Conheça os atores que chegam ao elenco da série que conquistou o coração dos espectadores
Foi anunciado hoje (8) que a nova temporada de Bridgerton contará com novos rostos em meio aos já conhecidos. A quinta temporada vai explorar a trama de Francesca, interpretada por Hannah Dodd, que retorna ao mercado de casamentos após a morte de seu marido. No entanto, ela começa a questionar suas decisões quando Michaela, interpretada por Masali Baduza, prima de John, volta a Londres.
Quem são os novos personagens?
Tega Alexander interpretará Christopher Anderson, um verdadeiro Casanova da era Regencial. Mas por trás de sua fachada irreverente existe uma corrente de insegurança que ameaça desestabilizá-lo. Filho de Lord Anderson, ele fará com que a sociedade conheça seu nome, de um jeito ou de outro.
Jacqueline Botswain, conhecida por seu papel em Carnival Row (2019-2023), interpretará Helen Stirling, mãe de Michaela e a verdadeira fonte de seu espírito. Helen buscará orientar a filha durante a temporada social de Londres, combinando a vivacidade com um toque firme daquele amor de mãe.
Já Gemma Knight Jones interpretará Lady Elizabeth Ashworth, antiga amiga de Michaela que atua como sua confidente e guia em Londres. Por trás de seu charme leve e brincalhão, há uma personalidade bastante pé no chão, que compreende bem as regras não ditas pela sociedade, mas esperadas.
Foto: divulgação/Netflix
As filmagens da quinta temporada já estão em andamento, indicando que novos conflitos, romances e tensões sociais devem aprofundar ainda mais o universo da série, agora sob a perspectiva de Francesca.
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“Um dragão sem seu cavaleiro é uma tragédia. Um cavaleiro sem seu dragão é um homem morto.”
[Contém spoilers]
Há fenômenos editoriais – e há O Empyriano.
Desde a publicação de Quarta Asa, em 2023, Rebecca Yarros não apenas cativou o mercado, mas também reorganizou as expectativas da tão aclamada romantasia: um híbrido em que desejo, violência, política e magia coexistem com intensidade rara.
O desfecho do terceiro livro, Tempestade de Ônix, encheu nossas mentes de perguntas e previsões – e já faz mais de um ano desde a publicação oficial. A obra foi o romance adulto mais vendido em 20 anos e terminou com um suspense de tirar o fôlego, levando os leitores a uma ansiedade absurda desde que finalizaram o terceiro volume.
Foto: reprodução/ELLE
Yarros, no entanto, não começou a trabalhar no quarto livro imediatamente após a publicação de Tempestade de Ônix, deixando claro para os fãs que não escreveria a sequência no mesmo ritmo.
Os três primeiros livros da saga foram lançados em um curtíssimo período de tempo – em menos de dois anos. Quarta Asa foi publicado em abril de 2023, Chama de Ferro em outubro de 2023 e Tempestade de Ônix chegou às livrarias em janeiro de 2025.
Após finalizar um romance contemporâneo, Rebecca Yarros voltou ao mundo de OEmpyriano, e sua primeira tarefa foi criar fichas e um storyboard – além de, claro, playlists.
A autora, geralmente, cria playlists que refletem o clima e os enredos de seus romances enquanto os escreve, e já falou anteriormente sobre planejar seus livros em fichas para criar uma linha do tempo coesa.
Em 19 de março deste ano, Yarros finalmente compartilhou um reels em seu perfil do Instagram anunciando que ela tinha oficialmente iniciado a escrita do quarto livro. O vídeo não ofereceu nenhuma pista óbvia sobre o enredo da continuação, mas havia uma placa acima do quadro que dizia: “Em minhas fantasias, eu me elevo. E lá em cima, eu descobri que amo isso”, um trecho da música I Hate it Here, de Taylor Swift.
A autora também incluiu a música Look What You Made Me Do, também de Swift, na publicação. Ela pode simplesmente ter achado a citação inspiradora para sua escrita – mas nós a conhecemos bem o suficiente para saber que ela não faz nada por acaso. Yarros frequentemente inclui Taylor em suas playlists, dada sua afinidade por conectar a cantora e sua obra, então é altamente possível que ela estivesse dando uma dica sobre o tom ou o enredo de seu próximo volume.
O que aconteceu ao fim de Tempestade de Ônix?
(Não me procure. Pertence a você agora.) Foto: reprodução/StoryBookDreamArt
Tempestade de Ônix terminou com Xaden oficialmente um Venin e uma conversa entre nossa protagonista, Violet Sorrengail, e Imogen Cardulo. O sinete – poder que cada cavaleiro canaliza de seu dragão – de Imogen nunca foi um segredo, sabíamos que ela podia apagar a memória de curto prazo das pessoas. E no capítulo sessenta e seis, último capítulo do livro, Violet reaparece com um anel em seu dedo após estar 12h desaparecida e sem nenhuma memória de onde estava ou do que aconteceu nessas horas.
“— O que você fez? — Viro a cabeça para Imogen e uma sensação apavorante de mau agouro se enraíza no meu peito.
Devagar, Imogen me olha.
— O que você pediu que eu fizesse.”
Apesar do enorme suspense, o que se é possível interpretar é que: Xaden e Violet se casaram em algum momento dessas 12h, e que agora Violet se tornou oficialmente a Duquesa de Tyrrendor.
