Após 17 anos de espera, My Chemical Romance confirma show único no Brasil em 2026 e promete uma noite inesquecível para os fãs mais fiéis
Sim, é real. Depois de uma espera que pareceu uma eternidade, o My Chemical Romance finalmente anunciou seu retorno ao Brasil! O show histórico acontece no dia 5 de fevereiro de 2026, no Allianz Parque, em São Paulo, e quem abre essa noite épica é ninguém menos que o The Hives. A realização é da 30e, com apresentação do Santander Brasil.
Se você, como eu, passou anos revivendo cada verso de Helena e Welcome to the Black Parade, sonhando com o dia em que ouviria Gerard Way cantando ao vivo de novo em solo brasileiro… então respira fundo: esse dia chegou.
A venda dos ingressos começa em 25 de junho, às 10h, no site da Eventim, com pré-venda exclusiva para clientes Santander. Se você não é cliente, prepare o alarme: a venda geral abre no dia 27 de junho, ao meio-dia.
Foto: divulgação/My Chemical Romance
O MCR volta com tudo como parte da turnê Long Live: The Black Parade, que já esgotou datas pelo mundo afora. E como se isso não bastasse, em junho eles ainda lançaram uma versão deluxe do icônico Three Cheers For Sweet Revenge, com novas mixagens assinadas por Rich Costey e faixas bônus gravadas na BBC. É tipo um presente pra quem aguentou quase duas décadas de saudade.
E o clima de revival continua com os suecos do The Hives como banda de abertura — sim, eles mesmos, com seus ternos inconfundíveis e aquele rock garageiro que explode ao vivo. Vai ser energia pura do início ao fim.
SERVIÇO – MY CHEMICAL ROMANCE @ SÃO PAULO
Data: 5 de fevereiro de 2026 (quinta-feira)
Local: Allianz Parque – Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo/SP
Classificação etária:
5 a 15 anos acompanhados dos pais/responsáveis
a partir de 16 anos desacompanhados
INGRESSOS
Setor
Meia-entrada
Inteira
Cadeira superior
R$ 197,50
R$ 395,00
Pista
R$ 247,50
R$ 495,00
Cadeira inferior
R$ 322,50
R$ 645,00
Pista Premium
R$ 447,50
R$ 895,00
VENDAS
Pré-venda (clientes Santander Private/Select): 25/06 às 10h até 26/06 às 10h
Pré-venda (demais cartões Santander): 26/06 às 10h até 27/06 às 10h
Venda geral: 27/06 às 12h (online) e às 13h (bilheteria oficial)
Vendas online:eventim.com.br/MyChemicalRomance Bilheteria oficial: Allianz Parque – Bilheteria B (25–27/06) e Bilheteria A (demais datas)
Se você esperou esse show tanto quanto nós, essa é a hora. Recarregue a pulseira preta, tire sua camiseta da Black Parade do armário e esteja pronto para cantar até perder a voz.
Nos vemos no Allianz e compartilhe com a gente nas redes sociais do Entretê — Facebook, Instagram e X — e nos siga para ficar por dentro de todas as novidades no mundo do entretenimento e da cultura.
Prepare-se para mergulhar no universo dos doramas e do K-pop em um evento cheio de cultura, diversão, gastronomia e experiências incríveis no coração da Liberdade
A segunda edição do K-Drama Festival SP já tem data marcada e promete ser um dos principais encontros para os fãs da cultura coreana em 2025. O evento acontecerá no dia 29 de junho, em São Paulo, e será realizado na Rua Santa Luzia, número 74, no bairro da Liberdade/Sé, a apenas cinco minutos da estação Liberdade do Metrô.
Organizado pela Konex Eventos, o festival tem como foco os apaixonados por K-dramas, K-pop, moda e gastronomia coreana. O espaço contará com diversas atrações pensadas para engajar o público que acompanha a onda coreana — também conhecida como Hallyu — que se espalhou pelo mundo nos últimos anos.
