Os irmãos Wayans prometeram não deixar ninguém de fora das paródias de Todo Mundo em Pânico6 e estão cumprindo. Em novo trailer divulgado nesta quarta-feira (22), o filme faz referência à Michael, produção sobre o cantor Michael Jackson. O esperado longa de comédia chega aos cinemas em 4 de junho com distribuição da Paramount Pictures.
Foto: divulgação/Paramount Pictures
Vinte e seis anos depois de escaparem de um assassino mascarado muito familiar, o quarteto formado por Shorty (Marlon Wayans), Ray (Shawn Wayans), Cindy (Anna Faris) e Brenda (Regina Hall) está novamente na mira do criminoso e nenhuma franquia de terror está a salvo.
No sexto filme da franquia, eles se veem envolvidos com assassinos, monstros e criaturas sobrenaturais em uma trama que ironiza remakes, sequências, prequels, e spin-offs.
A direção é de Michael Tiddes e o roteiro é assinado por Marlon Wayans, Shawn Wayans, Keenen Ivory Wayans, Craig Wayans e Rick Alvarez.
Assista ao novo trailer:
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Especialistas e leitores mostram que criar uma relação forte com os livros passa menos por disciplina e mais por prazer
No dia 23 de abril, instituído pela UNESCO como o Dia Mundial do Livro, celebra-se a importância da leitura em todo o mundo. A data também é simbólica por marcar a morte de grandes nomes da literatura, como William Shakespeare, Miguel de Cervantes e Inca Garcilaso de la Vega.
Todos os anos, no dia 23 de abril acontecem comemorações em todo o mundo para reconhecer o alcance dos livros – um elo entre o passado e o futuro, uma ponte entre gerações e culturas.
“Na verdade, os livros são veículos fundamentais para acessar, transmitir e promover educação, ciência, cultura e informação em todo o mundo”, afirmou a Audrey Azoulay, diretora-geral da UNESCO.
Há um mito de que quem deixou de ler perdeu o hábito por falta de interesse, quando, na prática, muitas vezes o problema é o excesso de estímulos, cobranças e até de expectativas sobre o que se deve ler.
Provavelmente você já ouviu diversas pessoas tentando ditar o que o outro deve ou não ler, o que é ou não literatura; e essas atitudes acabam gerando um certo desconforto em uma parcela de leitores que não se encaixam nesse grupo ideal. Ao tentar pertencer e ler coisas que não condizem com sua personalidade ou até mesmo temas que você não tem interesse, a quebra de expectativa acaba gerando frustração.
Foto: reprodução/Meu Refúgio Literário
É nesse ponto que surge a ressaca literária. Ela não está ligada apenas à tentativa de se encaixar em padrões ou opiniões sobre o que é certo ou errado na literatura. Muitas vezes, acontece quando uma história é tão intensa e marcante que nos deixa impactados. Nessas horas, é natural precisar de um tempo para absorver o que foi lido — ainda não estamos prontos para seguir para a próxima história.
A ressaca também pode surgir quando um livro é decepcionante, você esperava demais dele e ele não te entregou nada. Ou pode aparecer por conta da pressão por produtividade, que transforma prazer em obrigação e metas a serem atingidas.
E é importante lembrar nesse Dia Internacional do Livro que ler não é performance, e tampouco uma obrigação.
Repensando a forma como lemos
Foto: reprodução/O Globo
Uma das estratégias mais comuns que encontramos entre mediadores de leitura, é a ideia de esquecer, pelo menos por um momento, os calhamaços acumulados na estante e voltar para narrativas curtas, contos, novelas, poesias, etc. Isso porque retomar o hábito não significa buscar aquele livro extenso e famoso que todos recomendam. Trata-se, antes, de voltar ao ritmo da leitura, às vezes até revisitando a obra que despertou, lá no início, o prazer de ler.
Essa lógica também se aplica a pessoas que não abandonam um livro por culpa, acreditando que todo livro precisa ser terminado. Insistir em uma leitura que claramente não está funcionando para você pode paralisar, mais do que sustentar, seu hábito. Todo leitor não só pode, como deve, abandonar uma leitura que não lhe está agradando.
Troque o gênero, mude o ritmo ou deixe esse título para um outro momento, isso faz parte da manutenção da leitura, não de uma interrupção.
