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Especial | Conheça Fcukers: a banda de abertura dos shows de Harry Styles no Brasil

Duo musical de Nova York se apresenta no mês de julho em São Paulo como convidado especial na turnê Together, Together

Após quatro anos de sua última vinda ao Brasil, Harry Styles retorna à São Paulo com a Together, Together Tour. Sua terceira turnê mundial é uma residência que sucede a estreia do álbum Kiss All The Time. Disco, Occasionally (2026) e passará por apenas sete cidades ao redor do mundo. 

Entre os locais de apresentação está São Paulo, com quatro datas confirmadas no MorumBIS. Nos dias 17, 18, 21 e 24 de julho o cantor pop britânico se apresenta para os fãs brasileiros, e a abertura desses shows fica nas mãos do duo Fcukers, uma atração de eletrônica ousada que fará sua primeira passagem pelo Brasil.

Foto: reprodução/Instagram @harrystyles
Mas, afinal, quem são os Fcukers?

A vocalista Shanny Wise e o tecladista, baixista e também produtor Jackson Walker Lewis, formam uma banda nova-yorkina de música eletrônica que nasceu da união de talentos dos dois músicos. Ambos já possuíam trajetórias na música em outros estilos antes de se encontrarem no eletrônico.  

O duo se formou em 2022. Até aquele momento, Shanny era vocalista da banda The Shacks e Jackson integrava o grupo de indie rock Spud Cannon. Ao sentir que o formato não lhe agradava mais, Jackson começou a explorar batidas eletrônicas assim como Shanny tinha cada vez mais interesse nesse mundo dos beats.

Foto: reprodução/Instagram @fcukers__

Eles se conheceram através de amigos em comum. Quando perceberam que tinham experiências e vontades semelhantes, vindos do cenário underground de Manhattan e com o anseio em comum de tentar algo novo, surgiu entre eles uma união musical que recebeu esse nome: Fcukers.

Exatamente seis meses depois, em março de 2023, a dupla lançou seu primeiro single, Mothers, e, posteriormente, graças a um encontro inesperado, conseguiu um contrato com a gravadora Technicolor Records, da Ninja Tune, grande instituição da música indie e eletrônica mundial.

Shanny e Jackson se apresentaram no festival South by Southwest, ou SXSW, no ano de 2024. O evento de inovação na música e tecnologia foi o local onde Maddy Salvage, vice-presidente da gravadora Ninja Tune, descobriu o talento do grupo Fcukers. Nesse dia, os dois músicos saíram de lá com um contrato que abriria muitas portas em seu futuro. 

A música Bon Bon foi seu primeiro trabalho pela nova gravadora e, em julho daquele mesmo ano, a faixa seria relançada como lado B do novo single Homie Don’t Shake. O duo lançou seu EP de estreia Baggy$$ (2024) que, mesmo sendo seu primeiro EP, garantiu a eles a ultrapassagem de um milhão de ouvintes no Spotify

Ouça o EP Baggy$$: 

Em meio a sua trajetória, o grupo chamou atenção de veteranos da cena alternativa eletrônica como Junior Sanchez, produtor e DJ, e ganhou ainda mais destaque quando remixou uma música com os vocais de James Murphy, da banda LCD Soundsystem

Harry Styles também tem sua própria história com a LCD Soundsystem. Em entrevista à BBC Radio 1, o cantor afirmou ter se inspirado no grupo de James Murphy quando criou Aperture (2026), o primeiro single do seu novo álbum. “Eu fui assistir ao LCD Soundsystem algumas vezes. A inspiração veio de um jeito como: é assim que eu quero me sentir quando estiver em um palco, contou Harry à BBC. 

Nos últimos anos, os Fcukers se apresentaram em diversos festivais, como Glastonbury, Primavera Sound e Coachella. Também abriram shows para as bandas Tame Impala, LCD Soundsystem, Disclosure e Haim. 

Foto: reprodução/Rolling Stone Brasil

E agora, como abertura para Harry Styles, eles se apresentam no mesmo palco de um cantor pop. Uma combinação de sons que parece inesperada, mas que apresenta sentido quando se analisa o estilo electropop de Kiss All The Time. Disco, Occasionally (2026).

