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Dê uma espiada nas prévias de Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out

O terceiro capítulo da franquia chega ao streaming em dezembro

 

Benoit Blanc está de volta com novos personagens e mistérios ainda mais sombrios! As imagens oficiais de Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out já estão disponíveis. A terceira produção da franquia criada pelo cineasta indicado ao Oscar, Rian Johnson, chega ao streaming ainda em dezembro.

No longa, Benoit Blanc (Daniel Craig) retorna para seu caso mais sombrio. Após um assassinato súbito e aparentemente impossível abalar uma pequena cidade, a chefe de polícia local (Mila Kunis) une forças com o renomado detetive para desvendar um mistério que desafia toda a lógica.

Escrito e dirigido por Rian Johnson, Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out reúne um elenco espetacular, pois além de Craig e Kunia temos Josh O’Connor, Glenn Close, Josh Brolin, Jeremy Renner, Kerry Washington, Andrew Scott, Cailee Spaeny, Daryl McCormack e Thomas Haden Church como parte do novo mistério Knives Out. A produção, assinada por Johnson e Ram Bergman, dá sequência ao sucesso de Entre Facas e Segredos (2019) e Glass Onion: Um Mistério Knives Out (2022).

O terceiro filme sucede àqueles que conquistaram o público e a crítica ao redor do mundo e transformaram a franquia em um dos maiores fenômenos do gênero. A produção está confirmada no catálogo global da Netflix a partir de 12 de dezembro de 2025.

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Leia também: Segredos de Família: o mistério e o drama que vão prender sua atenção chega ao streaming

Texto revisado por Cristiane Amarante

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Cultura turca Notícias Séries

Sultana: o novo projeto de Rojbin Erden

A atriz turca se junta ao elenco do filme que conta com grandes nomes

 

Após o sucesso de sua personagem Asi na dizi Yabani (tradução livre: Selvagem, 2023), o próximo projeto da atriz Rojbin Erden foi anunciado. Ela interpretará Fahriye no filme Sultana, produção ambientada em um clube noturno de Istambul, que contará a história comovente de sete dançarinas de pole dance.

Foto Rojbin Erden.
Foto: reprodução/Instagram @rojbinerdn
O filme

A produção será protagonizada por Tuba Büyüküstün (Uma Nova Mulher, 2022), dando vida à Meral, que tem sua vida transformada após a chegada de Anna, uma jovem bailarina da Bielorrússia, à boate. Anna será interpretada por Derya Pınar Ak, conhecida por atuar na dizi Prens (tradução livre: Príncipe, 2023). Seray Kaya (Bir Küçük Gün Işığı, 2022) completa o elenco, até o momento, no papel de Tülay.

Foto Tuba Büyüküstün e Derya Pınar Ak.
Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
Foto Seray Kaya.
Foto: reprodução/Birsen Altuntaş

Escrito por Erdi Işık, roteirista do premiado filme Mukadderat (tradução livre: O Destino, 2024), terá direção de Ali Kemal Güven (Çilingir Sofrası, 2022). Produzido pela Rodi Medya em parceria com a Saros Film, as gravações estão previstas para começar em novembro. O longa, sem previsão de lançamento, deve estrear em festivais antes de ir para os cinemas.

Entrevista no Entretê

Uma das atrizes mais populares da geração mais jovem na Turquia, Rojbin Erden chamou a atenção por seu talento na atuação, música e dança. A atriz, que está no início de sua carreira, foi entrevistada pelo Entretê em 2024 e contou um pouco sobre o seu trabalho em Yabani e que tem vontade de conhecer o Brasil. Confira aqui.

 

Já conhece o trabalho da atriz? Conta pra gente e siga o Entretetizei nas redes sociais Facebook, Instagram e X para mais informações sobre o mundo do entretenimento turco.

 

Leia também: Lembranças de um Amor: série com Hande Erçel e Barış Arduç já está disponível no Brasil

 

Texto revisado por Larissa Couto @larscouto

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Música Notícias

Do TikTok à indústria da música pop: quem é Addison Rae

Cantora de 24 anos deixou as dancinhas virais de lado e lançou o primeiro álbum de estúdio, com produção e conceito nostálgico

Quem viu o line-up do Lollapalooza Brasil 2026 provavelmente se deparou com esse nome entre os artistas confirmados na próxima edição do festival. Addison Rae é uma das principais cantoras da nova geração do pop e, apesar de estar consolidando agora a sua marca na indústria musical, ela já é bastante conhecida na internet. Com virais de dancinha nas redes sociais, a estadunidense de 24 anos recalculou a rota e passou a se aventurar no mundo da música. 

Nascida em 6 de outubro de 2000, Addison Rae Easterling surgiu como criadora de conteúdo no TikTok e, em 2019, escalou à fama após participar da The Hype House, uma mansão de jovens criadores de conteúdo. Atualmente, ela soma mais de 85 milhões de seguidores na plataforma.

Porém, Addison resolveu sair um pouco da rota de influenciadora digital e começou a seguir caminhos diferentes.

