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Coletiva | Flor Gil fala sobre seu primeiro álbum Cinema Love

Evento intimista no Rio de Janeiro contou com a presença de Gilberto Gil e Vitão, além de familiares e amigos

 

Matéria por: Ana Tolentino e Ana Alves

Com evento de lançamento realizado na gravadora Visom, Cinema Love, primeiro álbum de estúdio da cantora Flor Gil, foi apresentado na noite de ontem (16). Flor fez seu debut em um evento no Rio de Janeiro, em uma gravadora que já funcionou como estúdio de gravação para nomes como Maria Bethânia e Caetano Veloso darem vida a seus projetos.

O evento – que contou com nomes como Gilberto Gil (avô de Flor), Carolina Dieckmann, Pedro Motta e Vitão – divulgou para os convidados os videoclipes e visualizers com cada letra de músicas do novo álbum. Além disso, ofereceu uma audição exclusiva de Cinema Love, em uma experiência imersiva, diretamente da sala de masterização.

Em coletiva de imprensa, Flor falou mais sobre esse grande passo em sua carreira, quando perguntada sobre o nome do álbum, ela explica que foi um processo natural:

O título carrega o significado do álbum: Cinema vem da ideia desse disco ser a trilha sonora da minha vida; e Love porque as canções falam muito de paixões, de amor e coisas relacionadas a esse sentimento, como a saudade e tudo que vem junto com ela.

Foto: divulgação/Flor Gil

Flor ainda completou falando sobre referências de filmes que se refletem nas músicas, citando produções como  Encontros e Desencontros, além de contar que a peruca rosa, presente na identidade visual do álbum, veio do filme, e que isso a inspirou tanto no trabalho quanto na vida.

Apresentado por Flor como um corte da trilha sonora de sua vida, Cinema Love é formado por músicas cantadas em inglês e português. Faixas como Saudade – que ela conta que surgiu quando estava lendo o livro Todas as Letras, sobre seu avô, e encontrou dentro do livro uma letra escrita por ele anos atrás intitulada Saudade – tendo como inspiração a letra de Gilberto Gil, ela, Vitão e Barbara Ohana chegaram à versão final da canção. Sobre Gilberto Gil, a artista também conta, que além de inspiração absorveu um conselho marcante sobre a forma de cantar: “Pensar na nota antes de cantar.”

Flor diz que esse conselho a fez pensar que é algo óbvio, mas isso muda quando alguém fala sobre. Ela afirma que agora sempre pensa na nota, e isso sempre volta a sua mente, principalmente, durante a produção do álbum.

Perguntada sobre outras inspirações, Flor conta que a voz de Billie Eilish não a influenciou sonoramente, pois ela acha que a música da Billie faz um som mais “pesado”. Mas, acaba que a voz da artista estadunidense foi uma referência natural para ela, pois durante muito tempo escutou o trabalho da autora de canções como Ocean Eyes. No entanto, contou que seu estilo acabou mudando ao longo dos anos, reforçando que Cinema Love, tem uma sonoridade mais rica, com outras diversas influências, pluralidade de instrumentos e sintetizadores.

E, agora, Cinema Love chega com um som diferente da linha que seguem outros músicos da família de Flor, e a artista se mostra extremamente entusiasmada com o álbum que vai entregar:

Sentir que está saindo da minha mão uma preciosidade que estava há anos aqui é muito maluco. Eu não entendo essa sensação ainda, vou entendendo com o tempo”, além de completar dizendo que mudou muito nos últimos anos, mas os sentimentos que teve enquanto escrevia as músicas continuam lá enquanto as ouve agora.

O álbum conta com faixas como Saudade, Choro Rosa (versão Diamante Bruto) e Paradise, que trazem parcerias com artistas como Vitão, Maro e Carol Biazin, que abrilhantam ainda mais o trabalho. Já em Starstruck e Hell No, a cantora abusa da sonoridade aveludada e da forma de cantar sussurrando. Flor revela  que ter todo o apoio, de Barbara Ohana – produtora musical das faixas e ex backing vocal de Gilberto Gil – e de toda sua família foi de grande valor.

Cinema Love já está disponível nas principais plataformas do Brasil, e anuncia o nome de Flor Gil como a mais nova artista solo nacional.

