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O que os K-dramas revelam sobre a fragilidade humana que o Ocidente esqueceu

Enquanto muitas produções ocidentais ainda insistem em celebrar o sucesso, a superação individual e a ideia de vitória a qualquer custo, os dramas coreanos parecem mais interessados em olhar para aquilo que quase ninguém sabe dizer em voz alta: o fracasso, o cansaço, a solidão e a necessidade de ser acolhido

Existe uma diferença muito clara entre histórias feitas para provar que alguém venceu e histórias feitas para lembrar que alguém sobreviveu. Durante muito tempo, parte da ficção ocidental construiu seus protagonistas a partir de uma lógica quase meritocrática: a pessoa sofre, aprende uma lição, se fortalece, vence o vilão, conquista o emprego, encontra o amor, compra a casa, dá a volta por cima e encerra a narrativa como alguém finalmente resolvido”. É uma estrutura confortável, eficiente e, muitas vezes, emocionante. Mas também pode ser cruel, porque sugere que toda dor precisa virar performance, todo trauma precisa gerar produtividade e todo fracasso precisa ser apenas uma etapa rápida antes do sucesso.

Os K-dramas, por outro lado, parecem menos interessados em transformar a fragilidade humana em obstáculo a ser superado e mais dispostos a enxergá-la como parte essencial da vida. Em muitas dessas histórias, os personagens não são admiráveis porque dão certo, mas porque continuam existindo mesmo quando tudo dentro deles parece quebrado. Eles choram no ônibus, comem em silêncio, voltam para casa sem ter coragem de contar que foram humilhados no trabalho, fingem estar bem para a família, sentem inveja, vergonha, medo, raiva, culpa e uma tristeza que nem sempre cabe em grandes discursos. E talvez seja justamente aí que mora a força dessas produções.

Em vez de oferecerem respostas fáceis, os dramas coreanos costumam criar espaço para perguntas incômodas. O que acontece quando o sonho da juventude não se realiza? Quando a vida adulta não parece uma conquista, mas uma sucessão de boletos, frustrações e pequenas desistências? Quando amar alguém não basta para curar uma pessoa? Quando a família, que deveria ser abrigo, também é fonte de dor? Quando o sucesso chega tarde demais ou nem chega? Essas perguntas atravessam obras como My Mister (2018), Our Blues (2022), My Liberation Notes (2022), Misaeng (2014), Hospital Playlist (2020), Reply 1988 (2015) e Tudo Bem Não Ser Normal (2020), que entenderam algo muito simples e muito profundo: ser humano não é estar sempre em evolução. Às vezes, ser humano é apenas aguentar mais um dia.

K-dramas
Foto: reprodução/viki

Em Our Blues, talvez um dos exemplos mais bonitos dessa sensibilidade, não existe apenas uma grande história de superação. Existe uma comunidade inteira formada por pessoas difíceis, contraditórias, machucadas e, ainda assim, profundamente dignas de cuidado. A série não tenta transformar seus personagens em figuras inspiradoras no sentido mais óbvio da palavra. Pelo contrário, ela permite que eles sejam duros, egoístas, ressentidos, cansados, amorosos, injustos e generosos ao mesmo tempo. A vida em Jeju aparece como um mosaico de dores pequenas e enormes: mães e filhos que não sabem se perdoar, amigos que envelhecem carregando arrependimentos, mulheres que aprenderam a sobreviver sendo fortes demais, jovens pressionados por futuros que ainda nem começaram. Tudo ali parece dizer que ninguém é uma coisa só.

K-dramas
Foto: reprodução/viki

Essa talvez seja uma das grandes diferenças entre muitos K-dramas e parte da dramaturgia ocidental mais tradicional. Enquanto o Ocidente muitas vezes gosta de personagens que “superam” suas feridas, os dramas coreanos parecem mais interessados em mostrar pessoas aprendendo a conviver. Em My Mister, por exemplo, Lee Ji-an e Park Dong-hoon não se salvam de maneira grandiosa, não encontram uma cura mágica, não saem da história como versões iluminadas de si mesmos. O que existe entre eles é algo mais silencioso e, por isso mesmo, mais raro: o reconhecimento. Um vê no outro uma dor que o mundo não percebe. E, a partir disso, surge uma forma de afeto que não precisa ser romantizada para ser profunda.

