A segunda parte da história de Elphaba e Glinda chega aos cinemas em novembro
O trailer final de Wicked: Parte II já está disponível, com mais detalhes da continuação da história não contada das Bruxas de Oz.
O longa é protagonizado pelas atrizes indicadas ao Oscar Cynthia Erivo e Ariana Grande, e baseado no segundo ato do musical de mesmo nome que marcou gerações. O filme também estará disponível na versão dublada por Myra Ruiz e Fabi Bang, atrizes que estrelam o musical brasileiro, ainda em cartaz até novembro.
Foto: divulgação/Universal Pictures
O trailer traz mais do que podemos esperar dos acontecimentos após o final de Wicked (2024). Nele, Elphaba (Cynthia Erivo) está escondida na floresta de Oz após ser demonizada como a Bruxa Má do Oeste, enquanto Glinda (Ariana Grande) se vê obrigada a ser o símbolo da bondade em Oz.
Além disso, há também uma prévia das músicas clássicas do musical: No Good Deed e For Good, que prometem emocionar o público nos cinemas assim como no teatro.
Wicked: Parte II estreia nos cinemas no dia 20 de novembro.
Confira o trailer:
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O bate-papo revelou bastidores e segredos da nova trama do Globoplay, que estreia dia 02 de outubro
Na manhã da última terça-feira, o Globoplay realizou uma coletiva de imprensa para apresentar Vermelho Sangue, sua nova série Original de terror e fantasia. O evento reuniu jornalistas, elenco e equipe criativa em um bate-papo sobre os bastidores da produção, que se passa na fictícia cidade de Guarambá, no Cerrado Mineiro. A série estreia no dia 2 de outubro com seis episódios inéditos, seguidos de mais quatro no dia 9, totalizando dez capítulos na primeira temporada.
As criadoras e autoras Rosane Svartman e Claudia Sardinha destacaram durante a coletiva a importância de construir uma narrativa enraizada na cultura brasileira. “Essa oportunidade de falar dessas metáforas de maneira fantasiosa, permite que a gente converse também sobre assuntos que nos tocavam. Tanto a questão de gênero, botando a lobimoça no protagonismo, quanto a questão da brasilidade, trazendo a mitologia do lobisomem e da lobimoça, a questão do biopoder, da bioética, do que é natural, do que precisa ser curado. Então a gente tem várias metáforas dentro desse universo fantástico pra falar de assuntos que são do nosso tempo”, explicou Claudia.
Rosane completou ressaltando a mudança ao atualizarem, para o momento atual, histórias do realismo fantástico que são escritas há tanto tempo: “O que muda é o ponto de vista, como a gente pode trazer um frescor e esse olhar do nosso tempo. Primeiro a ideia de trazer uma mulher para o centro da trama. Porque um lobisomem e não uma lobimoça? E mais, a gente tem o lobo-guará, que é um lobo latino e brasileiro, e tem características apaixonantes.
Foto: reprodução/Globo
O que os atores têm a dizer?
As protagonistas, Letícia Vieira e Alanis Guillen também compartilharam sobre como foi o processo de criação. “Eu nunca tinha atuado na minha vida e protagonizar teve um peso muito grande (…). Então quando entrei nesse projeto, me imaginar como loba e tirar esse animal de dentro de mim foi um desafio. Eu estava morrendo de medo, mas eu acho que deu certo”, contou Letícia, que dá vida a lobimoça Luna.
“O processo de caracterização da Flora foi superinteressante. Ela também passa por transformações ali, usei peruca, cortei o cabelo imenso que eu tava, pintei. Essa série foi uma transformação desde o início. Ela exigiu que estivéssemos super disponíveis para entrar nesse universo fantástico e acreditar, porque realmente é uma super fantasia e muita realidade também, os dramas reais e profundos de cada personagem, a questão da família. A série fala também muito sobre a profundidade do ser humano e dos nossos desejos, anseios e necessidades”, explicou Alanis, responsável por interpretar Flora.
Além das protagonistas, a coletiva também apresentou os atores Pedro Alves e Laura Dutra, intérpretes de Michel e Celina, que chegam à cidade fingindo serem irmãos. Eles estão ligados à VPTech, empresa que financia pesquisas misteriosas envolvendo lobos-guará. Segundo seus intérpretes, esses personagens trarão intrigas e segredos que elevam o suspense da série. Com referências nacionais e uma estética única, Vermelho Sangue promete conquistar o público ao misturar terror, fantasia, romance e reflexões sobre identidade e liberdade.
Enquanto Luna carrega consigo o peso de transformar-se em loba-guará a cada lua cheia, Flora é vista como uma figura estranha pelos jovens de sua cidade, pois deseja ser e viver o extraordinário. Se para Luna, a transformação é um fardo, para Flora, a falta dela é uma frustração. Além de compartilharem a mesma idade, as duas têm em comum a sensação de não caberem nos lugares onde vivem e, por isso, suas relações dificilmente evoluem.
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ONE PIECE: A Série (2023) é uma série baseada no mangá homônimo escrito por Eiichiro Oda. A produção é estrelada por Iñaki Godoy como Monkey D. Luffy, Mackenyu como Roronoa Zoro, Emily Rudd como Nami, Jacob Romero como Usopp e Taz Skylar como Sanji.