Foto: reprodução/Cassmira
Rebecca Yarros, após ser questionada se Xaden havia planejado um pedido de casamento para Violet, sua resposta foi melhor do que o esperado: “Acho que Tempestade de Ônix todo é um pedido de casamento. Um grande pedido de casamento e uma grande declaração de amor, porque ele (Xaden) sabe que vai se entregar em algum momento e está se esforçando muito para se manter firme e provar o seu valor… Mas acho que o fato de ele já ter mandado fazer um anel demonstra um planejamento prévio.”
O irmão de Violet, Brennan, também revelou que seis ovos de dragão e quatro cavaleiros, incluindo Xaden e seu melhor amigo, Garrick Tavis, estão desaparecidos. Teorias do site Empyrean Riders dizem que os ovos possivelmente estão sendo levados para Unnbriel, já que a Rainha disse que quer esses ovos, dois de cada espécie, em troca de seu exército. Mas também acreditam que esses ou alguns desses ovos pertençam a Sgaeyl e Tairn e foram salvos do vale, dada toda a confusão que acontecia.
Durante seu estado completamente confuso, Violet tenta alcançar Tairn através da ligação, mas, apesar da conexão ainda estar lá, ela está nebulosa. Andarna explica que Tairn precisa de um ciclo de descanso para se recuperar. Mas a pergunta que fica é: se recuperar de quê? Uma das teorias diz que ele precisou romper seu vínculo com Sgaeyl para que Violet não estivesse mais ligada a Xaden, o que justificaria um período de descanso.
Sobre o que será o quarto livro?
Foto: reprodução/nerdizmo
Em um evento da Disney com fãs, Rebecca revelou detalhes importantes sobre o quarto livro, incluindo a questão do casamento de Xaden e Violet já mencionada. Entre as dicas, ela disse que um dragão está mentindo sobre seu nome, que Dain e Sloane ficarão juntos no final – algo que ela planejou desde o início – e que Ridoc terá mais destaque em sua história.
Outras informações incluíram a possibilidade de múltiplos pontos de vistas, como visto no final de Tempestade de Ônix, continuarem nas sequências para um maior desenvolvimento dos personagens.
Talvez o detalhe mais empolgante seja a revelação de que Xaden entrará em sua era de vilão. E Yarros concluiu dizendo que Violet descobrirá o verdadeiro motivo pelo qual Xaden se casou com ela.
O que podemos descobrir nos próximos livros?
Foto: reprodução/Lena
Segredos ocultos e a possível aparição da Vovó Niara: a avó de Violet é uma personagem muito nova, mencionada apenas no terceiro livro. Acredita-se que os irmãos Sorrengail passaram um verão com Niara quando Mira tinha oito anos. Curiosamente, esses meses não constam no diário dos pais, e eles também cortaram relações com ela quando Violet ainda era criança.
O que aconteceu nessas 12h perdidas em Tempestade de Ônix: Rebecca confirmou que saberemos, sim, o que aconteceu. “Sim, mas vocês não necessariamente verão. Mas saberão o que aconteceu.”
O segundo sinete de Violet: Violet tem seu segundo sinete devido ao seu vínculo com Andarna, e é levemente revelado em Tempestade de Ônix que seu sinete tem algo a ver com sonhos lúcidos e imaginação. Sabe-se que apenas uma pequena parte de seu poder foi revelado até o momento, então é possível vermos mais sobre o que esse poder implica e o quão poderoso e influente ele pode ser na guerra. Yarros disse que os leitores viram apenas “cerca de 10% das habilidades de Violet de caminhar nos sonhos, em parte porque outros que desenvolveram esse poder foram mortos, o que dificulta o aprendizado”.
Vínculo de parceiros entre Xaden e Violet e possíveis sonhos picantes:Violet e Xaden têm um vínculo de parceiros por conta de seus dragões, Tairn e Sgaeyl, que são consortes. O livro 3 apresentou um novo par de dragões, Greim e Maise. Segundo Rebecca, “no livro 4, veremos mais sobre a relação entre os consortes, os laços de parceria, porque já sabemos que existe outro par de dragões que usam esse laço para se comunicar a longas distâncias. Então, aprenderemos mais sobre como essa conexão funciona”.
Foto: reprodução/Sloan
Xaden e sua era vilão: como se sabe, Xaden canalizou da terra durante a enorme cena de batalha ao final de Tempestade de Ônix para salvar Sgaeyl e se tornou oficialmente um vilão. Rebecca deu seu aviso, “vocês devem se preparar para ver Xaden entrar em sua era de vilão no próximo livro. E, se você não estiver pronto, é melhor guardar esse livro quando ele chegar”.
A cena em que Rebecca se animou para escrever: “Estou muito animada para escrever o momento em que Violet percebe o motivo de Xaden ter se casado com ela… Há vários propósitos.” Aqui, a autora insinua que Xaden não se casou com Violet apenas porque a ama – apesar de, sim, amá-la –, aparentemente há vários fatores que o levaram a tomar essa decisão. Durante o terceiro livro, Xaden diz uma frase muito importante que mostra como sua mente já estava trabalhando na proteção de sua amada: “Quero usar Tyrrendor para proteger você, e não usar você para proteger Tyrrendor.”
O que Bodhi sente por Violet: quando questionada sobre o que o primo de Xaden sentia em relação a Sorrengail, Rebecca Yarros respondeu que “Bodhi tem uma queda pelo que Xaden tem”, o que reforça a questão de uma possível inveja, já que ele é sempre tratado como o parceiro e o segundo melhor em relação a Xaden.
