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Produções asiáticas que todo fã de The Last of Us precisa assistir

A segunda temporada de The Last Of Us mal acabou e já estamos com saudade, e essas histórias asiáticas vão te prender do começo ao fim — e talvez até te deixar emocionalmente devastado (de novo)

A segunda temporada de The Last of Us (2023-presente) mal começou… E a gente já está com saudade. É como se, depois de reencontrar Joel e Ellie naquele mundo brutal e cheio de feridas abertas, fosse impossível voltar ao normal. E, quando o episódio termina, sobra o vazio. 

O que assistir agora? Onde encontrar histórias que misturem emoção crua, tensão constante, dilemas morais e aquele tipo de personagem que gruda na alma e não solta mais?

A resposta, talvez, esteja do outro lado do planeta.

O audiovisual asiático vem, há tempos, entregando narrativas que são verdadeiras pancadas no peito: misturam horror, ação, crítica social e emoção numa dose intensa e viciante. 

Se você ficou impactado por The Last of Us, essa lista com 12 produções asiáticas pode muito bem ser o próximo mergulho no caos que você estava procurando. Tem zumbi, tem mutação, tem jogo mortal e, mais do que tudo, tem a pergunta que não sai da cabeça: quem a gente se torna quando tudo desmorona?

Hellbound

Ano: 2021 | País: Coreia do Sul
Onde assistir: Netflix

Pensa num apocalipse que não vem de zumbis, vírus ou alienígenas — mas de anjos que aparecem do nada pra anunciar que você vai morrer em tal dia, tal hora e vai ser levado direto pro inferno

Hellbound começa com essa premissa maluca e já te deixa desconfortável logo no primeiro episódio. E, quando chega a hora, três criaturas monstruosas aparecem pra literalmente te espancar até a alma sair do corpo. Sim, é isso mesmo.

A partir daí, o mundo vira um caos. As pessoas entram em pânico, uma seita religiosa chamada A Nova Verdade surge dizendo que tudo isso é julgamento divino, e quem foi condenado merece sofrer. O terror não está só nos monstros — está em como a sociedade reage. Os fanáticos ganham poder, a justiça some, e qualquer um pode virar alvo se não se encaixar nas novas regras morais impostas.

 The Last of Us
Foto: reprodução/netflix

É um terror psicológico denso, com uma pegada filosófica bem forte. O que é justiça? Quem decide o que é certo ou errado? Até onde uma sociedade vai quando acredita estar agindo com o aval de uma força divina? Essas questões lembram muito os conflitos de The Last of Us, onde os inimigos mais perigosos muitas vezes não são criaturas, mas pessoas com ideais extremos.

Se você curte histórias que te fazem questionar o mundo real, Hellbound vai mexer com você. Tem ação, tem crítica social, tem drama humano e um climão apocalíptico que lembra bastante o colapso moral que rola no universo de Joel e Ellie.

Battle Royale

Ano: 2000 | País: Japão

Onde assistir: Apple TV, Google Play (aluguel)

Antes de Jogos Vorazes (2012), Round 6 ou qualquer reality com pitada de morte, já existia Battle Royale. Esse clássico japonês tem uma das premissas mais brutais do cinema: uma turma de ensino médio é jogada numa ilha, equipada com armas aleatórias, e forçada a se matar até sobrar só um. Tudo parte de um programa governamental pra controlar a juventude. Nada sutil.

A tensão é imediata. De um minuto pro outro, colegas de classe viram inimigos, amizades são testadas, amores se rompem. Tem gente que enlouquece, tem quem tente resistir sem violência, tem quem aceite a lógica do jogo rapidinho. E isso gera um microcosmo bem doido que mostra, sem filtros, como o medo e o desespero mudam as pessoas — ou revelam o que elas sempre foram.

 The Last of Us
Foto: reprodução/mubi

O filme é superviolento, mas o impacto não vem só do sangue. Vem da tristeza de ver crianças e adolescentes tentando entender por que o mundo decidiu destruí-los. Lembra muito o sentimento que a gente tem assistindo Ellie enfrentando perdas uma atrás da outra, tentando não endurecer demais — e falhando, às vezes. A luta pela própria alma está sempre presente.

Se The Last of Us te pegou pela tragédia de crescer num mundo quebrado, Battle Royale vai te acertar em cheio. É perturbador, direto, e ainda mais atual hoje do que quando foi lançado. E é um baita lembrete de que o fim do mundo pode começar muito antes dos monstros chegarem.

