A oficina Kamishibai – O Coelho na Lua é voltada para crianças entre 4 e 12 anos e possui vagas limitadas
Para quem estava procurando uma programação cultural para esse final de semana especialmente pensada para o público infantil, eis a solução: durante os dias 4 e 5 de outubro, acontece na cidade a Viradinha, projeto da Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa, que promove atividades gratuitas para o público infantil espalhadas por centros culturais em toda a cidade.
Nesta primeira edição, a Japan House São Paulo, instituição dedicada à cultura nipônica, oferece a oficina Kamishibai – O Coelho na Lua para crianças entre 4 e 12 anos. As vagas são limitadas e a participação é mediante retirada de senha na recepção 30 minutos antes da atividade.
A oficina acontece no domingo (5) e é inspirada pelo Tsukimi, data em que os japoneses se reúnem para observar a lua cheia de outono. Uma lenda associada a esta data conta a história de como o coelho foi morar na lua.
Foto: divulgação/Japan House São Paulo
Com sessões às 11h e às 14h, a oficina convida as crianças a contarem a lenda por meio de desenhos que ilustram pequenas partes da história, remetendo ao tradicional teatro de papel japonês (kamishibai), integrando os conhecimentos da cultura japonesa com a brincadeira de forma lúdica e artística. Dá até vontade de voltar a ser criança!
Cada sessão da oficina tem duração de 60 minutos. É a oportunidade de levar filho, sobrinho, afilhado, para curtir o início do mês das crianças com uma experiência única.
Sobre a Viradinha
A Viradinha conta com a colaboração de mais de 400 instituições culturais municipais e parceiras para oferecer uma extensa diversidade de atrações, como teatro infantil, oficinas, música, contação de histórias e intervenções artísticas, em uma celebração artística que reafirma o papel da Cultura como espaço de formação, encontro e brincadeira.
E aí, vai levar alguma criança na oficina cultural? Conta pra gente sobre essa experiência nas redes sociais do Entretetizei—Facebook, Instagram e X— e nos siga para não perder as novidades do mundo do entretenimento.
Produções que inspiraram gerações e ajudaram a construir a identidade do cinema
Quando falamos em filmes clássicos, não nos referimos apenas às produções em preto e branco. O conceito vai muito além: são obras que marcaram épocas, seja pela grandiosidade da narrativa, pelos nomes icônicos no elenco ou pela forma como revolucionaram a indústria cinematográfica, muitas vezes, mesmo sem grandes investimentos de produção.
Esses títulos atravessam gêneros como terror, romance, drama e comédia, e se tornaram referências para inúmeras produções posteriores. Mais do que simples entretenimento, eles representam marcos culturais que ajudaram a moldar o cinema como o conhecemos hoje e continuam encantando gerações, permanecendo atemporais.
O Mágico de Oz
É um dos maiores clássicos do cinema mundial, lançado em 1939, chamou atenção ao utilizar o Technicolor, tecnologia inovadora que trazia cores vibrantes às telas. O filme foi inspirado no livro de L. Frank Baum e no sucesso recente da Disney com Branca de Neve e os Sete Anões, e conquistou dois Oscars, se consolidando como uma das produções mais influentes da cultura pop.
A história acompanha Dorothy Gale, uma menina órfã de 11 anos que vive no Kansas com seus tios. Após uma discussão familiar, ela sai de casa com seu cachorro Totó, mas um ciclone arrasta sua casa até a terra mágica de Oz. Nesse novo mundo, ela embarca em uma jornada fantástica repleta de personagens icônicos, com o grande desejo de voltar para casa.
Além da narrativa encantadora, o filme se destacou por suas inovações técnicas, principalmente no contraste entre as cenas em tons marrons no Kansas e o colorido intenso em Oz. A canção Somewhere Over the Rainbow, interpretada por Judy Garland, tornou-se um marco na música moderna e ajudou a eternizar ainda mais a obra, que continua sendo amada por gerações de pais e filhos.
Foto: reprodução/Aventuras na História
Carrie, A Estranha (1976)
Filme que marcou o cinema de terror e mudou para sempre a carreira deStephen King. Em meio a monstros clássicos e tramas sobrenaturais da época, a história de uma jovem pálida e isolada tornou-se um dos maiores ícones do gênero, abrindo caminho para uma nova tendência no terror.
O filme acompanha Carrie White (Sissy Spacek), uma adolescente reprimida pela mãe fanática religiosa e alvo constante de bullying na escola. Ao ser convidada para o baile de formatura, acredita ter a chance de viver como uma garota comum, mas eventos traumáticos despertam nela poderes telecinéticos que transformam a noite em uma tragédia devastadora.
O sucesso da obra gerou diversas tentativas de adaptação ao longo das décadas, dois remakes, uma sequência e até um musical na Broadwayem 1988, que durou apenas cinco apresentações e se tornou um fracasso histórico. Apesar das tentativas, nenhuma versão alcançou o impacto do original, mas o legado de Carrie permanece vivo, alimentando até hoje expectativas de uma nova adaptação da icônica narrativa de King.
Foto: reprodução/Ranker
Juventude Transviada (1955)
James Dean tornou-se um dos rostos mais icônicos da história do cinema, símbolo de uma juventude marcada por dúvidas, descontentamento e falta de sentido. O filme foi dirigido por Nicholas Ray, onde Dean interpreta Jim, ao lado de Judy (Natalie Wood) e John, apelidado de Platão (Sal Mineo). A trama, que se desenrola em apenas um dia, apresenta o encontro dos três jovens em uma delegacia durante a madrugada: Jim é detido por embriaguez e desordem, Judy é encontrada vagando sozinha e Platão havia atirado em cachorrinhos. Esses personagens refletem a crise existencial de adolescentes de uma sociedade aparentemente próspera, mas marcada por conflitos familiares.
