A nova série original é inspirada na obra de Stephen King
A nova série original da HBO, It: Bem-Vindos a Derry, é inspirada no livro que deu origem aos filmes It: A Coisa e It: Capítulo Dois.
O seriado é ambientado no universo de IT que antecede o primeiro filme. Os episódios seguem os eventos da década de 1960, sobre a pesquisa de Mike Hanlon, ajudando o espectador a entender sobre a origem de Pennywise.
Foto: Divulgação/HBO
O elenco reúne Taylour Paige, Jovan Adepo, Chris Chalk, James Remar, Stephen Rider, Madeleine Stowe, além de Rudy Mancuso e Bill Skarsgård, que retorna como o palhaço Pennywise.
A produção conta com nove episódios, que vão ser lançados semanalmente, no domingo, a partir do dia 26 de outubro na HBO e HBO Max.
Confira o trailer da série:
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Transmissões ao vivo, realities shows e franquias de sucesso: veja os destaques que chegam à plataforma neste mês
Neste mês, o catálogo da plataforma de streaming HBO Max recebe 50 produções. As novidades são para todos os públicos: para aqueles que desejam maratonar, a estreia original da HBO, Task: Unidade Especial(2025) e a série turca The Prince(2025), além do novo filme da franquia de sucesso mundial, Karatê Kid: Lendas (2025).
Para os fãs de realities, chega a segunda temporada de Masterchef Confeitaria(2025) e a primeira temporada de Largados e Pelados Brasil: A Tribo (2025). E, para iniciar a temporada de premiações, a HBO transmitirá ao vivo a cerimônia do EMMYS, no dia 14 de setembro, a partir das 20h30.
Venha conferir a lista completa:
SÉRIES
Foto: reprodução/The Hollywood Reporter
Task: Unidade Especial (2025)| Estreia: 7 de setembro. Young Rock (2021), Temporadas 1 a 3 | Estreia: 10 de setembro.
Psiconautas (2016), Temporadas 1 e 2 | Estreia: 11 de setembro.
The Prince (2025) | Estreia: 12 de setembro.
Mike & Molly (2010), Temporadas 1 a 6 | Estreia: 17 de setembro. Sonhos de Liberdade (2024) | Estreia: 22 de novembro.
The Graft (2021) | Estreia: 26 de setembro.
FILMES
Foto: reprodução/Broadway Cinema
Férias no Trailer (2006) | Estreia: 3 de setembro.
Extermínio (2002) | Estreia: 3 de setembro.
Extermínio : A Evolução (2025) | Estreia: 3 de setembro.
Karatê Kid: Lendas (2025) | Estreia 5 de setembro.
Sequestro 1971 (2024) | Estreia: 10 de setembro.
Infiltrado na Klan (2018) | Estreia: 10 de setembro.
Hypnotic: Ameaça Invisível (2023) | Estreia: 12 de setembro.
A Última Showgirl (2024) | Estreia: 12 de setembro.
Amor de Ano Novo (2011) | Estreia: 12 de setembro.
Inferno (2016) | Estreia: 13 de setembro.
Josey Wales: O Fora da Lei (1976)| Estreia: 17 de setembro.
Os Guerreiros Pilantras (1970) | Estreia: 17 de setembro.
Pistoleiros do Entardecer (1962) | Estreia: 17 de setembro.
Máquinas Mortais(2018) | Estreia: 17 de setembro.
Festa da Salsicha (2016) | Estreia: 17 de setembro.
After: Para Sempre (2023) | Estreia: 19 de setembro.
É Preciso Acreditar (2018) | Estreia: 19 de setembro.
Gatilheiro (2025) | Estreia: 19 de setembro
Fugitivo por Acidente(2023) | Estreia: 24 de setembro.
Resident Evil 6: o Capítulo Final (2016) | Estreia: 24 de setembro.
Com Quem Será? (2018) | Estreia: 26 de setembro.
REALITIES
Foto: reprodução/Band
Amor na Gringa, Temporada 2 | Estreia: 3 de setembro.
Casa das Facas – A Batalha | Estreia: 10 de setembro.
Masterchef Confeitaria, Temporada 2 | Estreia: 12 de setembro.
Largados e Pelados Brasil: A Tribo, Temporada 1 | Estreia: 14 de setembro.
Nesha e Jaz Contra o Peso | Estreia: 17 de setembro. Virgens | Estreia: 17 de setembro.
Grandes Chefes: Torneio dos Campeões, Temporada 5 | Estreia: 24 de setembro.
Os Busbys + 5, Temporada 7 | Estreia: 24 de setembro.
Missão Faxina com Ellen Milgrau | Estreia: 25 de setembro. 90 dias: Tô na Caça | Estreia: 28 de setembro. 90 dias para Casar – Reino Unido, Temporada 4 | Estreia: 28 de setembro.
