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100 Noites de Desejo ganha trailer oficial e cartaz

Estrelado por Emma Corrin, Nicholas Galitzine e Maika Monroe, filme chega aos cinemas em junho

A temporada de lançamentos cinematográficos de 2026 acaba de ganhar mais um nome. Foram divulgados o primeiro trailer e o cartaz oficial de 100 Noites de Desejo, produção que chega aos cinemas brasileiros no dia 4 de junho e promete atrair o público com um elenco repleto de nomes em ascensão em Hollywood.

Pôster do filme 100 Noites de Desejo
Foto: divulgação/Paris Filmes

Na trama, a inocente noiva Cherry (Maika Monroe) está em um relacionamento infeliz com um parceiro negligente. Vivendo em uma área isolada, sua única companhia é a de sua criada, Hero (Emma Corrin). No entanto, a chegada de um hóspede encantador (Nicholas Galitzine) coloca à prova a dinâmica entre os moradores do castelo, gerando tensões e reviravoltas.

Confira o trailer:

O filme é uma adaptação do livro As 100 Noites de Hero, da autora Isabel Greenberg. Nas telas, a história ganha vida a partir de um trio de protagonistas: Emma Corrin (The Crown, 2016–2023), Nicholas Galitzine (Uma Ideia de Você, 2024) e Maika Monroe (Corrente do Mal, 2014).

O longa conta ainda com Amir El-Masry, Charli XCX, Richard E. Grant e Felicity Jones no elenco secundário. A direção é de Julia Jackman, que também assina o roteiro.

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Leia também: 5 filmes de casamento para assistir em preparação para O Drama

 

Texto revisado por Cristiane Amarante

 

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Anne Hathaway domina 2026 com 5 estreias e prova por que é uma das maiores estrelas de Hollywood

De épico dirigido por Christopher Nolan a sequência de clássico da moda, atriz passeia por todos os gêneros no cinema este ano

Anne Hathaway vive um dos momentos mais impressionantes de sua carreira em 2026. A atriz estreia nada menos que cinco filmes ao longo do ano. Com lançamentos que começam já em abril e seguem até outubro, a atriz dominará as telonas com projetos que vão do thriller psicológico à ficção científica, passando por musical, comédia e épico mitológico. Um feito raro até mesmo para grandes nomes da indústria.

Com uma agenda que poucos astros conseguiriam sustentar, Hathaway se consolida como um dos nomes mais versáteis de Hollywood, transitando entre grandes estúdios e produções autorais em um único ano.

A maratona começa com Mother Mary, que estreia em 24 de abril nos cinemas brasileiros. Produzido pela A24 e dirigido por David Lowery, o longa é descrito como um thriller pop-psicossexual. Na trama, Hathaway interpreta uma cantora que reencontra sua ex-melhor amiga às vésperas de um grande retorno. Um encontro que expõe feridas profundas e nada resolvidas. O elenco ainda traz Michaela Coel (I May Destroy You, 2020), Hunter Schafer (Euphoria, 2019) e FKA twigs (Grammy de Melhor Álbum de Dance ou Eletrônica, 2026). Um dos destaques é a trilha sonora original, com músicas interpretadas pela própria atriz.

Foto: reprodução/Lorena

Poucos dias depois, em 30 de abril, chega aos cinemas O Diabo Veste Prada 2, sequência de um dos maiores clássicos da cultura pop dos anos 2000. Sob direção de David Frankel (Beleza Oculta, 2016) e roteiro de Aline Brosh McKenna, o filme marca o retorno de Meryl Streep (eterna Miranda), Emily Blunt (Um Lugar Silencioso, 2018) e Stanley Tucci (Jogos Vorazes, 2012). A história acompanha Miranda Priestly enfrentando mudanças no mercado editorial e entrando em conflito com sua ex-assistente Emily, agora uma poderosa executiva.