Considerando que Bodhi é um dos potenciais candidatos a ter se tornado um Venin ao final de Tempestade de Ônix, a resposta de Yarros traz reflexões interessantes.
Foto: reprodução/orne
Por que Dain e Sloane foram um bom par: para Rebecca, “ele é tão rígido e ela simplesmente não se importa”. Dain é um típico seguidor de regras, enquanto Sloane quebra essas regras, então essa dinâmica de opostos que se atraem fará com que Dain abandone sua postura arrogante, já que ele se juntou à revolução em vez de ficar do lado do pai. A autora também mencionou que adoraria escrever o ponto de vista de Sloane.
O sinete de Imogen já foi usado antes: após o fim de Tempestade de Ônix, muitos fãs se perguntaram se Imogen já havia apagado as memórias de Violet em outro momento. Claro que, em vez de dar uma resposta direta, a autora disse que acha “que depende da sua visão sobre a personagem Imogen. O que Imogen mostrou sobre si mesma? O que ela contou a Violet sobre o seu sinete?”
Ao longo da saga, só é possível ver Imogen apagar memórias quando Violet ou Xaden pedem especificamente que ela o faça. No entanto, grande parte da série é contada apenas da perspectiva limitada de Violet, então pode ter havido ocasiões em que Imogen apagou as memórias de outras pessoas sem o conhecimento dela. Ou da própria Violet sem que ela se lembre ao menos de ter pedido, como mostrado ao final do terceiro livro.
Foto: reprodução/hesam
O vínculo entre dragões e cavaleiros – eles estão mentindo: após os cavaleiros se juntarem a um dragão durante a Ceifa em Basgiath, o cavaleiro anuncia o nome do dragão aos escribas para que seja registrado. No entanto, Yarros apontou aos fãs que os dragões nunca dizem seus nomes diretamente aos escribas. Ou seja, é possível que alguns cavaleiros não compartilhem seus nomes verdadeiros ou que os dragões mintam para seus cavaleiros, o que poderia ajudar os filhos de rebeldes a conseguirem se conectar com dragões que seus parentes já haviam se conectado antes.
Yarros também pediu aos leitores que prestassem atenção aos dragões pretos, incentivando-nos a nos perguntarmos por que existem tão poucos dragões pretos no mundo, acrescentando que é muito relevante que dois novos filhotes de dragão preto tenham nascido ao no segundo livro da saga, Chama de Ferro.
A playlist do quarto livro
Apesar de ainda não ter criado uma playlist oficial para o quarto livro da saga, Rebecca Yarros chegou a nos tentar com algumas escolhas musicais ao fazer publicações ou stories relacionados à sequência. E o Entretê juntou pra vocês todas as canções que Dona Yarros compartilhou para nos deixar completamente ansiosos.
Foto: divulgação/Entretetizei
Quando o quarto volume será lançado?
Ainda vai demorar um certo tempo até que o próximo livro seja publicado, mas as pistas de Yarros durante as entrevistas, as teorias criadas pelos fãs e a playlist mais ou menos divulgada nos ajudam a aguardar com um pouco mais de paciência. Enquanto isso, podem ler outras romantasias e compartilhar com a gente suas críticas ou reler todos os três livros já publicados para matar a saudade desses personagens incríveis.
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O produtor italiano e a artista tailandesa colaboram em single que antecede estreia no Coachella
Foto: divulgação/Universal Music Brasil
O produtor italiano Anyma e a artista tailandesa LISA, integrante do BLACKPINK, lançaram nesta quarta (8) o single Bad Angel (2026). A faixa marca a colaboração entre os artistas e antecede a estreia do novo show de Anyma no Coachella.
A música reúne a proposta da música eletrônica conceitual de Anyma com a presença global de LISA, conhecida por sua atuação no K-pop e por sua carreira solo. A parceria representa a aproximação entre diferentes estilos musicais em um lançamento voltado tanto para plataformas digitais quanto para grandes festivais.
O videoclipe que acompanha a faixa aposta em uma estética futurista e digital, alinhada ao universo visual do produtor. O material audiovisual destaca a performance de LISA como cantora e dançarina, reforçando sua versatilidade artística.
O lançamento acontece em um momento importante para quem está lendo e para os dois artistas. Anyma se prepara para uma nova fase de apresentações ao redor do mundo, enquanto LISA segue consolidando sua carreira solo.
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Aproveite a estreia de Dear Killer Nannies: Criado por Assassinos para conhecer filmes e séries que contam histórias reais
O catálogo do Disney+ está repleto de títulos baseados na vida real. São muitos os filmes e séries que imortalizam nas telas as histórias de pessoas comuns que tiveram que passar por eventos extraordinários ou ícones que tocaram o mundo com sua obra, seja nas artes, esportes, ciência ou mais.
Um exemplo atual é o lançamento de Dear Killer Nannies: Criado por Assassinos. A série conta a vida real de Juan Pablo (Miguel Ángel García), um garoto que cresceu em meio a uma vida luxuosa, mas solitária, graças ao próprio pai, a quem acreditava ser um empresário de tanto sucesso que era obrigado a viver cercado de guarda-costas. Porém, conforme crescia, o jovem começou a entender a verdade sobre as atividades de seu progenitor, que é ninguém menos do que Pablo Escobar (John Leguizamo), um dos maiores narcotraficantes do mundo.