Essa delicadeza também aparece em My Liberation Notes, drama que entende como poucos o vazio cotidiano. A série não trata a solidão como algo cinematográfico ou bonito, mas como uma espécie de cansaço acumulado. Seus personagens não estão vivendo grandes tragédias o tempo todo. Eles trabalham, pegam transporte, voltam para casa, jantam, repetem rotinas, engolem incômodos e seguem. A dor ali não está em uma explosão dramática, mas na sensação de que a vida ficou pequena demais. Isso é muito poderoso porque conversa com uma geração inteira que talvez não saiba nomear exatamente o que sente, mas entende perfeitamente a vontade de desaparecer por alguns instantes.

Os K-dramas também têm uma relação muito particular com o fracasso. Em vez de tratá-lo apenas como um degrau antes da vitória, eles o mostram como experiência emocional completa. Em Misaeng, Jang Geu-rae não é um gênio injustiçado prestes a provar seu valor ao mundo. Ele é alguém deslocado, despreparado, inseguro, tentando sobreviver em um ambiente corporativo que não foi feito para acolher fragilidades. O drama é quase doloroso porque não romantiza o trabalho. Ele mostra hierarquias, humilhações, exaustão, competição e a sensação de estar sempre devendo alguma coisa. Mas, ao mesmo tempo, encontra beleza nas pequenas vitórias, em uma tarefa bem feita, no colega que reconhece esforço, na conversa no fim do expediente, no dia em que a pessoa não desiste.

 

Essa abordagem é muito diferente da lógica ocidental do “vencedor solitário”. Nos K-dramas, quase ninguém se salva sozinho. Mesmo quando o protagonista precisa amadurecer, mudar ou tomar decisões difíceis, a comunidade ao redor importa. Em Reply 1988, a vida dos personagens é construída em torno da vizinhança, das refeições compartilhadas, dos pais que erram tentando acertar, dos amigos que entram e saem das casas uns dos outros como se fossem família. A série entende que pertencimento não é uma ideia abstrata, mas algo feito de gestos repetidos: guardar comida para alguém, perceber um silêncio diferente, emprestar dinheiro, brigar, voltar, pedir desculpa sem saber pedir desculpa.

Foto: reprodução/viki

Isso talvez explique por que tantos espectadores encontram conforto nos K-dramas. Eles não dizem apenas “você vai vencer”. Muitas vezes, dizem algo mais importante: “você não precisa atravessar tudo sozinho”. Em uma cultura cada vez mais marcada pela performance individual, pela necessidade de parecer produtivo, desejável, saudável, bem-sucedido e emocionalmente equilibrado, existe algo quase revolucionário em assistir a histórias nas quais as pessoas desmoronam e ainda assim continuam sendo amadas.

E não é que os K-dramas sejam perfeitos ou mais profundos por natureza. Eles também têm clichês, excessos, fórmulas repetidas, romances idealizados e finais convenientes. Mas, em seus melhores momentos, conseguem tocar em zonas emocionais que muitas produções evitam por medo de parecerem lentas, tristes ou pouco aspiracionais. Eles entendem o silêncio. Entendem o constrangimento. Entendem a vergonha de falhar. Entendem que nem toda dor vira discurso bonito. Às vezes, a dor vira uma pessoa sentada sozinha em uma mesa, comendo devagar porque não sabe mais o que fazer.

Em Hospital Playlist, por exemplo, a fragilidade aparece dentro de um ambiente onde a vida e a morte estão o tempo inteiro em disputa. Mas o drama não se sustenta apenas nas emergências médicas. O que realmente emociona é a forma como ele observa seus personagens fora dos grandes acontecimentos: a amizade entre os médicos, as conversas banais, a música tocada em grupo, o cuidado que não precisa ser anunciado. A série parece entender que o afeto mais transformador nem sempre vem em forma de declaração, mas de presença constante.

Tudo Bem Não Ser Normal  coloca a saúde mental no centro da narrativa, ainda que com uma linguagem mais estilizada e, por vezes, fantasiosa. O drama fala sobre trauma, abandono, dependência emocional e cura sem fingir que amar alguém resolve tudo. O amor pode ajudar, pode iluminar, pode criar caminhos, mas não substitui o enfrentamento das próprias feridas. Essa é uma diferença importante, porque muitas histórias românticas tratam o relacionamento como solução final. Os K-dramas, quando acertam, mostram que amar alguém também é reconhecer que a pessoa carrega dores que não cabem inteiramente no casal.

