Confira a lista com nove influenciadoras nipo-brasileiras que criam conteúdo, entretêm e dão representatividade ao mundo digital
Já parou pra reparar em quantas pessoas criadoras de conteúdo você segue nas redes sociais? Desse número, quantas delas são brancas? Quantas são pretas? E indígenas, marrons, amarelas? A lista tem várias possibilidades.
Você não é obrigade a consumir todo o conteúdo que a internet oferece, mas o fato é que, quanto mais diversidade você tem nas suas redes sociais e, claro, na vida, mais você aprende. Hoje em dia, está muito evidente que viver numa bolha só nos torna alheies ao que acontece de importante no mundo, inclusive des influencers.
Por isso, aproveitando o Dia da Imigração Japonesa no Brasil, o Entretê preparou uma lista com nove influenciadoras digitais nikkeis pra você começar a seguir e aprender mais sobre assuntos como representatividade, cultura asiática e preconceito amarelo, sem deixar de lado o entretenimento.
1. Ana Chiyo
Foto: reprodução/Instagram @anachiyo
Conhecida mundialmente como a moça da Sara, Ana Chiyo ganhou fama após a viralização de seus vídeos bem-humorados, em que imita a atendente de uma famosa loja de roupas. O sucesso foi tanto que o tema virou uma websérie no seu canal do YouTube e também virou voz de narração no Waze, que pode ser baixada aqui. Além disso, Ana publica outros vídeos engraçados em suas redes sociais, como esse, em que fala sobre aniversários em família:
2. Joyce Kitamura
Foto: reprodução/Instagram @joycekitamura
Alô, Brasil! Se você gosta de skincare e não conhece Joyce Kitamura, algo de errado não está certo. Desde que começou seu canal do YouTube, em 2009, ela já mostrava desenvoltura cantando e tocando violão, e não demorou muito para que seu conteúdo mais produzido e assistido fosse o de maquiagem ecuidados com a pele. A nikkei foi uma das primeiras influencers de beleza a falar de marcas japonesas e coreanas em seu canal, como neste review:
Mais conhecidas como Two Lost Kids, ThalitaeGabriela Zukeram são irmãs com espírito pra lá de criativo. Só para ilustrar, elas têm o perfil no Instagram desde 2012 e são uma referência não apenas para designers e artistas visuais como também para criadores e produtores de conteúdo digital. Além disso, a estética inconfundível de seus vídeos têm inspiração, sobretudo, em Agnès Varda e Wes Anderson. Neles, falam de moda e viagens, bem como de beleza ecultura asiática:
4. Bruna Tukamoto
Foto: reprodução/Instagram @bruna.tukamoto
Uma das influenciadoras digitais mais ativistas quando o assunto é racismo amarelo, Bruna Tukamoto é jornalista e produz conteúdo no Instagram e no TikTok. Com temas que variam entre maquiagempara asiáticas amarelas e cultura nipo-brasileira, os vídeos dela são extremamente didáticos. Por exemplo, neste, ela explica como uma suposta brincadeira esconde racismo e xenofobia através do preconceito linguístico:
https://www.instagram.com/p/ChBEQFzA-yF/
5. Akemi Inoue
Foto: reprodução/Facebook @bru.akemii
AkemiInoue é uma influencer nikkei que compartilha sua vida tanto no Instagram quanto no TikToke no YouTube. Ela grava vlogs da sua rotina, de viagens que faz, da reforma da casa e de receitasde comida japonesa e outras culinárias asiáticas. Da mesma forma, ela também já deu dicas de como fazer intercâmbio de estudos no Japão, dá só uma olhada:
https://www.instagram.com/p/CZAYCd0sRV-/
6. Camila Sawamura
Foto: reprodução/Instagram @camilasawamura
A jornalista Camila Sawamura gosta de escrever sobre modae beleza. Ela não apenas fala desses assuntos como também cria conteúdo a respeito deles. Lá no Instagram, publica makes e looks voltados principalmente para quem têm traços asiáticos amarelos. Assim, Camila fala muito sobre representatividade amarela e faz posts maravilhosos como esse, em que trata da dificuldade que pessoas asiáticas enfrentam com maquiagem:
https://www.instagram.com/p/CDj9lpvH70q/
7. Vanessa Tamura
Foto: reprodução/Instagram @sahtamura
Vanessa Tamura é uma cabeleireira apaixonada pela profissão e pelas pautas asiático-amarelas. Pelo Instagram,ela não só mostra seu trabalho com as tesouras mas também fala sobre sua experiência de vida e autopercepção como nikkei. Ainda, ela compartilha como ajuda clientes a se conectarem com suas origens através do cabelo, evidenciando que a amarelitude é um processo diferente para cada pessoa, assim como os cabelos são. Veja aqui um post lindo em que ela mostra isso.
A nipo-brasileira Leticia Harumi é criadora de conteúdo sobre maquiagem, beleza e skincare. Conforme compartilha em seu feed, ela mostra que as makes também são um ato de rebeldia contra a ocidentalização de traços asiáticos e amarelos. Através de cores, grafismos e acessórios dos mais variados, Leticia esbanja criatividade e atitude. Veja um de seus vídeos, em que ela ensina a fazer uma make roxa e azul hipnótica de linda:
https://www.instagram.com/p/CospQ2_D5he/
9. Amanda Mituyama
Foto: reprodução/ Instagram @amanda_mituyama
Se você gosta de maquiagens artísticas e elaboradas, Amanda Mituyama é sua pessoa. Além disso, no Instagram, ela também fala sobre moda e beleza e posta sua rotina. Já no TikTok, além de compartilhar makes para pele asiática amarela, ela faz maquiagens inspiradas em personagens, como essa da Tomie Kawakami, protagonista do mangá de Junji Ito:
Com uma lista assim, não tem mais como dizer que você não conhece influenciadoras nikkeis, certo? Por fim, se você gostou do conteúdo delas, siga e compartilhe nas suas redes, para que cada vez mais pessoas possam conhecer a realidade nipo-brasileira, com suas várias nuances, experiências e particularidades.
Quais dessas influencers incríveis você já seguia e quais vai começar a seguir? Conta pra gente! E segue o Entretetizei também, no Instagram, Twitter e Facebook, pra ficar por dentro de mais matérias imperdíveis do entretenimento!
*Crédito da foto de destaque: divulgação/Entretetizei
Para começarmos a nova série do Clube do Entretê, que tal mergulharmos na narrativa poética de Jarid Arraes? Separamos cinco obras envolventes dessa talentosa escritora e cordelista que vem conquistando seu lugar no cenário literário brasileiro
Vamos celebrar as festas de junho com a nova série do Clube do Entretê: Mulheres do Verso uma homenagem às escritoras que dão cor e voz ao nordeste. Não perca essa jornada literária fascinante!
Prepare-se para se emocionar e se encantar com a magia da palavra, enquanto celebramos o talento inigualável das mulheres nordestinas na arte da escrita.
Descubra histórias inspiradoras e versos apaixonantes
Para começar vem aí uma mulher nordestina arretada e inspiradora. Você conhece Jarid Arraes? A talentosa escritora e cordelista brasileira está conquistando o espaço da literatura nacional, com obras que abordam temas importantes e emocionantes.