A vida de Juampi é apenas uma das várias histórias reais que inspiraram filmes e séries no streaming. Para você conhecer outras delas, reunimos abaixo cinco obras baseadas em fatos para você assistir agora mesmo no Disney+. Confira a nossa seleção:
Tina: A Verdadeira História de Tina Turner (1993)
Foto: divulgação/Disney+
O mundo do cinema ama contar a vida e a obra de grandes ícones da música, e um dos filmes mais importantes desse gênero é Tina: A Verdadeira História de Tina Turner (1993). A produção narra a trajetória de Tina Turner, cobrindo tanto a vida profissional, marcada pela ascensão de uma das maiores artistas da história dos Estados Unidos, quanto a pessoal, em que precisou lutar para se livrar do marido abusivo, Ike Turner.
Emocionante, a produção contou com os talentos de Angela Bassett (Pantera Negra, 2018) e Laurence Fishburne (Matrix, 1999) para dar vida a Tina Turner e Ike, em performances tão marcantes que lhes renderam indicações ao Oscar.
O Estrangulador de Boston (2023)
Foto: divulgação/Disney+
É impossível falar de histórias reais sem citar true crime, um dos subgêneros mais populares dos últimos anos. O Estrangulador de Boston (2023) conta a história de Loretta McLaughlin (Keira Knightley), jornalista que foi a primeira a conectar os assassinatos cometidos por um homem que ficou famoso como Estrangulador de Boston na década de 1960. Conforme os crimes acontecem, Loretta e a colega, Jean Cole (Carrie Coon), aprofundam uma investigação que as obriga a confrontar o sexismo latente de sua época e colocar as próprias vidas em risco para descobrir a identidade do criminoso.
Somos os Que Tiveram Sorte (2024)
Foto: divulgação/Disney+
A minissérie Somos os Que Tiveram Sorte (2024) conta a história dos Kurc, uma família de judeus que precisa fugir de seu lar, a Polônia, para escapar dos horrores do Holocausto e da Segunda Guerra Mundial. Quando a perseguição ao seu povo se intensifica, os irmãos Halina (Joey King), Addy (Logan Lerman), Genek (Henry Lloyd-Hughes), Jakob (Amit Rahav) e Mila (Hadas Yaron) se espalham pelo mundo, com parte deles chegando ao Brasil, para sobreviver e tentar se reunir quando a guerra acabar.
Mauricio de Sousa – O Filme (2025)
Foto: divulgação/Disney+
O Brasil também tem histórias reais dignas de cinema, e uma delas é Mauricio de Sousa – O Filme (2025). A produção conta a vida de Mauricio de Sousa desde a infância, passando pela descoberta do amor pelas histórias em quadrinhos e, principalmente, pelos bastidores da criação de personagens que viriam a se tornar a Turma da Mônica, um dos patrimônios culturais do nosso país. A tarefa de interpretar o protagonista ficou com Mauro Sousa, filho do Mauricio.
A História Distorcida de Amanda Knox (2025)
Foto: divulgação/Disney+
A minissérie A História Distorcida de Amanda Knox (2025) volta ao início dos anos 2000 para contar um caso inacreditável. A história acompanha Amanda Knox (Grace Van Patten), uma jovem norte-americana que vê o sonho de estudar na Itália virar um pesadelo ao ser acusada de assassinar a colega de quarto, Meredith Kercher (Rhianne Barreto). Grave, o caso foi marcado por reviravoltas e levou anos para chegar ao fim, período em que Knox foi exposta ao mundo enquanto tentava provar a própria inocência.
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Nova atração ECCO, conceito e shows do DJ Alok e Fatboy Slim estão entre as inovações do palco de eletrônica
O Rock In Rio 2026, que acontece entre os dias 4 e 13 de setembro deste ano, divulgou nesta terça-feira (7) mais informações sobre sua nova edição em uma coletiva de imprensa que o Entretetizei participou.
Com artistas, conceitos e atrações inéditas, o festival de rock mais famoso do país contará com shows exclusivos e uma variedade de gêneros musicais, com destaque para a presença do k-pop pela primeira vez no festival e um forte line-up de eletrônica, que você pode conferir ao fim da matéria.
Se apresentarão na Cidade do Rock este ano artistas como Gilberto Gil e Elton John no dia 7. O grupo de k-pop Stray Kids no dia 11 faz sua estreia no festival e, junto com o Nexz, compõem os primeiros números de k-pop a integrar o line-up na história do Rock In Rio. Além disso, Alok, Fatboy Slim, Foo Fighters, Demi Lovato, Maroon 5 e outros participam do evento na Cidade do Rock.
Palco New Dance Order
O palco New Dance Order, ou NDO, é onde se apresentam as performances de música eletrônica do festival, um gênero musical visto no Rock In Rio como símbolo de manifestação do desejo pela paz através do convívio, da empatia e da diversão.
De cara nova, o palco contará com nova estrutura, novos equipamentos e até um novo horário nesta edição do festival. O horário de funcionamento do NDO será das 21h às 3h da manhã, terminando os shows uma hora antes do antigo encerramento, às 4h.
Foto: reprodução/Instagram @rockinrio
Uma das maiores novidades para esta edição do palco de eletrônica é os chamados Special Openings, shows de abertura com artistas já consagrados. A ideia é ampliar a experiência do público desde o início da programação.