Existem muitos casos em que ler menos por dia pode significar ler mais a longo prazo. Por exemplo, ler cinco páginas, dez minutinhos antes de dormir ou um capítulo por semana são micro-rituais que sobrevivem justamente porque cabem na rotina. Em tempos digitais, a constância muitas vezes vale mais do que a quantidade.
Quando tomamos a liberdade de repensar a leitura, isso também envolve entender que nem toda ressaca se cura com ficção. Biografias, ensaios curtos, crônicas, graphic novels, livro-reportagem e até audiobooks podem reativar o interesse. Às vezes, você não está cansado de ler, só está cansado de ler o mesmo tipo de coisa.
Foto: reprodução/ODGraph
Outro movimento importante que tem trazido um bom resultado são as comunidades leitoras. Clubes do livro, leituras coletivas e espaços digitais como o BookTok transformaram a leitura em experiência compartilhada, fazendo do diálogo um estímulo para continuar. Hoje, muitos leitores encontram na troca uma forma de manter o hábito vivo.
E talvez seja interessante também uma reflexão, entender que o problema pode não ser exatamente a falta de hábito, mas o excesso de cobrança. Metas anuais, desafios numéricos, listas intermináveis e a pressão por acompanhar lançamentos transformaram a leitura em produtividade. Esse movimento esvazia o prazer e aumenta a ansiedade, consequentemente levando a perda. No fim, ler por curiosidade e simples vontade sustenta mais do que ler por obrigação.
Então, como sair da ressaca literária na prática?
Releia um título favorito, troque de gênero, diminua suas metas, monte uma fila possível e leia junto com alguém – a conversa ajuda.
Foto: reprodução/Diário da Saúde
O Dia Internacional do Livro costuma exaltar autores, clássicos e a importância da leitura. Mas talvez a pergunta da época contemporânea seja um pouco diferente: como continuar lendo em um mundo que disputa nossa atenção o tempo todo? E a resposta pode ser menos épica e heróica do que parece, talvez seja só encontrar prazer em virar a próxima página.
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A trama promete romance, suspense e muito humor em episódios curtos repletos de reviravoltas
Após o sucesso de Uma Babá Milionária, uma nova produção original está prestes a conquistar o público no Globoplay:Quem É o Pai do Meu Bebê? estreou no dia 21 de abril com uma história envolvente, repleta de romance, suspense e toques de humor. A produção é realizada pela Formata, com roteiro de Ricardo Hofstetter e direção de Victor Soares. No elenco, nomes de destaque como Bianca Comparato, Carol Castro, Lucas Lucco, Taumaturgo Ferreira, Silvetty Montilla, Melanie Rozenmuter, Jader Januário, Davi Xiang Li, João Victor Alves e Renan Villas dão vida à trama.
Foto: divulgação/Ricardo Bufolin
A história acompanha Nina (Bianca Comparato), jovem herdeira de uma poderosa família proprietária de uma emissora de televisão, a Couto da Serra. Após sofrer um grave acidente de carro, ela acorda no hospital, grávida e sem qualquer lembrança recente. Diante da situação, Nina se vê envolvida em um grande dilema: descobrir quem é o pai de seu bebê.
O que começa como uma busca íntima e pessoal, rapidamente ganha proporções públicas e se transforma em um espetáculo midiático. Entre os possíveis pais está Raphael (Lucas Lucco), um homem sensível que viveu um romance intenso com Nina pouco antes do acidente acontecer. Convencido de que o relacionamento entre eles foi verdadeiro, ele tenta reconquistar a confiança da jovem, que não se lembra de nada.
Enquanto enfrenta esse turbilhão em sua vida, Nina também precisa lidar com sua ambiciosa irmã mais velha, Suzy (Carol Castro). Movida por ressentimentos antigos, Suzy enxerga na fragilidade da irmã uma oportunidade de finalmente conquistar o espaço que sempre desejou dentro da família, especialmente aos olhos do pai, Ricardo (Taumaturgo Ferreira). Com a ajuda de seu fiel escudeiro, Demétrio (Bruno Alcântara), ela passa a interferir nos rumos da história, manipulando situações e intensificando os conflitos, tornando a trajetória de Nina ainda mais desafiadora e intensa.
E aí, gostou de saber mais sobre a novelinha? Pretende assistir? Conta para gente nas redes sociais do Entretê! Nos siga no X, no Facebook e no Instagram e não perca as novidades.
