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Literatura gamificada: um novo jeito de viver histórias

Thriller escrito por Idalina Gurjão, Frequência Oculta narra as aventuras de quatro pessoas envolvidas em uma investigação perigosa numa São Paulo quase distópica

Quatro jovens sem nada em comum recebem um convite misterioso para um evento na mansão Weiss – um casarão imponente e antigo que contrasta com os arranha-céus de São Paulo. Em Frequência Oculta, eles logo descobrem que um simples encontro pode se transformar em um jogo sombrio orquestrado por uma sociedade secreta da elite.

Destinos entrelaçados

No thriller de Idalina Gurjão, cada personagem chega ao local por um motivo distinto: Lívia, uma jornalista frustrada em busca de uma grande matéria; Rafael, um hacker talentoso e desempregado, movido pela necessidade de dinheiro; Amanda, uma executiva ambiciosa em busca de mais poder; e Diego, um artista que procura investimento para sua arte. O que eles não imaginam é que precisarão unir forças para sobreviver.

Segredos sombrios por trás da mansão Weiss

Ao investigarem o local, os protagonistas encontram documentos, decifram sistemas de segurança e conversam com pessoas envolvidas, descobrindo que a organização por trás da mansão está ligada a práticas ilegais e mortais. Quanto mais avançam, mais se veem em uma rede de manipulação cuidadosamente planejada.

Como marionetes em uma encenação macabra, os jovens percebem que cada passo já havia sido ensaiado. A engrenagem estava em movimento, e o verdadeiro propósito da sociedade só seria revelado no final – quando as últimas velas da mansão Weiss se apagassem, deixando apenas a escuridão.

Mistério e reflexão

O livro convida o leitor a refletir sobre escolhas, convicções e o valor da amizade. Apesar das personalidades fortes de cada personagem, só a união permitirá que eles tenham chance de escapar.

A narrativa se expande acompanhada de itens personalizados, como anéis, roupas, Funkos e até um quebra-cabeça. A saga inclui também um jogo de tabuleiro em que os participantes assumem os papéis de Lívia, Rafael, Amanda e Diego, precisando formar alianças, resolver enigmas e elaborar estratégias para escapar da mansão Weiss.

Convite à imaginação

O projeto nasceu do desejo pessoal da autora de estimular suas filhas adolescentes a se aproximarem da leitura, oferecendo uma experiência lúdica e envolvente capaz de competir com o apelo do mundo digital.

Sobre a autora

Leitora voraz desde a juventude, Idalina Gurjão utiliza a literatura como um espaço para explorar temas de espiritualidade, mistério e identidade. Após construir uma carreira sólida no meio corporativo, agora se volta para a literatura e estreia como escritora com o romance Frequência Oculta. O e-book da obra alcançou o 2º lugar de livros mais baixados da Amazon na categoria Fantasia, em julho de 2025.

 

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Leia também: O legado e o impacto de Giorgio Armani na moda

 

 

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz @anadodll

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Cultura asiática Eventos Notícias

Yoo Yeon Seok anuncia sua primeira turnê de fanmeeting na América Latina

Conhecido por k-dramas como Hospital Playlist, Mr. Sunshine e Reply 1994, o ator se prepara para seu encontro com fãs latinos, mostrando também seu lado cantor e artista completo

A espera finalmente acabou: Yoo Yeon Seok, um dos atores mais amados da Coreia, vai desembarcar na América Latina para sua primeira turnê de fanmeeting. Depois de anos acompanhando suas atuações pelas telas, chegou a hora dos fãs latinos verem de perto todo o carisma que conquistou a Ásia.

Com mais de 20 anos de carreira, Yoo Yeon Seok já deixou sua marca em várias produções que viraram clássicos do k-drama. Ele fez sua estreia em Oldboy (2003) e, desde então, brilhou em papéis que se tornaram inesquecíveis: o fofíssimo Dr. Ahn Jung-won em Hospital Playlist (2020), o eterno Chilbong de Reply 1994 (2013), o charmoso personagem de Mr. Sunshine (2018), além do misterioso Baek Sa-eon em Quando o Telefone Toca (2024). Quem é fã sabe: cada papel dele é um novo vício.