Movimento Dancing For A Better World
O conceito do palco também é novo. New Dance Order: Dancing For A Better World é o movimento que abraça diversidade e defende a união e a paz mundial, alicerçando a próxima edição do festival como um todo.
Roberta Medina, vice-presidente executiva do Rock World, afirmou durante a coletiva que o movimento por um mundo melhor vem de uma luta presente desde a origem do festival: “Era sobre convocar as empresas brasileiras para assumir parte da responsabilidade e ajudar a solucionar os grandes desafios de nosso país”.
Estreia do Espetáculo ECCO
Criado pelo Rock In Rio em parceria com a LightWire, o espetáculo ECCO é a atração inédita do festival, que celebra a arte, a dança e a música de maneira inovadora e imersiva.
A performance acontece em uma arena na Cidade do Rock durante todos os dias de festival. E marca a estreia do grupo brasileiro LightWire na programação, conhecidos por se apresentarem no America’s Got Talent em 2025.
Foto: reprodução/Instagram @rockinrio
O projeto utiliza a imersão em 360° graus para fundir o sensorial e a tecnologia. Além disso, a proposta busca refletir sobre as vibrações da natureza e a criação da música.
A venda geral de ingressos começa no dia 26 de maio, ao meio-dia, pelo site da Ticketmaster Brasil.
Alok: Rave the World
Pela primeira vez na história de suas participações no festival, o DJ Alok participa em dois dias, com três apresentações no total, no Rock In Rio 2026.
Ocupando dois palcos em diferentes datas, o veterano do festival, que é também um dos maiores nomes da música eletrônica mundial, estará no Palco Mundo, no dia 11 de setembro, com um show que traz como conceito a necessidade de manter e valorizar a arte humana.
No dia seguinte, o DJ sobe ao palco New Dance Order com um set completamente diferente. Trazendo a ideia de transformar o mundo a partir da filosofia da raves, é seu projeto chamado Rave the World.
Foto: reprodução/djsound
“Os valores da cultura Rave de paz, amor, união e respeito à diversidade, eu acho que tem total sinergia com o New Dance Order”, diz Alok em mensagem de vídeo para a coletiva de imprensa.
Além disso, ele sobe ao palco NDO também acompanhado por seus pais e irmão na apresentação como Alok & Family – Ekanta e Swarup.
Line-up completo do New Dance Order, por ordem de apresentação
4 de setembro (sexta)
Cat Dealers – Special Opening
Atkö
Gil x Carola
Steve Angello – Headliner
5 de setembro (sábado)
Victor Lou – Special Opening
Camila Jun x Eli Iwasa
Volkoder
James Hype – Headliner
6 de setembro (domingo)
Sofi Tukker – Special Opening
Liu
Casa Bonita: Brisotti & Viot
Meduza – Headliner
7 de setembro (segunda)
Max Styler- Special Opening
Leo Janeiro & Simo Not Simon
Aline Rocha
Fatboy Slim – Headliner
11 de setembro (sexta)
Anna – Special Opening
Departamento
Omiki
Neelix & Vegas – Headliner
12 de setembro (sábado)
Bhaskar
Adam Sellouk
Gabe
Alok & Family: Ekanta, Swarup
Alok: Rave the World – Headliner
13 de setembro (domingo)
Dawn Patrol: Maz, Antdot, Riascode, Bakka – Special Opening
Illusionize
Roddy Lima
John Summit – Headliner
A venda geral do Rock In Rio 2026 acontece em 26 de maio, a partir do meio-dia. E a pré-venda club e para clientes itaú começa em 19 de maio e vai até o dia 25 do mesmo mês, pela Ticketmaster Brasil.
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O três primeiros episódios da nova produção já estão disponíveis no streaming e destacam novas perspectivas femininas na narrativa
[Contém spoilers]
Na terça-feira (7), o Entretê teve a oportunidade de conferir com exclusividade o primeiro episódio da série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, nova série do universo de Margaret Atwood e sequência de The Handmaid’s Tale (2017-2025).
Foto: divulgação/Entretetizei
A série não perde tempo em estabelecer o tom de sua narrativa. Logo em seu primeiro episódio, a nova produção deixa claro que não há qualquer intenção de suavizar o universo que consagrou The Handmaid’s Tale. Em Os Testamentos há um aprofundamento ainda mais incômodo, mas menos brutal.
Apesar de ser uma sequência direta da sua produção original, a nova série não exige ou espera que os espectadores tenham assistido às seis temporadas da história de June. E, para isso, ela logo assume um tom didático e contextualizador nos 40 minutos de episódio.
Ela se inicia com um texto direto e perturbador, situando o espectador em Gilead e explicando a história de um sistema de controle violento, especialmente sobre os corpos femininos. Essa introdução não apenas ajuda a compreender este universo bem construído e consolidado em que a trama se passa, mas também antecipa o que está em jogo.
Quando, ao final do último texto na tela, as palavras são apagadas, restando apenas mulheres históricas, a atitude revela o eixo central da narrativa: a história é delas, ainda que construída sob dor, opressão e resistência.
O episódio mergulha sem hesitação em temas profundamente sensíveis. Abuso sexual e estupro são expostos de forma crua, sem qualquer tentativa de amenização. E o desconforto? É intencional e necessário. Há uma sensação constante de que o horror apresentado não pertence apenas à ficção, mas dialoga com estruturas muito reais, ainda presentes no mundo contemporâneo.
