Novos episódios da série inspirada na prisão dos famosos traz Giovanna Antonelli, Ícaro Silva e João Vicente Castro como novidades no elenco
As filmagens da segunda temporada de Tremembé chegaram ao fim nessa quarta (1). Gravada em São Paulo, a série Original Prime – inspirada nas histórias reais envolvendo condenados por alguns dos crimes de maior repercussão no país na penitenciária conhecida como prisão dos famosos – retorna com novidades tanto no elenco quanto nas tramas de seus personagens.
Na nova temporada, Dominique Scharf chega à ala feminina após ser condenada a 58 anos de prisão por crimes como roubo, estelionato, fraude e falsificação de documentos. Suzane Von Richthofen segue como protagonista e enfrenta sua maior prova de fogo: descobrir se será aceita pela sociedade na vida fora da prisão. Elize Matsunaga também busca recomeçar no regime aberto, enquanto se arrisca em uma nova profissão.
Na ala masculina, Thiago Brennand e Robinho, milionários condenados por crimes sexuais, chegam a Tremembé e passam a evidenciar contrastes no cotidiano entre os presos.
Foto: divulgação/Atomica Lab
A produção é da Paranoid Filmes para o Amazon MGM Studios, com direção e showrunning de Vera Egito e roteiro de Juliana Rosenthal, Michelle Ferreira e Ullisses Campbell, baseado no livro Tremembé: O Presídio dos Famosos, de Ullisses Campbell. A produção executiva fica a cargo de Manoel Rangel, Egisto Betti, Heitor Dhalia e Ullisses Campbell, com produção associada de Marina Ruy Barbosa. A segunda temporada ainda não tem data de estreia confirmada.
O elenco reúne Marina Ruy Barbosa, Bianca Comparato, Felipe Simas, Kelner Macêdo, Lucas Oradovschi, Carol Garcia, Anselmo Vasconcelos, Edu Rosa, Leo Moreno, além das novidades Giovanna Antonelli, Ícaro Silva e João Vicente Castro, entre outros.
O que você espera da segunda temporada de Tremembé? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook,Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!
Em entrevista ao Entretetizei, o autor explica por que a Experiência de Quase Morte é o ponto de partida dos superpoderes, comenta os dilemas morais de Caliel, revela a origem da Organon e adianta o que vem por aí no universo de O Cidadão Incomum
Chegar ao fim de uma trilogia costuma significar o encerramento de uma jornada, no entanto, em O Cidadão Incomum 3 – Experiência de Quase Morte, Pedro Ivo faz justamente o contrário: usa o desfecho da história de origem de Caliel para abrir caminho para um universo ainda maior. O terceiro volume aprofunda os conflitos apresentados nos livros anteriores, coloca seus personagens diante de escolhas cada vez mais difíceis e reforça que, no mundo criado pelo autor, superpoderes nunca são apenas habilidades extraordinárias, eles carregam consequências.
Na história, a Experiência de Quase Morte (EQM), evento extremo que dá nome ao livro, é o gatilho que desperta os poderes dos personagens, mas que também funciona como uma metáfora para a transformação. Para Pedro Ivo, descobrir os próprios dons exige deixar partes importantes de si para trás, tornando a experiência um símbolo de amadurecimento, trauma e autoconhecimento.
Foto: divulgação/Pedro Ivo
Em entrevista ao Entretetizei, o autor falou sobre a construção desse universo, explicou como o Brasil e a cidade de São Paulo influenciaram a narrativa, comentou a moralidade de personagens como Regina Albuquerque e Jac, revelou uma curiosidade inédita sobre a criação da Organon e adiantou o que os leitores podem esperar após o fim da trilogia de origem de O Cidadão Incomum. Confira:
Entretetizei: A ‘Experiência de Quase Morte’ (EQM) é a chave de tudo. De onde veio essa ideia de que o trauma extremo é o que “liga” o interruptor dos poderes?
Pedro Ivo: Os poderes no universo do Cidadão Incomum são uma alegoria das nossas próprias capacidades individuais. Perceba que o dom de cada personagem é uma extensão da sua personalidade. E acredito que, em algum momento da jornada de autodescoberta, na busca pelos próprios dons e pelo sentido deles, partes importantes de você precisarão morrer.
