelsin Hayat Bildiği Gibi. Em entrevista exclusiva à Entretetizei, Rojbin afirmou que tem vontade de conhecer o Brasil, em especial lugares históricos como Canela, município no Rio Grande do Sul.

Sobre Sevdiğim Sensin

 

Foto: reprodução/ Dizilah

 

A dizi turca Sevdiğim Sensin (tradução livre: Você é Quem Eu Amo) apresenta uma trama dramática centrada no romance entre Dicle (Helin Kandemir), uma jovem criada em uma aldeia e sem acesso à educação formal, e Erkan (Aytaç Şaşmaz), um soldado vindo de Istambul.

 

Após um terremoto, Erkan decide se casar com Dicle e levá-la para a cidade grande, acreditando oferecer a ela uma nova oportunidade de vida. No entanto, ao chegar ao novo ambiente, a protagonista passa a enfrentar preconceitos, conflitos familiares e dificuldades de adaptação, enquanto tenta preservar sua identidade e manter sua essência diante de um mundo completamente diferente do que conhecia.  

 

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Leia também: Entrevista exclusiva | Rojbin Erden fala sobre Yabani, o sucesso de AsLaz e deixa mensagem para os fãs

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

 

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Cinema Música Notícias

Bring Me The Horizon leva show histórico em São Paulo para os cinemas

Apresentação da banda no Allianz Parque em 2024 ganha adaptação imersiva para exibição global

A banda Bring Me The Horizon alcançou o marco de maior show solo de sua carreira ao lotar o Allianz Parque durante sua passagem pelo Brasil, em 2024. Agora, a experiência vivida por mais de 50 mil pessoas poderá ser compartilhada com fãs ao redor do mundo com o lançamento do filme Bring Me The Horizon: L.I.V.E. in São Paulo (Live Immersive Visual Experiment).

O grupo anunciou em suas redes sociais que o longa será exibido mundialmente em sessões especiais neste mês. No Brasil, diversas redes de cinema trazem exibições extras entre os dias 25 a 29 de março, como UCI, Kinoplex, Cinemark, Cinépolis e Cine Belas Artes. 

Reunindo diferentes fases da carreira da Bring Me The Horizon, a produção passa por álbuns como Sempiternal (2013), That’s the Spirit (2015) e amo (2019), além da série POST HUMAN, iniciada em 2020 com POST HUMAN: HORROR SURVIVAL e que chega ao disco mais recente, POST HUMAN: NeX GEn (2024).

A escolha do show em São Paulo, realizado pela 30e, funciona como um reconhecimento do público brasileiro, descrito pelos próprios integrantes como protagonista de uma das noites mais marcantes de sua trajetória.

Os ingressos para as sessões já estão disponíveis e podem ser adquiridos na página oficial do projeto. 

Vendas online em: https://bmth.live/

Já garantiu o seu ingresso para viver essa experiência? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Siyeon, do Dreamcatcher, retorna ao Brasil com a banda de rock ChRocktikal

 

Texto revisado por Cristiane Amarante

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Livros Notícias

Companhia das Letrinhas anuncia releitura de João e Maria escrita por Stephen King

Releitura do clássico dos Irmãos Grimm ganha ilustrações de Maurice Sendak

A Companhia das Letrinhas anuncia a publicação, no Brasil, de uma releitura inédita do clássico João e Maria, escrita por Stephen King e ilustrada por Maurice Sendak. A obra, com tradução de Regiane Winarski, chega às livrarias em 24 de março de 2026 e propõe um novo olhar para o conto dos Irmãos Grimm, combinando o tom sombrio característico de King com o traço expressivo e inquietante de Sendak, consagrado por trabalhos como Onde Vivem os Monstros (1963).

Foto: reprodução/Companhia das Letrinhas

Desenvolvido em colaboração com a Fundação Maurice Sendak, o livro nasce a partir de ilustrações criadas originalmente para o catálogo de uma adaptação teatral da história. Na edição, King assina uma introdução em primeira pessoa, na qual compartilha o impacto dessas imagens em seu processo criativo. Duas de suas imagens, em particular, me chamaram a atenção: uma era da bruxa má em sua vassoura com um saco de crianças raptadas atrás dela; a outra era da infame casa de doces se transformando em um rosto terrível. Eu pensei: ‘É assim que a casa realmente se parece, um demônio doente de pecado, e só mostra essa face quando as crianças viram as costas. Eu queria escrever isso!”, explicou King em uma declaração emitida pela HarperCollins. 