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Leia também: Flor Gil apresenta sonoridade aveludada e vai da MPB ao indie em Cinema Love, seu álbum de estreia 

Texto revisado por Kalylle Issee

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Cinema Cultura pop Notícias

Extermínio: A Evolução, terror pós-apocalíptico com Jodie Comer e Aaron Taylor-Johnson, ganha trailer

O terceiro filme da franquia Extermínio chega aos cinemas brasileiros em 19 de junho

 

Extermínio: A Evolução, terceiro capítulo da franquia de terror pós-apocalíptico, Extermínio, acaba de divulgar novo trailer. O longa traz Jodie Comer, Aaron Taylor-Johnson, Jack O’Connell, Alfie Williams e Ralph Fiennes no elenco e acompanha um grupo de sobreviventes que encontra maneiras de existir em meio aos infectados pelo violento vírus da raiva, três décadas após o início da quarentena.

Com direção do vencedor do Oscar Danny Boyle, roteiro por Alex Garland –indicado ao Oscar – e produção executiva de Cillian Murphy — que protagonizou o primeiro filme da franquia, em 2002 —, Extermínio: A Evolução chega aos cinemas brasileiros em 19 de junho. E já tem sequência garantida, com previsão de lançamento para 2026!

Boyle e Garland se reúnem para uma nova história aterrorizante ambientada no mundo criado a partir de Extermínio (2002). Já se passaram quase três décadas desde que o vírus da raiva escapou de um laboratório de armas biológicas e, neste momento, mesmo permanecendo em uma quarentena implacável, alguns encontraram maneiras de existir em meio aos infectados.

Um desses grupos de sobreviventes vive em uma pequena ilha conectada ao continente por uma única passagem fortemente defendida. Quando um dos grupos deixa a ilha em uma missão no coração escuro do continente, ele descobre segredos, maravilhas e horrores que provocaram mutações não apenas nos infectados, mas também em outros sobreviventes.

 

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Leia também: Série A Idade Dourada retorna ao streaming com 3ª temporada em junho

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Cinema Cultura pop Notícias

Confira o trailer e pôster novos de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos

A primeira família da Marvel chega às telonas dos cinemas a partir de 24 de julho de 2025

 

Mostrando a Primeira Família da Marvel, o Surfista Prateado, H.E.R.B.I.E. e a atmosfera retrofuturista dos anos 1960, Quarteto Fantástico: Primeiros Passos, ganha novo trailer, pôster e stills exclusivos. Com estreia nos cinemas em 24 de julho, a nova aventura da Marvel Studios, traz uma nova versão de um dos grupos de super-heróis mais famosos do cinema.

 

 

Forçados a equilibrar seus papéis como heróis com a força de seus laços familiares, Reed Richards (Pedro Pascal), Sue Storm (Vanessa Kirby), Johnny Storm (Joseph Quinn) e Ben Grimm (Ebon Moss-Bachrach) precisam defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner).

E se o plano de Galactus de devorar todo o planeta e todos os seus habitantes já não fosse ruim o bastante, de repente, a ameaça se torna ainda mais pessoal. Juntos, o Senhor Fantástico, a Mulher Invisível, o Tocha Humana e o Coisa, enfrentam seu desafio mais assustador até agora. 

A ação/aventura também é estrelada por Paul Walter Hauser, John Malkovich, Natasha Lyonne e Sarah Niles. Quarteto Fantástico: Primeiros Passos é dirigido por Matt Shakman, com produção de Kevin Feige e produção executiva de Louis D’Esposito, Grant Curtis e Tim Lewis.

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos
Imagem: Divulgação/Marvel Studios

 

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Leia também: Quarteto Fantástico: Primeiros Passos ganha teaser oficial

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Séries

Assista ao trailer oficial do drama Caso Jean Charles: Um Brasileiro Morto por Engano

A série dramática original de quatro episódios estreia em 30 de abril

Nesta quinta (17), o streaming lançou o trailer completo do próximo drama original do Reino Unido, Caso Jean Charles: Um Brasileiro Morto por Engano. A série em quatro partes tem roteiro e produção executiva de Jeff Pope, com todos os episódios disponíveis a partir de 30 de abril.

A série é centrada nos eventos que cercam o trágico assassinato do inocente brasileiro Jean Charles de Menezes (Edison Alcaide), após ele ser confundido com um terrorista. Narrado a partir dos diferentes pontos de vista dos envolvidos, a série analisa como a memória – tanto a exata quanto a alterada – podem se transformar em fato e moldar a nossa compreensão da verdade.