E: Você acha que, no fundo, todo super-herói precisa de uma cicatriz psicológica profunda para existir, ou o Caliel poderia ter sido herói sem o trauma da EQM?
PI: Acredito que existe um componente de culpa em todo super-herói. Batman quer voltar ao passado e impedir a morte dos pais. Peter Parker quer o tio de volta. Superman ressuscitaria Krypton inteira se pudesse. O caso do Cidadão Incomum é o oposto: todos os traumas vieram depois que ele decidiu voar por São Paulo, sem saber controlar seus poderes. Outros traumas nasceram da decisão de agir como herói. Os poderes não o salvam de nada. Eles catapultam Caliel direto para dentro da vida, com tudo que ela tem de brutal e de belo.
E: A Regina Albuquerque é aquela vilã que a gente ama odiar porque ela faz sentido. Você se pegou concordando com os argumentos dela em algum momento enquanto escrevia?
PI: O tempo todo. Os argumentos dela são impecáveis. Só discordo dos métodos que ela usa.
E: A Organon parece um reflexo sombrio das grandes corporações que a gente vê por aí. O quanto da nossa realidade política e empresarial “vazou” para dentro da ficção?
PI: Vou contar um segredo. Exclusividade pro Entretê.
Organon é o nome da empresa de análise de sistemas que meu pai tinha quando faleceu. Na minha mente, ela nasceu como um símbolo enorme do mistério que ele era pra mim.
Transferi isso pro Cidadão Incomum: esse conglomerado disforme, opaco, que parece maior por dentro do que por fora. Mas, claro, me inspirei nos escândalos da indústria farmacêutica e nas empresas que lucram com a exploração da Amazônia para dar estofo à Organon fictícia.
E: São Paulo é praticamente um personagem no livro, com o calor infernal e o caos urbano. Por que era importante que a história acontecesse aqui e não em uma cidade genérica?
PI: São Paulo é um colchão de retalhos onde você consegue identificar fragmentos de todas as facetas do Brasil. Dos becos disformes ao ecletismo dos prédios art déco. Dos terreiros de umbanda às cantinas italianas. Do bairro coreano aos eventos populares de rua.
O Cidadão Incomum é produto de um Brasil que só existe em São Paulo.
E também porque amo essa cidade.
E: O Caliel não quer salvar o mundo, ele quer uma “vida boa e útil”. Você acha que o maior desafio dele não é o vilão, mas sim a vontade de ser uma pessoa comum?
PI: Aí mora a maior contradição de Caliel. Ele diz que quer uma vida boa e útil, mas quer também usar os poderes. Pior: quer ser visto voando, gerando energia nas mãos. O que ele quer na verdade é que a sociedade normalize o fato de ele ter superpoderes, o que definitivamente não vai acontecer.
Foto: divulgação/Pedro Ivo
E: A Jac parece enxergar o Caliel de um jeito que poucos personagens conseguem. Qual era exatamente a função dela dentro da jornada dele: provocar, testar ou revelar quem ele realmente é?
PI: A Jac, pelo menos neste volume da série, tem uma função bastante clara: mostrar para Caliel que ele é só uma pequena parte de um universo bem maior. É basicamente colocar o super-herói no seu lugar. 🙂
E: Falando na Jac, ela vive numa zona moral muito cinzenta. Em algum momento você quis que o leitor torcesse por ela mesmo sem confiar nela?
PI: Ela é uma sobrevivente, né? Assim como Caliel, Jac precisou tomar decisões difíceis, com a diferença de que ela é mulher e preta. Dona Jacqueline terá um papel fundamental para a expansão deste universo, no futuro próximo.
E: O Eder é o melhor amigo que todo mundo queria ter. Ele é a âncora moral do Caliel ou ele também está se perdendo nesse jogo de espionagem e tecnologia?
PI: Acho que ele se encontra antes de Caliel. Em algum momento, Eder olha para tudo o que está acontecendo, pisa no freio e decide pelo mundo dos adultos. Afinal, ele não tem poderes.
