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Filme Família à Prova de Balas ganha trailer

A comédia de ação estrelada por Kevin James e Christina Ricci estreia nos cinemas brasileiros em 31 de julho

 

Foi divulgado o trailer da comédia de ação Família à Prova de Balas (Guns Up). Com estreia prevista para 31 de julho nos cinemas de todo o Brasil, o filme é estrelado por Kevin James (Gente Grande) e Christina Ricci (Yellowjackets) no papel de um casal que, de repente, se vê no meio de uma perseguição da máfia. 

Assista à prévia

Na história, Kevin James vive Raymond “Ray” Hayes, um ex-policial que sonha com uma vida tranquila ao lado da esposa e dos filhos. Mas há um pequeno problema: ele trabalha secretamente para a máfia. Quando decide abandonar o submundo do crime para abrir um negócio com a família, Ray não apenas decepciona seus chefes como acaba colocando todos em perigo, inclusive sua família, que desconhece seu passado obscuro. Agora, todos terão que se unir para sobreviver a uma noite caótica, cheia de ação, confusão e reviravoltas inesperadas.

Foto: divulgação/Diamond Films

Além de Kevin James e Christina Ricci nos papéis principais, Família à Prova de Balas conta ainda com Luis Guzmán, de Wandinha (2022), Timothy V. Murphy, de O Cavaleiro Solitário (2013) e Maximilian Osinski, em Ted Lasso (2020) no elenco. Com direção e roteiro de Edward Drake, conhecido pela franquia Detetive Knight, o filme é uma homenagem bem-humorada aos pais ao redor do mundo que se desdobram para proteger e sustentar suas famílias. Com distribuição da Diamond Films, a comédia de ação estreia nos cinemas de todo o Brasil em 31 de julho.

 

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Leia também: Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado ganha novo trailer 

 

Texto revisado por Larissa Couto 

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Entretenimento Música

Stray Kids lança terceiro mini álbum japonês, Hollow

O lançamento celebra o primeiro projeto japonês do grupo em homenagem aos cinco anos de estreia no país

 

Hollow, o terceiro mini álbum japonês do Stray Kids, já está disponível e traz cinco faixas inéditas, todas cantadas em japonês. Este é o primeiro projeto do grupo inteiramente composto por músicas originais no idioma, marcando um momento especial na trajetória da banda. As composições são assinadas pelo 3RACHA, unidade criativa formada por Bang Chan, Changbin e Han, e incluem canções que estavam guardadas há anos, esperando o momento certo para ganhar vida.

A faixa-título, Hollow, se destaca por sua melodia suave e atmosfera melancólica. O título carrega um duplo significado: além de remeter ao termo em inglês “hollow” (vazio), também faz referência à palavra coreana “홀로 (hollo)”, que significa “sozinho” ou “solitário”. A letra explora sentimentos de vazio e episódios de tristeza repentina, transmitindo o desejo do grupo de estar ao lado dos fãs, os STAY, nesses momentos difíceis, preenchendo o silêncio e a solidão com sua música.

Foto: divulgação/Sony Music

Gravado ao longo de dois dias em Seul, o videoclipe de Hollow traz uma narrativa simbólica em que os integrantes do Stray Kids interpretam uma versão do Pinóquio, passando por uma transformação gradual até se tornarem humanos reais. A história visual acompanha essa jornada emocional, marcada por cenas intensas, como as protagonizadas por Hyunjin e Seungmin, que enfrentaram desafios com cabos para simular quedas dramáticas. 

O refrão é embalado por uma coreografia expressiva, que transmite o conflito interno retratado na música. Diferente da energia explosiva que costuma caracterizar o grupo, essa performance revela um lado mais sensível e introspectivo do Stray Kids. Em uma semana, o clipe já ultrapassou 6,8 milhões de visualizações no YouTube.

Escute o mini álbum: https://SMB.lnk.to/Hollow 

 

Assista ao clipe de Hollow: Stray Kids 『Hollow』 Music Video

 

Atualmente, o grupo está realizando a maior turnê mundial de sua carreira, a Stray Kids World Tour, que inclui 55 shows em 34 países e regiões. A expectativa é que a turnê reúna cerca de 2,2 milhões de fãs ao redor do mundo, o que pode representar um recorde histórico de público para o K-pop. O grupo também entrou para a história ao se tornar o primeiro a ter os seis primeiros álbuns estreando no topo da Billboard 200. 

