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Uzak Şehir estreia no Brasil com o título Longe Demais

Fenômeno de audiência na Turquia, a dizi chega ao streaming brasileiro em julho

Uzak Şehir (2024), um dos maiores sucessos recentes da televisão turca, finalmente ganhará lançamento oficial no Brasil. A dizi estreia no streaming no dia 6 de julho, com o título Longe Demais.

A produção chega à HBO Max em meio ao enorme sucesso conquistado na Turquia. Exibida pelo Kanal D, a dizi se tornou um fenômeno de audiência e repercussão nas redes sociais, figurando entre as produções mais comentadas das duas últimas temporadas da televisão turca. Atualmente, a história caminha para sua terceira temporada.

Cena de Uzak Şehir
Foto: reprodução/Dizilah

Inspirada na série libanesa Al Hayba, a trama acompanha Alya Albora, interpretada por Sinem Ünsal, uma mulher que, após a morte do marido, deixa a vida que construiu no Canadá para viajar até Mardin, na Turquia, onde acontecerá o funeral.

Ao chegar ao país, Alya precisa enfrentar a poderosa família Albora, que não pretende permitir que ela retorne com o filho do casal. A partir desse conflito, a protagonista acaba envolvida em uma intensa história de amor com Cihan Albora, irmão de seu falecido marido.

Cena de Uzak Şehir
Foto: reprodução/Dizilah

Além de Sinem Ünsal, o elenco reúne nomes conhecidos do público, como Ozan Akbaba, Gonca Cilasun, Müfit Kayacan e Alper Çankaya.

A estreia representa mais um passo na expansão das produções turcas no Brasil, oferecendo ao público a oportunidade de acompanhar oficialmente uma das dizis de maior repercussão dos últimos anos.

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Leia também: Uzak Şehir anuncia final da segunda temporada e saída de personagens

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cultura turca Notícias Sem categoria

Adım Farah estreia em streaming no Brasil com novo título em português

Dizi estrelada por Demet Özdemir e Engin Akyürek será lançada no Brasil como Meu Nome é Farah

Os fãs de dizis já podem comemorar: Adım Farah, estrelada por Demet Özdemir e Engin Akyürek, será lançada oficialmente no Brasil com o título Meu Nome é Farah. A produção já aparece no catálogo da plataforma com o novo nome em português, indicando que a estreia deve acontecer em breve.

Lançada originalmente em 2023, a dizi acompanha Farah Erşadi (Demet Özdemir), uma médica iraniana que vive de forma irregular na Turquia ao lado do filho, Kerimşah. Determinada a conseguir o tratamento necessário para a doença rara da criança, ela trabalha como faxineira enquanto tenta reconstruir a própria vida.

Foto: reprodução/Dizilah

Tudo muda quando Farah testemunha um assassinato e passa a correr perigo. É nesse contexto que ela conhece Tahir Lekesiz (Engin Akyürek), um homem ligado ao crime organizado que recebe a missão de matá-la. No entanto, o encontro entre os dois toma um rumo inesperado e dá início a uma história marcada por tensão, romance e grandes dilemas.

Dizi conquistou fãs ao redor do mundo

Além do suspense e da narrativa envolvente, Adım Farah se destacou pela química entre Demet Özdemir e Engin Akyürek, tornando-se uma das produções turcas mais comentadas de 2023 e conquistando fãs em diversos países.

Agora, com o título oficial Meu Nome é Farah, a chegada da dizi ao Brasil atende a um antigo pedido do público brasileiro, que aguardava a disponibilização oficial da produção.

Embora a estreia já esteja sinalizada no catálogo, a data de lançamento ainda não foi divulgada oficialmente. A expectativa é que novas informações sejam anunciadas em breve.