Foto: divulgação/ Netflix
A série retorna com a segunda temporada em 2026 na Netflix. Além disso, a terceira temporada também está confirmada. A equipe de produção conta com os nomes Matt Owens e Steven Maeda, que são roteiristas, produtores executivos e showrunners. Eiichiro Oda, Marty Adelstein e Becky Clements também assinam a produção executiva.
Além disso, a nova temporada confirmou o elenco composto por Vincent Regan, Ilia Isorelýs Paulino, Morgan Davies, Aidan Scott, Langley Kirkwood, Jeff Ward, Celeste Loots, Alexander Maniatis, McKinley Belcher III, Craig Fairbrass, Steven Ward e Chioma Umeala.
Na trama, Luffy e o Bando dos Chapéus de Palha enfrentarão desafios inéditos em sua jornada rumo à lendária Grand Line. O próximo destino é Loguetown, conhecida como o último porto antes da Grand Line, que se torna o palco de encontros decisivos e momentos que podem mudar o destino dos piratas mais famosos do mundo.
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Transitando entre atuação, direção e produção, a artista reflete sobre a própria trajetória e sentimento de realização
Seja como Michelle, em 3% (2016), Maria João, em Belíssima (2005), ou Betânia, em Avenida Brasil (2012), a maioria dos amantes da televisão ou do cinema já acompanhou algum dos tantos trabalhos de Bianca Comparato. Em entrevista ao Entretetizei, a atriz, diretora e produtora de 39 anos compartilhou detalhes sobre os seus projetos mais recentes e contou como faz para conciliar tantos papéis ao mesmo tempo.
Tremembé, da Prime Video, é um dos principais trabalhos da atriz neste ano. Com data de estreia marcada para o dia 31 de outubro, a série detrue crime, baseadanas obras do autor Ulisses Campbell, apresenta a rotina de alguns dos detentos da Penitenciária Doutor José Augusto César Salgado, também conhecida como Penitenciária II de Tremembé.
A produção apresentará as trajetórias de Suzane von Richthofen, dos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos, de Elize Matsunaga, Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, que será interpretada por Bianca.
Em preparação que durou dois meses, a atriz contou que o papel talvez tenha sido o maior desafio da sua carreira. Para compreender ao máximo o modo de pensar e agir da personagem, ela assistiu a entrevistas, conversou com advogados sobre o caso Isabella Nardoni e buscou detalhes relacionados ao comportamento de Jatobá na prisão.
“Senti muita responsabilidade em lidar com uma história real e quis trazer nuances da personagem, de suas atitudes e ações. Além de ler os livros de Ulisses Campbell, eu li O Pior dos Crimes, de Rogério Pagnan, que trata do assassinato de Isabella Nardoni e levanta contrapontos em relação ao crime. Estudei a fundo a entrevista de Anna Carolina para o Fantástico, para trabalhar sua voz. Falei com advogados que têm opiniões opostas sobre a culpa de Anna Carolina e Alexandre [Nardoni] e descobri como era o comportamento dela na prisão. Eu também assisti a séries e filmes de true crime”, explicou.
A atriz pesquisou sobre o funcionamento do presídio de Tremembé e conversou com egressos para entender a dinâmica dentro da penitenciária e extrair detalhes, incluindo questionamentos sobre o gosto da comida ou como era o colchão do local, por exemplo.
A direção da série é de Vera Egito e o elenco ainda conta com Marina Ruy Barbosa, Felipe Simas, Kelner Macêdo, Carol Garcia, Lucas Oradovschi, Anselmo Vasconcelos e Letícia Rodrigues.
Neste ano, Comparato também atuou como diretora, dessa vez em uma audionovela de ficção científica, com romance sáfico e um toque futurista. No Espaço Entre Nós, da Audible, traz a história de amor de Lilith (Alice Carvalho), inteligência artificial que atua como uma astronauta e está isolada em uma missão espacial, e Maitê Rangel (Alanis Guillen), uma psicóloga que desenvolve métodos para cuidar da saúde mental de tripulações.
Com roteiro assinado pela escritora baiana Elayne Baeta, a produção sonora aborda amor, conexão, solidão e luto. Para Bianca, apresentar uma narrativa intensa apenas com o som foi interessante e a atriz demonstrou entusiasmo já para o próximo projeto do tipo.
“O formato ainda é relativamente novo no Brasil, apesar de ser uma consequência das radionovelas. É algo novo e clássico ao mesmo tempo. Foi muito interessante o exercício de contar uma história somente com som. Eu adorei a experiência e já estou animada para a próxima”, afirmou.
Ainda navegando em produções sonoras, a atriz também deu voz ao audiolivro Autobiografia do Vermelho, romance da autora Anne Carson.
A audionovela No Espaço Entre Nós é estrelada pelas atrizes Alice Carvalho e Alanis Guillen Foto: reprodução/Instagram
Em 2024, Bianca Comparato retornou ao Brasil, após passar uma temporada nos Estados Unidos, onde mergulhou no mercado internacional e fez parte de trabalhos relevantes, como Grey’s Anatomy (2005). Ao relembrar da participação na série, a artista contou ao Entretetizei que o projeto foi a realização de um sonho e falou sobre o que considerou como o maior desafio durante o período longe do país.
“Eu sou fã da série e poder estar nos estúdios e contracenar com atores que admiro foi uma experiência inesquecível. O maior desafio é estar longe de casa, da família e dos amigos”, disse.
