O longa, que estreia no dia 8 de outubro, mostra o poder que alguns encontros têm de transformar vidas e celebra a conexão única entre humanos e pets
Com estreia em 8 de outubro, na plataforma de streaming Netflix, o primeiro filme protagonizado pelo cachorro-símbolo do Brasil, Caramelo é um drama para rir e se emocionar. Dirigido por Diego Freitas (Depois do Universo), o longa conta a história de um chef de cozinha e um vira-lata caramelo que se tornam melhores amigos depois de um encontro que transforma para sempre as suas vidas.
Confira o trailer:
Durante o drama, Pedro, interpretado por Rafael Vitti, está prestes a realizar seu sonho de liderar um restaurante quando um diagnóstico inesperado vira tudo de cabeça para baixo. Com a ajuda do simpático Caramelo, ele embarca em uma jornada de redescoberta e conexão, encontrando significado e inspiração no agora, incluindo uma amizade para a vida toda.
Foto: divulgação/Netflix2025
Além de cenas emocionantes e aquele toque de brasilidade que só um cachorro caramelo pode proporcionar, o elenco conta ainda com uma participação especial da chef Paola Carosella e o treinador de animais Luis Estrelas, responsável também pelo bem-estar animal no set, bem como a consultoria do treinador americano Mike Miliotti (Garfield – O Filme).
Foto: divulgação/Netflix
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Entre vulnerabilidade e ousadia, o lançamento marca sua transição do sucesso em grupo para uma carreira independente
Depois de mais de uma década no cenário pop, como membro do grupo Little Mix e tendo lançado singles que apresentaram sua carreira solo, JADE presenteia os fãs com o THAT’S SHOWBIZ BABY!, seu primeiro álbum solo.
Misturando gêneros e estéticas, JADE reúne elementos de pop experimental, disco, eletrônico e techno. Tudo isso sem deixar de lado as letras fortes e íntimas que abordam temas como fama, questões sexuais, saúde mental, relacionamento e identidade.
O álbum não apresenta apenas a versatilidade da artista, mas também reforça a conexão com o público que acompanha a cantora desde os tempos de Little Mix.
Foto: reprodução/X @jadethirlwall
Mais do que um álbum de estreia, THAT’S SHOWBIZ BABY! é o retrato de uma artista que soube aproveitar sua experiência em grupo e desenhou sua identidade sonora com autenticidade e ousadia criativa.
Confira o álbum visual completo:
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Christian Malheiros volta a interpretar Nando para protagonizar o filme que dará continuidade à história da maior franquia brasileira de séries de streaming
Nesta quinta (11), a Netflix anunciou o início das gravações do filme de Sintonia (2019), spin-off da série nacional que conquistou o Brasil e o mundo. O longa dará continuidade à trajetória de Nando (Christian Malheiros) após o desfecho da quinta e última temporada, que estreou em fevereiro deste ano. O retorno de Nando – vulgo N.D. da V.A. – promete muita adrenalina para além da periferia de São Paulo.
A série Sintonia foi considerada o maior sucesso original da Netflix Brasil, alcançando em 2023, com a quarta temporada, o Top 10 Global de séries em língua não-inglesas, em países como Portugal, Luxemburgo e Paraguai. Estrelada pelo trio de sucesso Rita (Bruna Mascarenhas), Doni (Jottapê) e Nando (Christian Malheiros), a obra reforçou seu legado e potência para o audiovisual brasileiro.
Relembre o trailer da última temporada de Sintonia
Produzida pela Gullane, Sintonia é baseada em uma ideia original de KondZilla e foi criada em conjunto com o produtor Felipe Braga e o roteirista Guilherme Quintella. A direção do filme, assim como foi a da série, é de Johnny Araújo, com produção da Gullane. A data de lançamento ainda não foi divulgada.
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Filme estreia na 60ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, na Mostra Caleidoscópio
Nosferatu (2025), de Cristiano Burlan, traz novamente a pesquisa estética com a união do imaginário do horror a uma reflexão existencial e poética. A estreia mundial será no dia 15 de setembro, às 15h, no Cine Brasília. A equipe de produção e o elenco também estarão presentes no evento.
O elenco traz nomes do cinema brasileiro como Helena Ignez, Jean-Claude Bernardet (em sua última atuação) e Rodrigo Sanches, intérprete do vampiro-título. A direção é de Cristiano Burlan e Henrique Zanoni, que também participa como ator. Além disso, traz canções originais de Edson Van Gogh e Jonnata Doll e trechos de obras de William Shakespeare, Virginia Woolf e Silvina Ocampo.