Conhecida pelos vídeos de dublagem e danças virais, o anúncio de que embarcaria em uma carreira musical dividiu opiniões, especialmente pelo fato da cantora ter sido revelada no meio digital. Em 2021, Rae debutou com o single Obsessed, produzido por Benny Blanco, e teve uma recepção negativa, com parte das críticas apontando uma falta de autenticidade e questionando a ida da artista para o lado musical.

Ao mesmo tempo, ela também deu outro passo na carreira e se aventurou no cinema ao protagonizar He’s All That (2021), da Netflix, um remake do clássico She’s All That, de 1999.

Após as críticas, Addison se afastou das redes sociais, mas isso não durou muito tempo. Algumas demos vazadas chamaram a atenção do público e viralizaram, principalmente pela qualidade das músicas não lançadas. Nothing On (But the Radio), originalmente gravada por Lady Gaga, mas nunca lançada oficialmente, e I Got It Bad estão entre as faixas inéditas de Rae que puderam ser ouvidas pelo público. 

Com maior aceitação, Rae lançou o seu primeiro EP AR em agosto de 2023, projeto em que se joga no bubblegum e synth pop. O disco conta com cinco músicas, incluindo 2 Die 4, com participação da cantora Charli XCX, que virou mentora de Addison e é uma das principais responsáveis pela virada de chave na carreira da artista. 

A relação com Charli não parou por aí e Rae ainda marcou presença no brat summer, participando do álbum de remixes na faixa Von dutch, produzida por A.G. Cook. As duas também estão no disco de Cook, lançado no mesmo ano, e colaboraram com o produtor britânico na faixa Lucifer

Um ano após AR, Addison assinou com a Columbia Records e retornou com Diet Pepsi, um de seus maiores sucessos e um marco no amadurecimento da trajetória musical. Nessa nova fase, a cantora uniu forças com as produtoras suecas Elvira Anderfjärd e Luka Kloser, integrantes do time do grande compositor e produtor Max Martin.

As três trabalharam juntas no primeiro álbum de estúdio de Rae, lançado em junho deste ano. Intitulado Addison, o novo trabalho da cantora tem 12 músicas, incluindo Aquamarine, Fame Is A Gun e Headphones On. Já na capa, o projeto remete à uma era do pop no início dos anos 2000 e a sonoridade segue pelo mesmo caminho, bebendo da fonte de Britney Spears e Madonna naquela época. Apesar das referências, a cantora consegue criar a própria marca em um disco que une autenticidade e introspecção.  

O projeto foi bem recebido e reuniu algumas críticas positivas que destacaram a evolução musical de Addison. Em publicação nas redes sociais, a cantora de 24 anos considerou o álbum como “um profundo desespero e desejo” em compreender a si mesma. 

Amo este projeto com todo o meu ser. Um espelho. Um profundo desespero e desejo de me compreender melhor. Uma verdadeira coleção do meu trabalho mais orgulhoso até agora. A capa dos meus sonhos. Os colaboradores dos meus sonhos”, escreveu.

Em julho, Addison foi o ato de abertura dos shows de Lana Del Rey em Londres. Em agosto, ela iniciou a The Addison Tour com datas na Europa, nos Estados Unidos, no Canadá e na Austrália. A estadunidense também se prepara para se apresentar pela primeira vez no Brasil, em março de 2026. 

E aí, já conhecia a Addison Rae? Conta para a gente nas redes sociais do Entretê! Nos siga no X, Facebook e Instagram para não perder nenhuma novidade.

 

Leia mais: Confira o line-up completo da edição de 2026 do maior festival do ano em SP – Entretetizei

 

Texto revisado por Alexia Friedmann @alexiafriedmann

 

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VMA 2025: confira todos os vencedores da noite

A premiação celebrou a carreira de Mariah Carey e Ricky Martin e abriu espaço para novos artistas

Finalmente conhecemos os vencedores do VMA 2025! A premiação, que aconteceu ontem (7) em Nova York, durou cerca de três horas e entregou dezenas de prêmios e performances históricas para a cultura pop.

Entre os destaques da noite, Lady Gaga levou quatro estatuetas para casa após performar Dead Dance pela primeira vez nos palcos e, com mais de 30 anos de carreira, Mariah Carey recebeu seu primeiro VMA com o prêmio honorário Video Vanguard Award, dado a artistas cuja carreira impactou a indústria musical. De forma semelhante, o legado de Ricky Martin foi homenageado com o prêmio inédito de Ícone Latino.