Foto: reprodução/Stephen King
Foto: reprodução/Stephen King

A edição internacional foi lançada em setembro de 2025 no Reino Unido pela Hodder Children’s Books, parte do Hachette Children’s Group, e nos Estados Unidos pela HarperCollins Children’s Books, consolidando a obra como um encontro inédito entre dois nomes fundamentais da literatura contemporânea.

Foto: reprodução/Stephen King

Na trama, João e Maria enfrentam a fome e o abandono após a madrasta convencer o pai a deixá-los na floresta. Perdidos e à beira do desespero, os irmãos encontram uma casa feita de doces que surge como uma promessa de salvação, mas que pode esconder um destino ainda mais cruel. A narrativa resgata a essência do conto original, ao mesmo tempo em que ganha novas camadas a partir da atmosfera densa construída por King e das ilustrações que ampliam o senso de inquietação.

Foto: reprodução/Companhia das Letrinhas

Com 48 páginas e preço de capa de R$ 79,90, o lançamento reúne texto e imagem em uma edição que dialoga tanto com leitores já familiarizados com a obra de King quanto com admiradores do legado de Sendak e dos contos clássicos. Mais do que uma releitura, o livro propõe uma experiência estética que revisita o imaginário infantil sob uma perspectiva mais sombria e provocativa.

Sobre o autor e o ilustrador

Stephen King é autor de mais de 50 best-sellers mundiais e um dos nomes mais influentes da literatura contemporânea. Entre suas obras de destaque está a série A Torre Negra (1970-2003), um épico de fantasia que levou três décadas para ser concluído e que se conecta a diversos elementos de seu universo literário.

Foto: reprodução/CNN Brasil

Maurice Sendak ilustrou livros que venderam mais de 30 milhões de cópias e foram traduzidos para mais de 40 idiomas. Em 1964, recebeu a Medalha Caldecott por Onde Vivem os Monstros (1963), obra que se tornou um marco na literatura infantil. Ao longo da carreira, também foi reconhecido com o prêmio Hans Christian Andersen e o Astrid Lindgren Memorial Award (ALMA). Sendak faleceu em 2012, deixando um legado de mais de 150 obras ilustradas.

Foto: reprodução/Grupo Companhia das Letras

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Leia também: Clube da Luta ganha edição especial de 30 anos pela Editora Record

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cinema Livros Notícias

Off Campus: teaser e data de estreia são divulgados

Todos os episódios estreiam em 13 de maio deste ano no Prime Video

Os amantes literários de Off Campus já podem comemorar! O Prime Video anunciou hoje (19) a data de estreia e o teaser da aguardada série Amores Improváveis (Off Campus). Baseada na série de livros de Elle Kennedy e adaptada para a televisão por Louisa Levy, todos os episódios estarão disponíveis no streaming em mais de 240 países e territórios ao redor do mundo no dia 13 de maio de 2026.

A série de livros traz um drama universitário que acompanha um time de elite de hóquei no gelo e as mulheres em suas vidas enquanto lidam com o amor, a autodescoberta, desilusões, amizades e mais. Cada livro foca em um personagem e uma história de amor diferentes. A primeira temporada conta o romance sexy e divertido entre a compositora Hannah (Ella Bright) e o astro do hóquei da Universidade Briar, Garrett (Belmont Cameli), mostrando que, muitas vezes, os opostos de fato se atraem.

Assista ao teaser trailer oficial:

Entre os atores de Amores Improváveis (Off Campus) já anunciados anteriormente, além de Bright e Cameli, estão Mika Abdalla, Antonio Cipriano, Jalen Thomas Brooks, Josh Heuston e Stephen Kalyn

A criadora Louisa Levy é também co-diretora e produtora executiva da série, juntamente com Gina Fattore. Wyck Godfrey, Marty Bowen, James Seidman, da Temple Hill, e Leanna Billings, da Billings Productions, junto de Neal Flaherty atuam como produtores executivos do projeto.

Mesmo antes da estreia, Amores Improváveis (Off Campus) já foi oficialmente renovada para a segunda temporada.