E não para por aí. O ator também já foi reconhecido em premiações recentes, como no MBC Drama Awards 2024, quando levou o prêmio de Melhor Casal ao lado de Chae Soo Bin em Quando o Telefone Toca, e no SBS Entertainment Awards 2024, onde brilhou na categoria Talk/Reality. Ou seja, além de atuar, ele sabe como ninguém conquistar o público em qualquer formato.

Foto: divulgação: KINGKONG – STARSHIP
Datas da turnê – Yoo Yeon Seok na América Latina
  • Bogotá, Colômbia – 25 de novembro de 2025
  • Buenos Aires, Argentina – 27 de novembro de 2025
  • São Paulo, Brasil – 30 de novembro de 2025
  • Cidade do México, México – 3 de dezembro de 2025

E se você achava que ele era “” um ator, pode se preparar para ser surpreendido. Yoo Yeon Seok também já mostrou talento nos palcos, estrelando musicais como Hedwig e o Centímetro Enfurecido, Werther e A Gentleman’s Guide to Love and Murder. Sem contar sua participação em peças clássicas como A Morte do Caixeiro Viajante. Fora isso, ele ainda emprestou sua voz para OSTs de produções que amamos, incluindo Hospital Playlist e Quando o Telefone Toca.

Agora, com essa turnê inédita, Yoo Yeon Seok promete misturar tudo: os papéis que marcaram sua carreira, momentos emocionantes e, claro, performances musicais que vão deixar os fãs latinos ainda mais apaixonados.

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Leia também: O universo cinematográfico do K-drama: de Reply 1997 a Hospital Playlist

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura @_itsbrinis

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Música Notícias

Now United lança Beautiful World e apresenta Ariel, nova integrante do grupo

Novo lançamento mistura música, dança e cultura

Nesta quinta-feira (25), o grupo global lançou o videoclipe de Beautiful World, um registro vibrante que celebra a união, a esperança e a energia contagiante de Hong Kong.

Gravado em parceria com o The Hong Kong Jockey Club (HKJC), o clipe passa por mais de dez cenários icônicos da cidade e marca o pontapé da nova fase do grupo, às vésperas da turnê Now or Never World Tour.

E não para por aí: o lançamento também apresenta Ariel, a nova integrante do Now United e a primeira representante de Hong Kong. Sua chegada reforça a essência multicultural do grupo, que conecta culturas por meio da música e da dança.

Confira abaixo: 

 

Beautiful World representa exatamente o momento da minha vida. Estrear na minha cidade natal é como viver um sonho realizado. Hong Kong tem um coração que pulsa rápido e intenso, e foi isso que quisemos transmitir no clipe, contou Ariel.

Foto: divulgação/Instagram @oreohh

O videoclipe entrega tudo o que os fãs amam: imagens grandiosas da cidade, coreografias cheias de energia e momentos especiais com a união que sempre foi a marca registrada do Now United. Segundo o coreógrafo Nicky Andersen, cada movimento foi pensado cuidadosamente para refletir a identidade do grupo: “Queríamos uma dança que se movesse como Hong Kong: dinâmica, em camadas, sempre em movimento. Cada integrante brilha, mas sempre como parte de um todo.

Nova turnê mundial

Enquanto isso, o Now United já se prepara para a Now or Never World Tour, que vai rodar por diversos países, incluindo Portugal, Brasil e Hong Kong. Em solo brasileiro, os fãs poderão curtir o show em seis cidades: Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife, todas em novembro de 2025.

Os ingressos já estão disponíveis no site da Poladian Produções.

Sobre o Now United

Criado por Simon Fuller, o Now United reúne jovens talentos de diferentes países e se tornou um fenômeno global com a sua proposta de diversidade e conexão cultural. Agora, com a chegada de Ariel e a nova turnê, o grupo promete entregar ainda mais energia, música e emoção.

Já foi conferir o MV de Beautiful World? Comente nas redes sociais do Entretetizei — Instagram, Facebook e X — e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.