Confira abaixo a lista de vencedores completa:

Vídeo do Ano
  • Ariana Grande: brighter days ahead – VENCEU
  • Billie Eilish: BIRDS OF A FEATHER
  • Kendrick Lamar: Not Like Us
  • Lady Gaga e Bruno Mars: Die With A Smile
  • ROSÉ e Bruno Mars: APT.
  • Sabrina Carpenter: Manchild
  • The Weeknd e Playboi Carti: Timeless

Artista do Ano
  • Bad Bunny
  • Beyoncé
  • Kendrick Lamar
  • Lady Gaga – VENCEU
  • Morgan Wallen
  • Taylor Swift
  • The Weeknd
Música do Ano
  • Alex Warren: Ordinary
  • Billie Eilish: BIRDS OF A FEATHER
  • Doechii: Anxiety
  • Ed Sheeran: Sapphire
  • Gracie Abrams: I Love You, I’m Sorry
  • Lady Gaga e Bruno Mars: Die With A Smile
  • Lorde: What Was That
  • ROSÉ e Bruno Mars: APT. – VENCEU
  • Tate McRae: Sports Car
  • The Weeknd e Playboi Carti: Timeless

Artista Revelação
  • Alex Warren – VENCEU
  • Ella Langley
  • Gigi Perez
  • Lola Young
  • sombr
  • The Marías
Melhor Artista Pop
  • Ariana Grande
  • Charli xcx
  • Justin Bieber
  • Lorde
  • Miley Cyrus
  • Sabrina Carpenter – VENCEU
  • Tate McRae

Performance do Ano – MTV Push
  • Agosto de 2024 – Shaboozey: A Bar Song (Tipsy)
  • Setembro de 2024 – Ayra Starr: Last Heartbreak Song
  • Outubro de 2024 – Mark Ambor: Belong Together
  • Novembro de 2024 – Lay Bankz: Graveyard
  • Dezembro de 2024 – Dasha: Bye Bye Bye
  • Janeiro de 2025 – KATSEYE: Touch – VENCEU
  • Fevereiro de 2025 – Jordan Adetunji: KEHLANI
  • Março de 2025 – Leon Thomas: YES IT IS
  • Abril de 2025 – Livingston: Shadow
  • Maio de 2025 – Damiano David: Next Summer
  • Junho de 2025 – Gigi Perez: Sailor Song
  • Julho de 2025 – ROLE MODEL: Sally, When The Wine Runs Out
Melhor Colaboração
  • Bailey Zimmerman e Luke Combs: Backup Plan
  • Kendrick Lamar e SZA: luther
  • Lady Gaga e Bruno Mars: Die With A Smile – VENCEU
  • Post Malone e Blake Shelton: Pour Me A Drink
  • ROSÉ e Bruno Mars: APT.
  • Selena Gomez e benny blanco: Sunset Blvd
Melhor Pop
  • Alex Warren: Ordinary
  • Ariana Grande: brighter days ahead – VENCEU
  • Ed Sheeran: Sapphire
  • Lady Gaga e Bruno Mars: Die With A Smile
  • ROSÉ e Bruno Mars: APT.
  • Sabrina Carpenter: Manchild
Foto: reprodução/Rolling Stone
Melhor Hip-Hop
  • Doechii: Anxiety – VENCEU
  • Drake: NOKIA
  • Eminem e Jelly Roll: Somebody Save Me
  • GloRilla e Sexyy Red: WHATCHU KNO ABOUT ME
  • Kendrick Lamar: Not Like Us
  • LL Cool J e Eminem: Murdergram Deux
  • Travis Scott: 4X4
Melhor R&B
  • Chris Brown: Residuals
  • Leon Thomas e Freddie Gibbs: MUTT (Remix)
  • Mariah Carey: Type Dangerous – VENCEU
  • PARTYNEXTDOOR: N o C h i l l
  • Summer Walker: Heart Of A Woman
  • SZA: Drive
  • The Weeknd e Playboi Carti: Timeless

Melhor Alternativo
  • Gigi Perez: Sailor Song
  • Imagine Dragons: Wake Up
  • Lola Young: Messy
  • mgk e Jelly Roll: Lonely Road
  • sombr: back to friends – VENCEU
  • The Marías: Back To Me
Melhor Rock
  • Coldplay: ALL MY LOVE – VENCEU
  • Evanescence: Afterlife
  • Green Day: One Eyed Bastard
  • Lenny Kravitz: Honey
  • Linkin Park: The Emptiness Machine
  • Twenty One Pilots: The Contract
Melhor Latino
  • Bad Bunny: BAILE INoLVIDABLE
  • J Balvin: Rio
  • Karol G: Si Antes Te Hubiera Conocido
  • Peso Pluma e Neton Vega: LA PATRULLA
  • Rauw Alejandro e Romeo Santos: Khé?
  • Shakira: Soltera – VENCEU

Melhor K-pop
  • aespa: Whiplash
  • JENNIE: like JENNIE
  • Jimin: Who
  • JISOO: earthquake
  • LISA, Doja Cat e RAYE: Born Again – VENCEU
  • Stray Kids: Chk Chk Boom
  • ROSÉ: toxic till the end
Melhor Afrobeat
  • Asake e Travis Scott: Active
  • Burna Boy e Travis Scott: TaTaTa
  • MOLIY, Silent Addy, Skillibeng e Shenseea: Shake It To The Max (FLY) (Remix)
  • Rema: Baby (Is It A Crime)
  • Tems e Asake: Get It Right
  • Tyla: PUSH 2 START – VENCEU
  • Wizkid e Brent Faiyaz: Piece Of My Heart