O álbum mais recente de Harry apresenta uma mudança drástica de som e aposta muito mais no gênero eletrônico do que ele fez em qualquer outro disco anterior de sua carreira musical, justificando essa escolha de abertura e, até mesmo, a identificação do cantor pelo duo Fcukers. 

Foto: reprodução/Instagram @matzazzo

Neste ano, a banda estreou seu primeiro álbum de estúdio Ö, lançado em 27 de março. O disco foi produzido por Kenneth Bloom (Kenny Beats) e mixado pelo engenheiro e vencedor do Grammy Tom Norris, que já trabalhou com nomes como Lady Gaga, Charli XCX e The Weeknd.

O álbum foi criado de forma intensa com os integrantes habitando por apenas duas semanas o estúdio de gravação. Os músicos estavam abertos à experimentação e o resultado é um produto alternativo, com singles como L.U.C.K.Y e Play Me, de forte batida electropop, e sons como I Like It Like That, com letras em inglês e espanhol. 

Ouça Ö:

Ö foi recebido de maneira bastante positiva pela crítica, consolidando mais uma vez o trabalho de Shanny e Jackson na cena dance e eletrônica. Com um som diferenciado, a Fcukers se recusa ficar presa a um único gênero musical, e é essa negação de rótulos e autenticidade que tornam o grupo um sucesso atual, que só tende a aumentar. 

Ainda há ingressos disponíveis para a Together, Together Tour no site da TicketMaster Brasil.

Já conheciam o Fcukers? Gostam da banda? Conta para a gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Estreia da turnê de Harry Styles ganha especial no streaming 

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Livros Notícias

O que se passa na cabeça de um médico? Livro de Rodrigo Silva revela a resposta

Em um raio-X da medicina real, Rodrigo Silva Mümller desmonta a imagem do médico infalível e explora os bastidores do sistema

A figura do médico como autoridade inabalável, cercada por jargões e certeza absolutas, é justamente o que o autor Rodrigo Silva Müler busca desconstruir em O que se passa na cabeça de um médico? No livro, o radiologista transforma a rotina hospitalar em matéria de reflexão e humor, revelando os dilemas, contradições e absurdos cotidianos da profissão.

Em vez de reforçar a visão idealizada da medicina, o autor aposta em crônicas que aproximam o leitor da realidade dos bastidores e mostram que o exercício médico está menos ligado a respostas definitivas e mais à complexidade das escolhas humanas.

Müller utiliza sua visão panorâmica da radiologia para analisar a fauna hospitalar com a precisão de quem vê por dentro. Ele conduz o leitor por cenários emblemáticos, como a República Federativa do Bloco Cirúrgico, onde protocolos e egos podem colidir, e a Sala de Exames, espaço em que familiares munidos de buscas online – e até palpites do ChatGPT – transformam um ultrassom em arena de debate.

O livro também aborda a burocracia dos prontuários eletrônicos, muitas vezes mais exaustiva do que a própria consulta, e ironiza a ascensão do Doutor Algoritmo, representação da Inteligência Artificial que pode auxiliar no diagnóstico, mas não substituir escuta, contexto ou empatia.

No contraponto está o Tio do Zap, personagem que simboliza a avalanche de desinformação e curas milagrosas propagadas em redes e aplicativos. Ao tratar dessas tensões, Müller questiona o lugar da ciência em uma era marcada por ruído informacional e soluções fáceis.

O que se passa na cabeça de um médico? – Um raio-X bem-humorado e humano da medicina levanta outras pautas urgentes, como a mercantilização do cuidado, a saúde mental dos profissionais formados sob uma pedagogia da exaustão e o desafio de manter a humanidade em tempos de IA.

O autor questiona tudo isso ao defender que, por trás do jaleco, também existe alguém passível de falhas, e que a verdadeira sabedoria não mora nas respostas imediatas das estatísticas ou algoritmos, mas principalmente na coragem de dizer não sei e investigar a dor junto ao paciente.