7 Seeds

Ano: 2019 | País: Japão

Onde assistir: Netflix

7 Seeds é um anime pós-apocalíptico com uma proposta bem diferente. Em vez de acompanhar o colapso do mundo, a série começa depois que a Terra já foi devastada por um meteoro. Pra garantir a sobrevivência da humanidade, o governo criou um programa secreto: congelar jovens saudáveis e despertá-los no futuro, quando o planeta estivesse seguro. Spoiler: não está.

O que rola depois é uma mistura de Lost com The Walking Dead e uma pitada de drama adolescente. Os grupos acordam sem saber nada, jogados em ambientes selvagens, com animais gigantes, plantas carnívoras e nenhum recurso moderno. Cada personagem carrega um trauma diferente, e ninguém está preparado pra esse novo mundo — o que torna tudo ainda mais tenso.

 The Last of Us
Foto: reprodução/techmundo

A dinâmica dos grupos é o ponto forte. Gente que nunca se viu precisa cooperar pra sobreviver, mesmo sem confiar um no outro. Há disputas internas, segredos do passado, romances complicados, mortes traumáticas e sacrifícios que machucam mais do que qualquer monstro.

E, assim como em The Last of Us, o maior perigo nem sempre está lá fora — está nas escolhas que você faz quando tudo vira sobrevivência.

Se você gosta de tramas de reconstrução, de explorar como a humanidade reage quando tudo é tirado dela, 7 Seeds entrega isso com bastante intensidade. Não é só mais uma história de fim do mundo — é sobre recomeçar sem esquecer o que se perdeu.

Kingdom

Ano: 2019 | País: Coreia do Sul

Onde assistir: Netflix

Se The Last of Us tivesse samurais, reis e zumbis de túnica, seria Kingdom. A série se passa numa Coreia feudal onde uma praga misteriosa começa a levantar os mortos — e não do jeitinho pacífico. Em meio a tudo isso, o príncipe herdeiro tenta impedir que o trono seja tomado por um bando de políticos oportunistas, enquanto o povo sofre com fome, doença e, claro, zumbis surtados.

O mais legal é como a série mistura ação com crítica social e política. O apocalipse aqui não vem só dos monstros, mas também do abandono do povo, da ganância da corte, da corrupção que já estava matando muito antes da praga chegar. E visualmente? Um espetáculo. Figurino impecável, paisagens grandiosas e cenas de luta que dão gosto de ver.

 The Last of Us
Foto: reprodução/netflix

O ritmo é bem tenso — aquele tipo de tensão que você já conhece de The Last of Us: onde tudo pode dar errado, onde o inimigo nem sempre é o zumbi e onde sobreviver é só metade do problema. Os personagens vão evoluindo, cometendo erros, criando alianças improváveis e tentando manter algum senso de honra no meio do caos.

Se você curte histórias que tratam o apocalipse como um cenário para explorar o pior e o melhor da humanidade, Kingdom é um prato cheio. É intenso, é sombrio e tem aquela mesma energia de ferro e flor que define o universo de Joel e Ellie.

Alice in Borderland

Ano: 2020 | País: Japão 

Onde assistir: Netflix

Já pensou em acordar numa versão vazia da sua cidade e descobrir que, pra continuar vivo, você tem que participar de jogos letais? É isso que acontece com Arisu, um jovem viciado em videogame e meio perdido na vida, que acaba indo parar em uma Tóquio alternativa com regras brutais. Os jogos, claro, são cada vez mais cruéis — e cada escolha tem um preço altíssimo.

O que começa como uma premissa meio sci-fi vira, aos poucos, uma análise bem profunda do comportamento humano em situações-limite. Arisu vai perdendo amigos, conhecendo gente nova, se apaixonando, se revoltando e, principalmente, mudando. E essa mudança é o que torna a série tão parecida com The Last of Us. Porque sobreviver aqui também é sobre carregar cicatrizes — físicas e emocionais.

 The Last of Us
Foto: reprodução/netflix

A vibe da série é tensa, misteriosa, com momentos de ação muito bem dirigidos, mas o que gruda mesmo na gente são os personagens. Você começa pensando “nossa, que doido esse jogo” e, quando percebe, está chorando porque alguém que você nem curtia tanto morreu. E tem muito disso aqui: morte repentina, dilema moral e aquela dúvida constante de em quem confiar.