Foto: Divulgação/Jarid Arraes
Vamos falar um pouquinho dessa cearense que tem uma voz literária única e engajada, e vem conquistando seu espaço no cenário literário, principalmente por abordar temas importantes, como a representatividade feminina e nordestina em suas obras.
Desde criança, a Jarid já era viciada em literatura! A influência tanto do seu avô como do seu pai, que eram mestres no cordel e xilogravura, só fez alimentar ainda mais essa paixão.
A literatura sempre fez parte da sua vida
Desde pequena, Jarid foi criada nesse universo incrível da cultura nordestina e isso moldou os seus gostos literários. Ela já publicou mais de 70 títulos na literatura de cordel. A mulher não para!
Porém, Jarid não se limita só ao cordel, não! Ela é fã de poetas famosos e curte explorar diferentes estilos literários.
Por isso foi uma tarefa fácil pra ela perceber a escassez de obras escritas por mulheres, o que a motivou a investigar e dar destaque a essas obras, especialmente aquelas criadas por mulheres negras, esquecidas tanto pela sociedade como pela mídia.
Atualmente, Jarid mora em São Paulo (SP), onde criou o Clube da Escrita para Mulheres.
A linguagem simples e envolvente de Jarid nos leva a refletir sobre questões sociais, resgata histórias esquecidas e celebra o empoderamento feminino.
Então, vem com a gente conhecer um pouco mais sobre cinco de suas obras marcantes:
Um Buraco com Meu Nome (2018)
Imagem Divulgação/Editora Alfaguarra
O primeiro livro da lista divide-se em quatro partes: Selvageria, Fera, Corpo Aberto e Caverna, em que Jarid mergulha profundamente em suas memórias.
Ela remexe nas lembranças de sua infância no Cariri, na qual foi cercada por intolerância e machismo, mas também envolvida pela poesia transmitida pelos homens que inspiraram seu pai e seu avô, ambos cordelistas, despertando assim seu interesse pelo universo literário.
Com uma narrativa ferina e sincera, esse livro de poemas de Jarid Arraes apresenta sete peças inéditas, juntamente com projeto gráfico e ilustrações elaboradas por ela mesma.
Foto: Divulgação/Jarid Arraes
Aliás, a crítica social afiada da autora retrata com rigor e perfeição a experiência do corpo negro feminino.
Redemoinho em Dia Quente (2019)
Imagem Divulgação/Editora Alfaguarra
Nessa obra temos uma coletânea de contos em que Jarid Arraes retrata a realidade e as experiências das mulheres, especialmente as nordestinas.
Vencedor do prêmio APCA, o livro de contos de Jarid Arraes retrata mulheres brasileiras que transcendem padrões e desafiam expectativas.
Isso porque ela aborda temas como empoderamento feminino, violência de gênero, desigualdades sociais e culturais.
E por trás de uma escrita poética e envolvente, a autora nos convida a refletir sobre questões importantes da sociedade contemporânea.
Heroínas Negras Brasileiras em 15 Cordéis (2020)
Imagem Divulgação/Editora Seguinte
No livro Heroínas Negras Brasileiras em 15 Cordéis, Jarid Arraes resgata a memória de mulheres negras importantes na história do Brasil.
Por meio de cordéis, ela conta as histórias dessas heroínas, que destaca e celebra a contribuição das mulheres negras no desenvolvimento do país.
Afinal, muitas vezes, essas mulheres foram marginalizadas ou invisibilizadas pelas histórias contadas oficialmente, e o livro revisita suas narrativas reais, valorizando suas lutas e conquistas.
A poesia de cordel preserva e valoriza a cultura do nordeste
A autora utiliza a forma poética do cordel para contar as histórias das heroínas negras. Essa escolha de estilo literário traz uma musicalidade e ritmo aos relatos, tornando a leitura envolvente e emocionante.
No entanto, embora a escrita seja poética, Jarid Arraes fornece informações históricas relevantes sobre cada heroína negra retratada.
Além disso, ela contextualiza a época em que essas mulheres viveram e os desafios que enfrentaram, oferecendo ao leitor um entendimento mais completo de suas histórias e da sociedade em que estavam inseridas.
As Lendas de Dandara (2018)
Imagem Divulgação/Editora de Cultura Ltda
Bem, nessa lista não poderia faltar As Lendas de Dandara, em que Jarid Arraes não só resgata memórias, mas também preenche lacunas de uma história do Brasil que, por muito tempo, não foi adequadamente contada.
Em 2018, a obra foi traduzida para o francês e lançado na França como Dandara et les esclaves libre pela editora Anacaona.
Ela realizou uma turnê de lançamento em diversas cidades francesas, participando de eventos em locais renomados.
O livro apresenta uma coleção de contos que exploram diversas lendas relacionadas à personagem central, Dandara.
Aliás, é através dessas lendas, que somos levados a explorar a força, a coragem e a determinação de Dandara, que se destaca como uma guerreira e líder em um contexto histórico marcado pela escravidão e opressão.
Além de resgatar a história de Dandara, Jarid Arraes também nos convida a refletir sobre a invisibilidade e o apagamento histórico das mulheres negras, que desempenharam papéis fundamentais na construção do Brasil.
Corpo Desfeito (2022)
Imagem Divulgação/Editora Alfaguarra
Finalizando a nossa lista, apresentamos seu primeiro romance recém-lançado, Corpo Desfeito. Nesta obra, Jarid Arraes mergulha nas consequências do abuso físico e psicológico em crianças.
A história narrada por Amanda, acompanha o cotidiano da jovem de apenas 12 anos que perde a mãe e tem sua vida transformada pela avó autoritária, fanática e intolerante.
Por meio de uma prosa ágil e sensível, a autora retrata os desafios enfrentados por Amanda e nos mostra como é possível superar traumas e escapar das amarras do abuso.
Sem dúvida, a leitura deste livro despertará uma transformação em você.
Conheça e se envolva na escrita poética de Jarid Arraes.
Então, Jarid Arraes é ou não é uma autora arretada?! Afinal, se você se interessa por obras que dão voz a personagens femininas fortes, e que destaca temas sensíveis, não tem como deixar essa escritora de fora da sua lista de leitura, não é mesmo?
Foto: Divulgação/Jarid Arraes
Até porque, a escrita poética de Jarid é tão acessível e envolvente que conquista o coração dos leitores, enquanto contribui para a representatividade feminina e a valorização da cultura nordestina.
Aliás, a maior habilidade de sua escrita é nos transportar direto para os cenários e personagens que ela cria, pois fazemos uma imersão total nas experiências que ela retrata, uma conexão emocional que mexe com a gente.
Vale muito a pena conhecer e se envolver com o que ela tem a dizer. É uma experiência que com certeza irá te cativar.
Você já teve a oportunidade de se envolver com a escrita da Jarid Arraes? Já leu algum desses livros? Tem outra sugestão? Conta pra gente! E não esqueça de acompanhar o Entretê nas redes sociais (Instagram, Facebook, Twitter) para ficar por dentro das últimas notícias!
