Cantor gaúcho chamou a atenção da produção da turnê através das redes sociais e dividirá o palco com a banda no Rio de Janeiro, Curitiba e São Paulo
O cantor e compositor gaúcho Rafael Witt foi anunciado como o ato de abertura dos três shows da turnê da banda The Lumineers no Brasil. A confirmação para as apresentações no Rio de Janeiro, em Curitiba e em São Paulo, marcadas para a penúltima semana de abril, aconteceu após uma intensa campanha de seus fãs no Instagram.
Um vídeo que ultrapassou 70 mil visualizações, e acumulou centenas de menções à banda e à produtora Live Nation, chamou a atenção da equipe responsável e viabilizou o convite oficial.
Para o artista, o marco profissional carrega um forte peso simbólico, já que o indie-folk do grupo norte-americano é uma de suas principais referências desde a adolescência.
Foto: divulgação/Assessoria Bianco
Witt destaca a importância do público nessa realização: “Ver a minha comunidade de fãs entrar nesse sonho comigo e ajudar a tornar isso real é uma das coisas mais bonitas que já vivi. Tem algo muito simbólico em sair dos shows intimistas que construíram minha carreira pra agora dividir palco e ser reconhecido pelos meus ídolos.”
Natural de Caxias do Sul e dono de composições majoritariamente em inglês, Rafael vem consolidando seu nome no circuito folk contemporâneo de forma independente.
O músico já acumula experiência abrindo apresentações de artistas internacionais no país, como Seafret e Hollow Coves. Sua discografia inclui o EP There’s Nothing Wrong With Me (2021) e o álbum Wanderer (2024), que ultrapassa a marca de 1,5 milhão de reproduções no Spotify, além do projeto audiovisual de performances rurais The Wanderer Sessions.
O encontro musical com The Lumineers tem início no Rio de Janeiro, no dia 22 de abril, no Vivo Rio. Na sequência, a turnê segue para Curitiba, no dia 24, com apresentação na Live Curitiba, e encerra sua passagem pelo país em São Paulo, no dia 25, no Suhai Music Hall. Todos os eventos têm início marcado para às 19h.
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O filme é um mergulho no grotesco, que troca sustos fáceis por imagens difíceis de esquecer
Nos últimos anos, o subgênero envolvendo múmias como personagens assustadores no cinema ficou mais associado à aventura e ao entretenimento leve, por conta das franquias que foram lançadas ao longo dos anos. Ao decorrer das décadas, a múmia já foi um monstro silencioso e atmosférico, uma ameaça física quase sem identidade e, até mesmo, um elemento de aventura leve e escapista.
Dirigido por Lee Cronin – conhecido por seu trabalho em A Morte do Demônio: A Ascensão (2023) –, a Maldição da Múmia integra uma nova fase do terror produzida pela parceria entre a Blumhouse Productions e a Atomic Monster, estúdios responsáveis por sucessos recentes do gênero.
As versões da Múmia ao longo dos anos
A versão de 1932 – dirigida por Karl Freund e protagonizada por Boris Karloff –, é o pilar fundamental de todos os filmes que vieram depois. O longa é um clássico do terror gótico que definiu a imagem do monstro no cinema. Diferente das versões modernas, grande parte do filme mostra Imhotep – a múmia – disfarçado como um egípcio moderno que usa seus poderes hipnóticos e conhecimentos antigos para encontrar a reencarnação de sua princesa.
Já a trilogia com Brendan Fraser, que esteve nos cinemas entre os anos de 1999 e 2008, trazia uma aventura leve, uma comédia romântica e um certo suspense. Um clima muito parecido com o de Indiana Jones, com carisma e humor, sem se levar muito a sério.
Foto: reprodução/CNN Brasil
O mais recente deles, estrelado por Tom Cruise e lançado em 2017, trouxe uma ação frenética com toques de horror e sobrenatural. Essa adaptação foi mais sombria, focada na ação de Hollywood e menos na exploração arqueológica divertida.