O filme também dialoga com as transformações sociais mais amplas dos Estados Unidos na década de 1950. Período onde a suburbanização levou famílias de classe média branca a deixarem os centros urbanos em busca de casas mais amplas e confortáveis nos subúrbios, cenário que reforça a sensação de deslocamento e vazio vivida pelos jovens. Assim, Juventude Transviada tornou-se um retrato simbólico de uma geração em busca de identidade, consolidando James Dean como mito cultural.
Foto: reprodução/Cinema em Cena
A Noviça Rebelde (1965)
Decidida e ousada, Maria, protagonista de A Noviça Rebelde (1965), tornou-se um ícone do cinema. Interpretada por Julie Andrews, a noviça questionadora se destaca em um musical que conquistou cinco Oscars, incluindo o de Melhor Filme. Ambientado na Áustria, o longa, dirigido por Robert Wise, retrata não apenas o romance e a música que transformam a vida da família Von Trapp, mas também o pano de fundo das tensões que antecederam a Segunda Guerra Mundial.
Inspirado nas memórias de Maria von Trapp e na peça The Sound of Music (1959), o filme acompanha a chegada da jovem à casa do capitão viúvo Georg von Trapp (Christopher Plummer), pai de sete filhos. Com sua espontaneidade, ela desperta no lar disciplina, alegria e amor pela música, consolidando a obra como um clássico que marcou gerações.
O Poderoso Chefão (1972)
Vencedor de três Oscars, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator para Marlon Brando. O filme, dirigido por Francis Ford Coppola, é considerado por muitos como o maior clássico da sétima arte. Com elenco afinado, trilha sonora marcante e fotografia impecável, o filme consolidou um novo padrão para o cinema.
Embora baseado no romance de Mario Puzo, lançado três anos antes, foi a adaptação cinematográfica que realmente marcou a cultura popular. Até então, a ideia da Máfia e do estereótipo do mafioso eram apenas esboços no imaginário coletivo. A partir de sua estreia, O Poderoso Chefão redefiniu não só a representação da máfia no cinema, mas também a própria imagem do “sujeito durão” na cultura.
Psicose (1960)
Em 1960, Alfred Hitchcock revolucionou o cinema de terror com Psicose, um filme que permanece atemporal e continua a provocar medo e tensão mesmo décadas após sua estreia. A icônica cena do chuveiro, em que Marion Crane (Janet Leigh) é brutalmente assassinada, tornou-se um marco cultural, amplamente referenciado e parodiado, mas também deixou cicatrizes emocionais na própria atriz. A partir desse momento, a narrativa desloca o foco para Norman Bates (Anthony Perkins), o misterioso dono do Bates Motel.
A trama se intensifica quando o detetive Arbogast (Martin Balsam) começa a investigar o desaparecimento de Marion, contratado por seu chefe para recuperar o dinheiro que ela havia desviado. Ao desconfiar do comportamento de Norman e tentar confrontar sua mãe, o investigador também é morto. Em seguida, Lila (Vera Miles), irmã de Marion, e Sam (John Gavin), namorado dela, decidem investigar por conta própria. Fingindo ser um casal, hospedam-se no Bates Motel, onde Lila descobre o cadáver da mãe de Norman, pouco antes de ser atacada por ele, travestido como a própria.
Apesar de algumas cenas hoje parecerem artificiais, gerando até certo humor, a maioria dos alunos na discussão em sala destacou o filme como uma obra impactante, com um plot twist memorável que consolidou Psicose como um clássico absoluto do cinema de terror.
Foto: reprodução/UOL Splash
Dirty Dancing — Ritmo Quente (1987)
Dirty Dancing — Ritmo Quente tornou-se um dos filmes românticos mais icônicos dos anos 80, mas sua origem foi marcada por desafios. A roteirista Eleanor Bergstein e a produtora Linda Gottlieb enfrentaram resistência de grandes estúdios, que consideravam a trama ousada demais por abordar questões sociais pouco comuns no cinema comercial da época. Foi apenas com a pequena produtora Vestrom e sob a direção do estreante Emile Ardolino que a história de Baby (Jennifer Grey) e Johnny Castle (Patrick Swayze) ganhou vida.
O resultado foi um sucesso estrondoso de crítica e público, que se eternizou tanto pela narrativa envolvente quanto pela trilha sonora inesquecível. As coreografias, a química entre os protagonistas e a atmosfera sensual transformaram Dirty Dancing em um clássico atemporal, lembrado por gerações, seja nas sessões da tarde, seja nas pistas de dança, onde a famosa cena final segue sendo celebrada como um dos momentos mais marcantes da história do cinema.
Um Sonho de Liberdade (1994)
O filme parecia reunir todos os elementos para o sucesso, era baseado em uma obra de Stephen King, um dos autores mais populares do mundo, e vinha na esteira de outra adaptação de destaque, Conta Comigo (1986), também retirada da coletânea Quatro Estações (1982). Apostando no potencial cinematográfico da história, o diretor e roteirista Frank Darabont adquiriu os direitos do conto em 1987 para transformá-lo em filme.
A trama acompanha Andy Dufresne, um banqueiro condenado pelo assassinato da esposa e do amante dela, que encontra em Ellis “Red” Redding uma amizade capaz de ajudá-lo a suportar as condições brutais da Penitenciária de Shawshank. Mais do que um drama carcerário, o filme aborda temas como esperança, resistência e a capacidade humana de superar adversidades, o que o tornou uma obra marcante e atemporal.
Stephen King, por sua vez, consolidou-se como um dos escritores mais adaptados da história. Desde Carrie (1976), dirigido por Brian De Palma, sua estreia literária gerou dezenas de versões para o cinema e televisão. Ao todo, já são cerca de 60 filmes e inúmeras séries inspiradas em sua obra, reforçando a força de seu universo narrativo e a relevância de suas histórias para diferentes gerações.