Foto: reprodução/OLiberal.com

 

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Leia também: İlhan Şen e Cemre Baysel estrelam série de vídeos gravada na região do Mar Negro 

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Crítica Livros

Crítica | Metade da Idade Dele não tem medo do desconforto 

Publicado pela Intrínseca, o romance de estreia de Jennette McCurdy aborda o consumismo, a obsessão e a insatisfação em uma leitura difícil de esquecer 

Existem livros que entretêm, livros que emocionam e livros que desafiam o leitor. Metade da Idade Dele (2026), romance de estreia de Jennette McCurdy, pertence a essa última categoria. Incômodo, provocador e emocionalmente intenso, o livro não oferece respostas fáceis nem busca tornar sua leitura confortável. Pelo contrário: a autora parece determinada a conduzir o leitor por territórios desconfortáveis, obrigando-o a encarar temas que normalmente preferimos manter à distância.

Conhecida mundialmente por interpretar Sam Puckett em iCarly (2007-2012), McCurdy surpreendeu tanto os leitores quanto a crítica com o lançamento de Estou Feliz que Minha Mãe Morreu (2022), obra autobiográfica em que abordou os abusos e pressões que enfrentou durante a infância e adolescência. Em Metade da Idade Dele, a autora deixa a não ficção de lado, mas mantém a honestidade brutal que marcou seu livro anterior. O resultado é uma narrativa que parece interessada menos em agradar e mais em provocar reflexões difíceis.

A história acompanha Waldo, uma adolescente de 17 anos que vive no Alasca e se sente presa em uma rotina frustrante. Tudo muda quando ela desenvolve uma obsessão por seu professor de inglês, o Sr. Korgy, e sua vida passa a girar em torno desse desejo. Em uma leitura superficial, seria fácil resumir o romance como uma história sobre um relacionamento inadequado entre uma aluna e um homem mais velho. No entanto, essa descrição está longe de capturar a complexidade da obra.

Waldo é uma personagem profundamente insatisfeita. Nada parece suficiente para ela: não são suficientes os amigos, a família, a cidade onde vive ou as perspectivas para o futuro. Durante entrevista à Rolling Stone, McCurdy definiu a protagonista como alguém “repleta de desejo e insatisfação”. Essa descrição ajuda a compreender a personagem, mas também o próprio romance. O relacionamento com o professor não surge apenas de uma atração específica, mas de uma busca desesperada por algo que rompa a monotonia e o vazio que dominam sua vida.

É justamente por isso que a autora consegue construir uma protagonista tão fascinante. Waldo toma decisões impulsivas, contraditórias e, muitas vezes, frustrantes. Em vários momentos, o leitor pode discordar de suas escolhas ou até sentir vontade de alertá-la sobre os caminhos que está seguindo. Ainda assim, há algo profundamente humano em sua forma de enxergar o mundo. McCurdy compreende os exageros da adolescência e retrata com precisão a intensidade emocional característica dessa fase da vida, quando cada desejo parece urgente e cada frustração parece definitiva.

Foto: reprodução/Instagram @intrinseca

Embora a relação entre Waldo e o Sr. Korgy seja o eixo central da trama, o livro não a apresenta de maneira romantizada. Pelo contrário, a narrativa frequentemente evidencia os desequilíbrios de poder presentes naquela dinâmica. Em vez de construir um romance proibido idealizado, McCurdy cria situações capazes de gerar desconforto constante. O leitor entende os sentimentos de Waldo, mas também percebe o quanto aquela relação é problemática. Essa tensão entre empatia e desconforto é uma das maiores forças da obra.

Outro elemento que merece destaque é a forma como o consumismo atravessa a narrativa. Ao longo do livro, Waldo recorre compulsivamente às compras online como forma de lidar com emoções difíceis. À primeira vista, esses momentos podem parecer apenas uma característica curiosa da personagem. No entanto, eles revelam algo muito maior: as compras funcionam como uma tentativa de preencher ausências emocionais, de transformar inseguranças em objetos concretos e de encontrar satisfação em algo que inevitavelmente se mostra insuficiente.

Em entrevista à Rolling Stone, McCurdy comentou que se interessa pelos desejos mais profundos escondidos atrás dos hábitos de consumo. Essa ideia atravessa todo o romance. As compras compulsivas de Waldo e sua obsessão pelo professor funcionam menos como acontecimentos isolados e mais como sintomas de uma insatisfação que a personagem não consegue nomear. 

Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Se existe um sentimento que atravessa todas essas camadas narrativas, esse sentimento é a raiva. Durante a divulgação do livro, McCurdy afirmou que escreveu a obra a partir de uma raiva reprimida que carregava há anos. Essa energia está presente em praticamente todas as páginas. Ela aparece na insatisfação de Waldo, em seus impulsos autodestrutivos, em seus julgamentos e em sua dificuldade de aceitar os limites impostos ao seu redor. Mais do que uma história sobre desejo, Metade da Idade Dele é uma história sobre frustração.

Apesar da densidade dos temas abordados, a escrita de McCurdy é extremamente fluida. Os capítulos avançam rapidamente e a narrativa mantém um ritmo constante que torna difícil abandonar a leitura. A autora possui uma habilidade admirável para equilibrar momentos de introspecção com acontecimentos capazes de prender a atenção do leitor.

No entanto, essa fluidez não torna a experiência mais leve. Pelo contrário. Justamente por conseguir criar uma conexão tão forte com a protagonista, McCurdy faz com que determinadas cenas tenham um impacto ainda maior. Leitores mais sensíveis talvez sintam necessidade de interromper a leitura em alguns momentos para processar o que acabaram de ler. O livro tira o público da zona de conforto repetidamente e faz isso de forma deliberada.

Publicado no Brasil pela Intrínseca, Metade da Idade Dele é uma leitura que dificilmente será esquecida após o término. Polêmico, intenso e provocador, o romance utiliza situações desconfortáveis para explorar sentimentos universais e oferece uma reflexão contundente sobre desejo, consumo, raiva e vulnerabilidade. Não é uma leitura fácil, nem pretende ser, mas é justamente essa disposição de incomodar que torna a obra tão marcante.

Foto: reprodução/Instagram @intrinseca

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Leia também: Novo livro de Jennette McCurdy provoca com história polêmica

 

Texto revisado por Luana Chicol

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tick, tick… BOOM! chega a São Paulo em nova montagem brasileira

Após temporada no Rio de Janeiro, o musical será apresentado no Teatro Viradalata em uma nova montagem brasileira da obra autobiográfica de Jonathan Larson, que inspirou o premiado filme estrelado por Andrew Garfield 

 

O musical tick, tick… BOOM! chega a São Paulo para uma curta temporada entre 9 e 19 de julho, no Teatro Viradalata. Após ser sucesso no Rio de Janeiro, a produção da Play It! Produções leva à capital paulista uma nova montagem da obra, considerada um dos musicais mais emocionantes e pessoais do teatro musical contemporâneo. Aclamado desde sua estreia Off-Broadway, o espetáculo recebeu sete indicações ao Drama Desk Awards, incluindo Melhor Musical, e conquistou o Outer Critics Circle Award de Melhor Musical Off-Broadway. Os ingressos estão à venda pela Sympla.

Poucas obras retratam com tanta honestidade as dúvidas, as angústias e as esperanças de quem decide perseguir um sonho artístico quanto tick, tick… BOOM!. Escrita por Jonathan Larson, criador do premiado musical Rent, a obra nasceu de experiências pessoais do autor e acompanha Jon, um jovem compositor prestes a completar 30 anos que tenta concluir o musical que poderá mudar sua trajetória enquanto enfrenta as incertezas da vida adulta. Dividido entre a estabilidade e o desejo de viver da arte, ele se vê diante de escolhas que colocam à prova seus relacionamentos, suas convicções e o próprio futuro.

Embora ambientado no início da década de 1990, o musical permanece atual ao abordar temas como ansiedade, propósito, frustrações profissionais e o peso das decisões que acompanham a vida adulta. Com humor, emoção e uma trilha sonora vibrante, a obra transformou inquietações pessoais em uma narrativa universal, capaz de dialogar com artistas e com qualquer pessoa que já tenha se perguntado se está no caminho certo.