Se você gostou da sensação de não saber quem vai sobreviver no próximo episódio, do impacto de perder personagens importantes e do peso que cada decisão carrega, Alice in Borderland vai te pegar em cheio. E a segunda temporada só deixa tudo ainda mais intenso.

Sweet Home

Ano: 2020 | País: Coreia do Sul

Onde assistir: Netflix

Sabe aquela sensação de que os monstros estão dentro da gente? Em Sweet Home, isso é literal. 

A história se passa num prédio de apartamentos onde os moradores começam a se transformar em criaturas grotescas, cada uma representando desejos reprimidos ou traumas profundos. No meio de tudo isso, está o Hyun-soo — um adolescente solitário, cheio de dor, que tá prestes a cometer suicídio quando o mundo simplesmente… Quebra.

A construção do mundo é muito doida e, ao mesmo tempo, supersimbólica. Os monstros não são só ameaças físicas — eles são espelhos distorcidos da alma das pessoas. Um cara que queria ser bonito demais vira uma aberração obcecada por aparência. Uma mulher reclusa vira uma criatura com tentáculos por querer controle. E isso dá uma camada emocional absurda pra história, algo que lembra muito o lado psicológico de The Last of Us.

 The Last of Us
Foto: reprodução/netflix

Hyun-soo, aliás, é o tipo de protagonista quebrado que a gente ama acompanhar. Ele começa a série sem vontade de viver, mas acaba encontrando um propósito quando percebe que pode ajudar os outros. Isso lembra muito o arco do Joel e até da Ellie em momentos mais sombrios: a ideia de que, mesmo no fim do mundo, ainda é possível se conectar, ainda é possível salvar alguém — nem que seja a si mesmo.

E tem ação, viu? Lutas intensas, monstros com design super criativo, efeitos práticos misturados com CGI, sangue, drama, reviravolta… Tudo no pacote. Mas no fim das contas, o que fica é o peso emocional. Sweet Home é um soco no estômago com um fundo existencial bem amargo.

Train to Busan

Ano: 2016 | País: Coreia do Sul

Onde assistir: Prime Video, Telecine

Esse é clássico. Se você curte zumbis e ainda não viu Train to Busan, coloca no topo da lista agora. 

A trama é simples, mas poderosa: um surto zumbi toma conta da Coreia do Sul, e um pai tenta levar sua filha até Busan em um trem lotado — onde os passageiros precisam lutar não só contra os infectados, mas também contra o egoísmo, o medo e as decisões desesperadas de quem está só tentando sobreviver.

É daqueles filmes que te deixam em pé no sofá, roendo as unhas. Os zumbis são rápidos, agressivos e o ambiente fechado do trem torna tudo mais claustrofóbico. Não tem pra onde correr, literalmente. Mas, como em The Last of Us, o que mais pega não é o apocalipse em si — é o que ele revela das pessoas. Tem sacrifício, traição, redenção e momentos de partir o coração.

 The Last of Us
Foto: reprodução/prime video

O protagonista, que começa como um pai meio ausente e egoísta, vai sendo transformado pelas situações que enfrenta. Ele não vira um herói padrão, mas alguém disposto a dar tudo pela filha. A relação entre os dois é o coração do filme — e, se você chorou com Joel e Ellie, prepare-se para sentir o mesmo aqui.

Train to Busan é o tipo de história que prova que o gênero zumbi pode ser muito mais do que terror. Pode ser sobre amor, sobre empatia, sobre humanidade. E quando termina, deixa aquela mesma sensação de vazio que só as melhores histórias conseguem causar.

All of Us Are Dead

Ano: 2022 | País: Coreia do Sul
Onde assistir: Netflix

Agora imagina isso: você está na escola, preocupado com prova, bullying, aquele crush que nunca olha pra você… E, de repente, começa um apocalipse zumbi dentro da sua sala de aula. É exatamente isso que acontece em All of Us Are Dead. Um surto viral transforma estudantes em zumbis, e quem sobra precisa sobreviver sem adultos, sem ajuda externa e com o colégio inteiro virando um campo de batalha.