Sobre o autor
Rodrigo Silva Müller
Foto: divulgação/Casa do Escritor

Rodrigo da Silva Müller é médico radiologista, professor e autor. Formou-se em Medicina pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UDCSPA) em 1998, concluiu a residência médica em Radiologia e Diagnóstico por Imagem no Hospital Mãe de Deus (20002013) e fez pós-graduação em Gestão em Saúde pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Já foi diretor técnico de hospital e, hoje, atua como médico-radiologista.

Fãs de The Pitt, onde vocês estão? Gostaram do novo livro do Rodrigo Müller? Compartilhe com a gente nas nossas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

Leia também:Como vencer a ressaca literária e transformar a leitura em hábito?

 

Texto revisado por Cristiane Amarante

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Cultura turca Entretenimento Notícias

Final de temporada das dizis: confira as datas confirmadas

Produções turcas já começaram a anunciar pausas entre junho e julho

Por Débora Lima | Gisélia Oliveira | Mariana Chagas

A grade televisiva turca costuma se dividir de acordo com as estações do ano. Com o inverno se aproximando do fim, as dizis de drama, que ganham força durante essa época, entram na reta final. A chegada do verão no país marca um novo momento na programação, com foco maior em programas de comédia. Por conta disso, o final de temporada de diversas novelas já foi confirmado.

Dois nomes bastante comentados nas últimas semanas divulgaram oficialmente quando exibirão seus últimos episódios antes do intervalo. São elas, Eşref Rüya e Güller ve Günahlar (tradução livre: Rosas e Pecados). Já Kıskanmak (tradução livre: Invejar) também movimentou o público ao anunciar o encerramento definitivo de sua produção.

Confira as datas finais das temporadas das dizis:

Segunda temporada de Eşref Rüya acaba em junho

Segundo a jornalista Birsen Altuntaş, a série Eşref Rüya (2025), um dos principais sucessos da Kanal D, já tem uma continuação confirmada. A dizi, protagonizada por Çağatay Ulusoy e Demet Özdemir, terá seu final de temporada exibido em dez de junho.

capa promocional de Eşref Rüya
Foto: reprodução/Dizilah

Birsen ainda afirmou que, de acordo com informações dos bastidores, o ator Erol Babaoğlu, que interpretava Ölü Yaşar, se despediu da trama. A renovação marca uma nova fase na história e a série deve abrir um arco envolvendo uma prisão, com a introdução de novos personagens na próxima temporada.

Primeira temporada de Güller ve Günahlar termina em junho

Outra série que se aproxima do final da temporada é Güller ve Günahlar (tradução livre: Rosas e Pecados, 2025). A dizi do Kanal D deve exibir seu último episódio no dia 20 de junho, caso não haja mudanças de última hora.

Cena de Güller ve Günahlar
Foto: reprodução/Dizilah

Segundo Birsen, a dizi, que segue se destacando nas noites de sábado, já garantiu renovação para a segunda temporada. Produzida por Nazlı Heptürk, a trama vem chamando atenção pelos bons índices de audiência e sua história envolvente, protagonizada por Murat Yıldırım e Cemre Baysel.

Teşkilat terá final de temporada em 14 de junho

A série Teşkilat (tradução livre: A Organização, 2021), sucesso das noites de domingo da TRT1, encerrará sua sexta temporada também em junho. A produção, que já iniciou os preparativos para a sétima temporada, teve sua data de final confirmada para o domingo, dia 14 de junho.

Cena de Teşkilat
Foto: reprodução/Dizilah

A trama retrata histórias de heroísmo da Organização Nacional de Inteligência e fará uma pausa após a exibição do episódio 185. Os nomes do elenco para a próxima temporada ainda serão anunciados.

Taşacak Bu Deniz encerra em dois de junho

A série Taşacak Bu Deniz (tradução livre: Este Mar Vai Transbordar, 2025), produção da TRT1 estrelada por Ulaş Tuna Astepe, Deniz Baysal, Burak Yörük e Ava Yaman, segue ganhando força nas noites de sexta e teve sua data de final de temporada confirmada. 

Cena de Taşacak Bu Deniz
Foto: reprodução/Dizilah

A produção da OGM Pictures, dirigida por Çağrı Bayrak, encerrará a primeira temporada no dia cinco de junho e promete um episódio que vai gerar repercussão entre os telespectadores.