Vamos celebrar a diversidade literária conhecendo autoras nipo-brasileiras no Dia da Imigração Japonesa no Brasil
O que é o Dia da Imigração Japonesa?
O Dia da Imigração Japonesa no Brasil é comemorado em 18 de junho. A data foi escolhida para fazer menção ao dia em que o primeiro navio, chamado Kasato Maru, trouxe ao Brasil o primeiro grupo de imigrantes japoneses.
O navio aportou em Santos, cidade litorânea de São Paulo, no dia 18 de junho de 1908. A viagem do Japão ao Brasil durou em média 52 dias. Os primeiros japoneses que vieram na embarcação eram camponeses oriundos de províncias de norte a sul do Japão. Chegando aqui, as famílias foram destinadas a trabalhar nas lavouras de café.
Quem são os nipo-brasileiros?
Os nipo-brasileiros são cidadãos brasileiros com ascendência japonesa que vivem no Brasil. Nosso país é o que mais abriga japoneses e seus descendentes fora do Japão, sendo que a maior concentração está localizada nas regiões Sul e Sudeste.
Literatura nikkei
Os livros carregam um fator social muito importante na valorização das mais diversas formas de cultura. A literatura nikkei expressa a visão plural e rica sobre a imigração e a identidade dos descendentes de japoneses como protagonistas de suas próprias histórias.
Como forma de valorizar a cultura nipo-brasileira e dar visibilidade a autoras nikkeis, o Entretê contou com o auxílio do Clube de Leitura Escritoras Asiáticas, que lê e discute livros escritos por autoras asiáticas, não se restringindo apenas a escritoras amarelas.Confira as indicações:
1. Laura Honda-Hasegawa
Foto: reprodução/Facebook @Discover Nikkei
Laura Honda-Hasegawa é a primeira autora nikkei que publicou um romance no Brasil, em 1991. O livro Sonhos Bloqueados é uma das obras mais conhecidas da autora e da literatura nipo-brasileira.
Sinopse do livro
Prepare-se para conhecer Kimiko, uma vida igual a de milhares de brasileiros. Kimiko tanto pode ser a discreta vizinha do lado como a sorridente mulher de quem você compra hortaliças na feira, ou mesmo a habilidosa costureira que transforma sua roupa antiga em atual. No seu dia a dia, Kimiko vive das lembranças e pequenas alegrias do passado, ao mesmo tempo em que tenta vivificar o presente, com perspectivas de um futuro melhor. Muitos de seus sonhos foram bloqueados, é verdade (quem sabe, pelas mãos do Destino), mas a busca da felicidade persiste. Kimiko tem um pouco de todos nós. Kimiko pode ser você.
2. Marina Yukawa
Marina Yukawa é jornalista e escritora. Nasceu em 1994 na província de Saitama, no Japão. Vive no Brasil desde os dois anos de idade, quando chegou em São Paulo com sua família.
Foto: reprodução/Instagram @maaariyu
Em2019, publicou um livro-reportagem intitulado Sorrisos Amarelos: Histórias de Jovens Mulheres Orientais no Brasil. O livro conta a história de cinco mulheres orientais ou descendentes que vivem no Brasil, e que sofrem, ou já sofreram, assédio, violência e preconceito devido o estereótipo que carregam por suas origens, e como tais experiências definiram quem elas são.
3. Marilia Kubota
Foto: reprodução/Instagram @mariliakubota
Marilia Kubota é jornalista, poeta e cronista. A autora acumula publicações literárias e também crônicas que são publicadas em seu site. Dentre as obras publicadas, estão: Eu Também Sou Brasileira(2020), Velas ao Vento (2020) e sua publicação mais recente, A Voz dos Ares (2023), escrito em parceria com Maria Valéria Rezende.
4. Rafaela Tavares Kawasaki
Foto: reprodução/Instagram @rafatavareskawasaki
Rafaela Tavares Kawasaki é jornalista e autora do livro de crônicas Enterrando Gatos, publicado em 2019 pela editora Patuá. Outra publicação de Rafaela é o livro Peixes de Aquário (2021), finalista do 3º Prêmio Mix Literário, que valoriza histórias com representatividade da comunidade LGBTQIAPN+.
Sinopse do livro
Fogo nas amoreiras, fogo nos pés de menta, fogo nos galpões de seda. Kenji esconde o corpo na água do ofurô. Aspira devagar o frescor da noite. A água está fria. Kaede anda aérea desde aquela história da porca. Nem sequer se preocupa em esquentar a água para o banho dos irmãos. Kenji guarda as reclamações, não quer falar com ninguém. Quando fecha os olhos, nada existe. A escuridão conforta. As lamparinas da casa estão extintas quando ele sai do banho. Os olhos cruzam com o espectro branco em seu voo pelo jardim. Ainda não foi embora?
5. Leila Guenther
Foto: reprodução/Ateliê Editorial
Leila Guenther é formada em Letras e autora de dois livros de contos: O Voo Noturno das Galinhas (2006)e Este Lado Para Cima (2011). Publicou também Viagem a um Deserto Interior (2015), que foi selecionada para o Programa Petrobras Cultural e finalista do Prêmio Jabuti, na sua estreia no gênero poesia.
6. Teruko Oda
Foto: reprodução/Palavra do Fingidor
A poeta e professora nipo-brasileira Teruko Oda é uma das maiores haicaístas do Brasil, que mantém as tradições do gênero de poesia haicai. É autora de oito livros, como Nos Caminhos do Haicai (1993), Janelas e Tempo (2003) e Furusato no Uta — Canção da Terra Natal (2010). Além disso, ela também tem participação em dezenas de antologias e publicações no Brasil e exterior, como em A Dozen Tongues (2001), na qual representa o Brasil e a língua portuguesa.
Autoras de livros infantis
7. Lúcia Hiratsuka
Foto: reprodução/Instagram @lucia.hiratsuka
Lúcia Hiratsuka é autora de mais de 20 livros infanto-juvenis. Atualmente, desenvolve oficinas literárias para adultos e escreve crônicas. Sua última publicação literária foi o livro Amanhã, lançado em outubro de 2022.
Imagem: reprodução/Companhia das Letras
Sinopse do livro
“Amanhã tem escola?”, perguntam três meninas. Três gerações unidas pela vontade de trilhar caminhos para outras descobertas. Entre cores que brotam da terra ou chegam de longe, entre espanto e ansiedade, surgem traços, palavras, desenhos e cantos que mostram as trilhas para o amanhã.
8. Tereza Yamashita
Foto: reprodução/Como Eu Escrevo
Tereza Yamashita é escritora de livros infantis. Ela mistura as palavras e o origami para compor suas obras. Dentre as suas publicações, estão Bia Olhos Azuis (2004), Dias Incríveis, (2006), Mãos Mágicas (2013) e Família Fermento Contra o Supervírus do Computador (2019).
9. Janaina Tokitaka
Foto: reprodução/Twitter @jtokitaka
Janaina Tokitaka é roteirista de televisão. Escreveu as séries de animação Oswaldo (2017-2021) e Clube da Anittinha (2018). Na literatura infantil, escreve e ilustra. Suas obras contemplam os títulos: Pedro Vira Porco-Espinho (2017), O Mistério da Estrela: Stardust (2017), Oli Procura uma (Nova) Melhor Amiga (2021).