A série tem uma pegada muito forte de coming-of-age, só que no modo hard. Os personagens vão crescendo na marra, perdendo amigos, fazendo escolhas horríveis e entendendo o que significa realmente viver num mundo sem regras. É como se The Last of Us tivesse sido contado pelos olhos da Ellie adolescente — só que com um elenco inteiro na mesma vibe.

 The Last of Us
Foto: reprodução/ign

E não pense que, por serem jovens, a série pega leve. Pelo contrário: tem morte pesada, momentos supertensos, dilemas morais e personagens que você vai amar e odiar com a mesma intensidade. A direção é ágil, as cenas de zumbi são muito bem feitas e os episódios sempre acabam naquele clímax que te obriga a maratonar.

Se você curte histórias de sobrevivência que misturam emoção com ação de forma intensa, All of Us Are Dead é obrigatório. Tem tudo: crítica social, amizades sinceras, pais ausentes, adolescentes descobrindo o próprio limite… E muito, muito sangue.

I Am a Hero

Ano: 2015 | País: Japão
Onde assistir: Apple TV (aluguel), plataformas digitais

Esse aqui é o tipo de filme que começa meio estranho e termina te deixando com a cabeça explodindo. I Am a Hero acompanha Hideo, um mangaká frustrado e meio paranoico, que vive uma vida bem apagada. Ele é do tipo que ninguém nota. Só que aí o mundo é tomado por uma infecção zumbi, e de repente, o cara com uma espingarda guardada em casa vira uma das poucas pessoas com chance real de sobreviver.

Os zumbis aqui são diferentes — eles falam coisas aleatórias que repetiam em vida, têm movimentos esquisitos e um visual bem grotesco. Dá um medo genuíno, porque cada um parece único. E o visual do filme não economiza no sangue nem na tensão. Cada ataque é brutal, claustrofóbico e imprevisível. A sensação é a de estar sempre a um passo de virar jantar.

 The Last of Us
Foto: reprodução/apple tv

Mas o que mais impressiona é como o Hideo vai mudando. Ele não é um herói clássico — pelo contrário. Tem medo, entra em pânico, hesita o tempo todo. Mas, aos poucos, vai descobrindo que pode sim reagir, pode sim fazer a diferença. O crescimento dele lembra bastante o arco da Ellie: de alguém que só quer sobreviver, para alguém que quer proteger, lutar, resistir.

I Am a Hero é uma mistura perfeita de horror e desenvolvimento pessoal no melhor estilo asiático: bizarro, violento, mas também surpreendentemente emocional. Se você gosta de histórias onde pessoas comuns se transformam por necessidade — e pagam caro por isso — vai curtir demais.

Parasyte: The Grey

Ano: 2024 | País: Coreia do Sul
Onde assistir: Netflix

Imagina descobrir que alienígenas estão se infiltrando silenciosamente na sociedade, tomando o controle do corpo humano sem deixar rastros. Em Parasyte: The Grey, tudo começa com um ataque desses parasitas — mas, ao tentar dominar a protagonista, um deles falha, ficando parcialmente preso no braço dela. A partir daí, ela precisa conviver com essa coisa dentro de si, enquanto tenta impedir uma invasão total.

O mais legal aqui é a tensão constante entre manter a humanidade e ceder ao instinto. A protagonista vira uma ponte entre dois mundos: os humanos que querem eliminar os infectados e os parasitas que estão apenas tentando sobreviver — cada um à sua maneira. É impossível não lembrar da dualidade entre Ellie e o Cordyceps, ou do próprio Joel, que também carrega seu próprio “parasitismo” emocional.

 The Last of Us
Foto: reprodução/netflix

A série é cheia de ação, suspense e questionamentos éticos. Até onde vai o limite da empatia? Dá pra coexistir com algo que, por natureza, é predador? Ao mesmo tempo em que ela luta por controle do próprio corpo, também começa a entender que o inimigo talvez não seja tão simples quanto parece. É uma batalha física, mental e moral, tudo junto e misturado.

E vale dizer: Parasyte: The Grey é uma adaptação coreana inspirada no anime japonês Parasyte: The Maxim (2014), que por sua vez já era baseado num mangá icônico dos anos 1980. A essência continua a mesma — mas com um toque mais sombrio e emocional, bem no clima The Last of Us que a gente ama.

The Host

 Ano: 2006 | País: Coreia do Sul
Onde assistir: Prime Video, Apple TV (aluguel)

Antes de Parasita, o diretor Bong Joon-ho já tinha quebrado tudo com The Host — um dos filmes de monstro mais emblemáticos do cinema coreano. 