Foto: reprodução/Clube Gazeta do Povo
Rick O’Connell, interpretado por Fraser, era um herói carismático, gente como a gente, propenso a situações perigosas e cômicas, mas um personagem com muita coragem. Nick Morton, de Cruise, foi um anti-herói egoísta e militar, muitas vezes descrito como um personagem de Missão Impossível em um filme sobrenatural, com menos carisma relacional.
A Múmia, a grande vilã das histórias era, em 1999, uma figura mítica e clássica chamada Imhotep que buscava ressuscitar sua amante, gerando uma ameaça romântica e física. É uma força da natureza sobrenatural. Começa como uma criatura incompleta que precisa absorver órgãos de vítimas para se regenerar, possuindo poderes quase divinos sobre os elementos.
Em 2017, tivemos a primeira múmia feminina com o nome de Ahmanet, uma princesa egípcia com motivações baseadas em vingança e ambição pelo poder. É uma guerreira física e uma entidade que busca trazer o deus Set para o mundo real, funcionando quase como um vírus ou uma maldição de escala global.
A ambientação? A versão original, de 1932, mostra um Egito visto com um olhar de mistério arqueológico e fascínio. Em 1999, o longa era ambientado nos anos 20 e 30, focado no Egito antigo, mas o cenário era uma fantasia. Aqui, o Egito é como um parque de diversões para heróis destemidos, vilões caricatos e tesouros escondidos. Já em 2017, o longa foi ambientado nos dias atuais, com grande parte da ação acontecendo em Londres, mudando completamente a atmosfera de mistério antigo para o moderno. O Egito é apenas o prólogo e a múmia é transformada em uma ameaça urbana contemporânea.
Mas, então, se já existem tantos longas a respeito de um mesmo vilão – a múmia –, o que torna o novo filme da Blumhouse e Atomic Monster, distribuído pela Warner Bros,tão diferente de seus antecessores?
Qual a história do filme Maldição da Múmia de 2026?
Foto: reprodução/CNN Brasil
A nova trama, segue um caminho diferente, abandonando o tom épico e apostando em um terror mais cru, gráfico e desconfortável. A proposta fica clara desde o início: provocar mais repulsa do que sustos fáceis. A história gira em torno de uma entidade demoníaca egípcia conhecida como Nasmaranian, cuja presença está ligada a um ritual absurdamente obscuro.
Em Maldição da Múmia, acompanhamos um casal que vive com seus dois filhos – Katie e Seb – no Cairo, Egito, por conta do trabalho de Charlie, que é um jornalista correspondente para um veículo americano.
Logo nos primeiros minutos de filme, Katie desaparece no deserto sem deixar rastros. A família, dilacerada e em luto, fica sem notícias do paradeiro da filha por oito anos, até que, como em um sonho – que se revela mais tarde como um pesadelo –, um sarcófago é encontrado e com ele o corpo de Katie… viva.
O reencontro alegre logo se transforma em um completo horror sobrenatural, quando uma força obscura assombra a família, misturando terror visceral e suspense.
O desconforto como proposta
O principal mérito do novo longa está em sua identidade, no qual se aproxima muito mais do terror contemporâneo – popularizado por obras como Invocação do Mal (2013) – e prioriza a tensão psicológica com imagens perturbadoras.
Foto: reprodução/Rolling Stone Brasil
Maldição da Múmia se posiciona na indústria cinematográfica como uma ruptura deliberada: o filme escolhe o excesso. O longa é brutal, nojento e extremamente sangrento durante todos os seus 130 minutos, com destaque para a reta final, capaz de embrulhar o estômago. O horror não é apenas sugestivo ou simbólico, ele é físico, e você se vê escondendo o rosto por trás das mãos para não ter que testemunhar tamanha aflição.
A nova versão abandona completamente a figura da múmia como algo distante para torná-la uma força invasiva e corporal. Não por acaso, o filme carrega marcas muito claras da filmografia de Cronin, especialmente na forma como o horror é construído. O medo surge da deterioração do próprio corpo – algo que este filme faz questão de explorar de uma maneira bem insistente. A violência não é apenas vista, mas sentida.
Foto: reprodução/Omelete
No fim, o roteiro levanta questões interessantes a respeito do funcionamento do ritual e da lógica da possessão, mas falha ao não se aprofundar em suas respostas. O que pode gerar certo estranhamento nos espectadores, mas também contribui para o clima de mistério da narrativa.