Confira:

O envolvente trailer nos leva quase vinte anos atrás, quando Londres se recupera dos devastadores atentados suicidas com bombas, em 7 de julho de 2005. O então Comissário da Polícia Metropolitana, Sir Ian Blair (Conleth Hill) inicia uma operação antiterrorismo em grande escala para evitar novos ataques, com o Comissário Assistente Andy Hayman (Max Beesley) liderando a investigação sobre os atentados ao lado de Brian Paddick (Russell Tovey), um dos Comissários Assistentes Adjuntos de Blair. Sem o conhecimento deles, outra célula terrorista planeja um ataque que pode se igualar à devastação de 7 de julho.

Este segundo grupo de ataques planejados fracassa, desencadeando uma das maiores buscas do Reino Unido e provocando uma operação de vigilância secreta comandada por Cressida Dick (Emily Mortimer). À medida que a tensão e a incerteza crescem em todo o país, uma série de eventos extraordinários se desenrola, e as ações da Polícia Metropolitana levam a um erro crítico de identificação. 

Jean Charles de Menezes, um inocente jovem eletricista brasileiro que estava a caminho do trabalho, é confundido com um terrorista e morto a tiros na estação de Stockwell. Após esses trágicos acontecimentos, a secretária da Comissão Independente de Reclamações Policiais, Lana Vandenberghe (Laura Aikman), toma a decisão que mudará sua vida: revelar a verdade. O que se segue é uma luta de uma família por justiça e respostas, e a longa batalha para trazer clareza a uma situação que é obscurecida pela confusão e pelo silêncio.

Caso Jean Charles: Um Brasileiro Morto Por Engano tem produção executiva de Lee Mason e os pais de Jean Charles de Menezes atuam como consultores da série. A série estreia exclusivamente no Disney+.

 

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Leia também: Série A Idade Dourada retorna ao streaming com 3ª temporada em junho

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Entretenimento Notícias Séries

De sucesso virtual a acolhimento real: série Estranho Jeito de Amar toca o público ao retratar relações tóxicas

As duas temporadas do projeto já somam mais de 9,5 milhões de visualizações e são um sucesso internacionalmente 

A cada novo episódio, a série Estranho Jeito de Amar cativa o público com a história. Com muita intensidade, suspense e reflexões sobre relações tóxicas e dependência emocional, a segunda temporada da série gay já é um sucesso de visualizações no YouTube. Rodrigo Tardelli, que protagoniza o projeto, comemora que, além de oferecer entretenimento, a trama tem criado um espaço de acolhimento e identificação para o público.

Vocês estão colocando na tela exatamente o que eu vivi”, disse um fã ao ator Rodrigo Tardelli. O relato é apenas um entre tantos que o artista tem recebido desde o início da segunda temporada.

Estranho Jeito de Amar traz a história de Gael (Rodrigo) e Noah (Allan Ralph). Noah é um modelo de São Paulo, que viaja para o Rio de Janeiro a trabalho e conhece Gael, dono de uma casa que é locação de uma animada pool party, onde se conhecem na primeira temporada e a atração entre os dois é imediata.

Gael convida Noah para morar com ele, prometendo novas oportunidades no Rio. À medida que a relação se desenvolve na primeira temporada, começam a surgir conflitos profundos envolvendo controle e dependência emocional e revelando camadas complexas dos personagens e seus passados.

Na nova fase da série, Noah decide fugir dessa relação tóxica, mas Gael não aceita a separação tão facilmente. Determinado a reconquistá-lo, ele usa todas as suas estratégias para se reaproximar, gerando novos conflitos e surpresas que prometem prender o público do início ao fim.

Segundo ele, o que mais tem o surpreendido — e emocionado — é a quantidade de pessoas que vêm criando coragem para compartilhar suas próprias histórias. “Nos comentários, nas mensagens privadas… Tem muita gente se sentindo representada e acolhida pela série. Pessoas que passaram por relações abusivas e se veem ali, nos episódios”, conta.

Para Rodrigo, esse retorno do público é o maior presente que poderia receber. “Mais do que só entreter, a gente está conseguindo criar um espaço de troca, de desabafo, de identificação. Eu confesso que não esperava que fosse chegar tão fundo assim. Estou bem impactado com essa conexão que se criou, de verdade.