Além de atuar e dirigir, Comparato tem uma produtora. A South, criada em parceria com a atriz Alice Braga, busca contar histórias do Sul Global e já tem alguns projetos lançados, como o curta-metragem documental Miranha (2025), de Zahy Tentehar e Luiz Bolognesi, e Yawara (2024), uma audiossérie documental produzida em parceria com a artista e ativista Daiara Tukano. Ambas as produções abordam a temática da violência contra povos indígenas.
Segundo Bianca, os planos da produtora para 2026 incluem a gravação do longa Crocodila, de Gabriela Amaral Almeida.
“Sempre sonhei em ter uma produtora que pudesse apoiar talentos emergentes e novas narrativas e encontrei isso na South”, compartilhou.
Questionada sobre como consegue conciliar tantas funções diferentes, a atriz brincou ao responder que “nem ela sabe como consegue”. No entanto, Comparato afirma que apenas segue o seu desejo como artista e busca não dar rótulos para as funções.
“Para mim, é tudo a mesma coisa na essência: contar histórias que inspiram reflexão. A arte sempre teve e sempre vai ter esse papel na minha vida.”
Em meio a diferentes trabalhos e personagens complexas, Bianca reflete sobre o momento atual da carreira e se sente realizada. A artista, porém, compartilhou um sonho que ainda quer concretizar: ter um terreno no mato e construir um refúgio para si.
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Manas disputa vaga no Goya; Kasa Branca e Oeste Outra Vez buscam indicação no Forqué
A Academia Brasileira de Cinema anunciou nesta terça-feira (23) os longas-metragens que irão representar o Brasil em duas tradicionais premiações espanholas: os Prêmios José María Forqué 2025 e os Prêmios Goya 2026. Diferentes produções brasileiras foram selecionadas para concorrer às vagas. Manas (2024), de Mariana Brennand, disputará uma indicação ao prêmio de Melhor Filme Ibero-Americano na 40ª edição dos Prêmios Goya, marcada para fevereiro de 2026, em Barcelona. Já Kasa Branca (2024), de Luciano Vidigal, e Oeste Outra Vez (2024), de Erico Rassi, buscam espaço no 31º Prêmio Cinematográfico José María Forqué, que acontece em dezembro de 2025, em Madri.
Produções de países como Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Chile, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela também participam da disputa, concorrendo ao título de Melhor Filme Latino-Americano do Ano no Forqué e de Melhor Filme Ibero-Americano nos Goya.
Foto: divulgação/Academia Brasileira de Cinema
Com mais de 20 prêmios internacionais, Manas já conquistou o principal troféu da Jornada dos Autores, mostra paralela competitiva do Festival de Veneza 2024; o Women in Motion, voltado a novos talentos femininos, entregue a Brennand no Festival de Cannes 2025; e o Prêmio Especial do Júri na Première Brasil do Festival do Rio 2024. Resultado de dez anos de pesquisa sobre a exploração sexual infantil na Ilha de Marajó (PA), o longa apresenta a história fictícia de Marcielle (Jamilli Correa), uma menina de 13 anos que, ao reconhecer o ambiente de abuso em que vive, busca ajuda.
Baseado em uma história real, Kasa Branca tem roteiro e direção de Luciano Vidigal e acompanha Dé (Big Jaum), jovem morador da periferia do Rio de Janeiro que, ao descobrir que sua avó está em fase terminal de Alzheimer, recebe o apoio dos amigos para aproveitar com ela seus últimos dias de vida. O filme já percorreu festivais como o de Torino, na Itália, onde estreou internacionalmente, e o Festival do Rio, no qual recebeu os prêmios de Melhor Direção, Melhor Ator Coadjuvante (Diego Francisco), Melhor Fotografia (Guga Bruno e Fernando Aranha) e Melhor Trilha Sonora (Arthur Sherman).
Foto: divulgação/Academia Brasileira de Cinema
Escrito e dirigido por Erico Rassi, Oeste Outra Vez é estrelado por Ângelo Antônio e Babu Santana e foi um dos grandes vencedores do 52º Festival de Gramado, conquistando três Kikitos: Melhor Filme, Melhor Direção de Fotografia (André Carvalheira) e Melhor Ator Coadjuvante (Rodger Rogério). Inspirado no faroeste, o longa narra a história de Durval (Babu Santana) e Totó (Ângelo Antônio), que vivem no sertão de Goiás e, após serem abandonados pela mesma mulher, iniciam uma disputa implacável um contra o outro.
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De Anthony a Lady Danbury, selecionamos obras que refletem dilemas, paixões e segredos dos protagonistas
[Contém spoiler]
Lançada pela Netflix em 2020, Bridgerton rapidamente se tornou um fenômeno global. Baseada na série de livros homônima da escritora Julia Quinn, a produção conquistou o público apaixonado por romances de época ao unir intrigas sociais, grandes histórias de amor e figurinos deslumbrantes da alta sociedade londrina do século XIX.
Foto: reprodução/Instagram @leitorautopica
Contudo, se nas telas acompanhamos os personagens tentando equilibrar convenções sociais e desejos pessoais, nas narrativas também é possível encontrar esse espelho da vida real. Afinal, os livros têm a capacidade de traduzir sentimentos, refletir dilemas e até validar as experiências que vivemos.