E: Você acredita que os poderes do Caliel são um presente, uma maldição ou apenas uma ferramenta neutra que ele ainda não aprendeu a usar direito?
PI: Imagine que você tem o poder de criar músicas incríveis que vão impactar para sempre as vidas de milhões de pessoas, por gerações. Se isso é uma dádiva ou uma maldição, depende totalmente de ti. O mesmo vale para os dons de Caliel, Tito, Elias, Jac, Isaac… O que você faz com seu dom diz quem você é.
E: O Isaac tem aquele poder de teletransporte apelão, mas continua preso às decisões da Regina. Isso mostra que, no universo de O Cidadão Incomum, o verdadeiro poder nunca é só físico?
PI: Essa é uma discussão e tanto. O que é poder de verdade? Teletransportar ou ter acesso a uma quantidade absurda de dinheiro?
Desde o livro dois vemos que Regina é muito habilidosa em controlar essas pessoas incomuns, seja por meio da coação, seja simplesmente dando à pessoa o que ela precisa. Ultimamente, aqui no mundo real, a gente tem acompanhado como esses dois métodos, dinheiro e coação, são os alicerces da obtenção e manutenção de poder.
E: O livro fala muito sobre “máscaras sociais”. Você acha que todo mundo hoje em dia precisa de um pouco de “Cidadão Incomum” para aguentar o dia a dia na sociedade?
PI: Não só hoje em dia, como em toda a história da civilização. Ser uma criatura social implica, entre outras coisas, vestir máscaras. Fazemos isso o tempo todo, até mesmo em nossas relações mais íntimas. Em muitos momentos durante a saga do Cidadão Incomum, podemos ver Caliel mascarar literalmente seus reais sentimentos com sua máscara preta e visores estranhos.
Foto: divulgação/Pedro Ivo
E: O desfecho coloca o Caliel diante de uma escolha praticamente impossível. Em algum momento você cogitou um caminho diferente para ele ou sempre soube que aquela era a única decisão possível?
PI: Precisamos levar em conta que Cidadão Incomum 3 — EQM é só o fim da trilogia de origem do Cidadão Incomum. A história dele como pessoa e super-pessoa mal saiu do primeiro ato. Tem muito chão ainda pela frente, e essa “escolha praticamente impossível” é só o começo de tudo.
Mas, para responder a pergunta: havia pelo menos quatro desfechos diferentes para Caliel. Escolhi o mais coerente e o segundo mais dramático.
E: “Pessoas boas também fazem maldade”. Qual foi a coisa mais “errada” que você fez o Caliel fazer e que te deixou desconfortável como autor?
PI: Bruce Wayne se torna o Batman porque se culpa pela morte dos pais. Peter Parker veste a máscara do Homem-Aranha porque acredita ser responsável pela morte do tio. Mas a verdade é que eles não mataram ninguém. Caliel matou uma pessoa. Todos os outros pequenos crimes que ele comete para se manter como super-herói do mundo real, não me incomodam tanto quanto o que ele fez no primeiro livro.
E: Pelo que este volume apresenta, a história parece assumir um tom mais sombrio e “pé no chão”. Essa densidade foi uma evolução natural da trilogia ou uma escolha influenciada pelo Brasil de hoje?
PI: Acho que tudo isso colabora, mas devo mais ao fato de que eu estou em uma fase mais existencialmente sombria. Não tinha como isso não escapar para a obra. Mas entendo que todos nós, enquanto sociedade, estamos nesse lugar mais indefinido e acho que o Cidadão Incomum representa bem isso.
E: Se o Caliel pudesse escolher hoje: continuar com os poderes ou voltar a ser o cara que ele era na página 1 do primeiro livro, o que você acha que ele escolheria?
PI: Continuar com os poderes. Penso que, se você aprende algo extraordinário, como voar, tudo o que você pensava sobre a vida muda radicalmente. Não tem como ser a mesma pessoa. Caliel não é mais o garoto da página um do primeiro livro.
E: Como você equilibra a ação cinematográfica com as pausas reflexivas que o livro tem? Você ouve alguma trilha sonora específica para escrever as cenas de voo ou de luta?