Ao trocar sustos previsíveis por imagens perturbadores, o longa entrega uma experiência que persegue o espectador mesmo após os créditos finais. Se o objetivo é sair do cinema mexido, vale o ingresso. Só não vá desprevenido: a classificação +18 não é exagero, e o filme cobra um preço alto de quem não tem estômago para encarar o que está na tela.
Maldição da Múmia já está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil.
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João Souza estreia na literatura com uma narrativa muito envolvente que combina romantasia e suspense em uma atmosfera intensa
Caçada Selvagem – Desejo é um dos lançamentos de 2025, publicado pela Flyve Editora. O livro foi escrito pelo jovem escritor mineiro João Souza, de 16 anos, que constrói uma romantasia envolvente e recheada de suspense, traições, segredos e muitos mistérios.
Confira a sinopse:
Após a internação de sua mãe em uma clínica de reabilitação, a adolescente Heather Vanderwaal se muda para a cinzenta cidade de Church Hill, na Carolina do Norte, onde irá morar com a tia que não via há anos.
Tentando se adaptar à nova vida e ao colégio, Heather cruza o caminho de Gaye McCool, um garoto reservado, marcado por cicatrizes que refletem as suas e com olhos que escondem mais do que apenas uma vida conturbada.
Quando os dois assumem uma relação fadada ao perigo constante, uma tragédia abala a cidade – revelando muitos outros assassinatos brutais que ocorreram e parecem longe de terminar.
Heather logo percebe que seu sofrimento está longe de terminar. Com a chegada de Kai McCool – primo de Gaye, atraente e sarcástico – em Church Hill, ela se viu envolvida com mais um membro da família, que parecia guardar um segredo que quebrava todas as crenças que alguém poderia ter.
Dividida entre os dois amores, Heather se vê não apenas presa em um triângulo de desejo e mistério, mas no centro de um jogo mortal – onde gangues, ameaças anônimas, segredos e predadores se entrelaçam em uma trama sombria, com paixões desesperadas.
Foto: divulgação/LC Agência de Comunicações
João Souza consegue transitar por temáticas diferentes em seu livro de forma fluída e natural, levando o leitor a embarcar em uma leitura na qual a desconfiança só cresce. Sem entregar os mistérios sobrenaturais de Church Hill, a história constrói um cenário de tensão, “onde a linha entre caçador e criatura começa a se inverter e aqueles que eram vistos como monstros também podem passam a se tornar alvo, pois nem tudo parece realmente do jeito que é.”
Caçada Selvagem – Desejo é um convite para embarcar na escuridão de Church Hill e descobrir que, naquela cidade cinzenta, “sobreviver pode significar se tornar exatamente aquilo que se teme.”
A obra possui 451 páginas e está disponível por R$2,99 na versão digital pelo Kindle, R$89,90 na versão física no site da Flyve Editora e R$92,90 no site da Amazon.
Sobre o autor
Foto: divulgação/LC Agência de Comunicações
João Souza é um autor mineiro de 16 anos que acaba de lançar Cidade Selvagem – Origens e Caçada Selvagem – Desejo pela Flyve Editora. Desde a infância, teve a prática de inventar histórias, mas foi apenas na pandemia que começou a escrevê-las no papel. Influenciado pela literatura fantástica e sombria, começou a unir esses elementos de fantasia e suspense psicológico em sua escrita, tendo como referência títulos famosos na área, desde Crepúsculo à estética de Hannibal.
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Em seu nome original, Project Hail Mary acompanha a jornada de um professor de ciências, Ryland Grace (Ryan Gosling), que acorda sem memórias em uma nave no espaço. Enquanto recupera suas lembranças, Grace descobre que é o único humano que restou em uma missão arriscada para salvar o Sol e toda a humanidade, isso com a ajuda de um alienígena (Rocky), uma criatura um tanto peculiar.
Assista o trailer:
Sem mais enrolação, aí vão cinco curiosidades sobre o filme que tornam a produção ainda mais interessante.