10. Tieko Irii
Foto: reprodução/Facebook @Tieko Irii
A ilustradora e artista plástica nikkei Tieko Irii foi morar no Japão e criou, aos 22 anos, seu personagem mais importante: Tibi, que significa pequenino em japonês. Ele ganhou vida em 2001, no livro Tibi e Seus Mundos, marcando um momento de produção autoral e de maternidade da autora, que, após, também foi convidada para ilustrar livros de outros autores.
Incrível o trabalho de tantas autoras nipo-brasileiras no mundo da literatura, não é mesmo? Por isso, busque sempre diversificar suas leituras: compre e leia livros escritos por mulheres. Leia autoras nipo-brasileiras!
Você já conhecia algumas das autoras ou conhece outras para indicar? Conta pra gente nas redes sociais do Entretê (Instagram, Facebook, Twitter) e nos siga para ler mais notícias sobre literatura e entretenimento!
Conheça algumas das estrelas brasileiras que têm raízes japonesas e lutam pela representatividade amarela na televisão e no cinema
Hoje, falar de representatividade no audiovisual é muito mais comum graças ao ativismo de inúmeros profissionais. Mas ainda há um longo caminho a ser percorrido, visto que foi somente no Oscardeste ano, em 2023, que a atriz malaia Michelle Yeoh venceuna categoria de Melhor Atriz, tornando-se a primeira asiática a ganhar o prêmio.
Anteriormente, em 1957, a Academia conferiu a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante à japonesa Miyoshi Umeki,a primeira artista amarela a receber a premiação, por sua atuação em Sayonara (1957). Além dela, a sul-coreana Youn Yuh-jung também foi vencedora na mesma categoria, em 2021, por seu trabalho em Minari — Em Busca da Felicidade (2020).
Por isso, neste 18 de junho, Dia da Imigração Japonesa no Brasil, o Entretê traz uma lista de 12 atrizes nipo-brasileiras, com o intuito de ressaltar o trabalho dessas mulheres que, além de talento, têm muito a nos ensinar sobre visibilidade e representatividade amarela. Confira!
1. Jacqueline Sato
Foto: reprodução/Instagram @jacquelinesato
A nipo-brasileira Jacqueline Sato estreou como atriz na novela Corações Feridos (2011), do SBT, mas ganhou notoriedade pelos seus trabalhos em Além do Horizonte (2013) e Sol Nascente (2016), ambos da Rede Globo. Ela também participou do filme 10 Horas para o Natal (2020) e protagonizou a série Os Ausentes(2021), da HBO Max.
Além de falar muito sobre representatividade amarela em seu Instagram, Jacqueline também é engajada nas pautas ambiental e da causa animal. Por isso, é embaixadora do Greenpeace Brasil e também é fundadora daHouse of Cats, associação que possibilita uma nova vida a gatos abandonados e em situação de risco.
A atriz Ana Hikari iniciou sua carreira na televisão quando protagonizou a novela Malhação: Viva a Diferença (2017–2018), da Rede Globo. Após, com o sucesso da temporada, entra para a série spin-offAs Five(2020), que já tem segunda temporada disponível no Globoplay. A propósito, sua participação mais recente foi na novela Quanto Mais Vida, Melhor! (2021), também da Rede Globo.
Ana Hikari, assim como Jacqueline Sato, é ativa em suas redes sociais e também fala sobre o combate ao preconceito amarelo. Confira a participação dela no nosso quadro Te Entrevistei, em que falou sobre racismo, a importância da representatividade nas telas e o movimento Stop Asian Hate, que surgiu em resposta aos ataques sofridos por asiáticos de diversas origens durante a pandemia de Covid-19:
3. Bruna Aiiso
Foto: reprodução/Instagram @brunaaiiso
De ascendência japonesa e africana, Bruna Aiiso começou sua carreira no teatro em 2002, mas estreou na TV em 2010, como repórter do Globo Esporte de São Paulo.
Da mesma forma, sua primeira participação em novela foi em Bom Sucesso (2019), da Rede Globo, e, desde maio de 2023, integra o elenco de Terra e Paixão, também da Globo, fazendo o papel da personagem Dra. Laurita.
Para Bruna, entender e defender sua identidade tem sido uma questão importante na carreira, pois já sofreu discriminação por não ter apenas raízes asiáticas: seu pai tem ascendência nipônica e sua mãe é preta. Pelo Instagram, ela compartilha as vivências de uma pessoa mestiça e o quanto é importante conhecer e honrar suas origens.
Além disso, durante o isolamento da pandemia de Covid-19, ela promoveu a série de lives chamada BRASILEIROS, em que entrevistou artistas com ascendência asiática para falar de temas como mercado de trabalho, estereótipos amarelos, sexualização da mulher asiática, injúria racial, entre outros. Veja uma das entrevistas abaixo, com a cantora Anna Akisue:
4. Larissa Murai
Foto: reprodução/Instagram @larissamurai
Além de atriz, Larissa Murai é roteirista e já foi apresentadora de televisão. Ela não só começou a carreira aos 12 anos, no teatro, como já apresentou o programa A Floricultura da Nana (2009) do canal Playhouse Disney. Em 2014, ela interpretou a personagem Hana Massuda na novela Geração Brasil (2014), da Rede Globo.
Para este ano, Larissa fará parte de Um Ano Inesquecível — Inverno (2023), uma comédia romântica nacional baseada no conto Enquanto a Neve Cair, de Paula Pimenta. A história integra o livro best-seller Um Ano Inesquecível (2015), que também tem histórias das escritoras Thalita Rebouças, Bruna Vieira e Babi Dewet. Por fim, o longa faz parte de uma série de quatro filmes, um para cada estação do ano, e tem previsão de estreia para este ano no Prime Video.
5. Luana Tanaka
Foto: reprodução/Instagram @luana_tanaka
A atriz Luana Tanaka atuou em telenovelas como Araguaia (2010) e Morde & Assopra (2011), ambas da Rede Globo, e em séries como 3% (2016–2020) e Onisciente (2020), da Netflix. Ela também fez parte do elenco de Novo Mundo (2017), interpretando a Miss Liu, personagem inspirada na pirata chinesa Madame Ching.
Seus trabalhos mais recentes foram no filme Detetive Madeinusa (2021), em que interpretou a hacker Zuleide, e na série antológica Não Foi Minha Culpa (2022), do Star+, que retrata histórias de mulheres vítimas de violência.
Assim como publica sobre os trabalhos que faz, no Instagram ela também divide dicas de culinária vegetariana, hábito de vida que aprendeu com o pai desde a adolescência. Só para ilustrar, ela gosta tanto de difundir os benefícios da alimentação consciente que até já teve um projeto com uma amiga, chamado Blogueirinhas do Bem.
Raquel Higa é bailarina e atriz. Ela já foi integrante do balé do Faustão, no quadro Engana Que Eu Gosto, da Rede Globo, e tem formação em Teatro pela Escola de Arte Dramática da USP. Além disso, fez parte de musicais como Hi-5 — Cinco Sentidos e Cinderella, conforme compartilhou em seu perfil no Instagram.