PI: Não. Pelo contrário. Escrevo com um daqueles fones de ouvido que tem canceladores de barulho, sabe?
Uma característica desse universo é a quebra de expectativa. O leitor acha que a história caminha para um lugar, mas ela vai para outro. Esse mistério, que é parte da estrutura, acho que é o ingrediente fundamental. O resto são truques comuns para equilibrar a narrativa. Quanto mais profunda for a reflexão entre dois personagens, pode ter certeza que alguma coisa vai explodir ao redor deles.
E: O que mais te surpreendeu no Caliel ao longo dessa trilogia? Ele tomou algum rumo que você não tinha planejado no começo?
PI: Sim. Não comecei essa saga de origem sabendo como ela terminaria. Não quero dar spoiler, mas fiquei surpreso como ele trocou de lugar com outro personagem.
E: A trilogia de origem acaba aqui, mas o universo parece gigante. O que vem por aí? Veremos o Cidadão Incomum enfrentando problemas ainda maiores ou o foco vai continuar sendo o lado humano e político?
PI: O teor humano e político vai continuar. Temos muita história para contar e Caliel vai continuar por aí. Ele tem um papel importante no futuro desse universo. Mas esse terceiro livro também é uma passagem de bastão. Acho que o leitor vai amar conhecer mais profundamente outros personagens que estão loucos para protagonizar as próprias histórias.
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Eliana volta com tudo neste segundo semestre e promete novidades super divertidas!
O Em Família com Eliana volta para a grade da Globo após a pausa para a Copa do Mundo, no dia 12 de julho. O retorno promete agitar as tardes de domingo com quadros descontraídos, muito humor, competições e novidades incríveis! Nesta terça-feira, 30 de junho, a apresentadora realizou uma coletiva de imprensa e anunciou o que vem por aí, e o Entretetizei conta tudo para você!
Um dos quadros que promete muito entretenimento, risadas e diversão é o Invertidamente, projeto inédito no Brasil vindo direto da Holanda, onde os famosos vão literalmente ficar de cabeça para baixo, dentro de uma caixa que se move em 360 graus, para competirem entre si realizando provas que envolvem agilidade e habilidade. A estreia do quadro está marcada para o dia 26 de julho. “A gravação foi uma loucura! A caixa é um formato da Holanda e é a primeira vez no Brasil. A caixa não deixa ninguém parado e muito menos em pé. A pessoa está sempre em uma posição invertida, desafiando a lei da gravidade”, comentou Eliana. “As famílias entram na caixa para se desafiar. Não tem prêmio. É muito instigante porque cada família reage de um jeito, e esse game é uma novidade inédita no Brasil!”, reforçou ela. Alguns dos participantes do quadro são nomes como Gracyanne Barbosa e Gil do Vigor. Quadros de disputas musicais entre famílias prometem voltar também, consolidando o formato que já está fazendo sucesso.
Foto: Divulgação/Globo
Outra grande aposta da nova fase é O Elo Fraco, versão brasileira do já consagrado formato britânico The Weakest Link, criado pela BBC. O game show, já passou por outras tentativas de adaptação no Brasil sem nunca ter ido ao ar e deve ocupar espaço central na programação do programa no segundo semestre, dividindo a atenção do público com brincadeiras de palco envolvendo famosos e bastidores de novelas da emissora.
As mudanças chegam em um momento de consolidação da audiência do programa na briga direta com o Domingo Legal, do SBT, apresentado por Celso Portiolli. Na estreia, em 15 de março, o Em Família registrou 10,9 pontos no ibope da Grande São Paulo, contra 5,5 pontos da concorrência. Nas semanas seguintes o programa se firmou na faixa entre 8 e 10 pontos, chegando a ter vitórias consecutivas contra o seu principal rival. A primeira fase do programa se encerrou em 7 de junho, com 8,3 pontos, dando lugar à pausa para a Copa do Mundo antes do retorno agora em julho.