Tudo começa quando os americanos despejam produtos químicos no rio Han, em Seul. Resultado? Um mutante bizarro emerge da água e começa a causar o caos, sequestrando uma garotinha no processo. O foco do filme é a família dela, que tenta resgatá-la enquanto o governo… Não ajuda em nada.

Mas não se engane: The Host é muito mais do que um filme de criatura. Ele mistura crítica política, drama familiar e cenas de ação de um jeito muito orgânico. A criatura é assustadora, mas o que mais incomoda é o descaso das autoridades, a desinformação, o pânico coletivo e a forma como tudo vira propaganda. Tem uma vibe bem parecida com The Last of Us nesse sentido — onde o verdadeiro terror vem das pessoas tentando manter o controle.

 The Last of Us
Foto: reprodução/ign

O protagonista, interpretado por Song Kang-ho (que também está em Parasita, de 2019), é um pai considerado inútil pela família, mas que se joga de cabeça na busca pela filha. E é aí que o filme brilha: na fragilidade humana, no improviso, na tentativa de ser herói num mundo que não liga pro seu esforço. Ele não sabe lutar, não é esperto, não tem grana… Mas vai até o fim.

Se The Last of Us te pegou pela conexão entre pais e filhos e pela sensação constante de estar lutando contra um sistema falido, The Host vai te entregar tudo isso — com uma criatura icônica, cenas marcantes e uma crítica social afiada que continua atual até hoje.

#Alive

Ano: 2020 | País: Coreia do Sul
Onde assistir: Netflix

#Alive é um filme que pegou o timing certo: lançado em plena pandemia, ele retrata um apocalipse zumbi visto pela lente do isolamento. O protagonista é um gamer que acorda e descobre que sua vizinhança virou um inferno — zumbis pra todo lado, comunicação cortada, comida acabando. E aí ele faz o que qualquer um faria: se tranca no apartamento e tenta sobreviver… Sozinho.

A vibe lembra bastante o início de The Last of Us Part II, com momentos silenciosos, tensão no ar e aquele medo de abrir a porta e dar de cara com a morte. O diferencial aqui é justamente o ponto de vista solitário. Não é sobre ação frenética — é sobre o tédio, o medo constante, a saudade, a ansiedade e a dúvida se ainda existe alguém lá fora.

 The Last of Us
Foto: reproução/netflix

E aí, quando ele finalmente faz contato com outra sobrevivente, do prédio ao lado, o filme muda de tom. A conexão entre os dois dá uma nova camada emocional para a história, mostrando que, mesmo sem sair do lugar, é possível criar laços, esperança e coragem. É o tipo de relação que lembra muito a de Joel e Ellie nos momentos mais sutis: sem grandes palavras, mas cheia de significado.

#Alive é mais íntimo, mais contido, mas não menos impactante. Um apocalipse visto pela janela, com direito a momentos de desespero real, sacadas inteligentes e aquele eterno dilema entre arriscar tudo ou continuar respirando em silêncio. Se você curte o lado mais psicológico e emocional de The Last of Us, esse filme é um achado.

 

Quais desses você já assistiu? Conta pra gente nas redes sociais do Entretê – Instagram, Facebook, X – e nos siga para atualizações sobre a indústria do entretenimento.

 

Leia também: The Last of Us: conheça os personagens da 2ª temporada

 

Texto revisado por Bells Pontes

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Livros Notícias Resenhas

Resenha | No Fundo É Amor: o romance mais quente de Ali Hazelwood

Prepare-se para perder o controle, se apaixonar por esportes aquáticos, e ter um olhar diferente sobre BDSM se comparado a Cinquenta Tons de Cinza… Vem saber o que achamos do romance!

[Contém spoiler] Inteligente, profundo e apaixonante: No Fundo É Amor reforça mais uma vez o porquê de Ali Hazelwood ser uma das romancistas mais lidas do momento e merecer uma vaga na sua estante. Em Deep End, título original do best-seller lançado em março de 2025 pela editora Arqueiro, somos apresentados à Scarlett Vandermeer e Lukas Blomqvist, dois jovens adultos estudantes que tentam administrar a rotina pré-universitária com a vida de atleta, e mergulham em uma trama envolta por desejos, aceitação sexual, traumas, superação e uma paixão voraz.