Melhor Country
  • Chris Stapleton: Think I’m In Love With You
  • Cody Johnson e Carrie Underwood: I’m Gonna Love You
  • Jelly Roll: Liar
  • Lainey Wilson: 4x4xU
  • Megan Moroney: Am I Okay? – VENCEU
  • Morgan Wallen: Smile
Melhor Álbum
  • Bad Bunny: DeBÍ TiRAR MáS FOToS
  • Kendrick Lamar: GNX
  • Lady Gaga: Mayhem
  • Morgan Wallen: I’m The Problem
  • Sabrina Carpenter: Short n’ Sweet – VENCEU
  • The Weeknd: Hurry Up Tomorrow
Foto: reprodução/People
Melhor Longa
  • Ariana Grande: brighter days ahead – VENCEU
  • Bad Bunny: DeBÍ TiRAR MáS FOToS (Short Film)
  • Damiano David: FUNNY little stories
  • Mac Miller: Balloonerism
  • Miley Cyrus: Something Beautiful
  • The Weeknd: Hurry Up Tomorrow
Melhor Vídeo Para o Bem
  • Burna Boy: Higher
  • Charli xcx e Billie Eilish: Guess – VENCEU
  • Doechii: Anxiety
  • Eminem e Jelly Roll: Somebody Save Me
  • Selena Gomez e benny blanco: Younger And Hotter Than Me
  • Zach Hood e Sasha Alex Sloan: Sleepwalking

Melhor Direção
  • Ariana Grande: brighter days ahead
  • Charli xcx e Billie Eilish: Guess
  • Kendrick Lamar: Not Like Us
  • Lady Gaga: Abracadabra – VENCEU
  • ROSÉ e Bruno Mars: APT.
  • Sabrina Carpenter: Manchild
Melhor Direção de Arte
  • Charli xcx e Billie Eilish: Guess
  • Kendrick Lamar: Not Like Us
  • Lady Gaga: Abracadabra – VENCEU
  • Lorde: Man Of The Year
  • Miley Cyrus: End of the World
  • ROSÉ e Bruno Mars: APT.

Melhor Cinematografia
  • Ariana Grande: brighter days ahead
  • Ed Sheeran: Sapphire
  • Kendrick Lamar: Not Like Us – VENCEU
  • Lady Gaga: Abracadabra
  • Miley Cyrus: Easy Lover
  • Sabrina Carpenter: Manchild
Melhor Edição
  • Charli xcx e Billie Eilish: Guess
  • Ed Sheeran: Sapphire
  • Kendrick Lamar: Not Like Us
  • Lady Gaga: Abracadabra
  • Sabrina Carpenter: Manchild
  • Tate McRae: Just Keep Watching – VENCEU
Melhor Coreografia
  • Doechii: Anxiety – VENCEU
  • FKA twigs: Eusexua
  • Kendrick Lamar: Not Like Us
  • Lady Gaga: Abracadabra
  • Tyla: PUSH 2 START
  • Zara Larsson: Pretty Ugly

Melhores Efeitos Visuais
  • Ariana Grande: brighter days ahead
  • Lady Gaga: Abracadabra
  • ROSÉ e Bruno Mars: APT.
  • Sabrina Carpenter: Manchild – VENCEU
  • Tate McRae: Just Keep Watching
  • The Weeknd: Hurry Up Tomorrow
Melhor Grupo
  • aespa
  • All Time Low
  • Backstreet Boys
  • BLACKPINK – VENCEU
  • Coldplay
  • Evanescence
  • Fuerza Regida
  • Grupo Frontera
  • Imagine Dragons
  • Jonas Brothers
  • KATSEYE
  • My Chemical Romance
  • SEVENTEEN
  • Stray Kids
  • The Marías
  • twenty one pilots
Música do Verão
  • Addison Rae: Headphones On
  • Alex Warren: Ordinary
  • Benson Boone: Mystical Magical
  • BigXthaPlug e Bailey Zimmerman: All The Way
  • Chappell Roan: The Subway
  • Demi Lovato: Fast
  • Doja Cat: Jealous Type
  • HUNTR/X: Golden
  • Jessie Murph: Blue Strips
  • Justin Bieber: Daisies
  • MOLIY, Silent Addy, Skillibeng e Shenseea: Shake It to the Max
  • Morgan Wallen e Tate McRae: What I Want
  • Ravyn Lenae e Rex Orange County: Love Me Not
  • Sabrina Carpenter: Manchild
  • sombr: 12 to 12
  • Tate McRae: Just Keep Watching – VENCEU

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Leia também: Prêmio Bibi Ferreira anuncia indicados de sua 12ª edição

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Entretenimento Livros

O apocalipse zumbi chegou ao Brasil em DeZvivos

Criada por Pedro Ivo, a obra conecta literatura, quadrinhos, animação e games em uma narrativa que mistura ação, terror e crítica social

Criada pelo roteirista e quadrinista Pedro Ivo, DeZvivos dá uma interpretação inédita ao universo dos mortos-vivos. A saga brasileira mistura ação, terror e ficção científica em uma narrativa multiplataforma que já nasce conectada a livros, quadrinhos, animação e games.