O filme é baseado em um livro
Com o mesmo nome, o livro Project Hail Mary foi publicado em maio de 2021 pelo escritor Andy Weir, que também escreveu outro sucesso adaptado, Perdido em Marte (2011). Além disso, o autor tem mais um livro que se intitula Artemis(2017). Será que vem filme novo por aí?
Imagem: reprodução/Salon
A nave do filme é real
O longa tem a premissa de usar o mínimo de CGI possível e zero tela verde – isso mesmo, zero. O fato de toda a nave ter sido construída para as gravações torna a produção ainda mais bem feita e a experiência mais real.
Imagem: reprodução/IMDb
Foi usado um boneco para o alien Rocky
Seguindo a lógica da redução de CGI, a produção optou por um boneco que pudesse ter seus movimentos controlados por um humano. Dessa forma, as interações seriam mais naturais e realistas.
Imagem: reprodução/Pinterest
Ryan Gosling foi o único ator considerado para o papel principal
Logo após o lançamento do livro, o ator já teve seu nome ligado ao projeto. A decisão foi certeira, porque Ryan nos presenteia com um show de atuação que arranca risadas e lágrimas.
Imagem: reprodução/Everyman Cinema
A cena em que Sandra Hüller canta Sign of the Times não estava no roteiro
Após Ryan Gosling ouvir a atriz cantar nos bastidores, a cena da personagem Eva Stratt cantando a música de Harry Styles no karaokê foi inserida no filme, se tornando uma das cenas mais emocionantes de toda a trama.
Imagem: reprodução/IGN
Além disso, o filme tem um enredo envolvente e uma narrativa criativa e divertida, também recebeu alta aprovação do público e da crítica. Vale a pena assistir e se aventurar com essa nova ficção científica dirigida por Phil Lord e Chris Miller.
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Obra de Ayana Gray propõe um olhar sensível e poderoso sobre uma das figuras mais marcantes da mitologia
Histórias inspiradas na mitologia grega seguem despertando interesse ao atravessar gerações, especialmente quando revisitadas sob novas perspectivas. Ao reinterpretar narrativas clássicas, autores contemporâneos conseguem lançar luz sobre personagens que, por muito tempo, foram reduzidos a papéis simplificados. É nesse movimento que se insere Eu, Medusa (2026), da autora Ayana Gray,novo lançamento da Intrínseca, que chega às livrarias em 2 de junho e promete ressignificar uma das figuras mais emblemáticas desses mitos.
Na obra, acompanhamos Medusa – ou Meddy – antes de se tornar a criatura temida que habita o imaginário popular. Desde cedo, ela se sente deslocada: enquanto suas irmãs e pais possuem natureza divina, ela é mortal. Esse contraste alimenta um sentimento constante de inadequação e o desejo de encontrar seu próprio espaço no mundo, longe da ilha onde cresceu.
Foto: reprodução/Barnes & Nobles
A oportunidade surge quando a deusa Atena a convida para treinar em seu templo. Determinada a mudar seu destino, Meddy abraça a chance de se tornar sacerdotisa e, pela primeira vez, experimenta pertencimento e reconhecimento. No entanto, essa nova posição também a coloca no centro das atenções – inclusive de Poseidon, cujo interesse desencadeia uma série de acontecimentos que transformam sua vida de maneira irreversível.
Após sofrer uma violência e ser responsabilizada injustamente por ela, Medusa é punida de forma brutal: seus cabelos se transformam em serpentes. Tradicionalmente retratada como um monstro cuja aparência petrifica quem a encara, aqui sua história ganha novas camadas. Em vez de aceitar o papel imposto, Meddy confronta o destino que lhe foi dado e decide reconstruir sua identidade, recusando-se a ser definida apenas pela dor ou pela punição.
Na mitologia clássica, Medusa é frequentemente lembrada apenas como a criatura derrotada por Perseu. No entanto, releituras modernas têm buscado recuperar sua dimensão trágica e humana, evidenciando as injustiças que marcaram sua trajetória. O livro de Ayana Gray se soma a esse movimento ao oferecer uma narrativa que combina fantasia, emoção e questionamentos sobre poder, violência e autonomia.