A propósito, Raquel é integrante do Coletivo Oriente-se, um grupo de atrizes e atores de ascendência asiático-amarela que reivindica igualdade de oportunidades em produções audiovisuais e promove ações contra a discriminação étnica, permeada por estereótipos e caricaturas de pessoas amarelas.
Ela também participou da live BRASILEIROS da Bruna Aiiso e falou sobre temas como amarelitude, seu processo de autopercepção como asiática e fetichização da mulher asiática. Também abordou a realidade profissional como atriz nipo-brasileira, ou nikkei, termo em japonês usado para descendentes de japoneses nascidos fora do Japão:
7. Cláudia Okuno
Foto: reprodução/Instagram @clauokuno
Cláudia Okuno é atriz, fotógrafa e criadora de conteúdo digital, e só no TikTok é seguida por mais de 501 mil pessoas. Só para exemplificar, por lá, ela fala muito sobre preconceito amarelo e comenta situações cotidianas de como é ser nipo-brasileira, como nesse vídeo:
Enquanto cria vídeos na plataforma, ela se dedica à atuação, e já participou da série Spectros (2020), da Netflix, e do filme de comédia e aventura Acampamento Intergaláctico (2021). A propósito, ela está no elenco de Um Ano Inesquecível — Outono(2023), que também tem previsão de estreia no Prime Video ainda este ano.
8. Tatiane Takiyama
Foto: reprodução/Instagram @tatitakiyama
A dramaturga, bailarina e atriz Tatiane Takiyamaé uma das artistas que mais fala sobre representatividade, diversidade e inclusão de artistas asiáticos. Tanto é que tem um perfil no Instagram chamado@noticias.amarelas, em que escreve sobre pautas amarelas e antirracismo.
Além disso, durante a pandemia de Covid-19, ela criou o Projeto Sekihan e arrecadou fundos para comprar absorventes a quem vive em situação de pobreza menstrual. Através de lives, Tatiane reuniu artistas para que elas pudessem apresentar seus trabalhos enquanto ajudavam a divulgar a causa. O nome do projeto faz referência ao arroz vermelho tradicionalmente servido no Japão quando as mulheres têm a primeira menstruação.
Veja um do posts do Notícias Amarelas, em que Tatiane explica o que é amarelitude:
Malu Ogata é atriz e ganhou notoriedade quando participou de Verdades Secretas 2 (2022), da Rede Globo, interpretando o papel de Reiko. Na trama, ela retrata a única personagem asiática e dá vida a uma modelo iniciante obrigada a fazer o book rosa para sobreviver dentro da agência.
Embora Malu sempre tivesse vontade de seguir carreira artística, ela iniciou uma graduação em Jornalismo, visto que os pais desaprovavam sua intenção de ser atriz. Em virtude da participação na telessérie, hoje ela busca mais oportunidades e já se inscreveu em uma escola de teatro para se aprimorar e encontrar seu espaço no meio artístico.
Ao mesmo tempo, ela mantém o site Madrugando, em que posta poesias e pequenos textos de sua autoria.Pelo Instagram, ela compartilha sua rotina no pole dance, uma de suas paixões, e também faz vídeos enquanto canta e toca violão, uma vez que frequenta aulas de canto. Confira ela soltando a voz aqui:
Destaque na novela Travessia (2022), da Rede Globo, a atriz Yohama Eshima ficou conhecida pelo papel da investigadora Yone, que auxilia a delegada Helô (Giovanna Antonelli) na solução de crimes virtuais. Antes, ela participou de obras como a novela Amor Sem Igual (2020), da Record, e o filme Eike — Tudo ou Nada (2021).
Yohama tem origem japonesa, indígena e europeia e respeita suas raízes, mas entende a importância de se reconhecer brasileira. Nesse sentido, ela não quer ser conhecida como a japinha da novela, um dentre vários reforços estereotipados, que, infelizmente, ainda são muito comuns hoje em dia.
Além de falar sobre a importância da representatividade amarela e indígena, ela também aborda assuntos como budismo e maternidade atípica em seu Instagram. Isso porque, mesmo com o diagnóstico de insuficiência ovariana precoce, aos 27 anos, ela seguiu o sonho de ter um filho, o Tom.
Aya Matsusaki, ou simplesmente A Y A, é atriz nikkei e já fez parte do elenco de produções como o curta-metragem Bá (2015) e o longa Me Sinto Bem com Você (2021), disponível no Prime Video.
Ela sabe tocar os instrumentos japoneses wadaiko (tambor), koto, shamisen e kokyū (todos instrumentos de cordas). Atualmente, faz vídeos bem-humorados sobre situações da vida cotidiana com Leonardo Hwan, compartilhados em seu Instagram. Aliás, veja um deles aqui:
Com experiência no cinema e na televisão, Beatriz Diaféria já participou de produções como o curta-metragem Ressurgido (2022) e a série TERRADOIS (2017) da TV Cultura. Igualmente, tem muita vivência no teatro e desenvolve um projeto de contação de histórias chamado As Clês, em parceria com Junia Magi.
Em paralelo a seus trabalhos artísticos, Beatriz também participa do canal Yo Ban Boo, que relata, de maneira bem-humorada, a experiência de vida contemporânea dos brasileiros com ascendência asiática, seja japonesa, chinesa, taiwanesa, coreana, okinawa. Da mesma forma, eles compartilham informações extremamente relevantes pelo Instagram do canal, vale a pena conferir.
Dá uma olhada nesse vídeo em que ela e Tami Tahira, que tem origem japonesa e uchinanchu (okinawana), encenam, de forma cômica, uma situação muito corriqueira mas vista sob uma perspectiva inusitada, nos levando à reflexão sobre estereótipos e fetichização de pessoas asiáticas:
https://www.instagram.com/p/CoaoDmiK2EQ/
Já conhecia essas atrizes nipo-brasileiras? Acompanha o trabalho delas? Conta pra gente! E segue o Entretetizei noInstagram,Twitter eFacebook para não perder matérias incríveis do entretenimento!
O boy group lançou uma foto teaser anunciando o retorno para o próximo mês
No início deste mês, a agência do TXT, Big Hit Music, confirmou que o grupo estava se preparando para lançar uma nova música em julho. E, na última quinta (15), o boy group aumentou a empolgação dos MOA’s com um teaser de seu novo single digital, que será lançado no próximo mês.
Confira:
Foto: reprodução/Weverse
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O próximo show de sobrevivência do girl group HYBE revelou as 22 concorrentes
R U Next? é um programa no qual as participantes vão competir pela chance de estrear em um novo grupo feminino da BELIFT LAB, a agência que atualmente abriga o boy group ENHYPEN.
Confira abaixo as 22 participantes:
Himena
Funa
Hyewon
Haseul
Jihyun
Jiwoo
Jeemin
Jeongeun
Iroha
Yunah
Yuisa
Wonhee
Yewon
Youngseo
15. Ena
Iris
Seoyeon
Chanelle
19. Minju
Moka
Moa
Ruka
R U Next? vai estrear dia 30 de junho.