Foto: divulgação/Julio Andrade

A nova temporada de Estranho Jeito de Amar tem gerado essa repercussão surpreendente. O feedback do público tem sido intenso e acima das expectativas da equipe envolvida. “Claro que a gente sempre trabalha sonhando grande, mas quando você vê na prática as pessoas maratonando, comentando cada detalhe, criando teorias, se abrindo sobre as próprias vivências… É muito forte”, reflete Tardelli.

A segunda temporada conta com quatro episódios e, diferente da primeira fase, desta vez a história é contada de forma linear.

Sobre o que o público ainda pode esperar dos próximos episódios, Rodrigo afirma: “Ah, podem esperar muita coisa! (risos). Sério, eu sempre falo que Estranho Jeito de Amar nunca é previsível. Mesmo que você ache que já entendeu tudo, sempre tem uma virada, uma camada a mais. Nessa temporada, a gente aprofunda muito o psicológico dos personagens. A relação entre o Gael e o Noah vai para lugares ainda mais intensos, mais provocativos, e também mais sensíveis. Vai ter muita tensão, desejo, conflito, mas também reflexão sobre até onde a gente vai por amor e o quanto a gente se perde de si mesmo dentro de certas relações. E claro, a estética e o cuidado com a produção continuam entregando tudo, porque a gente ama criar uma experiência visual que prenda do início ao fim. Tem muita surpresa vindo aí!”, finaliza

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Leia também: Episódios especiais de fim de ano da série Estranho Jeito de Amar já estão disponíveis no YouTube

Texto revisado por Kalylle Isse

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Eventos

NMIXX dividirá palco do iHeartRadio Wango Tango com Doja Cat, David Guetta e mais

A apresentação ocorrerá em 10 de maio

Na última segunda (7), a iHeartRadio anunciou o line-up oficial do festival iHeartRadio Wango Tango 2025, que acontecerá no dia 10 de maio, em Huntington City Beach, Califórnia. Segundo o anúncio, o grupo de K-pop em ascensão, NMIXX, se juntará a estrelas como Doja Cat, Meghan Trainor, Gwen Stefani e David Guetta.

Conhecidas por sua versatilidade e performances dinâmicas, o grupo irá solidificar ainda mais sua presença como grupo feminino completo, no cenário global. Essa apresentação é um marco importante na crescente projeção internacional, após uma série de turnês promocionais bem-sucedidas pela América Latina e outros mercados ao redor do mundo.

Imagem: divulgação/Crowd Arts

O festival Wango Tango, organizado pela iHeartRadio, é um dos eventos musicais mais icônicos dos Estados Unidos, tendo recebido artistas como BTS, BLACKPINK e Dua Lipa em edições anteriores. A presença do NMIXX no line-up deste ano é vista como uma prova de sua crescente influência e popularidade global.

À medida que a expectativa aumenta entre os fãs internacionais, o NMIXX continua conquistando o público em todo o mundo com seu som inovador, carisma e habilidades de performance de alto nível.

Enquanto isso, o grupo lançou recentemente seu novo EP, Fe3O4: FORWARD (2025), o capítulo final da trilogia Fe3O4. O álbum apresenta seis novas músicas, incluindo a faixa-título KNOW ABOUT ME, e conta a história da jornada do NMIXX na criação de sua própria utopia no mundo real. 

O projeto mescla uma ampla variedade de gêneros — do pop e hip-hop ao jazz e rap — com foco em temas como união e empoderamento pessoal. O novo mini-álbum dá continuidade aos projetos anteriores Fe3O4: BREAK e Fe3O4: STICK OUT, e está disponível em todas as principais plataformas de streaming digital.

 

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Leia também: Pinacoteca de São Paulo promove legado de Nam June Paik no Brasil

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Música Notícias Séries

A onda Glee nunca passou! Relembre os covers mais icônicos da série

Um convite para revisitar o impacto de Glee, que ainda participa das playlists e dos corações de muitos fãs

 

Em 2009, a estreia de Glee marcou o início de uma era em que os corredores de um colégio se tornaram palco para performances musicais inesquecíveis. A série, criada e produzida por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennan, ficou no ar até 2015, e ao longo de seis temporadas misturou drama adolescente, humor ácido e diversos covers de sucessos da música pop, rock e até do teatro musical. 