Atriz comenta sua chegada às novelas, o processo de construção da personagem e os bastidores de uma trajetória marcada por persistência e paixão pela arte
Escrito por: Vitória Oliveira
Construir uma carreira artística no Brasil exige mais do que talento. É preciso resistência, versatilidade e uma dose constante de reinvenção. Lorrana Mousinho é um retrato vivo dessa realidade. Transitando entre a atuação, o ensino e a preparação de elenco, ela vem consolidando uma trajetória marcada pela profundidade de seus processos e pela entrega em cada projeto que assume.
Sua estreia no audiovisual, com Três Graças, representa não apenas um novo capítulo profissional, mas também a materialização de anos de dedicação silenciosa, estudo e persistência. Em meio aos desafios e às incertezas comuns à profissão, Lorrana viu uma oportunidade surgir de forma inesperada, resultado de um trabalho consistente que, mesmo quando parecia invisível, estava sendo observado.
Nesta entrevista, a artista reflete sobre os bastidores dessa conquista, a construção de sua personagem e os atravessamentos entre suas múltiplas funções no teatro e no audiovisual. Com franqueza, ela também compartilha as complexidades de viver da arte e os desejos que movem seus próximos passos. Confira:
Foto: divulgação/Ernesto Baldan
Entretetizei: Você vem construindo uma trajetória sólida como atriz, professora de teatro e preparadora de elenco. Como essas diferentes frentes da sua carreira influenciam sua atuação diante das câmeras?
Lorrana Mousinho: Eu acho que todas as experiências que a gente vive na vida se comunicam e acabam compondo o nosso trabalho como atores e atrizes. A professora e preparadora pensam muito em caminhos, meios, práticas que envolvem a atuação. Como se disponibilizar para o trabalho, afinal? De que modos? Uma vez que também sou atriz e vivo na pele essa realidade, consigo pensar nesses mecanismos como quem os percebe de dentro e isso transforma a minha professora e a interação com os meus alunos. Ao mesmo tempo, quando atuo, a professora está sempre ali, me ajudando a entender o meu processo, a entender os colegas, traduzindo os acontecimentos pra mim e me auxiliando a construir o que funciona pra mim como atriz. Um trabalho ilumina o outro.
E: Estrear em um projeto como Três Graças, com texto de Aguinaldo Silva e direção de Luiz Henrique Rios, traz um peso e uma responsabilidade especiais. Como recebeu esse convite?
LM: Sim, eu dei uma sorte muito grande de minha primeira novela ser uma obra que tem ganhado o público e que conta com um time de artistas e técnicos de primeira em todos os setores. Começar na faixa das 21h, numa obra de Aguinaldo Silva, Virgílio Silva e Zé Dassilva é algo imenso. A equipe de direção orquestrada pelo Rios com tanta mestria é maravilhosa, inspiradora e dedicada. Que time, hein. Não tem como não elogiar todos sempre.
Sobre o convite, eu estava participando de um workshop da preparadora de atores norte-americana Ivana Chubbuck. Também sou professora da metodologia dela de trabalho no Brasil, compondo o grupo da Marina Rigueira, que foi quem trouxe essa metodologia para o país. Era um palco quente, na plateia havia a presença de muitos produtores de elenco e diretores, eu sabia que precisava mandar bem, que era o espaço ideal para que eu pudesse mostrar o meu trabalho. Estou nessa desde criança, pra mim não era só mais um workshop, era um tudo ou nada, valia muita coisa mandar bem ali naquele palco, e rolou. Consegui fazer uma cena que se destacou, o meu trabalho como atriz se destacou muito também. Já no dia seguinte, o Guilherme Gobbi, produtor de elenco da novela, me chamou para fazer uma participação, que foi ótima, em Família é Tudo. Também no dia seguinte fui chamada para preparar meu primeiro longa e recebi mensagens de vários produtores de elenco elogiando o meu trabalho, produtores com os quais eu sempre tentei me articular, mas nunca tinha conseguido respostas. Os famosos e-mails com materiais que os atores mandam e nem recebem um “Ok, recebido” de volta. Eu achei que uma porta estava por se abrir a partir daí, mas não (risos), um ano se passou, comecei a sentir novamente a velha sensação de nadar para morrer na praia, fui afundando e… o convite para a novela surgiu, das mãos do Gui, um belo dia, do nada. Ele lembrou do meu trabalho um ano depois, pegou um vídeo de cadastro que eu tinha na Globo e sem que eu soubesse apresentou meu trabalho com esse vídeo à equipe de direção, produção e etc., fui escolhida por unanimidade. Tem coisas que são para ser, né.