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Programação terá desde clássicos como Cabra Marcado para Morrer a sucessos recentes como A Porta ao Lado e Medida Provisória
Em comemoração aos 125 anos do Cinema Brasileiro, no dia 19 de junho, o Telecine preparou uma programação especial para exaltar o que há de melhor na produção nacional. Com 203 títulos brasileiros, o catálogo e os seis canais oferecem opções que vão desde os clássicos da nossa filmografia até sucessos recentes de crítica e público.
Entre as novidades, estão as estreias de A Porta ao Lado e Desapega!, filmes em que o Telecine é também coprodutor, além de um episódio extra do podcast Traz a Pipoca, em que Renata Boldrini e Bruna Scot recebem a atriz Karine Teles e a diretora Sandra Kogut para um papo sobre a história do cinema brasileiro e expectativas para o cenário audiovisual no futuro próximo.
Foto: divulgação/Manequim Filmes
Nos canais, o destaque fica por conta de duas maratonas com 11 filmes brasileiros. A partir de meio-dia do dia 19, o Telecine Premium vai abrir a programação com Alemão 2, seguido por Medusa, Medida Provisória, Tô Ryca! 2, Desapega!, Eduardo e Mônica e com a estreia de A Porta ao Lado no encerramento. Já no Telecine Cult, a partir das 13h55, o especial será dedicado aos clássicos, com o pontapé inicial de Rio, 40 Graus, seguido por O Pagador de Promessas, À Meia-Noite Levarei Sua Alma e Cabra Marcado para Morrer.
Também no dia 19, o Telecine vai liberar um episódio extra do podcast Traz a Pipoca, especialmente dedicado à filmografia nacional. No papo, Karine Teles e Sandra Kogut conversam com as apresentadoras Renata Boldrini e Bruna Scot sobre suas obras favoritas, leis de incentivo audiovisual, projeção dos filmes brasileiros no cenário internacional, como é ser mulher na indústria cinematográfica e quais os critérios adotados na escolha de cada projeto.
A presença feminina é destaque no acervo com a lista Mulheres Fazem Cinema, que inclui obras e cineastas consagradas como Lúcia Murat, Laís Bodanzky, Anna Muylaert, Tata Amaral, Flávia Castro, entre outras.
Foto: divulgação/Manequim Filmes
Nos canais Telecine Premium e Cult, dia 19, a partir do meio-dia
Alemão 2 (2021)
No Telecine Premium, dia 19, ao meio-dia. Disponível no catálogo do Telecine, noGloboplay e via operadoras
Sinopse: no Complexo do Alemão, três policiais são emboscados numa missão. Enquanto tentam escapar, uma delegada os ajuda e busca o informante do tráfico dentro da polícia
Diretor: José Eduardo Belmonte
Elenco: Vladimir Brichta, Leandra Leal, Gabriel Leone, Aline Borges, Zezé Motta
Gênero: ação
Classificação indicativa: 16 anos
Medusa (2022)
No Telecine Premium, dia 19, às 14h. Disponível no catálogo do Telecine, noGloboplay e via operadoras a partir do dia 16
Sinopse: devota à igreja, Mari é parte de uma gangue que exige a perfeição de todos. Quando um ataque planejado por elas dá errado, Mari enfrenta os piores demônios que existem: os que vivem dentro dela
Diretora: Anita Rocha da Silveira
Elenco: Mari Oliveira, Lara Tremouroux, Joana Medeiros, Felipe Frazão, Bruna G, Carol Romano, João Oliveira, Bruna Linzmeyer, Thiago Fragoso, Inez Viana
Gênero: terror
Classificação indicativa: 14 anos
Medida Provisória (2020)
No Telecine Premium, dia 19, às 16h20. Disponível no catálogo do Telecine, noGloboplay e via operadoras
Sinopse: no futuro, o governo brasileiro expede uma lei obrigando cidadãos negros a voltarem para a África. Três amigos, cada um à sua maneira, resistem ao autoritarismo
Diretor: Lázaro Ramos
Elenco: Adriana Esteves, Alfred Enoch, Mariana Xavier, Renata Sorrah, Seu Jorge, Taís Araújo
Gênero: drama
Classificação indicativa: 14 anos
Tô Ryca! 2 (2020)
No Telecine Premium, dia 19, às 18h20. Disponível no catálogo do Telecine, noGloboplay e via operadoras
Sinopse: tudo vai bem para Selminha, até que outra mulher diz ser a verdadeira herdeira. Sem sua fortuna e com os bens congelados, ela deve voltar para sua antiga vida
Diretor: Pedro Antonio Paes
Elenco: Samantha Schmütz, Katiuscia Canoro, Rafael Portugal, Evelyn Castro, Marcello Melo Jr
Gênero: comédia
Classificação indicativa: 12 anos
Desapega! (2021)
No Telecine Premium, dia 17, às 22h. Disponível no catálogo do Telecine, noGloboplay e via operadoras a partir do dia 15
Sinopse: após sete anos controlada de seu vício em compras, Rita assume a liderança de um grupo de apoio a compradores compulsivos. Sua vida parece equilibrada até que Duda, sua filha única, revela que deseja sair de casa
Diretor: Hsu Chien Hsin
Elenco: Gloria Pires, Maisa Silva, Marcos Pasquim
Gênero: comédia
Classificação indicativa: 10 anos
Eduardo e Mônica (2020)
No Telecine Premium, dia 19, às 22h. Disponível no catálogo do Telecine, noGloboplay e via operadoras
Sinopse: Eduardo e Mônica se conhecem numa festa. Eles se apaixonam e começam uma linda história de amor, mas suas diferenças logo serão obstáculos para essa relação
Diretor: René Sampaio
Elenco: Alice Braga, Gabriel Leone, Otávio Augusto
Gênero: drama
Classificação indicativa: 16 anos
A Porta ao Lado (2020)
No Telecine Premium, do dia 19 para 20, à 00h10. Disponível no catálogo do Telecine, noGloboplay e via operadoras a partir do dia 19
Sinopse: Mari e Rafa são um casal monogâmico, que mantém uma relação tradicional. A estabilidade do casamento, no entanto, é abalada com a mudança para o apartamento ao lado de Isis e Fred, que têm um relacionamento aberto. O encontro dos dois casais leva cada um a reavaliar suas escolhas
Diretora: Julia Rezende
Elenco: Letícia Colin, Bárbara Paz, Dan Ferreira, Tulio Starling
Gênero: drama
Classificação indicativa: 16 anos
Rio, 40 Graus (1956)
No Telecine Cult, dia 19, às 13h55. Disponível no catálogo do Telecine, noGloboplay e via operadoras
Sinopse: no Rio, cinco garotos saem da favela onde vivem para vender amendoim pela cidade. Percorrendo toda a cidade, eles presenciam casualidades e incidentes cariocas
Diretor: Nelson Pereira Dos Santos
Elenco: Ana Beatriz, Glauce Rocha, Jece Valadão, Modesto De Souza, Roberto Bataglin
Gênero: drama
Classificação indicativa: 12 anos
O Pagador de Promessas (1962)
No Telecine Cult, dia 19, às 15h35. Disponível no catálogo do Telecine, noGloboplay e via operadoras
Sinopse: para cumprir uma promessa, Zé do Burro constrói uma cruz e a leva até uma distante igreja. Mesmo com as dificuldades, ele mantém sua fé para completar a missão
No Telecine Cult, dia 19, às 17h15. Disponível no catálogo do Telecine, noGloboplay e via operadoras
Sinopse: Zé do Caixão sonha em ter um filho para dar continuidade ao seu sangue. Mas, quando descobre que sua esposa não pode engravidar, ele decide violentar a mulher de seu melhor amigo, que irá jurar vingança
Diretor: José Mojica Marins
Elenco: Ilídio Martins, José Mojica Marins, Magda Nei, Nivaldo De Lima, Valeria Vasquez
Gênero: terror
Classificação indicativa: 16 anos
Cabra Marcado para Morrer (1983)
No Telecine Cult, dia 19, às 18h45. Disponível no catálogo do Telecine, noGloboplay e via operadoras
Sinopse: em 1962, o líder político João Pedro Teixeira é executado na Paraíba. Sua história é narrada nesse documentário através de seus familiares, camponeses marcados pelo regime militar que sucedeu o assassinato
Diretor: Eduardo Coutinho
Elenco: Eduardo Coutinho, Ferreira Gullar, Tite de Lemos
Gênero: documentário
Classificação indicativa: 12 anos
Traz a Pipoca (episódio #3)
Data: 19 de junho
Convidadas: Karine Teles e Sandra Kogut
Apresentação: Renata Boldrini e Bruna Scot
Tema: Cinema Brasileiro
Onde ouvir: YouTube do Telecine, Globoplay e Spotify
Confira a lista completa de filmes brasileiros no catálogo do Telecine, disponível dentro doGloboplay e via operadoras.