DOCUMENTÁRIOS
Foto: reprodução/O Curioso do Futebol
190 — O Assassino Ligou? (2025) | Estreia: 2 de setembro.
Kivimaki: O Hacker Mais Procurado (2025) | Estreia: 5 de setembro. O Caso Escola Base (2023) | Estreia: 11 de setembro.
Quem Matou Nossa Filha?(2025) | Estreia: 18 de setembro.
Adriano Imperador (2022) | Estreia: 18 de setembro.
Novas Raízes: Escolhas do Futuro (2025) | Estreia: 23 de setembro.
The Devil is Busy(2024) (HBO Original) | Estreia: 23 de setembro.
Jesse & Joy: O Que Nunca Dissemos (2025) | Estreia: 25 de setembro.
Pílula de Farinha: O Escândalo que Gerou Vidas (2025) | Estreia: 30 de setembro.
ANIMAÇÕES
Foto: reprodução/Shueisha
Peppa Pig (2004), Temporada 11 | Estreia: 1 de setembro.
Jujutsu Kaisen (2020), Temporada 1 | Estreia: 9 de setembro.
Krypto Salva o Dia (2025) | Estreia: 26 de setembro.
E aí? Já sabe qual maratonar? Conta pra gente, siga o Entretetizei nas redes sociais —Facebook, Instagram e X— e não perca as novidades do mundo do entretenimento.
Com Idris Elba e Rebecca Ferguson no elenco, o longa explora uma corrida contra o tempo após ataque com míssil nos EUA
A Netflix revelou, nesta quarta (3), o teaser de Casa de Dinamite, seu novo filme de suspense. A trama, dirigida pela aclamada cineasta Kathryn Bigelow, narra a corrida contra o tempo para descobrir a autoria de um míssil não identificado lançado contra os Estados Unidos. O filme será exibido em cinemas selecionados em 9 de outubro, antes de chegar globalmente à Netflix em 24 de outubro.
O elenco também conta com nomes como Gabriel Basso, Jared Harris, Tracy Letts e Anthony Ramos. O roteiro é assinado por Noah Oppenheim, que também divide a produção com a própria Kathryn Bigelow e Greg Shapiro.
Foto: divulgação/Netflix
Suspense, ação e um elenco de peso. Será que Casa de Dinamite será o próximo sucesso da Netflix? Conta pra gente!
Entre romance e intrigas, a estética vibrante transforma as histórias antigas em uma experiência contemporânea
[Contém spoiler]
A publicação em volume físico de Lore Olympus, criado pela artista neozelandesa Rachel Smythe, marca não apenas a materialização de um fenômeno digital da plataforma Webtoon, mas também a consolidação de um projeto estético que reposiciona a mitologia grega sob as lentes da modernidade. Traduzido por Érico Assis e publicado pela Companhia das Letras, sob o selo Suma, o primeiro volumerevisita o mito de Hades e Perséfone, combinando tradição e ruptura, mito e cotidiano, em uma releitura alinhada às perspectivas do século XXI.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
A narrativa acompanha o início da relação entre Hades, o empresário enigmático que é deus do Submundo, e Perséfone, a jovem deusa da Primavera que ainda está em processo de autodescoberta. O primeiro episódio se passa durante a festa da Panateneia, organizada por Zeus. Hades leva um fora de Minthe, sua amante, que se recusa a acompanhá-lo na festa tanto por conta de sua personalidade afrontosa — que encontra prazer em humilhá-lo — quanto pelo odor de Hades, constantemente associado à morte. Já Perséfone enfrenta o desconforto de seu primeiro evento social, vestindo-se literalmente à moda antiga, como uma verdadeira deusa grega em meio a um Olimpo de trajes modernos — situação que só melhora com a ajuda de sua amiga Ártemis.
O encontro entre os dois acontece de maneira quase catártica para os românticos de plantão: Perséfone tropeça, molha o vestido e, nesse instante de vulnerabilidade, desperta a atenção imediata de Hades. A partir daí, a obra explora os primeiros sinais de atração entre eles e a lenta construção da intimidade em meio a um Olimpo moderno repleto de intrigas, fofocas, rivalidades e dilemas humanos.
O trabalho gráfico é um dos pontos mais fortes da HQ. O papel de alta qualidade da edição impressa valoriza a riqueza das cores da narrativa, e a arte de Smythe impressiona pelo traço expressivo, pelas nuances cromáticas e pelo uso simbólico das cores: elementos que tornam cada quadro mais do que uma ilustração, mas uma extensão emocional e psicológica da história.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Classificada para maiores de 16 anos, a obra contém nudez, linguagem explícita, humor adulto e o tratamento de temas delicados, como abuso físico e psicológico, traumas sexuais e relações tóxicas — pontos que a própria autora sinaliza. Essa maturidade temática reforça o caráter crítico da HQ e exige uma leitura consciente, que permita absorver a profundidade emocional e social dos conflitos apresentados.