Foto: reprodução/Inmagazine

Em julho, Hathaway integra o que já é considerado um dos projetos mais ambiciosos da década: A Odisseia, dirigido por Christopher Nolan (Oppenheimer, 2023) e baseado na obra clássica de Homero. Com estreia marcada para 16 de julho, o épico traz Matt Damon (Perdido em Marte, 2015) como Odisseu, enquanto Hathaway interpreta Penélope. O elenco ainda inclui Tom Holland (Homem-Aranha: Sem Volta para Casa, 2021), Zendaya (Duna, 2021) e Charlize Theron (Uma Saída de Mestre, 2003). Filmado em locações internacionais e com tecnologia IMAX, o longa promete grandiosidade visual e narrativa.

Foto: reprodução/Tracklist

Na sequência, em 13 de agosto, a atriz mergulha no terror com The End of Oak Street. Dirigido por David Robert Mitchell (Corrente do Mal, 2014) e produzido por J. J. Abrams (Star Wars: A Ascensão Skywalker, 2019), o filme acompanha uma família que vê seu bairro ser transportado para um local desconhecido após um evento cósmico. No elenco, Hathaway divide cena com Ewan McGregor (O Impossível, 2012).

Foto: reprodução/Variety

Encerrando o ano, em 2 de outubro, estreia Verity, adaptação do best-seller de Colleen Hoover. Dirigido por Michael Showalter (Uma Ideia de Você, 2024), o thriller psicológico traz Dakota Johnson (Cinquenta Tons de Cinza, 2015) no papel de uma escritora que descobre segredos perturbadores ao tentar finalizar a obra de uma autora misteriosa, interpretada por Anne Hathaway. O elenco ainda conta com Josh Hartnett (40 Dias e 40 Noites, 2002).

Foto: reprodução/siteRollingStones

Aos 43 anos, a atriz nova-iorquina vive um momento em que talento, escolha de projetos e timing se alinham perfeitamente. Não é exagero dizer que, por alguns meses, o cinema mundial parece girar em torno dela. Se você piscar, vai ter um novo filme de Anne Hathaway em cartaz.

Quem aí já escolheu qual vai assistir primeiro? Conta pra gente, porque a gente, sinceramente, vai em todos! E pra não perder nenhuma estreia, curiosidade ou novidade do cinema, siga nossas redes sociais: Facebook, Instagram e X.

Leia também: O Diabo Veste Prada 2: tudo sobre o filme do ano

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cultura Livros Notícias

MEC Livros amplia acesso à leitura e reforça políticas públicas no Brasil

Plataforma gratuita reúne obras clássicas e contemporâneas em biblioteca digital aberta

O consumo de livros avançou no Brasil em 2025 e os dados ajudam a entender por que iniciativas públicas de leitura se tornam cada vez mais estratégicas. De acordo com a pesquisa da Câmara Brasileira do Livro, 18% da população com 18 anos ou mais adquiriu ao menos um livro nos últimos 12 meses, um crescimento de dois pontos percentuais em relação a 2024. Na prática, isso representa cerca de três milhões de novos leitores no período. 

Embora o avanço seja significativo, ele também evidencia um desafio estrutural: o acesso ao livro ainda é desigual no país. Nesse cenário, políticas públicas voltadas à democratização da leitura não apenas acompanham esse crescimento, como podem ser determinantes para ampliá-lo.

É nesse contexto que iniciativas como o MEC Livros ganham relevância, e foi a partir dessa perspectiva que o Clube do Livro do Entretê apurou o funcionamento da plataforma, explorou seu catálogo e analisou seu papel no incentivo à leitura. Mais do que uma biblioteca digital, a iniciativa se revela como uma ferramenta concreta de acesso, formação e incentivo em escala nacional.

O que é o MEC Livros?
Foto: reprodução/Instagram @lulaoficial

A biblioteca digital do Brasil é uma iniciativa do Governo Federal que amplia o acesso público e gratuito a obras literárias em formato digital. A plataforma reúne tanto títulos em domínio público quanto obras contemporâneas licenciadas, formando um acervo que dialoga com diferentes perfis de leitores.

Coordenado pelo Ministério da Educação, o projeto conta com a participação de instituições parceiras do campo do livro, da leitura e da literatura. Seu catálogo é estruturado a partir de critérios que priorizam diversidade literária, cultural e linguística – um ponto central para ampliar não apenas o acesso, mas também a representatividade dentro das leituras disponíveis. 