Preparados para os protagonistas de O Acordo? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Sonic 4: O Filme tem primeiro teaser divulgado

 

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Cinema Notícias

Sonic 4: O Filme tem primeiro teaser divulgado

Um novo capítulo da aventura chega aos cinemas em 2027

Com estreia nos cinemas prevista para 18 de março de 2027, Sonic 4: O Filme tem seu primeiro teaser revelado pela Paramount Pictures. O icônico Sonic – personagem principal da franquia de filmes inspirada na série de videogames de mesmo nome –, da SEGA, retorna para mais uma grande aventura. 

O novo longa de ação e comédia traz grandes novidades para os fãs: a chegada da clássica personagem Amy Rose, com a voz de Kristen Bell (The Good Place, 2016) no original e a participação de Ben Kingsley (O Clube do Crime das Quintas-Feiras, 2025) em um papel ainda não revelado.

Assista ao teaser:

Sob a direção de Jeff Fowler, que também dirigiu os três primeiros sucessos da saga, Sonic 4: O Filme retorna com Ben Schwartz como a voz do personagem principal e um elenco de peso, que conta com Jim Carrey (O Máscara, 1994), Idris Elba (Zootopia 2, 2025), Keanu Reeves (John Wick, 2014) e outros grandes nomes.

Ansiosos pela continuação? Conta para a gente nas redes sociais do Entretetizei  (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Halle Bailey e Regé-Jean Page vivem casal em Eu & Você na Toscana

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Notícias Séries

Demolidor: Renascido, venha relembrar a primeira temporada

Série do Homem sem Medo retorna com episódios inéditos em março

O Universo Marvel está em contagem regressiva para o retorno de Demolidor: Renascido. A série volta ao Disney+ em 24 de março com a nova etapa da jornada de Matt Murdock (Charlie Cox), o advogado vigilante, para derrubar o império criminoso de Wilson Fisk, o Rei do Crime (Vincent D’Onofrio). 

Para preparar sua volta à Hell’s Kitchen, confira tudo o que você precisa lembrar da primeira temporada antes da estreia da segunda!

Situada anos após a conclusão da série Demolidor (2015 a 2018), Demolidor: Renascido teve um começo um pouco trágico. O trio Matt Murdock, Foggy Nelson (Elden Henson) e Karen Page (Deborah Ann Woll) celebrava a aposentadoria do policial Cherry (Clark Johnson) quando Benjamin Poindexter (Wilson Bethel) arma uma emboscada que acaba mal. Após uma luta brutal, o vilão mata Foggy e é jogado do telhado de um prédio pelo Demolidor.

Poindexter sobreviveu à queda e foi sentenciado à prisão perpétua, mas as consequências do seu ataque foram sentidas fora das grades. Karen Page se mudou de Nova York e Matt Murdock decidiu aposentar o Demolidor. 

Sem os amigos ou a identidade secreta, o advogado monta um novo escritório com Kirsten McDuffie (Nikki M. James) e Cherry, que se torna detetive da firma após descobrir a identidade secreta do Demolidor.

Matt Murdock/Demolidor (Charlie Cox) e Karen Page (Deborah Ann Woll) na segunda temporada de Demolir: Renascido
Foto: divulgação/Disney+

Com certo custo, Matt começou a reconstruir sua própria vida, em especial graças ao novo romance com a psicóloga Heather Glenn (Margarita Levieva). Entretanto, sua paz chega ao fim quando descobre que seu antigo inimigo, o criminoso Wilson Fisk, está concorrendo à prefeito, prometendo acabar com os vigilantes mascarados.

A candidatura de Fisk motivou Murdock a encontrá-lo para uma conversa que terminou em promessas. Enquanto o ex-Demolidor jurou intervir caso o Rei do Crime saia da linha, Fisk afirmou que haveria consequências se ele voltasse a agir como vigilante. 

E tudo se intensificou quando Fisk venceu a candidatura, inaugurando uma nova era para Nova York e para Matt Murdock.

Matt Murdock (Charlie Cox) e Fisk ((Vincent D’Onofrio) na primeira temporada de Demolidor: Renascido
Foto: reprodução/Universo Marvel 616
O caso do Tigre Branco

Enquanto acompanhava as atividades do prefeito eleito, Matt Murdock voltou à vida de advogado. Em Demolidor: Renascido, um de seus casos mais importantes envolveu Hector Ayala (Kamar de los Reyes), que agia secretamente como o vigilante Tigre Branco. 