E aí, quem não vai perder essa megaprogramação? Já preparou a pipoca? Conta pra gente nas redes sociais do Entretê (Insta, Face e Twitter), e nos siga para ficar por dentro de outros lançamentos incríveis.
O próximo dorama com Kim Tae Hee e Lim Ji Yeon será lançado dia 19 de junho no Viki
Baseado no romance best-seller de mesmo nome,Lies Hidden In My Garden (Mentiras Ocultas no Meu Jardim) é um thriller de suspense sobre duas mulheres que levam vidas totalmente diferentes – até que um cheiro suspeito em um de seus quintais as une de uma maneira que elas nunca poderiam imaginar.
Kim Tae Heeinterpreta Joo Ran, uma mulher que vive uma vida perfeita até perceber o fedor de um cadáver emanando de seu quintal. Kim Sung Ohinterpreta o marido de Joo Ran, Jae Ho, um médico perfeccionista que dirige um hospital pediátrico.
Enquanto isso, a estrela de The GloryLim Ji Yeoninterpretará Sang Eun, uma vítima de violência doméstica que sonha em escapar de sua realidade infernal, enquanto Choi Jae Rim interpreta o papel de seu marido abusivo Yoon Bum.
O teaser recém-lançado começa alternando entre Joo Ran, que sente o cheiro de um cadáver em seu quintal, e Sang Eun, que está lidando com o choque da morte repentina de seu marido. Dessa maneira, elas se envolvem em um labirinto insolúvel de mistério quando o odor do cadáver no quintal de Joo Ran está ligado à morte de Yoon Bum.
Foto: reprodução/Viki
Reunindo coragem para enfrentar a verdade, Joo Ran se junta a Sang Eun, que afirma que o marido de Joo, Jae Ho, assassinou Yoon Bum.
À medida que mistérios imprevistos começam a se desenrolar, os espectadores têm um vislumbre da estranha dualidade de Jae Ho. Em uma cena, ele implora a Joo Ran: “Você acredita que matei Kim Yoon Bum?” Mais tarde, Sang Eun adverte: “Cuidado para não se machucar enquanto corre como seu marido.”
Os espectadores ficam confusos quando Joo Ran, que está em busca da verdade, de repente diz: “Segredos devem ser enterrados”, enquanto exibe uma expressão perturbada.
Resta saber como se desenrolarão os acontecimentos que levaram as duas famílias à beira do abismo e como terminará a história de duas mulheres que iniciam uma parceria precária com interesses diametralmente opostos.
Confira o teaser:
Lies Hidden in My Garden estreia em 19 de junho e estará disponível com legendas no Viki.
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Grandes artistas como Arnold Schwarzenegger e Gal Gadot agitaram o evento no Pavilhão da Bienal, em São Paulo
Tudum, o evento da Netflix mais esperado pelos fãs, começou ontem, dia 16, em São Paulo, e seu primeiro dia foi marcado pela presença de artistas internacionais e muitos gritos de fãs apaixonados. Milhares de pessoas passaram pelo Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, para conferir as experiências imersivas das suas séries e filmes favoritos.
No palco Arena, localizado no coração do Pavilhão e com visão 360º, o brasileiro provou que é o fã mais animado do mundo para algumas das grandes estrelas da Netflix, que estão no país exclusivamente para participar do Tudum. Logo cedo, passaram por lá os protagonistas de The Witcher (Henry Cavill), (Anya Chalotra), (Joey Batey) e (Freya Allan).
Créditos: Derek Mangabeira/Netflix
A intérprete de Lady Whistledown de Bridgerton (Nicola Coughlin) e os atores do casal mais amado de Rainha Charlotte: Uma História Bridgerton, (India Amarteifio) e (Corey Mylchreest).
Créditos: Vans Bumbeers/Netflix
No final da tarde subiu ao palco (Arnold Schwarzenegger), um dos maiores nomes da ação e protagonista da série Fubar, e também (Chris Hemsworth), estrela do filme Resgate 2, que acaba de chegar à Netflix, e o trio (Gal Gadot), (Alia Bhatt) e (Jamie Dornan), do filme Agente Stone, que estreia em agosto.
Crédito: Ag News
O Tudum vai até este domingo, dia 18, prometendo ainda mais surpresas e muitos artistas no Pavilhão da Bienal. Hoje, dia 17, no Auditório Ibirapuera, ainda tem o show Tudum: Um Evento Mundial para Fãs com grandes estrelas da Netflix e novidades sobre os filmes e séries mais esperados pelos fãs de todo o mundo.
Viki prepara lista com mais de 40 j-dramas para celebrar a imigração japonesa no Brasil
Neste domingo (18), comemoramos o Dia da Imigração Japonesa.Você sabia que o Brasil tem a maior população de origem japonesa fora do Japão e que, em 2023, a presença japonesa no Brasil completará 115 anos?
Então, para você conhecer mais sobre a cultura japonesa, o Rakuten Viki, uma das principais plataforma de streaming de conteúdo asiático do mundo, preparou uma coleção especial com 42 J-Dramas que mostram um pouco da sociedade japonesa moderna e antiga.
Há cinco anos, Sakura Nanase (Mone Kamishiraishi) foi uma das várias testemunhas que viram como um médico jovem e bonito chegou no último minuto para salvar a vida de um estranho. Encantada tanto pelo seu charme como pela sua habilidade profissional, Sakura não pôde deixar de se apaixonar imediatamente.