Segundo o próprio MEC, as obras contemporâneas que ainda não estão em domínio público, passam por um processo de curadoria técnica e contam com autorização dos detentores de direitos autorais. A seleção segue critérios que valorizam a diversidade literária, cultural e linguística, ampliando o alcance e a representatividade do acervo.

Mais do que uma coleção digital, o MEC Livros se posiciona como ferramenta educacional. O acervo inclui obras voltadas ao apoio pedagógico, atendendo estudantes, professores e pesquisadores, especialmente no contexto da educação básica.

O que é possível encontrar na plataforma
Foto: reprodução/Diário do Nordeste

Com mais de 7 mil títulos disponíveis, o catálogo do MEC Livros é pensado para equilibrar formação e fruição. Entre os destaques, estão clássicos da literatura brasileira e internacional, além de uma ampla seleção de obras contemporâneas. Essa variedade se reflete na diversidade de gêneros e autores: o leitor pode transitar entre romances, ensaios e diferentes vertentes literárias – incluindo nomes como Han Kang, laureada com o Prêmio Nobel de Literatura em 2024. A presença de autores contemporâneos amplia o alcance da plataforma e aproxima o acervo de debates atuais.

A experiência de leitura também segue a lógica de bibliotecas tradicionais. Cada obra pode ser acessada por um período de 14 dias, com possibilidade de renovação caso a leitura não seja concluída nesse prazo, sendo que só é possível emprestar um livro por vez. Durante esse tempo, o usuário pode fazer anotações e grifar trechos, o que reforça o uso da plataforma tanto para estudo quanto para leitura por interesse pessoal. Há também um limite de exemplares disponíveis por título e, caso todos estejam emprestados, o usuário pode entrar em uma fila de espera para acessar a obra após a devolução.

Foto: divulgação/Entretetizei
Foto: reprodução/MSN

A leitura acontece diretamente no site, que oferece recursos de personalização, como ajuste de fonte, tamanho do texto e cor de fundo, tornando a experiência mais acessível e adaptável a diferentes perfis de leitores.

Além disso, a organização do conteúdo facilita a navegação e o uso em contextos educacionais. Professores podem utilizar o acervo como suporte em sala de aula, integrando a leitura a práticas pedagógicas mais amplas.

Como acessar o MEC Livros
Foto: reprodução/Clic Camaquã

O acesso ao MEC Livros é público e gratuito. A leitura das obras ocorre diretamente na plataforma digital mediante login com conta gov.br – o que garante integração com outros serviços públicos e maior segurança no uso.

Na prática, isso significa que qualquer pessoa com acesso à internet pode utilizar a biblioteca, sem custos. Em um país onde o preço do livro ainda é um fator limitante para grande parte da população, essa característica é central para o alcance da iniciativa.

Por dentro da plataforma do MEC Livros
Foto: divulgação/Entretetizei

O Clube do Livro do Entretê também navegou pela plataforma para entender, na prática, como funciona a experiência do usuário, e o resultado é consistente com a proposta de democratização.

Um dos pontos mais evidentes é a variedade do acervo. Há uma preocupação clara em contemplar diferentes públicos, incluindo literatura infantil – como Amoras (2018), do Emicida – e obras voltadas à comunidade LGBTQIAP+ – como Enquanto Eu Não Te Encontro (2021), do brasileiro Pedro Rhuas –, o que reforça o compromisso com diversidade e representatividade.

A navegação é intuitiva e de fácil compreensão, o que torna o uso acessível para diferentes faixas etárias, inclusive para quem não tem familiaridade com plataformas digitais. O acervo é organizado em seções como Em Alta, Best-sellers e Autores Clássicos Brasileiros, além de permitir a exploração por categorias – com indicação da quantidade de títulos disponíveis em cada uma.

Foto: divulgação/Entretetizei
Foto: divulgação/Entretetizei

Outro destaque é a personalização da experiência. A aba Minha Estante reúne os livros em leitura, já lidos, favoritos e títulos salvos, enquanto o espaço Meu Progresso apresenta métricas como livros concluídos, tempo de leitura, páginas lidas e dias seguidos de acesso. Esses recursos aproximam a plataforma de aplicativos de leitura já consolidados, incentivando a continuidade do hábito.