Foto: divulgação/K-Drama Festival
Atrações e ingressos
Entre as atividades confirmadas para o dia estão shows de talentos, apresentações de canto e dança, presença de convidados especiais ligados ao universo asiático, lojas temáticas com produtos relacionados à cultura coreana e estandes de comidas típicas da Coreia do Sul. Além disso, o evento promete outras experiências para o público, como espaços instagramáveis, sorteios e brincadeiras.
Os ingressos já estão à venda de forma online e com valores promocionais para quem adquirir com antecedência. Os preços variam de acordo com o lote e a opção de incluir brindes. A meia-entrada custa R$ 55, válida para estudantes com carteirinha e pessoas acima de 60 anos. A pré-venda está disponível por R$ 80. O primeiro lote custa R$ 90, o segundo lote R$ 100 e o terceiro lote R$ 110.
Também há uma opção de ingresso com brindes: o combo inclui dois pôsteres e tem preços que vão de R$ 75 (meia-entrada) até R$ 130 (terceiro lote com pôster). Vale destacar que o valor da meia-entrada com pôster corresponde à média do terceiro lote.
Para quem preferir comprar o ingresso na porta, o valor será de R$ 120, sujeito à disponibilidade. Menores de 13 anos só poderão entrar acompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Os organizadores recomendam que o público acompanhe as atualizações do festival pelo perfil oficial no Instagram, @kdramafestivalsp. Por meio da página, é possível participar de enquetes, votar em atrações e ficar por dentro das novidades sobre a programação do evento.
O K-Drama Festival SP nasceu como um espaço de celebração da cultura sul-coreana no Brasil, reunindo fãs de diferentes idades em um ambiente de troca, lazer e entretenimento. A segunda edição vem para consolidar esse espaço, oferecendo um dia completo de atividades para quem acompanha os dramas, a música e a estética coreana no dia a dia.
Quem nós veremos lá? Compartilhe com a gente nas redes sociais do Entretê — Facebook, Instagram e X — e nos siga para ficar por dentro de todas as novidades no mundo do entretenimento e da cultura.
Seis décadas da voz de um país. A cantora se apresenta em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador no final do ano
Maria Bethânia celebra 60 anos de carreira em shows que trarão músicas inéditas em meio a clássicos. Apresentados por Elo, os shows estreiam no Rio de Janeiro, nos dias 06, 07, 13 e 14 de setembro, no Vivo Rio, seguindo para São Paulo nos dias 04, 05, 11 e 12 de outubro, no Tokio Marine Hal e no dia 15 de novembro, em Salvador, na Concha Acústica.
No espetáculo comemorativo, a cantora irá explorar exatamente a interseção entre a linguagem musical e a dramaturgia, ou seja, entre textos e canções, incluindo músicas que ainda serão reveladas. As referências para o novo espetáculo são Rosa dos Ventos e A Cena Muda, ambos do período dos anos 1970.
Imagem: divulgação/Guilherme Nabhan
Celebrada no carnaval da verde-e-rosa, em documentários como Música é Perfume (Georges Gachot em 2005) e Fevereiros (Marcio Debellian, 2017) e pelos milhares de fãs que foram às arenas assistir a recém-encerrada turnê feita ao lado de Caetano Veloso, Bethânia seguirá traçando, no novo show, as linhas desse Brasil que a alimenta e que ela alimenta. Afinal, carrega com ela, como certeza, um verso da primeira canção que entoou no espetáculo Opinião, há 60 anos: “A barra do dia vem”.
Os ingressos estarão disponíveis online e nas bilheterias oficiais (sem taxa de serviço). Clientes Elo poderão parcelar em até 5x sem juros, enquanto os demais poderão parcelar em até 3x. A turnê é realizada pela Live Nation Brasil.
Classificação: 16 anos. Menores de 06 a 15 anos, apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais.*Sujeito a alteração por Decisão Judicial.
SALVADOR
Data: 15 de novembro de 2025 (sábado)
Local: Concha Acústica
Endereço: Av. Alberto Pinto, 11 – Campo Grande, Salvador – BA
Ingressos: a partir de R$240,00
Classificação: 16 anos. Menores de 05 a 15 anos, apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais.*Sujeito a alteração por Decisão Judicial.