Talvez o que o Ocidente tenha esquecido, ou pelo menos o que parte de suas narrativas deixou em segundo plano, é que fragilidade não diminui ninguém. A cultura da alta performance ensinou a transformar a própria vida em currículo emocional: é preciso superar rápido, postar aprendizados, seguir em frente, agradecer pela dor, sair mais forte, provar maturidade. Mas nem todo mundo sai mais forte imediatamente. Às vezes, a pessoa sai apenas mais cansada – E tudo bem! Existe humanidade nisso também.

Os K-dramas emocionam porque não têm tanto medo desse cansaço. Eles sabem que existe beleza em personagens que não sabem exatamente para onde estão indo. Sabem que recomeçar não é uma cena bonita com trilha sonora esperançosa, mas um processo cheio de recaídas, dúvidas e passos minúsculos. Sabem que pedir ajuda pode ser mais difícil do que enfrentar um vilão. Sabem que famílias amam e machucam. Que amigos salvam sem perceber. Que o amor pode ser abrigo, mas também pode ser espera, renúncia e cuidado silencioso.

No fundo, essas histórias parecem dizer que a vida não precisa ser grandiosa para merecer ser narrada. Uma pessoa tentando pagar as contas, outra tentando perdoar a mãe, outra tentando levantar da cama, outra tentando dizer “eu sinto muito”, outra tentando acreditar que ainda existe futuro, tudo isso também é drama. Tudo isso também é épico, só que em outra escala.

É por isso que tantos K-dramas permanecem com o público muito depois do último episódio. Não apenas pelos casais, pelas trilhas sonoras ou pelas cenas bonitas, mas porque eles oferecem uma forma de consolo que não soa como autoajuda. Eles não prometem que tudo vai ficar bem de maneira simples. Mostram que talvez algumas coisas nunca fiquem totalmente bem, mas ainda assim podem ser atravessadas com companhia+ , com tempo com comida quente, com uma conversa honesta, com alguém que percebe quando você está tentando ser forte demais.

E talvez seja isso que os K-dramas entendem sobre a fragilidade humana: ela não é o oposto da força, ela é o lugar onde a força deixa de ser pose e passa a ser verdade.

 

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Streaming divulga primeira imagem de Scooby-Doo em série live-action inédita

Scooby-Doo: A Origem chega ao catálogo da plataforma em 2027 e apresenta uma nova versão do personagem como um cachorro real

A Netflix revelou nesta segunda (8) a primeira imagem oficial de Scooby-Doo: A Origem, nova série live-action inspirada em uma das franquias mais populares da cultura pop. A prévia marca um momento inédito para a história do personagem, que será retratado como um cachorro real pela primeira vez em uma produção da saga.

A trama vai abordar a história de origem da clássica e amada equipe de investigadores. Antes de se tornarem um grupo de especialistas em solucionar mistérios, Salsicha, Daphne, Velma e Fred eram apenas adolescentes aproveitando o último verão em um acampamento.

Confira aqui a revelação do Scooby-Doo:

Tudo muda quando Salsicha e Daphne encontram um filhote de dogue alemão perdido que pode ter testemunhado um assassinato sobrenatural. O acontecimento faz com que os amigos se unam para realizar uma investigação que rapidamente se torna mais perigosa do que imaginavam.

Ao longo da série, o grupo contará com a ajuda da inteligente Velma e do popular e recém-chegado Fred para desvendar os segredos que envolvem o caso. Ao passo que a investigação avança, os jovens passam a enfrentar uma ameaça sombria que coloca em risco não apenas suas vidas, mas também os segredos que cada um carrega.

O elenco principal reúne nomes conhecidos do público jovem. A atriz Mckenna Grace interpreta Daphne Blake, enquanto Tanner Hagen dá vida a Salsicha Rogers. Já Abby Ryder Fortson assume o papel de Velma Dinkley, e Maxwell Jenkins interpreta Fred Jones. O elenco ainda conta com Paul Walter Hauser.

Elenco da série Scooby-Doo: a origem
Foto: divulgação/Netflix

Produzida pela Berlanti Productions, em parceria com a Midnight Radio e a Warner Bros. Television, a série está atualmente em produção e tem estreia global prevista para 2027 na Netflix.