A nova montagem brasileira reúne Matheus Boa no papel de Jon, Camille Dutra como Susan e Diego Montez como Michael. O elenco conta ainda com os covers João Ferreira e Mariana Ramirez. A direção é compartilhada por Luiza Lewicki, Julia Varga e Marcela Pires – que somam passagens por produções como Beetlejuice, Querido Evan Hansen e a novela Garota do Momento, da TV Globo –, com direção musical de Caio Loureiro, arranjos vocais e orquestrações de Stephen Oremus, versão de Bruno Narchi e Thiago Machado e regência de Thalyson Rodrigues. A equipe criativa conta ainda com direção de movimento da 53 Produções, cenografia de Pugli, design de som de Fernando Sagas, desenho de luz de Dans Souza e Rodrigo Sawl, produção executiva de Flavio Boa e coordenação de produção de Gabriel Barbosa.

A encenação aposta na proximidade entre artistas e plateia para transformar o público em parte da jornada de Jon. Cenário, figurinos, movimentação e construção das cenas foram concebidos para criar uma experiência imersiva, aproximando os espectadores dos conflitos, sonhos e emoções vividos pelo protagonista. A atmosfera é potencializada por uma banda formada por quatro músicos que executam ao vivo as composições de Jonathan Larson, preservando toda a força e a energia da trilha original. A formação é composta por Thalyson Rodrigues (piano e regência), Ingrid Cavalcanti (baixo elétrico), Jorge Ervolini (guitarra e violão) e Kiko Andrioli (bateria), que conferem ainda mais potência e dinamismo às canções que conduzem a narrativa.

Foto: divulgação/Paulo Aragon

O alcance da obra foi ampliado em 2021, quando tick, tick… BOOM! ganhou uma adaptação cinematográfica dirigida por Lin-Manuel Miranda, em sua estreia como diretor. Estrelado por Andrew Garfield, o longa recebeu elogios da crítica internacional, conquistou duas indicações ao Oscar e rendeu ao ator o Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Comédia ou Musical, apresentando Jonathan Larson e sua trajetória a milhões de espectadores ao redor do mundo.

Produzido pela Play It! Produções, empresa carioca dedicada ao desenvolvimento de novos talentos do teatro musical, o espetáculo reúne uma equipe formada por artistas de diferentes trajetórias para revisitar uma obra que segue emocionando plateias ao transformar sonhos, frustrações e escolhas em uma narrativa profundamente humana. Mais de três décadas após sua criação, tick, tick… BOOM! reafirma seu lugar entre os títulos mais sensíveis e marcantes do teatro musical contemporâneo.

Serviço:

Temporada: 9 a 19 de julho de 2026

Sessões: Qui e Sex às 20h | Sáb e Dom às 16h e 20h

Ingressos: A partir de R$ 60

Vendas: Sympla – https://bileto.sympla.com.br/event/121848?share_id=1-copiarlink

Local: Teatro Viradalata 

Endereço: Rua Apinajés, 1387 – Sumaré, São Paulo, SP – CEP: 01258-001 

(Abertura da casa 1h antes do espetáculo) 

Gênero: Teatro Musical

Classificação etária: 16 anos

Duração: 100 minutos 


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Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Conheça mais sobre o Festival de Parintins

Maior celebração cultural da Amazônia, o Festival de Parintins transforma a disputa entre dois bois-bumbás em um espetáculo que mistura arte, tradição, identidade regional e orgulho popular

Realizado neste ano entre 26 e 28 de junho, o Festival de Parintins transforma, anualmente, a cidade de Parintins no principal palco da cultura popular. Durante três dias, milhares de pessoas acompanham a tradicional disputa entre os bois-bumbás Garantido e Caprichoso, que levam ao Bumbódromo apresentações marcadas por música, dança, alegorias monumentais e narrativas inspiradas na cultura amazônica.

O festival representa uma celebração da identidade amazônica e das tradições populares da região. Ao longo de meses, artistas, artesãos, músicos e comunidades inteiras trabalham na criação de cenários, fantasias e performances que dão vida a um dos maiores espetáculos culturais a céu aberto do Brasil, reunindo criatividade, história e manifestações que atravessam gerações.