Por fim, a edição traz como epígrafe um trecho do Hino Homérico a Deméter, estabelecendo uma ponte direta entre a tradição mítica e a releitura contemporânea de Smythe. Essa escolha sintetiza a proposta da obra: revisitar o mito clássico enquanto o atualiza com questões psicológicas e sociais que ressoam no presente.
As cores e o simbolismo nos personagens
Rachel Smythe não utiliza as cores de forma aleatória. A escolha cromática é um recurso narrativo que permite ao leitor compreender traços de caráter, emoções, relações de poder e atmosferas de locais utilizados na obra, como o Olimpo e o Submundo.
Hades, representado pelo azul profundo, transmite introspecção, melancolia e a sua conexão com a morte. Apesar de sua aparência intimidadora — olhos vermelhos que se destacam em certos quadros, carranca constante e uma aura de morte que afasta outros deuses —, ele se mostra emocionalmente sensível, protetor, dono de sete cachorros fofos, viciado em carros e míope, características que conferem humanidade ao personagem.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
A cor azul também reflete o reino de Hades, frequentemente retratado como um espaço frio e marcado pela ausência de vida. Esse simbolismo ecoa outras tradições literárias que repensaram o Submundo, como em A Divina Comédia, de Dante Alighieri. Ao contrário do inferno em chamas tão presente no imaginário coletivo, Dante descreve o Nono Círculo — situado no centro da Terra — como um lago congelado, onde os maiores traidores recebem sua punição máxima. O gelo, nesse caso, é ainda mais implacável do que o fogo: se este depende de uma faísca para existir, o outro simboliza a paralisação definitiva, o esvaziamento da vida. Esse detalhe é retomado no Episódio 7, na representação de Smythe, que apresenta o Submundo como um reino gélido, reforçando a associação cromática de Hades à introspecção, à morte e ao isolamento de seus domínios.
Além disso, o azul tem raízes mais profundas, pois descobertas arqueológicas recentes sugerem que Hades estava associado a essa cor nos cultos antigos e em sua representação. Como explica a pesquisadora e bruxa ctônica Obsidiyana em sua newsletter:
“[…] Posteriormente ele continuou sendo representado em azul na HQ Lore Olympus, onde é o protagonista ao lado de Perséfone. Tal escolha visual parece emanar de uma liberdade criativa dos autores, que optaram por trazer o azul por ser este um tom comumente associado ao inconsciente e a camada profunda das nossas emoções. No entanto, a descoberta da arqueóloga Serena Raffiotta, nos prova que Hades e o tom de azul em sua imagem têm uma ligação muito mais ancestral do que se poderia imaginar.
[…]
Essa informação curiosamente nos confirma a ligação ancestral de Hades com azul, uma cor rara de influência egípcia […] geralmente utilizada para evidenciar nas divindades atributos sobrenaturais, no caso de Hades, reforçando seu mistério e ligação com o submundo. O azul-claro também é atribuído, no orfismo, à cor de pele das Erínias, as três vinganças consideradas filhas de Hades e Perséfone”.
Foto: reprodução/Museu Arqueológico Nacional de Palermo
Portanto, mesmo que não haja confirmação de que Smythe tenha se inspirado diretamente nessas evidências históricas e tradições literárias, a escolha do azul reforça a conexão da obra com o mito e permite que os leitores façam diversas associações simbólicas.
Perséfone, por sua vez, é representada pela cor rosa, tonalidade que enfatiza sua inocência, delicadeza e vulnerabilidade. Esses atributos não são apenas visuais: o rosa acompanha a personagem em momentos que revelam a proteção excessiva por parte de sua mãe, Deméter, e a imaturidade resultante disso. Nesse sentido, a cor funciona como um marcador de identidade e de sua condição como Koré protegida nesse momento inicial.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Ao longo do volume, o rosa também assume um novo significado: deixa de ser apenas a cor da inocência para tornar-se símbolo de crescimento emocional e enfrentamento de experiências adultas, muitas vezes complexas e traumáticas. Essa tonalidade acompanha Perséfone em momentos decisivos — como no abuso cometido por Apolo ou nas manipulações de outros deuses —, funcionando como lembrete da pureza que ainda resiste dentro dela, mesmo em contextos de violência ou vulnerabilidade. O contraste entre delicadeza e dor amplia a tensão dramática da narrativa, evidenciando a transição da personagem: alguém que, ao mesmo tempo em que guarda vestígios de sua proteção passada, precisa aprender a se afirmar diante dos desafios emocionais e sociais impostos pelo Olimpo moderno.