Foi pensando nisso que fizemos uma lista, selecionando as leituras que cada personagem de Bridgerton escolheria para ler, de acordo com os conflitos, as paixões e os dilemas que vemos eles enfrentando na série.
Anthony Bridgerton
Foto: reprodução/Netflix
Publicado em 1881, Memórias Póstumas de Brás Cubas,de Machado de Assis, é narrado por um defunto-autor, que revisita a sua própria vida com ironia, pessimismo e reflexões existenciais. A morte permeia toda a narrativa, transformando o leitor em cúmplice das divagações do protagonista.
Foto: reprodução/Editoras Penguin e Companhia das Letras
Anthony, marcado pela perda precoce do pai e pelo peso da responsabilidade de se tornar visconde ainda jovem, carrega uma relação quase obsessiva com a ideia da morte. O medo de não viver tanto quanto Edmund molda as suas decisões, o seu modo de amar e até a sua visão de futuro. Ao ler sobre a trajetória de Brás Cubas, o visconde encontraria um espelho de suas angústias: a mortalidade como sombra constante, mas também a possibilidade de rir da vida mesmo em meio ao luto.
Kate Sharma
Foto: reprodução/Netflix
Um dos romances mais debatidos da literatura brasileira até os dias atuais é Dom Casmurro (1899). Na narrativa, Machado de Assis dá voz a Bentinho, que relembra de sua infância na Rua de Matacavalos e os percalços de seu relacionamento com Capitu. Nas páginas deste enredo machadiano, o leitor encontrará um protagonista dominado pelo ciúmes, que tenta, a todo custo, provar que foi traído por sua esposa.
Foto: reprodução/Editora Antofágica
Kate, considerada uma personagem que desafia as convenções sociais e muito espirituosa, mergulharia nessa leitura para defender Capitu. Assim como a personagem machadiana, ela enfrenta os olhares julgadores enquanto tenta impor a sua própria verdade diante de uma sociedade que insiste em controlá-la. Ler Dom Casmurro seria, para ela, uma forma de refletir sobre a manipulação de narrativas masculinas e de reafirmar a sua força como protagonista da própria história.
Benedict Bridgerton
Foto: reprodução/Netflix
Em Desculpe o exagero, mas não sei sentir pouco (2022), Geffo Pinheiro explora o amor em sua maior intensidade, a vulnerabilidade dos sentimentos e a coragem de se entregar sem medidas, mesmo quando isso traz dor.
Foto: reprodução/Editora Astral Cultural
Ao longo das três temporadas, Benedict se destacou como o Bridgerton mais apaixonado pela ideia do amor romântico em suas mais variadas formas. Esse fato fica evidente em sua conversa com Anthony, na segunda temporada, sobre o que significa realmente admirar uma mulher, o que revela a sua sensibilidade amorosa, que promete ser explorada na quarta temporada. No livro de Geffo Pinheiro, ele encontraria validação para sua alma romântica, capaz de sentir tudo com coragem e profundidade.
Sophie Beckett
Foto: reprodução/Netflix
Em Textos para Tocar Cicatrizes (2022), o autor brasileiro Igor Pires reúne poesias e reflexões sobre as marcas que as experiências deixam na alma, abordando temas como rejeição, dor familiar e a busca pela cura.
Foto: reprodução/Editora Alt
A protagonista da quarta temporada da série é filha ilegítima de um conde e, por isso, foi criada em meio a humilhações e rejeitada pela madrasta, tornando-a uma personagem cuja vida foi moldada por feridas emocionais. Textos para Tocar Cicatrizes dialogaria diretamente com a sua trajetória, oferecendo um espaço de acolhimento e reconhecimento. A leitura seria, para ela, quase terapêutica: uma maneira de transformar o seu sofrimento em força.
Colin Bridgerton
Foto: reprodução/Netflix
Publicado em 1991, o primeiro volume da série Outlander narra a história de Claire Randall, uma enfermeira que vive em 1945 e está passando uma segunda lua de mel com o marido em Inverness. Durante a viagem, ela é atraída para um círculo de pedras misteriosas e é transportada para a Escócia de 1743, dominada por highlanders em conflito com os ingleses. A protagonista se vê dividida entre dois amores e duas épocas, deixando os leitores ansiosos para saber qual será o seu destino.
Foto: reprodução/Editora Arqueiro
Nesse sentido, o espírito inquieto de Colin o torna um viajante nato, sempre pronto para descobertas além dos limites da sociedade londrina. A sua curiosidade e o desejo de explorar o mundo se refletiriam na narrativa de Outlander: A Viajante do Tempo, um livro que une viagem, amor e a possibilidade de escapar do previsível. Afinal, Colin se veria em Claire: sempre em movimento e em busca de algo maior — desde que isto envolva comida e a sua amada esposa, Penelope.
Penelope Featherington
Foto: reprodução/Netflix
A Hora da Estrela foi o último e mais surpreendente romance publicado por Clarice Lispector, em 1977. O livro acompanha Macabéa, uma jovem nordestina pobre que viaja para o Rio após a perda de sua tia. Vivendo em um quarto alugado e trabalhando como datilógrafa, ela se apaixona pelo metalúrgico Olímpico de Jesus, que a trai com uma colega de trabalho. Movida pela decepção amorosa e ansiosa por respostas, a protagonista busca o direcionamento de uma cartomante, que prevê um futuro diferente do que ela espera.