Leia também: Entrevista | Desirée, brasileira do grupo global Now United, fala sobre carreira e representatividade

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cultura asiática Eventos Música Notícias

Otoboke Beaver abre venda de ingressos para show no Cine Joia, em São Paulo

Banda punk japonesa se apresenta na capital paulista no dia 31 de outubro

 

Com o espírito punk em sua melhor essência, guitarras arranhadas e vestidos extravagantes que colorem os palcos, o Otoboke Beaver confirma essa explosão visual e sonora ao marcar presença nos line-ups dos principais festivais de música do mundo. Agora, o grupo se prepara para sua primeira apresentação em solo brasileiro com parada no Cine Joia, em São Paulo, no dia 31 de outubro. A venda de ingressos começou hoje (25) no site oficial da Eventim.

Formado em Kyoto, Japão, o quarteto feminino foi responsável por iniciar performances de Jack White (ex-White Stripes), Green Day e Red Hot Chili Peppers. Composto por Accorinrin (guitarra e vocal), Yoyoyoshie (guitarra e vocal), Hirochan (baixo e vocal) e Kahokiss (bateria e vocal), o Otoboke Beaver está em atividade desde 2009 e produziu os álbuns Okoshiyasu!! Otoboke Beaver (2016), ITEKOMA HITS (2019) e Super Champon (2022). 

No repertório, a banda traz letras ácidas com tom politizado e descontraído, o que confere ainda mais personalidade à sua construção artística, como nas músicas I am not maternal e I won’t dish out salads. Seus trabalhos buscam retratar os preconceitos vivenciados pelas mulheres na sociedade japonesa.  

Além do show no Cine Joia, o grupo também estará no Parque Ibirapuera, no dia 2 de novembro, em São Paulo, ao lado das bandas Weezer e Bloc Party, como parte do ÍNDIGO, projeto curatorial da 30e. 

Foto: divulgação/Mayumi Hirata
SERVIÇO


ÍNDIGO: Otoboke Beaver em São Paulo
Data: 31 de outubro de 2025 (sexta)
Local: Cine Joia – Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade – São Paulo/SP Valores:
Pista: R$ 157,50 (meia-entrada) | R$ 315,00 (inteira)
Ingressos: www.eventim.com.br/otobokebeaver
Início das vendas:
Venda geral: 25 de setembro, 12h, online e na bilheteria oficial
Vendas online em: www.eventim.com.br/otobokebeaver
Bilheteria oficial: Bilheteria A no Allianz Parque – Rua Palestra Itália, 200 – Água Branca – São Paulo (SP)
Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h
*Não tem funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.

 

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Leia também: Especial | Doce Maravilha à vista: Melly comenta show com Rashid, novo single, Djavan e influências

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cinema Cultura pop Entretenimento

Trailer do filme A Mão que Balança o Berço já está disponível

Thriller psicológico é uma releitura do clássico do cinema 

 

Já estão disponíveis o trailer e o pôster do novo filme A Mão que Balança o Berço, trama com uma pegada de suspense psicológico. 

O filme original, de 1992, conta a história de Peyton Flanders (Rebecca De Mornay), que decide se vingar depois que seu marido, um médico acusado de agredir uma paciente, comete suicídio ao ser denunciado. Depois do choque, Peyton sofre um aborto espontâneo e pretende acabar com a vida de Claire (Annabella Sciorra), paciente que fez a denúncia.

No remake do clássico de suspense, Maika Monroe interpreta Polly, uma babá que cuida do filho de Caitlin Morales (Mary Elizabeth Winstead), uma mãe de classe alta que vive no subúrbio. O que Caitlin não esperava é que Polly não é que ela diz ser.

Confira o trailer:

 

O elenco é completado por Raúl Castillo, Martin Starr, Mileiah Vega, Riki Lindhome e Shannon Cochran. O longa estreia exclusivamente no Disney+, dia 19 de novembro.

Ficou a fim de assistir essa nova versão? Conta pra gente e siga o Entretê nas redes sociais — Instagram, Facebook e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.