E: Três Graças representa sua estreia em novelas. Como você enxerga esse marco dentro do caminho que vem construindo até aqui?
LM: Pra mim está sendo um verdadeiro divisor de águas. Fazer uma novela da Globo no Brasil, ainda mais na faixa das 21h, é algo muito importante. Eu cresci vendo novelas; mesmo que hoje haja os streamings, uma novela tem um peso muito grande na trajetória de um ator, ainda mais uma novela de Aguinaldo Silva. Quando você não passa por novelas, a sua trajetória como atriz se torna bem mais complexa, existe uma dificuldade na abertura de caminhos para trabalhos. Mesmo o próprio teatro, que sempre fiz, se abre mais pra você em relação à frequência de público e possibilidade de patrocínio se você vem da TV. Através dela você consegue trabalhar com mais dignidade e conforto, começa a fazer parte dos circuitos de premiação, você é bem recebida antes mesmo de saberem se a peça é boa ou não. A nossa carreira tem muitas camadas, um terreno espinhoso de se estar, fazer arte é uma coisa, viver dela é outra totalmente diferente. Não temos estrutura adequada para mantermos a nossa vida ou planejamento de carreira. Isso é uma realidade com a qual 99% dos artistas convivem, um olho dorme e o outro se mantém acordado pensando no próximo dia, é um problema que atinge toda a nossa classe, raríssimas exceções não fazem parte dessa realidade. Existe toda uma glamourização, né, que não corresponde à realidade. Espero que após essa experiência em Três Graças os caminhos continuem se abrindo para mim profissionalmente. Podem sufocar a artista, fiquem à vontade (risos).
Foto: divulgação/Marilha Galla
E: Cláudia divide o tempo entre o trabalho e os estudos para prestar vestibular para Medicina. O que mais te tocou na construção dessa personagem que carrega tantos sonhos e responsabilidades?
LM: Então, já descobrimos que essa primeira faceta da Cláudia era algo construído para encobrir a realidade, ela estava na casa a mando de Rogério, como uma espécie de espiã, para levar informações da casa da vilã pra ele. O que mais me toca em relação à Cláudia é a maneira como ela arrisca até mesmo a própria vida em prol de fazer justiça e daquilo em que acredita. Porque ter estado esse tempo todo na casa de pessoas que são capazes de matar, é muito risco. E ela ainda continua se arriscando. Sempre crio para mim, internamente, quais seriam as motivações mais profundas dela pra fazer isso, pra estar tão engajada nessa empreitada; para mim é algo além de estar sendo paga para executar uma função, tem algo a mais, mas nada revelado pelo texto ainda. Agora que estamos nessa reta final, espero que haja reviravoltas nesse sentido para ela também.
E: Como foi o processo de preparação para viver essa realidade de cuidadora e estudante? Você buscou referências ou realizou alguma imersão específica?
LM: Eu tenho parentes que foram cuidadoras e conversei com algumas cuidadoras também. Pesquisei bastante sobre o tema pra conseguir construir essa realidade. E sobre a dupla jornada, é muito semelhante à minha vida, sou professora de teatro também, ao longo da minha vida sempre acumulei diversos empregos. Lembro bem dos dias nos quais dava aula o dia todo e ao final, ainda tentava reservar forças pra conseguir ensaiar minhas peças. Então, essas jornadas duplas e triplas são muito familiares pra mim. Fui cuidando de construir as especificidades da personagem, qual história tem por trás dela e quais seriam as suas motivações mais profundas pra se comportar como ela se comporta. Uma parte o texto entrega por meio de dados reais, outra a gente inventa a partir desses dados. Tenho páginas e mais páginas de histórias e detalhes que criei e recriei para Cláudia, à medida que mais informações sobre ela iam chegando.
E: Existe algum ponto de identificação entre você e a Cláudia, especialmente nessa busca por crescimento e novos caminhos?
LM: Considero a Cláudia uma personagem obstinada e isso é uma força que carrego em mim também. Às vezes, tendo a não valorizar esse aspecto em mim, invalidando minhas próprias lutas, mas quando paro para ser mais justa comigo, consigo perceber o tamanho da minha força para mover meus projetos, estudar, realizar meus sonhos, fazer o que acredito na minha vida profissional e na minha vida pessoal. Tenho uma sensibilidade muito grande, às vezes já fui chorando, já fui com medo, mas sempre, sempre fui. Reconheço essa potência em mim e acho que a Cláudia me inspira nesse lugar, me incentiva ainda mais nessa direção. A não desenhar fugas.