Glee conquistou uma legião de fãs ao redor do mundo, não apenas por sua narrativa inclusiva e personagens carismáticos, mas também por seu talento em transformar clássicos e hits do momento em versões emocionantes e criativas.

Ao longo dos anos, o elenco colocou mais de 200 músicas na Billboard Hot 100 – um feito impressionante, que chegou a superar artistas como Elvis Presley em números nas paradas. Na época, músicas como Don’t Stop Believin, do Journey, voltaram às rádios após serem cantadas pelos alunos da escola McKinley. 

Enquanto outras, como Teenage Dream (da Katy Perry) ou Valerie (da Amy Winehouse), passaram a ser tão associadas às vozes do elenco quanto aos artistas originais. A trilha sonora de Glee se tornou parte da identidade de uma geração, levando os atores para além das telas, lotando casas de shows com suas apresentações musicais, e assim a série se consolidou como um fenômeno cultural e musical.

Após dez anos do fim da série, e tantos acontecimentos que rodearam a produção, relembrar os momentos marcantes de Glee, que sempre deixou a música em primeiro plano, deixa qualquer fã nostálgico. É lembrar de onde estava quando ouviu Lea Michele cantar Don’t Rain on My Parade pela primeira vez, ou quando se emocionou com o coral em Somebody to Love.  

Por isso, o Entretê reuniu algumas das performances mais marcantes da série — não apenas as mais famosas, mas também aquelas que conseguiram dar nova vida a canções conhecidas. 

 

Don’t Stop Believin – Journey

 

Não tinha como começar com outra música, talvez o cover mais icônico de Glee veio já no primeiro episódio da série. A música se tornou o hino da série e acompanhou personagens e fãs do início ao fim da produção.

Teenage Dream – Katy Perry

Essa versão a capela surpreendeu pelo talento vocal e carisma de Darren Criss. É considerada por muitos uma das performances mais bem feitas da série, além de ter se tornado um sucesso online e chegar a ultrapassar a música original em algumas paradas.

Smooth Criminal – Michael Jackson

O duelo entre Santana (Naya Rivera) e Sebastian (Grant Gustin) deu um tom dramático ao clássico de Michael Jackson. O cover representou perfeitamente a tensão que a cena precisava passar, ficando registrado na memória de muitos.

Total Eclipse of the Heart – Bonnie Tyler

 

Interpretada por Rachel, Jesse (Jonathan Groff), Finn (Cory Monteith) e Puck (Mark Salling), essa performance aparece em um momento de muita tensão na vida amorosa de Rachel, o que trouxe uma carga diferente para a música.

Rumour Has It/Someone Like You – Adele 

A combinação de dois hits de Adele foi apresentada pelas Troubletones, grupo formado por algumas personagens da série. A força e a emoção da performance deram à produção um de seus momentos mais icônicos.

Defying Gravity – Wicked 

Interpretada por Lea Michele e Chris Colfer, essa performance simboliza o tema central de Glee: lutar por espaço e identidade. A cena é potente não só por sua performance, mas também emocionalmente, e virou referência para fãs do teatro musical, além de apresentar Wicked para muitos adolescentes que até então não conheciam.

If I Die Young – The Band Perry 

Cantada por Naya Rivera no episódio tributo a Cory Monteith, a performance ganhou um peso emocional enorme. Foi uma despedida sincera que emocionou fãs e equipe, eternizando esse cover como um dos mais sensíveis da produção.

Somebody to Love – Queen


Um dos primeiros grandes números da série, o cover de Somebody to Love mostrou toda a potencia vocal do elenco. A energia da performance fez dela um marco na primeira temporada

The Scientist – Coldplay

 

Uma performance emocionante do coral, com uma letra que representava muito dos dramas pessoais de alguns personagens naquele momento. Uma linda apresentação, e perfeita para o episódio.

Toxic – Britney Spears 

 

Com um episódio todo em homenagem a sua discografia, Toxic foi uma das músicas de Britney cantadas em Glee. A apresentação sensual aconteceu no auditório da escola e gerou algumas polêmicas, mas se tornou um sucesso nas plataformas após o episódio.