O rosa, assim, não é apenas estético: é um elemento narrativo, que acompanha a evolução da personagem que tem apenas 19 anos, destacando o seu crescimento, as suas fragilidades e a sua resistência, ao mesmo tempo que dialoga com a simbologia clássica da juventude e da pureza, reinterpretada sob uma perspectiva contemporânea e crítica. Portanto, mesmo neste primeiro volume, o movimento de transição de Koré para Perséfone já é inserido na linha narrativa da protagonista.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
A coloração também carrega significado em outros personagens. Zeus, representado pelo roxo, transmite poder e autoridade, mas também intimidação: o raio do rei do Olimpo, como em uma tempestade, pode calar até a chuva mais revolta.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Hera, por sua vez, aparece em amarelo-dourado, simbolizando vigilância, energia dinâmica e presença marcante, além de refletir sua elegância e sofisticação. É interessante notar que, no círculo cromático, roxo e amarelo são cores opostas — uma escolha que reforça a tensão entre o casal. Apesar de sua boa dinâmica na HQ, Zeus e Hera mantêm um relacionamento tóxico: ele tem casos extraconjugais, enquanto ela permanece hipervigilante e, muitas vezes, excessivamente ciumenta.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Poseidon é representado pelo verde, cor que remete à natureza e aos mares, reforçando o seu papel como rei dos oceanos. Ao mesmo tempo, o tom combina com seu humor trapalhão e despretensioso, funcionando como um alívio cômico na narrativa. Contudo, o verde também carrega uma conotação negativa, associada à náusea e à repulsa, refletindo o sentimento de algumas personagens em relação às atitudes problemáticas do personagem, incluindo comportamentos de assédio que causam desconforto e desgosto, principalmente nas figuras femininas.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Minthe, a ninfa amante de Hades, é representada em vermelho-escuro, cor que simboliza paixão, mas também raiva e agressividade. Sua sensualidade e elegância são marcantes — elementos evidenciados tanto pela paleta de cores quanto por suas roupas —, mas se mistura a um caráter oportunista, sobretudo em seu relacionamento com Hades. Essa aura de sedução agressiva fica ainda mais clara nos quadros em que os dois aparecem em momentos íntimos: ambos são retratados de olhos abertos, como se a desconfiança mútua exigisse também a demonstração de poder. A sombra que paira sobre eles não se limita ao contraste profundo entre azul e vermelho, mas reflete a própria violência e toxicidade da relação que compartilham.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
A reinvenção dos mitos
Um dos pontos mais interessantes de Lore Olympus é a forma como Rachel Smythe se apropria dos mitos e os reinventa para gerar novas tensões narrativas. Esse recurso funciona como uma antecipação simbólica e como um easter egg para leitores que conhecem a tradição.
No Episódio 2, Zeus convida Odisseu para a festa Panateneia no Olimpo, o que deixa Poseidon furioso. A cena pode soar apenas como um detalhe humorístico, porém o incômodo imediato do deus dos mares representa uma breve alusão ao mito clássico, no qual Poseidon nutre ódio contra o herói da Guerra de Troia e protagonista da Odisseia por ter cegado Polifemo, seu filho ciclope.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Já Afrodite, cuja presença ganha força em cenas posteriores, é outro exemplo dessa reinvenção. Na mitologia, a deusa é frequentemente associada a episódios de rivalidade feminina e disputas de beleza, como no célebre Julgamento de Páris. Em Lore Olympus, contudo, a sua vaidade se transforma em motor narrativo: no Episódio 3, ao ouvir um comentário sobre a beleza de Perséfone, Afrodite não hesita em manipular Eros para criar uma situação desconfortável entre a jovem e Hades. Aqui, Smythe resgata a essência competitiva da deusa, mas a traduz em termos de intriga moderna, muito próxima da lógica das relações sociais contemporâneas.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
No episódio 13, a autora também revisita o mito de Eros e Psiquê. Na versão clássica, Afrodite, enciumada pela beleza de Psiquê, ordena que o filho a faça se apaixonar por um monstro. Contudo, Eros acaba se apaixonando por ela, e os dois enfrentam uma série de provações até que a jovem conquiste a imortalidade.