A origem da festa está ligada à tradição do boi-bumbá, uma manifestação popular que chegou à região no início do século XX e foi incorporando elementos próprios da Amazônia ao longo dos anos. As apresentações, que antes aconteciam de forma simples nas ruas da cidade, cresceram até se transformarem em um evento de alcance nacional, capaz de movimentar o turismo, a economia e a produção cultural da região. 

Foto: reprodução/Cultura do AM

Duas cores, uma cidade

No centro do festival estão os dois bois rivais. O Garantido, representado pelas cores vermelha e branca, tem como símbolo um coração na testa. Já o Caprichoso, identificado pelo azul e branco, é representado por um touro negro e tem a estrela como marca registrada. A rivalidade entre os dois é tão intensa que ultrapassa os limites da arena e se espalha por toda a cidade, dividindo torcidas, ruas, fachadas e até produtos comercializados durante o período da festa. 

Foto: reprodução/ADNews

Sobre a disputa

Além de toda a grandiosidade das alegorias e apresentações, o Festival de Parintins também é uma competição. Durante três noites consecutivas, Garantido e Caprichoso entram no Bumbódromo — arena construída especialmente para o festival — para apresentar espetáculos que combinam música, dança, encenações, alegorias monumentais e efeitos visuais que ajudam a contar histórias inspiradas em lendas amazônicas e tradições. Cada boi tem entre duas horas e duas horas e meia para se apresentar, e a ordem das apresentações é definida previamente. Ao final das três noites, vence a agremiação que acumular a maior pontuação geral.

A avaliação é feita por um grupo de jurados que analisa 21 quesitos divididos em diferentes blocos, envolvendo aspectos musicais, cênicos, coreográficos e artísticos. Entre os itens avaliados estão personagens tradicionais, como a Cunhã-Poranga, a Sinházinha da Fazenda, o Pajé e a Rainha do Folclore, além de elementos como as toadas, as alegorias, animação dos espectadores e a organização do espetáculo como um todo. Cada detalhe conta pontos, o que faz com que os bois passem meses preparando suas apresentações em busca da nota máxima e do título de campeão do festival.

Impacto cultural e legado

Embora a disputa entre Garantido e Caprichoso seja o elemento mais conhecido do evento, o Festival de Parintins também se consolidou como um importante espaço de valorização da identidade amazônica. Ao longo das apresentações, temas relacionados à preservação da floresta, aos povos originários e aos saberes tradicionais ganham destaque, reforçando o papel da cultura como ferramenta de memória e resistência.

O crescimento do festival fez com que ele conquistasse reconhecimento em todo o país. Em 2018, a celebração foi registrada como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), consolidando sua importância para a preservação das manifestações populares brasileiras.

Foto: divulgação/Secom

Hoje, o Festival de Parintins é visto como uma das maiores expressões culturais da América Latina e mostra como manifestações populares podem atravessar gerações sem perder sua essência, transformando a cultura amazônica em protagonista de um espetáculo que encanta públicos dentro e fora do Brasil.

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Texto revisado por Crystal Ribeiro

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Entretenimento Notícias Séries

Confira o que chega ao streaming em julho

Novas séries, filmes e produções coreanas chegam com tudo à Netflix Brasil

As férias de meio de ano estão dobrando a esquina e, mesmo que você não vá ter uma pausa oficial em julho, a gente trouxe o motivo perfeito para aquecer seu coração e aumentar aquela sua lista já interminável de títulos para maratonar. 

O catálogo da Netflix Brasil promete estreias para todos os gostos e agendas. Então prepara o bloquinho de notas e vem conferir as séries, filmes e produções coreanas (óbvio!) que estão batendo na nossa porta. 

Séries 
Vapor Humano – 2/7

Kenji Okamoto (Shun Oguri), um policial suspenso, é recrutado para ir atrás do criminoso responsável por vários assassinatos sem precedentes. Tudo começa quando um professor universitário subitamente infla e explode durante um programa de TV ao vivo. 