Além disso, o Stray Kids já ultrapassou a marca de 8,3 bilhões de streams no Spotify, consolidando-se como o segundo boygroup de K-pop a alcançar esse feito e o primeiro entre os grupos da quarta geração.

Foto:divulgação/Sony Music

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Leia também: Dupla OUTROEU chega Rio de Janeiro com show inédito. Garanta seu ingresso! 

 

Texto revisado por Larissa Couto

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Música Notícias

Coletiva de Imprensa | Ivete Sangalo anuncia nova turnê com samba, emoção e uma versão que a gente nunca viu antes

Ivete Clareou é o nome do projeto inédito que mergulha nas raízes da cantora e celebra o samba com alma, swing e afeto

Ivete Sangalo não para. E se depender dela, a gente também não vai conseguir ficar parado. Na última terça (17), a cantora baiana reuniu jornalistas para uma coletiva de imprensa que marcou o anúncio de uma nova era! 99 apresenta: Ivete Clareou, uma turnê inédita que promete misturar emoção, inovação e uma Ivete que a gente conhece, mas também vai redescobrir.

A estreia está marcada para o dia 25 de outubro, em São Paulo, com paradas já confirmadas em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Salvador e Porto Alegre. O projeto vai além de uma simples homenagem ao samba: é um mergulho afetivo, uma imersão guiada pela presença magnética de Ivete. É experiência, é entrega, é Ivete sendo Ivete; só que agora, em outra batida.

A conexão com o gênero vem de longe. Antes mesmo de dominar os trios elétricos, Ivete já se arriscava, aos três anos, a cantar os versos de Conto de Areia, de Clara Nunes. A artista, conhecida por ser um ícone que partiu precocemente, era uma mulher forte, que inspira o nome e o conceito do projeto, segundo Veveta. “A minha relação com o samba vem desde muito pequena”, contou.

Essa nova fase chega como um sonho que ela carregava “timidamente no coração, como memória afetiva”. Segundo Ivete, “Clareou é uma ideia para entrar inteira”. E ela está inteira mesmo.

Foto: reprodução/Brazil News
Essência, escolhas e a Ivete que existe desde sempre

Ivete falou sobre esse projeto que vem sendo maturado com calma, com escuta. “Estou me permitindo criar a partir de outro lugar. Um lugar de mais calma, mais escuta. Não é sobre performance, é sobre presença.” E reforçou: “Já que eu vou me permitir, samba é minha prioridade”.

“Sou uma pessoa completamente despida. Acredito no bem viver. Regras com emoção é um negócio muito equivocado.”

Apesar de ser um projeto mais contido em número de apresentações, Ivete deixou claro: “A priori são cinco shows. E não é fuga. Eu faço o que eu gosto. É um momento especial da minha carreira onde eu saio para algo novo”.

Em agosto, ela gravará um projeto de samba audiovisual, mais uma surpresa para o público que decidiu iniciar a preparação recentemente. E, sim, podemos esperar convidados especiais: a cantora baiana quer trazer para o palco artistas que compartilham da música que ela tenha um bem-querer .

Ao falar sobre misturas de ritmos, a dona do hit Macetando, que conquistou o público no Carnaval de 2024 e venceu a categoria Axé & Pagodão do Ano no Prêmio Multishow do mesmo ano, lembrou que isso sempre fez parte da sua trajetória:

“A cantora de axé que eu sou foi construída a partir da democracia dentro da minha casa. Na Bahia, essas misturas são reveladoras e surpreendentes. A Bahia é um lugar democraticamente artístico. Eu, no palco, sou um pouquinho de cada coisa.”

Ela citou com carinho o Grammy Latino que ganhou em 2021 com o álbum Arraiá da Veveta, um projeto com regravações de clássicos do forró. No entanto, fez um contraponto ao afirmar que não se aventura em qualquer gênero musical:


“Eu gosto de rock, mas não poderia gravar um disco de rock. Não vou me arriscar em uma coisa que comecei a ouvir aos 18 anos. Samba eu comecei a ouvir na barriga da minha mãe.”