A narrativa deixa claro uma lógica completamente absurda e perversa em que homens são retratados como constantemente tentados, incapazes de exercer autocontrole – uma justificativa distorcida que sustenta a opressão feminina. A obra revela que, apesar da moralidade rigorosa pregada, a liderança de Gilead é cheia de homens que abusam. E as mulheres aprendem rapidamente a temer essa natureza masculina, sendo ensinadas que são responsáveis por evitar o pecado dos homens.
Foto: divulgação/Disney+
O universo de Gilead
“Essa história se passa em Gilead, um regime totalitário que controlou boa parte dos EUA. A queda da taxa de natalidade mundial gerou pânico e a violenta ascensão de Gilead. Havia um pequeno grupo de resistência, mas Gilead subjugava a população – principalmente as mulheres.
As mulheres, governadas por uma fé rígida, eram despojadas de bens e direitos.
Mesmo as jovens mais privilegiadas, as filhas dos Comandantes, eram submetidas à violência. Essas mulheres promoveriam mudanças históricas.”
O universo é apresentado de maneira clara, com explicações orgânicas sobre suas hierarquias, relações de poder e conflitos. Diferente do que parte do público poderia esperar após os acontecimentos da série original, Os Testamentos deixa claro que Gilead não foi derrotada, apenas tensionada. O regime segue operando, mantendo mulheres sob estruturas de violência e controle, o que amplia a sensação de continuidade do horror, e não de resolução.
A resistência Mayday, da qual June fazia parte, ainda luta para derrubar o governo e restaurar os Estados Unidos, e os combates armados aterrorizam algumas áreas do país, fazendo com que a segurança em torno das jovens seja muito pesada.
Soma-se a isso a repressão natural de Gilead, o que deixa as jovens ainda mais aprisionadas. Manter amizades era altamente mal visto, o distanciamento incentivado. Na visão dos Comandantes, amizades entre mulheres podem resultar em traição e, principalmente, questionamentos.
Na nova série acompanhamos a primeira geração que cresceu inteiramente sob o regime de Gilead. Jovens, como Agnes, não conheceram o que existiu antes. Mas, ainda assim, há uma inquietação feminina dentro desse sistema. As mulheres não estão satisfeitas, e isso fica ainda mais claro em pequenos gestos, olhares e, principalmente, em figuras que despertam curiosidade, como as Pérolas.
As garotas pérolas são uma classe de missionárias jovens de Gilead que usam vestidos perolados, chapéus brancos e pérolas. Elas viajam para o exterior, como o Canadá, para recrutar mulheres e espalhar a propaganda, retratando Gilead como uma utopia, embora Tia Lydia as use como ferramenta de espionagem – e isso aqui é muito importante.
Foto: divulgação/Disney+
Daisy, uma garota pérola recém introduzida no grupo de violetas – garotas que estavam apenas esperando seu período menstrual chegar para poderem se tornar esposas –, surge como um ponto de ruptura. Daisy cresceu em um país livre, no Canadá, e logo percebe que estes excessos que ocorrem em Gilead estão longe de serem normais. Sua posse de um rádio e a capacidade de captar mensagens codificadas reforça a existência de uma rede clandestina de comunicação e resistência.
Em um dos momentos mais impactantes do episódio, surge a conexão direta com a obra original. A aparição de Elisabeth Moss não apenas surpreende, mas também reafirma sua importância dentro desse universo e traz uma reflexão muito simples: June não terminou de contar sua história.
Foto: divulgação/Disney+
Com uma estreia intensa, provocadora e estrategicamente construída, Os Testamentos se estabelece como uma expansão ainda mais incisiva de um mundo que nunca deixou de ser assustadoramente possível. Grande parte da opressão ocorre fora da visão do espectador, por estar focado na vida das jovens, e isso dá espaço para que a série trabalhe questões que vão além da rebelião de June.
A resistência ainda é importante, mas os combates e torturas dão lugar à descoberta da vida adulta destas jovens, mesmo que dentro de um sistema extremamente abusivo. O spin-off reconta as histórias de The Handmaid’s Tale com um olhar mais juvenil, mas não menos crítico e relevante. Afinal, a narrativa ainda é movida pela luta e eventual derrota de Gilead.
Os três primeiros episódios já estão disponíveis no Disney+. Novos episódios toda quarta-feira.
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Metade da Idade Dele marca a estreia da autora na ficção após o sucesso de seu best-seller autobiográfico
A Intrínseca publica, em abril, o romance de estreia de Jennette McCurdy, autora do best-sellerEstou Feliz que Minha Mãe Morreu (2022) – publicado no Brasil pela Editora nVersos – e estrela de séries de sucesso. Recém-lançado nos Estados Unidos e recebido com entusiasmo pela crítica – com direito a elogios do The New York Times, que destaca a autora como uma cronista afiada da adolescência feminina desiludida –, Metade da Idade Dele (2026) é um denso estudo de personagem sobre uma jovem de 17 anos disposta a ignorar todos os obstáculos para ser vista, desejada e amada.
A história acompanha Waldo, que é insaciável: direta, ingênua, impulsiva, solitária, inteligente, irritável, determinada, magoada, perspicaz e cheia de desejos. O maior deles é o sr. Korgy, seu professor de escrita criativa, um homem com esposa, filho, hipoteca, contas a pagar, sonhos deixados para trás, roupas sem graça e uma barriga cada vez mais evidente.