Foto: divulgação/Marina de Almeida Prado
De acordo com Burlan, a produção é uma versão livre do personagem-ícone do Expressionismo Alemão, permitindo que sua abordagem para o terror passe pela angústia de alguém que vive em fuga e não consegue se livrar de fantasmas do passado e do presente.
O longa-metragem é rodado em preto e branco, com muitas cenas em cima de um palco. Enquanto ele homenageia o teatro, a arte da representação, também apresenta referência à experiência de fazer cinema.
Sinopse:
Foto: divulgação/Marina de Almeida Prado
Na trama, Nosferatu chega a uma nova cidade fugindo de Van Helsing. Porém, ele traz consigo não só sua maldição, mas fantasmas do passado, que o atormentam. Conforme foge, mergulha em uma dança macabra à procura de uma atriz. Ao mesmo tempo, enfrenta o horror da eternidade e a dor de uma existência sem fim.
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A faixa, parte do álbum Ego Death At A Bachelorette Party, foi nomeada Hottest Record no New Music Show da BBC Radio 1
Após surpreender a todos com uma coleção de 17 singles não sequenciados e incentivar os fãs a montarem e compartilharem suas próprias tracklists, Hayley Williams, que também é vocalista do Paramore, lançou oficialmente, em 28 de agosto, seu terceiro álbum solo, Ego Death At A Bachelorette Party, incluindo a faixa inédita Parachute. O videoclipe da música, dirigido, filmado e editado por Zachary Gray, foi lançado na última quarta-feira (10) e você pode conferir o resultado abaixo:
Após mais de 20 anos de contrato com a Atlantic Records — assinado por Williams ainda adolescente —, o Paramore anunciou em dezembro de 2023 que finalmente se tornará uma banda independente. Essa coleção surpresa é lançada de forma independente por Hayley Williams em seu novo selo, Post Atlantic, com distribuição via Secretly Distribution.
As músicas exibem a amplitude de inspirações da artista. Mirtazapine é uma carta de amor ao alt-rock dos anos 90 e aos antidepressivos; já em Glum,Hayleysubverte sua própria voz com o uso de presets vocais, que dão força a uma meditação sobre a solidão.Outros destaques incluem Whim, um earworm de ares country com forte influência de suas raízes em Nashville, e Ice in My OJ, faixa moderna, de produção afiada, que traz algumas das letras mais sarcásticas e espirituosas de Williams até hoje.
Fãs antigos do Paramore podem reconhecer o refrão de Ice in My OJ, que foi cantado pela primeira vez por Hayley em 2004 na faixa Jumping Inside do projeto Mammoth City Messengers. A coletânea condensa toda a energia dinâmica que Williams demonstrou ao longo da carreira e em diversas colaborações. No centro, está o trabalho de uma artista talentosa, com um apetite voraz e incomparável por sua música e exploração criativa.
Foto: divulgação/ForMusic/Zachary Gray
O álbum foi produzido inteiramente por Daniel James e Hayley escreveu, tocou e gravou uma variedade de instrumentos ao longo das 18 faixas, com contribuições recorrentes de Brian Robert Jones e Joey Howard, além da participação de Jim-E Stack em True Believer, que rendeu à cantora seu primeiro #1 solo na Billboard Alternative Sales.
Durante a pandemia, Hayley lançou dois álbuns notáveis — Petals for Armor (2020) e Flowers for Vases (2021). Ambos trouxeram reflexões belíssimas e cruas sobre o luto, em contraste com a energia explosiva do Paramore. A Pitchfork Magazine descreveu Petals como “um retrato de vulnerabilidade e crescimento transformador” e, sobre Flowers, comentou: “sua voz é, sem dúvida, o destaque… rouca e suave, perigosa e acolhedora”. Acrescentando que a produção minimalista representa “uma espécie de reinício intencional”. Apesar dos trabalhos anteriores, o álbum recém-lançado é o primeiro produzido e lançado de maneira independente pela vocalista.
Hayley Williams é vencedora de três prêmios GRAMMY, conhecida por ser vocalista e líder do lendário grupo Paramore. Com seu alcance e entrega excepcionais, a Billboard a classificou em 13º lugar na lista dos 50 Maiores Cantores de Rock de Todos os Tempos, afirmando: “quando se trata de vocalistas do rock contemporâneo, Hayley Williams reina absoluta”.
