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Confira as estreias de dramas asiáticos no streaming em setembro

10 grandes lançamentos nos mais variados gêneros, com romance, comédia, terror e muito mais

Setembro traz o retorno da primavera e, com ela, também traz uma seleção especial de lançamentos incríveis no Viki. Este mês está recheado dos mais populares dramas asiáticos, incluindo o aguardado My Youth (2025), protagonizado por Song Joong Ki, além de vários títulos japoneses e chineses e um BL tailandês, Lover Merman (2025).

Vem conferir o que vem por aí!

Doze Cartas (China) – 30 de agosto

Apesar das dificuldades da vida, Tang Yi Xun (Zhou Yi Ran) e Ye Hai Tang (Wang Ying Lu) possuem um romance doce e estável. No entanto, o relacionamento deles é colocado em crise quando Hai Tang desaparece, deixando apenas perguntas sem resposta. Enquanto Yi Xun busca respostas, ele encontra uma caixa de correio com uma carta enviada por Hai Tang. Yi Xun responde, reabrindo um canal de comunicação entre eles. 

Porém, Yi Xun logo descobre que ambos não estão só separados pela distância, mas pelo tempo também. Será que eles conseguirão se reconciliar?

My Youth (Coreia do Sul) – 5 de setembro

Sunwoo Hae (Song Joong Ki) obteve sucesso como ator mirim, mas decidiu abandonar a carreira de ator após diversas experiências negativas, adotando a carreira de florista e escritor sob um pseudônimo. Ele não possui interesse em retornar à indústria do entretenimento até receber a visita inesperada de sua amiga de infância, Sung Je Yeon (Chun Woo Hee), agora gerente de uma agência de talentos. 

No entanto, não se trata apenas de uma simples visita: um produtor de televisão está interessado em contratar Hae para filmar um documentário. Hae inicialmente recusa o pedido de Je Yeon, mas acaba cedendo. À medida que Je Yeon e Hae passam mais tempo juntos, ambos começam a ter de lidar com antigos sentimentos não resolvidos e a construir um novo caminho juntos.

Queen Mantis (Coreia do Sul) – 5 de setembro
Foto: divulgação/Viki

Jung I Sin (Go Hyun Jung) é uma assassina em série com o apelido de Louva-a-Deus. Ela assassinou brutalmente cinco homens há 20 anos. Seu filho, Cha Su Yeol (Jang Dong Yoon), odiou a mãe a vida toda. Agora, trabalha como policial. Um dia, um caso de assassinato acontece. O assassinato parece ser uma cópia do crime de Louva-a-Deus. Para capturar o culpado, Cha Su Yeol conta com a ajuda de sua mãe, Jung I Sin.

Secret Love with Prince (Japão) – 12 de setembro

Com o novo casamento de sua mãe, Amamiya Matsuri (Meari Hayashi) se torna irmã caçula de Haruka (Takato Okura), Azusa (Kazuto Mokudai) e Rihito (Kosaku Koizumi), trigêmeos que formam o popular grupo Terzetto. Ela sempre sonhou em ter irmãos, mas fica decepcionada ao descobrir que os irmãos não se dão bem. A verdade é que Azusa, o segundo filho, gostaria que ele e seus irmãos fossem mais próximos. Então, Matsuri decide ajudá-lo a realizar seu desejo, mas, mesmo assim, eles acabam brigando. Quando Matsuri desmaia repentinamente, os trigêmeos preocupados fazem uma trégua. 

Decidida, Matsuri começa a intervir sempre. Embora não seja o ideal, as coisas parecem estar progredindo bem, quando um dia ela recebe uma declaração de amor de Azusa. Drama adaptado do mangá Netsuai Prince: Onii‑chan wa Kimi ga Suki (2014), de Madoka Seizuki.

Caged Character (China) – 12 de setembro

Fei Xing Kong e Si Rui de repente percebem que estão vivendo em uma história de quadrinhos e tentam escapar de volta ao mundo real. Diante do controle absoluto do autor, os dois precisam escapar desse pesadelo, mas, para isso, terão que encontrar uma forma de enganar o criador da história.

A Hundred Memories (Coreia do Sul) – 13 de setembro
Foto: divulgação/Viki

Ko Yeong Rye (Kim Da Mi) trabalha como guia de ônibus na Cheong-a Transportation. Ela pega o ônibus todos os dias para ajudar a mãe a sobreviver, mesmo sofrendo de enjoo. Ela protagoniza a história ao retratar o cotidiano da juventude com sua personalidade ousada. Seo Jong Hui (Shin Ye Eun) é uma atendente de ônibus talentosa e interessada que surge como um cometa na Cheong-a Transportation. Sonhando em escapar de um ambiente familiar infeliz, ela se instala na Cheong-a Transportation, conhece sua melhor amiga, Ko Yeong Rye, e cresce a partir de uma juventude solitária sem perder seus sonhos e esperanças.

The First Lady (Coreia do Sul) – 24 de setembro

Cha Su Yeon (Eugene) tornou-se a primeira-dama dos seus sonhos depois que seu marido, Hyun Min Cheol (Ji Hyun Woo), foi eleito presidente, mas ela se vê confusa quando ele repentinamente exige o divórcio após a eleição. Hyun Min Cheol é um ex-trabalhador e fez o próprio nome sozinho, superando uma vida difícil como órfão e se tornando presidente. 

Inuyashiki: Last Hero (Japão) – 26 de setembro

Nesta animação, Inuyashiki Ichiro, um homem idoso e solitário, é transformado em um poderoso ciborgue após uma misteriosa explosão de origem extraterrestre. Ao perceber suas novas habilidades, ele decide usá-las para o bem. No entanto, um adolescente chamado Shishigami Hiro, que também foi pego na explosão, ganha os mesmos poderes, mas segue um caminho sombrio, usando-os para cometer assassinatos sem sentido apenas para sua própria diversão. 

À medida que Hiro se torna o criminoso mais procurado do Japão, a história acompanha o inevitável confronto entre esses dois indivíduos, que compartilham a mesma origem, mas estão em lados opostos da humanidade.