A história é desenvolvida sob o olhar de Scarlett ou Vandy (como é chamada pelos amigos), uma personagem repleta de camadas de medos e incertezas, que concilia sua jornada como atleta de saltos ornamentais com a candidatura para a faculdade de medicina. Nesse meio tempo, precisa superar um bloqueio psicológico após uma lesão séria de esporte que a impede de realizar um salto específico para conseguir se classificar nas competições que antecedem as Olimpíadas.

Isso tudo se intensifica com uma proposta inusitada. Após descobrir que sua amiga, Pen, terminou o namoro por não corresponder aos desejos de seu parceiro em uma estrutura sexual de BDSM, Vandy revela ser adepta dessa prática. A amiga então sugere que ela fique com seu ex: Lukas é um prodígio da universidade de Stanford, capitão do time de natação, campeão mundial, um líder nato, sueco e dominador.

“Antes de mergulhar, quero que você saiba que esta obra explora alguns tipos de fetiche, consensuais e negociados – em particular, relacionados a dominação e submissão.”. — Ali Hazelwood

Resenha | No Fundo É Amor: o romance mais quente de Ali Hazelwood
Imagem: reprodução/Art by @polarts_ for @afterlightbooks
[…] Nós somos humanos. Não temos controle de nada. Autonomia é um mito.

A promessa de explorar fetiches e o BDSM na relação sexual dos protagonistas fez os fãs irem ao delírio com o recém-lançamento — e podem ficar tranquilos — Ali não decepcionou nenhum pouco nessa parte. Ela nos fez gastar a imaginação em 11 capítulos de puro hot (25, 27, 35, 36, 42, 48, 49, 51, 52, 58 e 60), além de quebrar os tabus desse tipo de interação sexual que envolve controle e brutalidade, mas também carinho e afeto.

Para além da pegação, é muito interessante como a escritora italiana explorou a temática do controle fora do sexo também, já que os embates pessoais dos personagens giram entorno dele: para Vandy, isso fica nítido em sua trajetória de superação com a finalidade de conseguir realizar o salto e sua insistente necessidade em ser perfeccionista; para Lukas, o controle tão íntimo do nadador, se esvai por suas mãos no primeiro momento em que elas tocam Vandy e isso o desestabiliza.

“Scarlett, acho que o Dr. Carlsen é o marido.”

Se você acha que A Hipótese do Amor é TOP 1 imbatível, esse é o momento de darmos as mãos e gritarmos. \0/ SIM, Adam e Olive aparecem na trama de No Fundo é Amor, e dessa vez a participação é mais longa do que em Amor, Teoricamente (livro em que ambos estavam noivos). Uma vez que Vandy e Lukas estudam em Stanford, o encontro entre os casais se dá de forma natural, nada forçado: Carlsen é professor de Vandy na matéria de biologia computacional, e ao se impressionar com o nível de conhecimento da aluna, indica-a para um projeto de pesquisa mediado por Olive, do qual Lukas também é integrante. A participação é secundária, mas, ainda assim, é possível observar nos detalhes o carinho de um com o outro, e saber que eles finalmente casaram!!! OMG

“Desde o primeiro momento, você detinha todo o poder. Desde o primeiro momento, eu estava na palma da sua mão.”

As expectativas para o livro estavam altas, e a leitura não decepcionou, mas não desbancou os outros volumes da autora que disparam como preferidos, ganhando por aqui uma nota 4. Ainda assim, a história é envolvente, e de longe um dos melhores desenvolvimentos de personagens e relações (amizade também) de Ali Hazelwood, não à toa No Fundo É Amor é o livro que ela relata mais ter gostado de escrever.

 

Ficou com vontade de ler? Conta pra gente qual é o seu livro favorito de Ali Hazelwood nas redes sociais do Entretê – Instagram, Facebook, X – e nos siga para atualizações sobre a indústria do entretenimento.

Leia também: Resenha | Minha Melhor Parte é uma história de amor fofa e inclusiva

 

Texto revisado por Karollyne de Lima

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Cultura turca Notícias

Notícias da semana no mundo turco — 14/4 a 18/4

Atualizamos você sobre tudo o que aconteceu no mundo turco durante a Semana Santa

 

Por: Gabriella Emim, Nayara Alves e Shay Roiz 

Ecem Erkek irá gravar o filme Gelin Takımı 2 (Time da Noiva 2)

Conhecida pelo programa Güldür Güldür Show, Ecem dividirá cenas com Şebnem Bozoklu, Seda Bakan e Nilperi Şahinkaya no longa Gelin Takımı 2, que começará a ser gravado no dia 2 de junho. 