O retorno do dominical coincide exatamente com o aniversário de dois anos de Eliana na Globo. A data foi comemorada pela apresentadora, que afirma que se diverte na nova emissora e estar cada vez mais à vontade em seu novo projeto: “A Globo trouxe muitas possibilidades para eu mostrar minhas facetas como comunicadora, é muito rico. Sentar em um sofá e falar de assuntos mais sérios como no Saia Justa, estar em um poder educativo como no Especial Led-Luz na Educação e estar em um programa onde possa contemplar histórias de famílias. Me sinto confortável em todas elas, me sinto livre. É muito gostoso poder mostrar as minhas facetas como comunicadora e me divertir trabalhando. Eu amo meu ofício”, contou ela.
Foto: Divulgação/Bob Paulino/Globo
A trajetória de Eliana na Globo começou em 2024, após mais de uma década no SBT, onde comandou seu próprio programa dominical por 15 anos. Desde então, ela já esteve à frente de atrações como The Masked Singer Brasil, Saia Justa no GNT, ao lado de Bela Gil , Erika Januza, Juliette e Tati Machado, e comandando especiais como o Vem Que Tem. O Em Família com Eliana, estreado em 15 de março de 2026, é o terceiro programa de auditório idealizado pela apresentadora ao longo da carreira, depois do Tudo É Possível, na Record, e do Eliana, no SBT.
Em Família com Eliana tem direção de Geninho Simonetti, que destaca a presença marcante de Eliana em frente às câmeras “Ela trabalha o triplo que eu pensava que ela trabalharia. Toda vez que faço a marcação de uma câmera, e ela aparece na lente, o quadro ganha vida!“, afirmou ele.
Por fim, Eliana fez um balanço sobre o Em Família e sobre o que o programa significa em sua vida, como tem lhe ajudado a enxergar as famílias com outros olhos e como isso tem impactado seu dia a dia “O programa acolhe a todas as famílias: a família que acolhe, que tem amor. A gente nasce na família que a gente escolhe. Onde tem amor, confiança, você pode deitar a cabeça em paz. Onde tem ninho, um lar, não importa a formação da sua família. O programa contempla todas as famílias de uma forma respeitosa. Todas são muito bem-vindas. O Em Família é para todos!”, finalizou ela.
E aí, gostou de saber mais sobre as novidades do Em Família com Eliana? Pretende assistir? Conta para gente nas redes sociais do Entretê! Nos siga no X, no Facebook e no Instagram e não perca as novidades.
Mês reúne novelas turcas, séries internacionais, adaptações e novidades para todos os gostos no catálogo
O Globoplay divulgou os lançamentos de julho, que chegam com novidades para fãs de novelas turcas, séries, filmes, documentários e esportes. Entre os principais destaques estão as produções internacionais Minha Menina (Kızım), As Filhas da Senhora Garcia (Fazilet Hanım ve Kızları) e Traída Pelo Meu Marido no Jogo do Poder (Yasak Elma), além da série original Jogada de Risco, estrelada por Cauã Reymond, e da adaptação de O Senhor das Moscas.
Foto: reprodução/Dizilah
As novelas turcas ganham espaço na programação do mês e reforçam o catálogo internacional da plataforma, com histórias marcadas por drama familiar, conflitos emocionais e tramas de vingança e poder.
Entre os demais lançamentos, o público também poderá conferir o filme Missão Pet, o suspense Quarto do Pânico, a novela Belíssima e a produção Sete Vidas, que ampliam a oferta de conteúdos clássicos e licenciados.
Na frente nacional, o mês traz novidades e retornos importantes, como a série Pablo & Luisão, além de novas temporadas de atrações como Conversa com Bial, Em Família com Eliana e Que História É Essa, Porchat?, que seguem apostando em formatos de entrevista e entretenimento leve.
Foto: Divulgação/Bob Paulino/Globo
O catálogo de julho também inclui o documentário Meu Nome é Preta, que revisita a trajetória de Preta Gil, além da novelinha vertical O Acerto de Contas das Gêmeas Trocadas e da série Sullivan’s Crossing: Um Lugar para Recomeçar, reforçando a diversidade de formatos disponíveis.
Fechando o mês, o público ainda encontra o filme Barba Ensopada de Sangue, que chega ampliando o espaço para o cinema nacional dentro da plataforma.