Ansiosos para esses momentos com Bethânia? Conta para gente nas redes sociais do Entretetizei! Nos siga no X, no Facebook e no Instagram e não perca nenhuma novidade!
Cada uma das integrantes da equipe de redação do Clube do Entretê indicou um livro para comemorar o Mês do Orgulho
Junho é tempo de celebrar o orgulho, a resistência e, claro, a visibilidade e o poder das histórias LGBTQIAPN+ em todas as suas formas. O entretenimento também é lugar de representatividade, acolhimento e, principalmente, de protagonismo. Por isso, convidamos as integrantes da nossa equipe de redação para indicar livros que marcaram, emocionaram ou fizeram refletir. Vem conferir as recomendações para este Mês do Orgulho:
Os Sete Maridos de Evelyn Hugo (2019) – Taylor Jenkins Reid
Imagem: divulgação/Editora Paralela
Evelyn Hugo, uma lendária atriz de Hollywood já aposentada, decide finalmente contar sua verdadeira história para a jovem jornalista Monique Grant. Ao longo do livro, Evelyn revela os bastidores de sua vida glamourosa, marcada por sete casamentos, escândalos, ambição e sacrifícios.
Mas o verdadeiro amor da vida de Evelyn nunca foi um de seus maridos, e há um motivo profundo por trás da escolha de Monique para contar essa história.
Por que foi recomendado?
“É aquele tipo de obra que te tira do eixo. Extremamente divertida e atrativa, mostra uma personagem complexa e cheia de nuances, além de uma história de amor arrebatadora.” –Bia Neves
Vampiros Nunca Envelhecem (2022) –Natalie C. Parker e Zoraida Córdova (Org.)
Imagem: divulgação/Galera Record
Uma antologia com 11 contos de vampiros, organizada por Zoraida Córdova e Natalie C. Parker. A coletânea reúne algumas vozes importantes da literatura young adult, como V.E. Schwab e Julie Murphy, cada uma apresentando sua própria versão do mito vampírico, com representatividade LGBTQIAPN+, personagens diversos e ambientações que vão do clássico ao contemporâneo.
Por que foi recomendado?
“Vampiros sempre foram representados como homens brancos, héteros e padrão (e essa é uma palavra chatíssima), apesar de toda a energia LGBTQIAPN+ nas entrelinhas. Vampiros Nunca Envelhecem destrói essa ideia e reimagina tudo de uma forma muito mais inclusiva, verdadeira e, vamos ser sinceras, interessante.”– Bells Pontes
Girls Like Girls (2023) – Hayley Kiyoko
Imagem: divulgação/Intrínseca
Coley, uma adolescente de 17 anos, se muda para uma pequena cidade no interior do Oregon após a morte da mãe e passa a morar com o pai, distante e ausente. Sozinha e vulnerável, ela conhece Sonya, a garota mais popular do colégio, que se mostra gentil, empática e acolhedora.
À medida que a amizade entre elas cresce, sentimentos mais profundos emergem: Coley não sabe se merece ser amada e Sonya, que nunca ficou com uma garota antes, também precisa lidar com suas inseguranças.
Por que foi recomendado?
“É uma história sobre autoconhecimento e descobertas. Fiquei encantada ao ler como Hayley retratou algo que acontece com muitas de nós, garotas sáficas: a confusão de perceber que somos diferentes de como a sociedade esperava que fôssemos. As camadas de insegurança, aceitação, medo e felicidade são muito comuns no processo de se descobrir e se entender e, sendo uma de nós, Kiyoko retratou esses sentimentos de forma leve e emocionante.” – Letícia Mendonça
Um Milhão de Finais Felizes (2018) – Vitor Martins
Imagem: divulgação/Globo Livros
Jonas é um jovem apaixonado por livros e pela escrita, mas que enfrenta dificuldades com a família conservadora e os dilemas da vida adulta. Trabalhando como garçom em um café, ele tenta encontrar seu lugar no mundo enquanto escreve sua própria história. Ao se apaixonar por Arthur, Jonas embarca em uma jornada de amor, amizade, família e autoconhecimento.