Foto: divulgação/Pedro Ivo

A trama acompanha dez personagens improváveis em um país devastado por uma infestação de mortos-vivos. Diferente das representações tradicionais, os zumbis de DeZvivos não são apenas monstros irracionais: eles preservam fragmentos de memória, repetem hábitos da vida humana e levantam a inquietante questão: até onde vai a humanidade dentro deles?

Neste universo, os mortos-vivos são como uma versão caricata do que a pessoa era antes de ser mordida. Algo parecido com a forma exagerada que nos expomos nas redes sociais”, explica Pedro.

Entre os protagonistas estão Paulo “Marreta” Júnior, um mecânico da periferia de São Paulo que luta para salvar o filho diabético com apenas cinco ampolas de insulina; Isadora, jovem de classe média e grávida que insiste em carregar o corpo em decomposição do noivo; e os rivais políticos Ivo e Everaldo, que transformam a tragédia em palanque eleitoral. No centro do enredo está Senhor Adm, figura ambígua que transita entre mentor e antagonista, manipulando sobreviventes em meio ao caos.

Foto: divulgação/Pedro Ivo

Mais do que cenas de ação e terror, a HQ coloca em foco os dilemas éticos e as tensões sociais que emergem em meio a um colapso. A obra dialoga com referências da cultura pop como The Walking Dead, Invasão Zumbi, Black Mirror e Matrix, porém se diferencia ao trazer a discussão para um Brasil reconhecível, com personagens e conflitos locais.

O projeto, que ainda busca uma editora, já está conectado ao game procedural, em desenvolvimento pelo Studio Split, responsável também pela futura série animada. Assim, DeZvivos se firma como uma das produções mais consistentes do entretenimento multiplataforma brasileiro, reunindo literatura, audiovisual e tecnologia em uma experiência integrada.

Sobre o autor
Foto: divulgação/Entretetizei

Pedro Ivo é escritor, roteirista e quadrinista brasileiro. É autor da série Cidadão Incomum — publicada pela Conrad Editora e que já alcançou mais de 100 mil leitores —, atualmente está em processo de adaptação pela O2 Filmes e Paris Filmes. Sua obra combina crítica social, super-heróis, realismo urbano e ficção científica, consolidando o seu nome no cenário editorial nacional.

Também é coautor de Entre Mundos, suspense sobrenatural escrito em parceria com Rodrigo de Oliveira, em desenvolvimento pela Intro Pictures. Além da literatura e dos quadrinhos, Pedro atua na criação de roteiros para games, unindo narrativa, tecnologia e interatividade em projetos inovadores.

O que você faria se estivesse no lugar dos protagonistas de DeZvivos? Divida suas ideias nas nossas redes — Instagram, Facebook e X — e, se adora discutir literatura, participe do Clube do Livro do Entretê!

 

Leia também: Crítica | Lore Olympus e o slow burn dos deuses: uma nova visão dos mitos gregos

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cultura asiática Música Notícias

Fãs podem comemorar: EXO se prepara para comeback previsto para dezembro

Grupo promete retorno grandioso após hiato marcado pelo serviço militar dos integrantes

O EXO, boy group da SM Entertainment, revelou nas suas redes sociais nesta segunda (8) uma imagem teaser dando indícios de um possível comeback.

Na imagem, está escrito: “Quando nos tornamos verdadeiramente um, um novo mundo desperta. No dia em que a Red Force é purificada e as lendas se reúnem em uma raiz perfeita, um novo mundo se abrirá – MAMA (1:22)”. Logo abaixo, aparece a palavra dezembro de 2025.

Confira:
Foto: reprodução/X @weareoneEXO

De acordo com a mídia sul-coreana, a agência responsável pelo boy group afirmou que o EXO planeja promover ativamente como grupo e encontrar os fãs de diversas formas assim que o membro Sehun for liberado do serviço militar.

O último comeback do grupo aconteceu em julho de 2023, com o sétimo full álbum EXIST, que trouxe Cream Soda como faixa-título.

Formado em abril de 2012 pela SM Entertainment, o EXO é composto por nove membros. Atualmente, oito deles estão ativos nas promoções: Suho, Xiumin, Baekhyun, Chen, Chanyeol, D.O., Kai e Sehun. O integrante Lay permanece como membro do grupo, mas não participa das atividades desde 2021, quando passou a focar em sua carreira solo na China.

Mesmo sem uma data confirmada, o retorno do EXO já é considerado um dos mais aguardados da indústria do K-pop.

Ansiosos para o comeback do grupo? Comente nas redes sociais do EntretetizeiInstagram, Facebook e X — e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.

Leia também: Feat histórico: Pabllo Vittar e NMIXX lançam o single MEXE

Texto revisado por Gabriela Fachin 

 

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Notícias Teatro

Prêmio Bibi Ferreira anuncia indicados de sua 12ª edição

A maior premiação do teatro de prosa e musical de São Paulo faz os primeiros anúncios da celebração de 2025

Na última sexta-feira (5), o Prêmio Bibi Ferreira anunciou a lista completa dos indicados para sua 12ª edição. A cerimônia acontecerá dia 15 de outubro, no Teatro Santander, em São Paulo.