Foto: divulgação/Ernesto Baldan
E: Além da atuação, você também atua como preparadora de elenco. Essa experiência mudou a forma como você encara direção e construção de cena em um set de novela?
LM: Com certeza. Eu costumo dizer que a professora/preparadora caminha de mãos dadas com a atriz. Eu amo estudar, amo processos de atuação, amo saber profundamente sobre o que se passa com os atuantes quando fazem os seus trabalhos, sou meio viciada nisso (risos). Quando estou trabalhando como atriz, consigo perceber com mais clareza meus processos e nomeá-los, graças à professora. E quando estou como professora, consigo ter a sensibilidade de quem vive por dentro aquilo que tenta comunicar aos alunos, detalhes que só quem vive a profissão sabe. Uma função ilumina a outra, ambas se complementam e se misturam e as duas sou eu, nem mais, nem menos.
E: Olhando para os próximos passos da sua trajetória, quais desafios artísticos ou tipos de personagens você tem vontade de experimentar?
LM: Eu amo personagens viscerais e marginais. Nesse momento, quando penso em personagem, especificamente, me brilham os olhos as bêbadas, prostitutas, as excluídas, que funcionam como um contraponto a tudo o que é conservador e nos fazem refletir sobre esse lugar. E sobre mais desafios artísticos, quero fazer outras novelas em papéis ainda mais desafiadores. Eu nunca fiz um filme como atriz, gostaria de ter essa experiência, de expandir no audiovisual. E seguir fazendo teatro, tenho muitos projetos pra tirar do papel. Quero ser uma atriz que circula pelo teatro, pelo audiovisual, por personagens próximas de quem eu sou, distantes de quem eu sou, quero seguir fazendo. Que é o que fiz até hoje, mas com uma abertura de caminhos maior. Agora que eu vou seguir, é fato. Eu amo esse trabalho, pra mim não tem outro jeito a não ser seguir. Então, vamos.
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Todas as novidades do streaming que estreiam em maio de 2026
A programação para maio de 2026 já está cheia. E mostra algo especial para os fãs de esporte, luta, série, anime e produções coreanas.
Confira abaixo a lista dos lançamentos:
Especial Esporte
Brasil 70: A Saga do Tri, com o seu primeiro episódio no dia 29 de maio. Em 1970, a Seleção Brasileira entrou em campo com grandes sonhos e um desafio maior ainda: vencer a Copa do Mundo e se tornar tricampeã mundial.
Tetra: Acreditar de Novo
Este documentário relembra a trajetória da seleção brasileira rumo ao título da Copa do Mundo de 1994, com entrevistas exclusivas de craques da equipe e de adversários, além de imagens inéditas registradas pelos próprios jogadores. Estreia em 7 de maio
Foto: divulgação/Netflix
Ronda Rousey VS. Gina Carano
Ronda Rousey e Gina Carano, duas lendas do MMA, voltam ao ringue para uma aguardada luta da Most Valuable Promotions, que estreia em 16 de maio.
Foto: divulgação/Netflix
Rafa
Nesta série documental, Rafael Nadal, um dos maiores tenistas de todos os tempos, reflete sobre a carreira, seu legado e sua última temporada nas quadras. Estreia em 29 de maio.
SÉRIES
The Boroughs chega ao streaming em 21 de maio.
Em uma comunidade de aposentados aparentemente perfeita, um grupo improvável de heróis precisa deter uma ameaça, antes que ela roube a única coisa que eles não têm: tempo.
Foto: divulgação/Netflix
Berlim e Dama com arminho
Sevilha é um belo lugar para um roubo sem igual. De olho em uma obra de arte valiosa, Berlim convoca sua gangue para planejar um crime explosivo. Estreia em 15 de maio.
Foto: divulgação/Netflix
Devil May Cry: temporada 2
Dante confronta os próprios demônios e precisa encarar a única força tão grande como a dele: a do irmão gêmeo Vergil. Começa uma guerra entre mundos. Chega ao streaming em 12 de maio.