Apesar dos pontos positivos, a experiência não é isenta de falhas. Durante a navegação, o Clube do Livro do Entretê identificou algumas limitações na plataforma, especialmente na versão via navegador. O botão de grifar, por exemplo, não está disponível nesse formato, o que restringe parte das funcionalidades de leitura ativa. Também há certa dificuldade no processo de devolução dos livros, que não é tão intuitivo quanto o restante da navegação. Além disso, a barra de pesquisa não exibe todos os títulos do acervo, o que pode dificultar a localização de obras específicas. Ainda que não comprometam o uso geral, esses pontos indicam ajustes necessários para aprimorar a experiência do usuário.

Por que iniciativas como essa importam?
Foto: reprodução/Instagram @lulaoficial

O crescimento no consumo de livros no Brasil não acontece de forma isolada. Ele está diretamente ligado a fatores como renda, escolaridade e acesso – e é justamente nesse ponto que políticas públicas fazem diferença.

Historicamente, o acesso à literatura em sua totalidade esteve concentrado em uma parcela mais privilegiada da população. O custo dos livros, a distribuição desigual e a ausência de equipamentos culturais em diversas regiões contribuíram para transformar a leitura em um hábito, muitas vezes, associado a uma elite.

Projetos como o MEC Livros atuam diretamente na tentativa de reverter esse cenário. Ao oferecer um acervo gratuito, digital e diverso, a iniciativa reduz barreiras e amplia o contato com a leitura em contextos onde ele antes era limitado ou inexistente.

Além disso, o impacto vai além do hábito de leitura. O acesso ao livro está associado ao desenvolvimento do pensamento crítico, à ampliação de repertório cultural e ao fortalecimento da educação como um todo.

Ao conectar tecnologia, educação e cultura, o MEC Livros se insere em uma estratégia mais ampla de formação de leitores. Em um país que ainda enfrenta desafios para consolidar esse hábito, iniciativas como essa não são apenas complementares, são fundamentais para transformar o acesso à leitura em um direito efetivo.

Você já fez alguma leitura pelo MEC Livros? Conta pra gente a sua experiência através das nossas redes sociais – Instagram, Facebook e X – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

Leia também: Especial | O que a ficção revela sobre envelhecer: leituras que conversam com o ENEM 2025

 

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

 

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Cinema Notícias

Marisa Monte grava faixa exclusiva para Velhos Bandidos

Interpretação da faixa What a Wonderful World integra trilha sonora do filme dirigido por Claudio Torres

A cantora e compositora Marisa Monte é responsável por um dos momentos mais marcantes de Velhos Bandidos, filme que já está em cartaz nos cinemas de todo o país, ao gravar uma versão de What a Wonderful World, clássico eternizado por Louis Armstrong especialmente para a produção.

A faixa, que ganhou novos arranjos assinados pelo maestro Carlos Trilha responsável pelos arranjos e supervisão musical da comédia , harpeja em uma das cenas mais emblemáticas do longa, logo no momento em que o quarteto de protagonistas visualiza a execução de um ousado assalto a banco.

Velhos Bandidos
Foto: divulgação/Paris Filmes

Dirigido por Claudio Torres, Velhos Bandidos apresenta a história do casal Marta (Fernanda Montenegro) e Rodolfo (Ary Fontoura), que decide colocar em prática um ambicioso plano de assalto. Para isso, eles se unem aos personagens Nancy (Bruna Marquezine) e Sid (Vladimir Brichta).

Com um elenco de peso, o filme ainda conta com participações especiais, como Lázaro Ramos, Reginaldo Faria, Vera Fischer, Tony Tornado e Nathalia Timberg, entre outros. 

Velhos Bandidos
Foto: reprodução/Paris Filmes

Já em exibição nos cinemas, Velhos Bandidos combina humor, ação e um toque de nostalgia reforçado pela participação especial da musicista Marisa Monte na trilha sonora. Confira abaixo o trailer do longa!