Por que foi recomendado?
“Minha recomendação é Um Milhão de Finais Felizes porque, resumindo,o livro do Vitor quebra seu coração ao te fazer refletir sobre família, religião, escolhas, amizades e amadurecimento. Depois ele recolhe os pedaços e te reconstrói de forma carinhosa e divertida. E uma frase me marcou muito ‘(…) mesmo passando por tanta coisa ruim na vida, você ainda guarda um milhão de finais felizes aí dentro’.” –Letícia
O Mar Me Levou a Você (2023) – Pedro Rhuas
Imagem: divulgação/Seguinte
Matias Mendonza, filho de uma família de lendários surfistas, volta ao litoral cearense para um verão no hostel da família. Lá, conhece Júlio, um rapaz cheio de cicatrizes e segredos. Aos poucos, os dois se aproximam e vivem uma história de amor marcada por descobertas, curas e conexões profundas. Com o mar como pano de fundo e metáfora, o livro fala sobre identidade, afeto e recomeços.
Por que foi recomendado?
“É daqueles livros que aquecem o coração e fazem a gente acreditar no destino. A história tem uma vibe meio ‘o universo conspira a favor do amor’, com personagens que se encontram de um jeito tão especial que parece mágica. O mar quase vira um personagem também: traz saudade, mistério e uma conexão que nem sempre dá para explicar.”– Maria Eduarda
Uma Bebida e um Amor Sem Gelo, Por Favor (2006) – Liliane Prata
Imagem: reprodução/Liliane Prata
Marina é uma jovem publicitária cheia de inseguranças que, depois de uma série de decepções amorosas, conhece Rafaela em um chat online. O que começa como um namoro virtual vira um romance surpreendente, que a faz repensar o amor, os rótulos e a si mesma.
Por que foi recomendado?
“Um tipo de descoberta do amor que impressiona pela possibilidade de acontecer com qualquer um de nós. Um final surpreendente.” – Sussuca
Essas são só algumas das obras que atravessaram nossas vidas. E esperamos que possam chegar até vocês também, tendo o mesmo efeito que tiveram em cada uma de nós. Celebrar histórias LGBTQIAPN+ é também lembrar que cada vivência importa e que a literatura tem um poder transformador.
E você, o que anda consumindo no Mês do Orgulho? Conta pra gente nos comentários ou nas redes do Entretê — Instagram, X e Facebook — e venha fazer parte do nosso Clube do Livro.
Entre personagens intensos, prêmios e repercussão nas redes, o ator vive fase de destaque na TV e no streaming
Com um pé no streaming e outro na TV aberta, Breno Ferreira vive uma fase marcante na carreira. O ator vem se destacando em produções de peso do audiovisual brasileiro, como as séries Amar É para os Fortes (2023), que lhe rendeu o prêmio de Melhor Ator no Produ Awards 2024, De Volta aos 15 (2022), além das novelas Vale Tudo (2025) e Beleza Fatal (2025), está última original da HBO Max e exibida também pela Band.
O impacto de seus personagens já ultrapassa as telas. No X (antigo Twitter), fãs criam teorias conectando seus papéis como se fizessem parte de um mesmo universo ficcional.
Foto: divulgação/Sthefany Barros
É nesse cruzamento entre talento, versatilidade e a curiosidade do público que começamos esta entrevista. Ao Entretetizei, Breno, que iniciou a carreira como jogador de futebol, fala sobre essa fase de reconhecimento, os bastidores dos projetos recentes e o carinho dos fãs:
Entretetizei: Breno, sua trajetória passou pelos campos de futebol e te levou aos palcos e às câmeras. Como essa vivência esportiva moldou sua postura como artista, especialmente em relação à disciplina e trabalho em equipe?