Filmes
Criaturas Extraordinariamente Brilhantes
Neste drama baseado em um best-seller, uma viúva faz amizade com um polvo esperto e um jovem perdido depois que começa a trabalhar à noite no aquário da cidade. Estreia em 8 de maio.
Produções Coreanas
My Royal Nemesis
Uma vilã da era Joseon condenada à morte desperta na Seul de hoje, onde um herdeiro implacável pode ser sua última chance de redenção. Chega ao streaming em 8 de maio.
Foto: divulgação/Netflix
Os Supertontos
Nesta comédia de ação apocalíptica, um grupo de pessoas sem noção recebe superpoderes e começa a lutar contra o mal em meio ao pânico cada vez maior. Estreia em 15 de maio.
A Pousada do Jae-Seok
O hóspede é rei, mas o anfitrião também é! Yu Jae-seok abre sua primeira pousada, gerenciando tudo do jeito dele e servindo os hóspedes com os jogos que são sua marca registrada. Está prevista ainda para o mês de maio.
Foto: divulgação/Netflix
Crianças e Família
Como Mágica
Uma pequena criatura da floresta e um pássaro majestoso trocam de corpo e precisam se unir para sobreviver à aventura mais incrível de suas vidas. Estreia em 1° de maio.
Você vai assistir alguma dessas produções? Conta pra gente, siga o Entretetizei nas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e não perca as novidades do mundo do entretenimento.
Baseado na saga literária de Elle Kennedy, trailer revela Hannah e Garrett em adaptação quente e fiel
Fãs de Off Campus, chegou o momento de surtar. Foi finalmente divulgado hoje (23) o primeiro trailer completo e oficial da primeira temporada da série que irá acompanhar a relação de Hannah Wells e GarrettGraham no primeiro livro da saga, O Acordo (2015).
Qual a história de Off Campus?
A franquia de livros conta com cincovolumes que retratam um time de elite de hóquei no gelo e as mulheres em suas vidas, enquanto lidam com o amor, a mágoa e a autodescoberta, construindo amizades profundas e laços duradouros, enfrentando as complexidades que acompanham a vida adulta.
Cada um dos quatro primeiros livros conta uma história de amor envolvendo um dos jogadores de hóquei, enquanto o quinto é uma coletânea de novelas dos quatro casais protagonistas.
Foto: reprodução/Prime Video
O Acordo, primeiro livro da série, acompanha Hannah Wells, que finalmente encontrou alguém interessante. Mas, embora ela seja autoconfiante em vários outros aspectos de sua vida, carrega nas costas uma bagagem complicada quando o assunto é sexo e sedução.
Hannah sabe que precisará sair da sua zona de conforto e, por esse motivo, acaba aceitando um acordo com o capitão do time de hóquei: ela dará aulas particulares em troca de um encontro de mentirinha.
Tudo o que Garrett Graham quer é se formar para jogar hóquei profissional. Mas suas notas cada vez mais baixas estão ameaçando arruinar tudo aquilo pelo que ele tanto se dedicou. Então, se ajudar uma garota linda e sarcástica a fazer ciúmes em outro cara puder garantir sua vaga no time, ele topa.
Foto: reprodução/Prime Video
Mas o que era apenas uma troca de favores entre duas pessoas completamente opostas acaba se tornando uma amizade inesperada. Até que um beijo faz com que Hannah e Garrett precisem repensar os termos de seu acordo.
Foto: reprodução/Prime Video
Sobre a adaptação
O trailer apresenta os queridinhos dos fãs e as imagens destacam elementos queridos pelos leitores – da famosa cena do vestiário ao clima de tensão romântica, festas universitárias e química evidente entre os protagonistas. Além de apresentar melhor a ambientação e outros personagens importantes da saga.
Foto: reprodução/Prime Video
A primeira temporada da adaptação terá como protagonistas Ella Bright – como Hannah Wells – e Belmont Cameli – como Garrett Graham. Além deles, o elenco também conta com Antonio Cipriano, Jalen Thomas Brooks, Mika Abdalla, Josh Deuston, Khobe Clarke e Stephen Kalyn.
Criada por Louisa Levy, a primeira temporada de Off Campus estreia em 13 de maio no Prime Video.
Assista ao trailer oficial
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Conto extra gratuito de Patinando no Amor reúne Alec e Dani com os personagens de Melhor do que nos filmes
Sim, o universo de Lynn Painter acaba de ficar um pouco maior – e muito mais assustadoramente romântico. Com personagens cativantes, histórias apaixonantes e divertidas, e muitas referências à cultura pop, Painter mistura tudo isso em um conto super gostosinho. E, de quebra, nos leva de volta às histórias que mais gostamos.