Na HQ, esse núcleo mítico é preservado, mas ganha novas camadas. Após resgatar Psiquê de uma realidade brutal, Eros a acolhe em seu apartamento, onde procura reintegrá-la à vida social — chegando até a ensiná-la a ler e escrever —, sem, no entanto, deixá-la viver fora de casa, temendo o que pode acontecer com ela, já que Psiquê é uma mortal em um mundo de imortais. Essa relação de cuidado excessivo é tensionada pela presença de Afrodite que, ressentida com o filho e movida por sua vaidade, o obriga a executar tarefas em seu nome. Um exemplo disso ocorre quando ela o força a embebedar Perséfone para colocá-la em uma situação constrangedora, apenas porque Hades havia comentado que a jovem era mais bela do que a própria deusa.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Essa reinvenção reforça tanto o papel de Afrodite comoinstigadora de intrigas quanto a vulnerabilidade de Eros, dividido entre as pressões maternas e o amor por Psiquê — um conflito que atualiza o mito e o adapta à lógica relacional que permeia toda a narrativa de Lore Olympus. Vale destacar a reflexão do próprio Eros em relação à mãe: “Quando foi que você esqueceu o amor?”. A frase carrega uma ironia evidente, já que Afrodite, deusa desse sentimento, submete-o à sua vaidade.
Assim, a inserção dessas nuances demonstram como a autora equilibra tradição e invenção: ela preserva o núcleo mítico e narrativo das divindades, mas adapta às suas personalidades e relações para um contexto que mistura drama, humor e crítica social.
A capa como prenúncio: Arion e as passagens de Perséfone
A capa do primeiro volume funciona como um paratexto interpretativo. Perséfone aparece montada em um cavalo estilizado, identificado por muitos leitores como uma possível referência a Arion, o cavalo imortal nascido da união forçada entre Poseidon e Deméter, fruto de um episódio de violência sexual contra a deusa. Arion, marcado pela violência de sua origem, simboliza também transição, força e condução de destino — elementos que ressoam também na trajetória de Perséfone.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Na bruxaria ctônica e no mito, Perséfone é compreendida como aquela que realiza o movimento da descida ao Submundo. Essa jornada, longe de simbolizar queda ou atraso, marca o instante em que a deusa assume a sua realeza: torna-se senhora da morte e de suas próprias escolhas. Há, contudo, também o movimento de subida, associado à primavera, quando seu retorno faz brotar a vida no mundo humano. Perséfone, assim, encarna um equilíbrio raro e poderoso: vida e morte coexistem em sua figura, não em oposição ou hierarquia, mas em diálogo constante.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Na HQ, embora esse processo seja mais lento e gradual, ele já está em curso mesmo no primeiro volume. A capa antecipa essa jornada de passagem e transformação: da inocência à maturidade, do mundo humano ao Olimpo e, posteriormente, ao Submundo. O cavalo Arion, como símbolo, reforça o caráter inevitável e transformador dessa travessia, na qual Perséfone não apenas sofre o destino, mas aprende a reinar sobre ele.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
O tempo do amor de Hades e Perséfone
O romance entre Hades e Perséfone é um slow burn cuidadosamente tecido, mas isso não significa ausência de momentos afetuosos. A autora entrega a construção do amor em gestos simples de carinho e situações fofas que, além de aquecerem o coração, reforçam a intimidade crescente entre os protagonistas e tornam a leitura envolvente. O vínculo floresce aos poucos, sustentado por confiança, respeito e gestos sutis — como a atenção de Hades ao encontrá-la dormindo embriagada no banco de seu carro, no Episódio 5, ou a preocupação com a segurança da deusa durante a sua breve estadia no Submundo, durante os Episódios 6, 7 e 8.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Nesse processo, enquanto o mundo enxerga apenas a imponência de Hades e o teme, Perséfone o humaniza, criando uma conexão cada vez mais íntima e sem receio. Mesmo sendo imortais e tendo todo o tempo do mundo, ela sente urgência em conhecê-lo a fundo — um desejo que poucos deuses demonstraram em relação a ele. Além disso, sua sensibilidade lhe permite enxergar beleza onde outros veem apenas trevas: quando declara gostar do Submundo, comparando os néons a estrelas no Episódio 10 não apenas surpreende, mas também encanta Hades.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Por sua vez, temos o rei dos mortos, inteiramente rendido à jovem deusa — embora ainda em conflito interno diante dos sentimentos novos. Diferente dos demais personagens, Hades não explora a imaturidade de Perséfone; ao contrário, injeta humor, respeito e uma adoração quase contida em suas interações, para que ela se sinta à vontade e nunca constrangida. Mesmo quando seus desejos começam a vir à tona, ele os contém, mantendo-se respeitoso e cuidadoso. A cada encontro, apaixona-se mais por sua delicadeza, pela forma gentil como ela percebe o mundo e pelo coração compassivo que a define. Curiosamente, qualidades que encantam Hades são vistas pelos demais personagens como fraquezas a explorar e manipular.