Defendendo a ideia de que não somos uma coisa só, que o mundo não tem uma só forma de agir, nem uma forma de ser, a artista destacou que acredita na pluralidade. E que, com a música, deve ser assim também.

Ao falar sobre o amor pela música, sobre ser cantora e a possibilidade de se aposentar dos palcos um dia, ela foi categórica:“Eu não me vejo longe dos palcos, porque não me vejo longe da música. Tenho 53 anos. Sou muito mais tempo cantora, em vida, do que não cantora. O palco virou lugar de alegria e conforto. No palco, eu não trabalho. Quando tô cantando, faço qualquer coisa, menos trabalhar. Isso tem muita potência para mim. ”.

Foto: reprodução/Brasil News
Mulher, força e delicadeza: o que Ivete representa

No meio de tantos anúncios, Ivete também falou sobre o fato da cena do samba ser dominada majoritariamente por homens e sobre o papel da mulher na música e na vida. Disse ser inegável a necessidade de vozes femininas em um projeto feminino como esse. No entanto, a cantora deixou um recado sobre o impacto que deseja deixar no mundo:“Que eu seja exemplo de muitas mulheres; em força e em delicadeza”.

E quem acompanha a carreira dela sabe que esse equilíbrio entre intensidade e sensibilidade é uma das marcas mais potentes de Ivete. Uma artista que se reinventa, mas que nunca abandona o que é mais genuíno: sua verdade.

Vamos Sambar Gostoso, Minha Gente?

A turnê, que começa em outubro, já tem ingressos com venda marcada para 8 de julho, no site da Ingresse. E sim, anunciar com antecedência era fundamental, segundo ela, para que o público possa se organizar e viver essa experiência com tudo o que tem direito.

No vídeo que abriu essa nova fase no Instagram, Ivete chegou como quem convida para roda: VAMOS SAMBAR GOSTOSO, MINHA GENTE?”, ao som da música Clareou.

E com um sorriso no rosto, durante a coletiva, e dando tempo ao tempo, Veveta resumiu as expectativas para o lançamento do projeto, em clima de spoiler, se limitando a dizer: O spoiler vai ser o encontro. Vamos saber disso juntos.

Vocês estão na expectativa para conferir de perto essa nova fase da Ivete? Conta para gente nas redes sociais do Entretê! Nos siga no X, no Facebook e no Instagram e não perca nenhuma novidade!

Leia também: 12 atrizes brasileiras que têm ascendência japonesa 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Cinema Cultura Entretenimento Livros Notícias Sem categoria

Do livro para as telas: Quinze Dias ganha roda de conversa na Bienal com o autor Vitor Martins

Uma conversa imperdível sobre amor, juventude e representatividade entre páginas e cenas

De best-seller ao cinema

No próximo sábado, 21 de junho, às 17h30, na Praça Além da Página, acontece a roda de conversa Quinze Dias: o livro, o filme e a coragem de ser quem se é. O encontro reúne o autor do best-seller, Vitor Martins; a roteirista Ray Tavares, que assina o roteiro ao lado de Vitor Brandt; a criadora de conteúdo Bell Lopes, do canal Brincando de Escritora; e Clarisse Goulart, diretora-executiva de desenvolvimento de projetos da Conspiração, produtora responsável pelo longa.

Sobre o livro

Originalmente publicado em 2017, Quinze Dias vendeu mais de 100 mil cópias no Brasil, sendo lançado em mais de dez países.

O livro narra a história de Felipe, um adolescente gordo e introvertido que sofre bullying na escola e conta os dias para o início das férias. Longe dos colegas que o maltratam, ele finalmente poderá se refugiar nos livros e nas séries que tanto ama. Mas seus planos saem dos trilhos quando sua mãe decide hospedar o vizinho Caio por duas semanas — o mesmo Caio que foi sua primeira paixão na infância (e talvez ainda seja).

Assim como o livro, o filme mergulha em questões como aceitação, insegurança, gordofobia, homofobia e bullying, tudo com um delicado equilíbrio entre sensibilidade e drama. É uma história sobre crescer, amar e aprender a se enxergar com carinho — mesmo quando o espelho que o mundo oferece parece distorcido.