The Revenge Lover (Japão) – 26 de setembro
Foto: divulgação/Viki

Hattori Maika (Ayaka Konno) é uma funcionária do hotel Bird Left. Ela mantém um relacionamento secreto com seu colega Matobe Narimitsu (Ota Shunsei). Um dia, Maika presencia Narimitsu tendo um caso com outra mulher da empresa e é abandonada por ele. Em meio à sua decepção amorosa, Maika é abordada por Satori Shun (Jin Suzuki), o CEO do Bird Left, que lhe diz que a ajudará a se vingar do namorado se ela fingir ser sua namorada. Shun tem um casamento planejado pelos pais e quer se livrar dele. Os dois, com seus interesses alinhados, decidem começar um relacionamento falso para se ajudarem mutuamente.

Lover Merman (Tailândia) – 28 de setembro

Phurich (Feros Khan) se muda de Bangkok para uma ilha para cuidar de um bar com tema marinho, com seu amigo próximo Pana (Chalach Tantijibul). Nesse período, ele conhece Nava (Poon Akkharaphat), um jovem tritão disfarçado de humano que trabalha como barman. Nava é um dos tritões que deixou o mundo após uma tragédia entre humanos e sereias vinte anos atrás, forçando-o a esconder sua identidade dos humanos. Pana descobre o segredo sobre Nava e o convence a trabalhar no bar. 

Phurich se apaixona por Nava, mas o relacionamento deles começa a ter problemas, pois Lom, outro jovem tritão que se apaixonou por Nava, sempre tenta atrapalhar. Em todas as noites de meia-lua e lua cheia, Nava geralmente tira o dia de folga, o que faz Phurich começar a suspeitar de Nava. Certa noite, Phurich segue Nava até a praia e descobre um segredo que mudará sua vida para sempre.

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Leia também: Semana do K-Drama Day traz romances, thrillers e fantasia até 26 de setembro

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Música Notícias

Sabrina Carpenter lança seu novo álbum Man’s Best Friend

Juntamente com o disco, a cantora também estreou o vídeo oficial de Tears, novo single 

Após meses de espera, nesta última sexta (29), Sabrina Carpenter lançou o novo álbum, intitulado Man’s Best Friend, pela gravadora Island Records. Este é seu sétimo álbum de estúdio, sucessor do Short n’ Sweet (2024), que vendeu 10 milhões de unidades no mundo todo.  Além do disco, a cantora também estreou o vídeo oficial de Tears, que contou com participações como Amy Allen, Jack Antonoff e John Ryan na produção. 

O novo álbum apresenta letras perspicazes,  que já se tornaram sua marca, combinando melodias pop viciantes e ousadas que fazem com que cada faixa pareça um segredo recém-descoberto. Man’s Best Friend traz 12 faixas, incluindo Manchild, o single principal que estreou diretamente em primeiro lugar na Billboard Hot 100, segundo #1 de Sabrina, após emplacar com Please Please Please.

Lista de faixas de Man’s Best Friend:

  1. Manchild
  2. Tears
  3. My Man on Willpower
  4. Sugar Talking
  5. We Almost Broke up Again Last Night
  6. Nobody’s Son
  7. Never Getting Laid
  8. When Did You Get Hot?
  9. Go Go Juice
  10. Don’t Worry I’ll Make You Worry
  11. House Tour
  12. Goodbye

Responsável pelo hit do verão passado, o novo álbum promete assumir o mesmo lugar de seu antecessor pelo segundo ano consecutivo. Desde o lançamento de Manchild, o videoclipe da música, aclamado pela crítica, acumulou quase 60 milhões de visualizações. “Carpenter irradia energia positiva de disco music”, escreveu a Rolling Stone. 

Short n’ Sweet: virada de chave na carreira

Short n’ Sweet liderou as paradas mundiais e teve uma das maiores estreias globais de 2024. Indicada pela primeira vez ao Grammy, com seis nomeações, rendeu a Sabrina troféus em duas categorias: Melhor Álbum Vocal Pop e Melhor Performance Pop Solo (pelo single principal do álbum, Espresso).

Sabrina Carpenter com troféus
Sabrina Carpenter, February 2025 – Foto: reprodução/FREDERIC J. BROWN/AFP via Getty Images

Ela também estabeleceu um novo recorde, o de maior número de semanas em primeiro lugar em um único ano por uma artista feminina na parada britânica — totalizando 21 semanas —, e se tornou a primeira artista estrangeira a receber o prêmio Global Success no BRIT Awards.

Espresso de Sabrina Carpenter estreia no Top 10 Global de streaming – Entretetizei

Próximos passos

Na próxima semana, em 7 de setembro, às 20h (horário de Brasília), Sabrina fará seu esperado retorno ao palco do VMA. Com 14 indicações, ela concorre em oito categorias, incluindo o prêmio maior, Vídeo do Ano, por Manchild — além de Melhor Artista Pop, Melhor Álbum, Melhor Pop, Melhor Direção, Melhor Cinematografia, Melhor Edição e Melhores Efeitos Visuais.

Em outubro, Sabrina embarca na segunda etapa norte-americana de sua turnê Short n’ Sweet, com ingressos esgotados. A tour começa em 23 de outubro, em Pittsburgh, e vai passar pelas principais arenas de Nova Iorque, Nashville, Toronto e Los Angeles.

A cantora também acaba de ser confirmada como uma das principais atrações do Lollapalooza Brasil 2026, que acontecerá entre 20 e 22 de março do próximo ano.

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Leia também:  Confira o line-up completo da edição de 2026 do maior festival do ano em SP

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Notícias Séries

Capoeiras: série que celebra ancestralidade brasileira chega ao streaming

Protagonizada por Raphael Logam e Sérgio Malheiros, a produção é o resultado de um sonho de duas décadas, unindo ação e raízes nacionais

Capoeiras, série nacional que retrata a ancestralidade da capoeira, já está disponível no Disney+. Com seis episódios, a história é inspirada no livro A Balada de Noivo-da-Vida e Veneno-da-Madrugada, de Nestor Capoeira.

Na trama, Veneno (Raphael Logam) e Noivo (Sérgio Malheiros) são capoeiristas que, na tentativa de defender a inocência de seu mestre, se envolvem em uma batida policial, que acaba resultando em uma tragédia. Sentindo-se culpados, eles decidem guardar segredo sobre o crime.

Dezessete anos depois, suas vidas tomaram rumos diferentes: Noivo fugiu do Rio de Janeiro, enquanto Veneno trabalha limpando o chão de uma boate. Porém, os dois se encontram novamente, quando Veneno se envolve em um clube de lutas clandestinas e seu antigo amigo se torna seu maior adversário.