Dessa forma, a construção lenta da intimidade entre os dois torna o romance verossímil e emocionalmente profundo, sustentado por escolhas conscientes, consentimento e observação mútua. O slow burn transforma-se, então, em uma chama que aquece gradualmente, mas com intensidade duradoura, fazendo de Hades e Perséfone um dos casais mais cativantes da narrativa.
Desafios e limitações da versão física
A adaptação do formato digital para o impresso apresenta desafios evidentes. No Webtoon, a leitura vertical é fluida, permitindo que o leitor deslize de quadro em quadro sem interrupções. No impresso, no entanto, essa estrutura resulta em páginas com muitos espaços em branco e quebras frequentes, o que pode gerar uma sensação de fragmentação e impacto visual diferente do original. Embora essa escolha preserve a identidade estética da obra e mantenha a intenção narrativa da autora, ela também exige do leitor uma adaptação, já que a experiência de leitura não é tão contínua quanto no digital. Assim, o volume físico funciona melhor como uma extensão do universo original, oferecendo um objeto literário valioso, mas com um ritmo próprio que difere da experiência digital.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Considerações finais
O primeiro volume de Lore Olympus é mais do que uma simples adaptação do mito de Hades e Perséfone: é um mergulho visual e narrativo que dialoga com temas importantes através de uma linguagem acessível e contemporânea. A obra alia estética sofisticada, narrativa madura e reinvenção de personagens clássicos, utilizando cores, interações e simbolismo para aprofundar a compreensão do leitor sobre cada deus e sobre as tensões do Olimpo e do Submundo. Rachel Smythe constrói um romance que se revela tanto na delicadeza dos gestos quanto na intensidade dos conflitos, equilibrando tradição e inovação de forma instigante.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Mais do que revisitar um mito antigo, Lore Olympus propõe reflexões sobre poder feminino, autonomia, trauma e desejo, sem perder a atmosfera envolvente de um slow burn digno dos melhores romances. O resultado é uma experiência literária e visual que conquista tanto os leitores apaixonados por mitologia quanto aqueles em busca de narrativas contemporâneas com densidade emocional e estética marcante.
Vai se aventurar na leitura desse slow burn dos deuses? Compartilhe suas impressões nas nossas redes — Instagram,FacebookeX — e, se gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!
O novo seriado de comédia estreia no dia 30 de setembro e poderá ser assistido exclusivamente por streaming
Os fãs de futebol americano já podem ficar animados! A nova série de comédia, Chad Powers: O Quarterback, estrelada por Glen Powell, ganhará vida no Disney+ no dia 30 de setembro, com seus dois primeiros episódios. Em seguida, um novo episódio será lançado semanalmente.
Foto: divulgação/Chad Powers
A história vai se passar oito anos após um erro imperdoável arruinar a carreira promissora do atleta de futebol americano universitário, o quarterback Russ Holliday (Glen Powell). Para tentar ressuscitar seus sonhos, o personagem irá se disfarçar de Chad Powers, um personagem excêntrico e talentoso que se junta ao South Georgia Catfish.
O elenco também contará com Perry Mattfeld como Ricky; Quentin Plair, como o treinador Byrd; Wynn Everett, como Tricia Yeager; Frankie A. Rodriguez, como Danny; e Steve Zahn, como o treinador Jake Hudson.
Powell, além de estrelar a produção, é cocriador, corroteirista e produtor executivo por meio de sua produtora, Barnstorm Productions.
E aí, será que a nova série vai agradar o paladar dos admiradores do esporte? Comente esiga o Entretetizei nas redes sociais — Facebook, Instagram e X — e não perca as novidades do mundo do entretenimento.
Filme chega aos cinemas brasileiros no dia 11 de setembro
Para aumentar a expectativa dos fãs, foi divulgado um novo pôster do filme Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito. O destaque desta vez é a batalha entre Zenitsu e Kaigaku. Os ingressos para a pré-venda já estão disponíveis, e a estreia está marcada para o dia 11 de setembro no Brasil e em outros países da América Latina.
O filme estreou no Japão no dia 18 de julho e quebrou recordes de bilheteria no final de semana de sua estreia. Com quatro dias de exibição, se tornou o segundo filme com a maior bilheteria de 2025 no Japão. Além disso, também superou os recordes do longa-metragem anterior da franquia, Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – The Movie: Mugen Train.
A produção é o primeiro filme da trilogia que vai encerrará a história do anime. Na trama, enquanto os membros do Esquadrão de Caçadores de Onis e os Hashiras realizavam um programa de treinamento em grupo, chamado Treinamento dos Hashiras, em preparação para a iminente batalha contra os demônios, Muzan Kibutsuji, líder dos onis, aparece na Mansão Ubuyashiki.