Ayala foi detido após tentar intervir em um caso de violência policial, resultando na morte acidental de um dos oficiais, que escorregou e caiu nos trilhos do trem durante o confronto. Sabendo que o homem era inocente graças a seus dons aguçados, Matt trabalhou dobrado para garantir sua liberdade e segurança.

A situação se complica quando Ayala e a testemunha agredida se tornam alvos de um grupo de policiais corruptos e assassinos, que adotaram como símbolo a caveira do Justiceiro. 

Lutando dentro e fora dos tribunais para manter os envolvidos no caso a salvo, Matt consegue garantir a liberdade de seu cliente ao revelar suas boas ações como vigilante. Porém, o advogado não foi capaz de convencê-lo a aposentar o Tigre Branco. Ao sair em patrulha, Ayala é assassinado por alguém que veste um traje com o símbolo do Justiceiro.

Hector Ayala (Kamar de los Reyes) como Tigre Branco na primeira temporada de Demolidor: Renascido
Foto: reprodução/Universo Heroico

Ao descobrir que a bala que matou seu cliente trazia o símbolo de Frank Castle (Jon Bernthal), Murdock procurou o vigilante para confrontá-lo. O reencontro dos dois se transformou em um acerto de contas: o advogado cobrou que Castle assumisse a responsabilidade por inspirar fãs desse tipo e usasse seus talentos para ajudar pessoas. Em resposta, Frank forçou Matt a admitir a culpa que sentia pela morte de Foggy.

Em paralelo, Wilson Fisk e a esposa, Vanessa (Ayelet Zurer), começam a trabalhar para controlar a cidade enquanto passam por uma crise no casamento. Na vida profissional, ele trabalha para recuperar o porto de Red Hook enquanto ela trabalha para intermediar conflitos no império criminoso que assumiu na ausência do marido. Já na parte pessoal, os dois começam a fazer terapia de casal com Heather Glenn, a namorada de Matt Murdock.

A chegada do Muso 

Como se Nova York não estivesse caótica o suficiente, a cidade passa a sofrer com ataques do Muso, um assassino em série que usa o sangue de suas vítimas para pintar murais pelas ruas. 

O criminoso se tornou a desculpa que o prefeito Fisk precisava para dar início a uma força-tarefa antivigilante, que ganhou poderes para agir acima da lei e responder apenas a ele.

Enquanto isso, Matt Murdock soube que Hector Ayala estava investigando o Muso antes de morrer. Inicialmente, o advogado tentou não se meter, mas foi obrigado a agir quando o criminoso raptou Angela del Toro (Camila Rodriguez), a sobrinha do Tigre Branco. O sumiço da jovem inspirou Matt a finalmente trazer o Demolidor de volta.

Demolidor no seu traje na primeira temporada de Demolidor: Renascido
Foto: reprodução/Correio Braziliense

Com o traje vermelho, ele encontrou o assassino e lutou para resgatar Angela em segurança. A jovem contou à polícia o que aconteceu e a notícia do retorno do Homem Sem Medo não demorou a chegar ao prefeito, que não ficou nada feliz com a volta do velho inimigo.

Acontece que o Muso é Bastian Cooper (Hunter Doohan), um paciente de Heather Glenn que decide matá-la para criar uma nova obra. O fato da doutora estar na mira do assassino é descoberto tanto pela força-tarefa quanto pelo Demolidor, que impede e luta contra o criminoso, um combate que termina com a própria psicóloga matando o serial killer. 

Com a fuga do Demolidor da cena do crime, a força-tarefa de Fisk recebe os créditos pela morte do Muso.

Um vigilante, um prefeito e um assassino

Com o fim do caso do Muso, Benjamin Poindexter retorna à cena em Demolidor: Renascido. Após ser retirado da solitária e misturado aos demais presos por ordem de Wilson Fisk – numa clara tentativa de eliminar provas –, o assassino pede para falar com Matt Murdock. 

O advogado, inicialmente relutante, aceita o pedido para tentar entender melhor a recente descoberta de que Foggy Nelson foi morto nas vésperas de um caso que sabia que havia ganho.

Ao ser questionado por Murdock se ele havia sido contratado para matar Foggy, Poindexter afirma que só responderá se o advogado concordar representá-lo e tirá-lo da prisão. Enraivecido, Matt agride o assassino de seu amigo e recusa a oferta. Com o talento de transformar tudo em arma, o Mercenário usa um dente quebrado para matar um médico e um guarda, e escapa.