Leia também: Em aquecimento para a última aventura, streaming divulga vídeo com depoimentos inéditos do elenco de Stranger Things

 

Texto revisado por Ketlen Saraiva @lapidando_palavras

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Entrevistas Música Notícias Sem categoria

Especial | Doce Maravilha à vista: Melly comenta show com Rashid, novo single, Djavan e influências

Faltando poucos dias para o Festival Doce Maravilha, a cantora baiana revela o que o público pode esperar da sua apresentação e compartilha algumas influências que atravessam sua música

Com Amaríssima (2024), Melly não apenas se apresentou ao grande público, mas também cravou seu nome na nova cena da música brasileira. Em 2025, deu um passo além com Amaríssima Vol. 2 (2025). Ao lado de outros artistas, revisitou suas próprias faixas e trouxe novas camadas, numa troca que amplificou as experiências sonoras e de sentido de suas canções. No início de setembro, foi convidada especial do grupo Os Garotin no festival The Town, em uma performance que foi elogiada pelo público e pela crítica. Agora, no próximo domingo (28), no festival Doce Maravilha, no Rio de Janeiro, é ela quem convida: Rashid  se une à cantora em um show inédito que mistura a intensidade do rap com a sensibilidade da tradição brasileira presente em outros ritmos, criando um diálogo entre trajetórias que é ao mesmo tempo íntimo e coletivo.

Em conversa com o Entretetizei, Melly celebrou a música como espaço de encontros e conexões. Animada com sua primeira participação no festival Doce Maravilha, que chega à terceira edição na cidade maravilhosa, a cantora falou sobre o show com Rashid, destacando como diferentes trajetórias se encontram no palco e reforçando a importância de criar uma conexão verdadeira com o público.

Estou muito contente em poder participar ao lado do Rashid, que é um artista muito talentoso e que admiro muito.” Para a cantora e compositora, a principal mensagem do show é a de união e troca: mostrar como diferentes vozes, estilos e experiências podem dialogar e se fortalecer quando se encontram no palco. A ideia é que o público sinta essa energia de conexão verdadeira e saia transformado pela música.

Foto: reprodução/Ian Rassari

A artista baiana vê essa troca de forma ampla, não apenas no palco. “Eu acho incrível, e me sinto muito honrada em fazer parte dessa nova geração. Desde cedo, a música tem um papel fundamental na minha vida, não apenas como carreira, mas como ferramenta de transformação e de tradução do que eu vivo e aprendo todos os dias. Estamos cada vez mais próximos do público, e essa troca nos ajuda a moldar nosso trabalho de uma forma muito genuína e orgânica”, explica.

O novo single da artista, Despacha, que foi lançado em agosto, reforça essa busca por autenticidade. “É uma faixa de libertação. Estar à vontade com a própria vulnerabilidade, pra mim, é uma das maiores forças que existem. A música é uma resposta a essa lógica que diz que precisamos esconder o que sentimos. Aqui, o sentir é afirmado como única saída e isso faz toda diferença”, comenta a cantora, reforçando que ela considera a canção marcante para sua carreira e vida.

Foto: reprodução/Edgar Azevedo

As influências de Melly também atravessam sua música e visão de mundo, e são como pilares na construção dela como artista, e como pessoa. “Cada uma dessas referências – Ana Gonçalves, Evaristo Conceição, Elza Soares – me mostrou que a música pode ser mais do que entretenimento: pode ser força, memória e resistência. Cada uma me inspira de uma forma, seja pela coragem ou pelo trabalho que é tão lindo. Me ensinaram que ser artista é também assumir responsabilidade: carregar narrativas, abrir caminhos e se conectar com o mundo a partir de quem eu sou – uma mulher preta, nordestina, que encontra na música sua forma mais honesta de expressão”, afirma.

Outra referência fundamental é Djavan, cuja música Melly pôde homenagear recentemente ao regravar as canções Nem Um Dia e Tenha Calma para o álbum Canto Djavan (2025) promovido pelo selo Slap, da Som Livre. “Não foi uma escolha fácil, porque as músicas dele são muito únicas e carregam uma força imensa, e interpretar uma delas é sempre uma grande responsabilidade. Lembro da primeira vez que ouvi toda a discografia em uma longa viagem de carro pelo Nordeste com meu pai, e desde então algo mudou dentro de mim. Tenha Calma dialoga de forma muito especial com o meu momento atual. É uma música que traz serenidade, mas também profundidade, e pude encontrar nela um espaço para colocar minha própria verdade, criando uma interpretação única que não perdesse a essência”, diz.

