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Star Wars: Visions – A Nona Jedi tem estreia confirmada para este ano

Com oito episódios, o anime aprofunda o universo apresentado em Star Wars: Visions

Em uma mesa redonda dedicada a Star Wars: Visions – A Nona Jedi na programação da Anime Expo 2026, foi apresentado o trailer e o pôster da primeira série do projeto Star Wars: Visions Apresenta, que contará histórias em formato mais longo de Star Wars: Visions (2021 – presente).

Com oito episódios, o anime retoma a trama pouco após os acontecimentos dos curtas Visions: A Nona Jedi (2021) e A Nona Jedi: Filha da Esperança (2025), com Lah Kara ainda em seu treinamento nos caminhos Jedi sob a orientação de Margrave Juro. Na nova série, Kara embarca em uma jornada épica de autodescoberta enquanto ela e a pequena comunidade de aprendizes de Jedi de Juro partem em uma missão para salvar seu pai.

Confira o novo pôster:

Foto: divulgação/Disney+

Star Wars: Visions – A Nona Jedi conta com a direção de Shunsuke Tada e o roteiro de Mitsuyasu Sakai. Kenji Kamiyama é o diretor supervisor. 

A série tem estreia prevista para 5 de agosto deste ano, exclusivamente no Disney+. 

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cinema Notícias

Resenha | Moana faz a Disney reencontrar a magia dos seus melhores live-actions

A nova adaptação transforma um clássico da animação em uma experiência emocionante, visualmente deslumbrante e com identidade própria

Quando a Disney anunciou um live-action de Moana (2016), muita gente reagiu com desconfiança. Afinal, adaptar uma animação tão recente parecia um risco desnecessário. Mas bastam poucos minutos para perceber que essa nova versão não existe apenas para reproduzir o que a gente já conhece, também é um longa que encontra sua própria identidade e lembra por que os live-actions da Disney conquistaram tantas pessoas no passado.

Mesmo mantendo toda a essência da animação original, o filme aposta em novas interpretações, pequenas mudanças no ritmo das cenas e um elenco extremamente carismático para fazer a história parecer viva outra vez. O resultado é uma aventura que emociona tanto quem cresceu acompanhando Moana quanto quem conhecerá essa jornada pela primeira vez.

Uma dupla que faz toda a diferença
Foto: divulgação/Disney

Grande parte do sucesso do longa está na química entre Catherine Laga’aia e Dwayne Johnson.

Trazer Maui para uma versão em carne e osso era um dos maiores desafios da produção, mas Dwayne prova, mais uma vez, que nasceu para interpretar o semideus polinésio. Seu carisma continua intacto, as piadas funcionam exatamente no momento certo e o personagem segue roubando a cena sem nunca ofuscar a protagonista.

Na coletiva de imprensa realizada no Rio de Janeiro, da qual o Entretetizei participou, o ator contou que entende o receio do público em relação aos live-actions. “Toda vez que há algo amado como a animação de Moana, os fãs ficam nervosos (…). Eu entendo totalmente essa preocupação”. Depois de assistir ao filme, fica difícil não concordar quando ele afirma que a equipe conseguiu fazer um bom trabalho.

Já Catherine Laga’aia entrega uma Moana extremamente humana. Em vez de tentar reproduzir todos os trejeitos da animação, a atriz constrói uma personagem com mais vulnerabilidade, sensível e próxima da realidade, tornando sua jornada de amadurecimento ainda mais emocionante. Sua coragem continua presente do início ao fim, mas agora é acompanhada por inseguranças, dúvidas e emoções que aproximam ainda mais o público da protagonista.

O próprio Dwayne Johnson fez questão de destacar a atuação da colega durante a coletiva. “Ela foi incrível”. E essa impressão fica evidente em praticamente todas as cenas divididas entre os dois.

Uma viagem que continua encantadora
Foto: divulgação/Disney

Visualmente, Moana impressiona do início ao fim.