Kıskanmak encerra trajetória com episódio final em maio

A série turca Kıskanmak (tradução livre: invejar), produção da Ay Yapım, já tem data oficial para chegar ao fim. A emissora NOW confirmou que o último episódio da trama será exibido no dia 19 de maio, encerrando sua temporada com 33 episódios.

A produção, que conquistou repercussão ao longo de sua exibição, chega ao desfecho após uma temporada marcada por forte engajamento do público e desenvolvimento intenso da narrativa.

Cena de Kıskanmak
Foto: reprodução/Dizilah

Em comunicado oficial, a Ay Yapım agradeceu à equipe, ao elenco e aos espectadores que acompanharam a história desde o início, destacando o processo de produção com dedicação e paixão.

A confirmação do episódio final reforça o encerramento planejado da trama, que se despede da televisão turca após uma única temporada.

Qual dessas dizis você está acompanhando? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Arafta é renovada para segunda temporada – e o Entretê já deu spoiler!

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

 

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Crítica Entretenimento Notícias

Entre perdas e recomeços: a força do protagonismo feminino em Uma Questão de Química

Série traz um retrato potente de uma mulher que, diante das adversidades, sustenta seus ideais e luta por seu espaço na sociedade

Disponível na plataforma Apple TV+, Uma Questão de Química é uma minissérie que rapidamente conquista o público ao trazer uma narrativa potente sobre protagonismo feminino, luto, maternidade e resistência em uma sociedade marcada pelo machismo e pela desigualdade.

Imagem: reprodução/Apple

Baseada no best-seller de Bonnie Garmus, a trama acompanha Elizabeth Zott, uma cientista brilhante que vê sua carreira ser interrompida após sofrer assédio em um ambiente acadêmico dominado por homens, episódio que a impede de concluir seu doutorado em Química. Anos depois, já atravessada pelo luto e pela maternidade, Elizabeth precisa se reinventar em um mundo que nunca esteve pronto para mulheres como ela.

A história ganha novos contornos quando, de forma inesperada, ela se torna apresentadora de um programa de culinária na TV. Mas, longe de seguir o roteiro tradicional, Elizabeth transforma a cozinha em um espaço de ensino e provocação, levando ciência e reflexão para dentro das casas e, principalmente, inspirando outras mulheres a questionarem os papéis que lhes foram impostos.

Imagem: reprodução/Vogue

Protagonizada por Brie Larson (Capitã Marvel, 2019), que também assina como produtora executiva, a série conta ainda com nomes como Lewis Pullman (Thunderbolts*, 2025) e Aja Naomi King (Como defender um assassino, 2014-2020). A produção tem roteiro e desenvolvimento de Lee Eisenberg, conhecido por trabalhos que equilibram humor e emoção com profundidade.

Ao longo de seus episódios, a série constrói uma narrativa que vai muito além da trajetória profissional de Elizabeth. Uma Questão de Química fala sobre seguir em frente mesmo quando a vida quebra você em pedaços. Após o assédio que redefiniu sua trajetória acadêmica, Elizabeth encontra na maternidade, vivida em meio ao luto, uma força que a transforma. Não como um ideal romantizado, mas como um processo real, complexo e profundamente humano. Ser mãe, para ela, não significa abrir mão de si, mas redescobrir novas formas de existir.

Outro ponto alto da narrativa é a sororidade. A relação com Sloane (Aja Naomi King), sua vizinha e advogada negra, amplia ainda mais o debate ao trazer à tona o racismo estrutural e as múltiplas camadas de opressão enfrentadas por mulheres. Dentro da própria realidade, Sloane também luta por um país melhor e por um futuro mais digno para seus filhos, tornando-se uma figura essencial na construção emocional da história.

Imagem: reprodução/Vogue

A trama aborda com sensibilidade temas como assédio, desigualdade de gênero, machismo e racismo, além do difícil processo de seguir em frente após perdas profundas. Ainda assim, encontra espaço para afetos simples e fundamentais, como o amor incondicional de um animal de estimação, representado pelo fiel cachorro Seis e Trinta, que acompanha Elizabeth em seus momentos mais solitários. Com apenas uma temporada, Uma Questão de Química se consolida como uma obra completa e impactante, equilibrando crítica social, emoção e inspiração.