Foto: reprodução/Ian Rassari

Ao longo do Doce Maravilha, Melly mostrará toda sua versatilidade: além de dividir o palco com Rashid, a cantora participa como convidada no show do BaianaSystem e brilha no espetáculo de comemoração de um ano do álbum CAJU (2024), de Liniker, ao lado de grandes nomes da música brasileira. Ao todo, a artista sobe três vezes no palco. Em cada apresentação, ela promete imprimir sua sensibilidade e talento, deixando sua marca como uma das vozes mais promissoras da nova geração.

Está na expectativa para ver a Melly no festival Doce Maravilha? Conta para gente nas redes sociais do EntretêInstagram, FacebookX – aproveita para nos seguir e ficar por dentro de tudo que rola no mundo do entretenimento.

 

Leia também:  Entrevista | Alana Alberg relembra show no The Town, fala sobre carreira e representatividade feminina na música – Entretetizei

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Musicais Notícias

Musical Mudança de Hábito chega ao Rio de Janeiro em outubro

Com Amanda Vicente como Deloris Van Cartier, a nova montagem estreia no Teatro Multiplan

Após uma década, o Brasil recebe a nova montagem de Mudança de Hábito, um dos musicais de maior sucesso da Broadway. Em curta temporada, o espetáculo terá sua estreia no dia 8 de outubro, no Teatro Multiplan, localizado no Shopping VillageMall, no Rio de Janeiro e já tem temporada em São Paulo prevista para o primeiro semestre de 2026. 

Foto: divulgação/GPress Comunicação

Originalmente lançado em 1992 para o cinema, Mudança de Hábito acompanha a cantora Deloris Van Cartier (Whoopi Goldberg), que testemunha seu namorado mafioso cometer um homicídio. Por causa de um programa de proteção a testemunhas, ela é enviada para um convento onde transforma a rotina tranquila das irmãs e passa a se dedicar ao coral da instituição. 

Em 2006, a obra ganhou sua primeira adaptação do audiovisual para os palcos, tendo sua estreia oficial estrelada por Patina Miller em 2009 no West End de Londres. Quando chegou na Broadway, em 2011, conquistou diversas indicações ao Tony Awards, se consagrando como um grande sucesso do teatro musical e ganhando adaptações em vários países.

A nova montagem brasileira conta com cenários e figurinos especialmente criados para a produção, além de novos arranjos musicais e a essência envolvente e engraçada da trama original, trazendo em sua abordagem temas como amizade, transformação e fé.

Confira o teaser:

SERVIÇO:

Local:
Teatro Multiplan – Shopping VillageMall
Av. das Américas, 3900 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ, 22640-102

Temporada:
08/10/2025 até 23/11/2025

Sessões:
Quartas, quintas e sextas às 20h
Sábado às 16h e às 20h
Domingos às 16h e às 19h30

Valores:
PLATEIA VIP – Inteira: R$ 350,00 | Meia: R$ 175,00
PLATEIA – Inteira: R$ 280,00 | Meia: R$ 140,00
PLATEIA SUPERIOR – Inteira: R$ 50,00 | Meia R$ 25,00
FRISAS – Inteira: R$ 120,00 | Meia: R$ 60,00
CAMAROTES – Inteira: R$ 120,00 | Meia: R$ 60,00

*Ingressos populares: R$25,00 meia e R$50,00 inteira – Limitado a 10% da capacidade. Válido para todos os setores, exceto Plateia VIP. Lugares aleatórios.

Vendas: Site da Sympla e Bilheteria física

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Leia também: Sucesso da Broadway será exibido nos cinemas

 

Texto revisado por Larissa Couto @larscouto 

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Entretenimento Notícias Séries

Em aquecimento para a última aventura, streaming divulga vídeo com depoimentos inéditos do elenco de Stranger Things

Dividida em três volumes, a quinta temporada da série estreia em 26 de novembro; últimos episódios chegam em 25 e 31 de dezembro

Chamando todos os nerds! Vocês estão prontos para a última aventura? Como aquecimento para a quinta e última temporada de Stranger Things, a Netflix acaba de divulgar um vídeo com depoimentos inéditos das estrelas da série. 