Foto: reprodução/Revista Galileu
Ao recontar essa história sob um novo olhar, Eu, Medusa convida o leitor a revisitar um mito conhecido e enxergá-lo com mais complexidade – não como uma simples fábula sobre heróis e monstros, mas como um retrato de transformação, resistência e reivindicação de voz. É uma leitura que dialoga com o presente ao dar protagonismo a quem, por muito tempo, foi silenciado.
Sobre a autora
Foto: reprodução/Geeks OUT
Ayana Gray é autora best-seller do New York Times e se destaca por suas narrativas que exploram fantasia, mitologia e elementos mágicos. Seu romance de estreia, No Coração da Selva (Vol. 1 – Trilogia Feras) – publicado no Brasil pela Editora Galera –, conquistou sucesso imediato e teve os direitos de adaptação adquiridos antes mesmo do lançamento. Suas obras já foram traduzidas para diversos idiomas e alcançaram leitores em diferentes partes do mundo.
Nascida em Atlanta, a autora vive atualmente em Little Rock, Arkansas, onde se dedica à escrita e a seus interesses por histórias fantásticas – além de acompanhar corridas de Fórmula 1 e cuidar de seu inusitado pet, Apollo, um rinoceronte adotivo. Eu, Medusa marca sua estreia no catálogo da Intrínseca.
Foto: divulgação/Editora Record – Galera/Entretetizei
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Produção dirigida por Billie Eilish e James Cameron aposta em tecnologia imersiva e promete revolucionar a experiência de shows no cinema
A experiência de assistir a um show no cinema está prestes a alcançar um novo patamar. O filme-concerto de Billie Eilish, Billie Eilish: Hit me Hard and Soft: The Tour in 3D, teve novo trailer divulgado pela Paramount Pictures, junto com o anúncio da pré-venda de ingressos, que começa nesta quinta (16).
Descrito como um conceito inovador de experiência de shows em telas grandes, o longa propõe uma experiência imersiva em 3D que busca transportar o público diretamente para dentro da turnê mais recente da artista. A produção acompanha os bastidores e apresentações do álbum Hit Me Hard and Soft, terceiro trabalho de estúdio da cantora.
Foto: divulgação/Paramount Pictures
Lançado em 2024, o disco marcou uma nova fase na carreira de Billie Eilish, apostando em sonoridades mais experimentais e em uma estética visual ainda mais cinematográfica. O projeto foi amplamente elogiado pela crítica e rapidamente dominou as plataformas digitais, consolidando a artista como um dos nomes mais influentes da música contemporânea.
Um dos grandes diferenciais do longa está na direção, assinada pela própria cantora ao lado de James Cameron. Conhecido por seu trabalho com tecnologias revolucionárias em produções como Avatar (2009), Cameron promete levar o conceito de filmes-concerto a um novo nível, utilizando recursos inéditos para criar profundidade, escala e sensação de presença.
Diferente de registros tradicionais de shows,Hit Me Hard and Soft: The Tour in 3D aposta em uma linguagem cinematográfica mais elaborada, combinando performance ao vivo, narrativa visual e bastidores em uma experiência híbrida. Gravado com câmeras de última geração, o filme pretende colocar o espectador no centro, com enquadramentos dinâmicos e um design de som pensado especialmente para as salas de cinema.
Assista ao trailer oficial
Com dois Oscars e nove Grammys,Billie Eilish segue como uma das artistas mais ouvidas no planeta e uma figura central na redefinição do pop contemporâneo. Agora, ela amplia esse alcance ao explorar novas formas de consumo musical, cruzando os limites entre música e cinema.
A expectativa é de que o projeto atraia não apenas os fãs da cantora, mas também o público interessado em inovação audiovisual, reforçando o potencial do cinema como espaço para experiências musicais imersivas.
Foto: divulgação/Paramount Pictures
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Filme baseado no best-seller de Emily Henry promete aquecer o coração dos fãs de romance
A onda de adaptações de romances segue firme, e agora é a vez de Leitura de Verão – sucesso de Emily Henry ganhar vida nas telas do cinema. O longa acaba de confirmar Patrick Schwarzenegger como protagonista, ao lado de Phoebe Dynevor.