Imagem: reprodução/Apple

Em meio a um cenário em que mulheres eram constantemente silenciadas e empurradas para papéis limitados, a série constrói um retrato sensível e, ao mesmo tempo, potente sobre o que significa existir sendo mulher em um mundo que insiste em diminuir sua voz. A trajetória de Elizabeth Zott não é apenas sobre ciência, mas sobre resistência: brilhante, intensa e fora dos padrões esperados, ela desafia estruturas dominadas por homens e rompe expectativas sociais sem pedir permissão para ser quem é. Mais do que uma história sobre química, é sobre mulheres que insistem em ocupar seus espaços, mesmo quando o mundo inteiro diz que não. 

Quem mais aí se apaixonou por Elizabeth Zott e toda a sua potência? Para mais notícias, críticas e conteúdos sobre o mundo do entretenimento, siga o Entretê nas redes sociais (Facebook, Instagram e X) e não perca nada. 

Leia também: Quinta temporada de Bridgeton ganha novos membros

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

 

 

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Cultura Entretenimento Notícias Teatro

Musical O Diabo Veste Prada estreia no Brasil em fevereiro de 2027: veja o elenco principal

Claudia Raia, Myra Ruiz, Bruna Guerin e Maurício Xavier estrelam O Diabo Veste Prada, que chega ao Teatro Santander com direção de José Possi Neto

Um dos títulos mais aguardados do teatro musical internacional acaba de confirmar sua chegada ao Brasil – e já abre caminho para a formação de seu elenco. Apresentado pelo Ministério da Cultura, o musical O Diabo Veste Prada, visto por mais de um milhão de pessoas e sucesso em Londres, estreia em 25 de fevereiro de 2027 no Teatro Santander, no Complexo JK Iguatemi, em São Paulo. Com vendas abertas, os ingressos estão disponíveis pela plataforma Sympla e na bilheteria física do teatro. A iniciativa posiciona o país como uma das primeiras praças do mundo a receber a montagem, antes mesmo de sua estreia na Broadway, prevista para 2028. O musical conta com patrocínio do Santander e Esfera

O projeto marca um novo momento na trajetória da Touché Entretenimento em parceria com a Artnic. No portfólio da empresa, sob liderança de Renata Borges – responsável por alguns dos principais sucessos recentes do teatro musical no país –, estão montagens premiadas como Beetlejuice, Uma Babá Quase Perfeita, Bob Esponja – O Musical, Peter Pan – O Musical da Broadway, Cinderela – O Musical da Broadway, Alguma Coisa Podre e Querido Evan Hansen, títulos que ajudaram a consolidar um padrão de produção em larga escala no Brasil. Ao mesmo tempo, a produtora amplia seu campo de atuação ao investir em seu primeiro musical brasileiro original, Meu Filho é um Musical, inspirado na trajetória de Paulo Gustavo, com estreia marcada para maio. Nesse contexto, a Touché avança agora em mais uma iniciativa de alcance global, consolidando uma trajetória que articula grandes títulos internacionais e novas criações nacionais. 

Créditos: GPress Comunicação

Com direção de José Possi Neto, a montagem de O Diabo Veste Prada propõe uma leitura cênica que articula sofisticação estética, precisão narrativa e diálogo direto com o universo da moda e da cultura contemporânea. A encenação parte do imaginário já reconhecido do público para construir uma experiência que equilibra espetáculo e dramaturgia, conectando diferentes gerações em torno de uma mesma referência.

A produção antecipa ainda os primeiros nomes convidados que passam a integrar o elenco, reunindo artistas que, em suas trajetórias, se consolidaram como referências no teatro musical brasileiro. O anúncio acontece por meio de um teaser cinematográfico inédito, produzido pela Smiley Pepper – produtora de Lucas Pimenta, também responsável pelo roteiro e direção –, marcando também a abertura oficial das vendas. A estratégia dialoga com o retorno da franquia ao cinema após 20 anos, com a continuação estrelada por Meryl Streep e Anne Hathaway, que estreia nos cinemas brasileiros em 30 de abril, reposicionando a história no imaginário contemporâneo e ampliando sua circulação entre diferentes públicos e plataformas. 