Desde 2012, a premiação vem se consolidando como o evento mais importante das artes cênicas no Brasil, enaltecendo talentos que se destacam no teatro musical e de prosa. É uma noite em que artistas, criativos, técnicos e todos que fazem parte dessa engrenagem são celebrados em grande estilo.

Idealizado por Marllos Silva, produtor, diretor, ator e dramaturgo, o Prêmio Bibi Ferreira surgiu como uma maneira de fortalecer e valorizar a cena teatral em São Paulo.

Liderando a premiação em números de indicações deste ano estão Hairspray (2024), com 13 nomeações, seguido de Meninas Malvadas (2025), com 12, e Clara Nunes a Tal Guerreira – O Musical (2024) e Ray – Você Não me Conhece (2024), ambos com 11. 

Foto: reprodução/Hairspray

Confira a lista completa de indicados:

Melhor Musical Estrangeiro

Hairspray
Meninas Malvadas
Uma Babá Quase Perfeita – O Musical
Uma Coisa Engraçada Aconteceu a Caminho do Fórum

Melhor Musical Brasileiro

Clara Nunes – A Tal Guerreira
João – O Musical
Ray – Você Não Me Conhece
Vital – O Musical dos Paralamas

Melhor Peça de Teatro

A Última Entrevista
Hedda Glaber
O Céu da Língua
Prima Facie
Senhora dos Afogados

Melhor Atriz em Musicais

Anna Akisue (Meninas Malvadas)
Laura Castro (Meninas Malvadas)
Letícia Soares (Ray – Você Não Me Conhece)
Marina Mathey (João – O Musical)
Vania Canto (Hairspray)

Melhor Atriz em Peça de Teatro

Débora Falabella (Prima Facie)
Drica Moraes (Férias)
Karen Coelho (Hedda Glaber)
Paula Cohen (Finlândia)
Renata Sorrah (Ao Vivo [Dentro da Cabeça de Alguém])

Melhor Ator em Musicais

Alan Rocha (Martinho Coração de Rei, O Musical)
Cesar Mello (Ray – Você Não Me Conhece)
Eduardo Sterblitch (Uma Babá Quase Perfeita)
Rodrigo Salva (Vital – O Musical dos Paralamas)
Tiago Abravanel (Hairspray)

Melhor Ator em Peça de Teatro

Caco Ciocler (A Mulher da Van)
Gregório Duvivier (O Céu da Língua)
Mateus Solano (O Figurante)
Othon Bastos (Não me Entrego, Não!)
Thiago Lacerda (A Peste)

Melhor Atriz Coadjuvante em Musicais

Aline Cunha (Hairspray)
Aline Serra (Meninas Malvadas)
Carol Costa (Clara Nunes – A Tal Guerreira)
Liane Maya (Hairspray)
Roberta Ribeiro (Ray – Você Não Me Conhece)

Melhor Atriz Coadjuvante em Peça de Teatro

Barbara Arakaki (Ao Vivo [Dentro da Cabeça de Alguém])
Chris Couto (Hedda Glaber)
Cristina Mutarelli (Senhora dos Afogados)
Noemi Marinho (A Mulher da Van)
Regina Braga (Senhora dos Afogados)

Melhor Ator Coadjuvante em Musicais

Abrahão Costa (Ray – Você Não me Conhece)
Diego Becker (Uma Babá Quase Perfeita)
Ivan Parente (Uma Coisa Engraçada Aconteceu a Caminho do Fórum)
Lindsay Paulino (Hairspray)
Otavio Mueller (Tom Jobim – O Musical)

Melhor Ator Coadjuvante em Peça de Teatro

Babu Santana (Irmãos Karamazov)
Duda Mamberti (A Mulher da Van)
Rafael Bacelar (Ao Vivo [Dentro da Cabeça de Alguém])
Rodrigo Bolzan (Ao Vivo [Dentro da Cabeça de Alguém])
Sergio Mastropasqua (Hedda Glaber)

Revelação em Musicais

Bhenner (Rio Uphill – O Musical)
Caio Nery (República Lee – Um Musical ao Som de Rita Lee)
Caio Santos & Victor Morais (Ray – Você Não Me Conhece)
Emmy Oliveira (Hairspray)
Gabriel Brenner (Meninas Malvadas)

Melhor Direção em Musical

Antônia Prado, Tiago Abravanel & Tinno Zani (Hairspray)
Jorge Farjalla (Clara Nunes – A Tal Guerreira)
Kleber Montanheiro (João – O Musical)
Mariano Detry (Meninas Malvadas)
Rodrigo Portella (Ray – Você Não Me Conhece)