O oceano continua sendo praticamente um personagem da história, e as paisagens inspiradas na Polinésia ganham uma riqueza de detalhes capaz de transportar quem está assistindo para Motunui. Toda parte de direção de arte recria com muito primor a cultura, as ambientações, os figurinos e toda a atmosfera que fizeram da animação um dos maiores sucessos da Disney.

Os efeitos visuais também merecem destaque. Seja na presença de Te Fiti, nas sequências em alto-mar ou nas cenas de aventura, tudo contribui para ampliar a sensação de magia sem perder a beleza que marcou a obra original.

Até mesmo personagens queridos voltam a emocionar. Mais uma vez, a vovó Tala prova por que continua sendo um dos grandes corações da história.

A trilha sonora continua emocionante

Se existe um elemento que permanece indispensável em Moana, é sua música.

Além das canções que marcaram a animação, o live-action apresenta Along the Way, composição inédita do incrível Lin-Manuel Miranda, que se encaixa naturalmente na narrativa e reforça o sentimento de crescimento da protagonista, se tornando um dos momentos mais bonitos da adaptação.

Vale a pena assistir Moana?

Mais do que reproduzir uma animação de sucesso, Moana consegue justificar sua existência como live-action.

A produção respeita profundamente o material original, mas entende que uma nova linguagem pede novas interpretações. A direção encontra equilíbrio entre fidelidade e novidade, enquanto Catherine Laga’aia e Dwayne Johnson conduzem a aventura com uma química surpreendente.

Em tempos em que muitos live-actions parecem existir apenas pela nostalgia, Moana lembra que essas adaptações também podem emocionar, divertir e apresentar novas camadas para histórias que já fazem parte da memória do público. É, sem dúvida, um dos melhores live-actions da Disney dos últimos anos e um sinal de que o estúdio pode, finalmente, ter reencontrado o caminho que fez esse formato funcionar tão bem.

Moana estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta (9), levando às telonas uma aventura que honra o clássico animado de 2016 enquanto encontra sua própria identidade.

 

E você, está na expectativa para assistir essa grande produção? Conta pra gente, siga o Entretetizei nas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e não perca as novidades do mundo do entretenimento.

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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C.S. Lewis, Peglo e Cat Sebastian estão entre os lançamentos literários de julho

C.S. Lewis, Peglo, Cat Sebastian, L.J. Shen e Renato Noguera estão entre os autores que chegam às livrarias com romances, fantasia, HQs e obras de não ficção

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Entrevista | Budah fala sobre FREQUÊNCIA LUNAR e processo artístico: “mudar não é instabilidade”

Em entrevista exclusiva, Budah explica a estética do novo disco, fala sobre gostos pessoais e conta que sonhou em fazer feat com a Pabllo Vittar

 

Desde jovem, Brendha Rangel já se sentia conectada com a música. Foi durante os encontros de família, embalados por karaokê, que, ainda criança, ela começou a se conectar com sua própria voz. Com a chegada da adolescência, essa relação se fortaleceu e a capixaba começou a se envolver com a cena do hip hop da Grande Vitória.

Após viralizar com covers na internet, a jovem aderiu ao seu nome artístico, Budah, e, saindo do Espírito Santo para conquistar o Brasil, tornou-se uma das grandes vozes da música e do rap nacional. Explorando R&B, rap, trap e outros ritmos, Budah construiu uma identidade própria e conquistou uma legião de fãs.

Em maio, a cantora lançou seu segundo álbum de estúdio, FREQUÊNCIA LUNAR. Uma verdadeira imersão na estética noturna e nos sentimentos da artista, a obra reúne feats como Pabllo Vittar, Iza e Duquesa. Budah conversou com o Entretê sobre seu novo disco, próximos passos da carreira e vida pessoal. Vem ver!

ENTRETETIZEI: Você diz no manifesto do disco que “não é instabilidade, é frequência, é lunar“. Em que momento você entendeu que as frequências, os ciclos da lua e essa energia da noite seriam o conceito central do disco? O que a noite representa para você?