Determinada a descobrir uma maneira de reencontrar esse médico heroico, Sakura não demorou a decidir que a única maneira de fazê-lo seria entrar na profissão médica. Agora, aos 22 anos, Sakura é uma enfermeira novata que acaba de assumir a sua primeira posição em um hospital local.
Foto: reprodução/Viki
Trabalhando arduamente em seu novo emprego, Sakura se surpreende ao descobrir que o médico por quem ela se apaixonou há tantos anos está trabalhando no mesmo hospital. Mas ainda mais surpreendente é que o Doutor Kiari Tendo (Takeru Satoh) não é nada como ela imaginava que ele fosse.
Muitas vezes descrito como o Diabo no trabalho, o doutor Tendo é um perfeccionista frio que não tem medo de fazer comentários sarcásticos e críticas mordazes para seus colegas de trabalho. Apesar disso, Sakura se esforça para ganhar o reconhecimento de Tendo no trabalho e não tem nenhum problema em expressar seus sentimentos sobre ele aberta e sinceramente.
Sua natureza persistente lhe garante o apelido de garota guerreira no trabalho e, como ela se recusa a recuar, o doutor Tendo não consegue deixar de notá-la.Apesar de seus numerosos esforços para resistir, o doutor vê seu coração amolecer pela obstinada enfermeira Sakura. Será que a dedicação dela ao trabalho e suas persistentes declarações de amor serão suficientes para finalmente conquistá-lo?
Durante o ensino médio, Tsumugi Aoba (Haruna Kawaguchi) e So Sakura (Ren Meguro) tinham um grande interesse por música. Tendo interesses tão parecidos, era de se esperar que eles desenvolvessem uma amizade. Com o tempo, essa amizade se tornou algo mais profundo, um relacionamento que poderia ter durado uma vida inteira se não fosse pela repentina mudança de atitude de So.
Ao terminar o relacionamento entre os dois sem nenhum aviso ou motivo, So não apenas partiu o coração de Tsumugi: seu desaparecimento imediato após isso também a deixou completamente arrasada.
Oito anos depois, Tsumugi às vezes imagina o que aconteceu com So, mas, em todos os outros aspectos, seguiu em frente com sua vida. Agora, morando em Tóquio, Tsumugi tem um trabalho de meio período em uma grande loja de música onde tem liberdade para ficar totalmente imersa na música que tanto adora.
Foto: reprodução/Viki
Perfeitamente feliz com sua vida, Tsumugi poderia ter esquecido completamente de So se o destino não tivesse decidido que seus caminhos deveriam se cruzar outra vez.
Ao notar So no trabalho um dia, Tsumugi cria a coragem para se aproximar dele, apenas para descobrir que, nos oito anos desde a última vez que conversaram, ele perdeu quase toda a audição. Com fagulhas da antiga chama dos dois começando a reacender no coração dela, será que Tsumugi encontrará um jeito de garantir seu lugar no atual mundo silencioso de So?
Totono Kuno (Masaki Suda) é um estudante quieto, inteligente, muito observador e introspectivo, sem amigos ou namorada. Ele aprecia a paz e a tranquilidade, e passa o seu tempo em casa discretamente observando a passagem das estações e cozinhando curry.
Mas a serenidade de sua existência cotidiana é interrompida um dia quando — enquanto ele está cozinhando curry — um detetive da polícia bate à sua porta.
Foto: reprodução/Viki
Totono é informado que um de seus colegas foi morto em um parque próximo e que ele é o único suspeito. De repente, ele é forçado a utilizar todos os seus dons naturais para desvendar o que realmente aconteceu para provar a sua inocência.
Enquanto ouve o caso da polícia contra ele, começa a reunir mentalmente dados que podem ajudá-lo a limpar o seu nome. As coisas ficam ainda mais incômodas quando uma arma, aparentemente com as suas impressões digitais, surge.
E além do caso em que ele está envolvido, outros crimes também estão acontecendo — muitos deles exigindo a sua atenção. Parece que a vida anteriormente pacata de Totono Kuno terá que dar lugar a um estilo de vida muito mais agitado!
Togoku Kyosui (Nozomu Kotaki) é o proprietário e gerente do Rokuhoudou, uma tradicional casa de chá japonesa. Uma alma carinhosa e de bom coração; suas habilidades na preparação de chá são sem igual. Mas, ele tem dificuldades em preparar alimentos saborosos para complementar suas infusões — então, decide contar com a ajuda de algumas pessoas de boa vontade para fazer de Rokuhoudou um sucesso.
Foto: reprodução/Viki
Ele recorre a seu antigo amigo de escola e cozinheiro talentoso, Tokitaka Nagae (Shono Hayama), para ajudar na cozinha. Quem também ajuda na casa de chá é Gregorio Gure Valentino (Saeki Daichi), um mestre especialista em café que aprendeu seu negócio na Itália. Completa o grupo o tímido e incrivelmente talentoso chef de confeitaria, Tsubaki Nakao (Ryusei Onishi).
Vestidos com seus quimonos, eles formam uma equipe muito distinta — e estão sempre disponíveis para ouvir os problemas dos clientes, até mesmo oferecendo alguns conselhos úteis pelo caminho. Mas, tão importante quanto resolver os problemas dos outros, também é resolver seus próprios problemas!
Por mais tempo do que gostaria de admitir, Sota Aoki (Shunsuke Michieda) tem tido uma queda pela sua colega de classe Mio Hashimoto (Riko Fukumoto). Sentado ao lado dela na aula todos os dias, Aoki deseja poder encontrar uma forma de dizer a ela como se sente, mas algo o impede.
Apesar de ser incapaz de confessar os seus sentimentos, ele pelo menos consegue falar com ela sobre outras coisas mais simples. Ele até pega emprestado o material escolar dela ocasionalmente, e é por isso que não pensou duas vezes antes de pedir uma borracha emprestada dela, um dia, quando percebeu que precisava de uma durante a aula.
Foto: reprodução/Viki
Mal sabia Aoki que pegar emprestada uma simples borracha mudaria a sua vida para sempre. Percebendo que Hashimoto escreveu algo na borracha que ele pegou emprestada, Aoki fica devastado ao descobrir que ela havia escrito Ida-kun.
Arrasado ao perceber que ela não tem absolutamente nenhum interesse romântico por ele, Aoki fica tão perturbado que acidentalmente deixa cair a borracha. Para o seu azar, o mesmo Kousuke Ida (Ren Meguro), pega a borracha e a entrega de volta para Aoki. Percebendo o seu nome na borracha, Ida de repente vê Aoki sob uma perspectiva totalmente diferente.
Com Ida agora convencido de que Aoki tem uma queda por ele e Hashimoto não querendo nada mais dele do que amizade casual, Aoki não tem ideia do que fazer na sequência. Ele conseguirá esclarecer esse mal-entendido com Ida ou descobrirá que o destino possui outros planos?
Quais desses J-dramas você vai assistir? Conta por aqui! E siga o Entretetizei no Instagram, Twitter e Facebook para ficar por dentro de outras notícias.
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