Foto: reprodução/Editora Rocco
Nas primeiras temporadas, Penelope parece tímida e invisível, mas, dentro de si, carrega a poderosa voz de Lady Whistledown, que é capaz de revelar os maiores escândalos da alta sociedade. Assim como Macabéa, ela conhece a sensação de não ser notada e de viver à margem.
Contudo, principalmente na terceira temporada, Penelope encontra, mais do que nunca, a sua força na escrita e a coragem para se reconhecer em sua totalidade. Nesse aspecto,A Hora da Estrela seria, para ela, um lembrete da importância de dar voz a quem raramente é ouvido e uma história que certamente a prenderia por horas.
Eloise Bridgerton
Foto: reprodução/Netflix
Publicado em 1963, A Mística Feminina, de Betty Friedan, marcou a segunda onda do feminismo. A autora, a partir de um recorte social, denuncia o mal-estar das mulheres que são reduzidas ao papel de esposas e mães, incentivando-as na busca por identidade e realização pessoal.
Foto: reprodução/Editora Rosa dos Tempos
Nessa perspectiva, temos Eloise que, além de sempre estar à frente de seu tempo, também questiona as convenções sociais e resiste à ideia de que o seu destino seja apenas o casamento. Durante a leitura, ela encontraria argumentos para fundamentar ainda mais as suas convicções, além de uma inspiração para seguir trilhando um caminho independente.
Daphne Bridgerton
Foto: reprodução/Netflix
Em Um Estranho nos Meus Braços (2023), acompanhamos a história de Lara Hawksworth, uma condessa jovem que tornou-se viúva após o marido sofrer um acidente em alto-mar. No entanto, tudo muda quando, um ano depois da tragédia, ela recebe a notícia de que Hunter Hawksworth não morreu. Mais surpreendente ainda é a transformação do conde: diferente do homem que a fez infeliz, este está completamente apaixonado por ela. Entre medos e inseguranças, ambos passam a reconstruir o relacionamento, antes abalado, fazendo com que Lara deseje que este estranho realmente seja o seu marido.
Foto: reprodução/Editora Arqueiro
Entre os irmãos Bridgertons, Daphne é a personificação da esperança romântica: sonha com o amor verdadeiro e acredita na força dos laços emocionais, mesmo diante dos obstáculos. Essa experiência de leitura seria uma oportunidade de recordar a jornada amorosa com Simon, já que esta também foi marcada por percalços, desafios internos e, acima de tudo, a crença de que o amor pode transformar.
Simon Basset
Foto: reprodução/Netflix
No ensaio Tudo Sobre o Amor, publicado em 2021, a escritora e ativista bell hooks reflete sobre o amor em suas diferentes formas — romântico, familiar e espiritual —, defendendo-o como um elemento essencial para a cura pessoal e coletiva.
Foto: reprodução/Editora Elefante
Na primeira temporada de Bridgerton, conhecemos Simon, um homem aprisionado pelos traumas da rejeição paterna. O impacto dessa experiência é tão profundo que ele passa a acreditar não ser digno de amar ou de ser amado. Ao mesmo tempo, ele nutre secretamente o desejo de vingança contra o pai já falecido, planejando que o nome Hastings — tão valorizado pelo antigo duque — não seja passado adiante.
Em Tudo Sobre o Amor, Simon encontraria uma visão libertadora, capaz de mostrar que o afeto não é sinal de fraqueza, mas de força. Essa leitura poderia ajudá-lo a perceber que seu destino não precisa ser guiado apenas pela dor ou pelo ressentimento, mas que o amor — e a possibilidade de construir um lar ao lado de quem se ama — pode ser o início de um verdadeiro processo de cura.
Violet Bridgerton
Foto: reprodução/Netflix
O romance Persuasão (1817), de Jane Austen, conta a história de Anne Elliot, que, após ter sido persuadida a recusar o seu grande amor — o Capitão Frederick Wentworth —, o reencontra após oito anos, reacendendo sentimentos do passado.
Tendo o período napoleônico e todas as suas peculiaridades sociais como pano de fundo, a autora trata sobre a vulnerabilidade feminina nas construções sociais e sobre o dia a dia no meio rural inglês, no século XIX. Mesmo sendo um dos romances do período maduro de Austen, ela utiliza a ironia, com notas de humor, para narrar um romance de segundas chances.
Foto: reprodução/Editora Zahar
Nesse sentido, Violet, a matriarca da família Bridgerton, sendo apaixonada por histórias de amor e tendo a convicção de que o casamento deve ser movido pelos afetos e não pela conveniência, se deleitaria na leitura de Persuasão. Afinal, a obra é uma reafirmação de suas crenças, além de um conforto romântico, que reforça a sua visão de que o amor verdadeiro sempre merece uma segunda chance.
Francesca Bridgerton
Foto: reprodução/Netflix
Notas Sobre o Luto (2021) é um relato autobiográfico da escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie, no qual ela compartilha as suas reflexões após a morte do pai durante a pandemia de COVID-19, em 2020. A narrativa explora o impacto devastador da perda, mas também a forma como a memória afetiva suaviza a dor, transformando o luto em lembrança. Trata-se de um convite à imersão nessa experiência universal, traduzido em uma prosa delicada e, ao mesmo tempo, arrebatadora.