O que achou da participação especial nessa trilha sonora? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei  (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: House Tour: Sabrina Carpenter lança novo videoclipe

 

Texto revisado por Cristiane Amarante

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Cinema Cultura turca Notícias Sem categoria

Atrizes de A Agência se reencontram em novo projeto

Famosas por atuarem juntas em A Agência, Ahsen Eroğlu e Canan Ergüder voltam a contracenar em novo filme

Ahsen Eroğlu e Canan Ergüder, dupla que conquistou o carinho do público de A Agência (Menajerimi Ara, 2020) pela química na contracenação, se reencontram seis anos depois em um novo projeto.

Desta vez, as atrizes conhecidas pelos papéis de Dicle e Feris na comédia da Star TV mergulham em uma história de drama, com uma narrativa sobre as verdades ocultas por trás do silêncio. 

Ahsen Eroğlu e Canan Ergüder em A Agência
Foto: reprodução/Dizilah

Sükût (tradução livre: Silêncio), inicialmente criado para ser um projeto de conclusão de curso de um diretor de apenas 23 anos, conquistou uma equipe engajada e uma crença coletiva. O time decidiu transformar o TCC de Serhan Erbaş em um filme, com atuações marcantes e uma história que promete impressionar os telespectadores.

O elenco ainda conta com nomes como Enes Aydın, Orhan Öztokat, Zeynep Deniz Kayışdağ, Derya Kandil e Defne Saatçi. Já a premiada Merve Dizdar, que atuou em Kral Kaybederse (2025), participa da produção como atriz convidada.

Ahsen Eroğlu e Canan Ergüder celebram reencontro 

Na nova edição da revista HELLO! Türkiye, as duas protagonistas compartilham a emoção de trabalharem juntas novamente após tanto tempo. Canan relembrou a parceria com a colega, dizendo que desde A Agência, em 2020, as duas cultivam uma relação de mãe e filha. 

Ahsen Eroğlu e Canan Ergüder na leitura do roteiro do novo projeto
Foto: reprodução/Instagram @thesilenceshortfilm

“Anos depois, mostramos uma relação de mãe e filha mais melancólica. Eu sempre atuaria com Ahsen. O espírito transparente dela é o melhor presente que posso encontrar em uma parceira de cena”, afirmou a atriz.

Ahsen Eroğlu também destacou a conexão entre as duas. “Com certeza sentimos muita falta de atuar juntas. Eu já admirava a Canan tanto como atriz quanto pela pessoa que ela é, e poder compartilhar essa experiência novamente, agora com uma personagem diferente, foi algo extraordinário para mim”, declarou.

O que você acha que podemos esperar desse reencontro? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei  (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Novelas turcas: Yargı e A Agência chegam com exclusividade na TV brasileira

 

Texto revisado por Kalylle Isse

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Livros Notícias

O livro Sozinha, de Keka Reis, será adaptado para o cinema

Romance será levado às telas em produção nacional que aposta na força emocional da narrativa sobre luto, culpa e amadurecimento

O diálogo com a literatura contemporânea no cinema brasileiro segue crescendo e, desta vez, o romance juvenil Sozinha (2022), da escritora Keka Reis, será adaptado para as telas. O projeto promete transformar uma história íntima em uma experiência coletiva e sensível no audiovisual.

Um dos pontos chaves nessa adaptação será a participação da autora, que trabalhará diretamente com o roteiro ao lado de Mirtes Santana, o que reforça a intenção de preservar a essência da obra original. 

Keka Reis
Foto: reprodução/Tribuna de Minas
Uma história sobre culpa, perda e crescimento

Publicado originalmente para o público jovem em 2022, Sozinha acompanha a história de Rosa, uma adolescente de 15 anos marcada por uma relação intensa e conflituosa com sua mãe, Julieta

Quando Julieta morre repentinamente após um aneurisma, a narrativa ganha contornos dramáticos e muda completamente o rumo da vida da protagonista. O peso emocional ainda é intensificado quando percebemos que, pouco antes da morte de sua mãe, durante uma discussão, Rosa havia desejado que ela morresse.