 

Blackbird – The Beatles

Kurt canta essa versão em um dos momentos em que sua sensibilidade mais brilha na produção. A música também marca um ponto de virada no relacionamento com Blaine, se tornando simbólica para o personagem.

Vogue – Madonna

 

Sue Sylvester (Jane Lynch) recriou o icônico clipe com fidelidade, em um tributo que se transformou também em paródia, e virou um dos momentos mais memoráveis da treinadora.

 

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Leia também: Como a série Adolescência aborda temas como a exposição virtual 

 

Texto revisado por Kalylle Isse

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Cultura turca Notícias Séries

Conheça a carreira de Caner Cindoruk, o Sarp de Força de Mulher

Ator que conquistou o coração das brasileiras completa hoje 45 anos

 

Escrito por Ana Carolina, Nayara Alves e Shay Roiz.

[Contém spoiler]

Nascido em Adana, no sul da Turquia, no dia 17/04/1980, Caner Cindoruk vem de uma família simples. Começou a atuar na adolescência, em sua cidade natal, por influência de seu tio (ator de teatro). Formado em administração de empresas, o ator, além de trabalhar na televisão, é diretor teatral e já atuou em várias peças de teatro, inclusive musicais.

Foto do ator Caner Cindoruk
Foto: reprodução/Instagram @canercindoruk

Seu primeiro papel na TV foi na série Kara Güneş (2007), interpretando o personagem Alişir. Mas, foi como Kemal, na dizi Hanımın Çiftliği (2009), que alcançou o sucesso em seu país. Além disso, o premiado ator, também já participou de diversas produções cinematográficas

Fã de futebol, Cindoruk ficou conhecido no Brasil e no mundo por seu trabalho em Força de Mulher (Kadın, 2017). Seu personagem Sarp, de personalidade duvidosa, é o marido da protagonista da trama, Bahar (Özge Özpirinçci). Além da fama por seu talento, ganhou em nosso país o título de galã, tendo sua fisionomia comparada ao do ator norte-americano George Clooney.

Foto do ator que interpreta Sarp
Foto: reprodução/OFuxico

Atualmente, Caner iniciou as gravações da segunda temporada da série Modern Doğu Masalları (2023) e será um dos protagonistas. A produção está prevista para estrear no outono turco (entre setembro e dezembro) e será exibida na plataforma digital tabii, do TRT.

Confira a seguir cenas de personagens marcantes que fizeram parte de sua carreira:

Silahtar Mustafa Paşa – Muhteşem Yüzyıl: Kösem (2015)

Cena em que Silahtar diz a Gevherhan que irá se casar com Atike.

Sarp Çeşmeli – Força de Mulher (Kadın, 2017)

Teaser de Sarp implorando para que Nezir não machuque seus filhos.

Ertan – Love Storm (Zemheri, 2020)

Cena em que Ertan e Firuze se casam após um acordo entre eles para salvar a irmã de Firuze.

Volkan Arslan – Iludida (Sadakatsiz, 2020)

Cena em que Volkan recebe um ultimato de sua amante.

Fikret Alabey – Yan Oda/Yandaki Oda (2024)

Cena em que Friket coloca sua mãe na parede: ou ela se desculpa ou ele vai embora de sua vida para sempre.

A equipe turca do Entretê deseja um feliz aniversário ao Caner!

 

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Leia também: Cenas em que nos apaixonamos por Su Burcu Yazgı Coşkun

 

Texto revisado por Laura Maria Fernandes de Carvalho

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Notícias Séries

Série A Idade Dourada retorna ao streaming com 3ª temporada em junho

Drama de Julian Fellowes conta com oito episódios e vários conflitos entre os Brooks e Russells

A série A Idade Dourada (2022) estreia sua terceira temporada no streaming em junho. Criada por Julian Fellowes, a produção conta com oito episódios e retrata o embate entre famílias tradicionais e a ascensão de novos magnatas na Nova York do fim do século XIX.

Na nova fase, a influência da velha guarda enfraquece após a chamada Guerra das Óperas, ao mesmo tempo que os Russells se movimentam para assumir o topo da sociedade. Bertha tenta consolidar sua posição entre os mais poderosos, enquanto George aposta alto em um projeto que pode transformar a indústria ferroviária — ou levá-lo à falência.

Os conflitos também se intensificam na casa dos Brook com a resistência de Agnes à nova posição de Ada como senhora da casa, e Peggy enfrenta o preconceito da família de um novo pretendente.