Foto: reprodução/TV Newsroom
İrfan Ateş será Andaç, irmão de Sevilay, em Siyah Kalp (Coração Negro)

O ator participou recentemente de Kuruluş Osman (2019) e agora dará vida à Andaç, irmão de Sevilay (Leyla Tanlar). A série foi estendida até o final da temporada.

Foto: reprodução/TV Newsroom
Rumo ao Vento é sucesso internacional!

Rumo ao Vento (Rüzgara Bırak, 2025) está conquistando novas audiências em salas de cinema espalhadas pelo mundo e na plataforma de streaming. Depois do lançamento oficial no dia 14 de fevereiro no streaming, a Netflix decidiu liberar a produção para outros países no dia 11 de abril e o filme conseguiu alcançar o Top 10 em diversas regiões do mundo. Rumo ao Vento conseguiu o sexto lugar na posição global de mais assistidos. Na Turquia, ele permanece no Top 10 há mais de 50 dias consecutivos.

Foto: reprodução/AdoroCinema
De atriz à apresentadora

A talentosa atriz Elçin Sangu é a nova apresentadora do programa Elçin Sangu İle 101, novo talk show turco que será um espaço para receber convidados especialistas para debater assuntos da atualidade como astrologia, inteligência artificial, saúde mental, relacionamento na era digital  e muito mais! 

A estreia acontecerá no dia 29 de abril na plataforma de streaming GAIN. 

Foto: reprodução/Instagram @amoremistambul
Semih Saygıner será inspiração para uma série no streaming!

O atleta que venceu o Campeonato Mundial de Bilhar em 1994, será inspiração para uma nova série da Netflix, intitulada Mestre. Ainda não se sabe quem interpretará o Mr. Mágico. 

Foto: divulgação/Instagram @semihsayginerofficial
Nova série da OGM Pictures

A nova série da produtora será Çarpıntı, que acompanha a história de Aslı, uma jovem conectada a um dispositivo de assistência cardíaca. Terá roteiro de Deniz Dargı e direção de Ali Balcı – o mesmo diretor de Siyah Kalp (2024). As gravações devem começar em julho.

Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
Saiba quem interpretará quem no novo filme ambicioso BKM, Adile

O longa contará a história de Adile Naşit, uma das atrizes mais queridas da Turquia, falecida nos anos 80. Meltem Kaptan viverá Adile Naşit, Seda Bakan será Müjde Ar e Tarık Ündüz interpretará Gazanfer Özcan. As filmagens estão previstas para começarem em maio. 

Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
As gravações do filme İki Dünya Bir Dilek foram iniciadas

Hande Erçel apareceu de cabelo curto nas gravações do filme İki Dünya Bir Dilek para viver sua nova personagem e levantou um questionamento: é peruca ou cortou mesmo? 

Foto: reprodução/Instagram @handemiyy
Novo trailer da 3ª temporada de Prens

A atriz Burcu Özberk aparece rapidamente no trailer da produção Max Original e deixou fãs ansiosos nas redes sociais, já que ela está afastada das telas desde 2023. 

 

A equipe da série Karanlık Oda se reuniu para o primeiro ensaio 

A série produzida por Ceylan Yapım, reuniu o elenco de Karanlık Oda para a primeira leitura do roteiro. A dizi será exibida na Gain e terá oito episódios. Uraz Kaygılaroğlu interpretará o fotógrafo Atlas e a atriz Burcu Özberk dará vida a Sare.

Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
Caner Cindoruk é o aniversariante da semana!!

O ator Caner Cindoruk completou nesta quinta (17), 45 anos de vida. Caner ficou conhecido mundialmente através da novela Força de Mulher, exibida na Tv Record. Além da fama por seu talento, ganhou em nosso país o título de galã, tendo sua fisionomia comparada ao do ator norte-americano George Clooney.

Foto do ator Caner Cindoruk
Foto: divulgação/Star TV

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Leia também: Conheça a carreira de Caner Cindoruk o Sarp de Força de Mulher

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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