Conhecido por trabalhos recentes como Gen V (2023), Schwarzenegger interpretará Augustus Everett, um escritor de ficção literária que se vê em um improvável desafio criativo e emocional.
Qual a história de Leitura de Verão?
Foto: divulgação/Verus Editora/Entretetizei
Publicado originalmente em 2020, Leitura de Verão rapidamente se tornou um dos romances mais populares da autora. Com personagens carismáticos, diálogos afiados e uma abordagem mais emocional sobre o amor. Indo além do clichê, a história conquistou leitores ao equilibrar leveza e profundidade.
A trama acompanha January Andrews, autora de romances apaixonados que acredita em finais felizes, e Gus Everett, um escritor mais cético, conhecido por suas histórias densas e, muitas vezes, trágicas. Vizinhos durante o verão, os dois acabam criando uma aposta: ela tentará escrever um romance mais sério, enquanto ele terá que criar uma história com um final feliz.
O que começa como um exercício criativo rapidamente se torna em algo mais profundo, explorando bloqueios criativos, traumas pessoais e, claro, a tensão romântica entre os dois.
Sobre a adaptação cinematográfica
Com direção e roteiro de Yulin Kuang, que já tem experiência com o universo de Emily Henry – tendo trabalho como co escritora em De Férias com Você, o longa ainda não tem data de estreia confirmada.
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Em dois dias, a Turquia sofreu dois ataques a tiros em escolas
Canais turcos anunciam pausa na exibição de novos episódios das dizis esta semana após o país sofrer dois ataques a tiros em escolas nos últimos dias.
Entre terça (14) e quarta (15), uma escola de Ensino Fundamental na província de Kahramanmaras e uma instituição de Ensino Médio em Sanliurfa foram atacadas por alunos armados. Até agora, foram confirmados 9 mortos e mais de 30 feridos.
Programação das dizis
Em respeito e luto às vítimas, nessa quarta (15), as dizis Eşref Rüya, do Kanal D, Yeraltı, da NOW, e Kuruluş Orhan, da ATV, não exibiram seus novos episódios. Reprises da última semana foram ao ar no lugar.
Na quinta (16), Halef e Sevdiğim Sensin, da NOW e Starv TV, respectivamente, também não tiveram episódios inéditos, devendo voltar apenas na próxima semana.
Na sexta (17), Kızılcık Şerbeti, da Show TV, deve ir ao ar normalmente. Já o canal TRT1 optou por não exibir a série Taşacak Bu Deniz, que será substituída por um filme infantil na programação, e o novo episódio de Arka Sokaklar também foi adiado.
Até o momento, as séries do final de semana devem continuar com a programação normal.
No sábado, Gönül Dağı (TRT1) e Güller ve Günahlar (Kanal D) seguem com novos episódios confirmados. No domingo, Teşkilat (TRT 1) e Çirkin (Star TV) também vão ser exibidos no horário habitual.
Cenas de violência nas séries entram em debate e roteiros podem sofrer alterações
Após os ataques em escolas, aumentaram as reações do público contra séries que apresentam muitas cenas de violência em suas tramas.
Principalmente após o caso em Kahramanmaraş, que deixou nove mortos, a ausência de Eşref Rüyae Yeraltı da programação na noite do ataque gerou rumores de que as produções poderiam ser canceladas.
Segundo a jornalista Birsen Altuntaş, nenhuma decisão de encerrar as dizis foi tomada, mas as emissoras vão começar a agir com mais cautela, considerando que muitas crianças acompanham essas produções pelo YouTube e não apenas pela televisão aberta.
Os roteiros devem passar por revisões, especialmente em relação às cenas com armas. Produções como Eşref Rüya, Yeraltı, Teşkilat, UzakŞehir, A.B.İ e Taşacak Bu Deniz devem tratar esse tipo de conteúdo de forma mais sensível.