Após a fuga, ele decide ir a um baile organizado pelo Wilson Fisk, que usou o evento para voltar a intimidar e chantagear figuras poderosas a apoiar o projeto do porto de Red Hook. Durante a festa, Matt descobre que quem encomendou a morte de Foggy foi Vanessa, a esposa do prefeito, e a coloca na parede.

Ao mesmo tempo, o prefeito tira Heather Glenn para dançar e começa a contar a ela que Matt é o Demolidor. Porém, antes que a revelação seja feita, Poindexter atira no Rei do Crime, que só não é alvejado porque Murdock pula e toma o tiro por ele.

À frente, Matt Murdock (Charlie Cox) conversando com  Vanessa (Ayelet Zurer). Ao fundo Fisk (Vincent D’Onofrio) dançando com Heather Glenn (Margarita Levieva)
Foto: reprodução/Universo Marvel 616

No último episódio da temporada, um flashback revela que Vanessa Fisk contratou Poindexter para matar Foggy e um de seus clientes a fim de impedir a divulgação do caso de corrupção dentro do FBI que facilitou a libertação de Wilson Fisk.

De volta ao presente, o prefeito retorna definitivamente ao mundo do crime e se aproveita do atentado contra sua vida para iniciar uma caça a todos os vigilantes de Nova York. O Rei do Crime isola a cidade, inicia um blecaute geral e manda seus capangas matarem Murdock.

O advogado,por sua vez, não perdeu tempo e, ainda no hospital, contou tudo o que descobriu à sócia, Kirsten McDuffie, para pedir acesso à papelada do caso final de Foggy.

Sabendo que se tornaria um alvo do prefeito, Matt foge e reencontra o Justiceiro, que se envolveu após prometer a Karen Page que manteria o advogado seguro. Vestindo o traje de Demolidor, o advogado une forças a Frank Castle para combater a força-tarefa anti-vigilante. 

Após sobreviver à emboscada, eles se dividem: enquanto Murdock parte com Karen para recuperar os documentos do caso que causou a morte de Foggy, o Justiceiro decide caçar os policiais corruptos que usam sua caveira.

Demolidor e Justiceiro (Jon Bernthal) na primeira temporada de Demolidor: Renascido
Foto: reprodução/Universo Marvel 616

Pelo lado de Frank Castle, as coisas não acabam bem. Após matar muitos dos membros da força-tarefa, ele é capturado. Mas, em vez de ser morto, ele recebe um convite para se juntar a seus fãs. 

O Justiceiro recusa a oferta e termina surrado e capturado por eles – um cárcere que não dura muito, já que a cena pós-créditos da primeira temporada revela que ele escapou da prisão clandestina que continha desafetos sequestrados pelos capangas de Wilson Fisk.

Enquanto isso, Demolidor e Karen descobrem o segredo que causou a morte de Foggy. O porto de Red Hook, que Fisk passou seu mandato tentando revitalizar, é isento da jurisdição dos EUA, basicamente uma terra sem-lei que seria perfeita para o Rei do Crime realizar suas atividades ilegais sem ser incomodado. 

Após a revelação, eles vão até o porto e percebem que o local está cheio de agentes da força-tarefa, o que faria um ataque frontal ser inútil e potencialmente suicida. 

No dia seguinte, Wilson Fisk manda religar a energia e coloca Nova York sob lei marcial, criminalizando todos os vigilantes e dando plenos poderes à sua força-tarefa. Além disso, ele contrata Heather Glenn, que passou a antipatizar com vigilantes após o ataque do Muso, para ser sua comissária de saúde mental.

Demolidor na primeira temporada de Demolidor: Renascido
Foto: reprodução/Cinebuzz

Do outro lado da cidade, o Demolidor reúne aliados para montar um exército capaz de lutar contra Fisk e o império criminoso que ele está estabelecendo para recuperar a cidade sob o lema “resistir, rebelar, reconstruir”. E foi com esse clima de tensão que a primeira temporada chegou ao fim.

Agora, é só esperar para descobrir quais serão os próximos passos no embate entre o prefeito e o Homem Sem Medo na segunda temporada de Demolidor: Renascido, que chega ao Disney+ em 24 de março.

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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