Foto: reprodução/Editora Companhia das Letras
Entre os Bridgertons, Francesca é conhecida por sua natureza reservada. Na terceira temporada, ela se casa com John Stirling, tornando-se condessa de Kilmartin. Seu futuro na adaptação da Netflix ainda é incerto — principalmente diante das mudanças sugeridas na trama, que já geraram grande indignação no fandom. Nos livros, porém, a sua trajetória em O Conde Enfeitiçado (2015) é marcada pelo luto em duas dimensões: a dupla perda afetiva e o renascimento após a dor, temas entrelaçados com reflexões sobre maternidade, cura e recomeço.
Dentro dessa perspectiva, Notas Sobre o Luto seria uma obra profundamente significativa para Francesca. Mais do que um livro, ela o teria como um companheiro íntimo, capaz de traduzir os sentimentos que escapam às palavras e de oferecer resiliência em meio à dor.
Lady Danbury
Foto: reprodução/Netflix
Lançado postumamente, em 2024, Em Agosto nos Vemos, de Gabriel García Márquez, acompanha Ana Magdalena, uma mulher casada que, todos os anos, viaja a uma ilha caribenha para visitar o túmulo da mãe e deixar sobre ele um ramo de gladíolos.
Durante essas visitas, ela sempre se hospeda no mesmo hotel e repete a mesma rotina. Até que, em uma noite, ao aceitar o convite de um homem para tomar um drink, ela deixa de lado o seu papel de mãe e esposa para viver uma experiência transformadora.
Foto: reprodução/Editora Record
A partir desse encontro, Ana passa a esperar ansiosamente pela chegada de agosto, quando pode buscar um novo amante. Com sua prosa poética, Márquez desenha, com palavras, o retrato de uma mulher que redescobre o próprio desejo e reinventa a própria vida ao desafiar as convenções sociais.
Em Bridgerton — e especialmente na série derivada Rainha Charlotte (2023) — conhecemos a trajetória de Lady Agatha Danbury, uma personagem forte, imponente e com uma vida marcada por desafios. Símbolo de resistência feminina diante das expectativas de sua época, ela certamente se encantaria com a narrativa de Márquez, afinal há um diálogo com a sua essência e, ao decorrer da leitura, é possível encontrar um hino à liberdade, à sexualidade madura e ao direito de viver intensamente, mesmo quando o mundo insiste em impor limites e convenções, sobretudo às mulheres.
E você, qual livro colocaria nas mãos do seu personagem favorito de Bridgerton? Compartilhe a sua escolha em nossas redes sociais — Instagram,FacebookeX — e, se gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!
Conheça alguns dos romances que chegam nas prateleiras brasileiras em setembro pela Editora Verus
Profundezas — Rebecca Yarros
Imagem: reprodução/Editora Verus
Um emocionante romance de segundas chances, assinado pela autora best-seller do The New York Times Rebecca Yarros, chega às livrarias brasileiras. A história acompanha uma renomada bailarina que retorna à cidade natal e se vê obrigada a encarar segredos de família, arrependimentos do passado e o amor que nunca conseguiu esquecer.
Allie Rousseau sempre viveu sob pressão. Criada por uma mãe exigente, aprendeu que a perfeição não era opcional, mas uma obrigação, ainda que custasse sua própria felicidade. Quando uma lesão ameaça acabar com a carreira pela qual tanto se sacrificou, Allie decide voltar para a casa de praia da família em busca de descanso. O que ela não esperava era reencontrar lembranças que julgava enterradas e feridas ainda abertas.
Hudson Ellis, mergulhador de resgate da guarda costeira, sabe que não pode vacilar: em seu trabalho, um segundo de hesitação pode custar vidas. Ele sempre esteve lá por Allie… até a noite em que precisou partir, deixando para trás o maior arrependimento de sua vida. Carregado de segredos que o impedem de seguir adiante, Hudson nunca deixou de amá-la.
Quando a sobrinha de Hudson aparece inesperadamente na porta de Allie em busca de respostas sobre sua mãe biológica, o destino une novamente os dois. Entre revelações dolorosas, lembranças que insistem em ressurgir e a atração inegável que os conecta, Allie e Hudson precisarão enfrentar a verdade. O elo que um dia os uniu pode estar quebrado, mas talvez seja também a única chance de recomeçarem… ou de se perderem para sempre.
SOBRE A AUTORA
Rebecca Yarros é uma romântica incurável e obcecada por café. Ela é autora best-seller de mais de vinte romances, incluindo Quarta Asa e Um Caso Improvável. Foi vencedora do prêmio Colorado Romance Writers.
Rebecca adora heróis militares e está muito bem casada com o seu há mais de vinte anos. Mãe de seis filhos, atualmente sobrevive à adolescência dos seus quatro meninos jogadores de hóquei.
Box Lovelight — B.K. Borison
Imagem: reprodução/Editora Verus
As quatro histórias mais apaixonantes da Fazenda Lovelight estão reunidas em um box imperdível que mistura romance, comédia, emoção e cenas quentes. De namorados de mentira a opostos que se atraem, esta coletânea é um verdadeiro menu degustação das tropes mais queridas do gênero romântico.