Pôster de divulgação de Capoeiras (2025)
Foto: divulgação/Disney+

Raphael Logam (Família é Tudo, 2024), Sérgio Malheiros (Amor da Minha Vida, 2024) e a estreante Dhara Lopes são os protagonistas da história. O elenco ainda conta com nomes como Juliana Alves, Wilson Rabelo, Cláudia di Moura, Rodrigo de Odé, Bruno Gissoni, Danni Suzuki, e Fernanda de Freitas.

O ator Raphael Logam é capoeirista e também atua como produtor da série, que surgiu de sua amizade com Nestor Capoeira, seu mestre. Após seu livro em 2004, nasceu o sonho de adaptar a narrativa para o audiovisual e interpretar um personagem como Veneno.

Imagem de divulgação de Capoeiras (2025)
Foto: divulgação/Disney+

Com roteiro de Eliana Alves Cruz e direção de Tomás Portella, Capoeiras promete uma história de ação, amizade e lealdade, que enaltece a cultura brasileira.

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Texto revisado por Kaylanne Faustino

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Cinema Cultura Entretenimento Notícias

Mostra O Cinema de Hirokazu Kore-eda chega a São Paulo

Mostra acontece no CCBB São Paulo, de 13 de setembro a 5 de outubro, e no Cinesesc, de 18 a 24 de setembro

Em setembro chega ao Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo a mostra O Cinema de Hirokazu Kore-eda, trazendo um amplo panorama da trajetória do prestigiado diretor japonês. Com curadoria de Raquel Gandra, serão exibidas 28 obras, reunindo desde seus primeiros trabalhos para a TV, realizados nos anos 1990, até seus filmes mais recentes e um curta-metragem de 2025.

A programação no CCBB São Paulo, que inclui curso, debate e sessões com acessibilidade, acontece de 13 de setembro a 5 de outubro, com entrada franca. O projeto, patrocinado pelo Banco do Brasil, estreou no CCBB Brasília, seguiu para o CCBB Rio de Janeiro e agora chega a São Paulo.

Esta é uma oportunidade de revisitar sua obra e assistir a filmes inéditos, documentários, obras emblemáticas e raras produções realizadas fora do Japão.  Além de acompanhar o processo de amadurecimento do diretor e refletir sobre as questões sociais que atravessam três décadas de transformações culturais.

Foto: divulgação/CCBB São Paulo/Firula Filmes

O cinema de Kore-eda é delicado e, ao mesmo tempo, profundamente comprometido com o exame dos mais dolorosos e genuínos afetos humanos. Seu estilo discreto e minucioso, aliado ao fato de assinar a direção, o roteiro e a montagem da maioria de seus filmes, revela não apenas sua inteligência criativa, mas também os mecanismos singulares de sua linguagem cinematográfica. 

Seus filmes já integraram a programação da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo em 10 ocasiões e foram indicados aos maiores prêmios do cinema mundial, como Oscar, Cannes, Berlim e Veneza.

Para celebrar a mostra, o diretor gravou um vídeo exclusivo, que estará disponível nas redes sociais do CCBB e da Firula Filmes (produtora da mostra), convidando o público a mergulhar em sua obra. “Assistam a mais de um filme — com sorte, espero que encontrem ao menos um filme que realmente gostem. Ficarei muito feliz se isso acontecer. E que possamos um dia nos encontrar aí no Brasil”, disse Kore-eda.

Foto: divulgação/CCBB São Paulo/Firula Filmes

Segundo a curadora, Raquel Gandra, a retrospectiva nasceu de um encantamento pela obra do cineasta: “Estamos muito habituados, seja pelos discursos políticos e religiosos, seja pelas narrativas típicas do cinema mainstream, a querer encontrar vilões, vítimas e heróis. Kore-eda é um diretor que está constantemente questionando esses nossos posicionamentos éticos e morais, nos colocando em contato com personagens cheios de falhas e traumas, mas por quem é quase impossível não criar algum tipo de vínculo ou empatia.”

Os ingressos podem ser retirados na bilheteria ou no site do CCBB (bb.com.br/cultura), no dia de cada sessão, a partir das 9h. Confira a programação também no site. 

A mostra também será apresentada, paralelamente, no Cinesesc, de 18 a 24 de setembro, com ingressos pagos.

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Leia também: Ruídos ganha data de estreia nos cinemas brasileiros  

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Entrevistas Música Notícias

Entrevista | Alana Alberg relembra show no The Town, fala sobre carreira e representatividade feminina na música

Baixista reflete sobre trajetória, protagonismo feminino na música, projetos futuros e experiências marcantes, incluindo sua participação no The Town 2023 na banda de Jão

A baixista Alana Alberg tem se destacado tanto pela técnica no contrabaixo, instrumento que toca desde os 13 anos de idade, quanto pela força de sua presença. De uma cidade com cerca de 38 mil habitantes no interior de São Paulo, para os grandes palcos da música brasileira, seu talento vai além das cordas e do som grave: reflete uma energia única que a torna impossível de ignorar.

A trajetória da paulista, nascida em Tietê, foi marcada por desafios e aprendizados que a moldaram como artista. Hoje, ela inspira uma nova geração de meninas que sonham em ocupar os palcos tocando instrumentos.

Como diz a frase que a baixista tanto gosta: “a sorte só é boa para quem tá preparado.” E foi entre o som pesado do Heavy Metal, a concentração necessária para se apresentar em um circo, a experiência desafiadora de tocar em um navio internacional com ritmos diferentes a cada dia,  a exposição em programas de TV e a responsabilidade de dividir o palco com grandes artistas, que Alana foi descobrindo a sua própria batida: uma mistura de talento, sensibilidade, presença, dedicação e criatividade.

Um dos momentos mais marcantes de sua trajetória foi subir ao palco do The Town, um dos maiores festivais de música do Brasil, onde se apresentou ao lado do cantor Jão. A experiência se somou à sua participação na superturnê do artista, que percorreu diversos estados e reuniu mais de 500 mil pessoas em plateias apaixonadas pela música Pop nacional. Além da fase mais recente com a banda do cantor do hit Idiota, a artista acumula trabalhos de relevância, incluindo a participação na banda do programa Amor & Sexo, da Globo, e colaborações com a banda Blitz e a cantora Julia Mestre.