Foto: divulgação/Netflix Studios

Nomes como Winona Ryder (Adoráveis Mulheres, 1994), David Harbour (Hellboy, 2019), Millie Bobby Brown (Enola Holmes, 2020), Finn Wolfhard (Um Verão Infernal, 2023), Gaten Matarazzo (Honor Society, 2022), Noah Schnapp (The Tutor, 2023) e Irmãos Duffer relembram as primeiras temporadas, destacam o legado da produção e preparam o público para o último capítulo, que será o maior de todos. Confira o vídeo: 

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

Foto: divulgação/Netflix Studios

O capítulo final será lançado em três datas: o volume 1 estreia em 26 de novembro (quatro episódios), o volume 2, em 25 de dezembro (três episódios) e o episódio final, em 31 de dezembro. Cada volume ficará disponível às 22h (horário de Brasília).

As quatro temporadas de Stranger Things estão disponíveis na Netflix – e ainda dá tempo de maratonar antes da última missão!

Sobre Stranger Things 

Criada pelos Irmãos Duffer, Stranger Things estreou em julho de 2016 e rapidamente se tornou uma das séries mais populares da Netflix, com a quarta temporada acumulando sozinha mais de 140,7 milhões de visualizações mundialmente.

Foto: divulgação/Netflix Studios

A história começa na cidade norte-americana de Hawkins, Indiana, quando um menino desaparece sem deixar vestígios. Em busca de respostas, a família e os amigos se envolvem em situações complicadas, que podem ser fatais. A cidade parece comum, mas esconde mistérios sobrenaturais extraordinários, além de experiências secretas do governo e um portal muito perigoso que conecta o nosso mundo a um lugar sinistro e poderoso. As descobertas dessa turma vão colocar as amizades à prova e mudar a vida de todos. Depois dessa aventura, Hawkins e o mundo nunca mais serão os mesmos.

A série é uma declaração de amor aos clássicos dos anos 1980 que encantaram uma geração.

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Leia também: Se Bridgerton tivesse uma biblioteca: 12 livros que combinam com os personagens  

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz @analuztraduz

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Livros

Doutrina Alorem revela como crenças podem manipular, unir e destruir

No mais recente thriller de Paulo Kamiya, filosofia e suspense se entrelaçam para expor os limites entre poder e verdade

No livro Doutrina Alorem: O Livro Proibido dos 7 Preceitos que Destroem a sua Vida, o escritor Paulo Kamiya constrói um enredo inquietante em que filosofia, psicologia e suspense se entrelaçam para provocar reflexões sobre poder, moralidade e identidade.

A narrativa acompanha o jornalista Rafael, que se aproxima de Leomar Alorem, um tatuador enigmático marcado por traumas e abandono. De suas cicatrizes, Leomar cria um conjunto de preceitos pessoais que, com a ajuda do jornalista, ganham forma e se transformam na Doutrina Alorem.

Rapidamente convertida em movimento social, essa doutrina divide opiniões, inspira seguidores e acende debates intensos, tornando-se uma batalha ideológica permeada por dilemas éticos e tensões emocionais.

Foto: divulgação/Paulo Kamiya/Entretetizei

Com uma escrita híbrida, alternando a voz íntima do jornalista e a observação em terceira pessoa de acontecimentos paralelos, Kamiya constrói um jogo narrativo envolvente e perturbador. Rituais simbólicos — como o uso de velas bicolores e mantras — ampliam a atmosfera quase mística que envolve a obra, criando um universo carregado de significados e múltiplas interpretações.

Além de thriller psicológico, Doutrina Alorem também é uma alegoria sobre como ideias podem se espalhar pelas redes sociais, polarizando opiniões e moldando comportamentos — para o bem ou para o mal. 

O autor destaca que sua intenção é ir além do entretenimento: “Resolvi escrever o livro para mostrar que ideias perigosas e nocivas — quando publicadas de forma irresponsável — podem gerar sérias consequências, tanto para quem as segue quanto para quem convive com elas. Também quis alertar sobre os riscos de compartilhar esse tipo de conteúdo nas redes sociais, onde as palavras ganham força e provocam rupturas”.

Com crítica social, reflexões filosóficas e uma construção simbólica meticulosa, Doutrina Alorem convida o leitor a se questionar até que ponto está disposto a defender sua verdade e a reconhecer os mecanismos de manipulação presentes em pessoas, empresas e governos. 

Doutrina Alorem: O Livro Proibido dos 7 Preceitos que Destroem a sua Vida, de Paulo Kamiya, está disponível na Amazon.