Um namorado de Natal
Stella Bloom precisa salvar sua fazenda de árvores de Natal e, para isso, participa de um concurso organizado pela influenciadora Evelyn St. James. Só que há um detalhe: para deixar a propriedade mais atraente, ela inventa que tem um namorado. O problema? Ele não existe. Até que Luka Peters, seu melhor amigo de infância, aparece para uma visita despretensiosa e, de repente, ganha uma fazenda e uma namorada — ainda que de mentirinha. Mas talvez esse romance falso seja o presente de Natal que os dois sempre desejaram.
Um amor de cidade pequena
Evelyn St. James não é um tipo de mulher fácil de esquecer. Beckett Porter sabe bem disso, depois de um fim de semana inesquecível ao lado dela. Quando seus caminhos se cruzam novamente na Fazenda Lovelight, Beckett tenta se convencer a deixá-la no passado. Mas Evelyn está em busca de algo mais profundo para sua vida, e o último lugar onde ela foi feliz foi justamente ali. O que não tem nada a ver, claro, com o fazendeiro charmoso que ela não consegue tirar da cabeça.
Um namoro de mentirinha
Cansada de decepções amorosas, Layla Dupree já desistiu do amor. Mas Caleb Alvarez, vizinho atencioso e irresistível, tem um plano para reacender sua esperança: um namoro de um mês. Ele promete provar que o amor ainda vale a pena, e ela será a juíza desse experimento. A princípio, parecia um acordo simples, até a química explosiva entre eles transformar tudo em algo muito mais tentador do que os brownies de Layla.
Os opostos se atraem
Charlie Milford, um consultor de investimentos metódico, e Nova Porter, uma tatuadora independente, não poderiam ser mais diferentes. Para acabar de vez com a tensão entre eles, os dois decidem ter apenas uma noite sem compromisso. Mas quando Charlie assume temporariamente a gestão da Fazenda Lovelight e Nova inaugura seu estúdio na cidade, fica impossível manter a distância. Será que uma atração improvável pode virar algo duradouro?
Com personagens inesquecíveis, diálogos divertidos e romances intensos, B.K. Borison transforma a Fazenda Lovelight no cenário perfeito para histórias que vão arrancar suspiros, risadas e acelerar corações.
SOBRE A AUTORA
B.K. Borison é autora de romances contemporâneos aconchegantes, com personagens emocionalmente vulneráveis e cenários de tirar o fôlego. Quando ela não está sonhando acordada com personagens fictícios fazendo coisas fictícias, está em casa com a família, provavelmente comprando livros para os quais não tem mais espaço.
Entre Vacas e Beijos — Bailey Hannah
Imagem: reprodução/Editora Verus
Um rancho isolado era o último lugar onde Cecily Kennedy, uma típica garota da cidade grande, imaginava recomeçar a vida. Mas a convivência com um caubói ranzinza e perigosamente irresistível pode acabar prolongando sua estadia.
Após fugir de um casamento abusivo, Cecily precisa de um emprego e de um teto sob o qual se abrigar. O problema é que seu novo chefe, Austin Wells, parece incapaz de decidir se a enxerga com desdém ou desejo. Ainda aguardando o divórcio, ela sabe que o coração de um homem como Austin não é o melhor caminho para curar feridas. Mas os olhares intensos dele despertam nela emoções que julgava perdidas.
Austin, um fazendeiro de poucas palavras e muitos segredos, logo se arrepende de ter deixado sua cozinheira contratar uma nova assistente. A aliança ainda em seu dedo é um aviso de encrenca, assim como suas curvas e o cabelo loiro que o desarmam. Para ele, Cecily não passa de mais uma garota da cidade, destinada a ir embora cedo ou tarde. Afinal, ninguém nunca fica.
Só que, quando o passado dela retorna para ameaçá-la, Austin percebe que já não pode se esconder atrás da indiferença. Envolvido demais para deixá-la partir, ele terá que protegê-la a qualquer custo, mesmo que isso signifique baixar a guarda e admitir que a quer ao seu lado.
SOBRE A AUTORA
Bailey Hannah é uma autora de romances canadense que adora escrever sobre heroínas fortes e homens rústicos que não têm medo de amar intensamente. Nascida e criada em uma pequena cidade da Colúmbia Britânica, gosta de incluir em suas histórias elementos típicos do interior canadense: estradas de terra, rodeios, batatas chips sabor ketchup e uma boa cerveja. Ela mora com o marido, a filha, dois cachorros e algumas galinhas.
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Cultura itinerante leva diversão e aprendizado a São José do Rio Preto e Assis nos dias 24 e 25 de setembro
O espetáculo Dragão Vermelho, criado por Tato Villanueva, Caio Stolai (Circo Poeira) e Eu.Circ Produção e Difusão Cultural, circula pelo interior de São Paulo na última semana de setembro.
Com apresentações gratuitas, a montagem chega a duas cidades: São José do Rio Preto (24/09) e Assis (25/09). A proposta é levar arte e cultura para escolas públicas, instituições e comunidades em regiões periféricas, fortalecendo o acesso a produções cênicas de qualidade.
As apresentações acontecem em locais estratégicos de cada município: no CEU das Artes de São José do Rio Preto (13h) e na Escola Estadual Professor Leo Pizzato, em Assis (16h). A entrada é gratuita e aberta a toda a comunidade.