Foto: reprodução/Experimente SP
Titanic
Titanic foi dirigido por James Cameron e é considerado uma das obras mais icônicas do cinema, unindo romance, drama e fatos históricos em uma narrativa envolvente. Inspirado no naufrágio real do transatlântico em 1912, o longa conquistou o público mundial com a história fictícia de Rose Dewitt Bukater e Jack Dawson, vividos por Kate Winslet e Leonardo DiCaprio. Embora o casal central seja criação do roteiro, a trama incorpora personagens que realmente existiram, como Margaret “Molly” Brown, socialite que sobreviveu ao desastre e ajudou outros passageiros durante a tragédia.
O impacto cultural do filme é inegável, tornou-se referência da sétima arte, lembrado não apenas pela narrativa, mas também pela trilha sonora marcante interpretada por Céline Dion, que se consolidou como um clássico da música. Décadas após o lançamento, tanto o enredo quanto seus personagens permanecem vivos no imaginário coletivo, tornando-se quase impossível encontrar alguém que não conheça a obra.
A produção foi um marco tecnológico e artístico. Cameron, fascinado pela história do navio, realizou expedições aos destroços para garantir autenticidade e utilizou uma combinação de cenários grandiosos, miniaturas detalhadas e efeitos visuais inovadores para retratar o naufrágio. O cuidado minucioso com o realismo e a escala de produção ajudaram a transformar Titanic em um fenômeno cinematográfico sem precedentes.
A bilheteria global ultrapassou US$2,2 bilhões, especialmente após relançamentos como o da versão 3D em 2012. Além do desempenho comercial, o longa conquistou 11 Oscars, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor, e entrou para a história como o primeiro a ultrapassar a marca de um bilhão de dólares em arrecadação. Mais que um sucesso de público, Titanic permanece como um clássico atemporal do cinema mundial.
Casablanca (1942)
Em plena Segunda Guerra Mundial, no dia 26 de novembro de 1942, Casablanca fazia sua estreia em Nova York. A première foi antecipada em razão a invasão aliada à cidade marroquina de Casablanca em 8 de novembro do mesmo ano, que até então estava sob controle da França de Vichy, alinhada ao regime nazista. O episódio gerou grande repercussão e acabou favorecendo a bilheteria do longa nos Estados Unidos. No Brasil, o filme chegou rapidamente, em 7 de dezembro de 1942.
Produzido por Hal B. Wallis para a Warner Bros., Casablanca foi rodado em menos de três meses, quase todo em estúdio. As filmagens seguiram a ordem da trama, o que é incomum em produções de Hollywood, e isso se deveu ao fato de que o roteiro não estava totalmente finalizado quando as gravações começaram. Essa produção acelerada resultou em um dos maiores clássicos do cinema mundial.
A trama acompanha Rick Blaine (Humphrey Bogart), americano cínico dono do famoso Rick’s Café, ponto de encontro de nazistas, franceses, refugiados e criminosos. Sua rotina muda quando Ilsa Lund (Ingrid Bergman), antiga paixão, reaparece ao lado do marido, Victor Laszlo, líder da resistência. O reencontro desperta lembranças e dilemas que se desenrolam em meio ao conflito da guerra. O filme conquistou oito indicações ao Oscar e venceu em três categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro.
Os Sete Samurais (1954)
Um marco entre os filmes de guerra e referência para cenas de batalha, Os Sete Samurais consagrou Akira Kurosawa como diretor e se tornou um ícone da cultura popular, rendendo duas refilmagens. Não é possível assistir ao filme hoje como se fosse uma produção atual, pois ele pertence a um tempo específico e reflete também um período ainda mais distante, o Japão rural do século XVI.
Por isso, compreender Os Sete Samurais exige um olhar atento ao contexto histórico e artístico que o moldou. Ele é um clássico que atravessou gerações, influenciou inúmeros cineastas e permanece como um dos grandes pilares do cinema mundial.
Foto: reprodução/Plano Crítico
Clube dos Cinco (1985)
Lançado em 1985, Clube dos Cinco é um clássico absoluto da Sessão da Tarde e marcou gerações nas décadas de 1980 e 1990. Dirigido por John Hughes, o filme completou recentemente mais de trinta anos desde os eventos que retrata. O figurino, assinado por Marilyn Vance, que também trabalhou em outras produções de Hughes, como Mulher Nota Mil (1985) e A Garota de Rosa-Shocking (1996), ajuda a compor a atmosfera atemporal da obra.
A trama acompanha cinco adolescentes que passam um sábado de castigo na escola, obrigados a escrever um ensaio de mil palavras sobre quem acreditam ser. Confinados na biblioteca, eles acabam se aproximando e descobrindo afinidades inesperadas, apesar das diferenças. A vigilância fica a cargo do diretor Richard Vernon (Paul Gleason), a personificação do adulto autoritário e entediante. Sua aparência reforça esse estereótipo: uma camisa preta sem gravata e um paletó antiquado, de cor indefinida entre o cinza e o bege, que transmite a monotonia de sua personalidade.
Foto: reprodução/Veja SP
Quem aí já assistiu algum desses clássicos? Qual chamou sua atenção? Conte para a gente e siga o Entretê nas redes sociais — Instagram, Facebook e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.
De novas histórias de Stephen King a sucessos de bilheteria, o catálogo de outubro do streaming recebe produções incríveis
Em outubro, o catálogo recebe estreias e continuações imperdíveis, como a primeira temporada da série original IT: Bem-Vindos a Derry, que expande o universo de Stephen King, e A Cadeira, na qual um incidente no trabalho desencadeia uma conspiração de grande proporção.