A série conta no elenco com Carrie Coon, Christine Baranski, Cynthia Nixon, Morgan Spector, Louisa Jacobson e Denée Benton.

Ansiosos para a nova temporada? Contem para a gente! E não deixem de seguir as nossas redes sociais Instagram, Facebook, X – para ficar pertinho dos seus artistas favoritos! 

Leia também: Entrevista | Ingrid Gaigher abre o jogo sobre assumir papel de Maria Gladys em Vale Tudo

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cultura pop Entrevistas Notícias Novelas

Entrevista | Cacá Ottoni relembra sucessos em sua carreira e convite para atuar em Vale Tudo

A Morgana de Malhação cresceu e se tornou assistente de produção da Tomorrow

O tempo voou, amor. Cacá Ottoni ficou conhecida nacionalmente como Morgana, em Malhação (2012), quando era apenas uma jovem adulta de 21 anos. A carioca hoje em dia tem 32 anos de muita trajetória artística – e ela brilha! Formada em Artes Cênicas na UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro), já estrelou várias peças e séries como: Vizinhos (2015), Sob Pressão (2017) e Histórias Quase Verdadeiras (2023) – todas disponíveis no Globoplay.

Ela é vencedora do prêmio de Melhor Atriz do FestCine Maracanaú, por sua performance no filme Os Caubóis do Apocalipse (2017), e ganhou indicação de Melhor Atriz no LABRFF (Los Angeles Brazilian Film Festival).

Cacá Ottoni
Foto: divulgação/Globo/Manoella Mello

Cacá está dando vida à Marieta, assistente de produção e secretária de Renato (João Vicente de Castro) na agência de conteúdo Tomorrow – essa personagem era interpretada por Rita Malot na primeira versão de Vale Tudo (1988). Saiba mais sobre a atriz e conheça seu trabalho:

Entretetizei: Olá, Cacá! Como foi a fase de testes para viver Marieta, secretária e assistente de produção na Tomorrow, em Vale Tudo?

Cacá Ottoni: Não fiz teste especificamente para viver Marieta. Trabalhei com a Manuela Dias e com parte da equipe de direção e produção da nova versão de Vale Tudo em Amor de Mãe (2019). Na sequência, fiz teste para Justiça 2 (2024) e bati na trave, mas lembraram de mim durante a escalação do remake! Durmo e acordo agradecendo por esse momento, inclusive.

E: Você teve a oportunidade de conversar com Rita Malot, a atriz que fez a sua personagem na primeira versão? 

CO: Não tive ainda, adoraria encontrá-la! Comecei a acompanhar sua trajetória via Instagram. Vou tomar coragem e mandar um direct pra gente tomar um café e conto pra vocês na próxima como foi.

E: Qual método de atuação você está utilizando para dar o seu toque pessoal a uma personagem que já existia?

CO: Eu não utilizo um método específico. Ao longo da minha trajetória como atriz experimentei muitas ferramentas, oriundas de escolas absolutamente distintas. Gosto de muitas ferramentas da Ivana Chubbuck, como a substituição e a personalização, e amo uma sala de ensaio com exercícios corporais e dinâmicas que trabalhem mais a subjetividade das personagens. Em Vale Tudo tivemos o luxo de nos prepararmos com a Cris Moura e a Marcia Rubin. Os encontros com elas nos ajudaram a nos formar como um grupo e, para mim, isso fica nítido na tela. Em todos os meus últimos trabalhos me preparei também com um amigo, Guilhermo Marcondes – que tem um centro de treinamento de atores e é obcecado pelo que faz. Adoro construir personagem com ele, por ser altamente detalhista. Sabe aquela pessoa que esquece de almoçar quando está trabalhando? Guilhermo é desses.

E: Você e Alice Wegmann atuaram juntas em Malhação (2012). Como é dividir cenas novamente com uma ex-colega de elenco?

CO: Alice é uma das pessoas mais maravilhosas do mundo! Ela protagonizou a Malhação: Intensa como a Vida quando tinha 16 anos, então na época a idade fazia uma diferença. Eu não saía tanto com a Alice, até porque ela era menor de idade, mas já a admirava à beça. Agora que a gente se reencontrou em outra fase, não sei o que dizer. Além de excelente atriz, ela é divertida, animadíssima, agregadora, inteligente, leitora, boa de papo… Desconfio ser impossível não amar a Alice.