Breno Ferreira: Olha, ambos para mim são atletas. Eu acho que se parecem porque o ator é o atleta das emoções, né? O jogador de futebol é atleta profissional daquele esporte, e eu acho que ambos requerem uma entrega muito grande. Assim, cada um, a seu modo, faz muita parte do seu tempo, do seu dia a dia, você tá consumindo aquilo a todo tempo e é isso. Você vive como um atleta mesmo. Então, eu acho que se parece nisto: na dedicação que tem que ser posta, sabe? Mesmo sem saber se vai dar certo ou errado; a gente acredita muito que vai e se debruça muito. Eu acho que isso é uma semelhança, porque ambos pra mim são atletas, certo?
E: Quando você olha para tudo que construiu entre novelas, séries de diferentes plataformas, o que mais te surpreende ou emociona nessa jornada?
BF: Olha, surpreso eu confesso que não fico, porque, sempre, em algum lugar,eu imaginei viver disso; eu quis viver disso. Lutei muito por isso, então não fico surpreso. Mas me emociona. Me emociona saber que deu, vem dando, está dando certo. É isso que me enche de orgulho, isso faz eu ter a concepção de que eu estou no trilho certo. Me dá muito gás pra continuar, mas eu fico muito emocionado. Principalmente por ser ator, preto, retinto. E com as condições que eu tinha para conseguir virar, eu fico muito feliz que tenha dado certo. A carreira tem sido de muito orgulho para mim e para quem me permeia. Então, eu fico muito emocionado de saber que está dando certo. Porém não me assusta, nem é uma surpresa, porque sempre foi algo que eu trabalhei para ter.
E: Em Beleza Fatal, seu personagem Álec representa uma régua moral na trama, o que você já mencionou ser um desafio. Como foi esse mergulho e o que esse papel te ensinou, tanto como ator quanto como pessoa?
BF: Cara, o Álec é um presente. Eu fico muito honrado, muito honrado de ter dado vida a esse personagem. E de fato ele tem uma régua moral muito alta; eu não me recordo de ter feito um personagem com essa régua moral tão alta. É um desafio sempre, porque para não ficar massivo a gente precisa de estratégias, né? E isso demanda tempo, estudo, que é o que a gente gosta de fazer, mas tem o seu tempo para chegar. Eu acho que o Álec me ensinou que talvez você perca algumas peças no meio do caminho por ser o que você acredita que é, né? Eu acho que isso ficou mais forte na minha cabeça, é um baita personagem, foi um desafio tremendo, gostoso de fazer, e fico feliz que vocês gostaram.
Foto: divulgação/Sthefany Barros
Clássicos revisitados, parcerias que evoluem e o carinho do público
E: Em Vale Tudo, você revive um personagem que marcou a estreia de Marcelo Novaes na TV. Como foi encontrar o seu próprio André dentro de uma história tão icônica? Como equilibrar o respeito pela obra original com a necessidade de imprimir autenticidade e atualidade ao papel?
BF: Uma honra também. Outro presente, Vale Tudo. É a novela das novelas, é um baita clássico, né? Então eu estou muito honrado de também estar fazendo parte desse elenco. Encontro o Marcelo, a gente troca umas ideias pelos corredores quando a gente se encontra; eu tenho um baita respeito pela primeira versão, e um baita respeito por esse remake que a gente tá fazendo. Então, por si só, eu já tenho, esse norte, porque Consuelo e Jarbas eram tios de André e Daniela. E, nessa versão, são pais. André e Daniela são irmãos, ok? O André trabalha na hípica, nessa versão não tem clube de natação, então são ferramentas diferentes da primeira versão, que também me ajudam a chegar num outro norte, mas com a essência do personagem. Mas tendo o privilégio de poder criar na abertura que eu tenho, para também construir esse meu André. Acho que as coisas andam juntas, não estão tão desconexas assim. É mais um presente, e eu fico muito feliz com essas possibilidades que eu tenho de também colocar e ajudar a construir esse André, e continuar a dar vida a esse personagem assim, sabe? Eu fico muito feliz.
E: Você já contracenou com Camila Queiroz em De Volta aos 15 e, mais recentemente, em Beleza Fatal. Como foi reencontrá-la em um novo contexto? A parceria de vocês em cena evoluiu?