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Jornalista, pesquisadora musical e diretora criativa do Banana Music e do Mapa dos Festivais, ela compartilha sobre sua trajetória e as reflexões sobre a indústria musical no Brasil
Acreditar que a arte é uma ferramenta de transformação coletiva, e que os festivais são sobre se permitir viver novas experiências: esse olhar diz muito sobre quem é Juli Baldi, fundadora do Mapa dos Festivais. Criada em 2019, a plataforma brasileira dedicada ao mapeamento, produção de conteúdo e dados sobre festivais de música vem se consolidando como ponto de encontro para uma comunidade apaixonada por música, festivais e viagens, unindo quem faz, quem vive e quem apoia: público, artistas e marcas.
Como Juli mesma descreve, de forma bem-humorada, nas redes sociais, “a mãe joga em todas as posições”. E não é exagero. Além de sócia-fundadora do Mapa dos Festivais e do Banana Music, projeto que iniciou anos antes e que atua com curadoria musical para marcas, ela é pesquisadora, DJ e faz parte do júri do Prêmio Multishow de Música.
Mas foi no rádio que ela aprendeu sobre curadoria e programação e onde desenvolveu esse olhar com tanta presença. A experiência como comunicadora em emissoras de Porto Alegre levou Juli a um caminho de experimentação em diversos formatos de curadoria musical: de shows a festivais, de rádios a residências artísticas. Paralelamente, seguiu sua carreira como DJ, produzindo faixas e tocando em muitas festas.
Sonhadora, sempre buscou abrir caminhos e gerar novas perspectivas. Desde cedo, nutria o desejo de ser jornalista cultural, unindo a paixão pela música a um olhar analítico. Com o mesmo encantamento da adolescente que organizava vans para assistir a bandas de metal em cidades vizinhas, a jornalista segue movida pelo desejo de proporcionar experiências.
Hoje, o veículo mudou: as redes sociais se tornaram sua nova estrada, onde ela fala sobre conexão, movimento, presença e cultura, democratizando informações sobre o universo dos festivais.
Foto: reprodução/Juli Baldi
Curiosa, inteligente e dedicada, Juli Baldi vem construindo uma trajetória que inspira e abre caminhos. Se antes era a adolescente sonhadora, hoje é referência na cena musical, mostrando como seu trabalho pode ser conexão e transformação. E, acima de tudo, como a música segue sendo o fio que a guia em cada nova etapa.
Em entrevista ao Entretetizei, ela falou sobre a importância do lazer ao vivo, a força das conexões humanas, trouxe dados sobre os festivais no Brasil e refletiu sobre os desafios de ser mulher ocupando espaços de liderança na música. Confira:
Entretetizei: Você transita entre o jornalismo, a pesquisa musical, curadoria, a direção criativa, a criação de conteúdo e muitas outras áreas. Quando olha para sua trajetória, o que conecta todas essas frentes? Quais aprendizados dessas áreas foram fundamentais para a criação do Mapa dos Festivais?
Juli Baldi: O que conecta tudo é a música, ela é o fio condutor da minha carreira. A minha lente é de jornalista, então tudo que faço tem essa visão curiosa e analítica. Quando pequena, o meu sonho era trabalhar com jornalismo musical e agora posso dizer que tenho a minha própria plataforma de comunicação, focada em festivais. A criação do Mapa é um acúmulo de experiências no mercado da música e um olhar atento ao que o mercado estava precisando.
E: Apostar em festivais como negócio é também acreditar na força da presença e das trocas ao vivo, que muitas vezes são deixadas de lado em um mundo tão conectado como o atual. O que te motiva a seguir esse caminho? E o que ainda carrega da Juli que organizava vans para ver shows de metal em cidades vizinhas da qual morava?
J.B: Eu sou uma apaixonada por música, viagens e por conectar pessoas, isso é o que me motiva até hoje. Acho que o Mapa consegue resumir muito dessas minhas paixões. Perceber que muitas outras pessoas também compartilham e acreditam que conexões reais pela música são potentes é muito incrível.
E: O Mapa dos Festivais se tornou referência, entregando dados e conectando fãs de festivais, marcas e artistas. Quais foram as maiores dificuldades para manter essa plataforma viva num país onde a cultura independente é tão desafiada?