Cacá Ottoni
Foto: divulgação/Karen Gadret

E: Você nasceu no Rio, mas morou por muitos anos em Nova Friburgo – cidade natal da entrevistadora. Como foi sair de uma cidade pequena na região serrana e ir atrás dos seus sonhos no Rio, com apenas 17 anos?

CO: Morei em Friburgo durante dois períodos da minha vida: a primeira vez, com dois anos de idade, quando meus irmãos nasceram, eles são friburguenses. Mas aos quatro já estava de volta ao Rio. Depois morei em Friburgo dos 13 aos 17. Uma fase muito marcante da vida, né? Então tenho uma relação muito grande com a cidade, com amigos que fiz por lá e que levarei pra sempre comigo.

Minha melhor amiga é de Nova Friburgo. Beijo, Júlia Pimenta! Te amo! (risos). Mas aos 17 fui convidada através de um curso a entrar em cartaz com a Cia de Teatro do Nada, no Sérgio Porto. Lembro de falar desesperada para o meu pai que não podia perder essa oportunidade e ele me apoiar com um: bora dar um jeito! O jeito foi dividir apartamento com um amigo da minha idade e a irmã dele, recuperar a bolsa que eu tinha na escola, aprender a cozinhar e a cuidar de uma casa. Foi uma das melhores fases da minha vida! Todas as festas da minha turma do colégio aconteciam na minha casa. Ao mesmo tempo vejo o quanto eu era responsável: não faltava aula na escola, nem ensaio, ia direto da aula à noite para o teatro na quinta-feira, então assistia a aula já de figurino (risos). Acredito que tenha sido o momento de maior aprendizado da minha vida.

E: Em Amor de Mãe, também escrita por Manuela Dias, você viveu Joana, uma jovem que precisava convencer o pai a deixá-la estudar. Você já conheceu alguém que enfrentou esse tipo de desafio? Como foi interpretar a personagem?

CO: É muito absurdo que a educação seja tratada como privilégio no Brasil. Estudar deveria ser considerado direito básico, mas a necessidade faz com que muitas famílias precisem da ajuda dos filhos para complementar a renda em casa e colocar comida na mesa. Dei aula de teatro no Complexo da Maré, através da Redes, uma ONG super comprometida e atuante na Nova Holanda – onde trabalhei. E me surpreendi ao me deparar com a priorização total do estudo pelas famílias com as quais eu lidava. Para fazer a Joana, em Amor de Mãe, estudei a primavera secundarista, mobilização estudantil que acarretou na ocupação de diversas escolas em 2016 e, sem dúvida, o movimento que mais me emocionou nos últimos anos. Foi impressionante acompanhar o empoderamento que a autonomia proporcionou aos estudantes. As escolas se tornaram vivas na medida em que os alunos se apropriaram daquele espaço. Foi maravilhoso viver a Joana e trazer para o horário nobre um assunto tão essencial que é a educação no Brasil. 

E: Você foi indicada ao prêmio de Melhor Atriz no LABRFF por Canastra Suja (2016), ao lado de grandes nomes como Adriana Esteves e Bianca Bin. Como recebeu essa indicação e o que significou para você?

CO: Eu tinha acabado de parir quando soube da indicação (risos), por isso acho que a ficha caiu só depois. Trabalhar com a Adriana é uma das melhores coisas que pode acontecer na vida de uma atriz ou de um ator – ela dá aulas sem perceber, e de graça. E a Bianca é fantástica também, generosa, madura, acessa qualquer emoção com uma velocidade impressionante. O que mais gosto dessa história é que, anos mais tarde, meu amigo ator e companheiro de cena no Canastra, João Vancini, me disse que uma jurada do festival falou para o diretor que não fui a vencedora por acreditarem que eu era de fato autista – achei o maior elogio que eu poderia receber!

E: Cacá, desejo muito sucesso nessa nova fase! Para encerrar, o que o público pode aprender com Marieta?

CO: Muito obrigada! A Marieta é gentil, sem perder a personalidade. Além disso, é dedicada e trabalha com amor, que pra quem ainda não sabe: é o verdadeiro segredo do sucesso.

 

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Texto revisado por Larissa Suellen

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