B: A Camila é uma grande amiga, uma excelente atriz, é muito bom trabalhar com ela. Trabalhamos em contextos diferentes, né? Primeiro no De volta aos 15. É uma série mais jovem. A gente gravou em Paris e era um outro contexto, e ali eu conheci a Camila. E logo depois a gente se reencontra em Beleza Fatal. Nós fizemos duas temporadas de De volta aos 15 e a gente se reencontra na sala de ensaio de Beleza Fatal, que é um projeto completamente oposto, é um novelão. Tem tramas pesadas, tem morte, tem vilania, tem tudo isso… Mas a partir do momento que você tem um profissional bom ali com você, você pode ter a história que você quiser para contar, que ela vai acontecer de alguma forma. Então, a Camila sempre foi uma parceira gigante, sempre nos ajudamos muito em cena e fora de cena também, mas é isso… assusta primeiro quando a gente vê que é essa diferença de trabalho,né? Mas a gente fica muito tranquilo em saber que tem essa peça que é a Camila, né? Dentre outros amigos que temos ali no elenco. Então fica fácil.
E: Você tem transitado entre streaming e TV aberta com naturalidade. O que mais te instiga nesses dois universos e como adapta sua atuação para cada um?
BF: O que sempre me instigou e continua a me instigar é criar. Se eu estou criando, se estou em meio a pluralidade, eu tô feliz; para mim é um deleite, sabe? Então, eu transito com felicidade, entendendo que cada um demanda uma coisa, né? A série a gente tem um tempo reduzido para fazer, mas também menos cenas; então a gente consegue se debruçar mais, talvez porque se tem um texto já fechado. E a novela é essa aventura, é o atleta da emoção, sabe? A novela a gente grava muitas cenas por dia, a gente recebe roteiros semanais. Então, são coisas diferentes, são temperamentos diferentes, mas que eu consigo me adaptar. E eu amo os dois, não tem um que eu prefira. É uma delícia fazer cinema, é uma delícia fazer novela. Então, eu me sinto um felizardo, e em qualquer um dos dois eu vou estar dando o meu máximo, querendo fazer que aconteça da melhor forma. Então eu levo com naturalidade, porque para mim é bom.
Foto: divulgação/ Philipp Lavra e Isadora Relvas
E: Um post viral no X brincou que você seria um “infiltrado” de Beleza Fatal em Vale Tudo. Como você encara essas conexões que o público faz entre seus personagens?
BF: Eu recebo muita coisa de amigos, de familiares, e isso para mim é maravilhoso, é um deleite, sabe? Essa conexão entre esses dois mundos tem muitas aspas, porque não são dois mundos. É uma coisa imaginária que a gente cria porque é para uma pessoa final, que é o público. Então, quando eu vejo falando tanto de Beleza Fatal, tanto de Álec quanto de André, em Vale Tudo, e as pessoas gostando e brincando com isso, eu fico muito feliz porque o trabalho está sendo feito, sabe? O trabalho tá continuando. E isso é um privilégio, um prazer ver que as pessoas gostam, as pessoas comentam, traz a sensação de que estou no caminho certo. E eu fico muito feliz de estar chegando e que tenha chegado nesse lugar.
E: Fora dos holofotes, onde o Breno se recarrega? Quais são seus refúgios de inspiração e equilíbrio quando não está atuando?
BF: Olha, eu acho que estar próximo à família é o melhor remédio, estar perto da natureza é o melhor remédio. Um mergulho no mar é o melhor remédio. Tomar um sol… É isso que gosto de fazer. Me alimentar bem, recarregar as energias para voltar para o dia dia. É isso que me contempla. Estar perto dos meus, perto do que é natural. É isso, isso me ajuda a ficar bem e voltar muito recarregado para a demanda que a gente tem a seguir.
Você está assistindo a novela Vale Tudo e acompanhando a trama do personagem André? Já criou teorias conectando os papéis que Breno interpretou como se fizessem parte do mesmo universo ficcional? Conta para gente nas redes sociais do Entretê! Nos siga no X, no Facebook e no Instagram e não perca nenhuma novidade!
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