Foto: divulgação/Laura Campanella
Bastidores da adaptação

As filmagens da adaptação já estão em andamento nas cidades do Rio de Janeiro e Cataguases (MG), sob direção de Daniel Lieff (Alice & Só, Últimas Férias). No papel de Felipe, está o estreante Miguel Lallo. O elenco conta ainda com Débora Falabella como Rita, a mãe parceira e divertida; Diego Lira como Caio; além de Mariana Santos, Silvio Guindane, Olivia Araújo, Mika Soeiro, Bel Moreira, Fernando Caruso, Augusto Madeira, Márcio Vito, João Pedro Chaseliov, João Gabriel Marinho e Victor Galisteu.

Roda de conversa: um encontro para discutir a coragem de ser quem se é

A roda de conversa promete ser um momento especial para leitores e espectadores que se identificam com a força e a ternura dessa história que já conquistou milhares de corações — e agora se prepara para emocionar também nas telonas.

Ainda não há detalhes sobre a previsão de estreia para o filme Quinze Dias, que será distribuído pela Manequim Filmes.

Informações 

Roda de conversa: Quinze Dias: o livro, o filme e a coragem de ser quem se é

Local: Bienal do Livro Rio 2025 – Praça Além da Página

Data e horário: 21 de junho, às 17h30

Participantes: Vitor Martins, Ray Tavares, Bell Lopes e Clarisse Goulart

 

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Leia também: Último presente de Ziraldo: O Caminho das Sete Tias, livro póstumo e inédito do autor, na Bienal do Livro 2025 

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

 

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Cinema Notícias

Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado ganha novo trailer

A sequência da franquia chega aos cinemas em julho

 

O clássico do horror que marcou o gênero nos anos 90 ganhou uma nova versão 27 anos após o lançamento do último filme da franquia. A partir do dia 17 de julho, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado estará nas telonas novamente e nesta terça-feira (17), a um mês da estreia, foi divulgado o trailer oficial da obra.

Confira:

 

Assim como no primeiro filme, a nova trama segue cinco amigos que causam um acidente de carro fatal e encobrem suas participações no crime. Para que o segredo seja mantido, o grupo faz um pacto de silêncio sobre os seus envolvimentos, evitando as consequências legais daquilo. Após um ano, o passado retorna para assombrá-los.

Foto: divulgação/Sony Pictures

Lançado em 1997, o primeiro filme da franquia não demorou para se tornar um clássico do horror adolescente, marcando uma geração e colaborando para a consolidação do slasher na década. O sucesso foi tão grande que gerou continuações: Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1998) e Eu Sempre Vou Saber o que Fizeram no Verão Passado (2006). 

Nos anos 2000 a franquia perdeu o fôlego, mas com a volta de antigos clássicos slasher, como a continuação da franquia Pânico, a saga voltou a ser tema de discussões entre fãs do gênero. Em 2021, a Amazon Prime Video lançou uma série homônima ao filme, inspirada na história original. A obra dividiu opiniões, mas também renovou o interesse do público pela franquia e a apresentou para novos espectadores. 

Mais do que uma sequência de filmes, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado se tornou um marco entre os filmes de terror. 

 

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Leia também: Do slasher ao cósmico: glossário dos subgêneros de terror 

Texto revisado por Cristiane Amarante

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Livros Sem categoria

Cidinha da Silva lança livro sobre lições aprendidas com Sueli Carneiro: “Amor, justiça e ancestralidade”

Autora premiada reúne reflexões potentes após mais de 30 anos de convivência com a maior pensadora negra brasileira viva

Na obra Só Bato em Cachorro Grande, Do Meu Tamanho ou Maior – 81 Lições do Método Sueli Carneiro (2025), a escritora mineira Cidinha da Silva compartilha aprendizados colhidos ao longo de mais de três décadas ao lado da filósofa e ativista Sueli Carneiro, referência incontornável do pensamento negro brasileiro.

Imagem: reprodução/Grupo Editorial Record

O livro, publicado pela Editora Rosa dos Tempos, integra as comemorações pelos 75 anos de Sueli, celebrando não apenas sua trajetória intelectual, mas também a relação profunda entre duas mulheres negras que caminham lado a lado na luta por justiça social.