Com o chefe do Esquadrão de Caçadores de Onis em perigo, Tanjiro e os Hashiras correm para o quartel-general, mas são lançados em uma queda infinita para um espaço misterioso pelas mãos de Kibutsuji.
O local onde eles foram levados é a fortaleza dos demônios, o Castelo Infinito. Assim, o campo de batalha está definido, dando início ao confronto final entre o Corpo de Extermínio de Demônios e os onis.
Confira o novo pôster:
Imagem: divulgação/Crunchyroll
Tanto no trailer quanto no pôster, Zenitsu aparece mais sério do que nunca. Apesar de ser sempre energético e escandaloso, ele não está mais para brincadeiras. Isso acontece porque tanto ele quanto Kaigaku foram discípulos de Jigoro Kuwajima, o antigo Hashira do Trovão.
Por ter medo da morte e por ambição, Kaigaku decidiu se tornar um oni, traindo seu mestre e todo Corpo de Exterminadores de Demônios. Agora, Zenitsu quer derrotá-lo para honrar seu professor. E será na telona que veremos algo raro: uma luta entre dois usuários da Respiração do Trovão!
Você vai assistir Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito? Comente nas redes sociais do Entretetizei —Instagram,Facebook eX — e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.
Confira mais informações da apresentação do artista sul-coreano
O cantor ROCKY vai fazer um show único no Carioca Club, em São Paulo, no dia 7 de setembro. Os ingressos já estão disponíveis para compra na Pixel Ticket e também presencialmente no restaurante Mr. Jin (Rua Humberto I, 94 – Vila Mariana, SP).
Meia Entrada Conforme a Lei Federal 12.933/2013 e o Decreto 8.537/2015, têm direito à meia entrada:
– Estudantes com carteirinha estudantil válida (CIE ou DNE); – Pessoas com deficiência e um acompanhante, se necessário; – Idosos (60 anos ou mais); – Jovens de 15 a 29 anos inscritos no CadÚnico; – Professores da rede estadual de ensino de São Paulo.
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Os oito episódios da trama turca, que estreou hoje (3) no país, podem ser assistidos com exclusividade em streaming
Notícia maravilhosa para a diziland! Lembranças de um Amor (Aşkı Hatırla, 2025), produção turca protagonizada por Hande Erçel e Barış Arduç, estreou hoje (3) no Brasil. Os oito episódios da série, lançada na Turquia em junho deste ano, já estão disponíveis com exclusividade no Disney+ BR.
Confira o pôster em português a seguir:
Foto: reprodução/Disney+ Brasil
Veja o trailer abaixo:
Sinopse
A trama, que é a segunda parceria dos atores, apresenta Güneş (Hande Erçel) e Deniz (Barış Arduç), um casal que se encontra por acaso após uma separação, trazendo à tona um sentimento que acreditavam ter ficado no passado.
Quando ambos esquecem de cancelar uma viagem anteriormente marcada para a Capadócia, eles se reencontram. Mesmo relutantes, os dois embarcam nessa jornada, permitindo revisitar as memórias e sentimentos que um dia os uniram. Envolvidos pelas paisagens deslumbrantes da região, o antigo casal começa a redescobrir o amor, vivendo uma experiência transformadora e emocionante.
Foto: reprodução/Instagram @disneyplustr
Equipe
A produção da O3 Medya em parceria com Saner Ayar, tem roteiro de Ahmet Vatan e foi escrita e dirigida por Özgür Önurme.
Feyyaz Şerifoğlu, Başak Gümülcinelioğlu, Alper Saldıran, Melis Minkâri, Sezin Akbaşoğulları e Fatih Alcompletam o elenco da série.
Foto: reprodução/Instagram @disneyplustr
Quem já vai correndo assistir? Conta pra gente e siga o Entretê nas redes sociais —Facebook, Instagram e X— para mais informações sobre o mundo do entretenimento turco.
A artista cresceu na Zona Norte de São Paulo e hoje representa o Brasil no primeiro grupo pop global do mundo
Em uma entrevista exclusiva ao Entretetizei, a brasileira de 20 anos abriu o coração e relembrou momentos de sua trajetória artística, que começou ainda na infância.
Nascida no Jardim Brasil, na zona norte de São Paulo, Desirée sempre esteve ligada à música e à dança. Com carisma e talento marcantes, ela foi conquistando espaço no cenário artístico até alcançar um dos maiores sonhos de sua vida.
Desirée, que sempre demonstrou sua paixão pela música e especialmente pelo samba, tem levado isso consigo por onde vai. Cresceu em ambiente familiar musical: seus pais, especialmente o pai, e os avós tinham uma vasta coleção de vinis, CDs e DVDs, e havia músicos na família. Em 2018, ela participou do Jovens Talentos no programa Raul Gil.