Além disso, sucessos como A Substância (2024) e Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado (2025), prometem muita emoção no mês das bruxas! Veja os destaques do catálogo de outubro da HBO Max:
Séries – Destaques
Vgly – Temporada 2 (9/10)
Após sobreviver a um ataque, Vgly (Benny Emmanuel) acorda no hospital determinado a retornar ao estúdio. A produção acompanha um grupo de jovens do bairro de Guerrero, na Cidade do México, buscando se destacar na cultura urbana por meio da música, explorando temas como identidade, lealdade, ambição e o poder dos sonhos.
A Cadeira (12/10)
Após um constrangedor incidente no trabalho, um homem se vê envolvido na investigação de uma conspiração de grande proporção.
Clube Spelunca (17/10)
Foto: divulgação/HBO Max
Um jovem sonhador cheio de dificuldades tem uma missão: transformar o antigo clube de sua família no novo lugar da moda da Zona Leste de São Paulo.
IT: Bem-Vindos a Derry (26/10)
Ambientada no universo criado por Stephen King 27 anos antes dos acontecimentos do filme IT: A Coisa, a série da HBO Max se inspira na história original e expande a aterrorizante visão apresentada no cinema.
Filmes – Destaques
Extermínio – A Evolução (3/10)
Foto: divulgação/HBO Max
Um grupo de sobreviventes vive em quarentena numa ilha. Quando um deles sai para se aventurar no continente, descobre novos horrores: os infectados sofreram mutações, e o que estava lá fora parece ainda mais perigoso do que o que deixaram para trás.
A Substância (10/10)
Uma celebridade em declínio abandona seu programa de condicionamento físico após completar 50 anos. Presa aos padrões de juventude e beleza, ela descobre um soro misterioso que a transforma em uma versão mais jovem de si mesma.
Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado (17/10)
Cinco amigos escondem um acidente mortal com um pacto de silêncio. Um ano depois, alguém sabe o que fizeram e busca vingança. Perseguidos por um assassino, eles recorrem aos sobreviventes do massacre de Southport de 1997 para se salvar.
Conteúdo infantil – Destaques
O Mundo Maravilhosamente Estranho de Gumball – Temporada 1 (6/10)
Foto: divulgação/HBO Max
Dando as boas-vindas ao público de volta a Elmore, um lugar onde as leis da realidade são uma piada e a vida familiar é tudo menos comum.
Animação Adulta – Destaques
Smiling Friends – Temporada 3 (6/10)
Foto: divulgação/HBO Max
Na terceira temporada, vemos Pim, Charlie, Flint e toda a turma enlouquecendo mais uma vez, mergulhando de cabeça em sua missão definitiva para levar alegria à Terra.
Documentários – Destaques
Armado com uma Câmera: Vida e Morte de Brent Renaud (21/10)
Em 13 de março de 2022, o cineasta e jornalista norte-americano Brent Renaud foi assassinado por soldados russos, enquanto cobria a guerra na Ucrânia. A produção narra os anos que ele passou em alguns dos conflitos mais perigosos do mundo com uma representação implacável da morte, da perda e do custo da guerra, e oferece uma homenagem aos jornalistas que realizam cobertura em zonas de conflito.
Esporte
De Virada: Bastidores e Desafios do Futebol (7/10)
UEFA Champions League – Rodada 3 (21/10 e 22/10)
Além disso…
Hotel Assombrado: A Última Mordida (1/10)
Casa Feia Nunca Mais! – Temporada 6 (1/10)
Um Urso Vermelho (1/10)
Krypto Shorts: Halloween Havoc (1/10)
A Menina e o Porquinho – Parte 1 (2/10)
Lendas dos Heróis do Condor: Os Valentes (3/10)
Um Assassino entre Amigos (7/10)
Destino dos Amaldiçoados com Zak Bagans (7/10)
Menos é Demais – Temporada 6 (8/10)
Uma Mulher de Peso – Temporada 12 (8/10)
Lendas do Amanhã – Temporadas 1 a 7 (8/10)
Fat City: Cidade das Ilusões (8/10)
As Terríveis Aventuras de Billy e Mandy (10/10)
Alabama: Presos do Sistema (10/10)
My Hero Academy (10/10)
Como Treinar o Seu Dragão 3 (11/10)
Largados e Pelados: Apocalipse (12/10)
Monster Beach (13/10)
Spy x Family – Temporada 2 (14/10)
O Pequenino (15/10)
O Grande Coco Legrand (15/10)
O Brilho do Natal (15/10)
Mentes Extraordinárias – Temporada 2 (16/10)
Cenas de Um Crime (16/10)
La favorita 1922 (17/10)
La Grande Maison Tóquio (17/10)
A Toca do Leão (17/10)
Love is for the Dogs (17/10)
Mr. Mklami’s Classroom (17/10)
Ignição (17/10)
Please Die My Beloved (17/10)
Who Saw the Peacock Dance in the Jungle (17/10)
Until I Destroyed my Husband’s Family (17/10)
O Degelo – Temporada 3 (17/10)
Baby Assassins (17/10)
Du, Dudu e Edu: Chorando de Medo (17/10)
A Promessa – Temporada 2 (20/10)
Febre do Ouro: Freddy Dodge ao Resgate (20/10)
Garage Callejero: Nads y Amir (21/10)
JoJo’s Bizarre Adventure – Temporada 4 (21/10)
Dan Da Dan (21/10)
Boy Erased: Uma Verdade Anulada (22/10)
Hora de Aventura com Fionna e Cake – Temporada 2 (23/10)
Bravos Guerreiros – Temporada 4 (24/10)
Guerra de Gangues: A Rua do Haxixe (24/10)
Haha, You Clowns (28/10)
O Sniper de DC: Um Caso de Violência Doméstica (28/10)
100 Day Dream Home – Temporada 6 (29/10)
A Aldeia dos Amaldiçoados (29/10)
Fantasmas de Marte de John Carpenter (29/10)
Georgie e Mandy: Seu Primeiro Casamento – Temporada 2 (30/10)
Assassinatos na Rua Elm (31/10)
Gordon Ramsay: Serviço Secreto (31/10)
Qual você está mais ansiose para assistir? Nos siga nas redes sociais do Entretetizei — Facebook, Instagram e X — e não perca as novidades do mundo do entretenimento!