Organizada em 81 lições breves, a obra vai além de uma homenagem: é um gesto de escuta, memória e continuidade. Cidinha, conhecida por sua escrita afiada e poética, sistematiza o que chama de “Método Sueli Carneiro”, um conjunto de ensinamentos que revelam força, ética e afeto.

Frases como “A fúria é banta” e “Não abra espaço com os cotovelos” se transformam em chaves para refletir sobre ativismo, posicionamento político e espiritualidade negra.

O que Cidinha da Silva, sagazmente, denominou Método Sueli Carneiro (Método SC) é um olhar sobre Sueli, sobre si mesma e sobre os caminhos que ambas trilham e trilharam, juntas e individualmente, nas lutas, nos encontros, na vida”, escreve Wanderson Flor do Nascimento, professor da UnB e autor do prefácio da obra.

O livro conta ainda com texto de orelha da escritora Tatiana Nascimento e posfácio do professor Eduardo Oliveira (UFBA). Para Eduardo, a publicação é, acima de tudo, uma declaração de amor: “Amor na clave da justiça. E mais! Amor como demanda no território da formação política.

Com 208 páginas, a obra chega às livrarias pelo Grupo Editorial Record, sendo o 23º livro de Cidinha da Silva e consolidando sua voz como uma das mais importantes da literatura contemporânea brasileira.

A autora já foi premiada pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) com o infantil O Mar de Manu (2021) e também recebeu o Prêmio Biblioteca Nacional, em 2019, pelo livro de contos Um Exu em Nova York (2018).

Cidinha é uma das autoras confirmadas na Feira do Livro de São Paulo e terá participação de destaque na Casa Record durante a FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty), reforçando seu protagonismo na cena literária nacional.

Honrar nossas mais velhas é um ato de amor. Só não se esqueça de que, sem justiça, amor nenhum existe”, lembra Tatiana Nascimento, na orelha do livro, sintetizando o espírito que atravessa as páginas.

Sobre a autora

Cidinha da Silva (Belo Horizonte, 1967) é escritora, cronista, dramaturga e gestora cultural.

Imagem: reprodução/Nuno Biazzo

Publicou 22 livros e organizou obras fundamentais sobre relações raciais no Brasil. Quatro de suas obras foram selecionadas para o PNLD, e seus textos já foram traduzidos para o espanhol, francês, catalão, inglês e italiano.

Além disso, colabora com o jornal literário Rascunho e estreia agora na Editora Rosa dos Tempos com uma obra que une memória pessoal e formação política.

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Leia também: 3 narrativas para descobrir na Feira do Livro 2025 em São Paulo

Texto revisado por Laura Maria Fernandes de Carvalho

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Cultura Latina Notícias

Veja o trailer de Os Afro-Sambas: O Brasil de Baden e Vinicius

Documentário estreia no streaming no dia 24 de junho

Os Afro-Sambas: O Brasil de Baden e Vinicius é um documentário que retoma as raízes afro-brasileiras, ao mostrar o processo criativo de Baden Powell e Vinicius de Moraes. Além disso, também se destaca a forte conexão entre o samba, o candomblé e a ancestralidade para fazer o álbum homônimo, lançado em 1966. A produção chega no Max no dia 24 de junho.

16/10/1964. Crédito: Henri Ballot/O Cruzeiro/EM/D.A Press. Brasil. Os cantores e compositores Vinicius de Moraes e Baden Powell.
Foto: divulgação/HBO
Símbolos da MPB

As gravações, que foram realizadas no Rio de Janeiro, em Salvador e São Paulo, trazem imagens de arquivo raros, entrevistas inéditas e reconstruções emocionantes, juntamente com registros de uma viagem pela história, pelos sons e pelo contexto social que moldaram a obra, visto que esses componentes a tornaram símbolo da música popular brasileira. 

16/10/1964. Crédito: Henri Ballot/O Cruzeiro/EM/D.A Press. Brasil. Os cantores e compositores Baden Powell e Vinicius de Moraes.
Foto: divulgação/HBO

Canto de Ossanha dá início ao disco e traduz a essência estética e espiritual da obra. Ela é considerada um dos maiores símbolos da música brasileira. Dessa forma, como outras faixas marcantes, incluindo Tempo de Amor, Canto de Iemanjá e Canto de Xangô, elas refletem a união entre a força da conexão ancestral, da espiritualidade e das tradições afro-brasileiras, ao mesmo tempo que busca pela liberdade criativa que molda todo o disco.