A partir desse ponto, a obra mergulha no luto, na culpa e no amadurecimento precoce da personagem, construindo uma jornada emocional que dialoga diretamente com experiências reais de muitos jovens leitores.

livro Sozinha
Foto: divulgação/Gutenberg

Sozinha chega aos cinemas como uma oportunidade de transformar uma dor individual em uma experiência coletiva. Ao levar para as telas uma história com o peso emocional da trama de Keka Reis, o filme tem potencial para, além de emocionar, provocar reflexões profundas sobre relações familiares e crescimento pessoal.

O projeto está em fase de desenvolvimento e a produção ficará por conta das empresas +Galeria e Chatrone, nomes já atuantes no mercado audiovisual.

Você já leu a obra de Keka Reis? Compartilhe com a gente nas nossas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

Leia também: Resenha | Patinando no Amor aposta em romance e reencontros

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cinema Notícias

5 filmes de casamento para assistir em preparação para O Drama

O novo filme estrelado por Zendaya e Robert Pattinson chega aos cinemas do Brasil em 9 de abril

O Drama é o novo longa-metragem da A24 que estreia nos cinemas brasileiros dia 9 de abril. Com Zendaya e Robert Pattinson como protagonistas, o filme chama bastante atenção online mesmo antes de sua estreia oficial, e não é só por essa combinação de atores principais.

A história que, à primeira vista, pode parecer uma comédia romântica contém reviravoltas que estão deixando os fãs ansiosos, muitos fugindo dos possíveis spoilers desde que começaram as sessões especiais, uma semana antes do lançamento oficial do filme no Brasil. 

Escrito e dirigido por Kristoffer Borgli, O Drama conta a história do casal Emma (Zendaya) e Charlie (Robert Pattinson) que tem seu relacionamento feliz abalado por um segredo chocante às vésperas de se casarem. 

O que você faria se descobrisse, logo antes do seu casamento, a pior coisa que a pessoa com quem você vai se casar já fez? 

Assista ao trailer de O Drama

Por isso, nesse clima de romance (talvez) e muito drama (garantido!), o Entretê trouxe uma lista de 5 filmes sobre casamento para você assistir, ou reassistir, enquanto espera a estreia de O Drama. Confira: 

Noivas em Guerra
Foto: reprodução/Netflix

Emma (Anne Hathaway) e Liv (Kate Hudson) são melhores amigas que compartilham o sonho de casar no Plaza Hotel. Mas a amizade inseparável é colocada à prova quando, sem querer, elas marcam seus casamentos na mesma data e no mesmo local. Quando nenhuma quer ceder, elas passam a fazer de tudo para sabotar a cerimônia uma da outra. 

Apesar da comédia romântica acompanhar essa grande briga entre amigas enquanto duas cerimônias de casamento são planejadas ao mesmo tempo, o filme é uma verdadeira lição sobre a importância da amizade e do amor platônico, porque uma alma gêmea não precisa estar sempre em um par romântico. 

O filme está disponível no Disney+.

Mamma Mia!
Foto: reprodução/Prime Video

A noiva Sophie (Amanda Seyfried) não sabe quem é seu pai. E, na esperança de finalmente conhecê-lo, ela convida três ex-namorados de sua mãe Donna (Meryl Streep) para sua cerimônia de casamento em uma ilha grega paradisíaca. 

Em uma comédia musical com músicas da banda ABBA, esse clássico do cinema conta com outros grandes nomes como Pierce Brosnan, Colin Firth, Stellan Skarsgård, Christine Baranski e Julie Walter em seu elenco. 

O musical pode ser encontrado na Netflix.

O Casamento do Meu Melhor Amigo
Foto: reprodução/Sony Pictures

Julianne (Julia Roberts) e Michael (Dermot Mulroney), ex-namorados e melhores amigos, têm um combinado de se casarem se ambos continuarem solteiros até os 28 anos. Às vésperas da fatídica data, Michael anuncia que está prestes a se casar com outra. Julianne se descobre apaixonada por Michael e aceita o convite para ser madrinha, mas com a intenção de reconquistar o noivo antes do casamento acontecer. 

Esse é um clássico das comédias românticas queridinho de muitos. A obra de 1997 recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Trilha Sonora e teve sua sequência confirmada no ano passado, com o roteiro em desenvolvimento nas mãos de Celine Song, indicada ao Oscar por Vidas Passadas (2023) e escritora/diretora de Amores Materialistas (2025). 