Foto: reprodução/Paulo Barbuto
Misturando circo, teatro, música e bonecos, Dragão Vermelho conta a jornada de Samiel, um herói improvável que enfrenta um imperador tirano e um temido dragão, em uma narrativa que mistura aventura, humor e fantasia.
Além das apresentações, o projeto promove oficinas gratuitas de criação cênica e construção de bonecos, incentivando a formação artística e a participação comunitária.
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Ex-RBD passará pelo país em 2026. Ingressos já estão à venda
Christian Chávez retorna ao Brasil em 2026 com a sua turnê Christan Chavez Para Siempre Tour. O artista vai passar por 14 cidades, incluindo Campinas (SP) e João Pessoa (PB).
A turnê celebra sua trajetória como artista, reunindo tanto o repertório de sua carreira solo quanto de seu período no RBD. A última apresentação do artista no país foi em 2023, quando veio com o grupo para a turnê Soy Rebelde.
Os ingressos podem ser obtidos através dosite do cantor. Confira as datas da turnê:
21/1 – Cabedelo – João Pessoa (PB), Intermares Hall
23/1 – Manaus (AM), Teatro Manauara
25/1 – Belém (PA), Teatro Resolve
27/1 – Fortaleza (CE), Teatro RioMar Fortaleza
28/1 – Recife (PE), Teatro RioMar Recife
29/1 – Salvador (BA), Teatro Faresi
31/1 – Brasília (DF), Teatro Royal Tulip
1/2 – Goiânia (GO), Teatro Madre Esperança Garrido
4/2 – Campinas (SP), Teatro Oficina do Estudante Iguatemi — DATA EXTRA
6/2 – São Paulo (SP), Teatro Bradesco
7/2 – Rio de Janeiro (RJ), Teatro Opus Città
8/2 – Belo Horizonte (MG), Cine Theatro Brasil
11/2 – Porto Alegre (RS), Teatro Amrigs
12/2 – Curitiba (PR), Teatro Fernanda Montenegro
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O artista fala do novo álbum Indomável e o significado deste momento da carreira
Entre fragilidade e força, dor e renascimento, Indomável, o novo álbum do cantor Vini nasce de um lugar profundamente íntimo. Mais do que um conjunto de canções, ele é um processo de cura traduzido em música, um retrato sincero de alguém que transformou seus próprios desafios em arte e, ao compartilhar isso, acabou criando pontes com quem também se reconhece nessas histórias.
As composições começaram de forma íntima, no quarto do artista, como um desabafo para se salvar internamente. Vini revela que jamais imaginou que um dia lançaria ou compartilharia essas canções, o que torna o projeto ainda mais pessoal. Segundo ele, o processo foi quase terapêutico, de olhar para dentro e transformar sentimentos em música. Embora a maioria das faixas tenha nascido de forma rápida, como um fluxo de emoção, outras foram lapidadas ao longo de meses, refletindo o cuidado e a dedicação do artista.
Em entrevista exclusiva, o artista fala sobre a entrega desse projeto tão pessoal, o impacto das músicas no público e a força de seguir renascendo através da música.
Confira agora:
Entretetizei: Qual foi a sensação de finalmente dividir esse projeto tão pessoal com o mundo?
Vini: Renascimento. Esse álbum nasceu de lugares muito íntimos, e ver ele chegando nas pessoas, se tornando delas também, é algo que não dá nem pra descrever.
E: Você transformou momentos difíceis em música. Acha que isso aproxima ainda mais do público que também passa por situações parecidas?
V: Com certeza. Quando eu canto sobre dor, frustração ou superação, não é só sobre mim, é sobre todo mundo que já passou por alguma situação parecida. Acho que essa identificação cria uma ponte muito verdadeira entre eu e quem escuta.
E: Indomável fala de força e superação, certo? O que ele representa na sua vida hoje?
V: É um lembrete de que eu posso passar por qualquer coisa sem perder minha essência.
E: O público jovem costuma consumir música junto com experiências visuais. Como foi pensar nos visualizers para o YouTube?
V: Eu já trabalho com audiovisual desde meus 13 anos. Eu queria que cada visualizer, mesmo que simples, tivesse um conceito que conversasse com cada música. Os visuais viraram uma extensão do álbum. Eles também contam uma história. Foi tudo bem pensado.
Eu começo o álbum no mesmo lugar em que termino o álbum. A diferença? No começo eu estou em um tom mais rebelde, com um espelho quebrado, um clima mais tenso e mais escuro.
Nos últimos visuais do álbum eu já estou sorrindo, reconstruindo os espelhos, me aceitando e com muita esperança no coração. Mas só vai entender como consegui sair da primeira faixa e cheguei na última, quem escutar e ver todo o álbum.
E: Você tem recebido mensagens dos ouvintes sobre como as músicas os impactaram? Pode compartilhar alguma história marcante?
V: Sim, uma pessoa me contou esses dias que durante uma crise de ansiedade, a música Universo ajudou. Ele disse: “todos os pensamentos desfuncionais que eu estava tendo, sumiram ao ouvir a música. Eu estava pensando: o que eu estou fazendo de errado na minha vida para as coisas não darem certo? E aí, ouvi a parte de Universo que diz: cada estrela tem sua história, tem seu tempo, tem seu tamanho“.
E: Se pudesse resumir esse momento da sua carreira em uma frase, qual seria?
V: Renascendo através da música!
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