Para a alegria dos leitores que não superaram seus personagens favoritos, a autora lançou um presente especial a seus fãs. O novo conto não só traz de volta o casal de Patinando no Amor, como promove o aguardado encontro com os protagonistas de Melhor do que nos filmes.
Que o universo de Painter é todo conectado a gente já sabe, mas não tem nada melhor do que ver tudo isso acontecendo de verdade. O Alec é primo da Liz, então esse encontro precisava acontecer.
Em Patinando no Amor, Dani e Alec são ex-melhores amigos que se reencontram quando ela volta para a cidade em que se conheceram. Entre segredos e um namoro falso, eles precisam enfrentar o que realmente sentem um pelo outro.
Já em Melhor do que nos filmes, Liz aceita a ajuda de seu vizinho irritante Wes para conquistar o garoto dos sonhos, mas o amor tem outros planos para ela. Na sequência, Não é como nos filmes, o relacionamento dos dois passa por uma importante provação, mas a conexão que eles construíram se mostra ainda mais forte.
Nesse conto extra imperdível, Alec e Dani estão ansiosos para passar o primeiro Halloween juntos. Mas, após perderem uma aposta, os planos do casal mudam por completo. Ainda mais depois de um encontro inesperado com a prima de Alec e o namorado dela, um dos casais mais adorados do universo literário de Painter. Em uma série de situações caóticas, Wes e Liz vão precisar ajudar Dani a sair de uma enrascada para enfim poder aproveitar a noite de Halloween.
Foto: reprodução/Amor por Livros
A Editora Intrínseca, responsável pelas publicações da autora no Brasil, liberou gratuitamenteHalloween: conto extra de Patinando no Amor. A história já está disponível nas principais plataformas digitais.
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No feriado, as crianças turcas assumem papéis de destaque e até governam simbolicamente o país por um dia
Por Débora Lima | Gisélia Oliveira | Mariana Chagas
Celebrado em 23 de abril, o Dia da Soberania Nacional e da Criança é uma das datas mais importantes da Turquia. Diferente de outras comemorações voltadas apenas ao público infantil, o feriado carrega um forte significado histórico e político, ao mesmo tempo em que coloca as crianças no centro das celebrações.
A data marca a primeira reunião da Grande Assembleia Nacional da Turquia, realizada em 23 de abril de 1920, durante a Guerra da Independência. Na ocasião, Mustafa Kemal Atatürk, fundador da República Turca, dedicou o futuro da nação às crianças, consolidando a importância simbólica desse grupo para o país.
A celebração começa dias antes, quando escolas em todo o país passam a ser decoradas com bandeiras turcas e produções feitas pelos próprios alunos. Nesse período, as crianças escrevem poemas, produzem trabalhos artísticos e participam de atividades que mostram o significado histórico da data.
Mas, diferente do que acontece no Brasil, na Turquia o dia também é marcado por experiências simbólicas em que crianças chegam a ganhar “super poderes” por um dia.Foto: reprodução/Ankara İl Milli Eğitim Müdürlüğü
Foto: reprodução/Ankara İl Milli Eğitim Müdürlüğü
Protagonismo infantil
Um dos aspectos mais marcantes do 23 de abril na Turquia é o protagonismo dado às crianças. Elas não recebem presentes como em outras tradições, mas assumem simbolicamente espaços de destaque em diferentes regiões do país, participando de eventos oficiais e apresentações culturais.
Em algumas celebrações, elas ocupam cargos públicos por um dia, participam de votações internas e chegam a eleger entre si um “presidente”, que pode discursar em rede nacional.
Além disso, a Corporação Turca de Rádio e Televisão (TRT) organiza uma iniciativa que convida crianças de outros países para viverem com famílias turcas durante uma semana, promovendo troca cultural e convivência. Ao final do período, elas participam das celebrações oficiais do 23 de abril e integram apresentações transmitidas pela televisão.
O presidente da Turquia também participa das cerimônias oficiais, com um discurso voltado à soberania nacional e à importância das crianças no futuro do país.