Sobre o autor
Foto: reprodução/Instagram @paulokamiya

Paulo Yoshiyuki Kamiya é formado em Engenharia Elétrica pela Unesp e em Publicidade e Propaganda pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Como escritor, é autor de romances, contos, poesias e suspenses psicológicos — entre os quais O Balanço da Pena (2014), Choros Temporais (2001), O Jardim das Mariposas (2016) e Cinzas de Fênix (2015). Também integrou a Antologia de Poesia Brasileira Contemporânea Vol. III – Além da Terra, Além do Céu (Chiado Books, 2018), com o poema Minha Rosa. Para conhecer mais sobre o trabalho de Paulo acesse o seu site e Instagram.

Foto: divulgação/Paulo Kamiya/Entretetizei

Você já parou para pensar no poder que as ideias têm sobre nossas vidas? Compartilhe suas reflexões nas nossas redes — Instagram, Facebook e X — e, se gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

Leia também: Humberto Werneck explora a força e a delicadeza da crônica em seu novo livro

 

Texto revisado por Cristiane Amarante @cris_tiane_rj

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Entrevistas Livros Notícias Sem categoria

Entrevista | Marcela Talavus fala sobre o relançamento definitivo de romance que conquistou leitores do gênero queer

Autora ainda comenta inspirações e novos projetos

Marcela Talavus lançou, pela Editora Euphoria, a edição definitiva de Quente Como o Inferno, um dos sucessos do dark romance brasileiro. A nova versão chega com capa exclusiva, ilustrações internas, diagramação detalhada e conteúdos inéditos, oferecendo uma experiência de leitura mais imersiva. A pré-venda já está disponível no site da editora, com brindes colecionáveis para os primeiros compradores.

Mais do que uma atualização gráfica e textual, o relançamento reafirma a força do dark romance LGBTQIAPN+, um gênero que cresce cada vez mais no país. A autora busca explorar temas como fé, desejo, dilemas morais e representatividade queer em narrativas sombrias e intensas.

Em entrevista exclusiva, Marcela Talavus falou sobre o processo de criação da obra, os desafios de lidar com temas sensíveis e o impacto do protagonismo queer da sua obra. 

Entretetizei: O que motivou a publicação da edição definitiva de Quente Como o Inferno e quais novidades ela traz em relação à versão original?

Marcela Talavus: Quente Como o Inferno é uma história que existe há bastante tempo, mas ainda é cercada por leitores leais. Eu e a editora Euphoria queríamos oferecer ao público uma versão mais sombria, madura e fiel à obra como livro original, incorporando correções, revisões e conteúdos adicionais que não estavam presentes em outras edições. Além de trazer uma capa com ambos os protagonistas, ilustrações internas, diagramação detalhada, subtítulos e um texto mais lapidado. São mudanças pensadas para criar uma nova imersão na leitura.

E: Como nasceu a ideia de construir a relação entre Caleb Heilel, o Senhor do Inferno, e Benjamin Parker, filho de um pastor?

MT: A ideia foi colocar em choque o que parece sujo e o que parece puro, subvertendo os papéis de mau e bom. Quis explorar como ambos podem se transformar pela dor, pelo amor e até pelo desejo. De certa forma, um grumpy x sunshine.

E: O livro mistura fé, desejo e dilemas morais. Qual foi o maior desafio ao tratar de temas tão sensíveis?

MT: Certamente equilibrar a intensidade do desejo e da repreensão com a complexidade da fé e dos dilemas morais e imorais dos personagens, de forma que cada elemento permanecesse verdadeiro e provocasse reflexão sem tirar a ternura e o calor do romance.

E: A ambientação sombria e mística de Quente Como o Inferno é muito marcante. Como você construiu esse cenário e quais referências literárias ou culturais ajudaram nesse processo?

MT: Escolhi a Califórnia porque carrega, no imaginário popular, o hedonismo de Hollywood, algo que se encaixava perfeitamente em Caleb Heilel. Entre as referências, obras como Constantine, Um Amor para Recordar, Californication, Lúcifer e o Auto da Compadecida foram aliadas na hora de construir o universo de Holy Paradise e além. Quanto aos livros, O Fantasma da Ópera, Dom Casmurro e A Divina Comédia foram peças da literatura que me impulsionaram. Músicas também, com bandas como Hozier, Muse, Dorothy, AC/DC e Chase Atlantic.