Melhor Direção Musical em Musicais

Claudia Elizeu & Muato (Ray – Você Não me Conhece)
Daniel Rocha (Vital – O Musical dos Paralamas)
Fernanda Maia (Clara Nunes – A Tal Guerreira)
Jorge de Godoy (Meninas Malvadas)
Thiago Gimenes (Tom Jobim – O Musical)

Melhor Direção em Peça de Teatro

Bruno Guida (A Última Entrevista)
Clara Carvalho (Hedda Glaber)
Luciana Paes (O Céu da Língua)
Monique Gardenberg (Senhora dos Afogados)
Yara de Novaes (Prima Facie)

Melhor Coreografia em Musicais

Barbara Guerra (Elvis – A Musical Revolution)
Danilo Santana (Meninas Malvadas)
Gabriel Malo (Clara Nunes – A Tal Guerreira)
Gabriel Malo & Nyandra Fernandes (Rio Uphill – O Musical)
Tiago Dias (Hairspray)

Melhor Dramaturgia Original em Musicais

André Magalhães & Jorge Farjalla (Clara Nunes – A Tal Guerreira)
Davi Novaes (Dom Casmurro – O Musical)
Elísio Lopes Jr., Fábio Espírito Santo & Aldri Anunciação (Torto Arado – O Musical)

Melhor Dramaturgia Original em Peça de Teatro

Gregório Duvivier & Luciana Paes (O Céu da Língua)
Isabel Teixeira, Mateus Solano & Miguel Thité (O Figurante)
Jô Bilac (Férias)
Michele Ferreira (A Última Entrevista)

Melhor Letra & Música em Musicais

Guilherme Gila (Dom Casmurro – O Musical)
Jarbas Bittencourt (Torto Arado – O Musical)
Marco França & Vitor Rocha (João – O Musical)

Melhor Cenografia em Musicais

Adam Koch & Bryce Cutler (Meninas Malvadas)
Natália Lana (Elvis – A Musical Revolution)
Natália Lana (Tom Jobim – O Musical)
Rogério Falcão (Hairspray)

Melhor Cenografia em Peça de Teatro

Cesar Costa (A Mulher da Van)
Chris Aizner (Hedda Glaber)
Daniela Thomas & Felipe Tassara (Avenida Paulista, da Consolação ao Paraíso)
Dina Salem Levy (Férias)

Melhor Figurino em Musicais

Bruno Oliveira (Hairspray)
Cláudio Tovar (Martinho Coração de Rei, O Musical)
Lígia Rocha, Marco Pacheco & Jemina Tuany (Elvis – A Musical Revolution)
Luiz Claudio Silva & Jorge Farjalla (Clara Nunes – A Tal Guerreira)

Melhor Figurino em Peça de Teatro

Cássio Brasil (Senhora dos Afogados)
Isabela Capeto (Irmãos Karamazov)
Marichilene Artisevskis (A Mulher da Van)
Marichilene Artisevskis (Hedda Glaber)

Melhor Visagismo em Musicais

Emi Sato (Território do Amor – O Musical)
Feliciano San Roman & Luciano Paradella (Hairspray)
Simone Momo (Clara Nunes – A Tal Guerreira)

Melhor Arranjo Original em Musicais

Claudia Elizeu & Muato (Ray – Você Não me Conhece)
Fernanda Maia (Clara Nunes – A Tal Guerreira)
Ivan de Andrade & Tiago Saul (Tom Jobim – O Musical)

Melhor Versão em Musicais

Victor Mühlethaler (Hairspray)
Victor Mühlethaler (Meninas Malvadas)
Victor Mühlethaler (Uma Babá Quase Perfeita)

Melhor Desenho de Luz em Musicais

Caetano Vilela (Tom Jobim – O Musical)
César Pivetti (Clara Nunes – A Tal Guerreira)
Gabrielle Souza (Ray – Você Não Me Conhece)
Travis Mchale (Meninas Malvadas)

Melhor Desenho de Luz em Peça de Teatro

Aline Santini (Perfeita!)
Ana Luiza de Simoni (O Céu da Língua)
Beto Bruel (Avenida Paulista, da Consolação ao Paraíso)
Wagner Antonio (Prima Facie)

Melhor Desenho de Som em Musicais

André Breda (Ray – Você Não Me Conhece)
Bruno Pinho (Clara Nunes – A Tal Guerreira)
Tocko Michelazzo (Meninas Malvadas)
Tocko Michelazzo (Tom Jobim – O Musical)

 

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Texto revisado por Ketlen Saraiva @ketlensaraiva

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Resenha | Os Descaminhos de June Farrow mistura fantasia e mistério em uma trama envolvente

Uma ficção intrigante onde tempo e destino se fazem protagonistas

 Lançado no Brasil em 2025, pela Harlequin Books, Os Descaminhos de June Farrow explora o conceito de destino em uma ficção cercada de mistério e reflexões, onde loucura e realidade se misturam em uma só verdade. 

Com uma narrativa que oscila entre poesia e tensão, a obra narra a trajetória de uma jovem cujo destino havia sido definido antes mesmo de seu nascimento. June carrega em si a maldição que há gerações assombra sua família: a loucura das mulheres Farrow.