Produção nacional ganha um novo Oriente no RioMarket 2025
O potencial da indústria audiovisual para o desenvolvimento econômico e social da cidade e do país foi o fio condutor da abertura do RioMarket 2025, nesta quinta-feira (2/10). Braço de negócios e debates do Festival do Rio — e o maior encontro de mercado audiovisual da América Latina —, o evento traz como tema central a construção da Nova Indústria do Audiovisual Brasileiro e se estende até o dia 11 de outubro.
Na abertura, a diretora do RioMarket e do Festival do Rio, Walkiria Barbosa, destacou iniciativas que buscam adaptar ao Brasil experiências semelhantes às das cinematografias de maior expansão nas duas últimas décadas: a da Coreia do Sul e a da China.
Foto: reprodução/Festival do Rio
Em cerca de vinte anos, a China saltou de menos de cinco mil para mais de 90 mil salas de cinema, resultado de programas iniciados na virada do século. Já em 2022, a Coreia do Sul exportou US$13,2 bilhões em séries, reality shows, filmes e games, sendo esse o maior número já registrado até então.
Para atingir esse patamar no Brasil, o setor busca o diálogo constante com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre a cadeia produtiva do audiovisual pelos tomadores de decisão e formuladores de políticas públicas.
Como parte desse processo, foi criada a Federação da Indústria Cinematográfica e Audiovisual (FICA), e uma de suas primeiras iniciativas, em parceria com a estadunidense Motion Picture Association, é o lançamento de uma pesquisa pela Oxford Economics. O levantamento busca detalhar o potencial do setor para a criação de empregos e a geração de renda, além dos efeitos indiretos sobre a educação e a formação profissional no Rio de Janeiro e seu entorno.
Foto: reprodução/NewMag
O secretário municipal de Cultura, Lucas Padilha, que esteve presente na abertura do RioMarket, apontou a força do audiovisual carioca para reafirmar a identidade da população local. Além disso, ele destacou a vantagem que o Rio de Janeiro tem por ser uma cidade que tem muito apelo internacional: “O carioca merece o mundo.”
O Festival do Rio, a começar do nome, reforça a vocação da cidade para a produção audiovisual, refletida na frequência com que sua paisagem natural e humana serve de locação para filmes e séries nacionais e internacionais. “Ainda Estou Aqui não pode ser exceção, mas a regra. Temos potencial para disputar o Oscar nas principais categorias, praticamente todos os anos”, continuou Lucas.
De acordo com o secretário, o setor público e a indústria precisam ser capazes de desenvolver mecanismos inovadores de financiamento para que o Brasil tenha mais perspectivas de concorrer nas maiores premiações do cinema mundial. Padilha acredita que planejamento é o nome do jogo.
A Reforma Tributária retira R$89 milhões anuais de incentivos para o audiovisual no Rio, com o fim do ISS — maior receita própria da Prefeitura. Porém, é possível compensar essa perda sem abrir mão de projetos, como a retomada dos cinemas de rua no subúrbio carioca ou a consolidação de centrais de produção, como o Polo Rio Cine Vídeo, que vai ser inaugurado ano que vem.
Para isso, é indispensável mudar a lógica do investimento em Cultura. “O Estado deve entrar para reduzir o risco, não precisa gerir o conteúdo. Um bom exemplo é o Museu do Amanhã, que a Prefeitura do Rio construiu, e hoje, só paga a conta de luz. O projeto torna-se viável com verbas incentivadas, mas não apenas isso”, explicou. E concluiu: “O Rio é a cara do Brasil para o mundo.”
Foto: reprodução/YouTube/Festival do Rio
Serviço RioMarket 2025
Quando: 2 a 11 de outubro
Onde: Armazém da Utopia – Cais do Porto, Rio de Janeiro
O que você acha sobre isso? Nos siga nas redes sociais do Entretetizei — Facebook, Instagram e X — e não perca as novidades do mundo do entretenimento!
Se o romance delicioso entre a chef vivida por Lim Yoona e o rei tirânico interpretado por Lee Chae Min te deixou órfão de K-dramas, não se preocupe: a gente separou cinco histórias que também misturam fantasia, intrigas palacianas e muito amor para te prender do começo ao fim
Se tem uma coisa que os K-dramas sabem fazer como ninguém é brincar com o tempo e o destino. Em Bon Appétit, Vossa Majestade, vimos de perto como a realeza pode ganhar novos temperos quando personagens modernos caem de paraquedas em palácios, sejam eles do passado ou de realidades alternativas. E, claro, o que não falta são romances que fazem rir, chorar e suspirar.
Por isso, se você terminou a série e está em busca de outra maratona digna de realeza, aqui vai uma lista de cinco produções que entregam intriga, humor e romances intensos; algumas mais longas e emocionantes, outras mais leves e rápidas, mas todas com aquela magia que só os K-dramas conseguem criar.
Sr. Rainha (2020)
Esse aqui é praticamente obrigatório para quem amou o clima de Bon Appétit, Vossa Majestade.Em Sr. Rainha, um chef moderno e arrogante (Choi Jin Hyuk) sofre um acidente bizarro e acorda no corpo da rainha Kim So Yong (Shin Hae Sun), lá na era Joseon. O choque é imediato: além de lidar com o fato de estar em um corpo feminino, ele ainda precisa sobreviver em meio a traições políticas e aos olhares atentos da corte.