 

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Romantasias consagradas são protagonistas dos lançamentos do mês de junho

Editora Record aposta em continuações queridinhas dos amantes de romance e fantasia

 

Em uma mistura de romance e fantasia, a seleção de lançamentos do mês de junho da Editora Record reúne as aguardadas continuações de universos queridinhos dos leitores. As renomadas autoras de fantasia Holly Black (da famosa saga O Povo do Ar) e Jennifer L. Armstrong, que movimenta as novidades com duas continuações de sua saga De Sangue e Cinzas, são as protagonistas do mês na Galera Record.

Confira abaixo os lançamentos que envolvem novos universos de fantasia, romance e criaturas mágicas que prometem deixar sua lista de leitura mais empolgante:

As Três Tarefas de Cristina Ribeiro de Castro, por Laura Pohl
Imagem: Divulgação/Galera Record/Entretetizei

O mês de junho no Brasil promete diversas datas festivas, entre elas o tão aguardado Dia dos Namorados. Mas não somente ele. Junho também nos traz uma das comemorações tradicionais mais amadas pelo povo brasileiro: a festa junina. E que escolha de leitura melhor do que um best-seller do New York Times, escrito pelas mãos hábeis da brasileira Laura Pohl, que cria aqui uma romantasia sáfica que promete te prender do início ao fim?

Uma festa junina em São Pedro da Serra Alta nos apresenta Cristina Ribeiro de Castro, neta de Dona Rita e irmã mais velha de Cici. Cris só queria sair e aproveitar para encher a barriga dos deliciosos churros, bem recheados e cobertos de açúcar. 

No entanto, as irmãs recebem um suspeito aviso da avó: não saiam de casa.

Por mais insatisfeita em se privar das comemorações, a mais velha obedece a matriarca. Por outro lado, o espírito aventureiro de Cici não se deixa vencer, e, mais que depressa, ignora o aviso de Rita e se permite “ir em um pé e voltar no outro” para participar do primeiro dia de festival.

A atitude desespera a avó Rita que, ao descobrir a saída da neta, mobiliza Cris para procurá-la e levar a caçula de volta para casa em segurança. Entretanto, a avó lhe dá mais um aviso estranho: “Não importa o que aconteça, não olhe para trás”.

Ao se aventurar pela calada da noite à procura de Cici, Cris descobre que deverá passar por três tarefas para salvar sua irmã e retornar em segurança. Em uma mistura de romance e folclore, essa nova proposta encantou internacionalmente os leitores.

Minha História de Amor com Yamada-Kun Nível 999 (Volume 4), por Mashiro
Imagem: Divulgação/Galera Record/Entretetizei

O quarto volume de Mashiro volta com tudo no romance entre Akane e Yamada. A garota está recebendo toda atenção e cuidados vindos dele enquanto está se recuperando de uma doença repentina, e cada toque a faz pensar que, cada vez mais, a relação entre eles vai além de uma amizade.

Seus sentimentos conflitantes lhe dão coragem para se declarar, mas uma agenda lotada e uma nova jogadora podem colocar em risco o objetivo de Akane. Será que esse triângulo amoroso vai colocar em risco o destino do casal?

Ladra da Noite (Volume 2), por Holly Black
Imagem: Divulgação/Galera Record/Entretetizei

Na aguardada continuação de Livro da Noite, a ladra Charlie Hall retorna a suas arriscadas empreitadas. Agora, com um novo emprego, a garota é designada à caça de Pragas, criaturas feitas de sombra que estão deixando trilhas de corpos por onde passam.

Além de lidar com monstros que assolam os becos escuros e misteriosos, Charlie ainda precisa lidar com seu coração. Seu amor, Vince, assumiu a forma de uma poderosa criatura das sombras, Red, e, com isso, perdeu suas memórias junto com o sentimento que nutria por ela.

Charlie agora precisa enfrentar as sombras e lidar com a criatura que permanece com o mesmo rosto do homem que ama. Ela aceitará o destino ou vai tentar reviver o amor com Vince (Red)?

A Guerra dos Dragões (Volume 2), por S. F. Williamson
Imagem: Divulgação/Galera Record/Entretetizei

Os segundos volumes das sagas de romantasia chegaram com tudo para sanar as dúvidas dos leitores, e com A Guerra dos Dragões não seria diferente.