O filme está disponível para aluguel no Youtube e Prime Video.

O Diário da Princesa 2: Casamento Real 
Foto: reprodução/Disney Plus

Nessa sequência do famoso O Diário da Princesa, Mia (Anne Hathaway) volta para Genovia após formar-se em Princeton. Quando chega, a avó de Mia informa à neta que, para se tornar rainha, ela precisa estar casada no prazo de 30 dias. 

Dividida entre amor e dever, Mia passa a ter sentimentos conflituosos sobre o homem que poderia estar tentando roubar sua coroa enquanto também reflete sobre suas obrigações reais e o quão justas elas realmente são. 

A história pode ser assistida no Disney+.

Quatro Casamentos e um Funeral
Foto: reprodução/Netflix

No casamento de um amigo, Charles (Hugh Grant), conhecido por sua dificuldade em assumir relacionamentos, conhece Carrie (Andie MacDowell) e se apaixona. Porém, logo em seguida ela retorna aos Estados Unidos acabando com as esperanças de Charles e deixando uma situação entre eles que só será esclarecida outros três casamentos e um funeral depois. 

A comédia romântica de 1994 é mais um clássico do gênero e levou quatro Prêmios BAFTA de Cinema em 1995, sendo eles Melhor Ator, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Direção e Melhor Filme. 

O título está disponível para aluguel no Prime Video.

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Leia também: O Diabo Veste Prada 2: tudo sobre o filme do ano 

 

Texto revisado por Luana Chicol

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Livros Notícias

Rising Thunder é o primeiro livro da nova trilogia First Blades, prequel de O Ceifador

Novo livro expande universo de Arc of a Scythe e revela origem do mundo sem morte

O universo distópico de Neal Shusterman está prestes a ganhar uma nova expansão. Rising Thunder inaugura a trilogia prelúdio First Blades e promete responder uma das maiores perguntas da saga: como a humanidade chegou ao ponto de vencer a morte… e a que custo?

A origem do Thunderhead e dos primeiros ceifadores
Rising Thunder
Foto: reprodução/OlivatoBooks

Diferente da trilogia original, Rising Thunder voltará no tempo para mostrar o nascimento do Thunderhead, a inteligência artificial que governa o mundo, e a formação dos primeiros Scythes. Segundo informações já divulgadas, a narrativa acompanha um momento instável da humanidade, quando a morte começa a se tornar opcional e os sistemas entram em colapso diante dessa nova realidade.

A trama também apresenta um grupo de adolescentes que se conectam por meio de um chat online, sem saber que suas decisões terão impacto direto no futuro da civilização. Em contraste marcante com a autoridade quase mítica que os ceifadores possuem na trilogia original, esses jovens estão ligados à criação do próprio Scythedom, sugerindo que os primeiros ceifadores surgiram de interações digitais.

Um universo em expansão
Editora Seguinte
Foto: divulgação/Editora Seguinte

Além de aprofundar o passado, o livro também deve ampliar a mitologia da saga, incluindo detalhes inéditos sobre personagens históricos que inspiraram os primeiros ceifadores e revelações aguardadas pelos fãs. 

Outro ponto importante é o conflito entre IAs rivais, em que cada uma possui sua própria visão de como salvar a humanidade. 

A obra é a primeira de três que foram planejadas e surge em um momento de renovado interesse pela franquia, que também tem uma adaptação audiovisual em desenvolvimento.

O lançamento da edição em inglês está previsto para 1º de dezembro deste ano. No Brasil, os livros de Neal Shusterman são publicados pela Editora Seguinte, mas ainda não há uma data de publicação confirmada para a versão traduzida.

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Leia também: Para Todos os Garotos que Já Amei ganhará uma nova edição

 

Texto revisado por Cristiane Amarante 

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Crítica Entretenimento Novelas

Crítica | Novelinha vertical Loquinha entrega mais profundidade ao casal

Protagonizada pelo casal sáfico de Três Graças, Loquinha entrega temáticas muito pedidas pelos fãs, mas outras que ninguém imaginava

[Contém spoiler]

O sucesso do casal Loquinha foi tão grande que seu universo extrapolou a telona da televisão e acabou ganhando sua novelinha vertical nas redes sociais da TV Globo no dia seis de abril. A produção conta com 25 episódios de aproximadamente três minutos, mas conseguiu entregar tudo o que os fãs sempre pediram nas redes sociais.