BUDAH: Conforme eu e a minha equipe fomos ouvindo as músicas, percebemos que existia uma narrativa ali, como se o álbum acompanhasse uma noite inteira, do pôr do sol ao amanhecer. 

Eu também comecei a me interessar mais pelas frequências e achei bonito como isso se conecta com os sentimentos humanos. Existem frequências que trazem mais tensão, outras mais acolhimento, e percebi que as músicas do disco também carregavam essas oscilações, assim como as fases da lua e as emoções que a gente vive. 

Sempre gostei da atmosfera noturna, tem muito isso de ser livre, de sair e se divertir. Acho que FREQUÊNCIA LUNAR nasceu desse lugar de liberdade e da ideia de que mudar não é instabilidade.

Foto: reprodução/ Instagram @budah 
E: Qual foi a primeira música que você fez para o álbum? E quando você entendeu que o projeto estava completo?

B: A primeira música que eu fiz para o álbum foi INTUIÇÃO, acho que uns oito meses antes de FREQUÊNCIA LUNAR nascer de verdade. Eu sou muito apegada a ela justamente por isso, por ter sido a primeira… E, curiosamente, foi também a música que eu mais ouvi depois do lançamento e até hoje não me cansei dela (risos).

Sobre o projeto, nós fizemos um camp com um time muito especial de compositores e produtores e dali saíram muitas ideias. A verdade é que foi até difícil fechar a seleção final, porque teve muita música boa que acabou ficando de fora. 

Acho que entendi que o álbum estava pronto quando percebi que as faixas conversavam entre si e faziam parte da mesma história. Foi aquela sensação gostosa de que tudo finalmente estava fazendo sentido.

E: Muitas pessoas se identificam com suas letras, mas você também comentou que várias fãs compartilharam histórias que acabaram inspirando o disco. Como acontece essa troca com elas? De que forma ouvir essas vivências te ajuda a entender que você também não está passando pelas coisas sozinha?

B: Ah, essa troca nossa é muito bonita. Recebo muitas mensagens de mulheres contando suas histórias, desabafando, falando sobre amor, autoestima, relacionamentos, carreira. E muitas vezes eu percebo que estou vivendo experiências parecidas. Isso me faz entender que ninguém está sozinho. 

Acho que a música tem esse poder de transformar sentimentos individuais em algo coletivo. E eu levo também com muito carinho o fato de tantas meninas negras me enxergarem como referência. Se eu consigo inspirar alguém a acreditar mais em si mesma ou a se sentir representada, já vale tudo!

Budah
Foto: reprodução/ Instagram @budah
E: Quais faixas foram mais difíceis de escrever, seja por estrutura estética ou por um peso emocional que carregam? E quais foram as mais divertidas?

B: SUA FAVORITA foi uma delícia de fazer, ela carrega uma energia mais leve, divertida, mais ousada. SKIN AFROPATY também, eu a imagino como aquela música para ouvir com as amigas antes de sair para a pista, se arrumando, se sentindo linda. 

E MEU CRIME É EXISTIR é uma faixa muito importante para mim. Ela fala sobre como eu me sinto na minha pele, sobre o preconceito que ainda enfrentamos no dia a dia e sobre essa luta constante de existir e ocupar espaços. Mas, acima de tudo, é uma música sobre resistência, de que hoje eu aprendi a amar quem eu sou, e espero que muitas pessoas se identifiquem também.

E: Como foi o processo de escolha dos feats de FREQUÊNCIA LUNAR? O que você aprendeu fazendo música em conjunto com esses artistas?

B: Tive a sorte de reunir pessoas que admiro muito nesse trabalho. Algumas eram sonhos antigos, como a IZA e a Pabllo. Eu literalmente sonhei com ela e o feat aconteceu (risos). 

Outras já eram amigas que eu queria trazer há tempos, como Duquesa, Ajulliacosta e Tasha & Tracie. O Franco e a Vita são artistas que eu já acompanhava e queria muito ter por perto nesse projeto. Acho que o maior aprendizado foi entender que, quando cada artista traz a sua verdade, a música cresce ainda mais e tudo flui.