A continuação de Linguagem dos Dragões retorna com Vivien Featherswallow, a acadêmica que precisou abandonar seu sonho da área de pesquisa das línguas dracônicas para assumir uma nova função na sociedade: ser o rosto de uma rebelião. Os dragões búlgaros invadiram seu lar, seu nome está por toda Britânia, o luto por seu amor perdido e um impasse quanto ao próximo passo corre em suas veias.

Munida de um aparelho que ouve pensamentos de dragões e um diário em uma língua ainda não decifrada, Vivian junta sua sede de vingança ao anseio de alimentar a rebelião e parte em busca de um exército rebelde nas Ilhas Hébridas.

Será que ela vai conseguir convencer toda uma população a se juntar à sua causa? Ou cairá nas mãos dos mesmos inimigos que levaram o homem que amava?

Sea Spinner: O Guardião dos Remanescentes (Volume 2), por Julie Johnson
Imagem: Divulgação/Galera Record/Entretetizei

Sequência de Wind Weaver, Sea Spinner une os quatro elementos da natureza (água, ar, terra e fogo) em uma sintonia de fantasia e luta por poder que coloca a protagonista Rhya Fleetwood num forte luto por seus aliados perdidos após a batalha de Fyremas.

Seu lar, Caeldera, está em ruínas, os sobreviventes estão feridos e lutando pela vida, e o governante real está preso em sua própria imoralidade. Diante de tudo isso, a guardiã do vento se vê sem escolha e com receio de confiar em qualquer um que cruze seu caminho.

A jovem, então, traça seu caminho até a Corte da Água, o último lugar a que imaginava ter que recorrer, governada por Soren de Llyr, rei das marés. Ao contrário do governante dos ventos, Soren está aberto a ajudar Rhya com seus poderes, o que a faz questionar vários impasses da guerra travada em sua corte.

Com inimigos vindos de todos os lados, Rhya precisará fazer sacrifícios para trazer, finalmente, paz ao seu povo.

Nascida de Sangue e Cinzas (Volume 4), por Jennifer L. Armentrout
Imagem: Divulgação/Galera Record/Entretetizei

O quarto e último volume da saga Carne e Fogo, Nascida de Sangue e Cinzas, veio para encerrar a história de Sera e Nyktos.

Nessa “última dança”, Sera está a poucos passos de assumir a coroa e se tornar Rainha dos Deuses. No entanto, ela ainda está com receio do impacto que isso irá causar na opinião das demais cortes, que ainda deixam dúvidas quanto ao apoio contra seu cruel inimigo, Kolis.

Apesar do pequeno, mas importante triunfo, tudo está bem longe de se resolver. Mesmo com Nyktos, o homem que finalmente aceitou amar e ser amada, ao seu lado, Sera ainda terá que enfrentar a perturbadora profecia que assola seu destino e que dita um caminho ainda mais perigoso.

Com uma batalha entre deuses e um iminente número de perdas à frente, o casal, junto a seus amigos e aliados, terá que impedir o rastro de sangue e cinzas causado por Kolis antes que seja tarde.

Primordial de Sangue e Ossos (Volume 6), por Jennifer L. Armentrout
Imagem: Divulgação/Galera Record/Entretetizei

Comandar duas sagas de fantasia e assumir o protagonismo do mês não é para qualquer um, mas Jennifer L. Armentrout retorna com mais um volume de sua saga mais hypada: De Sangue e Cinzas. O sexto volume, Primordial de Sangue e Ossos, veio para fechar com chave de ouro a seleção do mês de junho na Editora Record.

A querida e aclamada Poppy Balfour nos presenteia mais uma vez com suas aventuras ao lado de Casteel e Kieran. O perigo causado pela Coroa de Sangue, assim como ela, foi derrotado. Mas algo muito pior eclodiu, fazendo o trio juntar suas forças para impedir outro mal, muito mais forte e poderoso que o anterior.

O futuro de todos está em suas mãos, mas encarar um reino em total desequilíbrio os colocará à frente de difíceis escolhas, do passado e presente, que terão poder de apagar ou modificar cada ação, sentimento e laço construído ao longo de suas jornadas.

 

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Texto revisado por Crystal Ribeiro

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