J.B: O maior desafio continua sendo manter financeiramente a plataforma. Hoje, temos 8 pessoas fixas trabalhando na criação de conteúdo, relacionamento com festivais e marcas e análise de dados. O Mapa dos Festivais ainda é uma aposta minha e do meu sócio, Rafael Achutti.
E:No painel do Rio Innovation Week, você mencionou o crescimento da participação de cantoras nos festivais. A partir dos dados do Mapa dos Festivais, como você avalia essa evolução feminina nos últimos anos? E esse crescimento também tem se refletido na curadoria e nos bastidores dos eventos, além do que acontece nos palcos?
J.B: Pelo segundo ano consecutivo, apenas a Pitty está entre os 10 artistas mais tocados em festival no Brasil. Apenas uma mulher está no ranking e isso é muito pouco. Mais de 63% do line-up dos festivais brasileiros são compostos por homens. Ainda estamos muito longe de uma equidade de gênero, apesar de ela já ter evoluído muito nos últimos anos.
E: Como mulher, comunicadora e artista, o que você ainda gostaria de transformar na cena cultural?
J.B: Luto por uma cena mais equilibrada e desejo que todos que trabalham no meio musical possam ter um dia a dia organizado, com equilíbrio financeiro e mental.
E: O fato de ser mulher em um cargo de liderança ainda desperta resistência em alguns ambientes? Quais conselhos você daria para outras mulheres que desejam se lançar ou ocupar múltiplos espaços criativos?
J.B: Eu vejo uma mudança positiva, significativa nos últimos 10 anos. Mas ainda percebo que mulheres precisam se esforçar mais e provar o seu valor para serem ouvidas, enquanto homens com menos experiência tem um caminho mais fácil. O conselho é confiar em si mesma e no seu trabalho, não duvidar do seu potencial e saber se posicionar e, se precisar, se impor.
E: Pesquisas mostram que frequentar festivais pode até aumentar a expectativa de vida, pelo papel da arte no equilíbrio emocional e na qualidade de vida. O que isso significa para você e como sente a arte no seu dia a dia?
J.B: Para mim, frequentar festivais é sair da rotina. É convidar pessoas, combinar viagens, conhecer novos artistas, amigos e lugares. É se permitir viver e voltar pra casa com novas memórias. Somos seres sociais e acredito que os shows e festivais são cada vez mais importantes para experienciar o real e sair das telas.
E: O que você enxerga para o futuro do Mapa dos Festivais? Pode dar algum spoiler dos próximos passos?
J.B: Esse ano, já expandimos o mapeamento para shows internacionais. O próximo passo é ter estrutura para mapear também as turnês nacionais e ser a grande referência em dados, conteúdo e comportamento do público e da indústria da música ao vivo.
E você, já conhecia o trabalho da Juli Baldi? Compartilha com a gente nas redes sociais do Entretê–Facebook,InstagrameX – nos siga e não perca as novidades do mundo do entretenimento.
O reality show traz Erick Jacquin, Diego Lozano e Helena Rizzo como jurados
A segunda edição do reality show culinário MasterChef Confeitaria estreia hoje, 12 de setembro, no streaming. Com o trio de jurados Erick Jacquin, Diego Lozano e Helena Rizzo para eleger o melhor confeiteiro da atualidade, os episódios serão exibidos semanalmente.
Imagens: Divulgação/Warner Bros. Discovery
Precisão, texturas, sabores e sensações: tudo isso compõe os desafios mais temidos pelos cozinheiros. Ao longo de dez episódios, o espectador vai se deparar com uma competição eletrizante entre 14 profissionais vindos de diversas regiões do Brasil.
O trio premiado de chefs, com bagagem extensa e assinaturas únicas, vai colocar muita pressão nos aspirantes ao troféu em um papo reto, sem nenhum intermediário, de profissional para profissional. Individual ou em equipe, os participantes precisam brilhar e encantar o paladar — e os olhos — dos jurados. E qualquer escorregão pode ser fatal nesta nova edição do reality.
Imagens: Divulgação/Warner Bros. Discovery
MasterChef Confeitaria é uma produção da Endemol Shine Brasil para a Band e para o Discovery Home & Health, com direção de Marisa Mestiço. Na Band, o programa é exibido todas às terças-feiras, às 22h30. Na HBO Max e no canal Discovery Home & Health, o reality chega nas sextas, às 20h20.
Preparados para mais uma temporada de MasterChef Confeitaria? Conta pra gente! Siga o Entretetizei nas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e não perca as novidades do mundo do entretenimento.
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