Ainda assim, não foi um caminho fácil. No início, Alana não imaginava que a música poderia ser sua carreira. Ela tocava apenas por prazer, em bares e casas de show. Mas a vida tinha outros planos. Foi ao se mudar para o Rio de Janeiro, em 2012, para estudar Psicologia na UFRJ, que, mergulhada em um ambiente mais diverso, ela começou a se ver realmente inserida no mundo da música.

A virada de chave aconteceu em uma noite na Estudantina, um dos espaços mais tradicionais do Rio de Janeiro, fundado em 1928 e referência do samba de gafieira. O salão, repleto de histórias e embalado pelo som envolvente do grupo Afro Jazz, surpreendeu a artista e criou o cenário perfeito para um encontro transformador. Foi ali, entre luzes e a mistura de guitarra, metais, percussão e as batidas de um DJ que preenchiam o ambiente, que Alana sentiu uma conexão instantânea com a música — e com a possibilidade de seguir uma carreira como baixista profissional.

Foto: divulgação/Rodrigo Ferraz

Em entrevista ao Entretetizei, Alana Alberg compartilhou detalhes de sua trajetória como baixista, falou sobre o processo de crescimento pessoal e artístico, refletiu sobre a representatividade feminina e na cena musical, comentou sobre as trocas com outros artistas, relembrou a sua formação em Psicologia e revelou um pouco sobre seus projetos futuros. Confira a entrevista abaixo: 

Entretetizei: No The Town de 2023, você protagonizou um momento marcante ao desfilar no palco tocando como baixista da banda do Jão, emocionando e representando muitas mulheres. O que esse momento significou para você pessoalmente e profissionalmente?

Alana Alberg: Realmente foi um momento muito especial, por duas razões. 

A primeira é que eu realmente nunca tinha vivido isso: um momento de protagonismo em um show tão gigantesco como o The Town. Isso é bem raro para baixistas, sabe? O baixo é um instrumento que, em sua essência, é de acompanhamento e eu realmente nunca tinha nem me imaginado nesse cenário. 

A segunda foi sentir como isso me conectou com tantas meninas e as impactou. A melhor sensação é a de que aquele momento não foi sobre mim, mas sim sobre uma representação do poder feminino. Nós, que por tanto tempo fomos oprimidas e descredibilizadas, que ouvimos ou sentimos que não tínhamos a capacidade de fazer certas coisas que só os homens faziam, sentimos ali nossa força, foco, determinação e poder para realizar o que quer que seja da nossa vontade.

Foto: divulgação/Iris Alves

E: A cena musical ainda é majoritariamente masculina. Como você enxerga a representatividade feminina em grandes festivais atualmente? Você sente que sua trajetória pode abrir caminhos para outras musicistas? Quais conquistas você percebe que já podem ser celebradas e quais desafios ainda precisam ser enfrentados para ampliar a presença de mulheres instrumentistas em grandes palcos no Brasil?

A.A: Eu vejo o quanto minha trajetória abre caminhos para outras musicistas e isso é o que mais me emociona. 

Quando todo mundo duvida de você, é bem mais difícil acreditar que você é capaz de fazer determinada coisa e se você tem alguém para se inspirar, isso com certeza impacta e te dá mais força e determinação para seguir.

Temos muitas conquistas para celebrar! A última edição do Lolla, por exemplo, foi a que teve a maior presença de musicistas no palco. A Olivia Rodrigo veio com uma banda inteira feminina, teve a Jéssica Falchi (guitarrista brasileira) convidada a tocar com o Tool, a Carol Mathias (baixista da Marina Lima), Sus Vasquez (guitarrista do Benson Boone), dentre tantas outras! 

Eu vejo uma atenção bem maior dos artistas e produtores em ter mulheres nas bandas como acho que nunca houve antes e esse é o caminho. Seguindo assim, a tendência é só melhorar, a ponto da gente em algum momento se perguntar: como que já foi normal só vermos homens tocando instrumentos em cima do palco?

E: Você já viveu experiências musicais muito diversas. Você já tocou em um circo, com um artista Pop, em uma banda de Heavy Metal e em uma banda embarcada em um navio. Como foram essas experiências e como elas contribuíram para a formação da artista e pessoa que você é hoje? 

A.A: Tocar Heavy Metal foi a minha escola de pré-profissionalização. Dos 15 aos 18 anos, foi através do Heavy Metal, em bandas no interior de São Paulo onde nasci, que eu me conectei com o prazer de tocar baixo: era meu grande momento de lazer! Nessa época não pensava em trabalhar com isso, mas, mesmo assim, acabou que desenvolvi muita coisa com o Metal: presença de palco, técnica, pegada e o ouvido (não tinha partitura ou cifra de nada daqueles metais trevosos, então aprender de ouvido era a única opção).

Tocar no circo foi muito especial, porque foi o meu primeiro trabalho “sério” como musicista. Foi em 2015, substituindo meu professor, que me escolheu para essa missão. Eu já estava fazendo aulas com ele há alguns meses, totalmente focada em me profissionalizar, e esse momento foi como conquistar algo que eu estava 100% dedicada. Ele ter confiado em mim e eu ter conseguido ocupar esse espaço ao lado de músicos profissionais que já estavam a bastante tempo no mercado foi muito muito gratificante.

O navio, em 2019,  foi outra escola maravilhosa. Nessa época já estava bem inserida no mercado, mas depois de ter ficado durante sete meses tocando e performando praticamente todos os dias, com músicos do mundo todo, meu play com certeza foi para outro nível.

Lá cada dia era um estilo diferente: um dia era só Motown, outro Pop, depois Jazz, tinha o dia de Disco e Anos 80. Foi muito bom para absorver muito bem cada uma dessas linguagens. Além disso, eu pude aprimorar o meu inglês, conquistar uma ótima autonomia financeira, me conectar com pessoas e culturas do mundo inteiro, conhecer o Caribe todinho ganhando para isso!! Ah, bons tempos!

E aí, depois de todas essas experiências, tocar com um dos maiores artistas Pop do país foi diferente de tudo que eu já tinha vivido. Muito privilégio trabalhar com um artista que tem a estrutura e o tamanho que o Jão tem.