O grande destaque é a atuação brilhante de Shin Hae Sun, que consegue trazer o trejeito masculino de forma hilária, mas sem perder a sensibilidade da personagem. A química inesperada com o rei Cheol Jeong (Kim Jung Hyun) garante risadas e suspiros, e o drama ainda entrega críticas afiadas sobre poder e tradição, tudo envolto em uma comédia de época irreverente.
Foto: reprodução/Netflix
A primeira noite com o Duque (2025)
Se a graça de Bon Appétit estava no choque entre mundos, aqui a ideia é quase a mesma, mas com um detalhe extra: a protagonista cai dentro do livro de romance favorito dela. Interpretada por Seohyun (Girls’ Generation), a jovem se vê no papel de uma personagem irrelevante, Lady Cha Sun Chaek, mas logo começa a mudar os rumos da história ao se aproximar do príncipe Yi Beon (Taecyeon, do 2PM).
O que conquista é a forma divertida e inteligente como a trama brinca com o famoso clichê do isekai. A mocinha não fica parada esperando o destino agir; ela decide escrever a sua própria história. O resultado é um romance divertido, cheio de autoconsciência e reviravoltas de encher o coração.
Foto: reprodução/viki
Amantes da Lua (2016)
Prepare os lencinhos, porque esse drama não pega leve. Amantes da Lua é uma das histórias mais intensas e emocionantes que já passaram pelas telinhas coreanas. IU interpreta Hae Soo, uma jovem que viaja no tempo e acaba no meio da corte de Goryeo, rodeada por príncipes ambiciosos, incluindo o enigmático Wang So (Lee Joon Gi) e o sensível Wang Wook (Kang Ha Neul).
A trama começa leve, com pitadas de romance e humor, mas logo se transforma em um épico de traições, batalhas e amores impossíveis. O relacionamento entre Hae Soo e Wang So é devastador, daqueles que fazem o coração apertar até o último episódio. Se você gosta de emoções fortes e não se importa em sofrer junto com os personagens, esse é o drama perfeito.
Foto: reprodução/viki
Faith (2012)
Agora, se você curte a mistura de fantasia com medicina e ação, Faith é o prato certo. A história acompanha o general Choi Young (Lee Min Ho), que viaja ao futuro em busca de um médico capaz de salvar a princesa. Ele acaba trazendo Yoo Eun Soo (Kim Hee Sun), uma cirurgiã plástica, para a era Goryeo.
O contraste entre ciência moderna e crenças antigas rende situações divertidas e tensas, já que a protagonista é vista como uma espécie de enviada divina. O romance entre ela e o guerreiro é recheado de química e sacrifícios, e o pano de fundo político só deixa tudo ainda mais instigante.
Foto: reprodução/viki
Splash Splash Love (2015)
Para quem gosta de histórias rápidas e encantadoras, Splash Splash Love é a escolha perfeita. Com apenas dois episódios, o drama acompanha Dan Bi (Kim Seul Gi), uma estudante que, em meio à pressão dos vestibulares, acaba viajando no tempo para Joseon. Lá, ela conhece o rei Lee Do (Yoon Doojoon), e juntos vivem um romance cheio de leveza, curiosidade e ternura.
Apesar de curtinho, o drama consegue entregar tudo: humor, emoção e uma química fofa entre os protagonistas. É ideal para quem quer algo rápido, mas que ainda assim deixa o coração quentinho. Não é à toa que se tornou um clássico cult entre os fãs.
Foto: reprodução/viki
Quais desses você já assistiu ou quer assistir? Compartilhe com a gente nas redes sociais do Entretê —Facebook, Instagram eX— e nos siga para ficar por dentro de todas as novidades do mundo do entretenimento e da cultura.
O 12º álbum de estúdio aposta no pop grandioso, na teatralidade e já prepara clipe inédito para o domingo
O dia 3 de outubro de 2025 marcou a chegada de The Life of a Showgirl, o 12º álbum de estúdio de Taylor Swift. O lançamento inaugura oficialmente uma nova fase em sua carreira, mais pop, grandiosa e marcada pelo brilho teatral que dá nome ao projeto. Em contraste com a introspecção de The Tortured Poets Department (2024), Taylor agora aposta em um trabalho de energia vibrante, com produção assinada por Max Martin e Shellback, parceiros de longa data que retornam à sua discografia pela primeira vez desde Reputation (2017).
Foto: divulgação/@taylorswift
Lista das faixas de The Life of a Showgirl:
1 – The Fate of Ophelia
2 – Elizabeth Taylor
3 – Opalite
4 – Father Figure
5 – Eldest Daughter
6 – Ruin the Friendship
7 – Actually Romantic
8 – Wi$h Li$t
9 – Wood
10 – CANCELLED!
11 – Honey
12 – The Life of a Showgirl (feat. Sabrina Carpenter)
O disco traz colaborações de peso e faixas que já se destacam entre os fãs. A canção-título, The Life of a Showgirl, conta com a participação de Sabrina Carpenter, reforçando a conexão entre duas gerações do pop feminino. Em Father Figure, Taylor revisita o clássico de George Michael em uma releitura ousada, enquanto a faixa de abertura, The Fate of Ophelia, mergulha em referências literárias e promete expandir ainda mais sua narrativa com o videoclipe que estreia neste domingo (5).
Foto: divulgação/@taylorswift
A divulgação foi cuidadosamente planejada e começou de forma surpreendente com o anúncio do álbum durante o podcast New Heights, de Travis e Jason Kelce. Desde então, Taylor mobilizou sua base de fãs com teasers, pistas escondidas e uma estética luxuosa inspirada no universo das showgirls.