No dia 1º de junho de 2023, ela foi anunciada como vencedora do reality NOW UNITED: New Dreams, competição que buscava novos talentos para integrar o grupo. Desde então, ela carrega a responsabilidade e o orgulho de representar o Brasil em um dos projetos musicais mais inovadores da atualidade.
Foto: reprodução/Instagram @NowUnited
Em 2024, ela lançou seu projeto autoral em seu canal no YouTube, Laje Sessions, com versões de músicas como Baby 95 (Liniker), O Que É o Amor (Arlindo Cruz, Maria Rita) e Sem Filtro (IZA) em colaboração com o artista pop, Washington Duarte.
Durante nossa conversa, Desirée revelou como é ser uma jovem negra e brasileira conquistando espaço em um grupo pop global. Com sua voz, dança, carisma e presença de palco, ela compartilhou a importância da representatividade e como suas raízes influenciam cada passo da sua carreira.
Entretetizei: Você cresceu na Zona Norte de SP e hoje representa o Brasil em um grupo global. Já teve aquele momento em que pensou: “eu sou a inspiração de alguém”? O que isso desperta em você?
Desirée: Já pensei muito nisso, mas a ficha só caiu recentemente. Às vezes é difícil de assimilar que sou uma referência para algumas pessoas porque quando me olho no espelho, apesar de estar mais madura, ainda vejo a mesma garota que nasceu e cresceu no Jardim Brasil, sabe? Muitas pessoas me inspiraram a ser quem eu sou hoje. Saber que eu posso estar inspirando pessoas iguais a mim faz com que todo o meu trabalho seja um círculo perfeito.
E: Desirée, pensando só em você mesma, fora de qualquer contexto profissional, o que te faz sentir mais você? Aquela coisa, gesto ou hábito que ninguém mais vê, mas que define quem você é de verdade?
D: É bem clichê, mas eu amo estar com a minha família. Tudo parece fazer mais sentido em uma tarde de domingo onde eu sou só a filha da Cintia e do Dédo. As vezes eu sinto que todo o meu trabalho (e a minha ausência por causa dele) é para que, no final, eu consiga ter cada vez mais conforto nesses momentos preciosos onde sou apenas eu junto com as pessoas que me trouxeram até aqui.
E: Muita gente te conheceu no Now United, mas antes disso você já cantava, dançava, e até participou de programas como Raul Gil. O que te motivava a continuar acreditando, mesmo nos momentos mais difíceis?
D: Sendo bem sincera, desde pequena sempre tive esse sentimento de que as coisas dariam certo pra mim. Não sei explicar, desde que eu me lembro, sempre senti essa conexão com a arte dentro do meu coração. A sensação é de como se eu tivesse um imã no meu peito que atrai as coisas que eu sempre sonhei. Obviamente, nada é constante, então as vezes é difícil me manter firme; nesses momentos eu tenho a minha família e meus amigos me lembrando de todas as coisas que consegui alcançar antes de completar 20 anos, e me mostrando coisas que muitas vezes não consigo enxergar com os meus próprios olhos.
E: Como jovem negra, você se tornou uma inspiração para muitos jovens, especialmente aqueles que sonham em seguir carreira artística. O que essa representatividade significa pra você no dia a dia?
D: Essa é uma boa pergunta, muitas vezes já me peguei lendo comentários questionando minha personalidade e de onde eu venho, e durante muito tempo pensei se deveria ou não mudar isso. Ser uma mulher negra faz parte de quem eu sou e isso inclui todos os aspectos da minha formação como pessoa, artista e cidadã. Todas as minhas vivências têm esse recorte e por isso faço questão de reforçar quem sou e de onde vim em todos os lugares que piso, porque sei que pra pessoas que se parecem comigo e que vem de lugares parecidos com o de onde venho, as coisas são mais difíceis. Mas quero que as pessoas saibam que nada é impossível. Todos os lugares podem ser nossos espaços também.
E: O que você gostaria de dizer para as pessoas que acompanharam sua jornada desde o New Dreams e que estão com você nessa nova fase da sua carreira?
D: Para todos que estão aqui desde que tudo começou, gostaria de agradecer pela lealdade e por acreditarem em mim desde o início. Vocês não fazem ideia do quanto me ajudaram nessa jornada de adaptação a uma vida completamente diferente. Acredito que estamos prestes a entrar em uma fase linda onde vamos conseguir aproveitar e colher os frutos de todo o trabalho dos últimos dois anos. Eu amo vocês.
Atualmente, Desirée tem se preparado para a turnê mundial Now or Never Tour. A série de shows com passagem pelo Brasil celebra o aguardado reencontro entre membros atuais e ex-integrantes, com direito a hits, novidades e uma superprodução que promete emocionar os fãs.
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