[Esta matéria pode ser atualizada]
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A produção original irá retratar os casos de Dominique Scharf, Robinho e Thiago Brennand
O Prime Vídeo anunciou hoje (15) os novos integrantes do elenco para a segunda temporada da série Original Prime,Tremembé. Giovanna Antonelli, Ícaro Silva e João Vicente de Castro se juntam a Marina Ruy Barbosa, Felipe Simas, Bianca Comparato, Carol Garcia e a um grande elenco para a nova leva de episódios que acompanhará os desdobramentos marcantes da primeira temporada, além de trazer novas histórias de dentro do presídio mais famoso do país. A produção será a mais recente adição à assinatura Amazon Prime.
Giovanna Antonelli interpreta Dominique Scharf, condenada a 58 anos de prisão por crimes como roubo, estelionato, fraude e falsificação de documentos, entre outros. Já Ícaro Silva fará o papel de Robinho, condenado a nove anos de prisão por estupro coletivo. João Vicente de Castro participará da série como Thiago Brennand, condenado em múltiplos processos por crimes como estupro e lesão corporal com penas que, somadas, ultrapassam 20 anos de prisão.
Foto: divulgação/Prime Video
Na segunda temporada de Tremembé, Suzane von Richthofen segue como protagonista na ala feminina e enfrenta a sua maior prova de fogo: descobrir se será aceita pela sociedade fora da prisão. Elize Matsunaga também busca recomeçar sua vida em regime aberto, enquanto se arrisca em uma nova profissão. Na ala masculina, Thiago Brennand e Robinho, milionários condenados por crimes sexuais, chegam ao Tremembé e instauram um contraste de poder e privilégio entre os presos.
Baseada no livro Tremembé: O Presídio dos Famosos (2025), de Ullisses Campbell, e com produção associada de Marina Ruy Barbosa, a série retrata as trajetórias de encarcerados por crimes de grande repercussão nacional na penitenciária conhecida como a prisão dos famosos.
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Foto: Gustavo Scatena/@agfotosite /Elas no Tapete Vermelho
Evento marca retomada da semana de moda carioca após anos de hiato, com desfile da Osklen, presença de celebridades e programação até o dia 18 de abril
A Rio Fashion Week começou na última terça (14) com um desfile realizado no Palácio da Cidade, no Rio de Janeiro. A abertura ficou por conta da marca Osklen, que apresentou uma coleção inspirada no estilo de vida carioca, marcando o início oficial do evento.
Foto: Fabiano Battaglin/gshow
Sob direção criativa de Oskar Metsavaht, o desfile trouxe referências diretas ao calçadão de Ipanema, com uma estética que transitou entre o urbano e o praiano. A passarela explorou contrastes de materiais como juta, seda, náilon e lamê e uma paleta que partiu de tons neutros, como preto e off-white, até ganhar cores mais vibrantes ao longo da apresentação.
A abertura teve a presença da modelo Carol Trentini, responsável por iniciar o desfile. Com mais de duas décadas de carreira, a top model foi escolhida para marcar o retorno da semana de moda, reforçando o caráter emblemático da apresentação.
Além da passarela, o evento reuniu diferentes nomes conhecidos do público. Entre os convidados que acompanharam o desfile estiveram Sasha Meneghel, João Lucas, Valentina Herszage e Any Gabrielly, que marcaram presença com produções bem executadas.
Foto: Letycia Miller/Brazil News
A semana de moda segue até o dia 18 de abril e reúne cerca de 20 marcas em uma programação que inclui desfiles, exposições, bate-papos, experiências culturais e eventos noturnos. O lugar principal das atividades acontece no Pier Mauá, na região do Porto Maravilha.
A expectativa é da participação de 30 mil pessoas no evento que marca o retorno do Rio ao calendário nacional da moda e busca consolidar a cidade como um polo criativo no setor.
Confira a programação:
16/04 Quinta-Feira
15:00 Patricia Viera
18:00 Hisha
19:30 Handred
21:30 Blue Man
17/04 Sexta-Feira
15:00 Angela Brito
16:30 Karoline Vito
18:00 Apto 03
19:30 Helo Rocha
20:30 Adidas
21:30 Misci
18/04 Sábado
14:30 Argalji
16:00 Isabela Capeto
18:30 Lucas Leão
20:00 Dendezeiro
21:30 Lenny Nimeyer
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