E: Além de baixista, você é formada em Psicologia pela UFRJ. Esse conhecimento adquirido na faculdade aparece, de alguma forma, na sua maneira de lidar com os desafios da carreira musical?

A.A: Com certeza. Quando a gente toca um instrumento lida com muitas questões, como o nosso ego, o medo da exposição e do julgamento. É um privilégio ter recurso para observar isso de forma consciente e não deixar que me domine ou paralise. 

A Gestalt-terapia é uma linha da Psicologia que me fez traçar muitos paralelos com a música. É uma abordagem que fala muito sobre Awareness (consciência) do momento presente, que é algo indispensável quando estamos tocando/estudando. 

Consciência corporal, outra coisa que acho, na minha opinião, essencial para qualquer pessoa que queira chegar à sua máxima potencialidade musical. Quando conseguimos identificar o estado de tensão ou relaxamento, nosso play vai para outro nível.

Criatividade. A Gestalt entende que todo ser humano é criativo por natureza e poder usar a música como forma de expressar criatividade, ampliar a espontaneidade, é também muito terapêutico. 

Foto: divulgação/Rodrigo Ferraz

E: O programa Amor & Sexo, do qual você fez parte da banda, contribuiu para a evolução de pensamentos, educação e diálogos mais plurais sobre amor, corpo e comportamento. Como essa experiência agregou na sua vida? 

A.A: No Amor & Sexo eu aprendi muito sobre todo o universo trans. Aprendi que orientação sexual (por quem você sente atração) não tem nada a ver com identidade de gênero. Aprendi que devolver violência com amor é uma das coisas mais poderosas que existe. Aprendi que um trisal nunca terá a sua relação reconhecida pelo Estado, não importa quanto tempo ou quão estável seja o relacionamento. Aprendi que existem artistas como a Fernanda Lima, extremamente dedicada, competente, com reconhecimento nacional, muito humana, pé no chão e sensível. Aprendi que autoestima não tem nada a ver com a aparência física. Aprendi a importância e urgência de se falar sobre sexo e sexualidade sem tabus. Dentre muitas muitas outras coisas!

E: A Julia Mestre, artista que você acompanha atualmente em turnê, esteve recentemente no evento de inovação Rio Innovation Week falando sobre inteligência artificial, expressão artística e criação autoral. Você está por dentro desse assunto tão atual? Qual a sua percepção sobre o uso da inteligência artificial no meio musical e criativo?

A.A: Veja bem, não estou tão por dentro assim, confesso, mas o que sinto sempre que surge esse assunto é: a única constante é a mudança. E por alguma razão, embora essa seja quase que uma lei natural, as mudanças sempre enfrentam muita resistência. Talvez por medo do desconhecido ou de perder espaço, e eu entendo isso, mas para cada coisa que possa perder um pouco de espaço ou ser substituída, surgem também novas profissões e a democratização do acesso a tantas outras.

Pensei aqui no exemplo da comida. Será que quando começaram a surgir os fast food e comidas processadas, os cozinheiros/chefes de cozinha ficaram com medo, entraram em debates? De lá pra cá, por termos acesso a uma comida tão mais rápida, menos elaborada e barata, os chefes ficaram obsoletos?

Sempre haverá consumidores para tudo, do fast food há quem paga R$ 1.000,00 reais para comer em um restaurante com estrela Michelin.

Arte, para mim, é o que é expresso pela via da emoção e é percebido da mesma forma por quem consome. Até onde eu sei, a inteligência artificial é capaz de tudo, menos de sentir.

Para mim, nunca deixaremos de ter pessoas que consomem aquilo que foi criado a partir de um peito despedaçado, um braço inteiro arrepiado, um rosto todo chorado e um coração apaixonado, porque, não sei você, mas eu sinto a diferença. 

Foto: divulgação/Iris Alves

E: Convites para trabalhos importantes, como fazer parte da banda de Jão, chegaram a você pelo Facebook e pelo Instagram. Na sua visão, qual é o papel das redes sociais para músicos hoje? Para você, é essencial saber se posicionar nas telas?

A.A: A internet é uma ferramenta incrível para músicos e artistas em geral. De alguma forma essa pergunta se conecta com a anterior, porque eu já ouvi muitos músicos/artistas reclamando dessa tal mudança: “Ah, porque antigamente a gente não tinha que se preocupar com isso, chato demais ter que ficar postando, se preocupando em divulgar o trabalho online”. Meu querido, antigamente se você quisesse divulgar o seu trabalho, tinha que convencer uma rádio, revista ou canal de TV a fazer isso por você, não havia essa autonomia. A internet colocou uma ferramenta de divulgação incrível nas nossas mãos e tornou o processo bem mais democrático.

Não quer dizer que se você não tiver uma presença online não terá trabalhos, conheço muitos músicos que quase não postam e trabalham bastante só com o “boca a boca”, porém, é inegável que é uma ferramenta que pode ampliar ainda mais o seu alcance e atrair ainda mais oportunidades.

Foto: divulgação/Rodrigo Ferraz

E: Alana, você comentou em uma entrevista sobre o fato de o humor ser um recurso diferencial que contribui para o sucesso dos vídeos do criador de conteúdo e baixista Davie504. Ao mesmo tempo, quando mulheres baixistas usam o recurso da sensualidade em suas performances, isso, muitas vezes, é usado para descredibilizar o trabalho delas. Como você vê essa questão? Já viveu algo parecido?

A.A: Quando a gente descredibiliza uma mulher só porque ela está expressando sua sensualidade, a gente está na verdade tentando controlá-la. Por que o homem sente essa necessidade? Porque a nossa sensualidade carrega muito poder.

Não que quando um homem xingue uma musicista no post dela (ou pense que ela tem menos valor, porque está com determinada roupa) ele tenha consciência disso, pois foi algo aprendido e passado de geração em geração (inclusive para as próprias mulheres).

Eu vivi algo parecido, mas diferente do exemplo que eu dei na entrevista. Eu não estava usando a minha sensualidade propositalmente como recurso, não foi de caso pensado. Eu estava simplesmente com uma roupa de ficar em casa, mas foi o suficiente para eu ser assediada, descredibilizada e muito xingada na internet.

E: Você já compartilhou que está trabalhando em um projeto seu com foco em expandir conhecimento, que você começou a estruturar durante a turnê com o Jão. Pode nos contar mais ou dar algum spoiler sobre esse projeto inédito?