A trama da produção vertical não é inteiramente atrelada aos acontecimentos da novela, ainda que as personagens sejam as mesmas e algumas linhas acabam se cruzando – como o desenvolvimento do drama que envolveu o aluguel do apartamento do casal Loquinha até brigas do casal, sendo que na novela assistimos apenas o final feliz.

Foto: divulgação/TV Globo

O casal sáfico da novela das nove da TV Globo tem uma linda história de amor para ser mostrada em alguns capítulos verticais dedicados apenas a essa alegria, mas como toda boa história, precisamos de uma boa vilã e Lucélia cumpriu muito bem esse papel. A personagem tenta com todos os seus recursos acabar com o relacionamento de Lorena e Juquinha, aparentemente em troca de dinheiro, mas a grande reviravolta da trama é a descoberta de diários que confessam o amor secreto e obsessivo dela pela herdeira de Santiago Ferette.

Outro ponto que não é muito visto na novela da Globo é a amizade de Lorena e Juquinha com Maggye. A personagem está presente nas conquistas e tristezas do casal de uma forma natural, já que, pelo que sabemos da produção longa, a filha de Kasper e João Rubens conhece o casal desde muito antes de todos os acontecimentos. Além disso, Maggye é muito bem desenvolvida dentro de toda a história. Ela não é deixada de lado apenas como uma mera figurante, mas faz parte da vida do casal e também tem influência nas descobertas que mudaram a trajetória de toda a narrativa.

Foto: divulgação/TV Globo

A novelinha conta com todos os clichês que possamos imaginar – desde uma viagem que parece separar o casal até um carro de som com uma declaração de amor –, mas também mostra que até a relação mais linda pode ter seus problemas. Diante das tentativas de Lucélia e Macedo de acabar com o relacionamento das protagonistas, o relacionamento de Lorena e Juquinha é estremecido e conhecemos uma nova face das duas: o ciúmes e a desconfiança.

O grande pivô desses sentimentos é Teca, uma ex de Juquinha determinada a conseguir reconquistar sua amada. Para isso, ela se junta a Lucélia, inventando mentiras e até sequestrando Bóris, o amado gato de Juquinha. Isso é feito de uma maneira muito natural, apesar de serem armações. A motivação de Teca é compreensível: ela quer sua ex de volta.

A linguagem da novelinha é própria para redes sociais, tudo ocorre de forma muito rápida e dinâmica, o que acaba trazendo seu lado negativo: a falta de profundidade de alguns temas. A resolução de alguns conflitos acaba parecendo apenas uma decisão fácil e não um verdadeiro entendimento. Entretanto, quando tudo é esclarecido fica mais fácil entender o ponto de vista das personagens e o grande carisma das atrizes que protagonizam a trama, Alanis Guillen e Gabriela Medvedovsky.

Foto: divulgação/TV Globo

Loquinha é um passo importante na comunidade LGBTQIAP+, pois trata com naturalidade o drama de um casal de duas mulheres, assim como vimos acontecer por anos com casais heteronormativos. Além disso, é um importante passo para a emissora na popularização das suas novelinhas verticais, espalhando esse tipo de conteúdo para o público que costuma consumir apenas conteúdos de longa duração.

Infelizmente, um casal importado de uma novela regular da TV Globo não pode mudar o consumo rápido que é pedido em um produto para redes sociais, mas definitivamente pode trazer uma luz ao gênero. A produção e o roteiro conseguiram se manter no mesmo nível que é visto no novelão, mesmo com o corte de tempo e formato. Com certeza a novelinha vale tudo que foi esperado pelos fãs ao redor do mundo nas redes sociais.

Quer descobrir o que vai acontecer com o casal na novela agora? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei  (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Exclusiva | Novela Vertical Loquinha estreia nas redes sociais com participação de Daphne Bozaski

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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