Um dos pontos altos foi a revelação de múltiplas capas alternativas para as versões físicas, cada uma trazendo poses, cores e composições diferentes, que juntas formam uma narrativa visual do projeto e se transformaram imediatamente em itens de colecionador.
Foto: divulgação/@taylorswift
Além das plataformas digitais, o lançamento foi acompanhado por uma ação inédita nos cinemas: o The Official Release Party of a Showgirl, exibido entre 3 e 5 de outubro em várias partes do mundo, reuniu bastidores, performances e materiais exclusivos, transformando o álbum em uma experiência imersiva para os fãs.
Foto: divulgação/@taylorswift
O impacto comercial foi imediato. Antes mesmo do lançamento, o disco já havia batido o recorde de mais de 5 milhões de pré-saves no Spotify, o maior da história da plataforma. Em poucas horas após a estreia, The Life of a Showgirl também figura entre os álbuns mais vendidos em pré-venda digital e física, consolidando o status de Taylor como um fenômeno não apenas musical, mas também cultural e de mercado.
Foto: divulgação/@taylorswift
Com um conceito bem definido, parcerias estratégicas e uma estética que une glamour e vulnerabilidade, Taylor Swift reafirma sua habilidade única de transformar cada lançamento em um evento global. Mais do que um álbum, The Life of a Showgirl é um espetáculo pensado em todos os detalhes — das canções às capas, das entrevistas às experiências coletivas — e inaugura uma era que promete ser uma das mais marcantes da carreira da artista.
O que achou do novo álbum da loirinha? Comente esiga o Entretetizei nas redes sociais — Facebook, Instagram e X — e não perca as novidades do mundo do entretenimento.
O novo som nasce da história real de Ana Vilela com seu amigo e empresário Diego Vivas, transformando saudade e laços em música
Sabe aquele amigo que você passa anos sem ver e quando reencontra é como se nada tivesse mudado? É dessa sensação que nasce Reencontro, novo single de Ana Vilela, que já está disponível em todas as plataformas digitais. Chegando como uma celebração da saudade, da alegria e da força dos laços que permanecem, mesmo a distância, a faixa nasce da história real da amizade entre a cantora e seu empresário, Diego Vivas, que além de gestor é também seu melhor amigo.
Escrita logo após um reencontro inesperado entre os dois, depois de um período de afastamento, a música fala sobre a força das amizades verdadeiras, aquelas que, mesmo com pausas, voltam a existir com a mesma intensidade de antes. Entre músicas que a faziam lembrar dele e momentos marcantes como o próprio casamento, Ana sentiu a ausência de Diego em diferentes camadas do cotidiano. O reencontro veio de forma inesperada, simples e natural, como se o tempo não tivesse passado.
“Eu tinha muito medo de ser estranho encontrar o Diego de novo, mas quando nos vimos, foi como se a última vez tivesse sido ontem. Entendi que nossa amizade tinha um outro tamanho, e daí nasceu essa canção”, conta. Desde então, além de retomar a relação, consolidaram uma parceria profissional que já soma seis anos.
Com sonoridade leve que mistura influências de R&B e MPB, Reencontro traduz em melodia a alegria de reviver conexões importantes. A artista explica: “É uma música muito feliz pra mim, porque fala desse momento de reatar laços. Acho que essa alegria está muito presente no arranjo e no clima da faixa”.
Foto: reprodução/Simone Kontraluz
O lançamento marca também um novo ciclo na carreira de Ana, que se prepara para celebrar dez anos de trajetória em 2026. “Esse single é o primeiro de alguns que virão até o ano que vem, e eu espero que ajude a conectar cada vez mais as pessoas com a minha história e minhas referências. Dez anos é um numerão e quero preparar o público com carinho para esse momento”, reflete.
Além do single, Ana lança um visualizer que amplia a atmosfera nostálgica da canção. Nele, uma TV de tubo em um cenário minimalista transmite registros pessoais de sua amizade com Diego, trazendo a estética das fitas caseiras dos anos 90. “Escolhi esse formato porque tanto eu quanto o Diego somos muito nostálgicos. A gente vive recontando nossas histórias, repetindo lembranças que se tornam cada vez mais especiais com o tempo”, explica Ana.
Lançar Reencontro no dia 30 de setembro não foi por acaso. A data foi escolhida especialmente por coincidir com o aniversário de Diego. Mais do que uma homenagem pessoal, a faixa celebra a universalidade das amizades que atravessam o tempo e resistem à distância.
Sobre o lançamento, Ana compartilha sua empolgação: “Como alguém que adora presentear, estou muito feliz em poder lançar a música justamente nesse dia. Diego é um cara ímpar e o carinho e gratidão que sinto por ele passam também por esse lugar de mostrar para as pessoas o quão incrível ele é. Além disso, estou ansiosa para saber as histórias de quem vai ouvir e se identificar com a música também”, finaliza.
O que achou desse lançamento da Ana Vilela? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei — Facebook, Instagram e X — e nos siga para não perder as novidades do mundo do entretenimento.
Do aguardado Alchemised às edições de luxo de Crepúsculo, o mês reúne thrillers, romances e clássicos revisitados
A Editora Intrínseca preparou um outubro memorável para os apaixonados por livros. O mês reúne obras que prometem emocionar, instigar e surpreender: da aguardadíssima estreia de SenLinYu, com Alchemised — fantasia sombria que já desponta como fenômeno internacional — às edições especiais que celebram os 20 anos de Crepúsculo, clássico moderno de Stephenie Meyer que marcou gerações.
Mas não para por aí: thrillers eletrizantes, como O Assassinato no Verão de 1999; romances intensos e cheios de emoção; casos sobrenaturais bizarros, em Casas Estranhas 2, e reflexões transformadoras sobre saúde e espiritualidade também fazem parte da seleção.