Antes que qualquer pessoa consiga entender essa situação tão estranha, um homem que diz se chamar Vapor Humano (UTA) anuncia que pretende cometer uma série de assassinatos, deixando a sociedade em pânico. Kenji e a repórter Kyoko (Yu Aoi) fazem de tudo para descobrir a verdade e pegar o culpado, que parece estar rindo das autoridades que tentam detê-lo. 

Sem forma e presente em toda parte, ele vai corroendo a sociedade a cada nova morte. 

Uma Casa na Pradaria – 9/7
"People in a wagon pass people on horseback. "
Imagem: divulgação/Netflix Brasil

A família Ingalls começa uma nova vida no Oeste, um lugar que combina os encantos da natureza e uma luta constante pela sobrevivência.

Entrevista com o Vampiro: Temporada 2 – 14/7
Imagem: divulgação/Netflix Brasil

Assombrados por Lestat (Sam Reid), Louis (Jacob Anderson) e Claudia (Delainey Hayles) viajam para Paris na década de 1940 em busca de outros vampiros, mas são atraídos para um clã tentador.

O Falcão do Golfe – 16/7
"Two men in suits sit in a golf cart at a golf course event, wearing event badges, with several people standing in the background on a grassy area near sand traps. The setting appears formal and outdoors during daytime."
Imagem: divulgação/Netflix Brasil

Na reta final de sua carreira, a lenda do golfe Lonnie Hawkins (Will Ferrell) busca o último grande título e arrasta todos que ama para o caos.

O Mapa dos Desejos – 17/7

Antes de partir, Lucy (Georgina Amorós) cria um jogo para a irmã Greta (Alícia Falcó) com o objetivo de levá-la a uma jornada de autoconhecimento e ao charmoso Will Tucker (Pablo Álvarez).

Ransom Canyon: Temporada 2 – 23/7
"A young couple sits close together on a chair, wrapped in a blanket in a cozy, warmly lit wooden room with a lamp, shelves, and candles in the background, creating an intimate and comfortable atmosphere."
Imagem: divulgação/Netflix Brasil

Staten (Josh Duhamel) e Quinn (Minka Kelly) se arriscam em novas empreitadas para trazer a esperança e a prosperidade de volta a Ransom Canyon e para lidar com o que sentem um pelo outro.

Fúria – 29/7 
Imagem: divulgação/Netflix Brasil

Ferido e com amnésia, um homem recebe ajuda de um técnico de MMA e começa a lutar, dividido entre a esperança de um novo futuro e um passado que o atormenta.

Filmes 
Enola Holmes 3 – 1/7

Ela está de volta! Sempre em busca de aventura, Enola Holmes (Millie Bobby Brown) vai a Malta para investigar seu caso mais complicado e traiçoeiro até agora, combinando seus sonhos pessoais e profissionais. 

Heartstopper Para Sempre – 17/7

A turma começa um novo ano no Colégio Truham. O relacionamento de Nick (Kit Connor) e Charlie (Joe Locke) se aprofunda, e eles se perguntam como será a vida dali para frente.

72 Horas em Miami – 24/7

Para salvar a carreira, um executivo quarentão vai a uma despedida de solteiro com um grupo de jovens depois de ser adicionado por engano ao chat deles.

Produções coreanas 
Solteiros Nunca Mais: Temporada 2 – 7/7
Imagem: divulgação/Netflix Brasil

Um novo grupo chega ao Resort dos Solteiros de Plantão e deixa a inexperiência de lado para encarar os altos e baixos do amor.

A Leste do Palácio – 17/7

O rei convoca um homem com acesso ao mundo espiritual e uma dama capaz de ouvir os mortos. Será que eles conseguem desvendar os segredos sombrios do palácio?

E aí, qual produção furou a sua lista de prioridades? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Conheça os BLs sendo lançados no streaming no Mês do Orgulho 

 

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Entrevista | Matheus Rocha reflete sobre os desafios de ser adulto em novo livro

O escritor e influenciador Matheus Rocha conversa sobre amadurecimento, saúde mental, redes sociais e os desafios que inspiraram Ninguém Ensina a Gente a Ser Adulto, seu novo livro

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