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Entre super-heróis, sequências aguardadas, séries inéditas e transmissões musicais e esportivas ao vivo, o streaming prepara um julho recheado para os fãs
A plataforma Disney+ preparou um julho recheado de novidades para todos os gostos. O mês traz o retorno aguardado de X-Men ’97, a estreia de O Diabo Veste Prada 2, novos capítulos do universo de Descendentes, séries inéditas, documentários, música ao vivo e grandes eventos esportivos.
Confira os principais destaques que chegam ao streaming nas próximas semanas:
X-Men ’97 – nova temporada
Com estreia em 1º de julho, a segunda temporada de X-Men ’97 abre o mês trazendo os mutantes separados no tempo e tentando encontrar o caminho de volta para casa. Enquanto isso, novas ameaças surgem nos anos 1990 na ausência da equipe. A animação da Marvel estreia com três episódios e ganha novos capítulos semanalmente às quartas.
Casamento Sangrento: A Viúva – terror, suspense e ação
A sequência do sucesso cult tem estreia marcada para 2 de julho e acompanha Grace (Samara Weaving) em mais um jogo mortal envolvendo famílias poderosas e uma disputa brutal por poder. Kathryn Newton entra para o elenco como Faith, irmã da protagonista.
Imagem: divulgação/Disney+
O Marido – drama coreano que mistura suspense e perseguição
Estreando em 4 de julho, a produção acompanha um homem acusado pelo desaparecimento da própria esposa após uma noite marcada por excessos. Agora, ele precisa fugir da polícia e enfrentar criminosos perigosos para tentar salvá-la.
Imagem: divulgação/Disney+
Descendentes: País das Maravilhas Malvado – novo capítulo com referências no clássico
Com estreia para 17 de julho, Red e Chloe descobrem que mexer no passado criou consequências inesperadas – incluindo um novo vilão. O filme reúne novos personagens e referências a clássicos da Disney em mais uma aventura musical da franquia.
Pompeia: Além do Tempo – Tom Hiddleston explora os mistérios da cidade desaparecida
A série documental da National Geographic mistura investigação histórica e dramatização para revisitar as últimas horas de Pompeia antes da erupção do Vesúvio. Guiado por especialistas, Tom Hiddleston apresenta descobertas que desafiam teorias conhecidas sobre a tragédia. A estreia está prevista para 23 de Julho.
Imagem: divulgação/Disney+
Sou Luna – a série está de volta
Karol Sevilla retorna ao papel de Luna em Sou Luna: De Volta à Pista, no dia 24 de Julho. Na nova história, a personagem tenta retomar sua vida após um acidente misterioso enquanto enfrenta novos desafios, reencontros e dilemas amorosos.
Fúria – Emmy Rossum estrela thriller policial
Estreando em 27 de julho e criada por Elizabeth Meriwether, a série acompanha uma agente do FBI obcecada em capturar uma assassina em série. Conforme as duas se aproximam, a linha entre heroína e vilã começa a ficar cada vez mais confusa.
Imagem: divulgação/Disney+
O Diabo Veste Prada 2 – o retorno de Miranda Priestly
Um dos retornos mais aguardados do ano chega ao Disney+ em 29 de julho. Anne Hathaway e Meryl Streep reprisam seus papéis na sequência de O Diabo Veste Prada, trazendo Andy Sachs novamente ao universo da revista Runway e frente a frente com Miranda Priestly.
Imagem: divulgação/Disney+
Lollapalooza Chicago 2026 – transmissão ao vivo
A plataforma transmitirá ao vivo, de 30 de julho a 2 de agosto pelo Hulu, o Lollapalooza Chicago 2026, levando ao público apresentações e momentos de um dos maiores festivais de música do mundo.
O que há nos esportes: futebol, tênis, automobilismo
Julho também será movimentado para os fãs de esporte. A ESPN segue com a cobertura do maior torneio de futebol do mundo. Ainda, o mês terá transmissão do Brasileirão, playoffs da Copa Sul-Americana, ATP e WTA 500 de Washington, etapas da IndyCar e NASCAR, além do GP da Alemanha de MotoGP.
Qual estreia de julho do streaming você está mais ansioso para assistir? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook,Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!
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