Foto: reprodução/Anadolu Ajansı
Origem da tradição
A relação entre a data e as crianças começou a se consolidar a partir de 1923, quando o país passou a dedicar uma semana às comemorações infantis. Em 1935, o governo unificou oficialmente o Dia da Soberania Nacional e o Dia das Crianças em uma única celebração.
Já a TRT organiza os festivais internacionais para crianças desde 1979, ampliando o alcance da data e fortalecendo seu caráter global.
Foto: reprodução/Brasil Turquia
Crianças das dizis
[Contém pequenos spoilers]
Para entrar no clima da data, o Entretê também relembra alguns dos personagens infantis mais marcantes da dizilândia. Confira a lista completa a seguir.
Mercan Kaya – Yargı (2021-2024)
Para abrir a lista, começamos com a pequena Mercan Kaya (Eylül Uğuz). Filha da advogada e ex-promotora Ceylin (Pinar Deniz) e do promotor Ilgaz (Kaan Urgancıoğlu), a menina foi peça central de um dos plots mais emocionantes da dizi.
Ainda bebê, Mercan foi sequestrada e passou anos longe de seus pais biológicos, vivendo uma mentira ao lado de sua sequestradora. Após esse período, retorna para sua verdadeira família e acompanhamos de perto o processo de readaptação e reconstrução dos laços familiares.
Além da carga dramática, a personagem também protagoniza momentos fofíssimos ao lado dos pais e, claro, de seu “avô” Yekta Tilmen (Ugur Polat).
Foto: reprodução/Instagram/@yargidizi
Kiraz Bolat – Sen Çal Kapımı (2020-2021)
Uma das crianças mais queridas da dizilândia é, sem dúvidas, Kiraz (Maya Başol), filha de Eda (Hande Erçel) e Serkan (Kerem Bürsin). Após um longo período separados, Serkan reencontra Eda, agora acompanhada da pequena, sem saber que é sua filha.
A partir daí, a história se desenvolve até que o casal finalmente consegue viver a dinâmica familiar que o público tanto aguardava.
Foto: reprodução/Dizilah
Atlas – Aşk Mantık İntikam (2021)
Outro filho que conquistou o coração dos telespectadores foi o pequeno Atlas (Emir Güler), filho de Esra Erten (Burcu Özberk) e Ozan Korfali (Ilhan Sen) em Esqueça-me Se Puder (Aşk Mantık İntikam).
Depois de um período separados, o ex casal se encontra e, quando Ozan descobre que é pai do menino, a família entra em uma jornada de perdão pelo passado e a construção de novas relações ainda mais fortes.
Foto: reprodução/Fox TV
Duru – Yalı Çapkını (O Canto do Pássaro, 2022)
Na reta final da dizi O Canto do Pássaro (Yalı Çapkını), a personagem Duru (Sara Yilma) surge como um elemento central para o desfecho da história.Filha de Seyran (Afra Saraçoğlu) e Ferit Korhan (Mert Ramazan Demir), a jovem é introduzida após um salto temporal,trazendo uma nova camada emocional à trama.
Seu aparecimento marca um momento de virada: o desaparecimento repentino de Duru mobiliza toda a família e leva Ferit a enfrentar antigos conflitos, reacendendo tensões do passado. A personagem simboliza não apenas a continuidade da história do casal protagonista, mas também o impacto das escolhas feitas ao longo da narrativa.
No episódio final, a trama ganha um tom ainda mais sensível ao apresentar uma retrospectiva da vida de Duru, incluindo seu nascimento e crescimento.A história é conduzida a partir de sua perspectiva no futuro, reforçando o legado emocional da família Korhan e encerrando a dizi com uma reflexão sobre memória, amor e recomeços.
Foto: reprodução/Dizilah
Ova – Milagre na Cela 7 (2019)
Em um dos filmes turcos mais emocionantes, Milagre na Cela 7 (Yedinci Kogustaki Mucize) se destaca pela relação entre a pequena Ova (Nisa Sofiya Aksongur) e seu pai, Mehmet (Aras Bulut Iynemli), um homem com deficiência intelectual acusado injustamente de assassinato.
A produção emociona ao retratar o vínculo puro e afetuoso entre os dois, que lutam para permanecer juntos diante das adversidades. A inocência de Ova contrasta com a dureza da realidade, tornando a história ainda mais impactante.
No filme, inclusive, é possível ver uma cena de celebração do 23 de abril logo no início, o que também ajuda a ilustrar como a data é vivida na Turquia.
Foto: reprodução/Uol
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