Foto: reprodução/Entre Séries
Ela não sabe exatamente por que o deseja. Seria a paixão dele pelo que faz? Sua experiência de vida? O repertório de livros, filmes e referências que ela ainda não conhece? Ou algo mais profundo, enraizado na conexão improvável entre os dois, nas personalidades afins, na forma semelhante como enxergam o mundo? Talvez seja simplesmente o fato de que ele a vê de verdade e isso, por si só, já seja o suficiente.
Com uma escrita inteligente, ácida e emocional, McCurdy aborda temas delicados de forma crua, mas profundamente empática, construindo uma narrativa impossível de ignorar. Surpreendentemente perspicaz e equilibrando com precisão humor e melancolia, Jennette McCurdy entrega um romance ágil e deliberadamente perturbador sobre desejo, solidão e as narrativas que construímos para justificar aquilo que a sociedade insiste em condenar.
Sobre a autora
Foto: divulgação/Victoria Stevens
Jennette McCurdy é autora de Estou Feliz que Minha Mãe Morreu, vencedor do Alex Award, da American Library Association, em 2023, e do Goodreads Choice Awards, na categoria Memória e Autobiografia, em 2022. O livro alcançou o primeiro lugar na lista de mais vendidos do The New York Times, onde permaneceu por mais de 90 semanas. Publicado em mais de 30 países, já vendeu mais de quatro milhões de exemplares.
McCurdy também é criadora, roteirista, produtora-executiva e showrunner da futura série da Apple TV+, inspirada em sua obra autobiográfica, produzida pela LuckyChap, de Margot Robbie, e estrelada por Jennifer Aniston. Metade da Idade Dele marca sua estreia na ficção.
Foto: divulgação/nVersos/Entretetizei
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Instituição promove encontros que dialogam com a exposição em cartaz e com o respeito às tradições nipônicas e à natureza durante o mês de abril
Fãs da cultura japonesa, atenção! Em abril, a Japan House São Paulo convida o público a se aprofundar no contato com a cultura japonesa por meio de atividades gratuitas. Em visitas guiadas, encontros com especialistas, oficinas infantis e encontros literários, a instituição amplia o diálogo proposto pela exposição Imbuídos das forças das florestas do Japão – Mestres da carpintaria: habilidade e espírito, que está em cartaz no térreo até 3 de maio.
Nas quartas e quintas de abril, sempre às 15h, o público pode participar das visitas guiadas pela equipe do Educativo da Japan House para conhecer mais sobre a carpintaria tradicional japonesa, os aspectos espirituais da prática e as ferramentas utilizadas pelos carpinteiros responsáveis por criar os templos, santuários e as casas de chá.
A exposição também conta com uma réplica em escala real da Casa de Chá Sa-an, construída em 1742, e detalhes do Tōindō, um salão dentro do complexo do templo Yakushi-ji, e uma instalação imersiva que captura os aromas e texturas de diferentes espécies de árvores utilizadas na carpintaria.
No dia 8 de abril, às 19h, em um encontro virtual no Zoom, a programação apresenta a palestra Explorando as ferramentas de marcenaria e carpintaria japonesa com Rodrigo Matsuda. Para participar do bate-papo, é necessária inscrição prévia pelo Sympla.
Foto: divulgação/Japan House
A JHSP também apresenta a palestra Tempo e paciência: a filosofia de Morito Ebine, mestre da madeira, no dia 14 de abril, às 14h. Neste encontro presencial, com mediação da designer Julia Krantz, o marceneiro japonês Morito Ebine, radicado no Brasil há 35 anos, compartilha sua trajetória na marcenaria e a maneira como contribuiu com a expansão das práticas nipônicas no país através do ensino. É possível realizar inscrições prévias pelo site Bilheteria Express.
Para as crianças, acontecerá a oficina infantil Elementos da casa de chá em miniatura, no dia 26 de abril, em duas sessões: às 10h30 e às 14h30. Os pequenos serão convidados a construir miniaturas de elementos característicos das casas de chá japonesas. Para participar, é necessária uma inscrição prévia pelo site Bilheteria Express.
Foto: divulgação/Japan House
Já no campo literário, o Ciclo de Mangá do mês discute a obra Mushishi, da autora Yuki Urushibara, no dia 25, às 15h. O encontro é presencial, e os participantes poderão conhecer mais sobre a visão espiritual japonesa presente na obra, e a reverência, ofício e equilíbrio também presentes na base do trabalho dos carpinteiros tradicionais japoneses. Os interessados devem se inscrever pelo link disponibilizado no site da JHSP.
E encerrando o mês, no dia 30 de abril, às 19h, o Clube de Leitura Japan House São Paulo + Quatro Cinco Um discute o livro Guerra de Gueixas, de Nagai Kafū. Publicada no início do século XX no jornal literário Bunmei, a obra narra a trajetória de Komayo, uma gueixa que retorna ao ofício após a viuvez, explorando relações afetivas e sociais em um contexto urbano em transformação. Para participar do encontro online, é necessário realizar uma inscrição prévia pelo Sympla. Os participantes do Clube podem adquirir o livro com 30% de desconto no site da Estação Liberdade, com o cupom JHSP451ABR26, válido até 2 de maio.