O documentário também apresenta trechos de entrevistas com Cynara Faria (fundadora do Quarteto em Cy), Maria Bethânia, Nelson Motta, Jards Macalé, Dori Caymmi e Russo Passapusso, que contribuem com diferentes perspectivas. Emílio Domingos assina a direção e roteiro, e o documentário conta com a produção de Renata Leite e Diogo Pires Gonçalves. A supervisão é de Sergio Nakasone, Adriana Cechetti e Marina Pedral por parte da Warner Bros.

Confira o trailer:

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Leia também: O Assassinato do Ator Rafael Miguel: série documental estreia no streaming dia 31 de julho

 

Texto revisado por Cristiane Amarante 

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Entretenimento Entrevistas Livros Sem categoria

Entrevista | Mario Oshiro é autor de HQ com protagonismo amarelo e LGBTQIAP+

Com 15 anos de experiência no audiovisual, essa é a estreia do roteirista no universo literário

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Cultura turca Notícias Séries

Engin Akyürek será o protagonista de Bereketli Topraklar

O ator, muito querido na América Latina, estará de volta na próxima temporada

 

Longe da televisão desde o fim de Adım Farah (My Name Is Farah, 2023), em que interpretou Tahir (braço direito de um chefe da máfia), seu retorno está próximo! De acordo com a jornalista Birsen Altuntaş, o ator concordou em participar da série Bereketli Topraklar (tradução livre: Terras Férteis), dando vida à Ömer Bereketoğlu. 

A notícia surge depois de rumores de que o papel seria interpretado pelo ator Caner Cindoruk (Força de Mulher, 2017).

Engin Akyürek, que tem uma grande quantidade de fãs na América Latina e também é muito popular em seu país, interpretará na produção da Süreç Film o filho dos Bereketoğlu. A trama, escrita por Hasan Tolga Pusat e Ozan Ağaç, contará a história do embate entre as famílias de Rıza Berekoğulları e Kadir Karahanlı.

A história, baseada em duas obras de Safa Önal, será dirigida por Yağız Alp Akaydın e Gizem Kızıl. As filmagens começam no mês de agosto em Adana, já que a série está prevista para a próxima temporada (que se inicia em setembro). Vale destacar que o ator já havia trabalhado com o diretor Yağız na série A Fuga (Kaçış, 2022), do Disney+.

Foto do ator na série A Fuga.
Foto: reprodução/Dizilah
Elenco

Outros atores que estarão na série, que irá ao ar na Show TV, são Sarp Akkaya (Ferit) e Bilal Yiğit Koçak, que interpretará Salih, o filho mais novo da família Bereketoğlu. Ambos serão irmãos de Ömer, interpretado por Engin. Zehra Kelleci (Karaca) e İlayda Akdoğan (Fatma Karahanlı) completam o elenco até o momento.

Outros trabalhos

No mês de maio, o ator participou de filmagens para uma campanha da plataforma Go Türkiye, que divulga o turismo da Turquia. Junto da atriz Afra Saraçoğlu (O Canto do Pássaro, 2022), Engin gravou em Istambul. O objetivo do projeto é divulgar a cidade turística, atraindo visitantes do mundo todo ao país, através dos artistas das dizis.

O ator turco ainda tem um projeto original para a Netflix que deve ser lançado este ano. Old Money será estrelado por Engin e Aslı Enver (Meu Porto Seguro, 2022). No drama produzido pela Tims&B, ele será Osman, um homem que veio do nada e se tornou muito rico e bem-sucedido através de ações ousadas.

Foto de Engin Akyürek em Old Money.
Foto: reprodução/Dizilah

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Leia mais: Afra Saraçoğlu e Furkan Andıç serão parceiros na dizi Pera

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Entretenimento Entrevistas Livros Sem categoria

Entrevista | Alex Andrade fala sobre a importância da literatura entre crianças e jovens

Com um projeto de levar a leitura para escolas municipais, Alex Andrade explica como é escrever livros infanto-juvenis

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