A.A: Claro, com prazer. Eu estou produzindo o meu curso online de baixo, para nível iniciante e intermediário. É um projeto que estou colocando toda minha dedicação, carinho e atenção nos mínimos detalhes, para que a experiência de aprender a tocar baixo seja a mais divertida, leve e fácil possível!! 

E você, acompanha o trabalho de Alana Alberg? Lembra da participação da artista no The Town 2023? Conta para gente nas redes sociais do EntretêInstagram, FacebookX — aproveita para nos seguir e ficar por dentro de tudo que rola no mundo do entretenimento.

Leia também: Entrevista | Marco França conquista os palcos, as telas e os ouvidos com sua sensibilidade e talento – Entretetizei

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura 

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Entretenimento Livros

O Diário de Anne Frank ganha edição especial que aproxima jovens da história e marca os 80 anos da morte da autora

Nova versão da Via Leitura traz tradução direta do holandês, projeto gráfico inovador e galeria de fotos inédita

Considerado um dos relatos mais emblemáticos do século XX, O Diário de Anne Frank chega em uma edição especial pensada para dialogar com novas gerações de leitores. O lançamento, assinado pelo selo Via Leitura, do Grupo Editorial Edipro, apresenta tradução direta dos manuscritos originais em holandês, assim como um projeto gráfico que combina estética contemporânea e respeito ao legado da jovem autora.

A obra reúne o texto integral da versão B do diário — reescrita pela própria Anne, em linguagem mais literária e estruturada —, acompanhado de uma galeria de fotos que contextualiza a trajetória da família Frank. Esses elementos visuais ampliam a imersão, estabelecendo conexões emocionais profundas entre leitores e a história real por trás das palavras de Anne.

Foto: divulgação/Entretetizei

Escrito durante os anos em que viveu escondida com a família na Holanda ocupada pelos nazistas, o diário é um testemunho do cotidiano de medo, esperança e amadurecimento em meio à Segunda Guerra Mundial. Mais de oito décadas depois, suas páginas seguem ecoando como um alerta contra a intolerância e como um convite à empatia e à reflexão.

Hoje eu só tenho notícias ruins e deprimentes para contar. Muitos dos nossos conhecidos judeus estão sendo levados em grupos. A Gestapo está os tratando de maneira muito bruta e levando-os em trens de gado até Westerbork, o grande campo de judeus em Drente. (…) É quase impossível escapar, as pessoas no campo ficam estigmatizadas por causa de suas cabeças raspadas e muitas também por sua aparência judia.

— O Diário de Anne Frank, p. 46

Foto: reprodução/Aqui Tem Literatura

Com ilustrações, rabiscos, anotações e recursos gráficos que remetem ao universo dos diários pessoais, a edição aproxima o leitor jovem da experiência de Anne, reforçando a importância de preservar a memória em tempos de novos conflitos e tensões globais.

Disponível na Amazon e no site do Grupo Editorial Edipro, o livro é mais do que uma homenagem literária pelos 80 anos de sua morte: esta edição se firma como uma ponte entre passado e futuro. Um clássico necessário, que continua a iluminar consciências e inspirar resistências pela força da escrita e da esperança.

Sobre a autora
Foto: divulgação/Via Leitura

Anne Frank nasceu em 1929, em Frankfurt, e mudou-se com a família para Amsterdã a fim de escapar da perseguição nazista. Em 1942, passou a viver escondida em um anexo secreto, onde escreveu seu diário — testemunho que se tornaria um dos símbolos mais comoventes de resistência, esperança e humanidade em meio ao Holocausto. Capturada pouco antes do fim da guerra, Anne morreu em 1945, aos 15 anos, deixando como legado uma obra que atravessa gerações.

Sobre a tradutora
Foto: reprodução/LinkedIn Camila Werner

Camila Werner é formada em Produção Editorial pela ECA-USP e em Tradução pela FFLCH-USP. Possui especialização em Executive Book Publishing pela FGV-RJ e mestrado em Books and Digital Media Studies pela Universidade de Leiden, na Holanda. Compartilha bastidores e reflexões sobre o universo editorial em seu Instagram.

Que tal redescobrir a força de O Diário de Anne Frank nesta edição especial? Conte para a gente nas redes — Instagram, Facebook e X — e, se gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

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Texto revisado por Larissa Couto @larscouto

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Notícias

Conheça todas as produções que chegam ao streaming em setembro

Novas temporadas, conteúdos ao vivo e franquias de sucesso: confira a lista completa de filmes e séries para assistir em casa

Para este mês de setembro, o catálogo da Netflix recebe 40 produções! Além da aguardada Parte 2 da segunda temporada de Wandinha, o streaming garante séries, filmes e conteúdos ao vivo para todos os gostos.

Confira a lista completa:

Séries

Wandinha – Temporada 2: Parte 2 (3/9)

Quando sua mediunidade começa a sumir, Wandinha tenta recuperá-la para evitar consequências mortais para Enid e os demais alunos da Escola Nunca Mais.

Casamento às Cegas: Brasil – Temporada 5 (10/9)

Foto: divulgação/Netflix

Nesta temporada, novos participantes com mais de 50 anos estão prontos para encontrar o amor e provar que o coração nunca envelhece.

Beauty in Black: Temporada 2 (11/9)

Foto: divulgação/Netflix

Ao assumir o controle do império Bellarie, Kimmie enfrenta uma luta familiar pelo poder, cercada de traição, ganância e perigo.

Eu, Você e Toda uma Vida (12/9)

Com uma amizade cheia de altos e baixos desde a adolescência, duas amigas se afastaram na idade adulta. Até que uma precisa acompanhar a outra em seus últimos dias de vida.

Chefs: A Nova Geração (17/9)

Foto: divulgação/Netflix

Nesta competição realizada no Culinary Institute of America, 21 chefs em ascensão competem pelo título de melhor chef da nova geração e um prêmio de U$500 mil.

Black Rabbit (18/9)

O dono de um restaurante em ascensão mergulha no submundo do crime quando seu irmão volta à cidade fugindo de agiotas perigosos.

O Refúgio Atômico (19/9)

Quando um grupo de bilionários se refugia em um bunker de luxo, uma rixa antiga entre duas famílias ressurge em meio a um conflito global sem precedentes.