E: Como você enxerga a presença de protagonistas LGBTQIAPN+ dentro de um gênero ainda de nicho como o dark romance?

MT: É uma oportunidade de tornar os livros mais diversos, já que personagens queers quase sempre ficaram em papéis secundários. O dark romance lida com zonas de sombra e com a quebra de normas, algo que ressoa com a experiência LGBTQIAPN+. No protagonismo, esses personagens levantam novos conflitos, impasses e estigmas; isso gera identificação e riqueza psicológica no gênero. É ótimo saber que existem dark romances e romances diversos sobre pessoas, no geral. Até pouco tempo, um beijo entre dois personagens masculinos em uma HQ causou polêmica e censura em uma Bienal. Hoje, editoras como a Euphoria, e outras, levantam essa bandeira e ocupam espaço em eventos literários, com cada vez mais protagonistas LGBTQIAPN+.

E: Em Sathanis, spin-off de Quente Como o Inferno, você amplia o mesmo universo. Como foi esse processo de expansão narrativa?

MT: Sathanis é um spin-off independente, cercado por uma trama que traz os protagonistas de QCI como ameaça, mas se apresenta com seus próprios acontecimentos, dramas e personagens. A expansão acontece na ambientação, uma Califórnia mais contida, menos hollywoodiana, mas ainda dentro do universo de Holy Paradise. Minha intenção era aprofundar o universo já criado, explorando um cenário mais jovem e alternativo, incluindo nele personagens de QCI, como Gadreel e uma breve continuação do destino de Caleb e Benjamin.

E: Na sua visão, por que o dark romance tem atraído cada vez mais leitores no Brasil?

MT: O dark romance relembrou a um público o prazer da leitura como entretenimento, muito além da leitura que busca intelectualidade. Muitos desses livros nos convidam a ler por lazer, mas isso não exclui a reflexão, pelo contrário: tudo o que é intelectual, dramático ou surreal que se encontra no caminho — tudo o que se aprende, identifica ou compreende — é consumido sob o mesmo deleite. É literatura adulta e contemporânea, que brinca com convenções, limites e se acrescenta ao cenário já consolidado de outros gêneros. Isso é quase mágico em um país e mundo dominados pelo alto consumo de telas, onde o tempo e a leitura se tornaram privilégios. Ainda assim, o dark romance vem e se dá acessível, abrindo espaço para novos autores e novos leitores, viabilizando o que antes parecia reservado ao ideal. Ler ou escrever é diversão, dimensão, imaginação.

E: O dark romance frequentemente provoca reações fortes, seja de encantamento ou de choque. Como você lida com a recepção crítica e com os debates que surgem em torno do gênero?

MT: Acredito que a função de um livro seja justamente provocar: causar reações, subverter ideias, gerar discussões. Críticas são partes desse diálogo, na medida da civilidade.

E: Qual mensagem ou reflexão você gostaria que permanecesse no leitor após o fim da leitura?

MT: Penso assim: você se divertiu? Sentiu emoções? Alguma crença se formou ou se quebrou? Descobriu uma nova palavra ou termo? Permitiu-se mergulhar em algo além do mundo caótico e exigente em que vivemos? Se você disser sim para algumas dessas perguntas, então sua leitura já valeu a pena — não é preciso amar ou odiar as coisas. Quanto à mensagem do livro: por um tempo, alguém até pode tentar dizer quem você é ou quem deveria ser, mas chega o momento em que só você pode decidir como as coisas realmente serão. Os extremos são prisões conceituais, bem e mal existem em diferentes porções em cada pessoa ou coisa, e cabe a nós buscar equilíbrio. E acima de tudo, o livre-arbítrio, isso sim tem um valor inestimável, mesmo que tenha seu custo.

E: Quais são seus próximos projetos literários? Há planos de continuar explorando o universo criado nesta obra?

MT: Não pretendo explorar mais o universo de Quente Como o Inferno ou de Sathanis. No momento, estou trabalhando em novos projetos que fogem do sobrenatural.

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz @analuztraduz

 

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