E: O que você descobriu sobre si mesma durante a produção do FREQUÊNCIA LUNAR?

B: Acho que descobri que eu sou muito mais corajosa do que imaginava. Esse disco nasceu de uma Budah mais madura e mais segura. Eu me permiti me expressar mais e me experimentar mais sonoramente também. Trouxe o R&B, que que faz me sentir em casa, mas trouxe mais rap, boombap e músicas para dançar e refletir.

Foto: reprodução/ Instagram @budah
E: Sua construção artística se apoia bastante no uso de cores frias. Desde Púrpura no último álbum, até os tons de azul de FREQUÊNCIA LUNAR. Como você acha que essas cores conversam com sua identidade? O que elas te transmitem?

B: Tenho a sorte de trabalhar com um time muito talentoso, tanto do meu escritório, a GTS, quanto da minha gravadora, a Universal Music, que pensam os projetos comigo em cada detalhe: conceito, foto, figurino, maquiagem, cabelo, cores… 

Essa transição de Púrpura para FREQUÊNCIA LUNAR foi muito pensada. Se você juntar o roxo da Antiga Era com o bordô de VIP, que foi o primeiro single do novo álbum com a Duquesa, dá azul. A Nova Era é inspirada pelo céu noturno e pela lua; a gente mergulhou em tons azulados e prateados, que acabaram guiando os visuais, o styling, a maquiagem e até o meu cabelo.

E: Púrpura foi uma era que durou bastante tempo e trouxe projetos muito especiais. Já perto do fim desse ciclo, você lançou o Púrpura Session, que rendeu a regravação do disco. O que podemos esperar para essa nova fase que se inicia com FREQUÊNCIA LUNAR?

B: Estou muito animada! A turnê de FREQUÊNCIA LUNAR começa em agosto em São Paulo, no Cine Joia, e a ideia é levar esse universo do álbum para o palco do início ao fim. 

Logo depois vem o Rock in Rio, que é um sonho para mim. Estamos ensaiando bastante para transformar esse disco em uma experiência real no palco, vai ser tudo muito especial!

E: Indo para os seus gostos pessoais, quero saber quais artistas e gêneros você escuta. Que músicas não podem faltar na sua playlist?

B: O R&B continua sendo uma das minhas maiores referências, assim como o afrobeat. Tenho ouvido bastante artistas como Kehlani e Kwn, além de muita black music no geral. 

Mas eu também escuto muito samba. Meu pai tinha um grupo de samba e eu cresci cercada por isso, então é um gênero que me conecta muito com a minha infância, com a minha família e com as minhas raízes. 

E: Além da música, que tipo de conteúdo você mais consome, seja livros, filmes ou séries? Tem alguma coisa que você esteja viciada atualmente?

B: Vejo muitos filmes, séries, documentários, mas sou daquelas que pesquisa tudo antes de assistir. Vejo indicações, gosto até de assistir vídeos e análises de pessoas que entendem de cinema para escolher bem e não perder tempo. 

Gosto muito de ficção científica também e amo videogame. Adoro esses jogos que deixam a gente personalizar personagens, comprar skin e criar uma versão que tenha a ver comigo e com a cultura do rap. Acho muito divertido me enxergar ali dentro daquele universo também.

E: Por fim, pode deixar um recado para o público do Entretê que acompanha seu trabalho?

B: Quero agradecer de coração a todo mundo que já abraçou FREQUÊNCIA LUNAR e convidar quem ainda não ouviu pra tirar um tempinho e viver esse disco comigo. Quero ver todo mundo também no Rock in Rio comigo, no dia 6 de setembro, que inclusive vai ter um line-up incrível. E, antes disso, a gente já se encontra na minha turnê, que começa dia 22 de agosto, em São Paulo. 

Os próximos shows eu vou anunciar em breve. Espero muito encontrar vocês por aí e viver muitas noites inesquecíveis juntos!

Qual sua música favorita de FREQUÊNCIA LUNAR? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei  (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

 

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