Desobedientes (25/9)

Foto: divulgação/Netflix

Um policial de uma cidadezinha suspeita que a escola para adolescentes problemáticos e sua fundadora podem esconder mais do que aparentam.

House of Guinness (25/9)

Foto: divulgação/Netflix

Os problemas estão só começando para a família Guinness neste drama de Steven Knight com Anthony Boyle e Louis Partridge.

Alice in Borderland: Temporada 3 (25/9)

Usagi se vê novamente em Borderland e Arisu vai atrás dela. Mas será que ele consegue sobreviver a uma nova rodada de jogos mortais?

Filmes

Gênio Indomável (1/9)

Foto: divulgação/Netflix

Um professor do MIT descobre que um faxineiro da universidade é um gênio da matemática, e um psicólogo pouco ortodoxo ajuda o jovem a desenvolver seu potencial.

Franquia Velozes e Furiosos – filmes 1 ao 7 (2/9)

Foto: divulgação/Netflix

A lealdade de um policial é testada durante uma missão secreta para investigar um grupo de pilotos de corridas de rua suspeitos de organizar assaltos em alta velocidade.

Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw (2/9)

Enviado à Inglaterra para acabar com uma ameaça biológica, o agente americano Luke Hobbs precisa se unir ao seu maior adversário, o mercenário Deckard Shaw.

Space Jam – O Jogo do Século (5/9)

Foto: divulgação/Netflix

Pernalonga e seus amigos estão em apuros e recrutam Michael Jordan para um jogo de basquete contra monstros alienígenas.

Ela é Demais (6/9)

Foto: divulgação/Netflix

Jock e Zack aceitam a aposta de seu amigo para transformar Laney, uma garota inteligente mas antissocial, em uma linda rainha do baile.

A Paris Errada (12/9) 

Dawn entra em um reality show achando que viajará para Paris, na França, mas descobre que é em Paris, no Texas. Ela faz de tudo para sair, mas um caubói atrapalha os planos.

Oito Mulheres e Um Segredo (12/9)

Debbie Ocean sai da prisão empenhada em roubar um colar incrível no Met Gala. Ela recruta outras sete mulheres para realizar o grande assalto.

Onze Homens e Um Segredo – todos os filmes (12/9)

Menos de 24 horas depois de entrar em liberdade condicional, o carismático Danny Ocean já tem planos para roubar U$150 milhões de três cassinos.

Infiltrado na Klan (18/9)

O primeiro detetive negro da Polícia de Colorado Springs se une a um colega judeu para se infiltrar em um grupo de supremacistas brancos.

Corra! (19/9)

Chris está com os nervos à flor da pele antes de conhecer os pais da namorada Rose. Mas, o que era para ser somente uma viagem desconfortável, rapidamente se torna um pesadelo.

Doutor Sono (19/9)

Nesta sequência de O Iluminado, Danny é procurado por uma jovem paranormal, enquanto seres malignos tentam se alimentar dos poderes deles.

Tropa de Elite (21/9)

Foto: divulgação/Netflix

Um capitão de polícia do Rio de Janeiro está esgotado e prestes a se aposentar, mas precisa encontrar um sucessor para liderar uma perigosa missão.

Sinais (25/9)

A fé do ex-padre Graham Hess é colocada à prova quando ele descobre símbolos alienígenas gravados em seus campos, provocando um frenesi da mídia.

French Lover (26/9)

Foto: divulgação/Netflix

Quando um ator cansado conhece uma garçonete azarada em Paris, nasce uma história de amor improvável. Mas será que o brilho dos holofotes vai ofuscar essa paixão?

Rute e Boaz (26/9)

Foto: divulgação/Netflix

Uma cantora talentosa deixa a cena musical de Atlanta e recomeça em uma cidadezinha do Tennessee. Lá, encontra o amor e um propósito, mas não consegue fugir do passado.

Crianças e Família

A Concierge Pokémon – Temporada 1: Parte 2 (4/9)

Conheça o Pokémon Resort, o refúgio perfeito para os Pokémon relaxarem e se divertirem. Qual será o hóspede que vai ganhar o coração da nova concierge Haru?

Peixe Vermelho, Peixe Azul (8/9)

Foto: divulgação/Netflix

Um peixe, dois peixes, são Peixe Vermelho e Peixe Azul! Daqui para lá e de lá para cá, esses amigos encontram opostos de Norte a Sul!

Rei Lobo: Temporada 2 (11/9)

Foto: divulgação/Netflix

Lutando pelo trono e enfrentando inimigos de todos os lados, Drew descobre as dificuldades do reinado.

Pokémon: Horizontes – Temporada 2 – A Busca por Laqua: Parte 4 (26/9)

Foto: divulgação/Netflix

A jornada continua para Liko, Roy e Dot, que tentam reunir os Seis Heróis e provar que estão prontos. Depois, finalmente enfrentam Gibeon em Laqua.

Anime

The Fragrant Flower Blooms With Dignity (7/9)

Foto: divulgação/Netflix

Quando o intimidante Rintaro conhece a fofa Kaoruko, essa dupla inusitada se aproxima. Mas o problema é que eles estudam em escolas rivais.

Naruto Shippuden: Temporada 17 (20/9)

Foto: divulgação/Netflix

Orochimaru revive os quatro anciãos Hokages, incluindo Minato, pai de Naruto. Hashirama revela sua história com Madara.

Netflix ao vivo

Canelo Álvarez vs. Terence Crawford (14/9)

Foto: divulgação/Netflix

Canelo Álvarez e Terence Crawford se enfrentam em uma luta histórica pelo título unificado dos supermédios ao vivo no Allegiant Stadium, em Las Vegas.

 

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Texto revisado por Gabriela Fachin @gabrieladfachin

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Cinema Cultura asiática Notícias

Ruídos ganha data de estreia nos cinemas brasileiros

Terror coreano já levou mais de 1 milhão de pessoas aos cinemas coreanos

Ruídos marca a estreia de Kim Soo-jin (KBS Drama Special, 2022) na direção de um longa-metragem para os cinemas. Durante as filmagens, ela relatou experiências “estranhas”, como sons inexplicáveis surgindo no set, sem origem identificada, o quereforçou a atmosfera da produção.