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Estrelado por Emma Corrin, Nicholas Galitzine e Maika Monroe, filme chega aos cinemas em junho
A temporada de lançamentos cinematográficos de 2026 acaba de ganhar mais um nome. Foram divulgados o primeiro trailer e o cartaz oficial de 100 Noites de Desejo, produção que chega aos cinemas brasileiros no dia 4 de junho e promete atrair o público com um elenco repleto de nomes em ascensão em Hollywood.
Foto: divulgação/Paris Filmes
Na trama, a inocente noiva Cherry (Maika Monroe) está em um relacionamento infeliz com um parceiro negligente. Vivendo em uma área isolada, sua única companhia é a de sua criada, Hero (Emma Corrin). No entanto, a chegada de um hóspede encantador (Nicholas Galitzine) coloca à prova a dinâmica entre os moradores do castelo, gerando tensões e reviravoltas.
Confira o trailer:
O filme é uma adaptação do livro As 100 Noites de Hero, da autora Isabel Greenberg. Nas telas, a história ganha vida a partir de um trio de protagonistas: Emma Corrin (The Crown, 2016–2023), Nicholas Galitzine (Uma Ideia de Você, 2024) e Maika Monroe (Corrente do Mal, 2014).
O longa conta ainda com Amir El-Masry, Charli XCX, Richard E. Grant e Felicity Jones no elenco secundário. A direção é de Julia Jackman, que também assina o roteiro.
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De épico dirigido por Christopher Nolan a sequência de clássico da moda, atriz passeia por todos os gêneros no cinema este ano
Anne Hathaway vive um dos momentos mais impressionantes de sua carreira em 2026. A atriz estreia nada menos que cinco filmes ao longo do ano. Com lançamentos que começam já em abril e seguem até outubro, a atriz dominará as telonas com projetos que vão do thriller psicológico à ficção científica, passando por musical, comédia e épico mitológico. Um feito raro até mesmo para grandes nomes da indústria.
Com uma agenda que poucos astros conseguiriam sustentar, Hathaway se consolida como um dos nomes mais versáteis de Hollywood, transitando entre grandes estúdios e produções autorais em um único ano.
A maratona começa com Mother Mary, que estreia em 24 de abril nos cinemas brasileiros. Produzido pela A24 e dirigido por David Lowery, o longa é descrito como um thriller pop-psicossexual. Na trama, Hathaway interpreta uma cantora que reencontra sua ex-melhor amiga às vésperas de um grande retorno. Um encontro que expõe feridas profundas e nada resolvidas. O elenco ainda traz Michaela Coel (I May Destroy You, 2020), Hunter Schafer (Euphoria, 2019) e FKA twigs (Grammy de Melhor Álbum de Dance ou Eletrônica, 2026). Um dos destaques é a trilha sonora original, com músicas interpretadas pela própria atriz.
Foto: reprodução/Lorena
Poucos dias depois, em 30 de abril, chega aos cinemas O Diabo Veste Prada 2, sequência de um dos maiores clássicos da cultura pop dos anos 2000. Sob direção de David Frankel (Beleza Oculta, 2016) e roteiro de Aline Brosh McKenna, o filme marca o retorno de Meryl Streep (eterna Miranda), Emily Blunt (Um Lugar Silencioso, 2018) e Stanley Tucci (Jogos Vorazes, 2012). A história acompanha Miranda Priestly enfrentando mudanças no mercado editorial e entrando em conflito com sua ex-assistente Emily, agora uma poderosa executiva.
Foto: reprodução/Inmagazine
Em julho, Hathaway integra o que já é considerado um dos projetos mais ambiciosos da década: A Odisseia, dirigido por Christopher Nolan (Oppenheimer, 2023) e baseado na obra clássica de Homero. Com estreia marcada para 16 de julho, o épico traz Matt Damon (Perdido em Marte, 2015) como Odisseu, enquanto Hathaway interpreta Penélope. O elenco ainda inclui Tom Holland (Homem-Aranha: Sem Volta para Casa, 2021), Zendaya (Duna, 2021) e Charlize Theron (Uma Saída de Mestre, 2003). Filmado em locações internacionais e com tecnologia IMAX, o longa promete grandiosidade visual e narrativa.
Foto: reprodução/Tracklist
Na sequência, em 13 de agosto, a atriz mergulha no terror com The End of Oak Street. Dirigido por David Robert Mitchell (Corrente do Mal, 2014) e produzido por J. J. Abrams (Star Wars: A Ascensão Skywalker, 2019), o filme acompanha uma família que vê seu bairro ser transportado para um local desconhecido após um evento cósmico. No elenco, Hathaway divide cena com Ewan McGregor (O Impossível, 2012).
Foto: reprodução/Variety
Encerrando o ano, em 2 de outubro, estreia Verity, adaptação do best-seller de Colleen Hoover. Dirigido por Michael Showalter (Uma Ideia de Você, 2024), o thriller psicológico traz Dakota Johnson (Cinquenta Tons de Cinza, 2015) no papel de uma escritora que descobre segredos perturbadores ao tentar finalizar a obra de uma autora misteriosa, interpretada por Anne Hathaway. O elenco ainda conta com Josh Hartnett (40 Dias e 40 Noites, 2002).
Foto: reprodução/siteRollingStones
Aos 43 anos, a atriz nova-iorquina vive um momento em que talento, escolha de projetos e timing se alinham perfeitamente. Não é exagero dizer que, por alguns meses, o cinema mundial parece girar em torno dela. Se você piscar, vai ter um novo filme de Anne Hathaway em cartaz.
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