Em uma cidade que esconde segredos a cada esquina, parece inevitável que June Farrow seja qualquer coisa além de parte de um deles. Criada pela avó desde o desaparecimento enigmático de sua mãe, a garota cresce sob o peso da herança que persegue sua família.

Determinada a encerrar o ciclo da loucura, ela promete a si mesma se tornar a última de sua linhagem. Mas, em uma história onde o destino parece ser o personagem principal, até que ponto é possível escolher outro caminho?

Meu futuro nunca havia sido um mistério. Eu sabia desde muito nova o que me esperava, meu próprio fim.

Desenvolvimento da história:

A força da obra reside não apenas na trama, mas na atmosfera que a sustenta. A ambientação funciona como um personagem à parte, onde uma cidadezinha, carregada de simbolismos que misturam realismo mágico e ficção-científica, envolve o leitor em seus silêncios e intensifica a sensação de que tempo e destino conspiram contra a protagonista.

June, por sua vez, cresce diante dos olhos do leitor como uma figura carregada de complexidade, construída com delicadeza e contradição. Presa em uma rede de narrativas que desafiam a linearidade do tempo, ela se firma como o fio condutor de uma trama que prende pela intensidade e pelo lirismo, revelando uma jornada emocionante pela linha tênue entre liberdade e condenação.

Para tentar reescrever o futuro e romper o ciclo que assombra sua linhagem, June precisa encarar as verdades enterradas no passado e aceitar a loucura não apenas como herança inevitável, mas como parte de sua identidade. É a partir das manifestações dessas visões, misturando delírio e realidade, que somos apresentados para uma porta vermelha que se concretiza mais como personagem do que como cenário, guardando segredos e caminhos pelos quais June precisa decidir.

“A maldição sobre os Farrows havia quebrado as leis naturais do mundo, e com ela trouxera muito sofrimento. Mas nisso, havia o mais inesperado dos presentes.”

Mais do que uma trama sobre linhas do tempo ou enigmas a serem desvendados, Os Descaminhos de June Farrow funciona como uma metáfora delicada da própria vida, onde o passado, presente e futuro se entrelaçam em um só bordado, lembrando-nos de que somos feitos de escolhas, heranças e afetos. Somos junções dos lugares que visitamos e das pessoas que conhecemos.

É a partir dessa reflexão que cada personagem surge não apenas como parte da narrativa, mas como peça fundamental para que June recupere fragmentos de si mesma e compreenda a profundidade de sua existência.

“Uma sequência de momentos abruptamente emendados, um espelho rachado da realidade, passou pela minha mente. Eram cores em um caleidoscópio que mudavam sem aviso para criar uma nova imagem.”

Para aqueles que sempre seguiram o coelho branco ou atravessaram o guarda-roupa, preparem-se: June Farrow levará você por labirintos de tempo, memória e magia com a emoção genuína de um romance que, em sua beleza melancólica, oferece um desfecho arrebatador e inesquecível.

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Texto revisado por Cristiane Amarante @cris_tiane_rj

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Confira o calendário de lançamentos e novidades que ampliam acesso a obras queer no Brasil

Séries e títulos inéditos para os próximos meses buscam fortalecer a bibliodiversidade LGBTQIAPN+ no mercado nacional

A Editora Euphoria acaba de divulgar seu calendário anual, que reúne séries e títulos inéditos previstos para os próximos meses. A iniciativa busca ampliar o acesso a obras queer no mercado editorial brasileiro e permitir que leitores se organizem com antecedência, prática comum em grandes editoras internacionais.

Diversidade em destaque

Entre os lançamentos confirmados estão Pink Lemonade, de G.B. Baldassari; Quente Como o Inferno, de Marcela Talavus; Nova Salém (Vol.1), de Ketelyn K.; Como Usar Uma Coroa (Vol.1 de How to Wear a Crown), de Bella Lee; e Wolfsbane (Vol.2), de G.S.C Vanny.

A lista contempla diferentes estilos e gêneros literários, reforçando o compromisso da editora em ampliar a representatividade queer.

Foto: reprodução/Editora Euphoria
Conexão com os leitores

Para Nathalia Brandão, fundadora da Editora Euphoria, o planejamento fortalece a relação entre público, autores e obras.

Queremos que os leitores aguardem cada lançamento com expectativa, fortalecendo vínculos e criando espaço para histórias que representam suas vivências”, afirma.

Sobre a editora: histórias que resistem

Criada no Rio de Janeiro, a Euphoria é a primeira editora brasileira dedicada exclusivamente à publicação de adaptações de fanfictions LGBTQIAPN+. Fundada por Nathalia Brandão — autora de títulos como Incandescente, Assombrado e Endiabrado —, a iniciativa surgiu da necessidade de preservar histórias ameaçadas de exclusão em plataformas de autopublicação e de proteger escritores de ataques e censura.

A editora também conta com a colaboração de Ana Luíza Barbosa, pesquisadora do leste asiático e da cultura de fãs, que contribui para ampliar o diálogo com comunidades diversas.

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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