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Ruídos - pôster
Foto: divulgação/A2 Filmes

O filme de terror sul-coreano é estrelado por Lee Sun-bin (Seukechi, 2018), Han Soo-a (Seoulgoedam, 2022) e Kim Min-Seok (Descendentes do Sol, 2016). Estreou no Toronto International Film Festival (TIFF) e passou por festivais como Sitges International Fantastic Film Festival of Catalonia, Florence Korea Film Festival, Transilvania International Film Festival, KOSMORAMA Trondheim International Film Festival e Fantasy Filmfest Nights.

A trama apresenta as duas irmãs, Joo Young e Joo Hee, que se mudam para um novo apartamento. Porém, um dia Joo Hee some misteriosamente e Joo Young, mesmo com deficiência auditiva, decide investigar o desaparecimento de sua irmã, que foi vista pela última vez em seu próprio apartamento. À medida que se sente cada vez mais encurralada, ela começa a ouvir sons estranhos e a perceber uma presença maligna ao seu redor.

Juntamente com o namorado de sua irmã, a jovem acaba descobrindo segredos terríveis. Com influências do J-horror, este longa é uma verdadeira experiência de arrepiar, trazendo um enredo cheio de suspense e mistério para os fãs do gênero.

Confira o trailer:

Nos cinemas brasileiros, a estreia do filme está marcada para o dia 9 de outubro.

 

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Texto revisado por Ketlen Saraiva

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Especial | Liam Payne: relembre momentos marcantes da vida do cantor que deixou saudades

Apesar de curta, o astro teve uma vida repleta de conquistas

O cantor britânico Liam Payne, que alcançou o sucesso dentro do grupo One Direction, junto a Niall Horan, Harry Styles, Louis Tomlinson e Zayn Malik, faleceu aos 31 anos, no dia 16 de outubro de 2024, em Buenos Aires, Argentina, ao cair da varanda de seu quarto de hotel.

Hoje, dia 29 de agosto, seria o aniversário de Payne e o Entretê preparou uma seleção de momentos importantes de sua carreira e vida pessoal, especialmente para os fãs que sentem saudade do ídolo que partiu.

The X-Factor

A primeira participação de Liam no famoso programa de talentos britânico The X-Factor aconteceu em 2008, ocasião em que cantou o hit Fly Me to the Moon, de Frank Sinatra. O jurado Simon Cowell disse que Liam, ainda muito jovem, não estava pronto para o reality, mas que deveria tentar novamente no futuro.

Em 2010, Payne retornou ao programa, com mais confiança e técnica vocal, e performou a música Cry Me a River, de Julie London, tirando aplausos do público e jurados.

Foi no The X-Factor que Liam foi colocado no One Direction, grupo que conquistou o terceiro lugar na competição e, rapidamente, alcançou grande notoriedade no cenário musical, além de uma legião de fãs ao redor do mundo.

One Direction: turnês e conquistas
Foto: reprodução/Recreio

O grupo, que ficou ativo por cinco anos, conquistou grandes prêmios como American Music Awards, Brit Awards, World Music Awards, Teen Choice Awards e Billboard Music Awards.

One Direction lançou cinco álbuns de estúdio, sendo eles: Up All Night, Take Me Home, Midnight Memories, Four e Made in the A.M, e quatro turnês, Up All Night Tour (2011-2012), Take Me Home Tour (2013), Where We Are Tour (2014) e On The Road Again Tour (2015).

Alguns dos grandes sucessos musicais da boy band foram escritos, inteiramente ou de forma parcial, por Liam, como Story of My Life, Midnight Memories, Through the Dark, Little White Lies, Back For You e Summer Love.

Nascimento de Bear Payne
Foto: reprodução/Instagram @cherylofficial

Nascido em 22 de março de 2017, Bear Payne é fruto do relacionamento de Liam e da cantora britânica Cheryl Cole.

A gravidez foi mantida em segredo pelo casal, que já estava em um relacionamento sério há certo tempo, e foi revelada por Cheryl em um ensaio fotográfico. O anúncio gerou comoção nos fãs e marcou uma nova fase na vida do cantor.

O nascimento de Bear foi anunciado por meio de uma foto compartilhada nos perfis de Liam e Cheryl do Instagram, no dia 25 de março. O nome foi escolhido devido aos barulhos que o bebê fazia durante o sono.

Payne e Cole mantiveram a vida do pequeno bem reservada, mas, em raras ocasiões, Liam compartilhava momentos com o filho em suas redes sociais.

Carreira solo
Foto: reprodução/VJ Brendan

Com o hiato da One Direction, anunciado em 2016, não demorou muito para o cantor lançar sua carreira solo, em 2017, com o hit Strip That Down (feat. Quavo). O single recebeu múltiplos certificados de platina e integra o álbum LP1, junto a outros sucessos como Bedroom Floor, Familiar e For You (with Rita Ora).

O último lançamento de Liam foi a música Teardrops, lançada meses antes do acidente que tirou a vida do cantor. Na música, Payne retrata momentos difíceis de sua vida pessoal, em especial, sua luta contra o vício em drogas.

Passagens pelo Brasil
Foto: reprodução/Veja

Liam marcou presença no Brasil em algumas ocasiões, gerando comoção entre fãs.

A primeira vez que Payne pisou em terras brasileiras foi em 2014, ainda integrando a One Direction, durante a turnê Where We Are Tour, que passou por São Paulo e Rio de Janeiro. Já em sua segunda visita ao Brasil, em 2018, o cantor esteve no Rio de Janeiro para promover o single Familiar, marcando presença em programas como Caldeirão do Huck, em que visitou a casa de uma fã, e o Encontro com Fátima Bernardes.

Sua terceira passagem aconteceu em 2019, quando Payne participou do evento Villa Mix, em Goiânia.

Entre tantas lembranças que marcaram sua trajetória, Liam Payne segue vivo na memória dos fãs e na música que deixou para o mundo. Mesmo após sua partida, seu carisma e talento ainda ecoam em canções que embalaram uma geração, sendo eternizado em cada nota e em cada história que ajudou a contar. 

A saudade ainda aperta, não é mesmo? Compartilha com a gente seu momento favorito do Liam nas redes sociais do Entretetizei Facebook, Instagram e X – nos siga e não perca as novidades do mundo do entretenimento.

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Texto revisado por Ketlen Saraiva

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