Veja o teaser a seguir:

 

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Um post compartilhado por @odiabovestepradaomusical

Na superprodução brasileira, Claudia Raia assume Miranda Priestly, dando corpo à icônica editora-chefe com a autoridade cênica e o rigor técnico que marcam sua carreira em grandes protagonistas, enquanto Myra Ruiz dá vida a Andrea Sachs, trazendo sua reconhecida potência dramática para a construção de uma personagem em transformação. Ao lado delas, Bruna Guerin interpreta Emily Charlton, imprimindo ritmo e precisão a uma figura marcada pela acidez e pelo humor, e Maurício Xavier assume Nigel Kipling, personagem-chave na engrenagem da narrativa, em uma leitura marcada pela elegância e pela presença. Juntos, os quatro nomes inauguram o elenco com um encontro de diferentes trajetórias e linguagens, reforçando o nível artístico da montagem e projetando, desde já, a escala e a ambição do espetáculo no país. A partir dessa base, a produção avança para a próxima etapa e realiza, em maio de 2026, audições em São Paulo, mobilizando artistas de diferentes regiões do país para compor os demais personagens e o ensemble. 

Baseado no romance de Lauren Weisberger, publicado em 2003, e na adaptação cinematográfica de 2006, com roteiro de Aline Brosh McKenna, a obra reúne uma equipe criativa de projeção internacional. A trilha é assinada por Elton John, com letras de Shaina Taub e Mark Sonnenblick, e libreto de Kate Wetherhead, em colaboração com a própria autora, consolidando uma adaptação que expande o material original para o palco sem perder sua identidade.

Antes de sua chegada ao Brasil, o espetáculo construiu seu percurso em importantes praças internacionais, com estreia em Chicago, em 2022, em temporada pré-Broadway, e nova montagem no Reino Unido a partir de 2024, com apresentações em Plymouth e, na sequência, no West End de Londres, onde permanece em cartaz. Nesse contexto, a produção vem se afirmando junto ao público e à crítica, ampliando sua presença no circuito internacional.

No cenário britânico, o espetáculo também alcançou reconhecimento institucional, com indicação ao Olivier Awards 2025 na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em Musical para Amy Di Bartolomeo, por seu trabalho como Emily Charlton, evidenciando a força do projeto em um dos principais centros do teatro mundial.

Com um título de projeção internacional, uma equipe criativa consolidada e a expertise de uma produtora à frente de sucessos recentes no país, O Diabo Veste Prada – Um Novo Musical se apresenta como uma das estreias mais relevantes do teatro musical no Brasil nos próximos anos, antecipando um movimento que conecta mercado, público e novas possibilidades de circulação para o gênero.

O Teatro Santander comemora dez anos de atividades em 2026, consolidado como um espaço multifuncional, moderno, sofisticado e inovador. É o primeiro espaço no Brasil que possui o sistema de recolhimento automático das poltronas e de varas cênicas automatizadas, que permitem a mudança de configuração do ambiente em questão de minutos. 

SERVIÇO | O DIABO VESTE PRADA – UM NOVO MUSICAL:

Temporada:  De 25 de fevereiro a 27 de junho de 2027 (conferir datas e sessões disponíveis para vendas)

Horários:  

Quintas e Sextas-feiras, às 20h00; 

Sábados, às 16h00 e 20h30; 

Domingos, às 15h00 e 19h30

Duração: Aproximadamente 165 min, com intervalo de 15 minutos

Local: Teatro Santander

Endereço: Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041, Itaim Bibi, São Paulo – Complexo JK Iguatemi

Classificação etária: Livre, menores de 14 anos devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Vendas e mais informações: Site da Sympla e bilheteria física do teatro 

Veja mais algumas fotos do musical:

Créditos: Andy Santana
Créditos: Andy Santana
Créditos: Renam Christofoletti

E você, animado para o Musical O Diabo Veste Prada? Conta para a gente e siga o Entretê nas redes sociais (Instagram, FacebookX) para mais novidades sobre o mundo do entretenimento turco.

 

Leia também: Meu Filho é um Musical: história de Paulo Gustavo chega aos palcos em maio

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

 

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