Foto: divulgação/Editora Intrínseca/Entretetizei
Os lançamentos de 1º de outubro transitam entre o entretenimento e o conhecimento, reforçando a diversidade do catálogo da editora e garantindo opções para todos os gostos e momentos de leitura. Confira a lista a seguir.
Alchemised – SenLinYu
Foto: divulgação/Editora Intrínseca/Entretetizei
A estreia literária de SenLinYu é considerada a fantasia mais aguardada do ano. A trama acompanha Helena Marino, prisioneira de guerra em um mundo governado por necromantes e guildas corruptas. Sem memórias de sua vida anterior, ela precisa desvendar seu verdadeiro papel na Resistência, enquanto descobre segredos que podem mudar o destino de todos. Com duas edições — especial e brochura —, o livro marca um novo fenômeno do gênero. Adquira já o seu exemplar na Amazon ou no site da Intrínseca.
Crepúsculo: Edição de Luxo & Box comemorativo de 20 anos – Stephenie Meyer
Foto: divulgação/Editora Intrínseca/Entretetizei
Duas edições especiais celebram as duas décadas da saga que redefiniu a literatura jovem adulta. O box reúne os cinco livros com novas capas e acabamento refinado, enquanto a edição de luxo traz capa dura, pintura trilateral dourada, guardas coloridas e fitilho.
Foto: divulgação/Editora Intrínseca/Entretetizei
Nessa trama já imortalizada na cultura popular, quando Isabella Swan se muda para a melancólica cidade de Forks e conhece o misterioso e atraente Edward Cullen, sua vida dá uma guinada emocionante e apavorante. Com pele de porcelana, olhos dourados, voz hipnótica e dons sobrenaturais, Edward é, ao mesmo tempo, irresistível e inescrutável. Até então, ele conseguiu ocultar sua verdadeira identidade, mas Bella está decidida a descobrir seu segredo sombrio. O que a jovem não percebe é que quanto mais se aproxima dele, maior é o perigo — inclusive o de se apaixonar.
A edição de luxo pode ser adquirida na Amazon e também no site da Intrínseca. Já o box comemorativo está disponível na Amazon e na loja online da editora.
Casas Estranhas 2: O Mistério das Onze Plantas Baixas – Uketsu
Foto: divulgação/Editora Intrínseca/Entretetizei
O autor japonês Uketsu retorna com a continuação do best-seller Casas Estranhas. Desta vez, o escritor fascinado por ocultismo investiga imóveis perturbadores no Japão, reunindo relatos de construções bizarras: corredores sem saída, quartos que desaparecem e casas projetadas para matar. Uma coletânea de histórias arrepiantes que reforça o talento do autor em transformar arquitetura em terror psicológico.
Após a morte da mãe, três irmãos retornam à cidade natal e encontram fitas VHS antigas entre os pertences da família. Uma delas revela uma noite de 1999 em que o pai aparece coberto de sangue ao lado de um cadáver desconhecido. Nenhum deles se lembra do ocorrido, mas agora precisam decidir entre esquecer o passado ou encarar um segredo capaz de destruir tudo. Um thriller envolvente da autora best-seller Jeneva Rose.
Encontre este lançamento na Amazon ou no site oficial da Intrínseca.
Perimenoquê? Uma conversa sobre os hormônios a partir dos 40 – Isabela Fortes
Foto: divulgação/Editora Intrínseca/Entretetizei
O período da perimenopausa é cercado de dúvidas e sintomas que afetam corpo, mente e autoestima. Neste livro, Isabela Fortes responde às perguntas mais comuns de forma clara e acessível, oferecendo estratégias para lidar com as transformações hormonais da perimenopausa, menopausa e pós-menopausa. Mais do que um guia de saúde, é um convite para viver essa fase com leveza, consciência e autonomia.
O título pode ser adquirido na Amazon e também no site da Intrínseca.
Espírito Shaolin: Hábitos milenares para a vida moderna – Shi Heng Yi
Foto: divulgação/Editora Intrínseca/Entretetizei
Fundador do Shaolin Temple Europe, Shi Heng Yi apresenta os princípios milenares da prática Shaolin como um caminho de transformação pessoal. A obra une disciplina, coragem e autoconhecimento, mostrando como essa filosofia pode ser aplicada na vida cotidiana para trazer equilíbrio e propósito. Um livro prático e inspirador, que vai além das artes marciais.
Compre agora na Amazon ou diretamente no site da editora Intrínseca.
Quando Menos se Espera – Cara Bastone
Foto: divulgação/Editora Intrínseca/Entretetizei
Eve Hatch adora a rotina previsível de sua vida em Nova York, até que uma gravidez inesperada vira tudo de cabeça para baixo. Nesse momento de mudanças, Shep — irmão de sua melhor amiga — surge como um apoio constante e desperta novos sentimentos. Um romance slow burn sobre amizade, família e a descoberta do amor nos momentos menos planejados.
Publicado originalmente em 1981, o clássico de Warren Adler retorna em nova edição. Em 2025, a história também ganhou uma adaptação cinematográfica intitulada Os Roses: Até que a Morte os Separe, estrelada por Olivia Colman e Benedict Cumberbatch. A trama acompanha o divórcio cruel de Jonathan e Barbara Rose, que se tornam inimigos mortais na disputa pela casa da família — uma comédia ácida sobre casamento, ambição e destruição mútua.
Foto: reprodução/IMDb
O livro pode ser adquirido na Amazon e no site oficial da editora Intrínseca.
Quais desses lançamentos você pretende adquirir? Compartilhe conosco em nossas redes sociais — Instagram,FacebookeX — e, se gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!
Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento. Acesse nossa política de privacidade atualizada e nossos termos de usoe qualquer dúvida fique à vontade para nos perguntar!